Aranha de 16 centímetros cria teias douradas
Uma equipa de investigadores do museu de História Natural Smithsonian e da Academia de Ciências da Eslovénia descobriu uma nova espécie de aranha com 16 centímetros, na África do Sul. O aracnídeo, baptizado ‘Nephila’, além do seu impressionante tamanho, caracteriza-se pela sua capacidade para tecer uma teia de aranha dourada com um metro de diâmetro. Actualmente são conhecidos 41 mil tipos de aracnídeos, sendo que todos os anos são acrescentadas entre 450 e 500 novas espécies. No entanto, desde o século XIX que não era descoberto um espécime que tecesse teias em tons dourados, tornando esta descoberta extraordinária na área.
O artigo no Correio da Manhã não fez nenhuma menção à teoria da evolução, nem o papel que a mesma possa ter desempenhado na descoberta desta forma de vida. Impressionante o que as mutações aleatórias são capazes de construir. Aleatoriamente. Se calhar.
Apesar dos biólogos aparentemente poderem fazer o seu trabalho científico ignorando por completo a teoria da evolução, não se esqueçam que “nada na biologia faz sentido a não ser à luz da evolução“.
Os Benefícios Socias do Cristianismo
mas pela boca dos ímpios é derribada -
Provérbios 11:11
A Bíblia ensina-nos que os crentes podem trazer bênção para os descrentes em seu redor. Por exemplo, o Senhor abençoou toda a casa de Potifar apenas e só porque ela foi posta a cargo de José filho de Jacó. No entanto, os inimigos do Cristianismo nunca admitem que os cristãos podem ser veículos de bênção para as pessoas à sua volta.
Genter Lewy da Universidade Massachusetts, determinou-se a escrever um livro com o título de “Como a América não Precisa de Religião“. Levem em conta que quando ateus a viver no ocidente dizem-se serem pessoas contra a “religião”, elas invariavelmente tem em mente apenas e só o Cristianismo. Pelos vistos as outras religiões não são tão perigosas para o ateísmo como o Cristianismo.
Genter Lewy não é um cristão e nem acredita em Deus, e como tal ele determinou-se a escrever um livro em defesa do humanismo secular (ateísmo) e do relativismo ético.
À medida que Lewy coleccionava os dados da sua extensa pesquisa, ele apercebeu-se de um dado surpreendente: ele concluiu que o Cristianismo tem uma longa história no que toca ao suporte de estruturas de justiça social e de dignidade humana.
Outra pesquisa forçou-o a concluir que os Cristãos, quando comparados com os não-Cristãos, mostravam constantemente uma taxa mais baixa de comportamentos associados a males sociais e falhanços morais. Estes dados levaram em conta os divórcios, violência doméstica, filhos fora do casamento, criminalidade adulta e delinquência juvenil.
Levando em conta outros dados, Lewy finalmente concluiu que indivíduos que de facto levem uma vida Cristã, não só possuem taxas mais elevadas de felicidade, mas são também mais saudáveis.
Conclusão:
Referências:
Charles Colson, “The Gospel according to Jesse: Is religion a crutch?” Minnesota Christian Chronicle, December 2, 1999, p.16.
Porto Sentido – Rui Veloso
Mais uma pérola que veio da cidade do Porto
O Ateísmo das lacunas
Se por acaso um cientista informa um ateu de que as evidências mitigam contra uma origem naturalista da vida, o ateu ataca o cientista e não as evidências. Para o ateu evolucionista, não interessa o que evidências mostram, mas sim como é que elas podem ser usadas/deturpadas para suportar o naturalismo.
A necessidade do ateu em operar assim é óbvia: usar aquilo que é a maior autoridade cultural do mundo ocidental (a ciência) como forma de suportar a sua fé. Isto é feito de muitas formas, como se pode ver no link acima mencionado.
Há algumas coisas que são dignas de serem comentadas:
O naturalismo metódico é aquilo que os criacionistas e defensores do ID (que é realmente criacionismo com outra roupagem), querem eliminar da ciência.
Convém ressalvar que o naturalismo metódico (NM) é a aplicação prática do naturalismo filosófico (NF). Enquanto que o NF afirma que só causas “naturais” existem, o NM opera assumindo que só causas “naturais” existem. Em termos práticos, não há distinção entre uma e a outra.
