Arquivo para Setembro, 2009

Liberais a Adorarem Obama?

Culto de personalidade levado ao extremo. Estes “organizadores comunitários” aparentam estar a fazer orações ao seu “messias”, o Presidente Hussein Obama Junior.

Quando o homem abandona a fé no Deus da Bíblia, ele torna-se absolutamente frágil às influências de qualquer vento de doutrina, por mais ridícula que ela seja (atenção, ateus!).

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Design da Planta Lótus Inspira Cientistas

A planta lótus é considerada sagrada nas religiões asiáticas devido à sua habilidade de se manter seca e limpa. Quando água cai sobre a folha, ela consegue limpar de si a sujidade ao mesmo tempo que se livra da água. Em alguns círculos religiosos, esta característica faz da planta lótus um símbolo de pureza.

Os próprios cientistas há muito que ressalvam as características da planta no que toca a auto-limpeza e a resistência à água. Esta habilidade já foi copiada com sucesso usando processos complexos e materiais caros, no entanto uma equipa de pesquisadores turca reportou na revista Science que conseguiu obter resultados similares mas com custos bem menores.

O referido procedimento, acompanhado pelo professor Levent Demirel (docente na Universidade Koç em Istanbul), e por Yildirim Erbil, Yonca Avci, e Olcay Mert, da “Kocaeli University in Izmit”, pode produzir materiais altamente resistentes à água disponíveis para aplicações comuns.


Segundo os pesquisadores, uma das aplicações poderia ser na protecção de antenas de carros.

A Goddard Space Flight Center da NASA está muito interessada nesta tecnologia porque ela pode “prevenir a acumulação de sujidade não só na superfície dos fatos espaciais, instrumentos científicos, carros robóticos, painéis solares, bem como a todo o outro hardware usado para se recolher dados científicos ou desempenhar actividades exploratórias em outros objectos do sistema solar“. Tenciona-se desenvolver material que seja capaz de resistir ao rigoroso ambiente espacial.

Os pesquisadores dizem uma coisa interessante:

Imitamos a natureza de forma a encontrarmos uma solução para uma dificuldade tecnológica.

Mas… mas… sempre ouvimos da parte dos nossos amigos ateus que a natureza não exibe evidência de ter Uma Causa Inteligente? Como é que um sistema que não tem Causa Inteligente pode servir de inspiração para dificuldades tecnológicas? Imaginem que vocês querem resolver um problema de engenharia. Onde é que procurariam respostas? Obviamente, em sistemas que possuam características semelhantes àqueles que vocês querem construir.

Se os cientistas apercebem-se que a natureza tem muitas das respostas para as nossas dificuldades tecnológicas, será lógico assumir que as nossas cópias rudimentares são o resultado de design, mas o original – donde vêm a inspiração – não tem Uma Causa Inteligente?

Esta posição ateísta contradiz o senso comum presente em todos nós, no entanto ela é mantida como a “oficial” nos círculos académicos.

Deus tem um verso para tais iluminados:

Rom 1:22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.

A loucura da vida sem Deus é por demais óbvia no ateísmo portanto não faz sentido seguir uma filosofia irracional. A única “loucura” que vale a pena seguir é a “loucura” de Deus:

1 Cor 1

18. Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas, para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
19. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
20. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?

25. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

Verdadeiramente a Sabedoria de Deus tornou em loucura a “sabedoria” do homem, e isso é bem manifesto na teoria da evolução. Eis aí uma teoria que se propôs a explicar a causa da biodiversidade existente no mundo, mas que após escrutínio científico se revela como uma fraude.

Conclusão:

Deus fez o mundo de tal forma que a única explicação lógica para a origem e diversidade da vida fosse o Acto da Criação. Ao aprender com os sistemas existentes na natureza, os cientistas dão contínua evidência para o que a Bíblia reporta no Livro de Génesis.

A ciência e a Bíblia estão em pleno acordo.

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Evolução Favorece os Religiosos ?

