Arquivo para Setembro, 2008
Comunismo e Ateísmo
Communism: Atheism ’Я Us
Soviet poster “Religion is the Enemy of Industrialization”
as printed in the official government journal Atheist
Atheism is the driving force behind Communism, Fascism, and National Socialism: all three—to one extent or another—viewed atheism as centrally-important to promoting their causes. This is especially the case regarding communism: atheism is the spirit inseparably and formally animating communist ideology that permitted this political ideology to inject itself into the modern world and to spread its malevolent ideas in such a short period of time. To employ a metaphor: atheism is the engine that provides the thrust behind communism, while communism acts as a kind of the steering wheel—organizing, directing, and implementing the hatred of religious faith with deadly effectiveness (see also here).
- “Communism begins where atheism begins…” (Karl Marx)
- “The first requisite for the happiness of the people is the abolition of religion” (Karl Marx)
- “I wish to avenge myself against the One who rules above.” (Karl Marx)
- “The hellish vapors rise and fill the brain, till I go mad and my heart is utterly changed. See this sword? The prince of darkness sold it to me.” (Karl Marx)
- “With disdain I will throw my gauntlet full in the fact of the world and see the collapse of this pygmy giant. Then will I wander god-like and victorious through the ruins of the world. And giving my words an active force, I will feel equal to the Creator.” (Karl Marx)
- “Karl Marx is a monster possessed by ten thousand devils.” (Frederick Engels)
- Karl Marx “had the devil’s view of the world and the devil’s malignity. Sometimes he seemed to know that he was accomplishing the works of evil.” (Robert Payne, a friend of Karl Marx)
- “Atheism is the natural and inseparable part of Communism.” (attributed to Vladimir I. Lenin)
- “Our program necessarily includes the propaganda of atheism.” (V.I. Lenin)
- “There are no morals in politics; there is only expedience. A scoundrel may be of use to us just because he is a scoundrel.” (V.I. Lenin)
- “We do not fight against believers and not even clergymen. WE FIGHT AGAINST GOD to snatch believers from Him.” (Vechernaia Moskva, a Soviet newspaper)
- “Let us drive out the Capitalists from the earth, and God from Heaven!” (early Soviet slogan)
- “With an iron fist we will drive mankind to happiness!” (Soviet slogan)
- “Hatred is an element of the struggle, a relentless hatred of the enemy transforming him into an effective, violent and selective, cold blooded killing machine. A people without hatred cannot vanquish a brutal enemy.” (Che Guevare)
- The official journal of the Soviet Academy of Pedagogical Sciences published a government directive Atheistic Education in the School as a resource on how to separate God from human society. The opening paragraph is revealing: “The Soviet school, as an instrument for the Communist education of the rising generation, can, as a matter of principle, take up no other attitude towards religion than one of irreconcilable opposition; for Communist education has as its philosophical basis Marxism, and Marxism is irreconcilably hostile to religion. ‘Marxism is materialism,’ says V. I. Lenin; ‘as such, it is as relentlessly hostile to religion as the materialism of the Encyclopedaists of the eighteenth century or the materialism of Feuerbach.’” Another excerpt reads: “‘Religion’,” Marx said, “is nourished not on heaven but on earth, and with the annihilation of that perverted reality, of which capitalism is the theory, religion will perish of its own accord.’”
- “The World has never before known a godlessness as organized, militarized and tenaciously malevolent as that preached by Marxism. Within the philosophical system of Marx and Lenin and at the heart of their psychology, HATRED OF GOD is the principle driving force, more fundamental than all their political and economic pretensions. Militant atheism is not merely incidental or marginal to Communist policy; it is not a side effect, but the central pivot. To achieve its diabolical ends, Communism needs to control a population devoid of religious and national feeling, and this entails a destruction of faith and nationhood. Communists proclaim both of these objectives openly, and just as openly put them into practice.” (Alexander Solzhenitsyn)
Como Lidar Com Darwinistas – 2
Fala ao Mundo de Jesus Cristo
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Mateus 28
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É a Teoria da Evolução Fundamental para a Ciência?
Nem sempre é possível acompanhar na altura todos os posts que são feitos, e como tal, periodicamente, seguindo o exemplo deste site, vou reciclar posts antigos.
Como Lidar Com Darwinistas – 1
A teoria da evolução é um mito cuidadosamente protegido pelos seus crentes. À falta de fundamento científico os darwinistas respondem com falsas evidências, tácticas intimidatórias, malabarismo verbal, distorções históricas, e argumentos-palha.
Durante o discurso com um darwista, o céptico vai encontrar várias barreiras que têm que ser dismistificadas.
