Arquivo para Agosto, 2008
Panspermia – Salvação ou Imaginação?
Panspermia afirma que a vida não pode ter começado na Terra como resultado de processos naturais, e como tal deve ter começado num outro lugar no universo e trazida para a Terra posteriormente.
(Imagem tirada do site http://www.artofgregmartin.com/)
A teoria foi inicialmente sugerida pelo astrónomo britânico Sir Fred Hoyle (1978)
“Simple life forms or amino acids may have ridden to Earth on comets or meteors. Of course, Hoyle recognizes this is no explanation for the origin of life; it simply moves the problem to another time and place.” *
Talvez o mais famoso proponente da teoria panspérmica foi o laureado Francis Crick. A razão que o levou a subscrever (ou a sugerir) à teoria panspérmica pode estar por trás das suas seguintes palavras (Ênfase adicionado):
“An honest man, armed with all the knowledge available to us now, could only state that in some sense, the origin of life appears at the moment to be almost a miracle, so many are the conditions which would have had to have been satisfied to get it going.” – Francis Crick, Life Itself — Its Origin and Nature, Futura, 1982.
Ou seja, como as condições necessárias para a origem da vida naturalistica são bem para além do que é logico aceitar-se como consequência das forças naturais, e sendo Crick um ateu, ele rejeitou a proposição de “Deus criou a vida”, mas subscreveu a teoria que a vida foi posta na Terra por seres extraterrestes.
No seu livro “Life Itself“, Crick propôs que a vida tenha sido “enviada para a Terra há milhões de anos atrás, em naves espaciais“. Crick não disse, no entanto, como é que os criadores dessas naves espaciais apareceram, se eles eram feitos de matéria. Tal como a citação em cima diz, dizer que a vida começou noutro sítio do universo, e depois foi trazida par a Terra, apenas puxa o problema da origem da vida mais para trás. Donde é que surgiram esses aliens? Quem os criou? Foram criados, ou sempre existiram?
Se são feitos de matéria, então devem ter iniciado a sua existência depois do início do universo.
Se não são feitos de matéria, isso não refuta o naturalismo?
Conclusões:
A teoria panspérmica é mais uma forma de salvar o naturalismo da total desgraça intelectual. O facto de que cientistas inteligentes recorrem a tal proposição para explicar como a vida pode ter surgido na Terra, mostra de forma clara os problemas que o mundo naturalista tem. Se eles tivessem evidências para a sua versão das origens, eles nunca iriam propôr que “talvez” os ETs tenham posto a vida na Terra.
A panspérmia é forte evidência para duas coisas:
1. Não há evidências credíveis para um cenário naturalista para a origem da vida.
2. Há fortes evidências para o cenário que diz que a vida deve a sua origem a causas inteligentes (ou melhor, Inteligente).
Portanto, respondendo à pergunta do post, panspérmia é uma tentativa de salvar o naturalismo, mas tudo o que ela demonstra é a imaginação dos crentes naturalistas (ateus).
Deus É a Explicação Mais Lógica
O video mostra como Deus é a explicação mais lógica para os fenómenos que podemos observar. Só não concordo com a cosmologia “Big Bang” proposta nele, mas de resto, o video está bem feito.
A Morte no Mundo Animal
Ezequiel 37
6E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, e sobre vos estenderei pele, e porei em vós o fôlego da vida, e vivereis. Então sabereis que eu sou o Senhor.
9Então ele me disse: Profetiza ao fôlego da vida, profetiza, ó filho do homem, e dize ao fôlego da vida: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó fôlego da vida, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.
Naturalismo e as EQM / EFC
Uma das coisas que tem acontecido que as novas e cada vez melhores técnicas de ressuscitamento médico é que tem havido a capacidade de “tornar” a trazer a vida pessoas que doutro modo provavelmente estariam mortas para sempre.
Como consequência desses avanços, uma curiosa sub-cultura metafísica tem vindo a ganhar força. A cultura em questão é a cultura das EQM (Experiência Quase Morte) e EFC (Experiência Fora do Corpo).
Relatos de eventos sobrenaturais são uma constante em todo o mundo, independentemente da estrato social, étnico, económico e mesmo religioso. Na sua maioria, esses relatos ou são fraudes ou têm uma explicação natural. No entanto há sempre uma percentagem residual que não pode ser explicada naturalisticamente.
Uma das coisas que é um bocado difícil de explicar para quem tem uma visão naturalista do mundo são testemunhos de pessoas cegas que afirmam terem recolhido informação real durante a sua EQM.