Um artigo exposto no Daily Mail afirma que os seres humanos estão programados para acreditar em Deus. O artigo não diz, no entanto. quem é o Programador.

O artigo começa:

Pesquisadores afirmam que os humanos estão programados para acreditar em Deus porque isso lhes dá uma melhor chance de sobrevivência.

Os pesquisadores fazem esta análise partindo de uma posição ateísta/naturalista. Não lhes passa pela cabeça que, se calhar as pessoas estão predispostas para acreditar em Deus não só porque Ele constantemente os atrai para Si, mas também porque Ele os fêz assim. Estas explicações fazem mais sentido, mas os naturalistas nem sequer a contemplam.

Um estudo sobre a forma como o cérebro das crianças se desenvolve sugere que durante o processo evolutivo os indivíduos com tendências religiosas começaram a beneficiar delas – provavelmente ao trabalharem em grupos como forma de garantirem o futuro da sua comunidade.

Este artigo usa a evolução para explicar a religião, relegando desde logo as crenças religiosas para o nivel de uma adaptação evolutiva (e não algo baseado em dados verídicos). Classificar todas as crenças religiosas (excepto a crença religiosa ateísta, note-se) como adaptações biológicas é retirar a todas elas qualquer valor intrínseco, e coloca-las ao nível da cor do cabelo ou da cor dos olhos. São apenas adaptações biológicas sem peso ou valor moral algum.

Reparem que estes estudos raramente estudam as origens evolutivas do ateísmo. Donde surgiu o ateísmo? Quais são as vantagens evolutivas em se ser ateu?

Conclusão:

Este tipo de “estudo” é mais uma tentativa de se usar a ciência para retirar valor ao cristianismo. Não são estudos feitos com o propósito de se saber a verdade, mas sim estudos feitos tendo em vista a promoção do ateísmo.

Uma coisa que não deixa de ser curiosa é que estudos como este refutam o Richard Dawkins, uma vez que ele considera a fé cristã como um “vírus”.

All in the mind: Scientists have claimed we are born to believe in God
O próprio artigo alude a isso ao afirmar:

Estas descobertas questionam ateus como o Richard Dawkins, o autor do livro “The God Delusion”, que há muito afirma que crenças religiosas resultam de falta de escolaridade e indoutrinação infantil

Aparentemente a evolução favorece aqueles que são menos propensos a acreditar na teoria da evolução.

Curioso!

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Ursos evoluiram para baleias?

A versão original do livro de Darwin continha a citação abaixo exibida, no entanto ela é tão absurda que Darwin lá teve que corrigir o seu livro. As edições posteriores já não tinham esta frase.

O urso preto foi visto por Hearne a nadar durante horas a fio com a boca completamente aberta capturando insectos na água. Mesmo num caso extremo como este, se o suplimento de insectos fosse constante e se competidores melhor adaptados não existissem já, não vejo dificuldade que numa corrida entre ursos controlada pela selecção natural, eles se tornassem mais e mais aquáticos na sua estrutura e habitat (com bocas cada vez maiores) até que fosse produzida uma criatura tão monstruosa como a baleia (On the Origin of Species (1859), original edition, p. 184) ”

Apesar deste mito ter sido removido das edições que se seguiram, Darwin afirmou uma coisa interessante:

Eu ainda mantenho que não há dificuldade especial na boca do urso ser aumentada de forma útil para os seus variantes habitats (“More Letters of Charles Darwin,” 1903, page 162)

Reparem que nesta frase Darwin apenas fala no aumento da boca do urso de forma a que o mesmo a possa usar nos seus habitat. Ou seja, o Darwin deu uns passos atrás e afirmou uma coisa que ninguém se opõe. No entanto, se comparem a segunda frase com a primeira, notam imediatamente que o que ele disse na primeira é fundamentalmente distinto do que está na segunda. Enquanto que na primeira ele diz que um urso evoluiu para baleia, na segunda ele apenas afirma que a boca do urso pode mudar, coisa que ninguém duvida.

