Comer devagar pode ajudar a emagrecer

Comer rapidamente pode inibir hormônios da saciedade, e induzir a comer em excesso, diz um estudo publicado no periódico científico The Endocrine Society’s Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM). Diversos estudos já demonstraram como esses hormônios secretados pelo cérebro indicam o momento de finalizar uma refeição, mas até agora não havia estudos que focassem o ritmo alimentar das pessoas.

A maioria de nós já ouviu falar que comer rápido leva ao consumo alimentar excessivo e à obesidade e agora essa pesquisa demonstrou cientificamente essa ideia”, afirma Alexander Kokkinos, pesquisador da Universidade de Kapodistrian, na Grécia. “Nosso estudo mostra claramente que a velocidade com que se come impacta na capacidade cerebral de liberar esses hormônios que fazem com que as pessoas finalizem uma refeição.

No estudo os pesquisadores observaram que pessoas que levavam quase meia hora para fazer uma refeição mostravam uma dose muito mais alta de concentração de hormônios de saciedade – e portanto se sentiam mais “cheias” – do que pessoas que comiam mais rapidamente.

Nossas descobertas trazem mais informações para entender como o consumo exagerado de alimentos, causado por uma vida corrida por conta do ritimo de trabalho diário pode levar à obesidade. O conhecimento popular que alerta que ‘engolir’ a comida sem mastigar direito pode realmente ter uma explicação fisiológica”, diz Kokkinos.

Diminuir o ritmo das refeições, mastigando mais cada porção e aumentar o tempo para sair da mesa pode levar a um menor consumo alimentar e ajudar a controlar a quantidade de calorias ingeridas, auxiliando no controle do peso e evitando a obesidade a longo prazo.

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Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho.
Se suportais a correcção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.
Além do que tivemos os nossos pais, segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciámos; não nos sujeitaremos, muito mais, ao Pai dos espíritos, para vivermos?
Hebreus 12:6-9

Este tipo de informação é contra-intuitiva em relação à “sabedoria” que recebemos diariamente, mas faz todo o sentido. Aparentemente pais que disciplinem fisicamente os seus filhos entre as idades de 2 a 6, estão a criar condições para que os mesmos sejam mais bem sucedidos na vida.

Certamente que os activistas vão se insurgir e gritar “Não se pode fazer violência contra crianças!” e outras coisas mais, mas os dados são claros. Como muitas vezes dizemos, contra factos não há argumentos, e os factos claramente mostram que disciplina física aos filhos, aplicada de forma sensata, é uma excelente forma de criar condições para o sucesso dos filhos. O artigo diz, e muito bem que “Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara“.

Não deixa de ser curioso que muitas das pessoas que se insurgem contra a disciplina física aos filhos aparentam não ter problemas com a violência terminal que é feita às crianças ainda por nascer.

Eis então mais um excelente texto do blog do exilado Júlio Severo.

Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

from Notícias Pró-Família by LifeSiteNews

Thaddeus M. Baklinski

GRAND RAPIDS, Michigan, EUA, 5 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um estudo realizado nos EUA indica que uma surra não é prejudicial para as crianças e, aliás, declara que crianças que foram fisicamente disciplinadas quando eram novas, entre as idades de 2 e 6, se tornaram adolescentes mais felizes e bem sucedidos e tiveram um melhor desempenho na escola, e tiveram mais probabilidade de fazer trabalho voluntário e querer ir para a universidade do que aqueles que nunca foram surrados.

O estudo, conduzido sob o patrocínio do Estudo dos Perfis da Vida Americana (EPVA) {http://pals.nd.edu/} e feito pela Dra. Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan, revelou que há falta de evidências provando que uma surra prejudica as crianças, e que o uso sensato da surra como conseqüência normal para a má conduta é benéfico para as crianças.

“Não há base para as alegações que se fazem contra a surra disciplinar. Elas não estão em coerência com os dados”, disse Gunnoe.

“Penso na surra como um instrumento perigoso, mas há ocasiões em que há uma tarefa grande o bastante para um instrumento perigoso — não podemos simplesmente usá-lo para todas as nossas tarefas”, acrescentou ela.

A professora Gunnoe entrevistou 2.600 adolescentes, fazendo-lhes perguntas sobre surras. Ela constatou que quando as respostas dos participantes foram comparadas com sua conduta, tais como sucesso acadêmico, otimismo sobre o futuro, conduta anti-social, violência, ataques de depressão, aqueles que haviam sido fisicamente disciplinados só entre as idades de dois e seis tiveram o melhor desempenho em todas as medidas positivas.

Aqueles que haviam sido surrados entre sete e onze exibiam conduta mais negativa, mas ainda assim tinham mais probabilidade de obter sucesso acadêmico.

Em casos em que a disciplina física continuou além da idade de 12, ou naqueles que nunca haviam recebido castigo físico, os filhos tiveram um desempenho mais fraco nos indicadores que foram levados em consideração. A Dra. Gunnoe constatou que quase um quarto dos adolescentes no estudo relatou que jamais foram surrados.

O Conselho Americano de Pediatria (CAP) declara que uma surra disciplinar aplicada pelos pais pode ser eficaz quando utilizada de forma apropriada. “É claro que os pais não deveriam se apoiar exclusivamente na surra disciplinar para controlar a conduta de seus filhos”, diz a declaração de posição da organização. “As evidências indicam que pode ser uma parte útil e necessária de um plano bem sucedido de disciplina”.

De acordo com o CAP, a disciplina eficaz tem três componentes: um relacionamento de amor e apoio entre pais e filhos; uso de incentivos quando as crianças têm bom comportamento; e, uso de castigo quando as crianças se comportam mal.

