Arquivo para Junho, 2009

Golfinhos e Eficiência Hidrodinâmica: Aprendendo com Deus

Nós todos ficamos maravilhados com a movimentação elegante e graciosa dos golfinhos debaixo da água. “As suas barbatanas“, diz a ScienceDailyaparentam estar perfeitamente adaptadas para o máximo de agilidade aquática“.

Contudo, ninguém tinha ainda analisado 1) a forma como as barbatanas do golfinho interagem com a água 2) o impulso hidrodinâmico que elas geram, 3) a inércia que elas experimentam ou 4) a sua eficiência hidrodinâmica.

Laurens Howle e Paul Weber da “Duke University” juntaram esforços com Mark Murray da “United States Naval Academy” e Frank Fish da “West Chester University” para descobrirem mais sobre a hidrodinâmica das barbatanas das baleias e dos golfinhos.

Segundo o artigo por eles publicado no “The Journal of Experimental Biology”, as barbatanas dos golfinhos geram o impulso hidrodinâmico da mesma forma que o avião “Delta Wing” gera o seu impulso aerodinâmico.

Usando tomografia (1) informática para fazer “scans” das barbatanas de 7 espécies diferentes de golfinhos, a equipa fez modelos à escala das barbatanas de cada espécie. Seguidamente, eles mediram o impulso e a inércia experimentadas pelas barbatanas em inclinações que iam de -45º para +45º, e em túneis de corrente a uma velocidade que seria equivalente a 2 metros por segundo para a barbatana completa.

Comparando os coeficientes de impulso e de inércia que a equipa calculou para cada barbatana, eles descobriram que as mesmas se comportam como a arquitetura dos modernos aerofólios.

Definindo as formas das barbatanas como “triangular“, “swept pointed” ou “swept rounded“, a equipa usou simulações informáticas do fluido à volta das barbatanas, e descobriu que as barbatanas “sweptback” geram um impulso semelhante ao dos aviões “Delta Wing”.

Calculando a eficiência das barbatanas, os pesquisadores notaram que as barbatanas triangulares dos golfinhos “Bottle Nose” é mais eficiente, enquanto que a dos golfinhos “Harbour” e a dos golfinhos atlânticos “White Sided” eram as menos eficientes.

Obviamente que, como evolucionistas que são, eles tinham que louvar Darwin com uma descoberta científica que nada deve a mitos vitorianos:

Afirmando que factores ambientais e factores relativos a performance desempenharam um papel significante na evolução das barbatanas de golfinhos e baleias, bem como a sua hidrodinâmica, Howle e os seus colegas estão empenhados em descobrir mais sobre a ligação entre a performance das barbatanas, e o ambiente que as baleias e golfinhos enfrentam diariamente

Perguntas:

Se depois de todo o desenvolvimento experimental, testes e trabalho árduo, os cientistas afirmarem que a barbatana “provavelmente” evoluiu há 300 milhões de anos atrás devido a “pressões ambientais”, será que isso vai de alguma forma aumentar o conhecimento que nós temos da funcionalidade das ditas barbatanas?

Se nós adoptarmos a posição que afirma que o mundo biológico é o resultado do acto criativo de Deus, será que as descobertas científicas em volta da operacionalidade das barbatanas será diferente?

Alguém me lembre outra vez qual é a função científica da teoria da evolução? Não me vem nada à mente. Segundo o que conseguimos observar, os cientistas fazem o seu trabalho alegremente sem levar em conta o suposto “processo evolutivo” dos sistemas biológicos.

Para quê é que precisamos da teoria da evolução mesmo?

…………………………..
1. “Tomografia é um exame realizado na medicina. Derivada do termo “tomos”, partes e “grafen” registro. É uma técnica assistida por computador, em que dados de diferentes perfis são combinados e calculados para formar imagens “em fatias” dos objetos analisados, sendo comum o seu uso, atualmente, em medicina.” – Wikipedia

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Resposta ao Perce – A Fé do Ateu

Esta é uma resposta dada ao Perce relativa a este comentário.

Eu disse que você era ignorante principalmente quando declarou que aTerra não tinha nem 1 milhão de anos.

