Arquivo para Julho, 2009

Ciência e Certezas Naturalistas

O pior naturalista não é aquele que o proclama sem rodeios, mas sim aquele que o esconde por trás do manto da tão-mal-definida “ciência”. O ateu evolucionista Ludwig Krippahl é um bom exemplo. O Ludwig proclama que

A ciência tem a pretensão de dizer como o universo funciona, como surgiu a nossa espécie, como o Sol brilha e explicar cada vez mais coisas. E tem o atrevimento de não descobrir deuses em lado nenhum.

Alguém consegue descortinar a fé naturalista subentendida nesta declaração? Como é que o ateu Ludwig sabe que a ciência “tem o atrevimento de não descobrir deuses em lado nenhum“? Isto só é verdade se o Ludwig sabe qual é o propósito final da ciência. Segundo a sua fé, o tal propósito é o de dar respostas naturalistas (e não verdadeiras) para todos os fenómenos que alguma vez foram observados. O que o ateu Ludwig chama de “ciência” nada mais é que naturalismo.

Reparem também que o Ludwig, como sempre, mistura a ciência operacional (“como o universo funciona“), que é a mesma entre evolucionistas e criacionistas, com a ciência histórica ou forense (“como surgiu a nossa espécie“). Isto é-lhe bastante útil porque sempre que o céptico da mitologia de Darwin apontar um dos muitos problemas da teoria da evolução, o Ludwig pode sempre dizer que “estamos a atacar a ciência”. Para o Ludwig, falar sobre as origens do universo é o mesmo tipo de ciência que está envolvida no estudo do sistema de visão. O Ludwig não aceita o facto de que, enquanto que em medicina podemos analisar o sistema de visão directamente, nós não podemos fazer o mesmo em relação à origem do universo.

A crença de que a ciência tem o atrevimento de não descobrir “deuses” em lado nenhum é mais um declaração naturalista do que científica. Galileo não pôde deixar de glorificar o Criador ao observar a ordem, complexidade e beleza do universo. O mesmo para Newton, Maxwell, Faraday, Pascal, Mendel e muitos outros cientistas e pesquisadores que claramente viam a Poderosa Mão de Deus por trás da ordem e estrutura do universo.

O Ludwig acredita que a sua “ciência” não descobre Deus porque Ele não existe. O que o Ludwig não se apercebe é que a sua definição de ciência não “descobre Deus” porque, por definição, a sua ciência só aceita causas e efeitos que não involvam Deus. Ora, se Ele está excluído à partida, não é de admirar que Ele não apareça no final.

Tal como disse em cima, o pior naturalista não é o que se afirma como tal sem complexos, mas aquele que esconde o seu naturalismo por trás da sua definição de ciência.

É sempre importante separar a verdadeira ciência do naturalismo, uma vez que uma não tem relação nenhuma com a outra, independentemente do que os nossos amigos ateus furiosamente afirmem.

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A Evolução Que Nunca Foi

Os evolucionistas continuam com a sua ginástica semântica como forma de esconder os limites naturais das forças impessoais.

O ponto fulcral da discussão científica entre a teoria da evolução e a teoria do design inteligente é se as forças da natureza têm ou não a capacidade de (por si só) gerar o nível de complexidade que observamos no mundo biológico. Os evolucionistas dizem que sim, mas até a data têm sido totalmente incapazes de mostrar a tal força não-inteligente capaz de gerar, por exemplo, uma única célula humana (levando em conta que o corpo humano tem milhões e milhões de células, sendo cada uma mais complexa que qualquer objecto feito por seres humanos).

A teoria do design inteligente, por seu lado, infere uma Causa Inteligente por trás do bio-design devido 1) aos limites observados das capacidades das forças naturais e 2) a estrutura tipo-máquina das formas de vida.

Juntando estas duas observações (e muitas outras), é mais lógico aceitar-se a posição que infere design consciente do que aceitar a alternativa, a evolução impessoal (“mutações aleatórias + milhões de anos + selecção natural”).

Os evolucionistas estão bem cientes dos limites biológicos, e como tal tratam de obfuscar e reinterpretar conceitos como forma de esconder a falta de base empírica para a sua teoria. Um dos exemplos para esse facto é reportado aqui, onde um dos evolucionistas afirma que “provavelmente é necessário dar uma mãozinha à evolução“.

Isto é puro engano. O propósito da teoria da evolução é o de “mostrar” como as forças da natureza por si só (sem intervenção inteligente) conseguem gerar os sistemas e sub-sistemas presentes na biosfera. Se os cientistas têm que “dar uma mãozinha”, então já não é um processo não-inteligente uma vez que os cientistas (seres inteligentes) estão a condicionar o processo. Se há actividade inteligente, então já não é evolução.

