Quando chegará a vez dos evolucionistas?

Avanti azzurri! Para grande choque e horror dos cientistas mundiais, a Itália acusou 7 “peritos” de negligência criminal:

Um tribunal Italiano condenou 7 cientistas e peritos de homicídio involuntário por não terem avisado de modo adequado os cidadãos antes do terremoto de 2009 no centro da Itália, que matou mais de 300 pessoas. O tribunal de L’Aquila sentenciou também os réus a seis anos de prisão. Cada um dos condenados faz parte da “Great Risks Commission” Italiano.

Cientistas de todo o mundo qualificaram o tribunal de “ridículo”, alegando que a ciência não tem forma fiável de prever os terremotos.

Entre os condenados estavam presentes alguns dos mais proeminentes e respeitados sismólogos e especialistas geológicos, incluindo Enzo Boschi, antigo líder do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia. “Estou deprimido e desesperado“, disse Boschi depois do veredicto. “Pensei que seria ilibado. Ainda não entendo o porquê de ter sido condenado.”

O julgamento teve início em Setembro de 2011 nessa povoação Apenina, cujo devastado centro histórico ainda se encontra como uma zona fantasma. Os réus foram acusados de dar “informação inexacta, incompleta e contraditória” em relação aos pequenos tremores sentidos pelos residentes de L’Aquila semanas e meses antes do terremoto de 2009, que deveriam ter sido suficientes para se darem avisos de terremoto.

Terremoto_AquilaO terremoto de magnitude 6.3 matou 308 pessoa dentro e nas zonas circundantes desta povoação medieval, forçando os sobreviventes a viver em tendas durante meses.

Fonte: La responsabilità della scientista

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Sem dúvida que isto é muito informativo e curioso de se notar: é-nos dito de forma religiosa (até por pessoas que comentam neste blogue) que a ciência está estabelecida (isto é, que “acabou o debate”) e que o conhecimento e a autoridade dos “cientistas” é suficiente para que se alterem leis, se especifiquem o que deve ser dito dentro das salas de aulas, e se ditem quais as intrusões económicas e intrusões à nossa liberdade que têm que ser feitas (senão morremos todos!)

No entanto, mal esses mesmos cientistas são responsabilizados pelo que dizem e fazem, o disco é rapidamente mudado e “a ciência já não é assim tão fiável”. Ou seja, a ciência é suficientemente fiável para dizer o que (alegadamente) ocorreu há “milhões e milhões de anos atrás” (talvez), mas não é suficientemente fiável para alertar as pessoas que os pequenos tremores que elas já  sentem há alguns meses pode ser indício dum tremor de Terra maior num futuro não muito distante.

Esperamos ansiosamente pelo dia em que os defensores do “aquecimento global” sejam igualmente responsabilizados pelo total falhanço dos seus modelos predictivos.

Os biólogos evolucionistas, infelizmente, estão seguros porque a teoria da evolução não tem qualquer tipo de modelo predictivo.

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A cegueira dos evolucionistas

E fecharam seus olhos
Para que não vejam com os olhos,
Mateus 13:15

Biomimetica_AranhaO ramo da biomimética (a cópia dos sistemas biológicos) está a começar a obter um aumento de financiamento à pesquisa à medida que os cientistas um pouco por todo o mundo reconhecem o seu potencial. Num artigo com o título de Scientists Taking Cues From Nature, o escritor da Associated Press Greg Bluestein ressalvou que muitos cientistas começam a olhar para a biomimética como forma de os ajudar a resolver problemas complexos – tais como fazer os robôs bípedes andar de uma forma mais fluída e menos robótica.

No seu artigo, Bluestein entrevistou Marc Weissburg, o co-director do “Tech’s Center for Biologically Inspired Design” (na Geórgia), e nos seus comentários, este último sugeriu que a evolução é responsável pelas espantosas capacidade que encontramos no mundo natural:

– Se olharmos para os organismos como produtos, todos os maus produtos foram recolhidos. Aqueles que sobreviveram evoluíram durante os milhões de anos. (Bluestein, 2006).

Weissburg comentou também sobre as superiores capacidades que os sistemas biológicos suportam quando estes sistemas são comparados com aqueles que os seres humanos criam:

Mostrar como os organismos são muito melhores a fazer as coisas realmente cativa a nossa imaginação. O mundo natural não desperdiça energia, nem acumula enormes quantidades de toxinas e nem produz materiais em número superior àquele que ele usa. (Bluestein, 2006).

Mas parece que Weissburg, tal como muitos dos seus colegas evolucionistas, não se apercebeu das implicações consequentes do trabalho que ele faz. Se cientistas brilhantes passam décadas das suas vidas a tentar identificar e imitar o design superior encontrado no mundo natural, então um Intelecto Consciente – o Designer da natureza – deve ter um Intelecto superior ao intelecto dos cientistas que tentam imitar o Seu sistemas.

Ironicamente, a última frase do artigo de Bluestein é uma citação de Weissburg onde este último diz:

Todos os organismos encontram-se projectados para resolver um problema.

Como é que uma pessoa pode fazer tal declaração sem se aperceber do facto de que, se todos os organismos encontram-se “projectados”, então esse projecto exige um Projectista? Weissburg tem toda a razão quando diz que todos os organismos encontram-se projectados para resolver um problema.

Um dos propósitos principais dos organismos complexos que Weissburg e os seus colegas cientistas se encontram a estudar é provar para tais homens que existe Um Intelecto Superior. Todos aqueles que erram ao não fazerem a ligação ajustada entre o nosso magnífico mundo e o Designer desse mundo irão, por fim, ficar “inescusáveis” (Romanos 1:20)

Fonte:  “Taking Cues from Nature’s Designer” * http://bit.ly/1oq4RJG

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Deus_Arvore_MaoO facto das evolucionistas poderem falar em “design” e “projecto” em referência aos organismos, ao mesmo tempo que rejeitam a Mão de Deus como o Criador desses sistemas, revela de forma cabal que a cegueira evolucionista é propositada. O evolucionista ateu não quer ver o que está à sua frente porque ele está ciente das implicações teológicas.  O que o   impede de ver a verdade não é a deficiência intelectual mas a resistência ideológica a tudo o que possa de alguma forma significar submissão ao Deus da Bíblia.