Muitos pais que temem usar uma surra como castigo afirmam que a surra ensina conduta fisicamente agressiva que a criança imitará.

Aric Sigman, psicólogo e autor do livro “The Spoilt Generation: Why Restoring Authority will Make our Children and Society Happier” (A Geração Estragada: Por que restaurar a autoridade tornará nossos filhos e a sociedade mais felizes), comentou os resultados da pesquisa da professora Gunnoe.

“A ideia de que dar palmadas e violência estão na mesma categoria é uma maneira bizarra e doentia de ver aquilo que é castigo para a maioria dos pais”, ele disse ao jornal Daily Mail da Inglaterra.

“Se um pai que normalmente é afetivo e sensível à criança aplica de forma sensata a disciplina, a sociedade não tem por que se queixar e se enfurecer. Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara”.

Leia os artigos relacionados de LifeSiteNews:

American College of Pediatricians: “It’s Okay for Parents to Spank”; Suggests Guidelines

UN Continues to Push for Criminalization of Spanking

Canada’s Top Court Criminalizes Spanking Under 2, Over 12 and With Any Objects

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010507.html

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Barack Obama

George Bush é um génio comparado com o Barack Obama.

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A destruição da monogamia

Por acaso chegaram a ouvir o argumento dos defensores do “casamento” homossexual de que a redefinição do casamento, de modo a incluir a homossexualidade, não vai afectar o casamento tal como o conhecemos? Pois bem, eles estavam apenas a brincar.

Um artigo no New York Times orgulhosamente informa que, não só 50% das uniões homossexuais são relações “abertas”, como também informa que isso é um óptimo modelo para os heterossexuais emularem:

Essa transparência pode fazer relacionamentos mais fortes, disse Joe Quirk, autor do livro It’s Not You, It’s BiologyA combinação entre a liberdade e o entendimento mutuo podem gerar um nível especial de confiança“, disse o sr. Quirk. “O casamento tradicional americano está em crise, e nós precisamos de discernimento” afirmou Quirk, citando citando a nova perspectiva que os casais trazem para o matrimónio.”Se a inovação vai acontecer, ela será liderada pelos casamentos homossexuais.

Se por acaso pensavas que os activistas a favor do “casamento” homossexual apenas queriam igualdade, e não e redefinição o casamento tradicional, estavas enganado. Toda essa conversa em torno da “igualdade” é uma ilusão.

Pensem o que é um relacionamento onde não há monogamia. Pensem em construir uma família normal (marido e mulher) onde não há fidelidade. Quanto tempo durará? Agora imaginem essa “abertura” num estilo de “vida” que, pela sua própria natureza, já inspira comportamentos promíscuos. Qual será o resultado?


De acordo com os dados científicos e, acima de tudo, de acordo com a Palavra do Criador, nós fomos geneticamente e espiritualmente programados para a monogamia, mas os activistas a favor do “casamento” homossexual querem construir uma sociedade onde a fidelidade será um conceito do passado.

O que é que se pode dizer de pessoas (heterossexuais e homossexuais) que promovem comportamentos que nós sabemos empiricamente que não funcionam? A Bíblia tem um verso para tais “sábios”:

Romanos 1:21 – Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.

Todos nós sabemos que para um casamento funcionar harmoniosamente tem que haver fidelidade. Isto nem é tanto um conceito “religioso” mas um conceito óbvio. O que os activistas homossexuais querem fazer é destruir uma das instituições mais importantes da sociedade, e impor no seu lugar comportamentos que conduzem ao fracasso e à perdição eterna.

O que é que nós como cristãos podemos fazer para evitar isso? Será que há pessoas interessadas em evitar tal tragédia? O que vai ser de crianças que cresçam em “lares” onde há “abertura” para a promiscuidade e para intimidade fora do vinculo do casamento?

Talvez seja melhor seguir o que Um Homem muito Sábio disse* aos Seus seguidores:

Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há-de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.Vós sois a luz do mundo: não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;

Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

* Mateus 5:13-16


Modificado a partir do original.

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Itália para ateus: “no nossa casa mandamos nós!”

Os italianos ganharam o meu respeito por resistirem ao avanço do ateísmo através do sistema legal. Como, pelos vistos, os ateus não conseguem remover a fé cristã por via do debate, ciência e lógica, os ateus tentam usar o sistema legal para o fazer.

Felizmente ainda existem países que não se envergonham da sua identidade cristã.

Hilary White

ROMA, Itália, 6 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Constitucional da Itália deu uma decisão declarando a supremacia das leis e costumes italianos sobre as ordens do Tribunal de Direitos Humanos da Europa (TDHE). Em novembro, uma ordem do TDHE sediado em Estrasburgo para que todos os crucifixos fossem retirados das escolas públicas italianas provocou revolta na Itália. Especialistas legais avisaram que a decisão minaria as liberdades religiosas e a soberania nacional em todos os países membros da União Européia.

Mas o Supremo Tribunal da Itália disse que nos pontos em que as decisões do TDHE entram em conflito com as cláusulas da Constituição italiana, tais decisões “carecem de legitimidade”. Piero A. Tozzi, do Instituto Católico de Direitos Humanos e da Família, disse que a decisão tem o propósito de alertar contra veredictos politicamente motivados do tribunal de Estrasburgo e contra suas tentativas de ultrapassar limites de jurisdição.

Depois dessa decisão antes do Natal, veio um projeto de lei, apresentado no Senado da Itália, que pretende regular a exibição de crucifixos em todas as escolas estatais. O Senador Stephen Ceccanti, professor de direito constitucional, disse que o projeto exige que os crucifixos sejam exibidos, “considerando o valor da cultura religiosa da herança histórica do povo italiano e a contribuição dos valores constitucionais, e como sinal do valor e limites da Constituição”.

