Arquivo para Agosto, 2009

Darwin estava errado em relação ao apêndice

O apêndice, esse orgão relegado pelos darwinistas para o estatuto de “orgão vestigial”, está bem vivo e com redobrada consideração.

A “estória” por trás da relação entre o apêndice e os darwinistas é fácil de contar: havendo depositado a sua fé na mitologia darwiniana, e acreditando que as formas de vida são o resultado de processos não-inteligentes, os darwinistas inferiram que, dada essa situação, seria de prevêr a presença no corpo humano de orgãos que tenham perdido a sua função durante os imaginados “milhões de anos”.

Há décadas atrás, os darwinistas elaboram uma lista de supostos “orgãos vestigias” e nessa lista estava incluido o apêndice (além de outros mais). Como geralmente acontece, a ciência destruiu essa crença evolucionista e mostrou que o apêndice afinal tem uma função.

A Science Daily anunciou os resultados do estudo. Conclusão?

Darwin estava errado. O apêndice é muito mais do que apenas um remanescente evolutivo. Não só ele está mais disperso na natureza do que se pensava anteriormente, mas tem estado presente há mais tempo do que se julgava.

Tradução: A teoria da evolução afirmava uma coisa, mas a ciência mostra exactamente o contrário.

Pesquisadores da “Duke University Medical Center” haviam já reportado que o apêndice parece fazer um “reboot” à flora intestinal após uma crise. Desta vez eles partiram do princípio proposto por Darwin segundo o qual o apêndice havia evoluido a partir de um ceco. No entanto eles depararam-se com dois problemas com esta ideia.

Primeiramente, alguns animais possuem um ceco e um apêndice. Não só isso, mas vasta propagação do apêndice na natureza mitiga contra a noção evolutiva de que o mesmo é um orgão sem função e em processo de ser eliminado pela selecção natural. Os pesquisadores da Universidade de Duke acreditam que o apêndice tem uma função no sistema imunitário.

O artigo tentou minimizar o golpe dado a Darwin dizendo que o sábio velhote não tinha dados suficientes à sua disposição. Neste ponto discordo. O Rei David não tinha “dados suficientes à sua disposição”, mas pôde eloquentemente afirmar:

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. - Salmo 139:14

Não foi a “falta de dados” que levou Darwin a imaginar que as formas de vida criaram-se a si mesmas, mas sim a falta de vontade.

Se Darwin estivesse ciente do facto de existirem espécies com um apêndice conectado ao ceco, e do facto do apêndice estar bem dissiminado na natureza, ele não teria pensado que o apêndice era um vestigio da evolução.

Do mesmo modo, se a minha avó não tivesse morrido, ela estaria viva. Claro. A questão não são “os dados disponíveis” no tempo de Darwin, mas sim o que levou o sábio velhote a imaginar uma coisa que a ciência refuta. Claro que não havia dados suficientes para se saber das funções imunitórias do apêndice, mas também não havia dados alguns que o levassem a imaginar que o mesmo era um orgão vestigial. Porque é que ele resolveu acreditar numa coisa sem dados em detrimento de outra opção também sem dados? A resposta é que uma das respostas está de acordo com o naturalismo e a outra não.

Um dos autores do estudo (Dr. William Parker) afirmou que

Se calhar está na hora de se corrigir os livros escolares.

Mais uma vez, os evolucionistas lá vão ter que “desdizer” o que anteriormente era um “facto científico”.

Lembrem-se de estudos científicos como estes da próxima vez que os ateus usarem um “facto científico” como evidência contra a Bíblia.

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Música: Roupa Nova – “Amo em Silêncio”

Eis uma das grandes músicas desta banda brasileira

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A teia dos milhões de anos

O paleobiólogo Martin Brasier da “Oxford University” anunciou a descoberta da mais antiga teia de aranha.

Embora Brasier afirme que a teia tenha “140 milhões de anos”, ele repara que “podem-se equivaler os detalhes da teia da aranha com as teias de aranha que existem no meu jardim“. Por outras palavras, não há distinção entre uma e outras.

O âmber foi encontrado na costa britânica há alguns anos atrás por alguém que a AP (Associated Press) descreveu como um “caçador de fósseis amador”.
A reportagem observa que “as minúsculas tranças revelam que as aranhas já criavam teis circulares bem para além da Pré-História.