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Será que Darwin cometeu a maior fraude da história da ciência?

Nossos pais herdaram só mentiras e vaidade
em que não havia proveito.
Jeremias 16:19

Depois de passar anos a cruzar a informação relativa aos trabalhos de Charles Darwin (1812-1882) com os de Patrick Matthew (1790-1874), como forma de saber se Darwin havia “emprestado” a teoria da selecção natural para o livro “A Origem das Espécies”, Mike Sutton (perito em criminologia na “Nottingham Trent University”) concluiu:

Com base na preponderância das evidências, não tenho dúvidas nenhumas de que Darwin leu o material presente no livro de Matthew e replicou a sua [de Matthew] descoberta e os seus temas-chave.

No seu artigo “Será que Charles Darwin ‘emprestou’ a teoria da selecção natural?”, publicado no The Telegraph, relatando as descobertas de Sutton, a correspondente científica Sarah Knapton concluiu que, “Não só Darwin estava ciente do trabalho de Matthew, como emprestou do mesmo de um modo considerável”, provando que “o naturalista [Darwin] mentiu.”

Patrick-MatthewAntes da publicação do livro “A Origem das Espécies” em 1859, Matthew publicou, em 1831, o seu livro “On Naval and Timber Aboration”, que avançou inicialmente com a teoria da selecção natural tendo como base o seu conhecimento das árvores. O ano da publicação do livro de Matthew foi também o ano em que Darwin zarpou pela primeira vez da Inglaterra a bordo do HMS Beagle.

No ano de 1860, e depois de ter lido uma crítica/análise ao livro “A Origem das Espécies” no “Gardeners’ Chronicle”, Matthew enviou imediatamente uma carta à editora, alertando para o facto da teoria de Darwin não ser nada de novo visto que ele havia publicado a essência da mesma teoria no seu livro de 1831. Depois de ler a carta de Matthew, Darwin enviou uma carta a Charles Lyell onde se lia:

Na edição do Sábado passado da “Gardeners’ Chronicle”, um tal de Patrick Matthew publica um longo segmento do seu trabalho presente no livro ‘Naval Timber and Arboriculture’, publicado em 1831, onde ele antecipa, brevemente mas de forma completa, a teoria da Selecção Natural. Eu já encomendei o livro, visto que algumas passagens são relativamente obscuras, mas certamente que é, julgo eu, uma antecipação completa mas não totalmente desenvolvida.

Reconhecendo as contribuições de Matthew, Darwin respondeu através duma carta aos editores da “Gardeners’ Chronicle” explicando:

Reconheço abertamente que o Sr Matthew antecipou em muitos anos a explicação que eu disponibilizei no livro “A Origem das Espécies”, sob o nome de Selecção Natural.

Na terceira edição do livro “A Origem das Espécies” (1861), Darwin reconheceu o trabalho prévio de Matthew, declarando que Matthew “viu claramente . . . o poder total do princípio da Selecção Natural.

Matthew estava livido. Alegando crédito por ter desenvolvido a teoria da selecção natural, Matthew identificou-se como “O Descobridor do Princípio da Selecção Natural” nos seus cartões de negócios. Apesar dos cartões de negócios e as declarações de Darwin, Matthew, juntamente com Alfred Wallace (1823-1913), continuou a fazer parte dos esquecidos dentro da história da selecção natural.

Durante a altura em que Darwin escreveu o seu livro, o livro de Matthew era amplamente conhecido. Até Robert Chambers, autor do livro “Vestiges of Creation” (1844), livro bastante popular em 1859, e Prideaux John Selby, que editou e publicou o famoso artigo de Albert Russel Wallace com o nome de “Sarawak” (1855), em torno a mutabilidade das espécies, deram crédito claro ao livro de Matthew. Depois da história se ter tornado pública no “Gardeners’ Chronicle”, e depois ter sido desafiado, Darwin respondeu afirmando que nunca havia visto o livro de Matthew. Mas Sutton, baseando-se nas evidências, disse o seguinte a Knapton:

 Na minha opinião, Charles Darwin cometeu a maior fraude científica da História, das que se tem conhecimento, ao plagiar por inteiro a hipótese da selecção natural de Matthew, a sua terminologia, as suas observações e as suas explicações criativas. Sem Patrick Matthew, o livro “A Origem das Espécies” nunca teria sido escrito. Matthew, e não Darwin, deveria ser celebrado como o descobridor da teoria unificadora da biologia, e o solucionador da origem das espécies.

Sutton continua:

Ao contrário do que os autores de milhares de livros escolares e livros eruditos têm vindo a afirmar durante estes últimos 154 anos, o descobridor original da lei da selecção natural deve ter influenciado Alfred Russel Wallace e Charles Darwin com o seu trabalho publicado previamente. A descoberta, na ciência, raramente é um jogo da soma zero. No entanto, tanto Darwin como Wallace alegaram nenhum conhecimento prévio da publicação precedente do trabalho de Matthew depois de o terem replicado 27 anos mais tarde. A comunidade científica credulamente acreditou neles durante os últimos 154 anos.

Será que isto tem alguma importância?

À medida que a origem do princípio fundamental de Darwin, “Por Meio da Selecção Natural”, é alvo de crítica crescente, também o é a própria relevância da selecção natural – até mesmo dentro da indústria evolutiva. A história da selecção natural como o “meio” [mecanismo] através do qual ocorre a origem das novas espécies tem sido tortuosa. Por altura da publicação do livro “A Origem das Espécies”, Darwin foi desafiado até pelos seus colegas, incluindo Charles Lyell e Joseph D. Hooker. Na sua autobiografia, Darwin ressalvou:

Lyell e Hooker, embora eles me ouvissem com interesse, nunca pareciam estar de acordo. Tentei uma ou duas vezes explicar a homens capazes o que é que eu queria dizer com Selecção Natural, mas sem dúvida alguma, falhei.

O professor John Beatty (Universidade de British Columbia) comenta:

Lyell acusou Darwin de “deificar” a selecção natural ao atribuir a ela o tipo de criatividade que deveria ser reservada ao Criador.

