Arquivo para Março, 2009

Texas: Ciência Supera Dogma

Para desespero dos darwinistas, os requerimentos científicos para o estudo da ciência no Texas agora incluem criticismo da teoria da evolução.

Durante o tempo que passou enquanto as audiências decorriam, uma coisa ficou clara: um dos lados focou-se exclusivamente na ciência enquanto que o outro lado trazia a religião para discussão sempre que podia.

Contrariamente ao estereótipo maquinado pela impressa darwinista, são os próprios evolucionistas que trazem a religião para o debate, enquanto que os cientistas que questionam a teoria da evolução limitam-se à ciência.

John West clarifica a situação no blog “On Faith” do “Washington Post”:

Os evolucionistas tipicamente vêem-se a si próprios como os campeões do secularismo racional na sua luta contra a superstiçao, mas em Texas, sempre que puderam, eles tentaram injectar a religião dentro do debate sobre a evolução.

De facto, durante a semana passada até parecia que eles não conseguiam parar de falar de religião. Eles gabaram-se das suas crendenciais como professores da escola dominical e das suas posições como líderes de igreja. Eles citaram a Bíblia e apelaram à Teologia, e, obviamente, atacaram as crenças religiosas dos seus oponentes classificando-os de “fundamentalistas religiosos”.

Como contraste, as pessoas que suportam o ensino dos “pontos fortes e fraquezas” da teoria da evolução restringiram-se apenas à ciência. Eles apresentaram uma procissão de cientistas doutorados e professores de ciência que testemunharam o seu cepticismo em relação a aspectos fulcrais da teoria da evolução.

Quem diria? Na altura própria onde os evolucionistas poderiam mostrar as evidências que suportam a crença que o mundo biológico é o resultado de forças não-inteligentes, o que é que os darwinistas fazem? Falam de religião (o que no mundo ocidental que dizer quase exclusivamente Cristianismo).

Porque será que os darwinistas defendem a sua fé tentando fazer passar a imagem que não há contradição entre a teoria da evolução e o Cristianismo?

O que fica da decisão de Texas é que os estudantes por lá vão ter aulas de ciência onde não se vai assumir à partida que Darwin estava certo. Pelos vistos vai-se ter a liberdade para se ensinar a teoria da evolução como uma teoria científica, e não como um dogma religioso.

Os evolucionistas sabem que não conseguem defender a sua teoria cientificamente, e como tal tentaram desesperadamente mudar o foco da questão da ciência para a religião.

Pelos vistos não funcionou.

As pessoas que estão inseguras em relação à criação e a evolução devem levar em conta o comportamento dos darwinistas. Quem tem evidências a seu favor não tenta a todo o custo mudar o assunto.

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Religião sem Deus

Incluido na descrição gráfica das características dos últimos dias está um aviso relativo aos líderes religiosos. Os mesmos manteriam uma aparência externa de religiosidade (edíficios cristãos, sacramentos, serviços religiosos, etc) mas haveriam de rejeitar os aspectos sobrenaturais da Fé Cristã.

Eles haveriam de desejar as armadilhas do professionalismo religioso uma vez que haveriam de ser “amantes dos prazeres mais do que amantes de Deus” (2 Tim 3:4).

Tais especificações correctamente descrevem o cientismo moderno e a teologia liberal. Essa visão do mundo não só é abraçada por muitos católicos e protestantes, como também permeia todos os tipos de movimentos sociais liberais (feminismo radical, agenda homosexual, panteísmo “Nova Era”, e muitos outros).

Embora estes movimentos sejam diversificados em estrutura e em propósito, todos eles partilham uma característica comum: todos eles rejeitam o Cristianismo Sobrenatural, e especialmente o criacionismo Bíblico..

Muitos pregadores liberais afirmam uma “firme” crença nos ensinamentos dO Senhor Jesus Cristo, mas eles invariavelmente negam o Poder de Deus manifesto na criação bem como os milagres Divinos cujos efeitos foram sentidos em toda a Terra (o Dilúvio de Noé, e a Dispersão de Babel).

