Será o ateísmo uma doença mental?

Doenca_MentalGraças a duas pesquisas feitas há alguma tempo, tem sido propagado dentro dos círculos ateístas que “os ateus têm QIs mais elevados que os crentes”. Isto pode ser verdade ou não, mas um problema com este argumento é que se aceitarmos as “diferenças médias de QI entre os grupos”, entramos dentro de debates sinistros que os ateus Esquerdistas bien pensant podem não gostar assim tanto.

Enveredemos então pela estrada da infelicidade. Deixemos de lado a métrica rudimentar do QI e olhemos para as vidas vividas pelos ateus e pelos crentes, e vejamos como ela se mede. Dito de outra forma, vejamos quem está a viver de forma mais inteligente. Quando fazemo isso, o que é que descobrimos? Descobrimos que quem está a viver uma vida mais inteligente são os crentes. Uma vasta gama de pesquisas, recolhidas durante as últimas décadas, demonstram que a fé religiosa é fisicamente e psicologicamente benéfica – e de uma forma espantosa.

Em 2004 estudiosos da UCLA revelaram que os estudantes universitários envolvidos em actividades religiosas eram mais susceptíveis de ter uma melhor saúde mental. Em 2006 pesquisadores populacionais da Universidade do Texas descobriram que quanto mais a pessoa ia à igreja, mais tempo ela vivia. No mesmo ano pesquisadores da Universidade de Duke (EUA) descobriram que as pessoas religiosas têm um sistema imunitário mais forte que o das pessoas não-religiosas. Eles revelaram também que as pessoas que vão à igreja têm uma pressão arterial inferior ao das pessoas que não vão à igreja.

Entretanto, em 2009 uma equipa de psicólogos de Harvard descobriu que os crentes que deram entrada no hospital com o quadril quebrado reportaram menos depressão,  menos presença nos hospitais, e podiam coxear mais além quando saíam do hospital – quando comparados com os semelhantemente aleijados descrentes.

lista continua. Nos últimos anos os cientistas revelaram que os crentes, quando comparados com os descrentes, tinham resultados melhores no cancro da mama, nas doenças coronárias, nas doenças mentais, com a SIDA e com a artrite reumatóide. Os crentes tinham até melhores resultados com a FIV [Fertilização in vitro]. De igual modo, os crentes reportaram também níveis de felicidade superiores, eram muito menos susceptiveis de cometer o suicídio, e lidavam melhor com os eventos stressantes. Os crentes tinham também mais filhos.

Mais ainda, estes benefícios eram visíveis mesmo se ajustarmos as coisas de modo a levarmos em conta que os crentes são menos susceptíveis de fumar, beber ou ingerir drogas. E não nos podemos esquecer que os religiosos são mais simpáticos. Claramente, os religiosos dão mais dinheiro para a caridade que os ateus, que, segundo as mais recentes pesquisas, são os mais mesquinhos entre todos.

Levando isto em conta, urge perguntar: quem é mais inteligente? Serão os ateus, que vivem vidas mais curtas, mais egoístas, mais atrofiadas e mais mesquinhas – frequentemente sem filhos – antes de se aproximarem, sem qualquer esperança, da morte envolvidos em desespero, e o seu inútil cadáver ser amarrado e lançado numa vala (e, se eles estiverem errados, serem lançados no Inferno)? Ou serão os religiosos, que vivem mais tempo, mais felizes, mais saudáveis, mais generosos, que têm mais filhos, e que morrem com dignidade ritualista, esperando serem recebidos por um Deus Benevolente e Sorridente?

Claramente, os crentes são mais inteligentes. Qualquer pessoa que pense o contrário é doente mental. E digo isto de maneira literal visto que as evidências sugerem que o ateísmo é uma forma de doença mental. Isto prende-se com o facto da ciência mostrar que a mente humana está construída para a fé visto que fomos criados para acreditar. Esse é um dos motivos cruciais que faz com que os crentes sejam mais felizes; as pessoas religiosas têm todas as suas capacidades mentais intactas, e estão a funcionar de forma plena como humanos.

Logo, ser um ateu – tendo em falta a vital capacidade da fé – deve ser vista como uma aflição, e uma deficiência trágica: algo análogo à cegueira. Isto faz com que Richard Dawkins seja o equivalente intelectual a uma pessoa amputada, agitando furiosamente as suas próteses no ar, gabando-se do facto de não ter mãos.