O problema claro está é que nem o NM nem o NF são científicos. São apenas crenças arbitrárias que são impostas à ciência. Se vamos postular crenças arbitrárias a ciência, então o cristão pode muito bem dizer: “Só aquilo que está de acordo com a Bíblia vai ser considerado científico. Se algo contradiz a Palavra de Deus, então não é ciência“
A abordagem naturalista, que é sumariamente, procurar causas naturais para os fenómenos naturais, exclui necessariamente a intervenção sobrenatural.
O interessante seria saber o que é um “fenómeno natural” e o que é uma “causa natural”. Levitar é um fenómeno natural ou sobrenatural? Se fossem oferecidas evidências (fotos, videos) de pessoas a levitar, será que isso faria da levitação um “fenómeno natural”? Se o que distingue o “natural” do “sobrenatural” é só se eles ocorrem ou não, então a ciência pode estudar o “sobrenatural”.
Não podemos mais atribuir os trovões a um Deus, a chuva a outro, etc. Nem tudo ao mesmo. A não ser que possamos trazer evidências ou provas que mostrem isso.
Do mesmo modo, não podemos atribuir a origem da vida a fenómenos nunca observados, mecanismos nunca testados, e causas nunca mostradas. No entanto, é isso que os ateus fazem constantemente. A origem da vida mostra claramente como o naturalismo falha logo no princípio. Até hoje os ateus ainda não documentaram força “natural” alguma capaz de gerar seres reprodutores a partir da matéria morta.
Décadas de financiamento público, e os ateus não tem nada para oferecer. Eles apenas concordam que Deus não é a Causa da Vida. Para além disso, já não há concordância entre eles.
Ao longo de séculos, [o naturalismo] foi a única abordagem que criou conhecimento tão consistente, tão completo e em tão pouco tempo.
Se levarmos em conta que grande parte dos cientistas fundadores da ciência moderna eram cristãos (e não ateus), e se nos lembra-mo-nos que o naturalismo exclui à partida qualquer intervenção Divina, a frase do João torna-se claramente falsa.
Como é que os cientistas fundadores da ciência moderna (Galileo, Pascal, Lineus, Mendel, Faraday, Maxwell, Copérnico) foram capazes de produzir excelentes resultados científicos sem assumirem que o naturalismo é verdadeiro?
O problema é que o João assume que ao estar-se a procurar os mecanismos presentemente em operação é o mesmo que assumir-se que só essas forças existem no universo. O João conclui que “naturalismo” é o mesmo que “estudar as forças da natureza”. Isto é totalmente falso.
Galileo estudou os planetas de forma científica, mas não teve dúvidas em afirmar que o sistema que ele estudava era um efeito do Poder Criativo de Deus. Igualmente para Newton. Com isto se pode ver que o naturalismo é uma filosofia irrelevante para o avanço da ciência. Os ateus gostam de associar o sucesso da ciência ao naturalismo, no entanto o sucesso da ciência deve-se, sim, às observações, aos testes, à experimentação e à colecção de evidências, nenhuma das quais depende do naturalismo.
Porque ao procurar uma explicação natural para as coisas, começámos a encontrá-las.
Excepto no que toca à origem da vida, pelos vistos.
De facto, encontrámos explicação para tanta coisa, que o espaço deixado para intervenção sobrenatural, ficou muito reduzido. Ficou reduzido a pequenas lacunas do conhecimento cientifico.
Mas o facto de encontrarmos explicação para o funcionamento de um dado fenómeno não invalida que o mesmo tem uma Causa Inteligente. Nós podemos explicar o funcionamento dum carro mas isso não quer dizer que o mesmo não seja o resultado de design inteligente. Semelhantemente, nós podemos explicar (até certo ponto) o funcionamento da metamorfose da borboleta monarca, mas isso não invalida que o aparato tenha sido criado por Deus.
De notar que isto não é o mesmo que dizer que a ciência rejeita “à priori” que existam Deuses , fantasmas ou duendes, por exemplo.
A ciência não rejeita à priori a existência de Deus, mas o naturalismo sim.