Como é que se explica que pessoas cegas de nascença, e durante uma complicação médica, tenham saído do seu corpo e tenham visto lugares e pessoas?
….
Prevendo o tipo de respostas que os ateus vão elaborar, deixem-me avançar com uns pensamentos:
* O facto de haver fraudes não invalida o genuíno. Se há uma pessoa no Casal Ventoso que diz que viaja até Marte quando toma uns speeds, isso não invalida o testemunho da pessoa do video acima mostrado. As coisas tem que ser investigadas dentro do seu próprio mérito, e não discartadas com aquilo que os anglófonos chamam de “guilty by association“.
* Se não fosse a crença no naturalismo, qual seria a conclusão óbvia deste e doutros testemunhos que apontam para o facto de haver realidade para além do mundo material?
Como Cristãos Salvaram a Civilização Ocidental
Raymond Ibrahim: Today in History, Constantinople saves Western Civilization from Islam

Since certain Muslim media are fond of rehashing old history, reminding Muslims of the “atrocities” committed by the hated Crusader—past and present—it seems only logical that we here in the West also remember the past. Today in history, Christendom secured a great victory over Islam—one that is responsible for the very existence of Western civilization.
The year was 715, and one Suleiman had risen to the caliphate. He immediately made it clear that he would be the one Muslim who would fulfill Muhammad’s prophecy that Constantinople would eventually be subsumed into the umma. After spending nearly two years mustering the Muslims and preparing a massive navy, he unleashed the full might of the caliphate: the chroniclers say that 120,000 infantry and cavalry, along with 80,000 seamen, were sent to seal Constantinople’s fate. To further give his “blessing” to this campaign, and evincing how seriously he took it, he appointed his own brother, Maslama, at the head of the land army.
While making their way through that great desolate no-man’s land between the Byzantine and Umayyad empires, where certain Turkic tribes (then mushrikin) frequented the region, the Muslims would often wait till near dawn, and then shout in mass “Allahu Akbar!” (God is greatest), attacking and slaying all in their path. According to the Muslim chronicler al-Tabari, “The inhabitants of the city were filled with terror the likes of which they had never experienced before. All they saw were Muslims in their midst screaming ‘Allahu Akbar!’ Allah planted terror in their hearts…. The men were crucified over the course of 24 km.” (Al-Tabari goes on to explain that they did so, and were successful, in accordance to Koranic verse 3:151: “We shall cast terror into the hearts of infidels!”)
Simultaneously, the Muslim fleets were on their way to the Bosporus. Luckily for Constantinople, Leo III came to power, since it was in part due to his many stratagems that the Muslims were repulsed. (Tabari simply relates that Leo continuously duped Maslama, as if the latter were “a silly plaything of a woman.”)
At any rate, the Byzantine war-ships, which had recently come to utilize a new “secret weapon” commonly known as “fire-water” or “Greek fire,” according to Theophanes, set ablaze almost the entire Muslim fleet. After this Christian victory, the Byzantines settled into their fortified city for the winter, and let the elements have their way with Maslama’s massive land force. According to the chroniclers, this was by far one of the harshest winters; many thousands of Muslims perished of starvation and disease. Says Theophanes: “Some even say they put dead men and their own dung in pans, kneaded this, and ate it. A plague-like disease descended on them, and destroyed a countless throng.” The second sentence verifies the veracity of the first.
The new caliph, Omar II (the ambitious Suleiman had by now died of “indigestion,” apparently after consuming two baskets of eggs and figs, followed by marrow and sugar for dessert) had just assumed the caliphate. After many Muslims had died out on the frontiers (where snow lasted on the earth for 100 days), Omar finally sent reinforcements and supplies. It was by now spring, and the Muslims tried one last effort. The chroniclers relay that some 800 ships were sent from Alexandria and North Africa to the Bosporus, this time on guard against the Greek fire. Maslama had also renewed the siege.
Delivery for Constantinople came from the least expected source—the Egyptian crew of the Alexandrian ships. During the night, they all fled to Constantinople, acclaiming the Christian emperor. Why? Because they were all primarily still Christian—Copts—and, contrary to the many apologetics that suggest the Copts “welcomed” the invading Muslims, as this anecdote clearly reveals, had no great love for Islamic rule. Theophanes says that, as the Copts were fleeing in desertion to the city, “the sea looked entirely made of wood.” Taking advantage of this, Leo released from the citadel once again the fire-ships. Considering the loss of manpower with the Copts’ desertion, the confrontation was more a rout than a battle.