 Modificado a partir do original: “Are atheists mentally ill?” – http://bit.ly/1jQEnZr
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Será que os cientistas criaram vida em laboratório?

Por Bert Thompson, Ph.D. e Brad Harrub, Ph.D.

Como foi que as células vivas emergiram a partir de químicos sem vida? Esta simples questão tem perturbado os evolucionistas há séculos. Por muito que eles tentem, nunca foram capazes de estabelecer um firme fundamento para a forma como os seres vivos inicialmente apareceram – um fundamento sobre o qualquer podem, então, construir a sua árvore da vida.

No passado, o modus operandi era o de ensinar o desacreditado conceito da geração espontânea, esperando que ninguém notasse que a questão da origem da vida nunca havia sido respondida, e então ensinar a teoria da evolução como se “de alguma forma” a origem da vida tivesse sido já estabelecida e confirmada. Como resultado disto, quase todos os livros escolares sobre a ciência impressos nos últimos 50 anos têm dentro de si a hoje-famosa experiência Miller-Urey de 1953.

Miller_UreyNesta experiência, Harold Urey e o seu aluno de pós-graduação Stanley Miller tentaram simular o que eles pensavam que representava as condições atmosféricas da Terra primitiva, de modo a determinar que tipo de produtos eles poderiam gerar através da adição de faíscas eléctricas (isto é, simulando um trovão). Estes mesmos livros escolares nunca deixam de mencionar que Miller e Urey foram bem sucedidos em produzir uns amino-ácidos simples – “os tijolos de construcção da vida”. A partir disto, os livros levam o aluno para um novo capítulo em torno da teoria da evolução e da origem da vida, permitindo que o aluno conclua que os cientistas conseguiram, portanto, provado que a vida pode ser gerada a partir de alguns químicos sem vida.

Esta é uma progressão lógica, e uma que, diga-se de passagem, funciona na perfeição dentro das salas de aulas. O único problema é que esta noção é totalmente falsa. Nunca aconteceu os cientistas serem bem sucedidos em produzir material vivo a partir de material sem vida. No entanto, ano após ano, o público é levado a acreditar que a base sobre a qual assenta a teoria da evolução já foi confirmado. O laureado George Wald (Harvard) admitiu:

Nós contamos esta história aos estudantes iniciantes de Biologia como se ela confirmasse o triunfo da razão sobre o misticismo. Na verdade, é quase o contrário. A posição razoável era a de acreditar na geração espontânea; a única alternativa era acreditar num único e singular acto de criação sobrenatural. Não há uma terceira posição. Devido a isto, muitos cientistas de há mais de um século escolheram olhar para a crença na geração espontânea como uma “necessidade filosófica”. É um sinal da pobreza do nosso tempo que esta necessidade já não seja apreciada. A maior parte dos biólogos modernos, havendo revisto com satisfação a queda da hipótese da geração espontânea, mas pouco dispostos a aceitar a crença alternativa da criação singular, ficam de mãos vazias. Sou de opinião de que o cientista não tem escolha senão abordar a questão da origem da vida através da hipótese da geração espontânea (1954, 191:46).

O evolucionista John Horgan concluiu que, se ele fosse um criacionista nos dis de hoje, ele focar-se-ia no tópico da origem da vida porque

…. este é de longe a escora mais fraca do chassis da biologia moderna. A origem da vida é o sonho do escritor de ciência. Ela está repleta de cientistas exóticos e teorias exóticas, que nunca são totalmente abandonadas ou totalmente aceites, mas apenas entram e saem de moda. (1996, p. 138).

Esta fraqueza dentro da biologia evolutiva não passou despercebida. De facto, o modus operandi dos evolucionistas tem sido revisto à medida que os biólogos lutam por por encontrar novas formas de “iluminar” os estudantes de biologia em torno do tópico da origem da vida. É por causa desta fraqueza dentro da biologia evolutiva que o próprio Stanley L. Miller se recusa a deixar que a ideia da geração espontânea caia no esquecimento. Na edição de Setembro de 2002 da “Proceedings of the National Academy of Sciences”, o Dr. Miller e os seus colegas descreveram a forma como eles obtiveram compostos bio-orgânicos utilizando monóxido de carbono como um componente no seu modelo da atmosfera (ver Miyakawa, et al., 2002). Tal como diz o antigo adágio, “tenta, tenta outra vez.” E, como aparente pelos quase 50 anos que se passaram desde a sua experiência inicial, Miller parece determinado em espremer a vida a partir de químicos sem vida.