Conclusão

Embora esta descoberta seja fascinante, a datação do âmber é 100% interpretação baseada em pressuposições àcerca do passado. Dentro do paradigma dos “milhões de anos” (necessários para a evolução), este achado revelaria que as actuais teias de aranha aparentemente não mudaram em relação às teias de aranha da idade dos dinossauros.

No entanto, o que este achado científico revela é que as aranhas sempre foram aranhas desde que Deus as pôs na Terra. Não houve evolução nas aranhas porque não houve evolução em lado nenhum deste universo.

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Lulas Evolutivamente Indigestas

Eis mais uma descoberta científica que vai deixar os ateus furiosos.
Paleontólogos liderados por Phil Wilby (British Geological Survey) encontraram em Wiltshire um fóssil inesperado: uma bolsa de tinta de lula espantosamente bem preservada. O fóssil foi encontrado numa área conhecida há bastante tempo como zona de fósseis de animais com estrutura frágil.

Phil Wilby mostrou a sua fé uniformitarianista ao afirmar que

É difícil de imaginar como é que uma coisa tão macia e tão líquida pôde subsistir dentro de uma rocha com 150 milhões de anos.

Reparem que os “milhões de anos” nem são postos em causa, tal como foi mostrado neste post.

O que é espantoso é que, para além da bolsa de tinta estar intacta e cheia (embora a tinta tenha solidificado), a mesma tem essencialmente a mesma composição química que a tinta das lulas modernas. Após re-liquificação química, a tinta foi então usada para desenhar uma imagem da criatura junto ao seu nome latino.
A interpretação evolucionista “dá” uma idade de 150 milhões de anos às rochas, no entanto, tal como afirmado pelo sr Wilby, “É difícil de imaginar como é que uma coisa tão macia e tão líquida pôde subsistir dentro de uma rocha com 150 milhões de anos.”A reportagem do “The Daily Mail” àcerca de mais este achado acrescenta que “as probabilidades de encontrar intacto algo tão delicado como o saco de tinta de uma lula são de um bilião para uma“.Existem ateus um pouco por toda a blogsfera que afirmam que o modelo criacionista não é confirmado pelas evidências, mas este achado confirma pontos essencias do mesmo:

1. Preservação espantosa – A preservação das partes macias do organismo requerem um enterro rápido como resultado de processos catastróficos. (Percebe-se porquê: o que é que geralmente acontece quando deixamos, por exemplo, carne à mercê das forças da natureza? Deteriora-se e decompõem-se.)
Wilby aludiu ainda ao “Efeito Medusa”. O mesmo ocorre quando um organismo é transformado em pedra pouco depois da sua morte. Tais fósseis “podem ser dissecados como se fossem animais vivos – podem-se ver as fibras dos músculos e as células.

2. Subterração em massa – O fóssil da lula é um dos muitos fósseis de animais com estrutura macia encontrada na área, o que reforça o cenário da subterração catastrófica (embora outros paleontólogos proponham a ideia de uma alga venenosa).

3. Organismos totalmente desenvolvidos – Embora se pense que o fóssil pertença a uma criatura semelhante a uma lula, ponto importante é que o fóssil (tal como quase todos) é perfeitamente identificável não como um fóssil transicional, mas sim como um membro totalmente desenvolvido dos tipos básicos originalmente criados por Deus.Embora a área onde este fóssil foi encontrado seja conhecida desde o século 19, a sua localização exacta esteve “perdida” até que a equipa de Wilby a redescobriu. Portanto, é provável que a área produza mais surpresas.

Conclusão:

Como foi referenciado em cima, fósseis como estes não são exactamente o que seria de prevêr se o mundo tivesse milhões de anos. Se não existissem graves implicações ideológicas subentendidas por trás do achado, a idade recente do universo seria um dado científico aceite por todos. No entanto, como isso é impensável para os secularistas que dominam os círculos académicos, os mesmos vão continuar a ficar “surpreendidos” por encontrar fósseis tão bem preservados como o mencionado neste post.

Para nós cristãos este tipo de achado científico está em perfeito acordo com a Palavra de Deus: uma vez que a Bíblia diz que Deus criou o mundo em 6 dias (Êxodo 20:11), e como as gerações mencionadas na Palavra de Deus dão uma idade a rondar os 4/5 mil anos, (a juntar os 2,000 que se passaram desde que o Senhor Jesus Cristo ascendeu aos céus), é perfeitamente aceitável encontrar fósseis bem preservados. É bem mais lógico aceitar que a bolsa de tinta da lula tem cerca de 4,000 anos do que se imaginar que a mesma sobreviveu 150 milhões de anos (!).