Este tipo de semântica ainda é usado pelos contemporâneos descendentes de Darwin como forma de esconder o falhanço da sua interpretação das evidências. Como não existem dados que confirmem a grandiosa história evolutiva (que todos os sistemas biológicos são o resultado de forças não-inteligentes), os evolucionistas limitam-se a usar eventos não controversos como evidências exclusivas para a sua mitologia.

Eu não sei quem foram ao certo as pessoas que “forçaram” Darwin a remover a primeira frase do seu livro, mas estou certo que devem ter sido os cientistas da altura, os mesmos que supostamente aceitaram a teoria mal ela foi publicada.

Não se esqueçam: o paradigma que presentemente controla os biólogos evolucionistas foi inicialmente promulgado pelo mesmo homem que acreditava que ursos evoluiram para baleias.

Isso, sim, seria um milagre.

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Naturalismo Falha Logo no Princípio

O Sabino alude neste post para um concurso que está a ser promovido pele Gene Emergence Project. Essencialmente o que o a instituição pede é que se demonstre como é que a vida pode ter surgido apenas como resultado das actualmente conhecidas forças da natureza.

O que se apercebe logo deste empreendimento é que os naturalistas assumem que as mesmas forças que operam dentro da natureza são as mesmas forças trouxeram a formas biológicas a existência. Esta posição de fé tem muitos nomes sendo um deles o que eu já aludi em cima, nomeadamente, naturalismo.

O naturalismo assume que as forças presentemente em operação são as únicas as quais nós podemos apelar como forma de explicar a origem e complexidade da vida. Para se vêr como esta fé é irremediavelmente errada, basta fazer esta analogia:

Se duas pessoas estiverem a tentar entender a origem de um carro e uma delas afirmar que as forças que o trouxeram a existência são as mesmas forças mecânicas que fazem com que o carro trabalhe, o que é que o outro interlocutor diria? O mesmo provavelmente diria que esta posição não é lógica, uma vez que uma não implica a outra.

O facto de forças mecânicas (e não só) operarem dentro do carro não implica que foram essas mesmas forças mecânicas que produziram o carro.

Semelhantemente, o facto de conhecermos com algum relativo sucesso o funcionamento e a operacionalidade de algumas forças da natureza não implica que foram essas mesmas forças que originalmente criaram a vida.

Outra coisa que este projecto mostra é como o naturalismo ainda não explica a origem da vida de forma satisfatória (contrariamente ao que muitos ateus acreditam). É por estas e por outras (o falhanço do naturalismo para explicar a origem da vida) que os ateus tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução.

O que eles não entendem é que a origem da vida naturalista falha exactamente pelas mesmas razões que a teoria da evolução falha como explicação para o aparecimento de novas funções biológicas e novos orgãos: a origem da informação.

Sem uma explicação naturalista para a origem da vida, a teoria da evolução não serve de explicação para a origem da biodiversidade. Daí se entende a urgência ateísta em tentar descobrir a forma como a vida se criou a si mesma.

Conclusão:

Para nós cristãos, empreendimentos como estes são uma autêntica perda de tempo. Tentar descobrir como é que os incrivelmente complexos e especificados sistemas biológicos se criaram a si mesmos é o mesmo que tentar explicar como é que as forças mecânicas criaram o carro a partir de algo que não era um carro.

Mas este tipo de crenças absurdas faz parte da vida sem Deus. Quando nós rejeitamos aquilo que Deus falou na Bíblia, ficámos totalmente à mercê de qualquer “vento de doutrina”, e os ateus são um excelente exemplo disso.

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Ex-ateu revela lado oculto do ateísmo

O texto seguidamente exposto é uma tradução deste artigo.

………………………………………

Depois do nosso artigo sobre o ateísmo ter sido publicado (creation.com/atheism), um ex-ateu escreveu-nos a dizer como ele se tornou num cristão. O que se segue é um comovente email recebido na mesma altura em que um outro jovem cometeu suicídio.

