Arquivo para Maio, 2009
O mitológico asteróide e os dinossauros
Mas as coisas estão a mudar, e cada vez mais pessoas estão a suspeitar desta “estória”.
“Ah!”, diz o ateu “mas Mats, tu és um fundamentalista, criacionista e totalmente ignorante da ciência!!! Porque é que nós deveríamos acreditar em ti?!!“. A minha resposta é “Não precisam de acreditar em mim.” Acreditem no que os próprios evolucionistas dizem. Aparentemente a fábula do asteróide está a ser questionada por membros da comunidade científica.
Jeffrey Kluger escreveu um artigo intitulado “Maybe an Asteroid Didn’t Kill the Dinosaurs” (2009) ["Se Calhar Os Dinossauros Não Foram Mortos Por Um Asteróide"].
No referido artigo, ele analisou um estudo publicado no “Journal of the Geological Society” que, segundo Kluger, “põe em causa” toda a história em volta da teoria do asteróide.
Os geocientistas Gerta Keller e Thierry Addate afirmam no estudo que a maciça extinção ocorreu 300.000 anos depois do impacto do asteróide. Para chegarem a esta conclusão, eles estudaram 9 metros de sedimentos mesmo por cima da camada de impacto do asteróide. Assumindo o uniformitarianismo, eles afirmaram que as camadas de sedimentos foram depositadas à velocidade de 2,54cm por cada mil anos, dando uma idade aproximada de 300,000 anos.
Além disso, eles observaram “52 espécies distintas” por baixo da camada de 9 metros, e as mesmas 52 espécies estavam presentes através da dita distância de sedimentos. A morte das espécies não foi observada senão 300.000 anos após o suposto impacto do asteróide. Como tal, os autores concluiram que o asteróide não pode ter causado a extinção dos dinossauros.
[Convém ressalvar que as datas acima mencionadas são datas evolucionistas e não datas científicas e históricas]
Kluger fez então a pergunta que toda a gente deve estar a pensar: “Então se o asteróide de Chicxulub não matou os dinossauros, então o que é que os matou?“. Ele respondeu à sua própria pergunta afirmando que “os paleontólogos têm avançado com muitas teorias através dos anos“.
Eles têm de facto avançado com muitas e, muitas vezes, mutuamente exclusivas “teorias” sobre o que causou a extinção dos dinossauros. O problema destas tentativas é que elas têm estado infestadas de imaginações uniformitarianistas, e as mesmas têm filosóficamente (e não cientificamente) rejeitado as evidências de co-existência entre dinossauros e humanos.
Sobra ainda um cataclismo da História Antiga que os ateus entre a comunidade científica recusam-se a levar em consideração: o Dilúvio de Noé.
O Dilúvio continua a ser a melhor explicação para os maciços cemitérios de fósseis de dinossauros existentes hoje em dia. Além disso, e ao contrário das falsas teorias sobre a extinção dos dinossauros, o Dilúvio é uma realidade histórica que simplesmente não pode ser removida dos registos.
O ateu pode usar o que ele julga ser o “mal” como “argumento” contra Deus, mas a ciência e a História permanecem como um testemunho óbvio da folia evolucionista.
Vêr Também:
1. Descoberta científica fragiliza evolução (outra vez)
2. Fósseis de Dinossauros Encaixam Perfeitamente na Inexistente Árvore da Vida
3. Mais Problemas Para a Evolução das Áves
4. Imagem de Dinosauros Onde Não Deveria Estar
5. Imagens de Dinosauros feitas pelo homem antigo
6. Esqueçam tudo o que aprenderam
Criacionismo em Queluz
Soube de fonte segura que no próximo Sábado (30.05.2009) vai haver uma “exposição” Criacionista em Queluz.
Fiquem atentos às imagens e videos que, se Deus quiser, vão ser postas aqui no Domingo ou mesmo Sábado à noite.