O ateísmo, por outro lado, como imagina que o mundo tem milhões de anos, é fortemente ameaçado por descobertas científicas como as da equipa de Wilby.

Como sempre, as observações científicas e a Palavra do Criador estão em harmonia. Não poderia ser de outra forma uma vez que o Universo funciona segundo as leis que Deus criou.

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A Contínua Equivocação entre o Naturalismo e a Ciência

Por mais que se tente demonstar que o naturalismo e a ciência são entidades distintas, existem ateus que não querem separar as duas. Por mais que se mostre que o naturalismo é uma filosofia e que a ciência é, entre muitas outras coisas, uma actividade, os ateus continuam a equivocar uma com a outra.

Um dos ateus que caiu no mesmo erro foi a Priscila Rêgo (PR) no post “A noção de naturalismo“.

Como é normal entre os evolucionistas (especialmente os ateus), não poderia deixar de existir o tom condescentente:

O meu post de estreia pega em duas coisas que me são caras. O primeiro é o criacionismo, com o qual me divirto imenso.

Tendo lido a Relato Bíblico da Criação algumas vezes, pergunto-me que parte da mesma é que a PR acha “engraçada”. Suponho que deve ser a parte que diz que os dinossauros evoluiram para passarinhos, ou que a vida criou-se a si mesma, ou ainda a que diz que animais terrestes aprenderam a nadar e tornaram-se em baleias, certo? Ah, não, espera! Quem afirma essas coisas é a teoria da evolução.

Segundo o Jónatas, a ciência parte do princípio de que o mundo funciona segundo processos naturais.

A ciência ou o naturalismo? A ciência não assume que “o mundo funciona segundo processos naturais”. A ciência assume muitas coisas, sendo a crença de que o mundo funciona segundo processos racionais (sejam eles “naturais” ou “sobrenaturais”) uma delas. O naturalismo é que assume que todos os eventos que alguma vez se verificaram no universo têm uma “explicação naturalista”. Isto é uma posição de fé.

Será mesmo verdade que a ciência exclui Deus das explicações?

O naturalismo, e não a ciência, é que exclui Deus da explicações. A ciência aceita todas as explicações que tenham evidências.

Os cientistas não assumem que o Universo foi criado por Deus, tal como não assumem que foi criado pelo Vale e Azevedo. Com tantas possibilidades, nunca mais saíamos da pura especulação

Os cientistas naturalistas não assumem que Deus criou o mundo, mas outros cientistas assumem-no e fazem o seu trabalho alegremente. Aliás, tal como já foi dito várias vezes, os fundadores da ciência moderna eram pessoas que sabiam que Deus era o Criador. A sua pressuposição não foi de maneira nenhuma um impedimento para o seu trabalho científico, contrariamente ao que a PR acredita.

A exclusão de Deus é de facto um ponto de partida mas de forma alguma um axioma inamovível. Se houvesse observações directas de um Deus a ter criado o Universo, é óbvio que a ciência teria de o incorporar numa explicação da origem do Universo.

Por outras palavras, Deus só seria Uma Explicação Válida se nós pudéssemos observá-Lo a criar o universo. Como não podemos observá-Lo a fazer isso, então Ele não pode ser a Causa do Universo, ou não pode ser Uma Explicação “científica”.

Este tipo de lógica auto-refutante é a mesma que encontrámos entre muitos ateus. Para se vêr isso, ficam aqui as perguntas:
1. Alguém alguma vez viu um dinossauro a evoluir para uma áve? Não.
2. Alguém viu a vida a criar-se a si mesma sem intervenção Inteligente? Não.
3. Alguém alguma vez viu um animal terreste a evoluir para uma colossal baleia ? Não.
4. Alguém observou os milhões de anos a decorrer? Não.

A PR nunca viu nenhum dos eventos acima mencionados (como ela de certeza vai confirmar) mas ela aceita-os como “factos científicos”. Como é que eles podem fazer parte da ciência se, segundo a definição de “ciência” da PR, eles nunca foram observados enquanto decorriam?