O artigo supra citado elucidava as experiências de pesquisadores na Harvard Medical School usando computadores como forma de causar “evolução rápida”. Ou seja, eles usam computadores programados por seres inteligentes, em laboratórios sob condições controladas, tendo um objectivo em vista, e de alguma forma misteriosa (conhecida só pelos nossos amigos evolucionistas) estas experiências são supostas evidências de que a natureza pode por si só fazer aquilo que seres inteligentes conseguem fazer. Faz todo o sentido, não faz? Só se fores um ateu evolucionista, porque para o resto do mundo não faz sentido nenhum.

Como é que eles podem chamar a esse processo de “evolução”, quando eles investiram 20 anos e milhões de dólares numa técnica de sequência genética rápida chamada de MAGE (“multiplex automated genome engineering”)? Como é que um processo onde há engenharia, design, visão, planeamento serve de evidência para a teoria da evolução, se, segundo os ateus, a teoria da evolução não é um processo inteligente, consciente ou com capacidade de prevêr o futuro?

Provavelmente os evolucionistas usam o termo “evolução” porque as experiências mencionadas em cima envolveram mutações e selecção. Mas isto é enganador mais uma vez porque os selectores destas experiências são seres humanos que têm um fim em vista. Supostamente, na natureza não havia um fim em vista; as coisas apenas foram acontecendo aleatoriamente, e a selecção natural foi filtrando as mutações boas e eliminando as menos boas.

Conclusão:

Os ateus continuam com os seus jogos semânticos, e não creio que os mesmos terminem tão cedo. Eles fazem esta reinterpretação de conceitos porque eles não têm evidências para as mitológicas capacidades criativas das forças da natureza.

O Dr Philip Johnson, um dos fundadores da teoria científica do design inteligente, afirmou que uma das formas através da qual nós podemos vêr que os evolucionistas sabem que não têm fundamento científico, não vem tanto daquilo que os criacionistas ou os cientistas defensores do DI (Design Inteligente) afirmam, mas sim a forma como os ateus defendem a teoria da evolução. Quem tem evidências do seu lado não precisa de fazer este tipo de jogos.

O cristão, por seu lado, pode alegremente usar as mais recentes descobertas científicas ao nível da Biologia porque elas vão confirmar aquilo que Deus falou na Biblia. Aquilo que se pode observar está em pleno acordo com a Palavra de Deus, e portanto não há necessidade de perverter o sentido contextual do Livro de Génesis a favor de mitos ateus.

“A Tua Palavra é Verdade” – João 17:17

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Humor Darwinista

Eis um site onde a teoria da evolução é tratada com o respeito que merece.

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Obama: Seis meses depois…

O ícone dos secularistas, presidente Hussein Obama Junior, continua a cair de forma rápida nnos níves de aprovação americanos. Não se esqueçam de levar em conta que o pobre coitado ainda nem um ano tem de presidência.
Se ao menos alguém tivesse avisado que este aborcionista, evolucionista, pró-islâmico, anti-Israel, democrata era uma fraude, as coisas teriam sido diferentes.
Ah, mas houve pessoas que de facto avisaram, mas tais “profetas da desgraça” foram catalogados de “racistas”.

Presidential Approval Index Drops to -11

Americans have begun to awaken to the truth about “hope and change”. Hallelujah!

presidential approval index

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Baden Powell – Prelude em Lá Menor

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T. Rex “Morde” Teoria da Evolução

Um conjunto de dentes pertence ao Tyrannosaurus Rex foi encontrado numa camada rochosa onde, de acordo com os sempre fiáveis métodos de “datação”/adivinhação evolucionistas, não deveria estar.

Descoberto em Hyogo, no Japão, os dentes pertencem a um dinossauro com cerca de 4,5 metros encontrado em rochas pertencentes à “Era Cretácia” (supostamente depositado a 140 milhões de anos atrás). Devido a esta descobnerta, o que se “sabe” àcerca dos dinossauros tem que (mais uma vez) ser revisto.

Haruo Saegusa, curador do “Museum of Nature and Human Activities”, afirmou recentemente no jornal “JapanToday” que “Se o dinossauro pertence à mesma era do estrato [geológico] [início da era Cretácia], então o tyrannosaurus pode ter começado a aumentar de tamanho muito antes do que se pensava anteriormente“.

