Arquivo para Outubro, 2009

Descoberto réptil gigante do “Jurássico”

A mistura entre observação e a interpretação prossegue e por vezes podemos deixar de estar a tentos a tais manobras.

 

Com entre 10 e 16 metros de comprimento, e um crânio de 2,4 metros, os vestígios fósseis deste réptil [observação], de há 150 milhões de anos [interpretação], encontrados por um coleccionador particular britânico, estão a encantar os cientistas.

Acho que este achado encanta não só os cientistas mas todos aqueles que gostam de aprender coisas novas. O problema deste tipo de descobertas é a constante mistura de boas observações com mitologias darwinistas.

Richard Forrest, paleontologista e especialista em plesiossauros (grupo a que pertence o pliossauro), faz parte do grupo que está a estudar este gigante jurássico. E disse à BBC:

“Sabia que vinha aí uma coisa grande. Mas isto é de fazer cair o queixo. É simplesmente enorme”.

Job 40:15-24:

“Contempla agora o Beemoth, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi. Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre. Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos da suas coxas estão entretecidos. Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro. Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada. Em verdade os montes lhe produzem pasto, onde todos os animais do campo folgam. Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo dos canaviais e da lama. As árvores sombrias o cobrem com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam. Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando que o Jordão possa entrar na sua boca. Podê-lo-iam, porventura, caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?

Com um pescoço pequeno, uma cabeça parecida com a do crocodilo e mandíbulas poderosas, “os pliossauros conseguiam tragar um homem de uma dentada só. Por agora os paleontologistas só têm a cabeça. Mas dizem que este pliossauro poderia ter pesado 12 toneladas.

Impressionante criatura, sem dúvida.

Animais deste tipo são um testemunho poderoso para o Poder Criativo de Deus, mas como é normal nas publicações darwinistas, quem recebe a glória por elas não é Deus.

Mas nós que conhecemos Deus não vamos parar de Lhe dar louvor e adoração:

Salmo 33:9 Porque [Deus] falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.

Salmo 135:6 Tudo o que o Senhor quis, Ele o fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos.

Salmo 146:6 Que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e que guarda a verdade para sempre

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João Villaret – Recado a Lisboa

Letra: João Villaret
Música: Armando da Câmara Rodrigues

João Henrique Villaret nasceu em Lisboa, em 1913. Foi um apaixonado pelo teatro destacando-se mais tarde como “declamador”, criando um estilo inimitável de recitação poética.

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A “Infalível” Publicação Científica

Um dos irrelevantes argumentos que os crentes ateus gostam de levantar contra os cientistas criacionistas é o de afirmar que os mesmos não publicam artigos em jornais e revistas científicas. Segundo os religiosos darwinistas, o facto do criacionismo Bíblico ser rejeitado pela elite científica é “evidência” para a falta de base científica do mesmo.

Para começar, isto é irrelevante. O facto dos cientistas criacionistas não publicarem artigos científicos em defesa do criacionismo em revistas evolucionistas, não só não é evidência contra o criacionismo, como apenas e só significa que eles não publicam nas tais revistas e nos tais jornais. Quem foi que determinou que para uma teoria para ser cientifica ela tem que ser publicada em jornais darwinistas?

Segundo, existe uma selecção artificial no que toca aos artigos que os “polícias do pensamento” aceitam como “científicos”. Artigos que ponham em causa a teoria da evolução (ou um dos seus frágeis pilares – milhões de anos, poderes criativos das forças não inteligentes, etc) são ideologicamente rejeitados pelos árbitros científicos. Os poucos que passam a censura darwinista são seguidamente alvo de ataques não-científicos.

Dado este cenário, os críticos da teoria da evolução ficam numa posição no mínimo curiosa:

1. O criacionismo ou o design inteligente não são teorias científicas porque não publicam artigos científicos em jornais arbitrados

2. Mesmo que tais artigos sejam submetidos a apreciação, os mesmos serão rejeitados por não estarem de acordo com a versão oficial da teoria da evolução.

Como se isto não fosse suficiente para se ver que a não-publicação em jornais arbitrados não é evidência para falta de rigor científico, nós lemos com frequência que mesmo aquelas teorias que são avaliadas e aceites por outros cientistas podem ser fraudes.