Resposta ao João Moedas – Química e Informação
“Como é que as moléculas sem inteligência sabem qual é a “configuração certa?“
“Mats, como é que os átomos sabem qual é a sua posição numa rede cristalina quando um mineral cristaliza?”
It has often been argued by analogy to water crystallizing to ice that simple monomers may polymerize into complex molecules such as protein and DNA. The analogy is clearly inappropriate, however… The atomic bonding forces draw water molecules into an orderly crystalline array when the thermal agitation (or entropy driving force) is made sufficiently small by lowering the temperature. Organic monomers such as amino acids resist combining at all at any temperature, however, much less in some orderly arrangement.” [C.B. Thaxton, W.L. Bradley, and R.L. Olsen, The Mystery of Life’s Origin: Reassessing Current Theories, Philosophical Library, New York, 1984, pp. 119-120.]
Tentares explicar o alinhamento e funcionamento do cérebro aludindo às leis da natureza é o mesmo que tentares explicares o que um livro diz aludindo às leis da natureza. As leis da natureza podem te dizer qual é a composição química do papel e da tinta, mas não dizem absolutamente nada sobre a mensagem que o livro tem.
Semelhantemente, tu podes dizer tudo o que há para dizer sobre a composição química dos átomos que funcionam no cérebro, mas isso não vai explicar a origem do alinhamento, e nem vai explicar a função dos seu alinhamento.
Tendo isto em conta, a tua pergunta é irrelevante para o ponto que eu levantei.
Fica a minha pergunta inicial: “como é que os átomos sem inteligência sabem qual é a configuração certa?”
Do ponto de vista Bíblico (o ponto de vista que está de acordo com as observações) não há complicação nenhuma. Como a biosfera é o resultado do acto Criativo de Deus, do mesmo modo que nós humanos usámos a nossa inteligência para organizar e codificar sistemas, Deus usou a Sua Inteligência Infinita para codificar o ADN. As evidências confirma que o ADN, sendo um código de informação, tem que ter uma Causa inteligente. Tendo em conta a espantosa complexidade do ADN, a Mente que o criou tinha que ser Uma Mente bastante Poderosa e Inteligente, tudo atributos que a Bíblia afirma serem as que Deus possui.
A posição bíblica é confirmada com as evidências, mas a posição ateísta mostra-se, mais uma vez, como uma mitologia mascarada de ciência.
Isaías 44:24
Assim diz o Senhor, teu redentor, e que te formou desde o ventre: “Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que estendo os céus, e espraio a terra por Mim mesmo”
Pode um cristão fazer tatuagens?
A questão das tatuagens, juntamente com a questão do aborto e da homosexualidade, é uma das que gerou mais polémica no encontro que se realizou ontem, na igreja de Algés.A questão das tatuagens é pertinente porque a sociedade em si não vê problemas nenhuns em colocar marcas em certas áreas do corpo como forma de fazer passar uma certa filosofia de vida.
Tendo em conta esta atitude complacente da sociedade actual, o que é que o cristão deve fazer? Será que devêmos ser “fundamentalistas” e negar toda e qualquer expressão artística que envolva a gravação de imagens ou palavras no corpo? Ou será que devêmos ser mais “liberais” neste ponto, como forma de mostrarmos que os cristãos são “pessoas normais”?
A meu vêr todas as decisões morais que o cristão pense em tomar devem começar na Palavra Daquele que sabe tudo (o Senhor Jesus Cristo), e não nas opiniões dos homens falíveis.O que é que Deus diz acerca disto?
Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor. (Levítico 19:28)
Pelo que, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para não servir de tropeço a meu irmão. (1 Cor 8:13)
A práctica de marcar o corpo está Biblicamente e historicamente associada à prácticas pagãs e à adoração de deuses alheios. Deus proibiu o Seu Povo de seguir o erro dos pagãos como forma de separá-los das nações (Lev 19:28). Hoje em dia o motivo da marcação do corpo não é o de adoração de deuses alheios (embora em certos casos, haja algo de idólatra nessa práctica) mas sim o suposto “embelezamento” do mesmo. No entanto, a Palavra de Deus diz:
Abstende-vos de toda espécie [aparência] de mal. (1 Tessalonicenses 5:22)
Por exemplo, imaginem um casal de namorados cristãos que acredita e practica a abstinência, mas que tem por hábito passar a noite na casa de um ou de outro.
Embora eles possam não fazer nada de mal, para as pessoas que os vêem a agir deste modo vai ser difícil fazer-lhes vêr que, apesar do que aparenta, o casal cristão practica o superior comportamento da abstinência. O que aparenta vai ser a causa de confusão e não o que está de facto a ser feito.
O mesmo se passa com as tatuagens. O que aparenta vai falar mais alto do que aquilo que o cristão verdadeiramente acredita.
Conclusão:
A meu vêr, o comportamento bíblico no caso das tatuagens é o de rejeitá-las a todas por completo, mesmo que uma delas seja “Deus é Amor”. O descrente não vai olhar para isso como uma declaração de amor pelO Pai, mas sim como uma evidência de que “não há nada de mal em marcar o corpo com coisas de que se acredita“.
Nós sabemos que isso não é verdade, e como tal, para que o nosso comportamento não seja pedra de tropeço para almas pelas quais o Senhor Jesus Cristo morreu, o melhor é deixar o corpo vazio de tatuagens.
Uma tatuagem é uma declaração de algo em que se acredita, sendo que a maioria delas é feita com o expresso propósito de exibi-las. Se o cristão quer declarar ao mundo que ele ama o Criador, o melhor é colocar marcas no seu espírito e exibir essas “marcas” com o seu comportamento.
E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:2)
Foi Finalmente Encontrado o Elo Perdido
Para grande desespero dos criacionistas, os evolucionistas conseguiram finalmente encontrar o elo perdido.
Até quando vão os criacionistas rejeitar os achados da ciência?
Chega de confundir a mente dos jovens!
Evolucionistas Admitem Ter Estado a Mentir Ao Público
É preciso vêr uma coisa muito importante: sempre que darwinistas afirmam que a “ciência” e a “religião” são incompatíveis, o que eles têm em mente é a “ciência” da Evolução, e o Cristianismo Bíblico. Portanto, quando se fôr lêr o artigo em cima referenciado, todas as vezes que o Dr Jerry usar a palavra “ciência” como opositor da “religião”, ele não está a falar das leis da Gravidade, nem das leis da Termodinâmica, nem mesmo da Lei da Relatividade. O que ele tem em mente é apenas e só a ciência com a qual ele pode promover a sua fé, nomeadamente, a teoria do tio Charles Darwin.
O Dr. Jerry Coyne diz que as declarações que afirmam a co-existência pacífica entre a “ciência” e a “religião” são “um segredo sujo nos círculos científicos [leia-se: círculos darwinistas]. É do nosso interesse pessoal e profissional anunciar que a ciência e a religião são compatíveis“.
As razões para tal decepção são absurdamente óbvias:
Afinal de contas, nós queremos receber financiamento do Governo, e queremos que as crianças em idade escolar sejam expostas à verdadeira ciência e não ao criacionismo.
O religiosos liberais têm sido aliados importantes na nossa guerra contra o criacionismo.
O que dizer de pessoas que se afirmam como cristãs, mas que defendem pontos de vista que os próprios ateus afirmam estar a ajudar o ateísmo?
Não seria agradável alienar os religiosos liberais declarando o que nós [religiosos ateus evolucionistas] realmente pensamos.
É por isso que, por motivos tácticos, grupos como a “National Academy of Sciences” afirmam que a religião [cristianismo] e a ciência [evolução] não estão em conflito. No entanto, a sua maior evidência para esta posição – a existência de cientistas religiosos – está a desmoronar-se com o tempo à medida que os cientistas tornam-se cada vez mais vocais na afirmação da sua irreligiosidade [ateísmo].