Voltando para Deus; pelo que foi dito em cima, podemos vêr que a observação empírica de um evento não é a razão pela qual a PR os aceita (ou rejeita), uma vez que ela aceita a evolução do dinossauro, da baleia e do próprio homem embora ela nunca os tenha observado. [Aqui mais uma vez vêmos que têmos duas definições de ciência: temos a ciência que era aceite pelos criacionistas Mendel, Galileo, Pascal, Newton, Faraday e muitos outros, e temos a "ciência" (naturalismo) que acredita que Deus não faz nada no universo. A PR usa a segunda definição e tenta torná-la a "oficial"]

A razão pela qual a PR rejeita Deus como Explicação Plausível não é porque nunca observamos o Seu Acto Criativo, mas sim porque ela tem fé no naturalismo. O naturalismo, obviamente, nega a existência de forças que vão para além das forças da Física e da Química tal como as conhecêmos hoje.

A PR, tal como o Ludwig, esconde o seu ateísmo/naturalismo por trás da “ciência”, mas como se pôde ver em cima, a máscara cai quando voltamos o holofote científico na sua direcção e questionamos coisas que eles tomam como “científicos”.

Suponhamos que o João é fulminado por um raio. A explicação mais óbvia reside apenas na má sorte de ter estado no sítio errado à hora errada. Mas se descobrirmos que o José tinha criado uma máquina terrível de controlo dos campos electromagnéticos que lhe permite manipular os relâmpagos, é perfeitamente razoável aceitar essa explicação.

Reparem que neste exemplo nós não observamos o João a ser fulminado, mas sim interpretámos os dados para saber qual é a explicação mais razoável. Reparem também que no mesmo post a PR diz que para algo ser científico o mesmo tem que ser observado a decorrer, mas depois diz que já não é preciso observarmos para ser científico. As contradições do ateísmo não param de me surpreender.

Os médicos legistas estão habituados a isso, quando descobrem que uma morte por causas naturais se trata, afinal, de suicídio. O princípio é o mesmo: perceber que por trás de um acontecimento aparentemente natural e não intentado se esconde uma mão bem humana. Não é preciso saltar de paradigma

Tal como em cima, reparem mais uma vez que a PR está a falar de medicina forense que lida com eventos passados (não observáveis). A PR aceita a medicina forense como ciência, no entanto essa mesma ciência lida com eventos que não podem ser duplicados. No entanto, em cima a PR afirmou que para Deus ser Uma Explicação científica, nós teríamos que observá-Lo a criar o universo.

Não podemos voltar a matar uma pessoa de modo a saber mais sobre a causa da morte. O que se faz é interpretar as evidências e inferir a melhor explicação. Curiosamente, é exactamente isso que se faz com a teoria do Design inteligente. A teoria postula Uma Causa Inteligente por trás do design presente na biosfera precisamente porque as evidências estão de acordo. O Criacionismo Bíblico, por sua vez, vai mais longe ao afirmar que não só o universo é resultado de design, mas que o Designer é a Pessoa do Senhor Jesus Cristo.

O problema dos criacionistas é que propõem uma explicação tão minuciosamente recortada que se torna impossível de avaliar pelos dados disponíveis.

Não necessariamente. Ao postularmos Uma Causa Inteligente por trás do design biológico, os criacionistas estão bem actualizados em relação aos achados científicos mais recentes. Uma das coisas que a ciência têm revelado é o elevado nível de complexidade especificada presente nas formas de vida. Sempre que nós encontramos estruturas com as características presentes nas formas de vida (interdependência, funcionalidade, especificidade, elegância, informação codificada) nós inferimos sempre causas inteligentes. Como essas mesmas estruturas estão na vida biológica, então seria ilógico não inferir Uma Causa Inteligente.

Claro que o ateísmo impede algumas pessoas (provavelmente a PR) de inferir Uma Causa inteligente por trás da biologia uma vez que isso seria uma evidência demasiado poderosa a favor de Deus. Como tal, a PR e os demais ateus distorcem as leis e o funcionamento da ciência como forma de manter o ateísmo intocável.

Pois bem, a PR tem o direito divino de escolher a filosofia de vida que bem quiser, mas ela não tem o direito de distorcer a ciência sempre que ela aponta na direcção de Deus.

Os criacionistas dizem que Deus é omnipotente, proíbe a homossexualidade e teve um filho chamado Jesus. Mas, mesmo que haja um vídeo a mostrar a criação do mundo por um ser poderoso, daí apenas poderemos depreender que ele é poderoso e criou o mundo.