Apenas que se eles existem, então vamos ter que encontrar observações que só possam ser explicadas pela sua existência.
Curioso que o João peça “observações” do sobrenatural, mas no que toca a coisas que ele acredita (a vida a criar-se a si mesma, dinossauros a evoluírem para pássaros, animais terrestres a evoluírem para baleias) o João já não pede observações, mas aceita aquilo que ele chama de “evidências”. Para o naturalismo aceitar a existência de Deus, nós temos que observar Deus, mas para aceitar a evolução de um dinossauro para um pássaro, já não é preciso observar tal evento místico.
Ciência é aquilo que suporta o ateísmo.
Romanos 1:22 – Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos,
Geologia Catastrófica Confirmada Pela Ciência
Mesmo quando Deus executa os Seus justos julgamentos sobre nações (ou mesmo sobre toda a humanidade), Ele tem o cuidado de deixar evidências suficientes para que futuras gerações não caiam no mesmo erro. Em poucos outros eventos à escala mundial isso é tão claro como no caso do Dilúvio de Noé.
A Bíblia diz-nos que há cerca de 4400 anos atrás o Criador “abriu as fontes do grande abismo” bem como as “janelas do céu” (Génesis 7:11), o que causou que água cobrisse toda a Terra de então. Este evento, que mudou por completo a face geológica do nosso planeta, foi tão catastrófico e tão imenso que até hoje persistem inúmeras evidências para o mesmo.
Os cépticos, obviamente, não gostam que a ciência confirme a Palavra de Deus, e como tal trataram de adivinhar/inventar/imaginar/postular hipóteses alternativas. Infelizmente para eles, a ciência não confirma as suas hipóteses.
Uma das alternativas que os ateus postularam para justificar a estrutura geológica terrestre é o uniformitarianismo geológico (UG). Essencialmente, o mesmo afirma que os eventos geológicos passados só podem ser explicados segundo causas que estejam em funcionamento hoje em dia. Por exemplo, se um cientista cristão disser que a estrutura do Grand Canyon é o resultado de muita água em poucas semanas, o uniformitarianista filosoficamente rejeitará tal explicação não por falta de evidências mas sim apenas e só porque viola o UG .
No entanto, como está escrito no princípio deste texto, é muito difícil abafar a Voz de Deus.
Os dois artigos abaixo citados mostram como o catastrofismo geológico (posição que afirma que eventos catastróficos passados melhor explicam algumas das estruturas da Terra) está de acordo com as observações.
Uma cratera na crosta terrestre –que pode ser a precursora para um novo oceano– se rompeu em apenas alguns dias em 2005, segundo sugere um novo estudo.O magma dentro do vulcão explodiu como uma fonte de lava e não chegou à superfície –em vez disso, ele foi desviado para o subsolo continental.
O novo estudo mostra que a formação desses diques podem ocorrer em vários segmentos --e em períodos mais curtos de tempo– do que se pensava anteriormente.
“A ferocidade do que vimos neste episódio surpreendeu a todos”, disse Cynthia Ebinger, da Universidade Rochester, em Nova York.
Recapitulando:
1. Cratera rompeu-se em apenas alguns dias.
2. Explosões vulcânicas.
3. Diques formados num curto espaço de tempo.
4. Ferocidade (geológica) impressionante.
Erupção vulcânica provocou tsunami gigante há 3.000 anos, diz estudo
A grande erupção do vulcão Thera no Mar Egeu, há mais de 3.000 anos, produziu ondas monstruosas que percorreram centenas de quilômetros do leste do Mediterrâneo para inundar a área que hoje é Israel e provavelmente outras regiões costeiras.Os pesquisadores, em artigo publicado na edição de outubro da revista “Geology”, disseram que a nova evidência sugere que tsunamis gigantes da erupção catastrófica atingiram “áreas costeiras por todo o litoral do leste do Mediterrâneo”.
Durante décadas, estudiosos sugeriram que a erupção gigante, a apenas 112 km de Creta, pode ter causado o misterioso colapso da civilização minóica no seu apogeu.
Estudiosos afirmam que os tsunamis e as nuvens densas de cinzas vulcânicas originadas da erupção tiveram repercussões culturais que ecoaram por todo o leste do Mediterrâneo por décadas, até séculos.