Desde então, a controvérsia em torno da selecção natural como agente da “Origem das Espécies” continuou por todo o século 20. As contradições em torno da definição própria da selecção natural também não ajudaram. Darwin entrou em contradição consigo mesmo em pelos menos 15 aspectos importantes da selecção natural – tal como detalhado no livro Darwin, Then and Now, the Most Amazing Story in the History of Science (  ).

Passados que estão mais de 150 anos, as críticas à selecção natural chegam-nos até de Richard Dawkins, um dos principais defensores de Darwin:

Como forma de simplificar as coisas, nós falamos das mutações como o primeiro passo do processo Darwiniano, e a selecção natural como o segundo. Mas isto é enganador se isso sugere que a selecção natural fica por perto à espera duma mutação que é ou rejeitada ou adoptada, e depois a espera começa. As coisas podem ter sido desta forma: a selecção natural desse tipo provavelmente funcionaria algures no universo, mas como matéria factual, neste planeta, as coisas não funcionam assim.

Nas palavras de Lyn Margulis:

Darwin foi brilhante ao converter a “selecção natural” num termo “divino”, uma expressão que poderia substituir a palavra “Deus” (…). No entanto. o que é verdadeiramente a “selecção natural”? É o falhanço de se atingir o potencial biótico. E é quantitativo. A Selecção Natural é intrinsecamente um processo de eliminação.

Margulis diz, portanto, que “a selecção Natural ocorre a toda a hora, mas ela é um processo e eliminação” – e não um agente criador responsável pela origem de novas espécies.

A alegação de Darwin de “descendência com modificação” como algo causado pela selecção natural é uma falácia linguística.

Fazendo essencialmente a mesma alegação, o professor James Shapiro da Universidade de Chicago, reconhece:

É importante notar que a selecção [natural] nunca levou à formação duma espécie nova como postulou Darwin.

Isto leva-nos a ver que, no século 21, a selecção natural ou é vista com um agente eliminador, ou é vista como a “força primária de selecção (…) mantendo o status quo”, tal como alegado por Eugene V. Koonin no seu livro “The Logic of Chance, the Nature and Origin of Biological Evolution” (2011).

O geneticista italiano Giuseppe Sermonti alega:

A selecção natural pode muito provavelmente ser invocada como um mecanismo responsável pela sobrevivência das espécies. Mas a alegação de que a selecção natural é criadora de vida, da essência, dos tipos e das ordens da vida, só pode deixar quem ouve chocado e sem reacção.

Em relação à pergunta “Será que isto tem alguma importância?”, a resposta só pode ser uma: Não. Não interessa se Matthew, ou Wallace ou Darwin recebe o crédito pela descoberta da selecção natural visto que, como alega Sutton, é um exercício de futilidade. A guerra em torno da selecção natural acabou e a natureza venceu. Com a exclusão da selecção natural como o “Meio” para a “Origem das Espécies”, e com a ausência de consenso em relação a qualquer outra opção viável conhecida, a aderência à teoria da evolução biológica existe só como um sistema de crença – evolucionismo.

Antigamente, a evolução era uma teoria em crise, mas hoje a evolução é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como um facto filosófico, e não como um facto científico.

Fonte: http://bit.ly/1p4iXMQ

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Resumindo, Darwin “emprestou” de outro pesquisador o princípio que alegadamente causa a origem das espécies, mas alegou nunca ter tomado conhecimento da publicação prévia do livro onde o dito princípio se encontrava (embora esse livro fosse sobejamente conhecido durante o período em que Darwin escreveu o seu livro).

Ou seja o autor da “teoria unificadora da biologia” aparentemente mentiu e viu o seu nome historicamente associado a uma ideia que ele apenas copiou.

Aparentemente o Darwinismo está envolto em mentiras desde que ele foi formulado, e isto não é de surpreender visto que a teoria da evolução é ela mesma uma mentira.

Darwin mentiu duplamente: mentiu ao roubar uma teoria que não lhe pertencia, e mentiu ao conferir à selecção natural um poder que, segundo outros cientistas da altura, pertencia exclusivamente ao Criador.

Darwin é, pode-se concluir, um dos maiores (senão o maior) mentiroso da história da ciência.

“quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso”.

- João 8:44

Liar_Darwin

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Pessoas que frequentam igrejas são, em média, mais simpáticas

Por Simon Smart

Estou pronto a fugir, mas não matem o mensageiro. Eis que nos chegam os resultados: as pessoas religiosas [ed: dentro do contexto ocidental, "religiosas" significa "Cristãs"] são mais simpáticas. Pelo menos é isso que nos diz Robert Putnam, professor de políticas públicas em Harvard.

Descrito pelo Sunday Times de Londres como o “o mais influente académico dos dias de hoje”, Putnam não é um crente religioso. Mais conhecido pela obra “Bowling lone”, livro que fez do “capital social” um indicador-chave duma sociedade saudável, Putnam, juntamente com o seu co-autor David Campbell (um mórmon), entrou no debate em torno da religião na esfera pública com a sua mais recente oferta, “American Grace: How Religion Unites and Divides Us”. O livro emerge logo após duas sondagens maciças e compreensivas terem sido feitas à religião e à vida pública nos Estados Unidos.

O seu achado mais controverso é o de que as pessoas religiosas são melhores cidadãos e melhores vizinhos. Putnam e Campbell escrevem que:

Na maioria das vezes, as evidências sugerem que os Americanos religiosamente envolvidos são mais civis, e em muitos aspectos, são mais “simpáticos”.

Em todas as escalas mensuráveis, os Americanos religiosos são mais generosos, mais altruístas e mais envolvidos na vida cívica do que os seus pares seculares. Eles são mais prováveis de dar sangue, dar dinheiro aos sem-abrigo, ajudar financeiramente os familiares ou os amigos, dar o seu lugar a um estranho, bem como mais prováveis de passar tempo com alguém que “se encontra um bocado embaixo“.

Putnam e a sua equipa entrevistaram 3,000 pessoas duas vezes durante dois, anos, perguntando-lhes uma vasta gama de questões em torno da vida religiosa das pessoas bem
como o seu envolvimento cívico, relacionamentos sociais, crenças políticas, situação económica e perfil demográfico.