Ou dito de outra forma, eu sou “ignorante” porque não partilho da tua fé nos milhões de anos, certo? Lembra-te de uma coisa, Perce: a maioria pode estar enganada, e tal situação não seria nova na ciência. O facto da maioria dos cientistas modernos acreditarem que o mundo criou-se a si próprio não quer dizer que seja verdade.

Isso de pensar que, se os cientistas precisam criar vida em laboratório, a vida tem de ter sido criada também é tipicamente um sofisma do século 19, quando se raciocinava, confortavelmente (ou estrategicamente) assim.

Por acaso não é esse o prisma na base da qual se ataca a teoria da evolulção e a defunta teoria da abiogénese (destruída pelo cientista católico Pasteur, por sinal). O que os cientistas criacionistas dizem que a lógica por trás das vossas experiências é de todo irracional. Como é que um processo onde há input inteligente durante quase todo o evento serve de evidência para um processo onde supostamente não houve causação inteligente?

Afirmar-se que experiências feitas no laboratório, e sob condições controladas, são de alguma forma análogas para o que supostamente passou na Natureza é do mais ridículo que pode haver. Se vocês darwinistas conseguem criar vida no laboratório, isso é evidência que vocês conseguem criar vida no laboratório, nada mais. Afirmar-se que, como os ateus conseguem criar vida no laboratório serve de evidência que Deus não é o Criador é ilógico, e eu estou profundamente surpreendido que pessoas inteligentes ainda pensem assim no século 21.

Diante de uma máquina, um relógio, por exemplo, fica claro para nós que tem de ter sido um relojoeiro, um engenheiro, o seu criador, o seu projetista.

Porque é que “fica claro”?

Portanto, quando deparamos com algo como o corpo humano ou com o sistema planetário (que, aliás, não têm nada de perfeitos),

Muitos relógios, máquinas e obras de engenharia têm defeitos mas isso não invalida que elas tenham sido feitas por alguém. Mau design, para além de ser um argumento não científico, continua a ser design. Uma má pintura continua a ser uma pintura.

usa-se a mesma ideia e se conclui que têm de ter sido projetados por “alguém”. Mas há diferenças enormes entre esses dois exemplos. O que existe naturalmente (um corpo humano, uma flor ou o sistema solar) desenvolveu-se através de processos muito lentos e sutis.

………..??? É essa a tua explicação? “Deus não é o Criador porque a vida desenvolveu-se através de processos muito lentos e subtis”? Que processos são esses? Evidências? Alguém alguma vez viu uma única célula (que é mais complexa que QUALQUER máquina feita pelo homem) a surgir devido a “processos muito lentos e subtis”?

A tua resposta é a tua declaração de fé, e não uma evidência. Dizer-se que a vida não foi criada por Deus porque “se desenvolveu segundo processos muito lentos e subtis” não diz nada sobre a sua origem.

Nada disso foi “criado” de um nada para algo.

Aparentemente foi, uma vez que não há nenhuma força não-inteligente capaz de gerar sistemas de informação como o que nós temos dentro de nós (ADN)

Ou teriam surgido de um momento para outro, o que nenhum estudo, nenhuma pesquisa, nenhuma experiência indicam (ao contrário).

Mais uma declaração de fé.

Outra diferença muito importante é que qualquer obejto ou máquina criada por nós tem uma função definida, tem um propósito, não fabricaríamos garfos se não tivessem utilidade, o que não ocorre na natureza.

Impressionante! Os olhos não têm propósito? Os dentes molares não têm uma função? O fígado não executa operações específicas?

A tua fé cega-te à beleza da natureza, amigo. Tira as vendas e vê o mundo que Deus criou, cheio de sistemas e sub-sistemas capazes de humilhar o melhor dos engenheiros.

Não há nenhum propósito nas formas vivas. Uma espécie pode desaparecer (ou mesmo todas as espécies ao mesmo tempo) e não havia nenhum motivo para que sobrevivessem ou sucumbissem.

O facto de assumires que as formas de vida (como individuos) não têm propósito não invalida que DENTRO das formas de vida existam sistemas com propósitos bem claros. Isto mostra que a analogia entre o que nós construímos e as formas de vida, usando o teu critério do “propósito”, é perfeitamente válido.

Tu não gostas dessa analogia, não porque não haja fundamento para tal, mas devido às implicações.