A profecia do Apóstolo Paulo descrita em 2 Timóteo 3 não nos foi revelada apenas a título informativo, mas também como um aviso para aqueles que já estão no reino do Filho de Deus (Col 1:13). Estes têm sido pressionados pela sociedade (e muitas vezes pelos supostos “líderes cristãos”) para abandonarem as doutrinas àcerca DO Poder Criativo de Deus, e se submeterem à versão da realidade imaginada pelos ateus e humanistas seculares.

Muitos já foram enganados pelos sistemas evolutivos em torno das supostas “idades geológicas”. Isto é trágico e perigoso. Em vez de nos submetermos a imaginações ateístas ou a líderes religiosos liberais, Deus avisa em 2 Tim 3:5: “Destes afasta-te!”

Se por acaso tu te encontras numa igreja onde a doutrina da criação não está de acordo com Êxodo 20:11, se calhar é tempo de confrontates os teus líderes ou de mudares de congregação.

Pensa assim: se os teus líderes têm dificuldades em aceitar uma doutrina tão fácil de ser entendida como a doutrina da criação, que mais é que eles vão te ensinar no futuro? Se calhar no futuro vão dizer que o Senhor Jesus não pode ter ressuscitado literalmente porque, como a “ciência” (isto é, naturalismo) mostra , os mortos não voltam a vivêr. Se calhar a ressurreição do Senhor era uma “alegoria”, ou uma “metáfora”. É uma linda história, mas a “ciência” mostra que não é literal.

2 Timóteo 3:1-5 – SABE, porém, isto; que, nos últimos dias, sobrevirão tempos trabalhosos;Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afecto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

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“He loved Big Brother”

A frase final do clássico de George Orwell “1984″ sumariza o triunfo da ideologia sobre a verdade. Como crentes no Senhor Jesus Cristo, será que presentemente encaramos o mesmo perigo?

No livro supra citado, Orwell reporta a crescente insatisfação de Winston Smith em relação ao Partido governante personificado pelo Big Brother. Orwell não só menciona o que aconteceu quando a dessidência de Smith foi detectada pela “Polícia do Pensamento”, como também reporta o processo de “re-educação” (tortura e lavagem cerebral) a que ele foi submetido como forma de aceitar a versão de realidade ditada pelo Partido.

É o Partido – “o Big Brother” – que define o que é a verdade para todos. Tal como Winston aprendeu no livro, se nós contestamos a versão da realidade imposta pelo Partido, nós temos primeiramente que esquecer tudo aquilo que o “Big Brother” quer que nós esqueçamos. Temos que aceitar contradições como algo perfeitamente normal, e como forma de mantermos paz pessoal e segurança, temos que conformar-mo-nos à realidade imposta pelo Big Brother .

Não é muito difícil para mentiras tornarem-se verdades aceites. Como Winston foi forçado a aceitar, não existe tal coisa chamada de realidade externa. A realidade está na mente – na mente do Big Brother.

O clássico de Orwell tem sido considerado uma sátira às políticas de poder e barbarismo do Estalinismo e outros regimes totalitários, no entanto é de sobremaneira profético àcerca do poder de qualquer classe governante para ditar o que deve e não deve ser aceite como verdade.

O influente pensador cristão Francis Schaeffer (escrevendo uma geração depois de Orwell) descreveu como à medida que os princípios absolutos de Deus vão sendo são descartados, princípios humanos aparecem para os substituir. Os novos “absolutos” tornam-se então aqueles que são ditados pela pessoa mais poderosa do grupo governante.

Hoje em dia o grupo governante impõe às massas que a evolução é a verdade. Inquestionável verdade, dizem-nos eles. Juntamente com a sua Polícia do Pensamento, eles querem matar à nascença qualquer debate sobre esta “verdade”.