1. O primeiro problema que o céptico encontra durante a discussão é a definição da palavra “evolução”.
“Eles usam um exemplo de dois gatos pretos que procriam e dão à luz um gato branco, como evidência de que 1) todas as formas de vida existentes no planeta são relacionadas umas com as outras com um parente comum, e que 2) essa diversidade é o resultado de um processo 100% natural, sem intervenção Divina em qualquer fase.”
Para além de esta linha de pensamento não ser totalmente honesta, a chamada “micro-evolução” (que não é evolução nenhuma) não pode ser extrapolada para a “macro-evolução”, uma vez que por “micro-evolução” entende-se a variação genética dentro do mesmo “tipo” (ex: um casal de etnias diferentes pode gerar crianças com características de uma etnia, e crianças com características de outra etnia. Isto é recombinação de instrucções genéticas já existentes nos pais), enquanto que a “macro-evolução” envolve a originação de novas instrucções genéticas onde elas não existiam anteriormente (ex: um dinossauro a evoluir para uma ave, ou um animal 100% terreste a evoluir para uma baleia).
“The central question of the Chicago conference was whether the mechanisms underlying microevolution can be extrapolated to explain the phenomena of macroevolution. At the risk of doing violence to the positions of some of the people at the meeting, the answer can be given as a clear, No.” (Roger Lewin, “Evolutionary Theory Under Fire,” Science, Vol. 210:883-887, Nov. 1980.)
Ou seja, a “micro-evolução” não pode ser extrapolada para a “macro-evolução”.
2. Outro argumento que o céptico vai encontrar é o de que “Todos os cientistas acreditam na teoria da evolução”. Para além disto ser obviamente falso, é totalmente irrelevante. Uma teoria não é verdadeira só porque todos os cientistas acreditam nela, mas sim, se tiver evidências que a suportem.
Consensos não são sinónimo de verdade científica.
3. Um argumento usado como forma de desviar o foco sobre a teoria da evolução é enumeração de “cristãos” que acreditam na evolução. Isto é feito de forma a “mostrar” que a teoria da evlução não é o resultado de presoposições ateístas. Para além do facto de isto ser (mais uma vez) irrelevante, a verdade é que os ateus apenas citam cristãos evolucionistas quando na presença de cépticos, uma vez que entre eles, eles assumem que a teoria da evolução não deixa espaço nenhum para Deus:
“In the evolutionary pattern of thought there is no longer either need or room for the supernatural. The earth was not created: it evolved. So did all the animals and plants that inhabit it, including our human selves, mind and soul as well as brain and body. So did religion”. ~ Julian Huxley
Reparem que esta citação em cima contrapõe a Criação e a Evolução. Não há meio termo.
“Darwin made it possible to be an intellectually fulfilled atheist.” ~ Richard Dawkins
O ateu Jacques Monod disse ainda:
‘The more cruel because it is a process of elimination, of destruction. The struggle for life and elimination of the weakest is a horrible process, against which our whole modern ethics revolts. An ideal society is a non-selective society, is one where the weak is protected; which is exactly the reverse of the so-called natural law. I am surprised that a Christian would defend the idea that this is the process which God more or less set up in order to have evolution .’
Para terminar, convém dizer que uma visão semelhante teve Eugene V. Koonin, biólogo da “National Center for Biotechnology Information at the National Institutes of Health”, que disse:
“(…) the evolution of genomic complexity has “far-reaching biological and philosophical implications” because “Darwin demonstrated that man emerged not by a special act of creation in God’s image, but as a regular result of biological evolution.” (Eugene V. Koonin, “A Non-Adaptationist Perspective on Evolution of Genomic Complexity or the Continued Dethroning of Man,” Cell Cycle, Vol. 3(3):280-285 (March, 2004)
Portanto, quando os evolucionistas listam cristãos como homens de fé que não vêem contradiação entre o darwinismo e a sua fé em Cristo, ou eles tentam enganar o interlocutor, ou são desconhecedores do assunto em questão.
Estas são algumas das formas com as quais se podem evitar confusões durante uma troca de ideias com um darwinista.
Toda a Gente Age Como se Deus Existisse
Durante uma conversa matinal, antes de cada um partir para os seus empregos, a esposa vira-se para o marido e diz: “Leva gabardine e guarda-chuva porque vai chover.” O marido responde para ela: “Não vai nada. Tem estado bom tempo a semana toda, e como tal não há razões para se pensar que hoje vá chover.”