Será que o Jerry está a afirmar que as grandes organizações científicas usam a decepção como forma de defenderem a teoria da evolução? Será que o eminente ateu Dr Jerry Coyne está a concordar com os criacionistas quando estes afirmam que as organizações científicas estão na sua maioria debaixo do feitiço de Charles Darwin, o contador de “estórias”?
Finalmente chegou o Ano de Darwin, e com ele podemos contar com livros do tipo escritos por Kenneth Miller and Karl Giberson [dois "cristãos" evolucionistas]. Tentativas de se reconciliar Deus com a teoria da evolução continuam a ser produzidos da linha de montagem intelectual. Essas tentativas nunca acabam porque a reconciliação nunca funciona.
Conclusão:
Se eu pudesse falar com o Dr Jerry Coyne, estas seriam as minhas palavras:
Caro Dr Jerry Coyne, muito obrigado pelas suas palavras. Apesar de termos religiões distintas (eu sou cristão, e você é ateu), ambos sabemos o que está em jogo no que toca a discussão sobre as nossas origens. Muito obrigado por ter concordado com os criacionistas quando nós afirmamos que é logicamente incoerente ser-se um cristão evolucionista.Que as suas palavras façam os ditos “cristãos” pensar bem no que a Bíblia diz (e no que a teoria da evolução diz), e que façam a sua escolha de uma vez por todas porque a Palavra de Deus diz “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24). O Criador, o Senhor Jesus Cristo diz ainda “Quem não é Comigo, é contra Mim” (Lucas 11:23)
Resposta ao Ludwig: o conflito que nunca existiu
A minha palestra era sobre o contributo de Darwin para o conflito entre ciência e religião
Agora a sério, esse imaginado “conflito” é ilusório (mais ou menos como a sequência dos fósseis que confirmam a evolução). Para se vêr isto, basta perguntar “Que ciência e que religião?”
Não há conflito entre a ciência e o cristianismo, mas sim entre o naturalismo e o cristianismo. O que se passa é que os ateus definem “ciência” como “naturalismo” e afirmam que há “conflito” entre a “religião” (qual delas?) e a “ciência” (= naturalismo).
A natureza parasítica do ateísmo mais uma vez fica exposta ao assumir para si uma coisa (ciência) que não teve em conta o ateísmo durante o seu progresso.
Vêr Também:
1. Como a Ciência Refuta o Ateísmo
2. A Aliança Histórica Entre a Ciência e o Cristianismo
4. Quando o Ateísmo Contradiz a Ciência
6. James Clerk Maxwell – Cientista Criacionista
Animais a Plantas Hidráulicas
O Criador do Universo (O Senhor Jesus Cristo) usou princípios de hidráulica em muitas das formas de vida que Ele fez. Nós têmos ossos rigidos e como tal usamos fluidos para expandir e contrair os músculos de forma a poder dobrar ou esticar as pernas.Mas a aranha não tem um esqueleto rígido, e como tal usa os músculos de modo a poder dobrar as pernas, e injecta fluidos para dentro das suas pernas de modo a poder endireitá-las.Esta utilização de Hidráulica não é só comum entre os animais mas também das plantas. Como diz o site “Creation Moments”:
The North American Dwarf mistletoe builds up hydraulic pressure equal to that found in a truck tire in order to catapult its seeds out to a distance of almost 50 feet at a speed close to 60 miles per hour. The squirting cucumber found in the Mediterranean area uses the same principle to propel its seeds up to forty feet.
A menos que penses que o sistema de travagem do teu carro é o resultado das forças aleatórias não faz sentido nenhum acreditar que as aranhas e as plantas que usam princípios da Hidráulica vieram a existir sem Um Criador.

