Arquivo para Outubro, 2008

Obama e Terroristas?

Será que os esqueletos no armário deste homem não param?

Parece que no princípio desta década o candidato à presidência dos EUA, o socialista Barack Hussein Obama, esteve envolvido num jantar em honra do antigo porta voz da “PLO” Rashid Khalidi. Foi uma festa e tanto, pelos vistos!

Conhecendo a retórica dos palestinos muçulmanos, deve ter tido o que é normal nos seus discursos: 1) falsos eventos históricos, 2) acusações infundadas, 3) legitimação de ataques a civis judeus, e tudo o mais.

O mais bizarro deste história é que o LA Times tem um video deste evento e não quer libertá-lo ao público. Provavelmente temem que este video destrua as chances do Obama.

Toda a história aqui

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Método Científico?

No blog do darwinista Ludwig Krippahl um dos muitos evolucionistas que animam as conversas fêz uma pergunta ao Marcos Sabino que merece ser considerada.

O Marcos disse:

“E há muitas outras coisas que não se pode validar pelo método científico…. portanto, o método científico não é o único meio de conhecermos a verdade.”

O darwinista perguntou:

“…Como por exemplo? Diga-me um exemplo de algo que se pode validar sem ser pelo método científico e usando um método realmente inquestionável. Nunca conheci tal coisa. Estou curioso!”

A “curiosidade” do darwinista “barba rija” acaba hoje, se Deus quiser.

Para se vêr como tal crença é irremediavelmente auto-refutante basta fazer uma pergunta: Como é que ele chegou à conclusão que nada pode ser validado sem ser através do “método científico” (MS)? Por outras palavras, como é que ele validou o “MS”?

Ele tem duas hipóteses:

1. O que chama de “MS” foi validado por outra coisa qualquer. Isto indica que é possivel que haja coisas válidas que não necessitem do selo de aprovação do “MS”.

2. O “MS” validou-se a si próprio. Ou seja, pensamento circular. (“O MS é válido porque o MS diz que é válido”).

Em que é que ficamos, “barba rija“?

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Life TV

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Evolucionismo vs Criacionismo em Oeiras

Ontem á noite, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, realizou-se o debate intitulado “Evolucionismo vs Criacionismo”.

Do lado evolucionista estava o Ludwig Krippahl, da Faculdade Ciências e Tecnologia – Universidade Nova de Lisboa, e do lado cracionista estava o Jónatas Machado, da Faculdade de Direito – Universidade de Coimbra.

<- Ludwig <- Jónatas

Para grande constrangimento do Ludwig, o que convém ressalvar do título do debate é que as pessoas que o fizeram já se aperceberam que este debate é mesmo uma guerra de ideologias, e não uma guerra entre a “ciência” e a “religião”. Digo “constrangimento” porque uma das primeiras coisas que o Ludwig tentou fazer, quando chegou a sua vêz de falar, foi remover o “ismo” de evolução e acrescentar “teoria da”. O propósito disto é dar um ar mais científico ao evolucionismo, e contrapô-la com a “subjectividade” do criacionismo.

É importante manter o “ismo” na evolução porque isso é uma forma de as pessoas verem que, longe de ser uma dedução imparcial dos factos e das observções, o evolucionismo é uma ideologia que se tenta validar com uma interpretação específica dos factos.

Devo dizer, antes de comentar alguns pontos, que o debate não foi moderado da melhor forma. Primeiramente, algumas das pessoas que fizeram perguntas aos adversários de debate demoraram quase 5 minutos para fazer uma simples pergunta. Alguns nem sequer faziam perguntas mas faziam declarações. Tudo estaria “bem” desde que fosse feito em pouco tempo. Pegar no microfone e começar a filosofar sobre o lugar do homem no universo, ou neste ou naquele professor que disse que o criacionismo é um absurdo, não serve de evidência contra ou a favor de nenhuma das posições que estavam a ser debatidas.

Outra coisa que deu para vêr neste debate é a total falta de conhecimento do que o criacionismo Bíblico defende. Algumas pessoas, tal como a pessoa que estava ao meu lado direito, não se fartavam de rir em tom condescendente sempre que o Jónatas dizia que Deus fêz isto ou fêz aquilo. Para algumas pessoas, dizer que Deus intervém no mundo material está completamente fora de questão.