O projeto, apresentado no Senado em 17 de dezembro, propõe lidar com o problema de crianças cujos pais se ofendem com a presença de um crucifixo permitindo que outros símbolos religiosos sejam exibidos, ou que o crucifixo seja removido em casos individuais em que não se pode alcançar nenhum acordo mútuo.

Em novembro, o TDHE, órgão do Conselho da Europa que é influente nas políticas da União Européia, havia sustentado uma queixa de Soile Lautsi, uma finlandesa atéia com cidadania italiana. Ela disse que seus filhos foram obrigados a ver um crucifixo todos os dias na escola pública que freqüentavam e que isso constituía violação de sua liberdade religiosa. Ela foi compensada em €5000 (US $7200), a serem pagos pelo governo italiano.

O veredicto do TDHE disse: “A exibição compulsória de um símbolo de determinada confissão em dependências usadas pelas autoridades públicas… restringe o direito dos pais de educar seus filhos conforme suas convicções”.

O veredicto do TDHE já havia provocado ultraje nacional entre os italianos, virando manchete durante semanas. Prefeitos de várias municipalidades em todo o país responderam à ordem do TDHE de remover crucifixos ordenando em vez disso que todas as escolas e órgãos públicos que não os tivessem que exibissem um crucifixo ou enfrentassem multas diárias de até €500. Um prefeito, Umberto Macci de Priverno na Província de Latina, Lazio, no centro da Itália, até despachou a polícia local para inspecionar as escolas para garantir que os crucifixos estivessem ali.

O governo italiano prometeu recorrer da decisão do TDHE, citando o Artigo 7 da Constituição italiana que diz: “O Estado e a igreja são, cada um em sua própria esfera, independentes e soberanos”. O relacionamento entre a Igreja Católica e o Estado italiano é regulado pelo Patti Lateranensi, o Tratado de Latrão, que estabelece a coabitação e o reconhecimento mútuo das esferas seculares e religiosas e declara claramente que os crucifixos têm de ser exibidos em escolas públicas e nos tribunais.

Vejam a notícia integral aqui.

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“Oceano” enorme descoberto dentro da Terra

Cientistas a inspeccionar o interior da Terra encontraram um reserva de água do tamanho do Oceano Árctico por baixo da Ásia oriental. É a primeira vez que tamanho corpo de água é encontrado dentro da Terra.

Esta descoberta, feita pelo sismólogo Michael Wysession, (Washington University em St. Louis) e um antigo aluno seu (Jesse Lawrence) vai ser detalhada no monógrafo a ser publicado pela American Geophysical Union.


A Palavra de Deus diz em Génesis 7:11 que

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram

A imensa massa de água que cobriu a Terra há cerca de 4500 anos atrás não veio “das janelas do céu” mas também do “grande abismo” (interior da Terra).

Os ateus tem por hábito afirmar que é “impossível a água do céu ter coberto toda a Terra porque não há água suficiente”. Por incrível que parece, eles podem muito bem ter razão nisso. O problema é que a Bíblia claramente diz que a água que cobriu “todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu” (Génesis 7:19) veio de sítios distintos e não de um só.

O céptico não vai ficar convencido (ou vai saltar para outro “problema”), mas para nós cristãos isso já não é nada de anormal: não são os nossos argumentos que convencem o coração rebelde, mas sim o Espírito Santo (“E, quando Ele [O Espírito Santo] vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo” – João 16:8).

O que esta descoberta científica mostra é que o relato Bíblico do Dilúvio não contradiz as observações geológicas. Portanto, “consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (1 Tim 4:18).

Vejam também esta notícia:

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Mais um fóssil vivo: insecto australiano

Uma população de insectos catalogada como “fóssil vivo” foi encontrada na Austrália. Estes pequenos insectos denominados (em inglês) de “greenling damselflies“, não possuem parentes vivos. Segundo o The Age e o Heidelberg Leader, o seu parente mais próximo desapareceu do registo fóssil há cerca de 250-300 milhões de anos atrás.

Duas razões que fazem com que o insecto seja difícil de ser detectado é a extensão das suas asas (é de apenas 22mm) e o facto do mesmo viver camuflado.


Um dos cientistas envolvidos na descoberta afirmou que “ainda existem muitas questões por responder“.


Um dos pontos mais embaraçosos para a teoria da evolução é a noção de que um animal extinguiu-se durante a “idade dos dinossauros” mas que ainda se encontra em vida hoje em dia, milhões de anos depois. É preciso muita fé para se ser um ateu.

Se esta descoberta científica fosse um caso isolado, ela seria o suficiente para lançar dúvidas sobre a idade da Terra acredita pelos ateus. O problema é que a lista dos chamados “fósseis vivos” é enorme (1,2 e 3)

Felizmente que a Terra não tem milhões de anos, e como tal, do ponto de vista Bíblico, não é difícil de aceitar esta descoberta científica. Só existem “muitas questões por responder” se tu fores um evolucionista.

Salmo 33:6
Pela Palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo Espírito da Sua Boca.

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A relevância da popularidade

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A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

A religião islâmica é tudo aquilo que os ateus gostariam que o cristianismo fosse, mas, “curiosamente”, eles estão calados em relação a isso. Por outras palavras, toda a “violência”, xenofobia, descriminação sexual, e matança de homossexuais que os ateus afirmam que é promovido pelo cristianismo, está presente no Islão. No entanto, e apesar das inúmeras evidências para os efeitos nocivos da religião islâmica, os ateus estão obcecados com o cristianismo.
A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

Enquanto a imprensa exalta os “lutadores da liberdade do Hamas”, os “rebeldes”, o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto). Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

“Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade”

, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.


Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

“Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra”
, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.


As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.

Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500


O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.


Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.


Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda…


Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:


Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota… É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.


Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.


Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

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Evolução explica “bondade”?

Uma entrevista dum universo ideológico paralelo.

A ciência da bondade

© MHI/ISTOCKPHOTO

Por que as pessoas fazem o bem? A bondade está programada no nosso cérebro ou se desenvolve com a experiência? O psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia, em Berkeley, investiga essas questões por vários ângulos e apresenta resultados surpreendentes. Em seu novo livro Born to be good: the science of a meaningful life (W.W.Norton, 2009, ainda sem tradução em português), Keltner compila descobertas científicas que revelam o poder da emoção humana inata e criam conexões entre as pessoas, segundo ele um caminho eficaz para uma boa vida. Em entrevista, o pesquisador discute altruísmo, neurobiologia e aplicações práticas de suas descobertas.
Mente&Cérebro – Para o senhor, que quer dizer a expressão “nascido para ser bom”?
Dacher Keltner – Significa que a evolução criou uma espécie, os humanos, com inclinação para bondade, brincadeira, generosidade, reverência e autossacrifício – vitais para a evolução, vale dizer, sobrevivência, replicação genética e habilidade de convívio em grupo –, que se manifestam por meio de emoções como compaixão, gratidão, medo, vergonha e felicidade. Estudos recentes revelam que as capacidades humanas de cuidar, brincar e respeitar foram desenvolvidas pelo cérebro e pela prática social.

M&CUma das estruturas corporais que parece ter sido adaptada para gerar altruísmo é o nervo vago, como sua equipe em Berkeley descobriu. Fale um pouco sobre essa pesquisa e suas implicações. Keltner – O nervo vago é um feixe neural que se origina no topo da espinha dorsal. Ele estimula diferentes órgãos (como coração, pulmão, fígado e aparelho digestivo). Quando ativo, produz uma sensação de expansão confortável no tórax, como quando estamos emocionados com a bondade de alguém ou ouvimos uma bela música. O neurocientista Stephen W. Porges, da Universidade de Illinois em Chicago, há tempos argumenta que essa região cerebral é o “nervo da compaixão”. Acredita-se que esse nervo estimule alguns músculos na cavidade vocal, permitindo a comunicação. Estudos recentes apontam que ele pode estar conectado à rede de receptores para a oxitocina, neurotransmissor relativo à confiança e aos laços maternais. Nossas pesquisas e as de outros cientistas indicam que a ativação dessa região está associada aos sentimentos de cuidado e intuição que humanos de diferentes grupos sociais têm. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade. A psicóloga Nancy Eisenberg, da Universidade Estadual do Arizona, descobriu que crianças com atividade alta do nervo vago têm mais chances de cooperar e doar. Segundo pesquisas recentes, ele estimula tal comportamento.


M&C Frequentemente, quando lemos trabalhos acadêmicos sobre emoções, moralidade e áreas relacionadas, perguntamos: existe alguma coisa que possamos fazer para usar isso na prática? Ao olhar para o futuro, que repercussão o senhor gostaria que seu trabalho tivesse?
Keltner – Em resumo, após tratar da nova ciência das emoções no meu livro, percebi o quanto isso é útil. Segundo alguns estudos, cooperação e senso moral são traços evolucionários, e essas habilidades são encontradas nas emoções sobre as quais escrevo. Uma ciência da felicidade está revelando que esses sentimentos podem ser cultivados, o que traz o lado bom dos outros – e o nosso – à tona.

M&C – O que esse tipo de ciência o faz pensar?
Keltner - Ela me traz esperanças para o futuro. Que nossa cultura se torne menos materialista e privilegie satisfações sociais como diversão, toque, felicidade, que do ponto de vista evolucionário são as fontes mais antigas de prazer. Vejo essa nova ciência em quase todas as áreas da vida. Os médicos, por exemplo, hoje recebem treinamento para desenvolver empatia para com seus pacientes, ouvi-los, tocá-los com carinho; são atitudes que ajudam no tratamento. Os professores interagem com mais proximidade com seus alunos. Ensina-se meditação em prisões e em centros de detenção de menores. Executivos aprendem que inteligência emocional e bom relacionamento podem fazer uma empresa prosperar mais do que se ela for focada apenas em lucros.

© Duetto Editorial. Todos os direitos reservados.

Sinceramente, já nem sei o que dizer a tamanha fé na evolução. Antes de mais, quem é que define o que é o “bem”? Segundo, mesmo que seja definido, quem disse que deve ser seguido? O que é “inclinação para a bondade”?!!

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Ivete Sangalo – Coleção

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Estudo mostra que cheiro das mulheres seduz mais do que os perfumes

“A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” – 1 Cor 7:4
Não parece que isto seja muito positivo para quem promove o “casamento” homossexual. A biologia, psicologia, fisiologia e, principalmente, a Palavra de Deus, mostram claramente que o corpo da mulher foi feito para o homem, e o do homem para a mulher.Claro que os dados da ciência não importam para quem já fez a sua decisão moral. As pessoas vão fazer o que elas bem entenderem mesmo que a ciência mostre que isso é muito pouco saudável.

O DN desenvolve a notícia.

Investigação demonstra que os homens reagem à exposição a cheiro de mulheres na fase fértil do período menstrual.

A indústria de perfumaria recebeu agora uma má notícia, com a publicação na revista especializada Psychological Science de um estudo que sugere a maior eficácia do não uso de perfume quando uma mulher pretende atrair um homem. Esta ideia, que contraria toda a tradição cultural das civilizações humanas, baseia-se numa experiência realizada pela equipa de Saul Miller e Jon Maner, da Universidade da Florida.