Os pesquisadores acrescentaram que, se as ondas gigantes eram grandes o suficiente para chegar até Israel, “então possivelmente outras regiões costeiras do final da Idade do Bronze por todo o litoral do leste do Mediterrâneo também foram afetadas”.
Recapitulando:
1. Um vulcão foi suficiente para gerar ondas monstruosas que percorreram centenas de quilómetros. *Um* vulcão apenas.
2. Tsunamis gigantes da erupção catastrófica atingiram áreas costeiras.
3. A erupção de um vulcão pode ter causado o fim de uma civilização inteira.
4. Nuvens geradas pelos vulcões causaram efeitos que duraram décadas, e até séculos.
5. É provável que outras ondas tenham atingido todo o litoral leste do Mediterrâneo.
Conclusão:
Tendo em conta estes dados científicos, o que é que podemos dizer em relação ao UG? Não é por demais óbvio que o mesmo é falsificado pelas evidências?
Pode-se perguntar a esta altura qual é a relevância disto em relação à teoria da evolução.
Simples.
A teoria da evolução assenta sobre a interpretação uniformitarianista da geologia. Se o UG é falso, a teoria da evolução também o é. Se a estrutura geológica terrena não é o acumular de processos lentos e graduais, mas sim o resultado de periódicos eventos catastróficos, então torna-se virtualmente impossível usarem-se as estruturas geológicas como “evidência” para os milhões de anos. Se de tempos a tempos a Terra sofreu eventos catastróficos (tsunamis, erupções, etc), então a organização dos fósseis pode não ser o lugar onde eles viveram (temporalmente e geograficamente) mas apenas e só o lugar onde morreram.
Se a teoria da evolução assenta sobre uma interpretação geológica que nós podemos empiricamente ver que é falsa, o que é que isso diz sobre a dita teoria da evolução?
Génesis 7:17-20
E esteve o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas, e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra. E prevaleceram as águas, e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca andava sobre as águas. E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia. debaixo de todo o céu, foram cobertos. Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos
Visão Magnética
Conheço todas as aves dos montes;
e Minhas são todas as feras do campo
Segundo um estudo levado a cabo em pintarroxos, pássaros que navegam usando o campo magnético terrestre dependem mais da sua visão do que nas partículas magnéticas das suas narinas.
Teorias rivais em torno da navegação das aves sugeriam que ambos os mecanismos (visão e partículas nas narinas) eram usadas pelas aves, no entanto Henrik Mouritsen e a sua equipa da Universidade de Oldenburg (Alemanha), mostraram que apenas a visão é a chave para esta discussão.
Pegando num grupo de pintarroxos, a equipa removeu o agrupamento N, área cerebral envolvida no processamento de sinais a partir dos “fotopigmentos formadores de pares” nos olhos (área onde se pensa que é colocada a informação magnética). No outro grupo, a equipa removeu o nervo que envia sinais provenientes das partículas magnéticas das narinas para o cérebro.
Seguidamente, a equipa expôs ambos os grupos de pintarroxos ao campo magnético terrestre, bem como os expôs a um campo magnético artificialmente criado (girava em torno do Norte magnético 120 graus em sentido contrário aos ponteiros do relógio). As aves que não tinham a conexão narinas-para-cérebro não se deixaram enganar ao localizarem o verdadeiro e o falso norte magnético. No entanto as aves sem o agrupamento N eram incapazes de navegar.
Os pesquisadores concluíram:
Os resultados levantam a distinta possibilidade desta parte do sistema visual permitir as aves “vêr” a informação do compasso magnético (Nature, DOI: 10.1038/nature08528)
Quão relevante seria se o Dr Henrik Mouritsen afirmasse no final do artigo científico algo como “é impressionante o que as mutações genéticas e a selecção natural foram capazes de gerar através dos milhões de anos“? Esta declaração filosófica, a ser feita pelo cientista, em nada haveria de acrescentar no nosso conhecimento na forma como a visão das aves tem influência no modo delas processarem informação magnética. Isto confirma o que foi dito pelo Dr Phil Skell:
Inquiri biólogos que trabalham em áreas onde nós poderíamos pensar que o paradigma darwinista poderia servir de guia para as pesquisas (por exemplo, a emergência da resistência aos antibióticos e pesticidas), mas aqui, tal como em todo o lado, eu aprendi que a teoria não produziu nenhuma orientação discernível na escolha de designs experimentais.