A ignorância em relação à Bíblia chegou a ser hilariante quando um jovem pegou no microfone e falou nos “4 salmos”. Ele depressa corrigiu-se mas não deixou de ser sintomático da total falta de conhecimento dos rudimentos da fé cristã. Suponho que após quase 20 anos a estudar em escolas evolucionistas, não podemos esperar outra coisa.

Em relação ao debate em si, acho que, devido ao que foi dito em cima (pessoas que levavam tempo a fazer perguntas, pessoas que falavam de assuntros irrelevantes, a má moderação do moderador, o tempo excessivo nas respostas, especialmente no caso do Jónatas) acho que o debate poderia ter sido muito melhor para a causa cristã.

A ideia com que fico é que o Ludwig esteve melhor em passar a sua visão do que o Jónatas. Embora tudo aquilo que o Jónatas disse está certo, e o que o Ludwig está essencialmente errado nos pontos fulcrais, acho que as pessoas apreenderam melhor o que o Ludwig acredita.

O Jónatas respondeu as perguntas que teve hipótese de responder mas em alguns casos deu informação a mais. O Jónatas levou muito tempo a responder algumas coisas e isso de certeza que fêz algumas pessoas não apanharem o cerne do seu ponto.

A seu favor está o facto de ele ter dito vezes sem conta que a informação presente nas formas de vida é uma evidência forte para Deus. Isto foi um bom ponto a seu favor.

Outra coisa que falhou no debate é que houve muitas perguntas que o Ludwig e o Jónatas não puderam responder.

O Ludwig esteve bem a defender o seu caso, embora tenha negado que as formas de vida tenham informação. Ou seja, ele esteve bem e passar a mensagem do que ele acredita, embora o que ele acredita esteja errado. Além disso o Ludwig revelou-se uma pessoa muito simpática, afável e de fácil trato. Foi uma boa surpresa. Quem diria que haveria evolucionistas simpáticos?!! ;-)

Alguns pontos em relação ao que o Ludwig disse.

O Ludwig começou a defesa do evolucionismo a mostrar (ou a aludir) ao funcionamento da mecânica de Newton, que faz parte da ciência operacional, com o suposto funcionamento da teoria da evolução. Isto provavemente está na página 1 do manual dos evolucionistas. Como forma de confundir a questão, comparam o sucesso da ciência operacional, com a qual nenhum cientista criacionista discorda, com a metafísica darwinista.

Por diversas vezes no seu blog o Ludwig já foi aludido para este argumento falacioso, mas ele não se importa.

Seguidamente o Ludwig deu a definição mais abrangente não falsificável de evolução: herança + modificação. Isto também é standard dos evolucionistas. Eles oferecem a definição mais vaga possível de modo a não estar sujeito a falsificação.

O Marcos Sabino, que foi comigo ao debate, aludiu exactamente a este ponto na pergunta que ele fêz ao Ludwig. O Marcos essencialmente disse que a teoria de evolução, uma vez que acomoda cenários mutuamente exclusivos, não deixa espaço para uma alternativa. Por exemplo, a evolução aceita o incremento de informação genética como evidência, mas também acomoda a perda de informação como sendo um evento evolutivo. Ah, e se não houver perda ou acrescento de informação também é “evolução”.

Onde está a ciência nisto? Uma teoria que acomoda dois eventos mutuamente exclusivos não é ciência.

A definição do Ludwig foi oferecida exactamente com o propósito de ser o mais vaga possível para evitar a falsificação. Uma teoria científica é exactamente o oposto. Uma teoria científica corre riscos ao ser bem específica e exclusiva. A evolução, ao ser tão vaga, não corre riscos nenhuns.

Como também é standard na defesa do evolucionismo, o Ludwig tentou usar a medicina como uma área que pertence à evolução. Ele usou o exemplo clássico das bactérias que “ganham” resistência aos antibióticos. O problema é que a “resistência” que algumas bactérias “ganham” é devido a perda de informação genética, e não a aquisição de novas e previamente inexistentes instrucções genéticas. O facto de que bactérias com menos informação genética se tornam resistentes a um antibiótico específico não explica a origem da informação presente nas formas de vida.