Com isto, ele sai da presença dela e vai-se preparar. Quando o mesmo vai a sair de casa, a mulher repara que ele leva botas próprias para a chuva, gabardine e guarda-chuva.
Tendo em conta o que ele tinha dito previamente, estará ele a ser consistente ou inconsistente? Uma vez que ele proclama uma coisa mas age de acordo com princípios e presopusiçoes que contradizem o que havia dito anteriormente, ele está a ser inconsistente,
O ateu age da mesma forma no que toca a Deus. O ateu afirma que Deus não existe (deixêmos de parte o revisionismo que tem sido feito nos círculos ateus tentanto redefinir o significado do ateísmo de “Deus não existe” para apenas “falta de crença”), mas a forma como ele vive mostra que ele não acredita genuinamente naquilo que professa vocalmente.
Em 3 campos absolutamente fundamentais para a vida humana o ateu age e vive segundo presopusições que só fazem sentido se Deus existe.
1. No campo da moral o ateu propaga que, uma vez que Deus não existe, a moralidade é o que cada um quiser que ela seja. Cada um escolhe a moralidade que mais se adequa a si mesmo.
Se o ateu verdadeiramente acreditasse nisto, ele não acusaria os opositores de “mentirosos”, “enganadores” e “disonestos”, uma vez isto são juízos morais que assumem uma forma absoluta de se descernir a Verdade da Mentira. Se Deus não existe, então não há forma absoluta de se separar o Bem do Mal para além das opiniões pessoas e subjectivas de cada indivíduo. Então porque é que o ateu ataca a moralidade dos seus opositores? Uma vez que a moralidade é escolhida por cada um, como é que o ateu sabe que a moralidade que ele escolheu é a “verdadeira” e a dos opositores é a “falsa”?
Sim, todos nós instintivamente sabemos que há coisas que são objectivamente boas (ajudar pessoas idosas a atravessar a rua), e coisas que são objectivamente más (torturar bébés). No entanto, o facto de sabermos instintivamente que há coisas boas e coisas más não explica o porquê de assumirmos que elas se aplicam a toda a gente, para além da nossa própria pessoa.
Quando o ateu ataca o criacionista e qualifica-o de “mentiroso” ele está a assumir que a Lei Moral que diz “Não dirás falso testemunho” é uma Lei absoluta, e que todo o ser humano está sujeito a ela. Mas se Deus não existe, donde é que vem a sua natureza absoluta?
2. A mesma coisa se passa no campo da lógica. Durante uma conversa entre o ateu e um criacionista ambos os lados assumem que as respostas vão ser lógicas. Assume-se que ninguém vai divagar em falsas proposições, violações da lógica e non-sequiturs, do tipo, “eu acredito que Deus existe porque eu sei que Ele existe”, ou “Eu sei que Deus não existe porque Ele nunca falou comigo”.
No entanto convém perguntar uma coisa: as leis da lógica que são assumidas por todos, são leis absolutas para todos, ou são convenções restringidas temporalmente, socialmente ou geograficamente? As leis da lógica que nós usamos em Portugal aplicam-se na China? A Lei da Não-Contradição (“dois opostos não podem ser igualmente validos, no mesmo contexto e na mesma forma”) aplicava-se no século 12?
Se essas leis da lógica são intemporais, imateriais, abstractas e absolutas, donde vém a sua natureza absoluta?
3. Finalmente, a ciência. A ciência avança sob a presopusição de que existe uniformidade e inteligibilidade no mundo material. Assume que as leis da natureza que operam hoje são as mesmas que operaram no passado distante, e as mesmas que vão operar no futuro.
Mas se Deus não existe, e o universo é o resultado de forças não inteligentes, não-direccionadas, não-planeadas, donde é que vem a uniformidade da natureza? Se o universo é o resultado de “acidentes” cósmicos, porque é que ele exibe evidências de racionalidade, inteligência e ordem, sem as quais a ciência não poderia existir? Porque é que se assume que o futuro vai ser como o passado ?
Conclusão:
O ateu pode anunciar aos quatro ventos que não acredita que Deus existe, mas a forma como ele vive trai as palavras que saem da sua boca ou da sua caneta. A moral, a lógica, e a ciência, coisas que o ateu tanto gosta de usar contra o criacionista, são na verdade testemunhos empíricos daquilo que Deus diz na Bíblia:
| 20 | Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; | |
| 21 | Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. | |
Portanto, uma vez que toda a gente usa moralidade absoluta, leis da lógica absolutas, e assume que as leis da ciência são uniformes, o cristão pode dizer com confiança que “Toda a Gente Age Como se Deus Existisse“, incluindo o ateu.