Infelizmente, eles têm sido bem sucedidos.

Um exemplo do seu sucesso: Durante o mês de Janeiro de 2009 um grupo preocupado com o “crescente criacionismo” nas escolas públicas foi bem sucedido em influenciar o “Texas State Board of Education” de modo a estes removerem legislação com mais de 20 anos que afirmava que os “pontos fortes e as fraquezas” das teorias científicas devem ser discutidas. A Polícia do Pensamento não queria que o Darwinismo fosse criticado.

O lobby pro-Darwin era composto por membros de 3 organizações: “American Civil Liberties Union” (União Americana das Liberdades Civis), “Texas Freedom Network” (Rede de Liberdade do Texas) e “National Center for Science Education” (Centro Nacional a favor da Educação Científica).

Reparem neste paradoxo:
• Um grupo preocupado com as “Liberdades Civis” que quer tirar a liberdade de discussão.
• Uma “Rede de Liberdade” que quer impedir a liberdade de expressão.
• Um grupo a favor da “Educação Científica” quer impor um dogma em vêz dos normais espíritos e pensamentos críticos.

Tal como na sociedade Orwelliana descrita no livro “1984″, hoje em dia somos compelidos a ignorar as imensas evidências a favor do design existente no mundo biológico, e a aceitar a versão da realidade imposta pelo Big Brother (evolução, naturalismo, humanismo, ateísmo, aborcionismo, homosexualismo, etc).

O estabelecimento onde Winston foi torturado chamava-se “O Ministério do Amor”, e o departamento de propaganda do mesmo Partido chamava-se “O Ministério da Verdade”.

A Polícia do Pensamento contemporânea não só está a forçar a maioria da população a aceitar a teoria da evolução, como também está a tentar que todos aceitem a “realidade” do aquecimento global. As coisas chegaram ao ponto de um ex-vice presidente americano receber um prémio Nobel da Paz por avançar com a causa do aquecimento global.

Tentem pôr de parte o ridículo e o absurdo de um Prémio Nobel da “Paz” ser oferecido a uma pessoa que avança com uma teoria científica. Ponham de parte também o facto de muitos cientistas estarem a reportar a severidade dos invernos e o declínio nas temperaturas médias durante a década passada. Esqueçam todas estas contradições. Apenas mudem a etiqueta de “aquecimento global” para “mudança climática”, e nós ainda estamos perante uma catástrofe. Como é que sabemos? Porque….. o Big Brother assim o disse.

E nós todos nós sabemos que tudo o que os evolucionistas querem é o bem de todos nós……certo?

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Psiquiatra ateu diz que Homosexuais Podem Mudar

Este cientista ateu confirma aquilo que a Bíblia afirma: não há nenhum pecado que o Senhor não possa curar em nós. Desde mentiras, violência, passando por adultério, pornografia, homosexualidade, o nosso Criador, o Senhor Jesus Cristo, pode e QUER mudar a nossa vida de forma que tenha repercussões para a eternidade.

Pelo Poder do Senhor Jesus Cristo, milhões de pessoas têm deixado a nostalgia (que era o meu caso), as drogas, a prostituição, a solidão, a pornografia e muitas coisas mais.

O mundo, no seu engano, diz que é impossível alguém deixar a práctica homosexual. As evidências médicas e a Palavra do Criador dizem exactamente o contrário.

Só Deus sabe a quantidade de pessoas estão hoje presas na mentira da homosexualidade apenas e só porque alguns “médicos” disseram que a homosexualidade era “normal”.

João 8:10: O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir: Eu (O Senhor Jesus Cristo) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

………………..

O artigo seguinte encontra-se aqui: http://www.christianitytoday.com/ct/2005/april/20.94.html

Entrevistado por Douglas Leblanc

Robert L. Spitzer testemunhou em 1973 que a homosexualidade não é uma disordem clínica, e o seu contributo foi importante para que a “American Psychiatric Association” chegasse à mesma conclusão.