Foi exactamente isso que aconteceu na Coreia do Sul:

Promotores da Coreia do Sul pediram ontem uma pena de quatro anos de prisão para o cientista que caiu em desgraça após um escândalo envolvendo clonagem em 2005. Hwang Woo-suk, que publicou artigos fraudados na revista “Science” sobre clonagem humana, é acusado de desvio de verba pública, prevaricação e compra ilegal de óvulos para sua pesquisa.

Reparem que os ditos artigos sofreram avaliação científica e foram achados como suficientemente “científicos” para serem colocados na prestigiosa revista “Science”. Isso leva-nos a concluir que a avaliação científica pode cometer erros e aceitar o que não é ciência. Do mesmo modo, a mesma avaliação pode rejeitar o que é ciência.

É importante ver que com estas palavras não está a ser posto em causa a avaliação feita por outros cientistas, mas sim mostrar que a não aprovação por membros da mesma comunidade não é sinónimo de falta de valor científico.

Os crentes ateus tem que levar isso em conta da próxima vez que usarem o argumento da “falta de publicação cientifica” contra o criacionismo.


Ver também:

1. O Mito do Consenso Científico.

2. Michael Crichton: Ciência e Consenso Científico

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550 Milhões de anos depois, nada de novo debaixo do sól

De vez em quando acontece nós lermos “notícias evolutivas”, e imaginar o que seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram “descobertos três mil microrganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos“.

Exactamente. Durante os supostos 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá donde, baleias apareceram de animais terrestres, mas… o microrganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante…. 500 milhões de anos.

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microrganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos, que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.

Mais uma descoberta que provavelmente vai “iluminar certos aspectos da teoria da evolução“. O artigo não diz no entanto como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.

Esta espécie de “parque jurássico” das bactérias encontra-se num habitat de quase 400 poças de água, no qual foi mantido um sistema alimentar parecido ao que existiu há milhões de anos.

Daí se infere que, como o habitat era essencialmente o mesmo, elas não tiveram necessidade de evoluir. No entanto, no caso da girafa e de outros animais que vivem lado a lado a ela, embora fizessem parte do mesmo ecossistema, ela (a girafa) sentiu pressão evolutiva suficiente para evoluir pescoços mais longos (com todas as mudanças daí inerentes). Portanto, a evolução tem o mesmo peso científico que a frase “se não chover, então vai fazer sól“.

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas [observação], que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais [interpretação/especulação].

Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião.

É importante saber o que foi observado e demonstrado e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

Através do seu estudo podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra.

Não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos pode-nos ajudar a entender “como foi a origem da vida“.

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem do mundo), mas obviamente que não se podem pôr uma à parte da outra.

 


 

A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos ateus possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidências para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microrganismos, que normalmente tem uma tempo de vida mais curto, tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos. Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se esqueciam de evoluir, todo o resto da biodiversidade “emergiu”.

Ridículo.

Salmo 92:6 – O homem brutal nada sabe, e o louco não entende isto.

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Freud está desactualizado. Quem é o próximo?

Lembram-se de Sigmund Freud? Ele era o ícone da psicologia durante a altura em que o século 19 se tornava no século 20. Ele era exaltado pelos cientistas da altura como um dos grandes pensadores contemporâneos (juntamente com Marx e Darwin). Não só o seu impacto no pensamento moderno foi imensurável, como também nos deu palavras como id, ego e superego e conceitos como o “inconsciente” que prevalecem ainda.

Devido aos “discernimentos” e “percepções” de Freud, um número incontável de pessoas preocupou-se com coisas como o “Complexo de Édipo” e outras coisas mais. As mesmas gastaram somas incríveis de dinheiro deitadas no divãs, a serem alvo de “psicanálise” como forma de serem “curadas” de doenças mentais – algumas delas sem dúvida trazidas ao de cima devido ao poder da sugestão aquando da enumeração dos sintomas das doenças.

O que é que os cientistas de 1909 diriam da citação seguinte, se lhes fosse trazida por um viajante do tempo?

Qualquer pessoa que fosse ler os trabalhos originais de Sigmund Freud poderia muito bem ser seduzida pela beleza da sua prosa, a elegância dos seus argumentos e pela acuidade da sua intuição.

No entanto, aqueles que possuem algumas bases científicas ficaram chocados pelo abandono com o qual ele elaborou as suas teorias, baseando-se efectivamente no vazio de evidências empíricas.