Como é normal no que toca à teoria da evolução, um dado que deveria pôr em causa a sobrevalorizada (mas totalmente errada) interpretação evolucionista do registo fóssil, serve apenas para “refinar” um modelo claramente não científico. Não há evidência científica que possa fazer um evolucionista deixar de ter fé em Darwin, uma vez que ele não começou a ter fé na teoria da evolução devido as evidências. (Vêr: “E se Darwin fosse vivo?“)

A “explicação” aqui parece ser o de apenas ajustar o desenvolvimento evolutivo um pouco mais atrás no tempo como forma de fazer a descoberta concordar com o mito darwinista.

Isto não é ciência.

O cristão deve levar em conta descobertas como esta sempre que os ateus usarem a defunta “escala geológica” como forma de refutar o que a Bíblia diz sobre as nossas origens. Se os seus próprios métodos de datação mostram que a sua própria teoria não está de acordo com as observações, porque é que nós haveríamos de pôr em causa aquilo que o Criador diz?

É mais seguro confiar Naquele que sabe tudo do que confiar nas sempre “fiáveis” opiniões humanas.

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Rei David: Arqueologia e a Bíblia Concordam

Artigo Original

Uma das maiores ironias no mundo acadêmico é saber que os piores inimigos da Bíblia não são ateus, evolucionistas ou agnósticos, mas sim teólogos bíblicos que lecionam Antigo e Novo Testamento em universidades nos Estados Unidos e Europa. Esse é caso de Philip Davies, da Universidade Sheffield, na Inglaterra. Para ele, Davi não é mais histórico do que o Rei Artur e os cavaleiros da távola redonda; em outras palavras, folclore britânico. Essa é a opinião dele na obra In the Search of ‘Ancient’ Israel (Em busca do ‘antigo’ Israel), publicada em 1992. Seu argumento, porém, era baseado no silêncio de fontes históricas fora da Bíblia que mencionassem o famoso rei israelita. Um argumento, diga-se de passagem, muito perigoso para qualquer acadêmico.

Ironicamente, um ano após Davies publicar sua obra, a equipe de Avraham Biran, arqueólogo do Hebrew Union College, em Jerusalém, encontrou em Tel Dan, no norte de Israel, o fragmento de uma estela (pedra) contendo o registro histórico de um guerra entre os reis da Síria, Israel e Judá. Nesse documento, o reino de Israel é chamado “Casa de Israel”, enquanto o reino de Judá é chamado de “Casa de Davi” (na quinta linha de baixo para cima, na foto)!

Ao anunciar a descoberta, a Biblical Archeology Review destinou mais de 15 páginas para falar a respeito do assunto, escritas pelo próprio Dr. Biran. Poucas edições depois, foi a vez de Philip Davies contra-atacar. Segundo ele, o documento arqueológico poderia ser uma fraude. O que Davies se esqueceu foi que o artefato não foi comprado de nenhum comerciante palestino ou judeu, mas foi desenterrado pela auxiliar de campo Gila Cook.

Outro argumento utilizado pelo acadêmico de Sheffiled é a tradução da expressão aramaica BYTDWD como “Casa de Davi”. Ele notou que todas as palavras do texto estão separadas por um ponto, mas nessa expressão não há ponto algum. Sendo assim, a tradução “Casa de Davi” estaria sendo forçada. Porém, ele só se esqueceu do que os linguistas já sabiam: que quando há junção de um substantivo (BYT – casa) e um nome próprio (DWD – Davi), não se utiliza nenhum ponto na separação. Esse era um costume comum entre assírios, babilônicos e arameus (e a estela foi escrita em aramaico) no registro de um texto.

Para Kenneth Kitchen, uma das maiores autoridades em estudos orientais da atualidade, a descoberta é tremenda. De acordo com ele, a expressão “Casa de…” refere-se ao fundador da determinada dinastia, sendo atestada em todo o Antigo Oriente Médio. Estaria esse documento mencionando o rei Davi, autor do famoso Salmo 23? As evidências sugerem que sim. Bastou apenas um ano para uma descoberta arqueológica desmoronar a pesquisa de Philip Davies! Isso sim é ironia.

Tive a oportunidade de ver essa peça em exposição no dia 24 de agosto do ano passado, no Masp, em São Paulo. Fiquei por aproximadamente cinco minutos observando cada detalhe do artefato e relembrando as diversas histórias desse personagem chamado Davi. Eu já conhecia a história do achado e o seu valor para o cristão no século 21, mas mesmo assim foi uma experiência poderosa, uma vez que a história bíblica pôde transpor milênios e ganhar um colorido mais acentuado através de um artefato de quase três mil anos!