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Psicologia Darwinista Atacada Por Darwinista

Evolução da violação? Nem pensar! Sharon Begley não vai permitir que os psicólogos evolutivos fujam às responsabilidades no que toca às suas histórias em como os violadores, pedófilos e adúlteros não são culpados pelos seus comportamentos uma vez que “a evolução os fez da forma que eles são”. O blog da “Science Magazine” Origins aparenta estar a apoiá-la.

Não é de agora que a escritora de ciência Sharon Begley afirma estar céptica em relação a qualquer coisa remotamente parecida com determinismo biológico (“Nós somos o que somos porque a Biologia nos fêz assim, e mesmo que pudéssemos, não conseguiriamos mudar”). A edição do dia 29 da Junho da Newsweek contém um artigo por ela escrito onde ela critica a psicologia evolutiva (a teoria que postula que o comportamento humano – começando na escolha de parceiro, passando pelo abuso de crianças até a guerra – é o resultado de adaptações evolutivas que ocorreram há mais ou menos 100,000 anos atrás).

O seu artigo intitulado de “Porque é que Violamos, Matamos e Adulteramos?” conclui que “a culpa, querido Darwin, não é dos nossos ancestrais mas nossa“. O blog Origins afirma que o longo artigo de Sharon Begley ofereceu aos psico-evos (proponentes da psicologia evolutiva) “caracterizações com o intuito de gozo“, isto é, ela levou a psicologia evolutiva ao extremo do ridículo.

O problema da sua crítica científica depende, infelizmente, de um outro mecanismo darwinista:

Alguns cálculos sugerem que caçadores que violam irão vêr a sua capacidade evolutiva decrescer e não aumentar, uma vez que os descendentes de tais encontros violentos têm uma menor chance de sobreviver ou mesmo de nascer.

Mas será que esta afirmação não é determinista por si só? Isto parece afirmar que os “gentlemen” (em oposição aos violadores) foram favorecidos devido às tendências psicológicas que foram favorecidas pela selecção natural no seu passado evolutivo, e não devido às acções dos indivídos.

Sharon sente-se aliviada pelo facto da psicologia evolutiva ter vindo a perder influência entre os evolucionistas, mas lamenta o facto de a psicologia evolutiva “ainda ser muito popular entre os mass média“. Segundo ela, a psicologia evolutiva representa uma visão simplista da natureza humana.

Conclusão

Este é mais um exemplo em como os evolucionistas não conseguem viver de acordo com a sua fé. Obviamente que a psicologia evolutiva é “simplista”. E porquê? Porque reduzir o ser humano a um mero resultado de forças aleatórias, cujo comportamento é controlado apenas e só pelas mesmas leis que controlam todo o universo, é simplista.

A psicologia evolutiva é simplista porque a teoria da evolução é simplista.

Além disso, não se pode lutar contra a teoria da evolução usando a teoria da evolução. Esse é o erro da Sharon. Se tu acreditas que o “bio-Darwin” (mecanismo biológico evolutivo) é que criou o ser humano, então tens que aceitar o “psico-Darwin” (mecanismo psicológico evolutivo).

Se a sra. Begley quer que os homens se comportem como “gentlemen”, e não abusem de mulheres, ela tem que arranjar outra forma de o fazer, uma vez que afirmar que a evolução desfavorece os violadores não vai funcionar. Experimenta dizer isso aos violadores que estão na prisão. Será que eles vão-se arrepender? Diz o mesmo aos alunos durante uma aula de Biologia, e vê se isso os vai fazer tratar melhor as alunas.

O comportamento imoral e egoísta não é um problema de baixo-para-cima (evolução) mas sim de Cima-para-baixo (rebelião contra o Criador). O que os homens precisam é de temor do Senhor e de salvação, e não de acreditar que há não-sei-quantos-anos-atrás este ou aquele comportamento foi “favorecido pela evolução”.

As pessoas têm a Natureza de Deus nelas próprias, e como tal sabem que há comportamentos que são absolutamente errados, independentemente de quem, onde, ou quando sejam feitos.