O Ludwig também aludiu para a árvore da vida. Este ícone da evolução está a ser alvo de ataques até por outros evolucionistas. Obviamente que o facto de outros evolucionistas não aceitarem a árvore da vida proposta de Darwin não quer dizer que não seja verdade, mas quer dizer sim que aquilo que o Ludwig apresenta como um “facto” é apenas uma interpretação não-consensual entre os darwinistas.

É engraçado que o Ludwig primero tente usar a árvore de Darwin como fundamento para explicar o padrão da natureza, mas noutra parte do debate ele diga que há “grupos” de animais distintos e com caracteristicas equidistantes de outro grupo. O problema, claro está, é que se o padrão da vida biológica é o fluir de modificações sem limites, não deveria haver grupos. A existência de grupos (tipos) de animais na natureza é evidência para o Livro de Génesis e não para a evolução. Se a evolução fosse verdade, a natureza deveria estar uma confusão morfológica, biológica, e tudo o mais, uma vez que as formas de vida deveriam estar a mudar e a evoluir para outra coisa qualquer.

Dito de uma forma visual: se eu acredito que uma pessoa está em viagem e está a afastar-se do ponto de partida, então se eu fosse vêr o nome das cidades onde ela já andou, eu deveria vêr um padrão de nomes diferentes através do percurso. No entanto, se, ao vêr o nome das cidades, eu vejo as mesmas 4 ou 5 cidades,então a pessoa não está a ir a lado nenhum, mas provavelmente está a andar aos círculos.

Na natureza nós vêmos “arquétipos” ou “tipos básicos” e vêmos variações que radiam desse mesmo tipo. Não há evidência nenhuma para a progressão imaginada pelo evolucionismo.

O Ludwig tenta usar as semelhanças como evidência para evolução, mas ao mesmo tempo tenta usar as distâncias entre os grupos como evolução. Portanto, distinção é evidência para evolução, mas as semelhanças também são evidência! Mais uma vez, a teoria abrange todos os cenários.

O Ludwig aludiu a acumulação das mutações como o evento gerador das novidades biológicas que supostamente foram mantidas pela selecção natural, no caso de serem benéficas para o organismo. Isto está essencialmente certo, mas não da forma que o Ludwig tentou passar.

De facto mutações acontecem, e de facto as mutações que conferem vantagens ao organismo são mantidas pela selecção natural. O problema é que as mutaçoes são totalmente irrelevantes para a evolução uma vez que elas apenas eliminam ou recombinam instrucções que já existam.

As mutações não são evidência para a evolução.

Como as mutações, (na sua esmagadora maioria deleteriosas) ao nível da informação, estão a caminhar na direcção contrária a necessária para a evolução, é absolutamente ilógico elas serem usadas como evidência para um processo onde supostamente houve um incremento de informação genética.

Eu não posso ficar rico se perder 2 euros todos dias. A evolução não pode acontecer se eu estiver a perder informação genética.

O Ludwig disse que o criacionismo não explica os mecanismos. De certa forma, é verdade. O criacionismo não explica como é que Deus organizou as moléculas para além da Sua Palavra (Ele falou e as coisas aconteceram). No entanto, este ponto levantado pelo Ludwig não deixa de ser curioso, uma vez que não há nenhum mecanismo natural capaz de mudar um dinossauro numa áve, mas o Ludwig acredita que isso aconteceu.

A resposta do Ludwig seria do tipo “Ah, e tal, isso aconteceu em milhões de anos. Não foi de repente”.

Com isto o que é impossível no imedianto torna-se possível com mais tempo. Sim, o tempo tudo pode!

Porquê os dois pesos e as duas medidas?

Um dos pontos que mais demonstra a preeminência da ideologia naturalista acima das evidências científicas é a noção de que o código genético não tem informação. O Jónatas demonstrou claramente que o código está lá, e ele tem funções específicas na organização e desenvolvimento das formas de vida.

A pergunta põe-se: porque é que o Ludwig nega que o ADN seja um código de informação? O Ludwig nega isso porque o Ludwig sabe que sistemas de informação não se geram a si próprios, mas tem sempre uma causa inteligente. Como exemplo, tomemos o exemplo do código morse. Escreveu-se a si próprio? E o código binário? Ninguém diria que estes códigos se escreveram a si próprios, caso nós não soubessemos quem os fêz. No entanto, o código genético e incrivelmente mais complexo que qualquer código manufacturado.