(Luiz Gustavo Assis, Outra Leitura)

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Cães e Raposas “Assassinam” Pinguins

Este post pode parecer um pouco fora do contexto “Design versus Darwin“, mas o que está explícito no trecho “jornalístico” é sintomático da religião que professa a origem não-sobrenatural da vida.

A BBC exemplificou o declínio do nível jornalístico com o artigo que tinha como título “Assassinio de pinguins provoca ajuda de atiradores“. Só no terceiro parágrafo é que o leitor fica a saber que os “assassinos” são….. cães e raposas.

Os corpos mutilados dos animas, conhecidos como “fairy penguins”, foram encontrados num parque nacional, perto do porto de Sydney.

Os suspeitos principais são cães e raposas. Com uma altura de 40cm, o mais pequeno dos pinguins claramente não é rival oara inimigos tão agressivos.

Corpos mutilados?! Assassínio?! Por mais ridículo que possa parecer, este tipo de exagero tem vindo a crescer com o tempo à medida que os ambientalistas ficam mais desesperados para passar a sua mensagem.

Isto é uma estratégia usada no processo de equivaler a morte de animais com a morte de humanos, chegando ao ponto de classificar a natural natureza predatória de cães e raposas como um “assassínio”.

Isto torna-se mais alarmante quando tais palavras recebem o estatuto de manchete num orgão de informação tão influente como a BBC.

Este tipo de semântica é sintomática de quem acredita (sem evidências) que o ser humano é o resultado do mesmo processo não inteligente que gerou todas as outras formas de vida existentes na Terra. Obviamente que um cão que mata um pinguim não é um “assassino”, mas tal facto parece não afectar os religiosos ambientalistas (na sua esmagadora maioria, evolucionistas). Se duvidam que o ambientalismo é uma religião, vejam esta foto:

O ser humano é distinto das outras formas de vida, e por mais que os ambientalistas e os ateus tentem baixar o estatuto único da pessoa humana, isso não vai acontecer. Matar penguins não é assassínio porque assassínio é matar um ser humano ilegalmente, não matar um animal.

O mais irónico disto tudo é que um ambientalista evolutionista é uma posição auto-contraditória (Vêr “Pode um darwinista ser um ambientalista?”).

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Geneticamente e Espiritualmente Programados Para a Monogamia

Embora inúmeros filmes e programas de televisão mostrem o acto sexual casual como “nada de demais” ou mesmo normal, de acordo com os dados científicos, essa crença está errada. Aparentemente, a química cerebral associada ao acto sexual é exclusivamente conduciva para o casamento.

Os doutores Joe McIlhaney e Freda McKissic Bush disponibilizaram o alcance do conhecimento médico actual (no que toca ao sexo casual) no seu livro “Hooked: New Science on How Casual Sex Is Affecting Our Children(1).

O aumento da dopamina (químico presente no cérebro que proporciona a sensação de satisfação) acompanha as experiências excitantes e satisfatórias, que por sua vez estimulam uma vontade de repetir a actividade que produz essa sensação. Contudo, os autores ressalvam que a dopamina é moralmente neutra, uma vez que a mesma sensação de satisfação associada a dopamina pode ser o resultado de actividades boas e saudáveis, ou de actividades más e prejudiciais.

De acordo com McIlhaney e Bush, quando a mulher é tocada de uma forma amorosa, o seu cérebro produz oxitocina, o que por sua vez activa sentimentos de proximidade e confiança. O aleitamento tem o mesmo efeito: encoraja os laços entre a mãe e o seu bébé. O aumento do contacto físico íntimo produz mais oxitocina o que conduz a um maior desejo por essa sensação de proximidade.

Tal como a dopamina, a produção de oxitocina não é controlada pela consciência, mas é, sim, um efeito fisiológico do contacto. Quando isto é experimentado fora do vínculo do casamento, os autores notaram que as mulheres podem-se enganar a elas mesmas pensando que um mau relacionamento é bom devido aos efeitos da oxitocina que é produzida pelo contacto físico. Isto leva a que quando tais relacionamentos terminam, a quebra do laço que os unia (e os sentimentos de traição que daí nascem) possam conduzi-las a traumas emocionais.

Nos homens, um dos efeitos da vasopressina (químico que inunda o cérebro masculino durante o acto sexual) é o de gerar uma sensação de união com a parceira. Pesquisas mostram que, se ele tem relações sexuais com múltiplas parceiras, a sensação de união é dissipada, e consequentemente, a sua abilidade de formar relacionamentos duradouros é posta em perigo.