A paisagem religiosa é muito diferente na Austrália, mas as informações que temos revelam que os resultados são iguais, Uma reportagem de 2004 feita pelo “Department of Families”, pela “Community Services and Indigenous Affairs”, e pela “Research and Philanthropy in Australia”, apurou que as pessoas que se dizem religiosas são mais susceptíveis de fazer trabalho voluntário do que as outras. Os dados do “Australian Bureau of Statistics” sugerem o mesmo, mas mesmo assim, um estudo local com as dimensões do estudo levado a cabo por Putnam seria interessante.

Putnam afirma que os religiosos não gostam de tudo o que está no seu livro, mas gostam do material. No entanto, apesar do que estou a escrever aqui, não estou a alegar que as pessoas religiosas são melhores que as não-religiosas. Muitos dos meus amigos não têm fé mas no entanto teriam melhores resultados que eu em muitas questões usadas nesta pesquisa.

Dentro das igrejas, tal como em qualquer outra área da vida, há uma mistura de pessoas boas, pessoas menos boas e, pode-se dizer, pessoas malucas. Mas esta pesquisa está em oposição frontal com as alegações feitas por autores famosos tais como Richard Dawkins e Sam Harris. Depois de lermos as suas obras, ficamos com a impressão de que a religião faz com que as pessoas abandonem imediatamente a racionalidade e se tornem extremistas introspectos. O que o livro de Putnam faz, pelo menos, é balancear a conversa.

Um nota sóbria para os crentes é que este estudo revela que o conteúdo da crença não é o que importa assim tanto mas sim o nível do seu envolvimento com a comunidade religiosa. Um ateu que vai à igreja acompanhando a esposa terá o mesmo tipo de resultados que um crente que vai à igreja.

No entanto, e segundo Putnam e Campbell, o que não pode ser negado é que há algo único dentro da comunidade religiosa que tem um impacto positivo nas pessoas. Portanto, da próxima vez que vires uma camião de mudanças a trazer uma família para uma casa perto da tua, não entres em desespero porque isso pode ser motivo para celebrar.

Vizinhos

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13 evidências contra a teoria da evolução

1. Informação

TrezeAs instruções necessárias para a construção, operação, e reparação das células vivas são uma vasta quantidade de informação (estima-se em 12 mil milhões de bits). A informação é um conceito mental, não-físico, e ela nunca poderia surgir como efeito dum processo natural mas sim como resultado duma ou mais inteligências. Tal como a história presente num jornal transcende a tinta que está sobre o papel, o ADN da vida (tal como a tinta) não é a informação mas sim a representação física ou o sítio onde é arquivada a informação (a história). Modificar o ADN através duma mutação nunca pode produzir nova informação genética de modo a causar uma evolução ascendente, tal como entornar o café num jornal, modificando desde logo a distribuição da tinta, nunca irá melhorar a história.

2. Origem da vida

Químicos sem vida não podem ganhar vida por si só. A célula é uma fábrica em miniatura com muitos processos activos, e não uma “mancha de protoplasma”, tal como se pensava nos dias de Darwin. Trovões a atingir uma poça de lama ou uma outra “lagoa tépida” nunca irão produzir vida. Esta é outra visão do questão principal da informação visto que a forma de vida mais simples que existe requer uma vasta quantidade de informação dentro dela. A “Lei da Biogénese” declara que a vida só pode surgir a partir de vida pré-existente. Há já muito tempo que a geração espontânea foi demonstrada como impossível (em 1859, por parte do cientista criacionista Louis Pasteur).

Numerosos esforços levados a cabo para causar a que a vida se forme a partir de materiais sem vida (incluindo a famosa experiência Miller-Urey) foram infrutíferos. A probabilidade de vida surgir daquilo que não tem vida foi comparada à probabilidade dum tornado passar por um ferro-velho (“junkyard”) e de modo espontâneo montar um avião 747 totalmente funcional. A ideia de que a vida pode ter sido plantada na Terra apenas coloca o problema noutro sítio.

3. O design das formas de vida

O design é aparente no mundo natural; o próprio Richard Dawkins admitiu no seu livro anti-criacionista com o nome de “The Blind Watchmaker”, que “A Biologia é o estudo de coisas complicadas que têm a aparência de terem sido criadas com um propósito”.

O espantoso mecanismo de defesa da Besouro Bombardeiro é um exemplo clássico de design na natureza, aparentemente impossível de explicar como o resultado de uma acumulação de pequenas modificações benéficas através do tempo visto que se tal mecanismo não “explodisse” da forma correcta, isso seria o fim desse insecto. Esta é também outra visão do problema central da informação visto que o design das formas de vida é o resultado do processamento de informação no ADN, seguindo o modelo, operando de forma a criar um organismo funcional.

4. Complexidade irredutível

FlageloEsta é a ideia de que “nada funciona até que tudo funcione”. O exemplo clássico é a ratoeira, que é irredutivelmente complexa visto que se uma das partes das várias que fazem parte do mecanismo não estiver no lugar certo, a ratoeira não funciona como ratoeira, e nenhum rato é apanhado. Os sistemas, as características, e os processos da vida são irredutivelmente complexos; de que serve um sistema circulatório sem um coração, olhos sem um cérebro para interpretar os sinais, ou metade duma asa de morcego? Não é claro que, se alguma reprodução tem que acontecer, a correspondência entre maquinaria reprodutiva masculina e feminina precisam de existir ao mesmo tempo, totalmente formados e funcionais,?

Lembrem-se duma coisa importante: a selecção natural não tem conhecimento antecipado, e só opera de modo a eliminar tudo o que não confere um benefício imediato.

5. a Segunda Lei da Termodinâmica

A Segunda Lei da Termodinâmica (SLT) refere-se à tendência universal das coisas, por si só, se “fundirem” com o ambiente à sua volta com o passar do tempo, tornarem-se menos ordenadas e eventualmente atingirem um estado-estacionário. Um copo de água quente, com o tempo, fica com a temperatura à sua volta, as construções entram em declínio e passam a ser escombros, e eventualmente as estrelas irão perder o seu calor, levando à “morte térmica” do universo

No entanto, o cenário evolutivo propõe que, com o passar do tempo. as coisas, por si só, foram ficando mais ordenadas e mais estruturadas. De alguma forma, a energia do “Big Bang” estruturou-se a ela mesma e gerou estrelas, galáxias, planetas e seres vivos – contrariando a SLT.