Trinta anos depois Spitzer causou outra comoção ao afirmar que homosexuais que queiram mudar a sua orientação sexual podem fazê-lo. (Archives of Sexual Behavior, October 2003).

O Dr Spitzer é professor de Psiquiatria na Columbia University, e chefe do “New York State Psychiatric Institute’s Biometrics Research Department”. Ele identifica-se a si mesmo como um judeu ateu.

A seguinte entrevista foi feita via telefone por Douglas LeBlanc.

Douglas Leblanc [DL]: O que é que o motivou a fazer o estudo sobre a terapia reparativa para os homosexuais?
Robert Spitzer [RS]: Eu estava num encontro anual da APA (American Psychiatric Association) onde falei com alguns ex-homosexuais que estavam às portas do encontro. Eles explicaram-me como eles tinham mudado. Isto interessou-me. Seguidamente tentei organizar um debate àcerca deste tópico, mas enquanto eu organizava o debate, tornou-se claro que as pessoas que eu gostaria que fizessem parte do debate afirmavam que não havia estudos suficientemente bons, e que tudo mais não seria que uma troca de opiniões.

[DL]: Houve alguma coisa que o tivesse surpreendido durante as entrevistas?
[RS]: Provavelmente o que me surpreendeu foi o quão convincentes os testemunhos eram. Joseph Nicolosi [National Association for Research and Therapy of Homosexuality] concordou em referenciar-me, penso eu, 10 ou 20 pacientes. No entanto ele insistiu em obter um resumo dos resultados antes de avançar. Provavelmente ele não queria ser enganado. Mas começando pela primeira pessoa com quem falei, eu tive sempre a sensação de que eu estava a lidar com algo genuíno.

[DL]: O que é que o fêz vêr que os pacientes estavam a ser genuínos?
[RS]: Quando falamos com as pessoas, ficámos com a sensação se elas estão a ser cândidas ou não. Eu tive a impressão que estavam a ser genuínas. Para além disso, havia consistência nos seus testemunhos uma vez que a mudança foi descrita como lenta e não imediata.

[DL]: Alguns dos seus críticos dizem que apenas os fundamentalistas [cristãos] poderiam pensar em terapia reparativa.
[RS]: O panorama mudou muito durante os últimos 20 ou 30 anos. Quando eu comecei a práctica clínica em 1961, era normal receber-se pacientes masculinos com intenções de mudar a sua orientação sexual. Hoje em dia eles já não vão a psiquiatras porque a notícia espalhou-se de que os profissionais da saúde mental já não consideram a homosexualidade um problema.

[DL]: De que modo é que o seu estudo afectou a sua relação com os seus colegas?
[RS]: Muitos dos meus colegas ficaram furiosos. Lembro-me que, quando apareci nos orgãos de comunicação pela primeira vez, recebi uma carta do deão de admissões na Universidade Columbia. Ele escreveu-me a dizer que era uma desgraça que um professor da Columbia fizesse tal coisa. Dentro da comunidade homosexual houve, inicialmente, uma raiva tremenda e um sentimento de traição. Julgo no entanto que esses sentimentos já se dissiparam. Mas convém dizer que eu estou num ponto da minha carreira onde eu já não me importo com essas coisas.

[DL]: Chegou a considerar um estudo-continuação?
[RS]: Não. Sinto-me um pouco fatigado. Alem disso não sei sobre o que é que o estudo seria. Algumas pessoas disseram: “Segue o progresso destas pessoas. Entrevista-as daqui a 5 anos. Hás-de vêr quantas é que voltaram para a homosexualidade”. É sabido que muitas pessoas que tentam abandonar a vida homosexual voltam a cair nela.
Mas imagina que 5 ou 10% voltaram a cair na homosexualidade. E depois? Provavelmente haverias de encontrar estatísticas semelhantes entre pessoas que tentam abandonar o consumo de drogas. Algumas vão voltar a cair nas malhas da droga.