O Ludwig, ciente das implicações, nega ideológicamente que o ADN seja um código, e afirma que a informação que supostamente existe no ADN é posta pela pessoa que o estuda.

Portanto, o Ludwig nega que o ADN seja um sistema de informação porque isso seria uma evidência poderosa a favor de Deus. Sendo ele um ateu, não pode aceitar esta implicação, e portanto perverte a ciência para manter a integridade ideológica. O Naturalismo fala mais alto que a ciência, pelos vistos.

O Ludwig afirmou que o criacionimo foi rejeitado porque não era útil.

Totalmente falso. O criacionismo foi rejeitado por motivos filosóficos e não por motivos científicos. Os fundadores da ciência moderna (Maxwell, Faraday, Blaise Pascal, Newton, Mendel, Copérnico, Lineus) eram todos homens que sabiam que o universo no seu todo, e a Biologia em particular, tinham uma Causa Sobrenatural. Essa posição ideológica não foi impedimento para o progresso da sua ciência.

À medida que a Europa se tornava mais secular, os cientistas tentaram desenvolver explicaçºoes que pusessem de parte qualquer intervenção Divina. Charles Lyell e James Hutton foram alguns dos homens que tentaram “livrar a ciência de Deus”.

Mas se vamos ser coerentes, a pergunta põe-se: qual é a utilidade da crença que diz que o mundo biológico é o resultado de milhões de mutações aleatórias? O que é que me interessa se o pássaro evoluiu de um dinossáuro? De que forma a ciência progride quando se “sabe” que a mão da minha irmã, a pata do gato dela e as asas dos morcegos tem uma origem natural comum? O que é que isso afecta a forma que eu vivo?

Se eu fosse cientista, e se eu acreditar que o morcego, o gato e a minha irmã foram criados por Deus, e não o resultado de erros genéticos filtrados pela selecção natural, faria ciência operacional de maneira diferente?

Resumindo, não há importância científica nenhuma na teoria da evolução. A sua necessidade é uma necessidade ideológica.

O Ludwig depois fêz um erro estranho. Ele afirmou que o ressurgimento moderno do criacionsmo se deve ao Discovery Institute (DI). O problema é que o DI não é um defensor do criacionismo Bíblico, mas da teoria do Intelligent Design (ID). Além disso, o ressurgimento moderno da ciência da criação está mais ligado ao livro “The Genesis Flood” de Henry Morris e John Whitcomb (1961).

O Ludwig disse também que tudo o que criacionismo faz é “atacar a ciência”, sem oferecer nenhum modelo operacional. Obviamente, o criacionismo não ataca a ciência. O criacionismo usa a ciência para refutar a teoria da evolução.

Em relação à falta de modelos no criacionsmo: isto também é falso. Existem vários modelos testáveis no que toca ao Dilúvio de Noé, em relação à dispersão dos povos a seguir ao evento da Torre de Babel, em relação à luz de estrelas que estão a milhões de anos de nós, etc..

Há várias questões e vários modelos explicativos dentro do criacionismo. O problema do Ludwig não é a inexistência de modelos, mas sim a pressopusição que o modelo criacionista tem (Deus). Para o Ludwig, qualquer modelo que use Deus como explicação do passado tem que ser falso, independentemente das evidências.

Conclusão:

Obviamente, não deu para se aludir a todos os pontos e nem deu para se fazer todas as perguntas, mas deu para vêr a forma como o evolucionismo é defendido pelo Ludwig, para além do que ele põe no seu blog “Ktreta”.

Volto a frisar que o debate foi mal moderado, Com o tempo disponível, o moderador deveria ter limitado as perguntas da audiência, e deveria ter limitado o tempo de resposta aos perguntados.

Fica a nota positiva da simpatia dos dois intervenientes, e o facto de o debate ter acontecido bem perto da minha casa. :-D (Deus é Bom!)

Espero que isto seja o princípio de muitos outros debates deste modo em Lisboa.

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Pintura Evolutivamente Embaraçosa

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta imagem foi-nos sugerida pelo Sabino e é uma daquelas imagens que não deveriam existir se a teoria da evolução e a interpretação darwinista do registo fóssil, fossem verdade.,

Segundo a fábula darwinista, os dinossauros desapareceram milhóes de anos antes da chegada do ser humano. Os darwinistas sabem disso porque supostamente nunca foram encontrados fósseis de dinossauro na mesma camada geológica que os seres humanos.