É dito por vezes que a energia do Sol foi suficiente para superar esta tendência, e permitir a formação da vida na Terra. No entanto, a mera aplicação de energia não é suficiente para ultrapassar esta tendência; a enerdia tem que ser canalizada para uma máquina. Os seres humanos têm que reparar as coisas de modo a que elas não entre em deterioração. De igual modo, é a maquinaria presente na fotossíntese que captura a energia solar, permitindo que a vida exista, e a própria fontossíntese é ela mesma um processo químico complexo. O amadurecimento duma bolota para uma árvore, ou um zigoto (a primeira célula resultante da fertilização) num ser humano maduro não viola a SLT visto que estes processos são guiados pela informação já presente na bolota ou no zigoto.

6. A existência do universo

Por definição, alguma coisa tem que ser eterna (visto que temos “alguma coisa” hoje em dia, e nada vem do nada, e com otal, nunca houve um tempo emque só havia o “nada”). Ou o próprio universo é eterno, ou algo/Alguém fora e Maior que o universo é Eterno. Nós sabemos que o universo não é eterno – teve um ponto inicial de existência, algo confirmado pela expansão – logo, Deus (ou algo/Alguém fora do univrso) tem que existir e tem que ter criado o universo.

Einstein mostrou que o espaço e o tempo estão relacionados; se não há espaço, não há tempo. Antes do universo ter sido criado, não havia espaço e desde logo, não havia o conceito do tempo. Isto é complicado para nós entender vito que somos criaturas do espaço-tempo, mas isto permite que Deus seja Um Ser Eterno, algo totalmente consistente com as leis científicas.

A pergunta “Quem criou Deus?” é, desde logo, uma pergunta inválida visto que é uma pergunta fundamentada no tempo (relativa ao ponto em que Deus começou a existir), mas Deus existe fora da dimensão temporal como a Causa Inicial sem-causa.

7. A estrutura da Terra é perfeita para a vida

Dezenas de parãmetros encontram-se “perfeitos” para a vida existir neste planeta. Por exemplo, se a Terra estivesse um bocado mais próxima do Sol, a temperatura à superfície seria demasiado elevada e as águas dos oceanos evaporar-se-iam; se a Terra estivesse ligeiramente mais afastada, estaria continuamente coberta de gelo.

Mais exemplos são: 1)a órbita circular da Terra, para manter uma temperatura relativamente constante o ano inteiro, 2) a sua velocidade de rotação, para providenciar dias e noites não demasidamente longos, mas também não demasidamente curtos, 3) a sua inclinação, para gerar estações, 4) e a presença da lua, para providenciar marés que limpam os oceanos, são apenas mais alguns exemplos.

Idade da TerraA presença de largas quantidades de água, com as suas espantosas e especiais propriedades, é também necessária. A água é um composto raro visto que é mais leve no estado sólido do que no estado líquido. Isto permite que as lagoas congelem com gelo na superfície, permitindo que a vida dentro da lagoa sobrevivam. Se assim não fosse, os corpos líquidos espalhados pelas zonas mais frias da Terra congelariam desde o topo até às zonas mais profundas, matando toda a vida dentro desse espaço líquido (lagoas, etc).

A água é também o “solvente” mais universal que se conhece, permitinfo a dissolução/mistura com os mais variados químicos da vida. De facto, os nossos corpos são 75-85% compostos por água.

8. O ajustamento da Física

A calibração afinada das constantes que controlam a física do universo – os parâmetros das forças básicas (constantes das forças nucleares fortes e fracas, constantes das forças gravitacionais, e as constantes das forças electromagnéticas) estão calibradas até ao mais ínfimo detalhe. Uma variação mínima nestes ou em qualquer dos outros parâmetros universais tornariam a vida impossível.

A ideia do “multiverso” de que existem muitos universos iguais aos nossos, e que por acaso eles têm estes valores, é uma que está fora do domínio da ciência e nunca pode ser provada. E mesmo que existissem outros universos com parâmetros idênticos ou parecidos aos da Terra, ainda teríamos que responder à questão: “Qual é a causa destes universos todos?”

9. O aparecimento abrupto no registo fóssil

Os fósseis mais antigos de qualquer criatura já estão totalmente formados, e não variam muito com o passar do tempo (“estáse”). A “Explosão Câmbrica” presente no “estrato primordial” documenta um aparecimento geologicamente rápido da maior parte dos grupos principais dos animais complexos.

Não há qualquer evidência de evolução do mais simples para o mais complexo; diz-se que as aves evoluíram dos répteis mas nenhum fóssil foi alguma vez descberto tendo “metade-escamas/metade-asa”. Os répteis respiram usando o pulmão “dentro e fora” (tal como os mamíferos) mas as aves têm um pulmão “unidireccional” ajustado para a locomoção aérea. Alguém consegue imaginar como é que a trasição de um pulmão assim pode ter ocorrido?

O aparecimento súbito e a estáse estão de acordo com o conceito Bíblico da criação “segundo o seu tipo”, e também com o Dilúvio global que varreu a Terra até às partes mais baixas das suas camadas rochosas superficiais, depositando a “coluna geológica” e dando a aparência duma “Explosão Câmbrica”. As criaturas mais inteligentes e mais móveis teriam escapado por mais tempo das águas do Dilúvio, havendo sido enterrados nas partes mais elevadas das camadas, causando uma ordem de enterro que progride das formas mais “simples” para as mais complexas – formas de vida mais complexas / formas de vida de nível mais elevado – o que erradamente leva as pessoas a interpretar isso como um progresso evolutivo.

10. A consciência humana

A pessoa é uma união do corpo + alma/mente – sendo a alma/mente a parte imaterial da pessoa e qué realmente o “eu interior” de cada um. OS químicos por si só não podem explicar a auto-consciência, a criatividade, o raciocínio, as emoçºoes do amor e do ódio, as senasões de prazer e dor, a posse e o lembrar de experiências, e o livre arbítrio. O raciocínio não e fiável se ele se baseia apenas e só nos eventos neurológicos cegos.