O estudo que deveria ser feito deveria ser um estudo controlado onde as pessoas entram na terapia, e depois são inicialmente avaliadas. Mais tarde voltas a avaliar e vês quantos é que realmente conseguiram mudar. Tal estudo, infelizmente, não vai ser feito.

[DL]: Isso deve-se à falta de interesse ou a falta de investimento?
[RS]: As razões são, primeiro, terapeutas reparativos não são cientistas – eles não fazem estudos. A segunda razão é que, se alguém propusesse ao National Institute of Mental Health que fizesse tal estudo, certamente que os homosexuais do estudo haveriam de dizer que é uma perda de tempo. Eles diriam: “Nós já sabemos que é uma fantochada. Para quê fazê-lo”?

[DL]: Você afirmou claramente que ninguém deve ser coagido a entrar numa terapia reparativa.
[RS]: Julgo que o termo politicamente correcto é “terapia de reorientação”. Reparativa já implica que alguma coisa está “por reparar”. Terapeutas reparativos, obviamente, acreditam nisto, mas chamar a este procedimento de “reparativo” mais ou menos enerva os homosexuais.

Copyright © 2005 Christianity Today

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Demonstração em Luton (Inglaterra)

A Inglaterra secularizada tenta lutar contra o avanço do islão.

Boa sorte!

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Deus Ajuda Humanos a Criar Melhores Submarinos

Engenheiros que arquitetam veículos que se movam através de fluidos deparam-se com muitos obstáculos operacionais. Um veículo fusiforme pode mover-se rapidamente e de forma eficiente através de um fluido como a água, mas é difícil de manobrar e de fazer “pairar”. Por outro lado, um veículo com a forma de uma caixa pode ser feito de forma a pairar e de forma a mover-se com mais precisão, mas já não se movimenta tão rapidamente e nem com tanta eficiência.

Engenheiros da “University of Colorado” aparentemente resolveram o problema copiando aquilo que Deus fêz na natureza.

Para solucionar o problema eles buscaram inspiração no design presente nas medusas e nas lulas. Estas criaturas movem-se através da água de forma muito eficiente expelindo água num anél vortex. Como tal, os engenheiros experimentaram diversos designs até que eles obtiveram um eficiente mecanismo gerador de anéis vortex. Seguidamente testaram-no em pequenos veículos. Um dos seus designs foi usado com sucesso num veículo com o qual se conseguiu “estacionar” de lado debaixo d’água.Espera-se que este design seja usado em muito mais que veículos submarinos. Os engenheiros têm em mente pequenas cápsulas equipadas com este design a viajar pelo aparelho digestivo de modo a encontrar ou curar doenças.

Conclusão:
Por mais espantoso que sejam estas invenções, este design na verdade glorifica o Criador do design original. A Glória de Deus não só está manifesta no design original da medusa e da lula, mas também está manifesta na mente que consegue compreender e copiar o design original.

Que a nossa oração seja “Graças te dou Meu Deus, não só porque os céus e a Terra declaram a Tua Glória, mas porque nos deste a capacidade de compreender a Tua criação“. Amén

Salmo 69:34
Louvem-NO os céus e a terra, os mares e tudo quanto neles se move.

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“Thank You Lord”

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As ursas do Profeta Eliseu

2 Reis 2:23-24
Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, dizendo: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou em nome do Senhor. Então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos.

Este evento tem sido alvo de muito criticismo por arte dos cépticos. Os mesmos “cépticos” que não tem problemas em abrir a barriga de uma mulher e matar o bébé que lá se encontra, acusam Eliseu de “extrema crueldade” por enviar duas ursas contra os “meninos” que gozavam com ele. Na verdade, não foi Eliseu quem mandou as ursas mas sim Deus.