Esta é uma das razões principais pela qual o estilo de psicanálise promulgada por Freud esta desactualizada: o seu elevado consumo – os tratamentos podem durar anos – não é balanceado por evidências que confirmem a sua eficácia. (1)

O propósito do editorial da revista Nature foi o de introduzir esta lição do passado no decadente mundo da Psicologia moderna:

Se a Psicologia Clínica nos EUA quer-se manter viável e relevante no sistema de saúde moderno, ela tem que publicamente abraçar a ciência.

Será que a neurociência cognitiva aprendeu as lições do passado? Aparentemente não:

Existe um imperativo moral de transformar a arte da psicologia – presentemente em perigo de se desactualizar como as teorias de Freud – numa robusta e valorizada ciência, suportada pelas melhores pesquisas e economia de evidências.

Os editores não identificaram o fundamento para a moral nem para a ciência.


Será que Darwin é o próximo a cair? Será que ele é o vai ser o grande “já-era” no ano de 2020? Certamente que sim.Reparem nos outros deuses do triunvirato, Marx e Freud. Com a excepção de alguns “fortes” académicos (e alguns escritores), os seus vastos impérios foram totalmente destruídos.

Sim, ainda existem ditaduras como a China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte que exteriormente ainda se agarram à imagem de Marx, mas ninguém realmente acredita em coisas como “materialismo dialético” ou a “ditadura do proletariado” (não é assim, Van Jones?).

As bases filosóficas e empíricas para o Marxismo e o Freudismo (se é que alguma vez elas existiram) desmoronaram-se. Hoje em dia se alguém acha que o ateu Marx era brilhante, essa pessoa deveria fazer uma visita de estudo aos gulags (e aos campos de extermínio) e rever o vídeo da queda do Muro de Berlim. Do mesmo modo, se alguém acha que Freud era brilhante, esse alguém deveria ter a sua cabeça examinada.

A eminente queda de Darwin não vai por si só trazer uma nova era de paz intelectual e integridade. O inimigo das nossas almas e adversário de Deus vai-se certificar disso. As más ideologias tem que ser rapidamente substituídas pela Verdade, portanto prepara-te com a Boa Nova e fica firme na Rocha porque muitas pessoas desiludidas com o materialismo vão precisar de Deus.



1. Editorial, Nature 461, 847 (15 October 2009) | doi:10.1038/461847a.

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O Computador Molecular

Isaías 40:12
Quem mediu com o seu punho as águas,
e tomou a medida dos céus aos palmos,
e recolheu numa medida o pó da terra,
e pesou os montes e os outeiros em balanças?

Os cientistas estão a reconhecer as semelhanças entre a operacionalidade do ADN e a ciência computacional. Apesar do ADN ser, no fim de contas, um complexo sistema de armazenamento de informação, compará-lo aos nossos melhores computadores é o mesmo que comparar o Vaivém Espacial com um arco e uma flecha.

Biólogos de Harvard tem ficado estupefactos com o que eles tem aprendido acerca do funcionamento do ADN de uma única célula dum protozoário. O seu ADN rotineiramente resolve problemas matemáticos que apenas um moderno e avançado computador consegue resolver (Vêr tambémCérebro supera computadores“).

Todos nós já nos apercebemos dos problemas que um vendedor ambulante tem: ele tem, por exemplo,7 pontos de partida e 7 pontos de chegada. Pelo meio ele tem que encontrar a forma mais eficiente de se deslocar para todos eles. Em termos comparativos, o protozoário que foi alvo de estudo desenvolve caminhos que estão entre cerca de 50 pontos de partida e 50 pontos de chegada.

Este pequeno protozoário tem tem dois núcleos, cada um deles organizando o mesmo ADN de forma distinta. O núcleo mais pequeno armazena apenas o ADN necessário para viver em pequenas unidades, e o mesmo tem que ser reajustado antes deles fazerem o que quer que seja. Isto implica que ele pode descartar até 95% do seu ADN. (Basicamente é o mesmo que comprimir informação nos computadores).