Os cientistas realizaram dois ensaios separados, tendo por base experiências efectuadas com animais que mostravam haver uma correlação positiva entre os sinais de odor emitidos pelas fêmeas em ovulação e os níveis de testosterona nos machos.

Aplicada aos seres humanos, a experiência teve dois passos. Foi pedido a um grupo de mulheres o uso da mesma T-shirt ao longo de três noites, em várias fases do ciclo menstrual. Depois, pedia-se a homens que cheirassem as camisolas e respondessem a um questionário, ao mesmo tempo que davam amostras de saliva para medição dos níveis de testosterona. Em simultâneo, era testado um grupo de controlo que cheirava T-shirts que ninguém usara.

Os homens que cheiraram as camisolas usadas por mulheres que estavam na fase fértil do ciclo menstrual registaram níveis de testosterona mais elevados. No segundo passo da experiência, verificou-se também que os homens classificavam as T-shirts usadas por mulheres na fase fértil do período como tendo um odor mais agradável.

Em resumo, o nível de testosterona reage a sinais de fertilidade, o que favorece a reprodução. A conclusão da equipa de cientistas aponta para a “primeira prova directa” de que existe resposta biológica dos homens a sinais olfactivos emitidos pelas mulheres na fase de ovulação.

Se olharmos para este dado do ponto de vista do Criador, ele faz sentido (promover a reprodução), mas se olharmos o mesmo dado do ponto de vista do ateísmo ou do homossexualismo não faz sentido nenhum. É manifesto que estas estruturas biológicas foram feitas (por Deus) de forma a serem aplicadas num relacionamento heterossexual. A Biologia confirma a normalidade da heterossexualidade.

Há dois anos, fora publicado um estudo que demonstrava um aumento da hormona cortisol (ligada ao stress) em mulheres heterossexuais, após cheirarem suor masculino. Durante as experiências, foi descoberta a importância da função de um composto chamado androstadienona, um derivativo de testosterona, que a indústria de perfumaria usa nos seus produtos.As duas investigações revelam um cenário complexo da função dos odores na reprodução da nossa espécie, mistérios que a cultura tornou ainda mais difíceis de compreender totalmente.

Sim, e revela também que a sexualidade biologicamente normal é a entre o homem e a mulher.

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É oficial: datação evolucionista não funciona

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 20:11

Dados recentes recolhidos por pesquisadores seculares confirma o que os cientistas criacionistas tem afirmado há décadas: a pressuposição angular dos evolucionistas (que o decaimento radioactivo é constante) está errada.

O artigo “linkado” em cima diz:

Num artigo presente na Wired Science, relativo aos achados de Brennecka, o professor emérito de Geologia Gerald Wasserburg disse que “Toda a gente está sentada nesta cadeira de duas pernas, a afirmar que ela era estável, mas parece que não é“.

“Toda a gente”?! Não não, sr Dr. Só os evolucionistas é que estavam sentados nessa cadeira de duas pernas. Os cientistas criacionistas sabiam há décadas que os métodos de datação evolucionistas simplesmente não funcionam.

Que este achada científico sirva de aviso para todos os cristãos que julgam que o universo tem milhões de milhões de anos. Se tu distorces a Bíblia como forma de estar em acordo com a datação secular, que outras partes da Bíblia vais perverter no futuro? Como se pode ver pelos dados da ciência, as datações que levam os ateus (e muitos cristãos) a imaginar que a Terra tem milhões de anos não funcionam.

Para quê comprometer a Bíblia, que está em perfeita harmonia com as observações, com mitos ateus?

Que comunhão pode haver entre luz e trevas, ou entre Cristo e Belial (2 Cor 6:14-15)?

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Mamíferos “flutuaram” até o Madagáscar

E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra.
Génesis 1:21-22

Os ancestrais dos mamíferos que presentemente existem na ilha do Madagáscar podem ter sido transportado através de vegetação flutuante, segundo afirma uma reportagem publicada na BBC News.

O texto diz:

Os pesquisadores criaram modelos de correntes oceânicas antigas, e descobriram que existiam condições favoráveis no período em que os mamíferos chegaram à ilha.

Claro que este parágrafo mistura verdadeira ciência (criação de modelos) com imaginação/especulação/evolução (“período em que os mamíferos chegaram à ilha”).

O que interessa reter deste texto é que a dispersão dos animais a seguir ao Dilúvio descrito na Bíblia não é um problema quando se faz um pouco de trabalho científico.

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Biocomputadores terão velocidade determinada pelo alimento disponível

Interessante pesquisa sobre a união da informática com a biologia. Programação inspirada por processos biológicos, e feita nos ditos sistemas biológicos parece ser um campo bastante promissor.

Só Deus sabe onde isto vai parar, mas uma coisa é certa: os mitos de Darwin não tem lugar nesta área. Aqui usam-se expressões como, “computação feita por organismos vivos”, “processamento”, “cálculos matemáticos no interior de células vivas” e outras mais, todas elas carregadas de noções e Design e planeamento.

Mitos que invoquem causas não inteligentes para a origem da biosfera não só são irrelevantes, como são um embaraço para a ciência.

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, divulgaram avanços importantes no campo da computação biológica.

Segundo eles, a computação feita por organismos vivos tem alguns limites fundamentais na velocidade de processamento – mas esses limites podem ser manipulados controlando-se a quantidade de alimentos disponíveis para esses computadores biológicos.

Computação biomolecular

O campo da computação molecular nasceu das tentativas de utilizar os componentes de organismos vivos – principalmente os genes – para rodar cálculos matemáticos no interior de células vivas.