Não é a sua Biologia que faz os homens serem violadores, mas sim a natureza caída e o pecado. Quando o homem o faz de forma contínua, isso torna o nosso comportamento comparável ao comportamento de animais.Em essência, o que a psicologia evolutiva parece afirmar é:

Não há problemas em o ser humano comportar-se como um animal, porque é isso mesmo que ele é

Tenta dizer isto a uma mulher ou a uma criança que foi abusada, e vê o resultado…

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Fé no Naturalismo vs Fé em Deus

Fernando Silva,
Eu gostaria de fazer pequenos comentários ao que disseste:

1. Não é Bíblia x ciência, é Bíblia x todas as outras tentativas de explicar o surgimento do universo. Cada cultura tem a sua.
cima:

Mesmo a cultura ateísta? Ou será que a cultura ateísta não tem o seu mito da criação? O que faz o mito da criação ateísta superior ao relato Bíblico?

2. Os caras não entendem que, se uma afirmação apela para o sobrenatural, deixa de ser ciência.cima:

Isso seria verdade se o naturalismo fosse ciência, mas como não se pode falsificar/testar o naturalismo, então podem-se explicar fenómenos passados (e presentes) apelando a causas que vão para além do naturalismo, desde que as evidências confirmem.

Lembra-te disto: O naturalismo não é ciência.

A ciência ignora o que não pode ser testado pelo método científico.

A sério? Como é que testas a origem do universo segundo o método científico? Como é que testas o método científico com o método científico?

Como é que testas empiricamente a “transformação” (evolução) de um dinossauro num pássaro? Como é que medes o tamanho dos sonhos? Como é que o método científico quantifica as emoções?

O teu problema é que para ti “ciência” tem o mesmo significado que “naturalismo” e como tal assumes que qualquer hipótese que contradiga o naturalismo está, por definição, “fora da ciência”.

E o que não pode ser testado científicamente não passa de fé.

Esta frase é auto-refutante. Como é que testas cientificamente a frase que diz “o que não pode ser testado cientificamente não passa de fé“? Se não pode ser testado cientificamente, então o que tu disseste é uma fé. A tua fé.

Já entrei certa vez numa comunidade de católicos do Orkut, mas só num tópico onde discutiam os ateus. Achei que podia apresentar a visão do outro lado. Acabei cansando. Disseram até que eu estava “emporcalhando a casa deles”.
Eu levava horas pesquisando para dar respostas decentes e eles davam respostinhas cretinas, baseadas em fé.

Mas as tuas respostas são tão baseadas na fé como as respostas dos católicos. Eles apenas têm uma fé diferente da tua.

O que é que faz a a tua fé no naturalismo superior a fé dos católicos?

Fé por fé, mais vale manter a fé em Deus. Ao menos essa fé pode explicar o universo sem se inventar modelos e causas nunca observadas.

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Livro: “Signature in the Cell”

Foi recentemente lançado um novo livro escrito por um dos líderes da teoria do “Design Inteligente” (DI) com o nome “Signature in the Cell” (“Assinatura na Célula”). Tal como o livro do Dr Michael Behe escrito há 13 anos atrás (“Darwin’s Black Box”), este livro está condenado a enviar ondas de choque entre os crentes darwinistas. Neste livro o autor (Dr Stephen Meyer) analisa em detalhe o tema que ele tem trabalhado durante as últimas duas décadas: a descoberta de informação codificada no ADN reacendeu antigos argumentos ideialistas contra os materialistas [pessoas que acreditam que a matéria é tudo o que existe]; as células vivas possuem de facto uma componente fundamental não encontrada na matéria sem vida: informação.

Sem que tenha sido verificada uma única violação deste princípio, a nossa experiência diz-nos que a informação é sempre o efeito de uma inteligência. Dito de outra forma, não há nenhum sistema de informação presente nos nossos dias (cujas origens tenham sido observadas) que não tenha uma causa cônscia e inteligente.

Enquanto ele explicava esta tese em grande detalhe, o Dr Meyer reportou também a sua história pessoal em torno da questão da origem da vida.

O livro combina a História com a filosofia da ciência na sua investigação da Biologia Molecular. O Dr Meyer prova que, em contraste com a filosofia “matéria veio primeiro” do materialismo, apenas a filosofia “Mente veio primeiro” presente na teoria do DI é capaz de explicar aquilo que Watson e Crick descobriram em 1953: uma linguagem da vida codificada com letras químicas no ADN. As implicações de tal descoberta têm aumentado exponencialmente à medida que novos níveis de informação complexa e especificada tem sido revelada pelas descobertas vertiginosas dos nossos dias.