À CMI,

Não posso exprimir em palavras a minha gratitude [em relação ao vosso trabalho]. Depois de batalhar com tendências suicidas devido à minha crença ateísta, eu converti-me ao Cristianismo há três anos atrás.

O vosso ministério verdadeiramente salvou-me a vida.

Eu fui criado numa casa secular, e desde tenra idade eu fui cercado de propaganda ateísta, quer seja da escola quer seja dos órgãos de informação maciça. Sem surpresa alguma, eu tornei-me num ateu aos 12 anos.

À medida que os anos passavam, e enquanto eu verdadeiramente tentava entender o mundo à minha volta, eu descobri uma verdade aterradora que tinha sido escondida a mim e a todos.

É por esta razão que eu vos escrevo esta carta, uma vez que os vossos excelentes artigos sobre o ateísmo não revelam o quão profundamente os ateus enganam toda a gente, eles mesmo incluídos.

Os ateus constantemente declaram que eles podem verdadeiramente viver uma vida feliz e realizada, no entanto isto é uma mentira e uma decepção que condena milhões de almas à escuridão.

Embora vocês revelem muito nos vossos artigos, vocês não destruíram a raiz.

Pondo as coisas de forma simples, o ateísmo destrói a possibilidade de identidade pessoal, livre arbítrio, e um propósito objectivo e subjectivo.

O ateísmo inevitavelmente conduz-nos ao naturalismo, e do naturalismo segue o grande esqueleto [no guarda-fato] que os promotores do ateísmo tentam esconder: determinismo.

O determinismo é inevitável se se é um naturalista uma vez que tudo o que existe é a matéria (que veio a existir como resultado de processos naturais).

Isto significa que a mente humana, o nosso maior tesouro, é redutível a matéria restrita pelas leis físicas; os nossos pensamentos, as nossas emoções e as nossas acções são redutíveis para as reacções químicas dentro do cérebro.

Poucas pessoas se apercebem, portanto, que isto destrói tudo o que faz de nós humanos. Se os nossos pensamentos, emoções e acções são apenas reacções químicas no cérebro, essas reacções são apenas os efeitos de reacções prévias, formando uma corrente indestrutível até ao princípio do universo.

Isto significa que, tudo aquilo que fazemos, fazemo-lo porque temos que faze-lo. Não podemos fazer coisa alguma distinta daquilo que fazemos; é simplesmente impossível.

Todas as acções são o resultado de acções prévias numa linha contínua de eventos. Nós não somos diferentes de um dente de engrenagem (eng: “cog”) dentro de um relógio, ou diferentes de peças de um dominó em queda.

Não há diferença entre o abraço de um marido amoroso e a violência de um violador, ou entre um médico a tentar salvar uma vida e um genocida que mata a seu belo prazer, ou ainda entre as acções dos nossos grandes líderes e a inacção de um preguiçoso. Todas estas acções têm o mesmo valor no ateísmo.

O propósito objectivo não existe, e o propósito subjectivo é incoerente! Se víssemos um robô a pegar numa garrafa de vidro, será que diríamos que esse gesto tem algum significado? Claro que não! Está apenas a fazer o que tem que fazer! Não consegue fazer outra coisa!

Em que sentido é que o ateu pode dizer que ele, como pessoa, verdadeiramente existe? A matéria da qual é feito o nosso corpo é reciclado todos os 7 anos, e a nossa consciência aparenta cessar todas as vezes que vamos dormir. Portanto, em que sentido é que a massa de matéria que acorda de manhã a mesma que foi dormir, na noite anterior?

Como podem ver, o ateísmo é verdadeiramente assustador.

A maior parte dos ateus não sabe destas coisas, porque se soubessem, e se verdadeiramente compreendessem as consequências daquilo em que acreditam, eu acho que eles reconsiderariam a sua posição.

Foi isso que eu fiz.

Deus vos abençoe.

Justin S., United States

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“Nós somos 98% semelhantes aos chimpanzés!”