Como se isto não fosse suficiente, convém ressalvar que os “meninos” não eram bem “meninos”. A palavra Hebraica para “meninos” pode ser aplicada a qualquer criança desde a sua infância até a sua adolescência. A palavra usada para os 42 “meninos” é, no entanto, uma palavra usualmente aplicada a “mancebos” ou “jovens adultos”. Ambas as palavras são, na verdade, mais usadas em referência a jovens adultos do que a crianças.

A situação aparentemente envolvia um gang de jovens arruaceiros de várias idades, lideradas pelos mais velhos, e certamente instigadas pelos sacerdotes pagãos de Betel. As ursas que emergiram subitamente da floresta “despedaçaram” (não necessariamente de forma fatal) 42 dos arruaceiros mais velhos.

A exortação “sobe calvo, sobe calvo!” era ao mesmo tempo uma referência sarcástica à ascenção de Elias e um insulto ao profeta de Deus. Isto era na verdade um desafio a Deus, e como tal não poderia ser ignorado. Como tal, Deus confirmou o que Ele já anteriormente tinha prometido (embora numa escala mais reduzida):

Ora, se andardes contrariamente para Comigo, e não Me quiseres ouvir, trarei sobre vos pragas sete vezes mais, conforme os vossos pecados. Enviarei para o meio de vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e destruirão o vosso gado, e vos reduzirão a pequeno número; e os vossos caminhos se tornarão desertos.
(Lev 26:21-22)

Insultar o Deus Vivo e a Sua Palavra (Bíblia) podem ser coisas muito perigosas.

Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
(Hebreus 10:31)

…………
Modificado a partir do original de Henry M. Morris.

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Blackout – Paixão (1995)

Esta música é para a geração dos anos 90.

Esta banda foi uma das popularizou o funk durante os anos 90. Como é normal em muitas bandas um pouco por todo o mundo, apareceram e desapareceram rapidamente. Apesar disso, esta música é uma das melhores da década 90.

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Será o casamento apenas um pedaço de papel?

Matthew 19:4-6
Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
Com a criação de Adão e Eva, Deus criou também a instituição do casamento. Deus sabe do que é que nós somos feitos, e Ele sabe quando é que nós operamos melhor. Quando Ele criou a instituição do casamento, Ele tinha isso bem ciente na Sua Mente. Por essa razão, podemos prevêr que as tentativas de se formar uma família apenas e só em uniões de facto (e não em casamento) vão ter como resultado uma felicidade inferior do que num casamento normal (um homem + uma mulher).
Inúmeros estudos feitos nos anos recentes têm mostrado as consequências de casais viverem juntos sem o benefício do casamento. Um estudo feito no ano de 1992 por um grupo baseado na “Rutgers University” mostrou que os coabitadores que mais tarde se casam têm 46% mais probabilidades de se divorciarem do que aqueles começaram a viver juntos depois do casamento normal.

Um estudo mais recente feito por um pesquisador da “Bowling Green University” mediu e comparou as taxas de depressão entre os casais e os coabitantes. Os casais tinham uma taxa de depressão na ordem dos 13.3 enquanto que os coabitantes tinham uma taxa de depressão na ordem dos 17.2.

A coabitação é ainda pior para as crianças. Trinta e seis por cento das crianças nascidas num lar de coabitantes vão vêr os seus pais divorciarem-se enquanto que isso “apenas” acontece com 1/3 das crianças nascidas dentro do vínculo do casamento pais.

É óbvio pelos dados estatísticos que, no Seu Infinito Amor por nós, Deus instalou a instituição do casamento para nossa felicidade e benção.

Tendo isso em mente, convém perguntar:
1. Quais são as ideologias e os partidos políticos que tentam enfraquecer o casamento tradicional?
2. Quem é que promove o “divórcio fácil”?
3. Quem é que promove comportamentos e escolhas que visam fortalecer o vínculo do casamento, e quem é que faz exactamente o contrário?

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