11. A linguagem humana

A linguagem é uma das muitas coisas que nos separam dos animais. Nenhum animal é capaz de atingir algo remotamente parecido com o que os humanos são capazes de fazer, e todas as tentativas feitas para se ensinar os chimpazés a falar falharam. OS evolucionistas não têm explicação para a origem da lingagem humana, no entanto a Bíblia tem.

Genes exclusivamente presentes no ser humano são más notícias para o evolucionismoÉ dito logo no primeiro capítulo que o primeiro homem, Adão, foi criado com a capacidade de falar. A Biblia explica também o porquê de termos várias línguas humanas, visto que Deus teve que “confundir” a língua comum que era usada em Babel depois do Dilúvio, cmo forma de forçar as pessoas a espalharem-se opr todo o mundo, tal como Ele assim havia ordenado. Mas esta confusão era “superficial” visto todas s linguas expressam as mesmas ideias básicas e conceitos, permitindo que outras linguas possam ser aprendidas e entendidas.

12. Reprodução sexual

Muitas criaturas reproduzem-se de forma assexuada. Porque é que os animais iriam abandonar a mais simples reprodução assexual em favor da muito mais dispendiosa e ineficiente reprodução sexual? Este tipo de reprodução, ao contrário da assexuada, é um processo bastante complexo que só é útil se tudo estiver no seu lugar. A alegação de que a reprodução sexual evoluíu órgãos sexuais complementares (masculino e feminino), esperma e ovos, e toda a maquinaria que está associada ao processo, é um desafio para a nossa imaginação.

13. O testemunho da Bíblia

A Bíblia é Verdadeira. A História da Bíblia é verdadeira. As palavras da Bíblia em relação às nossas origens foram dadas aos homens para serem escritas, e Deus é o Único Ser que esteve presente durante todo o processo de criação. Deus disse que Ele criou o universo. Deus disse que Ele criou todos os seres vivos. Nós sabemos que a vida é muito mais do que químicos. Deus colocou a Sua vida em Adão, e a vida tem sido transferida de geração em geração até aos nossos dias.

No princípio, criou Deus os céus e a terra.” Génesis 1:1

E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” Génesis 1:27

A falha básica de todas as visões evolutivas é a origem da informação que está dentro das formas de vida. Nunca foi demonstrado que um sistema em código e a informação semântica se possam criar a si mesmos num meio material. Para além disso, os teoremas da informação prevêem que isto nunca será possível e como tal, uma origem da vida puramente material está portanto impossibilitada” – Werner Gitt.

Acredito que mais cedo ou mais tarde, o mito Darwiniano será classificado como a maior decepção da história da ciência.” – Soren Lovtrup

Fonte: http://www.bestbiblescience.org/top.htm

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De que forma é que o Cristianismo é mais lógico que o ateísmo?

Por John C. Wright

PensandoDurante toda a minha vida fui ensinado que a Igreja Cristã era um bastião de insensatez, não só um berçário onde os homens acreditavam em superstições ao mesmo nível da crença no pai natal, mas também um asilo lunático onde os homens acreditavam que três era igual a um, e que os mortos poderiam voltar a viver. Devido a isto, não houve surpresa maior do que descobrir que não só a Igreja não era ilógica, como o ateísmo tinha uma pretensão mais fraca para a lógica e para a razão do que aquela que se dizia ter.

Não estou a afirmar que o modelo ateísta é ilógico. Em vez disso, estou a alegar que a história Cristã do universo é melhor que a sua versão ateísta. Mais precisamente, eu afirmo também que o modelo Cristão é melhor que qualquer modelo ateísta visto que ele explica muito mais, mas com mais suposições parcimónicas.

Existem muitos tipos de ateísmo, mas todos eles têm pontos em comum. Primeiro, um ponto comum é que nenhum dos vários tipos de ateísmo tem uma explicação racional para a natureza objectiva das regras morais. Nem todas as culturas concordam com o tipo de prioridade a dar às várias regras morais, mas uma coisa que é óbvia em relação à estas regras é que elas são objectivas. Quando a culpa nos atinge, ela não nos faz sentir como se tivéssemos traído uma questão de opinião ou gosto, mas sim como se tivéssemos ofendido uma lei. Quando a injustiça se faz presente, nós não acusamos aqueles culpados da transgressão de terem violado algo centrado numa opinião ou num gosto; nós apelamos sim a um padrão que esperamos que os outros saibam e reconheçam. Não conseguimos evitar.

Em toda a experiência humana, tudo está aberto à dúvida, menos isto. Nenhum homem com uma consciência funcional pode escapar a este conhecimento. Isto é uma daquelas coisas que nós não conseguimos não saber. No entanto, os ateus estão totalmente à deriva quando tentam explicar a existência da moralidade objectiva. Não estou a qualificar os ateus de imorais, mas noto que eles não podem dar uma razão racional para justificar a moralidade.

Dentro da cosmovisão ateísta, as leis morais ou são invenções humanas e são úteis para os seus propósitos contingentes, ou então são uma imposição dos mecanismos de sobrevivência Darwinianos que servem os propósitos do Gene Egoísta. Propósitos tais como a preservação da vida ou a felicidade são subjectivos, e desde logo, não são leis na sua essência. Quer elas sejam escolhidas pelos homens ou pela natureza, se as máximas morais são escolhidas apenas como formas tendo em vista um fim arbitrário, elas nada mais são que conveniências de expediente.

Se eu evito matar e roubar apenas e só porque isso reduz as minhas probabilidades na lotaria da reprodução, então quando as circunstâncias surgirem onde o assassinato e o roubo aumentam as minhas probabilidades, que motivo pode um homem dar de modo a evitar que eu mate e roube? Se eu colocar de parte a mentira apenas e só porque isso causa em mim uma auto-satisfação de viver com um sentido de integridade, que motivo pode um homem comum me dar quando chegar o dia em que eu descubra que mentir me satisfaz mais ainda?