A “ciência” evolutiva repetidamente declarou que os humanos e os chimpanzés são geneticamente 98% idênticos, situação que leva os evolucionistas usar este facto como evidência de que o homem e o macaco possuem uma descendência comum. No entanto, o livro de um ex-produtor da BBC encontrou razões para salientar pesquisas que são constantemente descartadas pelos proponentes da teoria da evolução – resultados científicos que revelam a singularidade do ser humano.

No seu livro “Not a Chimp: The hunt to find the genes that make us human“, que foi avaliado na revista New Scientist, o evolucionista Jeremy Taylor não só investigou as diferenças genéticas entre os humanos e os macacos, mas também estudou os achados comportamentais, neurológicos e outros mais que, juntos, levaram-no a concluir que a crença de que “os chimpanzés são quase humanos” devido ao facto de serem 98.4% geneticamente semelhantes “não faz sentido nenhum1

Os chimpanzés podem ter a maior parte dos seus genes em comum com os seres humanos, mas o mesmo se passa com os ratos. Já que se fala nisso, e de acordo com a Jenny Graves, Directora do “Center of Excellence for Kangaroo Genomics“, o mesmo se passa também com os cangurus. Ela afirmou à Reuters que os cangurus e os seres humanos “possuem basicamente os mesmos genes, e muitos deles estão na mesma ordem“.2

Apesar desta semelhança entre cangurus e humanos, os evolucionistas não a usam como evidência de uma descendência comum. Porquê? Porque de acordo com o mito darwinista, os seres humanos não evoluíram de cangurus. [Isto é o que se chama selecção artificial das evidências: escolhem-se aquelas que estão de acordo com o mito, e rejeitam-se aquelas que a refutam. Isto é ciência?]

Falando em termos de pesquisas estritamente genéticas, Taylor descobriu que, à medida que o vazio no nosso conhecimento vai sendo preenchido, “o fosso entre os humanos e os chimpanzés…parece aumentar todos os anos“.1 Isto confirma aquilo que os criacionistas têm vindo a afirmar: o mantra da “semelhança na ordem dos 98.4%” foi gerado ao se seleccionar ADN genético – sequências que já se sabiam serem semelhantes entre as duas espécies – e ignorando as sequências não-genéticas.3

Conclusão

A avaliação da revista New Scientist termina com estas palavras:

O livro Not a Chimp deveria ser leitura obrigatória para os jornalistas que frequentemente reforçam a má concepção do público que assume que os chimpanzés são praticamente humanos1

As decorrentes pesquisas comportamentais, aliadas às evidências genéticas e às descobertas neurológicas (sumarizadas no livro), mostram que os chimpanzés não são “quase humanos”. Estas descobertas científicas estão, como é normal, de acordo com a descrição Bíblica das origens e da posição do homem: ele foi criado à Imagem de Deus.4

Aqueles que tentam reduzir a dimensão física e espiritual do ser humano para a de um animal, não só estão contra a Bíblia, mas também estão do lado errado da ciência.

Referências:

  1. Callaway, E. 2009. Review: Not a Chimp by Jeremy Taylor. New Scientist. 2721: 44.
  2. Taylor, R. Kangaroo genes close to Humans. Reuters, November 18, 2008.
  3. Tomkins, J. 2009. Human-Chimp Similarities: Common Ancestry or Flawed Research? Acts & Facts. 38 (6): 12.
  4. See also Thomas, B. Chimp Study Reveals Humans Are Uniquely Wired. ICR News. Posted on icr.org April 16, 2009, accessed September 11, 2009.

Modificado a partir do original

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Estudo revela abundantes casos de pedofilia homossexual no sistema que cuida das crianças órfãs

Artigo Original

(AgapePress) — Um pesquisador pró-família afirma que um estudo preocupante sobre o abuso de crianças órfãs (sob a supervisão do governo em lares temporários ou não) demonstra uma necessidade real de mais informações. O foco de sua preocupação imediata é um estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo o sistema público que cuida das crianças órfãs. O estudo revelou que uma percentagem desproporcionalmente elevada de casos de abuso sexual era de natureza homossexual.