Para além do facto de o suposto registo fóssil ser um jogo de adivinhação (vêr este linkeste, e este),  existem mais problemas.

Se, como diz a Bíblia, os animais terrestes foram criados no mesmo dia que o ser humano, então uma das coisas que se poderia prevêr é a existência de registos humanos onde a interacção com dinosauros é manifesta, da mesma forma que há registos humanos a interagir com outros animais.

O que é que a arqueologia mostra? Mostra que, tal como seria de esperar se a Bíblia fosse verdade, existem relatos históricos, pinturas e artigos arqueológicos onde se podem vêr o homem a interagir com animais que hoje nós chamamos de dinossauro.

Eis aqui alguns links:

1. Imagem de Dinosauros Onde Não Deveria Estar

2. ANCIENT DINOSAUR DEPICTIONS

Conclusão:
As evidências científicas confirmam a Bíblia e refutam as interpretações naturalistas do registo fóssil. Não há razão científica para se rejeitar o facto de que dinossauros e seres humanos viveram lado a lado. Existem, sim, razões ideológicas.

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Racismo contra John McCain

Este pequeno video é hilariante.

Um entrevistador foi ao Harlem e entrevistou vários afro-americanos para vêr se eles apoiavam Obama por causa das suas políticas ou por outro motivo qualquer.

Como forma de expôr o racismo que está por trás do maciço voto afro-americano em Obama, o entrevistador perguntou aos entrevistados se eles concordam com Obama quando este diz, por exemplo, que as tropas devem ficar no Iraque. O entevistador perguntou ainda se eles tem algum problema com o facto de o Obama ter escolhido a Sarah Palin para ser a sua vice-presidente.

Os entrevistados responderam que estão de acordo com a escolha de Obama em manter as tropas no Iraque, e com a sua escolha em Sarah Palin para vice. O problema, claro está, é que essas escolhas são do John McCain e não do Obama.

Conclusão:

Este video demonstra que muitos afro-americanos vão votar me Obama não por causa das suas políticas, mas sim por causa da côr da sua pele. A pergunta que fica é a seguinte: se isto fosse ao contrário, o que é que os afro-americanos diriam?

Se a maioria dos votantes brancos fosse votar em McCain <b>apenas</b> porque ele é branco, isto seria considerado de “racismo”, mas o facto de que uma grande percentagem da comunidade negra americana votar em Obama devido ao facto de este ter a côr de pele “certa” não parece incomodar os média americanos.

Parece que o racismo só é racismo quando a vítima não é branca.

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Obama Suportou Livro de Bill Ayers

Mais uma evidência para a óbvia proximidade ideológica entre o terrorrista da extrema esquerda Bill Ayers e Hussein Obama.

Se as coisas estão assim enquanto ele ainda não é presidente, só Deus sabe as coisas que vão ser descobertas quando/se ele vier a ser presidente.

O mais lógica é não votar em alguém como Obama.

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O (Imaginado) Poder da Natureza

O ateu darwinista

O propósito deste post no seu blog é o de demonstrar que as formas de vida podem variar sem limites. Ou seja, na visão do mundo do Ludwig, na ausência de Um Deus Criador, temos a toda poderosa “mamã natureza” e os seus infinitos poderes criativos.
Ele afirma:

Darwin não inventou a evolução, que era um facto já conhecido no século XIX.

Tradução: Darwin não foi o primeiro a imaginar que o mundo biológico tinha-se criado a si próprio. Essas crenças naturalistas já tinha sido propostas antes de Darwin, indo atrás no tempo até antigos gregos e romanos.
O filósofo romano Lucrécio afirmou coisas que para o darwinista contemporâneo são bem familiares. No seu livro “De Rerum Natura” ele afirma:

‘Nothing can ever be created by divine power out of nothing’ … ‘the theory that they (the gods) deliberately created the world in all its natural splendour for the sake of man …. This theory … with all its attendant fictions is sheer nonsense!’

