Jornadas Naturalistas – Ludwig – Parte 3

Continuando….

A evolução da teoria.

Darwin deu um contributo importante à biologia.

Nem por isso. A maior parte daquilo que Darwin disse está errado.

A teoria da selecção natural elucidou o mecanismo que guia a variação de características numa população

1. A teoria da selecção natural não e ideia original de Charles Darwin.

2. Sim, a selecção natural elimina os menos aptos, mas como é que os mais aptos e os menos aptos originaram?

tornando os organismos mais aptos a prosperar no seu meio ambiente e substituiu a ideia de espécie como um arquétipo fixo pela noção de espécie como conjunto fluido de populações.

Felizmente, não faz parte do criacionismo a ideia que as espécies são fixas. Existe grande variabilidade nas formas de vida, tal como nós podemos vêr com os nossos olhos. O que interessa para esta discussão é que essa variabilidade gira em torno de um limitado campo genético. Sim, existem gatos brancos, pretos, castanhos, cinzentos, mas no fim do dia, são todos interférteis e….são todos gatos. Nós queremos saber é como é que o primeiro gato surgiu, tendo em conta que os dados empíricos dizem-nos que, segundo a lei natural, os gatos só podem vir doutros gatos. O darwinista é obrigado a dizer que o primeiro gato surgiu daquilo que não era um gato, o que contradiz os dados empíricos.

Mas em século e meio muito mudou. A selecção natural de Darwin

Não é “de Darwin”.

é hoje uma pequena peça numa teoria da evolução que inclui genes, efeitos moleculares, deriva, mutações neutras e modelos matemáticos detalhados.

Darwin não podia imaginar os enormes avanços na microbiologia, genética, bioquímica e biologia molecular que confirmaram e expandiram a sua teoria.

Excepto que a genética, a microbiologia, a bioquímica e a biologia molecular não confirmaram e nem expandiram as teorias de Darwin. Esses campos científicos têm mostrado que:

1. Não há, a nível genético, evidência que as formas de vida sejam o resultado de forças naturais não-direccionadas, não-inteligentes;

2. Há um impressionante nível de detalhe, ordem e design dentor das formas de vida;

3. Contrariamente ao que Darwin pensava, a célula não é simples. A célula é, na verdadeira intenção da palavra, uma máquina biológica.

Enquanto o criacionismo opõe um mito com vinte e cinco séculos a uma teoria com 150 anos, a teoria da evolução cresceu muito para além da ideia inicial e continua a expandir-se, a revelar novas questões e a desvendar novos mistérios.

Aquilo que Deus disse há seculos atrás tem sido confirmado pela ciência, quer ao nível genético (a genética, a propósito, foi grandemente impulsionada pelo trabalho do monge cristão Gregory Mendel, que era um criacionista), quer ao nível molecular, quer ao nível bioquímico.

Aquilo que Darwin disse tem sido posto em causa (muitas vezes, pelos próprios darwinistas) vezes e vezes sem conta.

Não há nada na ciência que nos leve a acreditar na teoria da evolução.

Não há nada na ciência que nos leve a rejeitar a Palavra de Deus.

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