O Dr. Paul Cameron do Instituto de Pesquisa de Família declara que o estudo mostrou que mais de um terço dos casos de abuso sexual dentro do sistema que cuida de crianças órfãs no Estado de Illinois eram incidentes homossexuais, e ele crê que esses números refletem o resto dos Estados Unidos. No entanto, o médico observa que um grande problema na hora de impedir tais abusos [no país inteiro] é que é extremamente difícil de obter informações de outros estados.

Cameron sente que é extremamente importante saber mais sobre essa situação trágica, e ele está suplicando ao público que pressione os que podem ajudar a tratar dessa situação. “O que precisamos”, diz ele, “e o que eu pediria que vocês fizessem é que se um político no estado em que vocês vivem afirma que [suas autoridades estão] preocupadas com isso, então por favor façam com que esse político revele essas informações ao público”.

Embora o estudo de Illinois não tivesse investigado para descobrir se os pais adotivos pedófilos eram homossexuais, o porta-voz do Instituto de Pesquisa da Família sente que suas revelações chocantes deveriam ser consideradas com todo o cuidado e tratadas com a devida seriedade. “Nesse estudo, descobrimos que 34 por cento dos estupros foram cometidos por homossexuais. Isso é totalmente inaceitável”, diz ele.

Cameron mostra que a Associação Americana de Psicologia declarou em 2004 seu apoio aos esforços para permitir que homossexuais adotem crianças ou prestem assistência a crianças órfãs. No entanto, o médico sustenta que tais associações profissionais podem estar tão emaranhadas nas tão chamadas causas de direitos iguais que ninguém se lembre do bem-estar das crianças. E o pesquisador observa que, lamentavelmente, as crianças órfãs que estão sob os cuidados do governo tendem de modo especial a acabar sendo tratadas como mercadorias. Contudo, avisa ele, embora essas crianças sejam descartadas pela sociedade, essa mesma sociedade sofrerá as conseqüências mais tarde pelos problemas que essas jovens vítimas causarão quando se tornarem adultas.

Cameron espera que o estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo pedofilia no sistema que cuida de órfãos levará a uma mudança nas políticas sobre pais adotivos, apesar das tão chamadas questões de igualdade. E ele espera que mais estudos sejam feitos e mais informações sejam dadas ao público sobre a importante questão envolvendo o bem-estar das crianças em toda a sociedade.

© 2005 AgapePress all rights reserved.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/3/afa/142005d.asp

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Rebeldia versus inferência para o design

Reparem na foto desta vaca e vejam se há algo de anormal.

Se não me engano, devem ter reparado nas formas curiosas que estão desenhadas na vaca: são uma retratação dos continentes.

Se nos disserem que a vaca nasceu com esse padrão nas costas, nenhum de nós vai acreditar, certo? As probabilidades de tal evento são tão minúsculas que nem vale a pena pensar nisso.

Mas agora reparem no que se passa na mente e principalmente, no coração de um evolucionista:

Ele correctamente vê que o padrão complexo e especificado exposto sobre a vaca não pode ser obra de forças não inteligentes, e como tal ele justificadamente infere que as imagens foram obra de design inteligente. No entanto, a mesma vaca, que é “esmagadoramente” mais complexa e mais especificada que as imagens que ela tem nas costas, é, segundo a teoria dos evolucionistas, o resultado de forças não-inteligentes.

Para se ser um evolucionista consistente (contradição) tem que se postular que provavelmente a vaca nasceu já com o padrão em si. Mas ninguém pensa assim. Há alguma coisa na foto que imediatamente nos faz pensar no Photoshop e alguém a “pintar” a imagem na vaca.

Portanto, os evolucionistas concordam que as imagens foram criadas por alguém, mas eles não concordam que a vaca foi criada por Alguém. O seu compromisso com o naturalismo força-os a rejeitar as evidências que suportem a posição criacionista. Devido a isso, o ateu “não encontra evidências para o Criador”. Ele não as encontra, não porque as mesmas não existem, mas sim porque ele não as quer encontrar.