Hoje, a eletrônica molecular também está avançando com moléculas inertes – orgânicas ou não – o avanço mais recente nesta área foi a criação do primeiro transístor molecular.

Isto causou uma divisão nesta área de pesquisas, fazendo com que os estudos com organismos vivos inaugurassem uma nova especialidade, chamada de computação biomolecular.

Atualmente, a maioria dos trabalhos em computação biomolecular é teórica, embora os primeiros avanços práticos já tenham sido apresentados, incluindo a criação de um compilador para biocomputadores e formas naturais de ler os resultados das computações.

Os usos futuros da tecnologia incluem computadores que poderão ser usados para liberar medicamentos no interior do corpo humano de forma autônoma, conforme encontrem determinadas condições ou tipos de células, como as células de um tumor.

E é assim que a ciência funciona: fazem-se testes, colocam-se hipóteses, procuram-se evidências e aplicam-se as conclusões em áreas que possam beneficiar a mais preciosa criatura que Deus pôs na Terra: o ser humano.

Leiam o artigo na integra, e perguntem-se de que forma é que a teoria da evolução é relevante para o conhecimento do funcionamento das formas de vida.

Se dúvidas há que o futuro da biologia (bem como o seu passado) pertencem ao Design Inteligente, vejam forma como o artigo termina:

Nossos resultados são potencialmente de grande importância teórica e prática. Muito trabalho resta a ser feito para compreender suas implicações para o campo da computação molecular, mas também para a nossa compreensão dos princípios de design do mundo vivo.

Princípios…… de …. design … do … mundo… vivo….

Um criacionista não diria melhor.

Romanos 1:20

Porque as Suas Coisas Invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis

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Neandertal vaidoso

Mais uma evidência contra a crença evolucionista de que o homem de Neandertal era um troglodita. Segundo uma reportagem da BBC, foram descobertos objectos de cosmética pertencentes ao homem de Neandertal, usados com o expresso propósito de melhorar a aparência. Se isto não é uma característica humana, então o que é?

O blog “Peregrina Cultural” reporta o achado (ênfase adicionado):

Uma equipe de pesquisadores disse que encontrou as primeiras evidências convincentes de que o homem de Neandertal pintava o corpo e usava bijuteria há 50 mil anos. Conchas contendo resíduos de pigmentos usados para este fim foram encontradas em dois sítios arqueológicos em Múrcia, no sul da Espanha.

O arqueólogo português, João Zilhão, que lidera a equipe a partir da Universidade de Bristol, na Inglaterra, disse que foram examinadas conchas que eram usadas como utensílios para a misturar e armazenar pigmentos. Bastões pretos com um pigmento à base de manganês podem ter sido usados como tinta para o corpo. Artefatos semelhantes foram encontrados na África no passado. “(Mas) esta é a primeira evidência segura do uso de cosméticos“, disse o arqueólogo à BBC. “A utilização destas receitas complexas é novidade. É mais do que tinta para o corpo.”

Os cientistas encontraram fragmentos de um pigmento amarelo que, segundo eles, pode ter sido usado como base para maquiagem. Descobriram também um pó vermelho junto com manchas de um mineral negro brilhante. Algumas das conchas, entalhadas e pintadas com cores fortes, podem, também, terem sido usadas como bijuteria.

Até agora, muitos especialistas acreditavam que só os seres humanos modernos usavam maquiagem como adorno ou para rituais. Durante um período na pré-história Neandertais e humanos podem ter compartilhado a Terra, mas João Zilhão disse que a descoberta de sua equipe data de 10 mil anos antes do contato entre ambos e, portanto, ela não indicaria uma influência humana. Zilhão vê na prática do uso de pintura corporal e bijuteria um certo grau de sofisticação.

O texto termina com um aviso que claramente se aplica aos ateus:

As pessoas têm que acabar com essa idéia de que os Neandertais eram débeis mentais“, afirmou. O estudo foi divulgado em Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Escusado será dizer que este tipo de evidência científica está plenamente de acordo com a Palavra de Deus.

Contrariamente ao que a fábula ateísta com o nome de “teoria de evolução” diz, não houve nenhum processo evolutivo que tenha trazido o ser humano à existência.

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IPCC reconhece erro sobre glaciares dos Himalaias

Mais uma escândalo climático. Começo a perder fé no “consenso” científico!

Os glaciares dos Himalaias não estão à beira de desaparecer já em 2035, como dizia o último relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o grupo de cientistas que colige o que se sabe de certo sobre o aquecimento global e os seus efeitos no planeta. O grupo, que trabalha sob a égide da ONU, emitiu hoje uma nota em que diz “lamentar a fraca aplicação dos procedimentos bem estabelecidos” no relatório de 2007.

Quem fez a “fraca aplicação dos procedimentos bem estabelecidos”? Deve ter sido alguém de fora. O artigo do Público tenta colocar a culpa na falta de revisão de pares:

Os cientistas foram apanhados num erro de palmatória: usaram dados especulativos que remontam a uma entrevista dada pelo glaciologista indiano Syed Iqbal Hasnain à revista de divulgação científica “New Scientist” em 1999. Não foram publicados numa revista científica, não foram revistos pelos pares — nem confirmados experimentalmente. E acabaram num relatório de 2005 do Fundo Mundial para a Natureza (também sem revisão pelos pares), que foi usado como fonte pelos cientistas que preparam o relatório sobre a Ásia do Grupo de Trabalho 2 do relatório do IPCC.

Portanto, a culpa não é do IPCC mas sim na falta de revisão de pares. Sim, porque como nós bem sabemos, a revisão de pares só aceita o que é cientificamente válido e comprovado.