Basicamente, o que Lucrécio afirma é que os “deuses” não criaram nada, mas que a natureza criou-se a si própria. Essa crença, embora agora posta num domínio monoteísta, é o fundamento ideológico da teoria da evolução tal como ela é indoctrinada nas escolas públicas.
Devido a isso, e uma vez removido o Poder Criativo de Deus como fonte da diversidade biológica, os ateus darwinistas estão ideológicamente forçados a atribuir poderes criativos àquilo que foi criado por Deus, num remanescente claro daquilo que o Apóstolo Paulo diz em Romanos 1:25:

Pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Foi exactamente isso que o Ludwig demonstrou no seu post. Ao tentar justificar os poderes criativos da Natureza, ele está a “servir a criatura” e não ao Criador. Ele está a atribuir poderes criativos àquilo que foi criado por Deus.
Ele diz:

Todos os organismos são diferentes, são tão mais diferentes quanto mais afastado o parentesco e não há limites para estas diferenças.

Claro. Se ignorarmos a ciência e os limites genéticos que existem para a variação, qualquer coisa é possível . Até é possível que um dinossauro se transforme num pássaro.
Obviamente que há limites para a variação. Por mais factores externos que se usem numa forma de vida, ela nunca se vai modificar para além das intrucções genéticas que os progenitores já possuem. Se o Ludwig acha que sim, ele tem que providenciar as evidências para isso. Os cristãos não tem que providenciar evidências para aquilo que é observado diariamente.
Aquilo que as observações nos dizem é que todas as formas de vida se reproduzem de acordo com as intrucções genéticas já presentes nos progenitores. Isto é exactamente o contrário daquilo que deveria ser a norma se a evolução, tal como imaginada por Darwin e os seus discípulos contemporâneos, fosse verdade.

É preciso ter-se em atenção ao salto de lógica que o Ludwig tenta fazer no seu post. O Ludwig tenta demonstrar que não há limites nas variações, e como evidência ele usa as variações que são observadas. O problema é que as variações que são observadas, para além de estarem a ir em direcção contrária à evolução ao nível informacional, elas não demonstram de maneira nenhuma que as variações podem ocorrer perpetuamente.

Não há barreiras a prender um organismo à essência do seu tipo porque não há essência nenhuma. E sem compreender isto não se compreende a biologia, como demonstra o Rodrigo Bento.

Compreende-se a Biologia moderna sem problemas nenhuns mesmo rejeitantando-se a não-suportada crença de que as formas de vida podem-se modificar indefinidamente. Existem barreiras biológicas para o desenvolvimento e diversificação das formas de vida, e isso é por demais manifesto no que podemos observar. Veja-se a plasticidade dos cães. Vejam-se as tentivas de se gerar cavalos cada vez mais rápidos. Por máis rápidos que eles posam vir a ser, não vão deixar de serem cavalos, e um dia o limite vai ser atingido. Por mais engenharia genética que se faça, nunca vai ser possível criar um porco do tamanho de uma cidade como Lisboa. Há limites nas variações possíveis, e isto é um facto que vai contra o darwinismo.

Segundo, sem a crença nos “tipos básicos” (ou arquétipos) a tipologia do criacionista Lineu, que é a base da Biologia moderna, essa ciência seria mais complicada.

Além disso, o facto de que as formas de vida “variam” não é evidência para a crença de que elas podem variar sem limites. Se isto é assim, então o facto de que eu posso andar nas estradas de Oeiras é evidência que que eu posso andar daqui até a lua, certo?
“Variação” não significa “evolução”.

O Ludwig cita o Rodrigo Bento:

«num determinado ponto da história (no tal em que os seres se tornaram (?!) sexuados, macho e fêmea, [curiosamente] no mesmo ponto geográfico, no mesmo tempo de vida útil, no mesmo estado de desenvolvimento sexual e não só, sentindo atracção um pelo outro, com vontade de procriar, sendo capazes de, pela primeira vez na história, reproduzir sexuadamente e logo sem erros, produzindo descendência fértil com as mesmas características…)» (1)

Se a evolução verdadeiramente aconteceu, então isto deve ter acontecido. Para além das monstruosidades estatísticas que estão envolvidas nesse evento, a falta de evidências parece não preocupar os ateus.

A questão é que os seres não se tornaram sexuados em grupo. Tal como os romanos não passaram a falar português de uma só vez.