Um segundo ponto comum é que nenhum ateísta de qualquer que seja a escola pode justificar a racionalidade do universo; isto é, nenhum ateu pode justificar o facto das abstracções da matemática e as coisas concretas da física combinarem de um modo tão perfeito. O ateu ou assume a racionalidade com um dado, ou assume que os processos do universo evoluíram o homem para pensar num procedimento chamado “lógica”. Mas se um processo Darwiniano não-pensante formou o nosso processo de pensamento, não temos razões para assumir que o processo mental é verdadeiramente racional e não só uma auto-decepção útil.

Universo_EvidenciasMais uma vez, o ateísmo não admite qualquer tipo de causa ou efeito ou dimensão sobrenatural na vida, fazendo com que as questões filosóficas em torno da natureza da realidade, natureza da verdade, e a natureza da lógica se tornem suspeitas. Para o ateu, estas coisas não podem ser o produto dum decisão Divina; mas os processos naturais também não podem justificar a realidade, a verdade e a lógica. Semelhantemente, estes mesmos processos naturais não podem justificar a origem das leis da natureza, que, por definição, não podem ser mais antigas que o big bang*.

Para além disso, existem bons motivos para não se ser egoísta. A teoria do Gene Egoísta não explica nada: sou demasiado egoísta para ouvir o meu gene egoísta a exortar-me para me sacrificar durante metade do meu tempo pelo meu filho, e um quarto do meu tempo pelo meu tio. E nem há qualquer tipo de esperança depois da morte que tornem racionais os actos de auto-sacrifício, heroísmo ou martírio. Não estou com isto a dizer que um ateu apanhado nos braços duma paixão ardente não possa dar a sua vida pela pessoa amada ou pela bandeira amada. O que estou a dizer que isto é um lapso de lógica, algo que ele não pode justificar [dentro do seu ateísmo].

O Cristianismo forneceu ao Ocidente três conceitos gloriosos que o mundo pagão antes do Cristianismo, o mundo bárbaro fora da Cristandade, e o parasítico mundo Pós-Cristão, sustentando-se da Cristandade, não têm: o primeiro é o conceito de que o mundo é racional, o segundo é o conceito de que o tempo é linear, e o terceiro é o conceito de que a verdade pode ser conhecida. Os pagãos pensam que o mundo é gerido por deuses caprichosos, e os Pós-Cristãos pensam que o mundo não é gerido por ninguém, sendo nada mais que uma máquina irracional, talvez ordenada, mas sem propósito e sem significado.

Um mundo racional não é possível em qualquer uma destas visões do mundo. O primeiro requer propiciações infinitas para seres espirituais totalmente arbitrários, e o segundo propõe uma vazio niilista onde os homens são abandonados, cada um deixado à sua vontade totalmente arbitrária.

Os antigos Gregos bem como os modernos Hindus acreditam que o tempo é uma serpente a comer a sua própria cauda, e que todos os eventos se repetem de uma forma infindável, sem originalidade, mudança, processos, fim ou forma de serem evitados. Um número infindável de nascimentos antes deste nascimento estão no passado de cada homem, e um infinito número de mortes estão para além da sua morte.

Das religiões pagãs, apenas o Budismo promete uma forma de escapar o círculo vicioso do tempo e ele é o estado de desprendimento e abnegação conhecido como Nirvana, que está mais perto do esquecimento tal como aqueles que acreditam no tempo circular podem imaginar. Este mesmo Budismo e os seus epigones modernos Ocidentais – teosofia, o movimento da Nova Era, as várias formas de misticismo – defendem que o mundo está eternamente para além da compreensão humana.

No século 13 os maometanos rejeitaram a ideia Tomista de Deus como Ser capaz de conferir um poder de ordem inato e movimento à Sua criação. Para eles, todos os eventos ocorrem segundo a vontade de um absoluto e imediato Soberano, que não Se encontra limitado pela honra nem pela lógica a agir amanhã tal como Ele agiu hoje. Tudo ocorre porque Alá quer; o que significa que as coisas ocorrem sem motivo algum. O século 13 viu o final da confiança maometana na razão, e, desde logo, viu o fim das contribuições maometanos para o avanço da ciência, e, desde logo, viu o começo da estagnação que os acorrenta até aos dias de hoje.

[ed: Para se saber mais sobre o mito da "civilização islâmica", ler este magnífico texto escrito por um erudito Assírio]

O mundo pós-moderno é igualmente pós-racional. Se o mundo nada mais é que matéria em movimento, e os nossos cérebros mais não são que computadores cegamente forçados a seguir a programação imposta pelas forças naturais, não há motivo algum para acreditar que os nossos cérebros se conformam à verdade objectiva, e nem que essa verdade se quer exista. Para o pós-moderno, a alma humana é uma duna de areia unida por uma ímpeto caprichoso do vento, e que por acaso tem uma combinação auto-consciente mais complexa que o relógio do avô, mas que uma mudança de vento pode destruir de forma tão cega como a uniu.

Longe de ser suprimida, a razão triunfa onde quer que a Igreja é triunfante. As grandes civilizações da China, da Índia e da América do Sul não tinham motivos para colocar de parte o uso da magia, e como tal, essas civilizações nunca limparam a vegetação rasteira da superstição que era necessário para permitir o crescimento da ciência. A Igreja medieval, longe de ser inimiga da ciência, foi a sua ama-seca; a Igreja foi inimiga da bruxaria e da astrologia, e suplantou-a.

E um olhar para os séculos 20 e 21 revelam que onde quer que o Cristianismo recue, a ciência entra também em decadência. A Revolução Francesa guilhotinou Lavoisier; os secularistas do Nacional Socialismo da Alemanha criminalizaram o cepticismo à conclusão ordenada-pelo-Estado relativa à pseudo-ciência da eugenia Ariana, tal com Stalin o fez em relação à pseudo-ciência de Lysenko, tal como os secularistas modernos estão a tentar fazer em relação à pseudo-ciência do aquecimento global.

Só dentro da cosmovisão Cristã é que a razão e a ciência florescem sem serem vítimas da superstição ou corrompidas pelas seitas – políticas ou não.