Finally, and due to Leo’s “diplomatic” overtures to the warlike Bulgars, he managed to get this Turkic people to attack Maslama’s already wearied army—killing, according to the chroniclers, 22,000 Muslims. It was over, and, on August 15th, 718, the siege was lifted, and the dejected Muslim army made its way back to Dar al-Islam.
Though many historians have rightly hailed the somewhat contemporary Battle of Tours of 732, where Charles the Hammer repulsed the invading Muslim armies, as one of the most decisive victories for Western civilization, in fact, the Byzantine victory over the Muslims is more important: it had the full backing of the caliphate, and consisted of far greater manpower. Had the Muslims won, and since Byzantium was the bulwark of Europe’s eastern flank, there would have been nothing in their way from turning the whole of Europe into the north-western appendage of Dar al-Islam.
This has been a “Today in History” moment.
Mendel vs Darwin: Ciência vs Naturalismo
Um dos grandes mitos darwinistas fortemente propagado pelos discípulos de Darwin é a de que as descobertas científicas do monge cristão Gregor Mendel estão em pleno acordo com a mitologia evolucionista.
A sua lógica deve-se muito à crença de que evolução nada mais é que a “variação” . Como os genes de facto variam, então Mendel e Darwin tem que estar de acordo.
O problema é que o trabalho de Mendel foi largamente ignorado pelos darwinistas. Isso deve-se a dois factos importantes:
1. Darwin acreditava que as formas de vida poderiam variar de um modo quase infindável, desde que houvesse necessidade disso.
2. Mendel, com as suas experiências descobriu que, sim, há variações mas que essas variações ocorrem dentro de um campo genético limitado, tal como esta descrito neste site: (Ênfase adicionado)
Mendel’s ideas on heredity and evolution were diametrically opposed to those of Darwin and his followers. Darwin believed in the inheritance of acquired characters (and tried to back up his ideas with his pangenesis hypothesis, which even Stebbins called an “unfortunate anomaly”) and, most important of course, continuous evolution. Mendel, in contrast, rejected both, the inheritance of acquired characters as well as evolution. The laws discovered by him were understood to be the laws of constant elements for a great but finite variation, not only for culture varieties but also for species in the wild (Mendel 1866, pp. 36, 46, 47).
In his short treatise EXPERIMENTS IN PLANT HYBRIDIZATION mentioned above Mendel incessantly speaks of “constant characters”, “constant offspring”, “constant combinations”, “constant forms”, “constant law”, “a constant species” etc. (in such combinations the adjective “constant” occurs altogether 67 times in the German original paper).
He was convinced that the laws of heredity he had discovered corroborated Gärtner’s conclusion “that species are fixed with limits beyond which they cannot change”
Sim, nós podemos ter cães grandes, cães pequenos, cães com muito pêlo, ou caes com pouco pêlo, mas hão-de ser sempre cães. Por mais variações que eles sofram, não vão evoluir para leões, elefantes ou tigres, e, para um darwinista, isto é uma coisa muito difícil de aceitar.
Devido às implicações, o trabalho científico deste cristão foi ignorado pelos crentes darwinistas:
“The general acceptance of Darwin’s theory of evolution and his ideas regarding variation and the inheritance of acquired characters are, in fact, the main reasons for the neglect of Mendel’s work, which – in clear opposition to Darwin – pointed to an entirely different understanding of the questions involved (see above)”.
Não contentes em ignorar a ciência, os darwinistas fizeram outra coisa que lhes é tão característica:
“Fisher’s claims of fraud in Mendel’s data have already been disproved by several geneticists and historians of biology (Lamprecht 1968, Pilgrim 1986, Weiling 1995, Vollmann and Ruckenbauer 1997, and many other authors, see below)”
Por outras palavras, perturbados pelo que a ciência tinha descoberto em relação ao limitado numero de variações que podem ocorrer num ser vivo, o darwinista Ronald Fisher atacou o carácter de Mendel. (Faz-vos lembrar alguma coisa?)
Hoje em dia, e no bom estilo revisionista que tão bem caracterizou o regime ateu da União Soviética, os darwinistas incorporam Mendel dentro do panteão darwinista, como se Darwin e Mendel tivessem essencialmente descoberto costas diferentes da mesma ilha.
A verdade é que a ciência tem vindo a confirmar Mendel e a refutar Darwin,
Na minha opinião, é um bocado falta de honestidade a forma como os darwinistas re-escrevem a história para suportar a sua fé em Darwin. Erros toda a gente faz, mas é muito suspeito a usurpação do trabalho de um homem para uma determinada causa, quando o que esse mesmo homem descobriu está em total oposição a essa dita causa.