O IPCC, que foi distinguido com o Nobel da Paz em 2007 (partilhando o Prémio com o ex-presidente dos Estados Unidos Al Gore) garante agora que no próximo relatório, em 2013 ou 2014, o estado dos glaciares merecerá uma análise atenta.

Por outras palavras, não percam os próximos episódios.

Este tipo de “ciência” está a destruir a credibilidade dos cientistas sérios.Não bastavam os adivinhos evolucionistas encherem páginas e páginas de livros com mitologia ?

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Fotossíntese: Cientistas Imitam Deus

Em mais uma clara evidência da existência de inteligência embebida nas formas de vida, cientistas criaram folha semi-artificial que imita a fotossíntese e produz hidrogénio limpo.

O Dr. Qixin Guo e seus colegas da Universidade Shanghai Jiao Tong adotaram um enfoque diferente. Eles substituíram alguns componentes da folha de uma anêmona (Anemone vitifolia), mas mantiveram estruturas-chave da planta, alcançando um rendimento na absorção de fótons e na geração de hidrogênio que não havia sido obtido até agoraEm vez de criarem uma folha totalmente artificial, os cientistas optarem por criar uma folha semi-artificial, mantendo estruturas da planta otimizadas pela natureza e de difícil reprodução.

Ou seja, de forma a poderem criar algo remotamente eficiente, eles não só copiaram aquilo que Deus fez, mas durante o processo, eles usaram aquilo que Deus fez.

Imagina que estás presente na altura em que eles anunciam este projecto. Depois da apresentação tu levantas o braço e perguntas:- Dr Qixin Guo, foram precisas muitas horas de planeamento e design para criar esta folha?
- Oh, sim, claro. Este projecto custou-nos imensas horas de trabalho, design e planeamento.
- Diga-me uma coisa, Dr: a parte não biológica da planta é o resultado de design, certo?
- Certo.
- Não será lógico inferir-se o mesmo para o original, bem mais complexo e bem mais engenhoso?
- uhhh….talvez..sim..err…acho que não é demais dizer-se isso. *coff* *coff* SEGURANÇA!


Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução, nem foi explicado como forças não inteligentes podem gerar sistemas como os presentes no aparato da fotossíntese, mas de certo que se perguntássemos ao cientistas envolvidos neste projecto como é que a fotossíntese surgiu, todos eles dariam glória a Darwin e não a Deus.

O ex-ateu Francis Crick, citado pelo professor Phil Johnson, disse uma coisa que deveria fazer os evolucionistas reconsiderarem as suas crenças:

Na sua autobiografia, Crick afirma candidamente que os biólogos tem que se lembrar diariamente que o que eles estudam não foi criado, mas evoluiu; não foi arquitectado, mas evoluiu. Porque é que eles tem que se lembrar disso? Porque, de outro modo, os factos que estão bem à sua frente, e que tentam captar a sua atenção, podem um dia consegui-lo.

Por outras palavras (e parafraseando), o ex-ateu Crick (ele já morreu, e portanto agora já sabe que Deus existe) avisa os seus irmãos na fé para se beliscarem de vez em quando enquanto analisam as formas de vida senão qualquer dia estão no laboratório a dar Glórias a Deus por aquilo que Ele fez.

Pensem um bocado nessa frase.

Quantas vezes por dia é que vocês tem que se lembrar de que vocês não são italianos, ou espanhóis ou galeses? Quantas vezes por dia vocês tem que tomar notas num sítio qualquer de coisas como “não esquecer dar de comer ao crocodilo de estimação”? Nenhuma, certo? E porquê? Porque são coisas que nunca vos vem à mente. Não há situações da vida onde vocês tenham que fazer notas mentais sobre situações e problemas que nunca vos atravessam a mente.

Mas o ex-ateu Crick tem o cuidado de dizer que é preciso manter a cabeça alerta, porque senão ainda vamos pensar que as formas de vida foram criadas. Ele diz isso, porque as formas de vida de facto aparentam terem sido criadas, e como tal, para manter a sanidade mental, eles tem que sufocar o que os seus olhos observam por trás da sua fé evolucionista.

Quão trágico é quando um homem rejeita o que os seus olhos podem ver por causa do ateísmo. Quão trágico é quando homens inteligentes, conhecedores da verdade, programam-se a si mesmos para rejeitar o óbvio e aceitar o ilógico.

Já é tarde demais para Francis Crick, mas se tu és ateu e estás na posição de quem tem que rejeitar as observações de modo a manter o ateísmo intacto, pergunta-te sobre o porquê disso. Se o ateísmo fosse verdade, não haveria razão para suprimir conhecimento, certo?

Conclusão

A criação da planta artificial é sem dúvida um feito notável e louvável, mas mais Notável e bem mais Louvável é o Deus que deu aos seres humanos a capacidade de fazer coisas tão engenhosas.

Para Ele, e só para Ele, seja toda a Glória, Louvor e Adoração, através do Seu Filho Jesus Cristo, o Senhor.

Amén.

Rev 4:11
Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua Vontade são e foram criadas.

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“Não acredito naquilo que não consigo ver”

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Heterofobia e o caso dois “Shephards”

Artigo Original

Peter J. Smith

HARRISBURG, Pensilvânia, EUA, 21 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Alega-se que tanto Matthew Shephard quanto Jason Shephard foram vítimas de crimes de ódio. Alega-se que ambos foram visados por seus respectivos agressores por causa de sua orientação sexual. Mas diferente do primeiro Shephard, Jason Shephard foi assassinado por sua heterossexualidade por um agressor homossexual, e uma organização pró-família quer saber se a nova lei federal contra crimes de ódio seria aplicada em ambos os casos.