Só depois das descobertas inovadoras terem sido estudas é que a teoria foi trazida à mesa como uma interessante narrativa abrilhantadora. (Philip Skell, Politics and the Life Sciences, Vol. 27(2):47-49 (October 9, 2008).
A teoria da evolução não só é totalmente irrelevante para o avanço da ciência, como só é trazida ao lume depois de todo o trabalho científico ter sido efectuado.
Quais são as probabilidades de um sistema de navegação gerar-se a si mesmo? Este sistema presente nas aves é mais uma evidência científica de acordo com a posição que postula Uma Causa Inteligente para a vida.
A ciência e a Bíblia estão em pleno acordo porque Aquele que inspirou a Bíblia é o Mesmo em Quem “estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Col 2:3). O Deus que criou o Universo e estabeleceu os “fundamentos da terra” (Jeremias 31:37) é o Mesmo Deus que fala pela Bíblia e chama toda a humanidade que torne dos seus maus caminhos e ponha a sua fé no Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo.
Se os teus problemas pessoais por vezes te fazem desmoralizar e perder as forças, ou se a tua vida profissional não é bem aquela que tu tinhas planeado para ti, desvia os teus olhos dos teus problemas e foca-te em Cristo Jesus, “o Autor e Consumador da nossa fé” (Hebreus 12:2).
Se Aquele que criou uma tecnologia tão sofisticada como o sistema de navegação das aves te diz para confiares Nele, então confia. Ele é Poderoso o suficiente para transformar o teu interior de modo que a “paz que excede todo o entendimento” (Filipenses 4:7) seja gerada dentro de ti.
Isto não quer dizer que os teus problemas vão desaparecer dum dia para o outro, mas sim que vais ter Uma Ajuda Preciosa (e Poderosa) para continuares com a tua batalha diária. Sim, porque as batalhas vão continuar até ao dia em que formos chamados para casa, porque a Palavra de Deus diz que “todos aqueles que querem viver piamente em Cristo sofrerão perseguições” (2 Tim 3:12).
Felizmente que “maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo” (1 João 4:4).
Supercomputador faz biliões de cálculos por segundo
A tecnologia e o engenho humano tem criado coisas maravilhosas e bastante úteis na maioria dos casos. A última notícia que nos chega do Oriente é um supercomputador.
A China apresentou hoje [dia 29/10/2009] o seu mais rápido computador, uma máquina que ocupa uma área de 1.000 metros quadrados e que é capaz de efectuar biliões de cálculos por segundo.
O super-computador foi apresentado em Changsha, centro da China, pela Universidade Nacional de Tecnologia da Defesa, disse a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua (Nova China).
É o “Tianhe” (via láctea), um supercomputador desenvolvido pela Universidade Nacional de Tecnologia da Defesa e que custou 600 milhões de yuan (60 milhões de euros), disse a Xinhua.
Teoricamente, o “Tianhe” pode efectuar mais de 1.000 biliões de cálculos por segundo (um «petaflop»), “realizando em apenas um dia o que um vulgar computador demoraria 160 anos a fazer”, indicou a mesma fonte
Como é que ficamos em termos de peso?
O sistema pesa 155 toneladas.
Portanto, o Tianhe custou 60 milhões de euros, precisa de manutenção humana e pesa 155 toneladas. Como é que esta obra de design e engenharia se compara com um pedaço de carne de 1,3kgs chamado de “cérebro” ? Ora vejamos o que já foi dito em relação a outro computador:
Foram precisas décadas de inteligência humana e engenharia para construir esta monstruosidade metálica, que só agora está a aproximar-se de UMA das operações do cérebro humano, nomeadamente, a visão.