A teoria da evolução está apenas “interessada” em que a humanidade tenha um mecanismo anatómico eficiente como forma de propagar os genes. O imperativo de acasalar e propagar os genes não haveria necessariamente de estar conectado a relações de duração longa. Pelo contrário, de acordo com a evolução, quanto mais parceiros um indivíduo tiver, mais oportunidades ele tem de ter uma descendência diversificada.

O cérebro humano, no entanto, aparenta ter sido especialmente arquitetado de modo a encorajar a monogamia, a confiança e casamentos baseados no compromisso – chegando ao ponto do cérebro possuir um sistema coordenado de produção de químicos (conectados ao nosso sentido táctil) como forma de produzir sentimentos de intimidade.

Esta especificidade do cérebro humano está de acordo com o plano de Deus para o casamento. A existência destes sistemas fisiológicos que encorajam o relacionamento é precisamente o que seria de esperar de Um Criador que planeou o casamento de modo que o homem e a mulher se tornassem numa carne (Génesis 2:24)

O texto de “Hooked” e a Sagrada Escritura mostram que aqueles que seguem o plano monogâmico de Deus para a sexualidade (quer seja por intencionalmente seguirem as instruções da Bíblia ou não) possuem relacionamentos mais saudáveis e felizes com os respectivos cônjuges.

Conclusão:

Mais uma vez se vê que quando a ciência é propriamente interpretada, ela está de pleno acordo com a Bíblia.

…………………

1. McIlhaney, J. S. and F. McKissic Bush. 2008. Hooked: New Science on How Casual Sex Is Affecting Our Children. Chicago, IL: Northfield Publishing.

(Modificado a partir do original.)

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Inteligência Artificial ou Ignorância Voluntária?

Há alguns anos atrás, quando os computadores começaram a ficar disponíveis ao público, alguns escritores previram que, mais cedo ou mais tarde, os computadores haveriam de ter inteligências similares à inteligência humana. (Isto verificou-se particularmente entre escritores de populares revistas científicas) Quem não se lembra de filmes como Robocop e Terminator e do efeito que eles tiveram em nós?

Mas…. o sonho parece ter desmoronado. É notório o desencanto e a desmotivação existentes entre os naturalistas em relação à criação de inteligência artifical (IA). Este site diz o seguinte:

O campo [da IA] desmembrou-se em muitos subcampos preenchidos por pesquisadores com objectivos distintos, e com vocabulários técnicos distintos.

Em português corrente, “ninguém se entende“.

O que é que entretanto se sucedeu que causou o desencanto dos cientistas em relação à IA? Essencialmente, o que aconteceu é que se começou a entender melhor o funcionamento do cérebro humano, e com isso verificou-se que criar IA não é tão fácil como inicialmente se pensava. (1,2)

É verdade que os computadores podem lêr e falar, mas eles não entendem o que eles lêem ou falam. Os computadores podem controlar máquinas como forma de produzir carros, e eles mesmos podem criar carros, mas eles não podem decidir um dia ir à livraria e estudarem mecânica como forma de aumentar o seu conhecimento.

Com o actual nível de desenvolvimento, os pesquisadores não só podem contruir um computador que pode jogar um bom jogo de xadrez (e mesmo vencer um expert), como também podem construir um computador que pode guiar um míssil até ao seu respectivo alvo. No entanto, tudo isto o computador faz porque obedece a regras pré-programadas nele por seres humanos inteligentes. Nenhum computador é capaz de um pensamento original.

Quando (e se!) os cientistas alguma vez conseguirem criar um computador que de facto tenha uma inteligência, isto apenas vai servir de evidência para a Bíblia, uma vez que ela afirma que a nossa inteligência é feita à Imagem da Inteligência do Criador, o Senhor Jesus Cristo. Processos não-inteligentes não têm a capacidade de criar inteligência onde ela não existia. Se os ateus acham que sim, então eles têm que providenciar evidências.

Conclusão:

O ateu observa a pesquisa e a dificuldade (e complexidade) envolvidas na criação de máquinas informáticas e mecânicas. O mesmo ateu observa a total falta de orientação que existe na tentativa de criação da inteligência artificial, no entanto o mesmo ateu olha para si mesmo todos os dias da sua vida, e assume que a imensamente complexa e especificada estrutura existente nele mesmo é obra de milhões de anos de eventos não inteligentes.

Estas são as mesmas pessoas que querem usar a “lógica” como forma de refutar a Bíblia, mas que ao mesmo tempo acreditam que a “lógica” e a inteligência são o resultado de forças não-inteligentes e impessoais.

Faz todo o sentido, não faz? Sim, se fores um ateu.

Génesis 1:26
E criou Deus o homem à Sua imagem:
à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou

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