Quando o protozoário precisa de reajustar o seu ADN, cada ponta final de cada unidade procura encontrar a sua extremidade respectiva da unidade a qual ela se ajusta. Para se visualizar melhor, imaginem um puzzle. Cada peça tem uma forma específica que se ajusta de forma única a outra peça. Se pusermos uma peça no sítio errado, o puzzle fica incompleto. A diferença é que quando se fala de formas de vida, uma peça fora do sítio pode ser a diferença entre a vida e a morte (Vêr “Dinossauros não evoluíram para pássaros)

Conclusão:

Isto não são formas de vida “simples”. Até os próprios cientistas (muitos deles, evolucionistas) reconhecem que a operacionalidade da célula é análoga a de um computador (com a diferença da vida ser muito mais complexa).

Pondo lado a lado as duas teorias normalmente aludidas no blog presente, (ou nestes dois: 1 , 2), qual delas se ajusta melhor aos dados da ciência?

Uma teoria afirma que na origem da vida há Um Ser Omnipresente, Omnisciente e Omnipotente. O Mesmo codificou a matéria de modo a que ela possa se tornar viva e auto-reprodutora.

A teoria alternativa postula, no entanto, que não há intervenção inteligente por trás da biodiversidade biológica existente. Segundo esta última teoria, as forças da natureza, por si só, são capazes de gerar o que se observa.

Qual das duas posições está de acordo com as observações científicas?

Jeremias 27:4-5
E lhes darás uma mensagem para os seus senhores, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Assim direis a vossos senhores:
Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande poder e com o Meu Braço estendido

References: Kathy Sawyer, “Biological Software,” Princeton Alumni Weekly, June 10, 1998, p.7.

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Roberto Carlos – As baleias (1981)

Mais uma grande música que veio do outro lado do Atlântico

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Psicóloga carioca que oferecia terapia de conversão a gays pode ter seu registro cassado

Link Original

O Conselho Federal de Psicologia está estudando se cassa ou não o registro profissional de Rozângela Alves Justino, psicóloga que encara a homossexualidade como doença e oferece terapias de conversão a clientes que buscam esse tipo de tratamento. A decisão do Conselho Federal de Psicologia será dada no dia 31 próximo..

Se o resgistro da psicóloga for cassado, será a primeira decisão do tipo no Brasil..

O Conselho proíbe há 10 anos que psicólogos tratem a homossexualidade como doença passível de cura..

A referida psicóloga que agora será julgada afirma que ter “atendido e curado centenas” de pacientes gays em 21 anos de atividades. Para ela, a homossexualidade é doença e causada “porque (os homossexuais) foram abusados na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso”..

Rozangela é evangélica e orienta seus pacientes a buscarem orientação na igreja..

A cassação de Rozângela foi pedida por associações gays e endossada por 71 psicólogos.
fonte: Mix Brasil

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O mexilhão evolutivo

Contrariamente ao que nos é constantemente dito pelos nossos amigos ateus evolucionistas, é possível fazer-se bom trabalho biológico sem se levar em conta a teoria que afirma que a vida criou-se a si mesma. Um dos exemplos é o que está descrito aqui.

Investigadores portugueses conseguiram fazer a primeira caracterização a nível mundial do genoma (transcriptoma) do mexilhão das fontes hidrotermais, permitindo criar a primeira base de dados sobre os genes deste animal, que vive no mar profundo.

O mapeamento do genoma desta criatura é de facto um grande avanço para a ciência, e ao mesmo tempo um orgulho para este país a beira mar plantado.

Reparem que este trabalho biológico foi feito sem se levar em conta a teoria da evolução, a mesma que supostamente é a base da biologia (ou sem a qual “nada na biologia faz sentido”).

A teoria da evolução é uma história que é acrescentada aos dados depois de todo o trabalho científico. A crença nela não conduz a nenhuma avanço médico, biológico ou mesmo antropológico.

Pesquisem os artigos biológicos reportados nas edições “online” dos jornais, e perguntem-se se o trabalho dos cientistas seria de alguma forma diferente se eles fossem criacionistas ou proponentes da teoria do Design Inteligente. Rapidamente vocês vão-se aperceber que a fé na teoria da evolução não foi relevante.

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Ancient Geneologies support the Bible and Noahic Flood

Este é muito longo para traduzir, e como tal deixo-vos o link.

Basicamente o que ele mostra é como os dados históricos estão perfeitamente de acordo com a Palavra de Deus.

Vale a pena ler.

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