Semente Subterrada há 2000 Anos Volta à Crescer

Uma semente enterrada debaixo dos escombros da fortaleza de Herodes o Grande formou raízes e está a tornar-se numa palmeira.

Science Now reportou este facto como verificação de que sementes antigas ainda podem crescer. A National Geographic News reportou que esta germinação ultrapassa o record anterior que estava fixado em 700 anos.

A equipa de investigação israelita deu a alcunha de “Methuselah” à arvore, o nome da pessoa com maior longevidade alguma vez reportada.

Os testes rádio carbónicos efectuados em outras sementes do mesmo grupo mostrou datas entre o entrevalo 2110-1995.

Conclusão:

Esta semente esteve enterrada numa fortaleza, no quente deserto da Judeia, durante 2000 anos. Já imaginaram fazer uma máquina que dure 2000 anos? Imaginem o Rei Herodes fazer uma máquina que pudesse ser empacotada, enterrada durante 2000 anos, desempacotada, e posta funcionar outra vez. Seria uma marco da engenharia e do design.

Agora imaginem um robô minúsculo que lê códigos, pode crescer, extrair nutrientes das areias do deserto e produzir frutos doces. Espantoso!

Qual é a explicação mais lógica para a origem de tal robô minúsculo? Milhões e milhões de acidentes naturais, filtrados pela sempre atenta selecção natural, ou design? Alguém já viu uma força sem inteligência a criar máquinas biológicas?  Existe alguma força da natureza capaz de criar códigos de informação?

Acho que a resposta é por demais óbvia. Claro que isto não vai convencer o ateu devoto, uma vez que para ele tudo tem que ter uma explicação naturalista, mesmo que as evidências apontem para o Criador.

Quem é que precisa de evidências quando se tem o naturalismo?
(Artigo Original)

3 Comentários »

  1. Mats disse

    Mais um post que passou debaixo do radar darwinista.

  2. [...] a partir do original Darwinismo – Semente Subterrada há 2000 Anos Volta a Crescer Deixe um comentário No Comments Yet até agora Publicar um comentário Feed RSS para [...]

  3. Os testes deram 2000 anos? Estão errados!

    Os gaijos da Science Now e da National Geographic estão malucos! Estão contra o evolucionismo. Têm muita fé em crer numa data que não é a verdadeira. Os testes não dão uma data verdadeira.

    Agora a sério. Porque não questionas o método de datação desta descoberta?

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