O Dr Meyer sabe que a sua tese em favor do DI vai ser atacada pelos Darwinistas, mas ele tem mostrado que pode lidar com as suas críticas. Tendo adquirido o seu segundo Doutoramento em Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge, ele não só está bem ciente dos argumentos materialistas propostos pelos antigos Gregos, mas também pelos argumentos propostos pelo Iluminismo, também pelos propostos nos séculos 19 e 20 e pelos argumentos contemporâneos.

Os materialistas (ou naturalistas) depositaram imensa fé na posição que afirma que, mais cedo ou mais tarde, uma sequência contínua de causas naturais seria capaz de explicar não só o universo, mas também o planeta Terra e a vida. Esta sua fé tem encontrado o seu mais severo ataque nos nossos dias. A existência de informação codificada na célula torna o materialismo falso.

Os ateus (os maiores proponentes do materialismo) obviamente que não se deixam vencer pelos argumentos contra a sua fé, e como tal já tomaram “medidas” em relação a isso. Uma das medidas que eles tomaram para explicar a existência de informação na célula é a de afirmar que a informação é apenas uma “ilusão”. Supostamente nós é que incorporamos informação na célula ao descrevermos os seus mecanismos automatizados.

Para eles, e no que toca ao ADN, “descrição” e “codificação” são a mesma coisa.

Usando a mesma lógica, quando nós fazemos uma tradução de uma lingua estrangeira para o português. nós é que geramos a informação. Antes da tradução, o texto escrito na língua estrangeira não tinha significado nenhum.

Obviamente que isto é ridículo, mas serve para se vêr até onde os ateus estão dispostos a sacrificar o seu intelecto como forma de rejeitarem Deus. O ADN tem informação codificada quer nós saibamos o que está lá codificado ou não. O facto de nós usarmos conceitos nossos para descrever os mecanismos presentes nas formas de vida não significa que nós estamos a impôr aos sistemas biológicos estruturas e significado que não existiam anteriormemente.

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Variação Genética Não é Evolução

Em mais um esforço para usar todos cenários possíveis como “eventos evolutivos”, os darwinistas verificaram que o clima pode ter um efeito directo na velocidade da “evolução molecular” dos mamíferos.

Pesquisadores observaram que, entre pares de mamíferos da mesma espécie, o ADN daqueles que viviam em climas mais quentes varia com mais frequência. Estas mutações – onde uma letra do código ADN é substituída por outra – são os primeiros passos para a evolução.

Da substituição de uma letra do ADN já existente por outra letra do ADN já existente, os darwinistas inferem que o mundo biológico criou-se a si próprio e que Deus não existe. Mesmo que se diga aos darwinistas que “mutação” não é “evolução”, eles não acreditam. Para os darwinistas, qualquer evento biológico serve de evidência para a evolução.

Infelizmente para os crentes darwinistas, a sua fé nas mutações “microevolutivas” contradiz o que cientistas não criacionistas têm o cuidado de afirmar:

A questão central da conferência de Chicago era se os mecanismos salientes na microevolução podem ser extrapolados para explicar o fenómeno da macroevolução. A resposta pode ser dada como um rotundo “Não”. (1)

Por outras palavras, o facto de dois gatos pretos cruzarem e darem à luz gatos cinzentos não explica como é que os gatos se originaram.

Como se isso não fosse suficiente, podemos afirmar que a variação genética é um evento que está bem dentro do criacionismo Bíblico. Adão e Eva são os pais de todos os viventes, no entanto, se olharmos para o vizinho do lado podêmos vêr que somos bastantes diferentes uns dos outros. O que têm acontecido desde que os nossos pais Adão e Eva apareceram na Terra é variação e recombinação de informação genética já existente. Nada de novo é criado, para grande desespero evolucionista.

Os evolucionistas querem usar um processo que é aceite por todos (variação genética) como evidência exclusiva para a sua religião (evolucionismo).

A genética pode ser adequada para explicar a microevolução, mas a variação microevolutiva nas frequências genéticas não foram documentadas como sendo capazes de transformar um réptil num mamífero, ou de converter um peixe num anfíbio.

A microevolução concerne-se a adaptações relativas à sobrevivência do mais apto e não à origem do mais apto. Como Goodwin (1995) ressalva, “a origem das espécies - o problema de Darwin – continua por resolver (2)

É muito importante não deixarmos os evolucionistas usarem de malabarismos semânticos porque basta uma palavra mal qualificada para o evolucionista ficar com vantagem.