Para operar, esta máquina precisa de uma sala metálica, cabos com um circuito eléctrico, arrefecimento artificial e uma equipa de administradores, sem contar com os programadores.O nosso cérebro, por contraste, tem apenas 1,3 Kgs, está contido numa plataforma móvel, e faz muito mais do que apenas processar a visão. Mantém o controlo sobre triliões de células, sobre o coração, pulmões, aparelho digestivo, fígado, pâncreas, glândulas, sistema imunitário e muitos outros sistemas.
Não só faz isto tudo inconscientemente, mas reage à audição, ao cheiro, ao sabor, ao toque, equilíbrio e a temperatura. Para além disso ele busca memórias, pensa, imagina, sente e muito mais. Isto tudo dentro de um espaço de 1350 cc.
Não é preciso ligá-lo à corrente. Não é preciso pô-lo numa área refrigerada. Podemos fazer ski, ou ir para o deserto, e até podemos nadar com ele.
E o que é que ele precisa como combustível? Sardinhada e água! (ok, um pouco de vegetais também ajuda)
Que conclusão podemos tirar de máquinas como o Tianhe ou o Roadrunner? As mesmas são o resultado de espantoso design e tecnologia e quem pensar o contrário será logicamente catalogado de incoerente. No entanto, porque é que os evolucionistas julgam que o bem-mais-eficiente cérebro humano é o resultado de forças não inteligentes?
Dizer-se que os computadores e o cérebro humano não são análogos devido ao facto dos computadores não se reproduzirem, é evitar o problema. Propriedades e características semelhantes costumam ter causas semelhantes. Será lógico inferir que aquilo que nós sabemos ser impossível ocorrer hoje em dia (forças não inteligentes geram sistemas funcionais) aconteceu no passado?
Não é bem mais lógico inferir cientificamente que o cérebro humano, tal como o Tianhe e o Roadrunner, são o resultado de design inteligente, com a diferença residir no facto de que a Força que gerou o cérebro humano ser bem mais Poderosa?
Se não fossem as implicações claramente pró-teístas, será que alguém haveria de acreditar que um sistema como um cérebro humano é o resultado de forças não-inteligentes?
Eu sinceramente creio que não.
Tudo o que o Senhor quis, Ele o fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos. - Salmo 135:6
Ida: Mais um Fóssil Descartado?
De certo que todos nós nos lembramos da comoção e emoção com que o fóssil com o nome de “Ida” foi anunciado pelos darwinistas como sendo uma das peças que faltava na suposta evolução humana. Jornais, museus e todos os suspeitos do costume elevaram a Ida para o lugar que previamente pertencia ao fóssil com o nome de Lucy.
Mas, tal como todos os outros fósseis usados pelos darwinistas, a Ida nada mais foi que uma peça de publicidade.
Um grupo independente de cientistas analisou o fóssil de primata propagandeado em maio deste ano como “o elo perdido” da evolução humana e chegou a uma conclusão não muito empolgante: o bicho é provavelmente só um primo antigo e esquisito dos lêmures.
E pronto. Este fóssil que os crentes evolucionistas anunciavam como um elo perdido provavelmente é só “um primo antigo” dos lemúres.
Incrível a quantidade de falsa informação que a crença evolucionista levanta em torno de si. Existe algum outro ramo da ciência que sobreviva a tal dilúvio de informação falsa?
Se eles estiverem corretos, o alarde midiático organizado em torno de “Ida, o elo perdido”, ou Darwinius masillae, como o animal foi batizado oficialmente, pode se tornar um dos casos clássicos em que a vontade de chamar a atenção do público atropelou a ciência
Atropelar a ciência é algo que a teoria da evolução tem feito desde o princípio, e como tal não devemos ficar surpreendidos quando isso acontece.
Afinal, a descrição científica de Ida foi coreografada com o lançamento de documentários, sites, livros e de um evento para a imprensa no qual os pesquisadores responsáveis por estudá-la compararam o fóssil com a Mona Lisa e com o Santo Graal, afirmando que ele mudava tudo o que se sabia sobre a evolução humana
Esqueçam tudo o que aprenderam! E vejam também 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, e 9.
A implicação disto é clara: se o que Deus disse sobre o nosso passado está certo, então talvez o que Ele diz sobre o futuro (céu ou inferno) esteja certo. Talvez seja a hora de escolher a quem servir, a Deus ou aos homens.
“Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” – 2 Timóteo 3:16-17