Reparem nesta história contada pelo filósofo cristão Ravi Zacharias:

Um homem acordou de manhã e disse à mulher: “Acho que eu estou morto“. Ela olhou para ele com cara estranha, mas pensou que fosse uma brincadeira. Prepararam-se e foram trabalhar.Contrariamente ao que a mulher pensava, o marido continuou a dizer que ele estava morto. Ela começou a ficar preocupada e como tal levou-o a um psiquiatra. O mesmo rapidamente lhe que ele não poderia estar morto porque os mortos não vertem sangue. O homem não se mostrou convencido, mas o doutor continuou a focar-se neste ponto: mortos não vertem sangue. O homem, aos poucos, começou a ficar convencido.

Quando ele parecia totalmente sobrepujado com esta posição, o doutor pegou num alfinete e espetou-o no dedo do homem. O homem olhou para o seu sangue a jorrar e exclamou: “Oh! Afinal os mortos também vertem sangue!

Esta é a posição em que se encontra o ateu. Ele já se fechou na prisão ideológica que se chama de naturalismo, e como tal todas as evidências, por mais contra-factuais que elas possam ser, vão sempre suportar a sua fé no naturalismo.

Códigos informáticos não se geram a si mesmos, mas como existem códigos informáticos dentro das formas de vida, então os mesmos devem-se ter gerado a si mesmos. Se não se geraram a si mesmos, então Alguém os gerou, mas como Esse Alguém (Deus) não existe, então os códigos geraram-se a si mesmos.

Por mais longe no passado que nós observemos, os animais sempre se reproduziram de acordo com a sua espécie: gatos deram à luz gatos, cães deram à luz cães e assim sucessivamente.

Isto coloca um problema para o ateu: de onde surgiu o primeiro gato e de onde surgiu o primeiro cão? Não podem ter sido criados porque o ateu “sabe” que Deus não existe. Como tal, ele começa a acreditar que, “se calhar”, o gato surgiu daquilo que não era um gato, e “se calhar” o cão surgiu daquilo que não era um cão.

O ateu deliberadamente ignora as observações de forma a poder manter o seu ateísmo intacto, da mesma forma que o homem que se julgava morto ignora as observações de modo a manter a sua crença de que estava morto.

É por essas e por outras que o Dr John Whitcomb, um dos escritores do livro “The Genesis Flood“, diz que o uso exclusivo de evidências científicas para transformar um coração rebelde num coração arrependido não funciona.

Conclusão:

O ateu não rejeita a Deus por causa das evidências científicas, e como tal oferecer apenas e só evidências científicas que mostrem que a sua fé em Darwin contradiz as observações não o vai fazer mudar de opinião.

O Único que é Capaz de transformar um coração rebelde num coração ensinável é o Espírito Santo:

Ezequiel 11:19
E lhes darei um mesmo coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne;

Ezequiel 18:31
Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós um coração novo e um espírito novo; pois por que razão morreríeis, ó casa de Israel?

Ezequiel 36:26
E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo, e tirarei o coração de pedra da vossa carne, e vos darei um coração de carne.

Como a discussão entre o criacionismo e o evolucionismo é uma questão espiritual, o cristão, se quiser ser eficiente na batalha, tem que forçosamente apelar ao Criador dos espíritos (Hebreus 12:9).

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Evolução e Sistemas de Navegação

Diversas variedades de lagostas espinhosas existem um pouco por todos os oceanos do mundo e todas elas possuem habilidades para navegar. Experiências realizadas durante o ano de 2003 concluíram que elas orientam-se acedendo a um mapa interno de anomalias magnéticas locais ou variações mínimas no campo magnético da Terra.1

Quando um programador informático finlandês leu sobre isto, começou a arquitectar um sistema similar para robôs. [Impressionante que cada vez que se tenta entender e copiar o design presente na natureza, trazem-se sempre engenheiros mecânicos, programadores, e cientistas envolvidos em áreas de design e construção de sistemas. Porque será]