O Ludwig agora tenta equivaler a evolução linguística, que é uma construção inteligente, com o darwinismo, que, segundo os próprios darwinistas, não tem intervenção inteligente em nenhuma parte do processo. Falsa analogia.

O que aconteceu foi que seres distintos entre si formavam populações onde a distribuição de certos atributos ia variando com o passar das gerações, à sorte ou sob pressão reprodutiva.

Ou, por outras palavras, “o que aconteceu aconteceu!”. Se viveu, então foi evolução. Se morreu, então evolução foi. Onde está a ciência nisso?
Quais atributos, Ludwig? Onde? Porquê? Como? A tua resposta não invalida o que o Rodrigo disse. Se a evolução aconteceu, então “num determinado ponto da história (no tal em que os seres se tornaram (?!) sexuados, macho e fêmea, [curiosamente] no mesmo ponto geográfico, no mesmo tempo de vida útil, no mesmo estado de desenvolvimento sexual e não só, sentindo atracção um pelo outro, com vontade de procriar, sendo capazes de, pela primeira vez na história, reproduzir sexuadamente e logo sem erros, produzindo descendência fértil com as mesmas características…)”.
Tudo isto por acaso!

Ninguém saltou a “barreira” entre o português e o latim. O que transformou estas línguas foi a acumulação das idiossincrasias individuais de quem as falava.

Alterações essas que tiveram o design inteligente de seres humanos, contrariamente à teoria da evolução onde não há lugar para Uma Inteligência por trás do processo evolutivo. Repito, falsa analogia.

Tal como não há uma barreira histórica entre o latim e o português, nem um número exacto de cabelos a separar o careca do cabeludo, também não há barreiras entre tipos ancestrais e descendentes.

Não há barreiras entre gatos e…….gatos. Não há barreiras entre cães e….hmm…..cães. Não há barreiras entre dinossauros e…..hmm….pássaros?

O requisito do Rodrigo Bento para a reprodução sexuada é tão ridículo como exigir que surgissem dois romanos a falar português ao mesmo tempo para que o latim desse origem ao português (se fosse só um, diria o Rodrigo, ninguém o compreendia e morria frustrado).

Não, não é ridículo, uma vez que para ser seleccionado pela “toda poderosa” selecção natural, ela tinha que ter alguma vantagem “seleccionável”. Se um organismo “evolve” a sexualidade mas ela não serve de nada, a selecção natural vai eliminá-la (consumo de recursos e energia). Uma vez que em termos evolutivos reprodução sexual é MENOS eficiente que reprodução asexuada (na asexuada a descendência recebe os genes de apenas um progenitor), dois organismos com reprodução sexual teriam que aparecer na mesma área geográfica, ter instrucções genéticas sobre como reproduzir, saber o que fazer, gestação, etc, etc. Tudo isto tinha que aparecer à mesma altura. Se um tem, e o outro não, então nem valia à pena.

Para compreender a evolução é preciso perceber que não há tipos de organismos.

Só é pena que a biologia moderna assente na crença na tipologia do criacionista Lineu. Mas evolução não precisa de evidência, por isso, está tudo bem.

Há populações. A evolução não é o aparecimento súbito de um tipo diferente mas a transformação gradual de populações pela substituição de organismos que morrem por outros ligeiramente diferentes.

Os defensores do evolucionismo “Punctuated Equilibrium” discordam contigo. Eles defendem que o registo fóssil de facto mostra o aparecimento súbito. Agora entendam-se..

Gaivotas dão gaivotas, mas não exactamente iguais. E se passar tempo suficiente acabamos por lhes dar outro nome.

Mas nunca vão deixar de ser gaivotas!

Conclusão:

Uma vez que o darwinista Ludwig rejeita filosoficamente a existência de Deus, ele tem que arranjar “outro criador” para a biologia. Tal como Romanos 1:25 diz, quando o homem rejeita Deus como Criador, ele invariavelmente confere poderes criativos àquilo que foi criado.

A crença nos poderes criativos da natureza não é uma necessidade científica mas uma necessidade ideológica. O Ludwig tem que acreditar que a Natureza tem esse poder porque na sua visão do mundo não há outra forma de explicar a diversificação da vida biológica.

Se Deus não existe, então o mundo criou-se a si próprio. A questão é: será que Deus não existe?