Se uma teoria precisa de diturpações históricas para ganhar legitimidade (e a história do evolucionismo é um desastre nesse aspecto), então é tempo de mudar de teoria.
Como seria de esperar, as descobertas científicas de Mendel estão em pleno acordo com a Palavra de Deus. Uma vez que a Criação acabou no sexto dia, o que tem acontecido desde então é a recombinação e a perda de informação genética. Sim, tem havido variação, mas essa variação é sempre dentro do campo genético que Deus originamente criou.
A ciência e a Bíblia estão em pleno acordo.
…………………….
Para melhor se visualizar os limites naturais para a variação genética, vêr este site. onde se podem encontrar frases com as seguintes:
“Fruit flies refuse to become anything but fruit flies under any circumstances yet devised.”—*Francis Hitching, The Neck of the Giraffe: Where Darwin Went Wrong (1982), p. 61.
“God was very careful in Genesis to state that each of the animals were created `after his kind.’ After 80 years and millions of generations, God was proven right: A fruit fly will always be a fruit fly.”—”Evolutionists Still Looking for a `Good Accident,’ ” Battle Cry, July-August, 1990..
A Islamização da Europa
Os corpos de todos aqueles europeus que lutaram para manterem a forma de vida ocidental devem estar a rebolar nos seus caixões.
Os ditadores da união europeia mostram cada vez mais as suas intenções e os seus sonhos de acabar com a cultura dominante na europa, e substituí-la por (mais) uma utopia marxista.
Não contentes em serem uma organização não-represntativa das intenções europeias, os traidores da união europeia tencionam re-escrever a história, e mostrar o islão numa “luz positiva”.
Lembrem-se que este islão é o mesmo islão que causou as mortes no 7/7 em Londres, e o atentado em Madrid, para além de 1400 anos de agressões violentas à Europa.
Eis algumas das medidas da “união” europeia:
Resolution 1605 of the Council of EuropeCouncil of Europe member states should continue to be vigilant in their work to prevent and combat the phenomenon of Islamophobia.
9. In light of the above, the Assembly calls on the member states of the Council of Europe to:
9.1. act strongly against discrimination in all areas;
9.2. condemn and combat Islamophobia;
9.7.6. encouraging the participation of people with an immigrant background in political parties, trade unions and non-governmental organisations;
9.7.7. taking all the necessary measures to eliminate the inequality of opportunity faced by immigrants, including unemployment and inadequate education;
9.7.8. removing unnecessary legal or administrative obstacles to the construction of a sufficient number of appropriate places of worship for the practice of Islam;
9.7.9. ensuring that school textbooks do not portray Islam as a hostile or threatening religion;
11.6. encourage young European Muslims to become imams;
11.8. encourage the promotion of fair coverage of Muslim reality and views in the media and ensure that the voice of moderate Muslims is also reported;
11.9. develop ethical guidelines to combat Islamophobia in the media and in favour of cultural tolerance and understanding, in co-operation with appropriate media organisations;
Não deixa de haver uma certa ironia neste processo todo. Os ateus europeus lutaram com unhas e dentes para se livrarem do “jugo” judaico-cristão na cultura europeia. O que eles não sabiam, muito por desconhecimento da História e da Bíblia, é que o a cultura judaico-cristã era a “alma” da europa. Era a força ideológica que mantinha a europa unida. Uma vez dismantelada essa força, a europa é um barco à deriva, sem propósito, sem objectivo, sem força de viver, pronto a ser tomado.
O que os ateus europeus também não sabiam é que o vazio ideológico iria ser preenchido com outra religião, mais cedo ou mais tarde. A questão: que religião?
Pois bem, agora, com a ajuda da união europeia, uma força sinistra vai-se impondo bem no meio da europa sem que os europeus sejam consultados nesse processo.
Essa força por mais do que uma vez demonstrou as suas intenções destrutivas e deu evidências nesse sentido.

Mas, pronto, “tudo está bem” desde que a religião a ser promovida não seja o Senhor Jesus Cristo, e Ele Crucificado e Ressurrecto.
Diz “Sim” à Fé; Diz “Não” às Drogas
Eis alguma das coisas que eles descobriram:
Church attendance has similar beneficial effects to at-risk youth. Among American adolescents, 8% of at-least-weekly worshipers admit using hard drugs. That number doubles to 16% for those who worship less than monthly and 18% for those who never worship.
Por outras palavras, quanto mais assíduo um jovem é a igreja, menor é a sua propensão para consumir drogas.
Lembre-se disto da próxima vez que pessoas como o Richard Dawkins disser que a fé cristão é um problema para a sociedade.