……………
1. R. Lewin, “Evolutionary Theory Under Fire”, Science, vol. 210, 21 November, 1980, p. 883

2. – Scott Gilbert, John Opitz, and Rudolf Raff, “Resynthesizing Evolutionary and Developmental Biology”, Developmental Biology, 173, Article no. 0032, 1996, p. 361. (ênfase adicionado)

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One day in your life- Michael Jackson

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Música Ajudou a Evolução do Homem

Os evolucionistas propuseram mais uma teoria sobre as causas da evolução do homem. Não havia teorias suficientes, pelos vistos.Todas as teorias ou “modelos” evolutivos sofrem do mesmo problema: rejeição à priori e filosófica do Relato Bíblico da criação. A partir daí, e por mais ridícula que seja , qualquer coisa vale (vêr 1,2,3).

Cientistas na Alemanha publicaram detalhes àcerca de flautas datadas do tempo em que os homens modernos começaram a colonizar a Europa, 35,000 anos atrás. Estas flautas são os instrumentos mais antigos alguma vez encontrados. Os pesquisadores afirmam no “Journal Nature” que a música estava difundida nos tempos pré-históricos.


Como é normal quando um artefacto arqueológico é encontrado, os evolucionistas tentam usá-lo como forma de promover Darwin. Os seus comentários evolutivos em nada aprofundam o nosso conhecimento sobre o dito artefacto, mas os evolucionistas gostam de pôr esta cereja podre sobre o bolo científico.

De acordo com o Professor Nicholas Conard da Universidade Tubingen, isto sugere que tocar música já era comum há cerca de 40,000 atrás, altura em que os humanos se propagaram através da Europa.

Portanto há 40,000 anos atrás o homem já sabia construir sofisticados instrumentos musicais (bem como fazer música, obviamente), mas só aprendeu que poderia usar sementes para gerar alimento há cerca de 10,000 anos atrás. O que é mais difícil: tocar uma flauta, ou pegar numa semente e enterrá-la no subsolo?

A música foi usada em muitos tipos de contextos sociais: provavelmente contextos religiosos, provavelmete ambientes recreacionais, da mesma forma que hoje em dia a música é usada em diversos contextos. (…) Os pesquisadores sugeriram também que não só a música estava mais difundida do que se pensava anteriormente, mas o espírito criativo da humanidade também estava mais avançado do que se julgava.

Os evolucionistas continuam a ter “surpresas” em relação à História da Humanidade porque eles assumem que o homem era mais primitivo no passado, e que só agora é que estamos a ficar inteligentes. A Bíblia e a História dizem exactamente o contrário: o ser humano começou com uma inteligência e capacidades mentais extraordinárias, mas com o passar do tempo, e devido à maldição do pecado, nós fomos perdendo capacidades intelectuais (apesar de agora termos mais informação).

Isto mostra mais uma vez como a teoria da evolução é um impedimento para o avanço da ciência. Se os evolucionistas aceitassem os dados históricos sem levar em conta o ateísmo e a teoria da evolução, eles facilmente aceitariam o Relato Bíblico da Criação. No entanto, por motivos puramente ideológicos (e não científicos) os ateus continuam a forçar as evidências de modo a que elas confirmem a sua religião darwinista. Devido a essa posição, eles continuam a ter “surpresas” em relação ao que os dados históricos mostram.

A tragédia disto tudo é que a maior surpresa que eles vão ter é quando a sua alma finalmente deixar o seu corpo e for lançado das amarguras do inferno.

Aí, sem esperança, sem força e sem resistência, vão-se aperceber do ridículo que é acreditar que o mundo biológico, com toda a sua complexidade e sofisticação, é o resultado de milhões de mutações aleatórias filtradas pela impessoal e não inteligente selecção natural.

Isaías 44:24
Assim diz o Senhor, teu Redentor, e que te formou desde o ventre:  Eu sou o Senhor que faço todas as coisas

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Medo de Cobras Causou Evolução do Homem?

A teoria da evolução continua a evoluir. Não contentes com as milhentas histórias (muitas vezes, mutuamente exclusivas) sobre a imaginada evolução humana, há 3 anos atrás os darwinistas propuseram mais uma: medo de cobras.