Reparem que mesmo que haja “um vídeo”, a PR não parece ficar muito inclinada a ser criacionista. Mesmo que veja o Senhor Jesus Cristo a criar a vida, a PR ainda vai afirmar que “pode ser Alá como Odin“.

O pior cego é aquele que não quer vêr.

Obviamente que se nós somos cristãos, estamos a falar do Nosso Deus e do Livro que Ele nos deixou. Se as evidências estão de acordo com o nosso Livro, porque é que depois de todas as evidências oferecidas o ateu ainda diz “Ah, mas se calhar era o Alá o o Odin!” ? Que venham os adoradores de Odin e de Alá e que ofereçam as evidências para o seu relato da criação, tal como os adoradores de Darwin oferecem as suas “evidências”.

No fundo, o que os criacionistas pedem é que da existência de arsénico no copo da vítima se deduza que o assassino foi o Joaquim Otávio, que calça 45 e é fanático pelo Oliveirense

Mas nós não só temos o “arsénico” no copo, mas temos o BI no bolso (o que revela o seu nome), temos os seus sapatos ainda consigo, e temos as bandeiras do Oliveirense espalhadas pela casa. Temos boas razões para inferir que ele se chama Joaquim Otávio, calça o 45 e é fanático pelo Oliveirense.

Semelhantemente, nós não só temos as evidências científicas que suportam a posição cristã, mas temos os relatos históricos da interacção entre Deus e os homens (codificados infalivelmente na colecção de Livros chamada de “Bíblia”), temos as evidências arqueológicas que suportam a historicidade da Bíblia, e temos os testemunhos pessoais do poder transformador do Senhor Jesus Cristo.

Tendo uma tão “grande nuvem de testemunhas” (Hebreus 12:1) seria irracional postular que “se calhar foi o Alá ou o Odin“.

Mas o ateu tem mais fé do que eu, portanto, tudo é possível como ele..

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O dilema do ateu em relação aos ossos de dinossauro

Imagina que tu és um ateu intelectulamente realizado cheio de argumentos que “refutam” o Deus Criador. Não só isso, mas tiveste o cuidado de te rodeares de pessoas que têm a mesma fé que tu tens (impedindo assim de ouvires coisas menos boas como “pecado”, “julgamento” e “inferno”). Não só isso, mas tu observas o comportamento de alguns “cristãos” e dizes “Se isto é o que é ser cristão, então eu prefiro uma Coca Cola!“. Não só isso, mas tu ligas a TV e vês várias procissões de cientistas ateus afirmarem que a “evolução é um facto”, e que não há “alternativa científica” à versão ateísta das nossas origens. Tu tens isso tudo, mas de repente algo acontece.

Um pouco por todo o mundo cientistas começam a desenterrar ossos de dinossauro que contém matéria orgânica no seu interior. As implicações começam a ser perfeitamente entendidas e como tal há que encontrar explicações para esse facto. Explicações que não envolvam Deus, claro. Os ateus conversão entre si àcerca do “excelente estado de preservação” destes componentes orgânicos, enquanto outros questionam que tipo de fossilização é esta que é capaz de preservar proteínas durante mais de 65 milhões de anos (!).

Tu observas estas discussões mas repares imediatamente que há algo que não está certo. Há algo que não está a ser falado. Tu perguntas-te várias vezes sobre o porquê de ninguém questionar a idade dos tais fósseis. Afinal, se o propósito é fazer ciência, devem-se considerar todas as hipóteses e apresentar evidências confirmadoras.

Tu mesmo como ateu já usaste a tão mal entendida “Navalha de Occam” contra os cristãos , mas agora observas que a mesma está a ser posta de lado quando se postulam as motivos da presença de matéria orgânica nos fósseis. Se existe matéria orgânica dentro de ossos de dinossauro, a explicação mais lógica é a de que os mesmos são recentes.

Mas não pode ser, dizes tu. Esses ossos têm que ter milhões de anos senão a teoria da evolução está errada. E se a teoria da evolução está errada, e como os evolucionistas sempre disseram que como a teoria da Criação está errada portanto a evolução está certa (ex: Stephen Jay Gould), o inverso é perfeitamente aceitável: como a teoria da evolução está errada, então isso fortifica a Versão Bíblica das nossas origens.