Original: “Why Christianity is More Logical Than Atheism” - http://bit.ly/1kMUpDH

* O big bang não está de acordo com as evidências científicas.

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Sete características dos saurópodes que refutam o gradualismo evolutivo

No ano de 1809, Jean Baptiste Lamarck especulou que os pescoços das girafas poderiam crescer mais, simplesmente esticando e tentando atingir as zonas mais elevadas das árvores, e que esta habilidade poderia ser passada aos seus descendentes. (1)

Meio século mais tarde, Charles Darwin sugeriu que as girafas nascidas com pescoços mais longos que os pescoços das suas rivais poderiam obter mais comida e, desde logo, encontravam-se mais aptas para sobreviver.

Se qualquer uma destas alegações estivesse correcta, os cientistas já deveriam ter encontrado fósseis de girafas “antigas”, reflectindo um padrão de crescimento transformacional do pescoço através do tempo. No entanto, e depois de muitas gerações em busca de tais evidências, os paleontólogos ainda não encontraram qualquer tipo de evidência de pescoços de girafa transicionais.

Mas o que dizer dos dinossauros com pescoços alongados – será que eles exibem algum tipo de crescimento evolutivo do pescoço?

Dinossauro_SauropodeUm estudo recente de dinossauros sauropodomorfos publicado na Peerj revelou segredos do seu maravilho design. (2) Os sauropodomorfos são normalmente referidos como os dinossauros de “pescoço longo” por um motiv simples: todos eles possuiam no mínimo 10 vértebras alongadas do pescoço, fazendo dos pescoços dos sauropodomorfos, no mínimo, seis vezes mais longos que o mais alto pescoço da girafa! (2) Por contraste, quase todos os mamíferos têm 7 vértebras no pescoço. (3)

Embora os pesquisadores tenham alegado que os saurópodes (o subgrupo mais comum entre os sauropodomorfos) tenham “herdado pescoços a partir dos seus basais antepassados saurópodes,” eles não disponibilizaram qualquer tipo de fóssil transicional para fundamentar esta alegação. O que eles apuraram, no entanto, foi que os pescoços dos saurópodes – alguns chegando a atingir os 14 metros de comprimento – tinham um conjunto de sete características especiais que facilitavam o facto de terem um pescoço extremamente longo:

1) Corpo para suportar o longo pescoço
2) Estabilidade esquelética da posição quadrúpede
3) Cabeças pequenas
4) Dez ou mais vértebras no pescoço
5) Vértebras do pescoço alongadas
6) Sistema respiratório com a aparência de saco aéreo
7) Vértebras construídas com “pneumaticidade”, isto é, com muitos buracos como forma de reduzir o seu peso. (2)

Sem esta combinação de características, o saurópode de pescoço alongado nunca poderia ter sobrevivido.

Um corpo enorme e uma posição corporal adequada são fundamentais para ter o pescoço longo visto que estabilizam apêndices enormes e literalmente previnem que o animal caia. (2) A pequena cabeça dos saurópodes reduzem também a energia necessária para levantar o pescoço.

Um sistema respiratório com sacos aéreos unidireccionais eliminaria o “espaço morto” nas traqueias do saurópode, o que geralmente acontece quando o ar é re-inalado antes dele poder ser totalmente exalado – um factor limitante do comprimento dos pescoços dos mamíferos. Permitindo apenas uma direcção do fluxo de ar através dos pulmões, tal como acontece nas aves existentes, este tipo de sistema sempre mantém ar recentemente inalado por todos os pulmões, eliminado o ar remanescente que é acumulado nos mamíferos. (4)

Finalmente, os autores determinaram que os saurópodes tinham ossos no pescoço que eram compostos de 50 a 70 por cento de volume de espaço para o ar, reduzindo de forma significante o seu peso.

No seu todo, os saurópodes possuíam o conjunto de características perfeitas para facilitar a posse dos seus longos pescoços. (2)

Estas sete características especiais tinham que se encontrar presente de modo simultâneo de modo a que os dinossauros de pescoço alongado crescessem, funcionassem, e sobrevivessem. A remoção de apenas um destes elementos faria com que o saurópode tivesse falhas como organismo, e não sobrevivesse.

Dinossauro_SauropodeOutro artigo recente apurou que o design único dos saurópodes estende-se até aos ossos dos seus membros. Os autores, publicando na revista científica PLOS One, descobriram que o gigatismo nos dinossauros foi conseguido através do espessamento da cartilagem que se encontra entre os ossos, algo que é o contrário do que acontece nos mamíferos, com o desbaste da cartilagem entre os ossos dos mamíferos à medida que eles vão aumentando de tamanho. Os pesquisadores suspeitam que este espessamento da cartilagem permitiu uma maior amortecimento ou “absorção de choque”, e uma redução do atrito das articulações ósseas. (5)

É esta combinação unificada e simultânea de características que tornam impossível a existência de alguma criatura intermédia, e confirmam que este animal, tal como todos, foram originalmente criados totalmente funcionais e operacionais, sem qualquer etapa evolutiva em nenhuma fase da sua existência. O Criador fez saurópodes totalmente formados, ao mesmo tempo que seres humanos e girafas, no Sexto Dia da Semana de Criação.

Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.
Salmo 33:9

Dinossauros_SauropodesFonte: http://www.icr.org/article/7838/

Referências
1. Wicander, R. and J. 2010. Historical Geology, 6th ed. Belmont, CA: Brooks/Cole Cengage Learning, 133-134.
2. Taylor, M. P. and M. J. Wedel. 2013. Why sauropods had long necks; and why giraffes have short necks. PeerJ. 1: e36.
3. Manatees and sloths are the only exceptions. Three-toed sloths have eight to 10, with nine being the most common. Two-toed sloths have five to eight, with six
being the most common. Manatees have six.
4. Wedel, M. J. 2003. Vertebral pneumaticity, air sacs, and the physiology of sauropod dinosaurs. Paleobiology. 29 (2): 243-255.
5. Bonnan, M. F., et al. 2013. What lies beneath: sub-articular long bone shape scaling in Eutherian mammals and Saurischian dinosaurs suggests different locomotor
adaptations for gigantism. PLOS One. 8 (10): e75216.
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