Segundo a versão online da ScienceDaily, Lynne Isbell, professora de antropologia na UC Davis, propôs uma nova hipótese evolutiva onde é afirmado que a habilidade de detectar cobras venenosas pode ter desempenhado um papel fulcral na evolução dos macacos.

Os primatas possuem uma boa visão, cérebros alargados, mãos e pés com capacidade de agarrar objectos, e capacidade de usar a visão no processo de atingir e agarrar objectos. Os cientistas [= evolucionistas] sempre pensaram que estas características evoluiram paralelamente à medida que os primeiros primatas usavam as suas mãos e os seus olhos para agarrar insectos e outras presas, ou as usavam para agarrar e examinar frutos ou outro tipo de comida.

Por si só, é difícil imaginar como é que a visão poderia ser o resultado de forças não-inteligentes (vêr 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8,), mas pensar que o sistema de visão evoluiu lado a lado com o cérebro e com as habilidades manuais é pura fantasia.

Isbell sugeriu, no entanto, que os primatas desenvolveram uma boa visão ao perto de forma a evitar um perigoso predador: a cobra.

A Isbell fala em “primatas desenvolverem” boa visão como se isso fosse tão fácil como deixar crescer o cabelo. Como é que um primata “desenvolve” a sua própria visão? O primata sabe o que é necessário para se vêr ao longe e ao perto? O primata sabe desenvolver uma plataforma biológica que seja capaz de resolver milhares de operações matemáticas por segundo?

Cada segundo que passa a tua retina executa mais operações matemáticas do que aquelas que tu poderias resolver em meses. Lembra-te: isto é por cada segundo. Depois de vêres isso, pergunta-te se alguma vez alguém viu uma máquina que executa operações matemáticas surgir “por acaso”, sem ser o resultado de design, inteligência e planeamento. – *

Pensem numa câmera de filmar. A câmera de filmar é milhões de vezes mais simples que a célula mais ínfima presente no nosso sistema de visão. Quantas pessoas neste mundo podem “desenvolver” uma câmera de filmar?

A resposta tradicional dos evolucionistas é “Ah e tal, mas isso demorou milhões de anos etc, etc….. e mutações, e etc, etc….. e selecção natural.. etc etc …… epá olha para as horas! Tenho que me ir embora! Tchau!

Estudos neurológicos feitos por outros mostra que a estrutura do sistema visual do cérebro não se enquadra com a ideia de que a visão evoluiu paralelamente às estruturas de alcance e aos processos que permitem agarrar objectos.

Se os estudos não se enquadram, porque é que há (ou havia?) evolucionistas que pensavam que se enquandravam?

Alguns grupos primatas menos ameaçados pelas cobras mostram menos pressão para evoluir uma visão melhor.

A lógica desta frase é: se houver pressão evolutiva, então as coisas vão evoluir e melhorar. Pressão evolutiva, segundo o mito, tem a capacidade de tornar os sistemas mais especializados e mais adaptados ao meio ambiente. Mas se isto é assim, e de forma a sermos consistentes, para quê resistir às pressões evolutivas geológicas e climatéricas?

Para quê tentar “salvar o planeta” e lutar contra o aquecimento global, se estas “pressões evolutivas” contemporâneas podem gerar algo de bom no futuro? Quem fala de pressões evolutivas geológicas e climatéricas, fala de outro tipo de “pressão evolutiva” (Vêr: “Pode um darwinista ser um ambientalista?“).

Conclusão:

Tendo lido esta notícia, eu gostaria de propôr uma nova teoria sobre a evolução do homem.

Na verdade, o que causou a evolução foi o medo da chuva. Sim. Quando os primatas das savanas viam as gotas de água a cair do céu, fugiam para se abrigar debaixo das árvores mais próximas. Este processo de alerta e fuga causou a que os macacos mais espertos se apercebessem que ficando de pé (e não estando sobre os quatro membros) eles ficavam menos molhados. Isto causou o bipedalismo, que por sua vez libertou as mãos para outras funções (jogar Tetris, estalar os dedos, coçar os pés, mudar de canal com o comando, etc). Isto culminou na nossa chegada.

Ciencia? Não. Apenas evolução.

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Theamazingatheist says O.K. God I learned my lesson

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