Não, não pode ser. Deve haver algo de errado com esses ossos. Esses cientistas que fazem esses estudos devem ser todos criacionistas ignorantes. Independentemente do que se observa, esses ossos têm que ter milhões de anos!

……………………

Este pequeno texto elucida bem a razão que leva os evolucionistas a rejeitarem as observações em favor da evolução. Para qualquer pessoa não ébria com o darWINE a presença de matéria orgânica em ossos de dinossauro seria evidência mais do que suficiente para se concluir que os mesmos não são assim tão antigos. No entanto, sabendo que isso favorece a Bíblia, os ateus procuram outras “explicações” bem mais de acordo com a crença nos milhões de anos. As observações são, então, reinterpretadas e os dados são cuidadosamente seleccionados de modo a manter a ilusão dos milhões de anos.

Apesar do factor tempo ser o que mais facilmente destrói o mito ateu conhecido como “teoria da evolução”, por incrível que pareça muitos cristãos deixam esse ângulo totalmente intocável. Eles mostram (e muito bem) os limites das variações, a falta de fósseis transicionais, inexistência de uma força não-inteligente com capacidade de gerar sistemas de informação, mas não questionam os milhões de anos.

Nesse aspecto, os ateus vêem mais além do que nós cristãos. Eles sabem que, se o universo é jovem, o seu mito perde tudo o que professa, e como tal fazem os possíveis para não se questionar esse facto.

A ciência continua, no entanto, a fazer um excelente trabalho na destruição da teoria da evolução, mas os ateus não parecem estar a aceitar os dados que os cientistas revelam so mundo. Isso só serve para mostrar que não é por causa da ciência que os ateus rejeitam Deus, mas sim por outras causas. Deus diz-nos quais são essas outras causas (Romanos 1):

Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.

Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.

Porque as Suas Coisas Invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis;

Porquanto, tendo conhecido a Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.

Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos,

E mudaram a Glória do Deus Incorruptível, em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.

Pelo que, também, Deus os entregou às concupiscências dos seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é Bendito eternamente.

Ámen.

A razão pela qual os ateus rejeitam o Deus Criador centra-se mais com a moral que eles criaram para si do que com as evidências científicas.

Mas um dia eles vão professar que Deus existe e confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus, para Glória do Pai. O nosso trabalho como cristãos é orar para que isso acontece antes da sua alma abandonar o corpo, porque se a sua profissão só acontecer depois de mortos, vai ser tarde demais.

Vêr também:

1. Proteína de Dinossauro Confirmada
2. A ligação entre “dragões” e dinossauros
3. Dinossauros não evoluiram para pássaros
4. Ciência confirma: Dinossauros não viveram há milhões de anos
5. Descoberta científica fragiliza evolução (outra vez)
6. Mais Problemas Para a Evolução das Áves
7. Pintura Evolutivamente Embaraçosa
8. Imagem de Dinossauros Onde Não Deveria Estar
9. Proteínas de Dinosauros
10. Imagens de Dinosauros feitas pelo homem antigo

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Evolucionista Sobrevaloriza Importância da Teoria da Evolução

1 Timóteo 6:20
Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado,
tendo horror aos clamores vãos e profanos,
e às oposições da falsamente chamada ciência,

Evolucionistas um pouco por todo o mundo afirmam que a “ciência” está em pleno acordo com a filosofia neo-darwinista. Alguns vão mais longe e afirmam que “nada na biologia faz sentido a não ser à luz da evolução“. Por outras palavras, se nós não acreditarmos que a vida criou-se a si mesma, que os dinossauros evoluiram para pássaros, e que animais terrestes evoluiram para baleias, não vamos entender o funcionamento da genética, dos aparelhos respiratórios e de outros sistemas naturais. Temos mesmo que acreditar nos poderes criativos da natureza ou ficámos para sempre na ignorância. Pena é que Mendel, Lineus e outros grandes homens da Biologia puderam fazer o seu trabalho perfeitamente sendo eles homens que sabiam que o mundo biológico tinha uma Causa Inteligente.

Embora este tipo de informação (relativa à fé criacionista dos fundadores de muitos ramos da ciência moderna) esteja perfeitamente disponível a todos, alguns evolucionistas não se intimidam de continuar com o mito da dependência evolutiva da Biologia. O último a fazer tal anúncio foi o cristão evolucionista Francis Collins ao afirmar que

Tentar fazer Biologia sem a teoria da evolução é como tentar fazer Física sem matemática.