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Creation Museum Faz Darwinistas Ficar Deprimidos

Estamos depremidosafirmou o darwinista Dan Phelps da “Kentucky Paleontology Society”. Acrescentou ainda “Ultimamente tem havido um forte incentivo para melhorar a educação científica, mas coisas como esta [O Creation Museum] ainda existem“.
 

Pobre Dan. Eu (quase) que entendo a sua depressão.
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Ponham-se no lugar do Dan e imaginem o seu stress. Então um darwinista passa anos e anos a indoctrinar crianças (com dinheiro público) a favor da crença que afirma que o mundo biológico criou-se a si próprio, e agora chegam estes cristãos com museus de alta qualidade afirmar que afinal as evidências científicas apontam na direcção contrária dos poderes magicos da selecção natural. É deprimente, em dúvida.
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Mas olha, Dan, eu conheço Alguém que te pode curar a depressão. Ele chama-Se Jesus Cristo.
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Ele é o Criador que é Mencionado no Creation Museum, e Ele terá todo o deleite aliviar a tua alma da depressão tal como Ele fêz com a minha alma, e tal como Ele faz um pouco por todo o mundo.

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Plantas Possuem Termostátos

Devido ao facto de elas estarem “presas” ao solo, quando a temperatura aumenta as plantas tem poucas opções . Elas não se podem movimentar para a sombra mais próxima, como alguns animais fazem.
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Mas elas sabem lidar com a situação.
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Elas possuem um termostáto interno que actua como um departamento de prevenção de incêndios. Science Daily revela a história toda.
Pesquisadores da “Michigan State” identificaram uma proteina nomeada de bZIP28 que vive dentro da célula, perto do “reticulum endoplásmico” (RE). Esta pequena proteína actua como um cão de prevenção de incêndio, preso às paredes do RE pela coleira.
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Quando a temperatura atinge um certo ponto, a coleira é solta e o cão corre para dentro do núcleo da célula onde ele figurativamente ladra e despoleta uma série de reacções em cadeia.
A proteína bZIP28 está ancorada dentro do reticulum endoplásmico, longe da sua área de acção um bioquímico da MSU afirmou.No entanto, quando a planta aquece demasiado, uma ponta da proteína bZIP28 é cortada e ela dirige-se para o núcleo da célula. Uma vez no interior, ela activa outros genes que podem controlar a resposta ao calor“.
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Os investigadores verificaram que as plantas sem o “cão de prevenção de incêndio” (a proteína) morreram quando a temperatura atingiu um certo nível.
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Um dos outros pesquisadores comentou:

“Estamos a descobrir que a tolerância ao calor é um processo mais complexo do que originalmente calculado.”.

 Conclusão:

O artigo não menciona, mas quase de certeza que os cientistas eram darwinistas. Esta descoberta científica em nada seria diferente se os cientistas envolvidos fossem todos criacionistas Bíblicos. Porquê? Porque a criação e a evolução são interpretações do passado, fora do domínio da ciência empírica. A evolução é aquilo que Karl Popper, o filósofo da ciência chamou de “ciência histórica”.
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Como tal, os factos que os darwinistas observam são os mesmos que os cientistas criacionistas observam. O que varia é a interpretação dos factos observados.
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A ciência progride quando os cientistas deixam o altar de Darwin (isto é, deixam de lado a noção de que o mundo biológico é o resultado de forças não-inteligentes), e investigam a natureza sob uma perspectiva de design (que está mais de acordo com o criacionismo do que com a teoria da evolução), tal como fizeram para descobrir a função do bZIP28.
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Estes cientistas estudaram a proteína porque eles tomaram a posição científica de que esta proteína está lá, não por acaso, mas com uma função específica (isto é, por design). Se eles tomassem a posição darwinista (que diz que as formas de vida são o resultado de forças aleatórias, sem propósito, sem direcção, sem inteligência) eles não teriam razão alguma para estudar mais profundamente o que estavam a observar.
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Agora que os cientistas estão a descobrir a complexidade de apenas um subsistema das plantas, a resposta ao calor, nós poderemos modificá-lo de modo a permitir que plantas específicas possam crescer em climas áridos, tendo em vista o bem das pessoas.

É desta forma que a ciência deveria ser feita, longe da mitologia darwinista.

(Modificado a partir do artigo original exposto aqui)

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