A Associação da Família Americana da Pensilvânia argumenta que os heterossexuais visados por homossexuais por causa de sua orientação sexual deveriam receber as mesmas acusações formais que recebem os heterossexuais que visam homossexuais. A nova lei federal contra crimes de ódio “Lei de Prevenção aos Crimes de Ódio Matthew Shephard e James Byrd Jr.” aplica proteções federais especiais para vítimas de crimes que são visadas por seus agressores por causa de sua “real ou percebida orientação sexual e identidade de gênero”.

Os ativistas homossexuais lutaram para aprovar o projeto de lei, que o Congresso aprovou como uma emenda num projeto de lei de defesa nacional e o presidente Obama o sancionou em outubro.

Mas e quanto aos heterossexuais visados por homossexuais por causa de sua orientação sexual? A AFA da Pensilvânia diz que se a lei tiver de ser aceita literalmente, então os homossexuais deveriam também enfrentar instauração de processos por agredir brutalmente vítimas visadas por sua heterossexualidade. Contudo, esses nomes recebem pouca atenção, principalmente nos meios de comunicação nacionais.

Diferente de Matthew Shephard — cujos agressores confessaram ter cometido o assassinato brutal por causa de drogas e não a orientação sexual dele — Jason Shephard de Filadélfia foi morto por estrangulamento em 2006 por William Smithson, de 44 anos, por resistir a seus avanços e estupro homossexual. Smithson trabalhava na empresa em que Shephard era estagiário, e premeditou o ataque sexual contra Shephard, colocando de modo despercebido uma droga de sonolência na bebida de Shephard durante um jantar. Para acobertar o crime, Smithson registrou pessoalmente um boletim de ocorrência notificando o desaparecimento de Shephard, e até se apresentou para a família de Shephard, antes que a polícia finalmente o pegasse em flagrante tentando se desfazer do cadáver em decomposição.

Na sexta-feira, o Tribunal Superior da Pensilvânia confirmou a condenação de Smithson por assassinato de primeiro grau, sentenciando-o a prisão perpétua.

E diferente de Matthew Shephard, o assassinato do heterossexual Jason Shephard cometido por um homossexual recebeu atenção quase que somente da Pensilvânia, sem que se reivindicassem iniciativas legislativas ou públicas por causa da tragédia da morte dele. O jovem que se descrevia como “um filho de cavalheiro indo ver o que o mundo tinha a oferecer” tem uma simples página no Facebook dedicada à sua memória, por amor daqueles que o conheceram.

“Quem nos Estados Unidos dá atenção a seus nomes ou agora ao nome de Amanda Collette?” perguntou Diane Gramley, presidente da AFA da PA, querendo saber se os casos de vítimas heterossexuais também receberiam a mesma proteção especial concedida a homossexuais visados pela orientação sexual sob as leis contra crimes de ódio.

Collete, uma estudante de 15 anos numa escola secundária em Miami, foi assassinada por uma colega de classe lésbica de 16 anos por rejeitar os avanços lésbicos dela. O jornal Miami Herald informou que a lésbica Teah Wimberly confessou para a polícia que matou Collete a tiros em novembro de 2008 de modo que “ela também sofresse”.

Em Prairie Grove, Arkansas, Joshua Brown e David Carpenter amarram o adolescente Jesse Dirkhising, de 13 anos, e o sodomizaram até matá-lo. WorldNetDaily relata que Dirkhising morreu em seu próprio vômito enquanto Brown e Carpenter interromperam seu selvagem ataque sexual para lanchar.

Nicholas Gutierrez de Chicago estuprou, espancou, esfaqueou e estrangulou Mary Stachowicz, de 51 anos, escondendo seu corpo debaixo do piso de seu apartamento, pelo simples motivo de que Stachowicz havia lhe pedido para deixar o estilo de vida homossexual.

Para Gramley, esses casos brutais — não menos brutais do que o assassinato de Matthew Shephard — parecem bem qualificados para receber acusações formais de crimes de ódio. Mas conforme aponta a AFA da PA, só os homossexuais como vítimas de “crimes de ódio” podem exigir atenção nacional: o assassinato de Matthew Shephard produziu mais de 3.000 notícias no mês após sua morte, enquanto só quarenta notícias apareceram no mês após o brutal estupro e assassinato do adolescente Dirkhising.

“Só o fato de que o projeto de lei contra crimes de ódio sancionado pelo presidente Obama em outubro tem o nome do homossexual Matthew Shephard revela a verdadeira intenção de seus promotores — dar proteções especiais para homossexuais, bissexuais e transgêneros”, comentou Gramley. “Predigo que os assassinatos de heterossexuais cometidos por homossexuais continuarão a ser ignorados”.

Muitas organizações pró-família suspeitavam que a Lei Matthew Shephard tinha o objetivo de tornar os homossexuais e os transgêneros uma classe protegida debaixo da lei federal. Mas permaneceram outras preocupações sérias.

Os oponentes da legislação contra crimes de ódio em geral acusam que essas leis violam o devido processo e cláusulas de proteção igual da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos tornando os pensamentos de uma pessoa um fator tão importante quanto a natureza de seu ato na instauração de processos contra um crime.

Os Secretários de Direitos Civis dos EUA escreveram cartas aos líderes da Câmara dos Deputados e do Senado condenando a lei, dizendo que eles “consideram a ampla federalização do crime como uma ameaça às liberdades civis”. Os secretários também chamaram a atenção para o fato de que a lei cria uma brecha legal para as proibições da Constituição ao double jeopardy [condição de ser julgado duas vezes pelo mesmo crime], porque a lei permite que o governo federal julgue uma pessoa que já foi inocentada num julgamento estadual, pelo mesmo crime.

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