Sem dúvida que a teoria neo-darwiniana influênciou a Biologia, mas os grandiosos anúncios de Francis Collins revelam mais sobre a natureza política dos proponentes de Darwin do que sobre a evolução em si. Um crescente número de cientistas de topo dizem exactamente o contrário do que Collins acredita.

Como membro da Academia Nacional de Ciências, Philip Skell escreveu que a importância científica da teoria da evolução vai para além da realidade:

Recentemente perguntei a 70 eminentes pesquisadores se teriam feito o seu trabalho de maneira diferente se acreditassem que a teoria de Darwin estava errada. As suas respostas foram todas a mesma: “Não”. (Philip Skell, “Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology,” The Scientist (August 29, 2005).)

A evolução darwiniana – qualquer que sejam as suas outras virtudes – não providencia a uma heurística frutífera na biologia experimental. A declaração de que a teoria da evolução é pedra angular da biologia experimental moderna é confrontada com um cepticismo tranquilo por parte de um crescente número de cientistas em disciplinas onde teorias de facto servem de pedras angulares em avanços tangíveis.

Noutro dos seus artigos, o Dr Skell declarou:

Inquiri biólogos que trabalham em áreas onde nós poderiamos pensar que o paradigma darwinista poderia servir de guia para as pesquisas (por exemplo, a emergência da resistência aos antibióticos e pesticidas), mas aqui, tal como em todo o lado, eu aprendi que a teoria não produziu nenhuma orientação discernível na escolha de designs experimentais. Só depois das descobertas inovadoras terem sido estudas é que a teoria foi trazida à mesa como uma interessante narrativa abrilhantadora.(Philip Skell, Politics and the Life Sciences, Vol. 27(2):47-49 (October 9, 2008). 

Do mesmo modo, o biólogo evolucionista Jerry Coyne admitiu na revista Nature que “se formos a ser sinceros, a teoria da evolução não rendeu muitos benefícios prácticos ou comerciais. Sim, é verdade que a bactéria evolui resistência a drogas, e sim, nós temos que preparar contra-medidas, mas para além disso não há muito a dizer“. (Como é normal sempre que se cita um evolucionista a refutar uma ou mais crenças evolucionistas, esta citação deve estar “fora do contexto”)

Enquanto testemunhava perante o “Texas State Board of Education“, o Dr. Ray Bohlin respondeu o seguinte quando foi perguntado àcerca da utilidade da teoria da evolução para a pesquisa biológica:

Eu posso dizer que virtualmente 90/95% de toda a biologia celular e molecular, áreas onde adquiri o meu doutouramento, não precisam da teoria da evolução de todo.

Semelhantemente, o Dr Don Ewert (doutouramento em microbiologia; tem sido um biólogo pesquisador há mais de 30 anos – incluindo 20 anos no Instituto Wistar) foi perguntado àcerca da noção que nada na Biologia é testável excepto à luz da evolução“. O Dr Ewert respondeu:

Se olharmos para um livro científico e colocarmos a pergunta: “Se a teoria da evolução não estivesse neste livro, que parte da informação ficaria sem sentido?” Eu diria que muito pouco, se alguma, ficaria sem sentido.

De facto, eu julgo que qualquer pessoa que aprendesse o material lá contido, deixando de lado a teoria da evolução, poderia prosseguir a sua carreira e ser um cientista de sucesso, ou um veterinário ou médico. Eu diria que há muito pouca coisa que não poderia ser integralmente assimilada mesmo não levando em conta a teoria da evolução.

Dito de outra forma, poderíamos compreender os sistemas biológicos perfeitamente mesmo não levando em conta a teoria que afirma que o mundo biológico criou-se a si mesmo.

Conclusão.

A teoria da evolução claramente é importante para um certo tipo de pesquisa, mas a declaração “tentar fazer Biologia sem a teoria da evolução é como tentar fazer Física sem matemática” revela mais sobre a devoção do Dr Collins ao neo-darwinismo do que sobre a teoria da evolução em si.

Felizmente, ainda há um (crescente) remanescente de cientistas altamente qualificados que não consideram o neo-darwinismo como o alfa e o ómega da Biologia (Revelação 22:13).