Janne Haverinen arranjou um mapa magnético do corredor de um hospital local e instalou-o num robô. O robô foi posteriormente capaz de navegar usando apenas as anomalias magnéticas que caracterizavam o edifício.2

A tecnologia do mapeamento magnético pode providenciar uma alternativa a outros métodos de navegação, nomeadamente, o “GPS interno”, onde os robôs navegam triangulando constantemente a sua posição em relação a um ponto de rádio fixo. Chris Melhuish, perito em robótica, disse à New Scientist que “se o sistema vier a funcionar, o mesmo pode aumentar a nossa confiança em robôs por estes usarem dito sistema em junção com, por exemplo, a navegação baseada na visão.3

As lagostas já possuem um sistema de visão, mas se as águas onde navegam se tornarem demasiado turvas, elas podem mesmo assim seguir a sua viagem usando o seu mapa magnético interno.

Aparentemente as lagostas estão perfeitamente ajustadas ao meio aquático, como se elas tivessem sido engenhosamente criadas para tal habitat. Mas nós sabemos que elas não foram criadas, certo? Nós sabemos disso pelos simples facto da vermos gatas brancas a darem à luz gatos pretos, cinzentos ou pretos. O facto de gatas darem à luz gatos mostra que o sistema de navegação das lagostas criou-se a si mesmo. Se duvidam desta “explicação”, entrem em alguns blogs ateus e leiam com os vossos próprios olhos.

O robô criado pelo sr Haverinen, que contém ele mesmo componentes metálicos, requer que o seu magneto metro (medidor magnético) seja suspenso numa vara afastado do robô. Deste modo, os seus próprios efeitos magnéticos não interferem com o detector, podendo assim o robô navegar com sucesso usando um mapa magnético. Isto contrasta com o elegante design presente na lagosta. A estrutura e a operacionalidade do magneto metro da lagosta ainda não é conhecida por inteiro, mas podemos desde já saber que o mesmo é pequeno, eficiente e perfeitamente integrado no corpo do animal. Contrariamente a muitos magneto metros construídos pelos homens, o da lagosta pode ser usado debaixo de água sem que o mesmo deixe de funcionar.

Conclusão:

Este pequeno animal é mais um que testemunha para o Génio do Criador, o Senhor Jesus Cristo. Se anos de planeamento, visão e design foram necessários para fazer uma cópia rudimentar do miniaturizado, completo e eficiente sistema de navegação da lagosta, então quão superior não deve ser o Engenho Artístico Daquele que gerou o dito animal num breve momento quando “falou…e logo se firmou“, certo?4

Essencialmente, o que os evolucionistas ateus querem que nós acreditemos é que sistemas de navegação geram-se a si mesmo como resultado de milhões de mutações aleatórias, filtradas pela selecção natural. Esta fórmula mágica (mutações + selecção natural + milhões de anos) é claramente insuficiente para explicar a biodiversidade.

Existe uma explicação bem mais lógica que não contradiz as observações científicas, nem atribui poderes nunca vistos às forças da natureza: Design Inteligente. O ateu no entanto, prisioneiro que está do naturalismo, não pode de maneira nenhuma aceitar explicações que violem a sua religião (por mais evidências que a dita explicação tenha). Como tal, ele vai continuar a acreditar que pode explicar a origem de sistemas de navegação ao explicar o funcionamento de um sistema de navegação já existente.

Este é mais um exemplo em como o ateísmo é um impedimento para o progresso da ciência.

Referencias

  1. Boles, L. C. and K. J. Lohmann. 2003. True navigation and magnetic maps in spiny lobsters. Nature. 421 (6918): 60-63.
  2. Haverinen, J. and A. Kemppainen. Global indoor self-localization based on the ambient magnetic field. Robotics and Autonomous Systems. Published online before print July 26.
  3. Marks, P. 2009. Lobsters teach robots magnetic mapping trick. New Scientist. 2723: 22
  4. Salmo 33:9

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