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Born Alive Protection Act

O camarada Hussein Obama Junior e a lei que visava proteger os bébés que sobreviviam a um aborto.

http://bornalivetruth.org/timeline.php

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Humor Canino: Cão Reage ao nome de Obama

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Baço Causa Dores aos Evolucionistas

Agarrem-se ao vosso baço, se puderem. O modesto orgão, “conhecido tanto pelo seu valor metafórico como fisiológico, desempenha um papel mais importante no sistema de defesa do que se pensava anteriormente“.

Natalie Angier reportou no New York Times que pesquisadores de Harvard verificaram que o baço actua como uma fortaleza para monócitos (tipo de glóbulo branco). Os mesmos operam contra doenças mal o organismo é atingido por uma infecção. É semelhante a um exército pronto a actuar.

Certamente que não queres recrutar um exército inteiro a partir do nada cada vez que precisas dum” afirmou Matthias Nahrendorf, um dos autores do relatório.

Aparentemente isto é uma descoberta surpreendente num organismo que já é conhecido desde o tempo em que Galen estudou anatomia (era romana).

O baço pode até prevenir ataques do coração ao rodear o mesmo com milhões de monócitos. É uma equipa de reparação com resposta rápida – uma “manifestação sensível, desejável e excelente da prontidão no caso de uma emergência“.

Devido ao facto de podermos viver sem o mesmo, os darwinistas assumiram que o mesmo era um orgão vestigial – sobras do nosso não-existente passado evolutivo. Angier escreveu que esta descoberta “soa uma nota de caução contra a tendência de desvalorizar uma parte do nosso corpo qualificando-o de vestigial, descartável ou fora de validade“.

Hmmm…….. quem são os jovens que têm (ou tinham) a tendência de qualificar partes corporais de “vestigiais”? Não são os criacionistas, mas sim os evolucionistas.

A sua fé em Darwin levou a que no passado tivessem qualificado mais de 100 orgãos anatómicos como “vestigiais”. Eles sabiam que era vestigial porque eles não sabiam qual era a função do mesmo. Como eles não sabiam o que é que certas partes da nossa anatomia faziam, então classificaram-nos de “vestigiais”. Isto é “ciência” versão Darwin.

Imaginem só a quantidade de pessoas um pouco por todo o mundo a quem lhes foram removidos orgãos importantes do corpo apenas e só porque os ateus acreditavam que os mesmos eram “sobras do nosso passado evolutivo” (vestigiais).

À medida que a ciência vai avançando, e as funções dos orgãos vão sendo descobertos, a lista de orgãos vestigiais vai naturalmente diminuindo. Apercebendo-se disto, e tal como fizeram com a também-defunta crença no “junk DNA” (ADN lixo), os ateus tratam de redefinir o que é o “orgão vestigial”.

O Dr. Nahrendorf mostrou o seu lado de comediante ao afirmar que “A evolução tem-nos na crista da onda. Eu seria cuidadoso em afirmar ‘Tu não precisas deste orgão. Livra-te dele’“. Mas Dr. Nahrendorf, foi exactamente isso que os seus co-religionários evolucionistas fizeram durante décadas. Você deveria ir aos templos ateus e afirmar a quem quisesse ouvir:

Nós evolucionistas estávamos errados. Os orgãos que nós evolucionistas pensávamos serem vestigiais ou sem função, possuem de facto uma função. A nossa ignorância em relação ao seu funcionamento não deveria nunca ter sido usada como evidência para a sua suposta falta de função.

Errámos ao fazé-lo, e agora a ciência está a mostrar o quão errados nós estavamos.

Obviamente que o Dr. Nahrendorf nunca dirá tais palavras se ele quiser permanecer no “mainstream” evolucionista.

Conclusão

Mais um exemplo a confirmar o quão “fiáveis” são as opiniões humanas. Se nas coisas que nós podemos testar a teoria da evolução mostra-se falsa, para quê ter fé nela nas coisas que nós nunca vimos nem podemos testar (evolução de um dinossauro para um pássaro, ou animal terreste para uma baleia)?

Nós cristãos não precisámos de mitos ateus (evolução) para nos explicar as nossas origens. Nós temos a Sempre Fiél Palavra de Deus para nos declarar o passado, e temos a ciência para estudar a criação do Senhor Jesus Cristo. Não precisámos de Darwin, Dawkins ou outro ateu mascarado de “autoridade cientifica” a declarar o passado.

1 Pedro 1:25 – A Palavra do Senhor permanece para sempre”

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