No entanto, por mais que ele tente, Miller está a lutar por uma causa perdida. Ha mais de 25 anos atrás, Robert Jastrow ressalvou:

Segundo esta história, todas as árvores, todas as laminas de erva, e todas as criaturas nos mares e na terra evoluíram a partir dum aparentado filamento de matéria molecular preguiçosamente à deriva numa piscina amena. Que evidências concretas apoiam esta espantosa teoria da origem da vida? Não há nenhuma. (1977, p. 60).

E esta verdade não mudou nada, tal como Klaus Dose de forma tão apropriada ressalvou:

Mais de 30 anos de experiências em torno da origem da vida no campo da evolução química e molecular levaram a uma melhor percepção, e não solução, da imensidão do problema que a origem da vida na Terra é. Actualmente, todas as discussões em torno das teorias principais, bem como experiências neste campo, ou terminam num impasse, ou numa confissão de ignorância (1988, 13[4]:348).

A vida sempre se originou de outra vida, e matéria sem vida nunca gerou material com vida. De facto, os cientistas reconhecem a veracidade duma lei biológica – a Lei da Biogénese – que declara precisamente este facto.

A FAMOSA EXPERIÊNCIA MILLER-UREY

Miller_Urey_ExperienciaO exemplo mais famoso de tentativa de se criar a vida a partir daquilo que não tem vida foi a experiência levada a cabo por Miller e Urey. Usando um sistema de frascos de vidro, estes dois cientistas tentaram simular as “condições atmosféricas primordiais”. Eles passaram faíscas eléctricas através duma mistura de água, amónia, metano, hidrogénio. No entanto, a sua experiência foi levada a cabo com a ausência de oxigénio (algo que os próprios evolucionistas agora admitem que não reflecte as condições atmosféricas da Terra primordial) visto que eles sabiam que o oxigénio rapidamente oxidaria qualquer amino-ácido que fossem formados – impedindo desde logo a formação de qualquer matéria viva. Na base do aparato encontrava-se uma armadilha, aí colocada para capturar qualquer tipo de molécula que fosse produzida pela reacção. Esta armadilha impedia que os recém-formados químicos fossem destruídos pela próxima descarga eléctrica.

Durante a primeira tentativa, e depois de uma semana de descargas eléctricas nas câmaras de reacção, os lados das câmaras ficaram escurecidas, e a mistura líquida transformou-se para um vermelho nebuloso. O produto predominante era uma substância preta e pegajosa composta por numerosos átomos de carbono “amarradas” juntas, naquilo que era essencialmente alcatrão (um incómodo comum nas reacções orgânicas). Miller foi capaz de produzir uma mistura que continha dois amino-ácidos simples que são os tijolos de construção das proteínas. No entanto, a altamente elogiada experiência Miller-Urey não produziu nenhum dos tijolos de construção fundamentais para a vida. Em vez disso, ele produziu 85% alcatrão, 13% ácido carbólico, 1.05% glicina, 0,85% alanina, e traços de outros químicos.

Muitos cientistas hoje acreditam que a atmosfera primitiva da Terra teria feito a síntese de moléculas orgânicas virtualmente impossível, de acordo com as condições simuladas na experiência Miller-Urey. Por exemplo, a NASA reportou que uma “atmosfera redutora” [livre de oxigénio] nunca existiu, embora a experiência tenha assumido uma atmosfera desse tipo (Levine, 1983). Os cientistas aperceberam-se entretanto que a radiação ultra-violeta da luz solar é destrutiva para qualquer vida em desenvolvimento. Falando sobre os produtos gerados pela experiência Milller-Urey, o evolucionista Robert Shapiro declarou:

Vamos resumir. A experiência levada a cabo por Miller produziu o alcatrão como o produto mais abundante. Existem cerca de cinquenta pequenos compostos orgânicos que são chamados “tijolos de construção”. Apenas dois destes cinquenta ocorreram entre os produtos preferenciais da experiência Miller-Urey (1986, p. 105).

Para além disso, descobertas recentes voltaram a causar a que os evolucionistas declarassem que a vida foi “criada”. Na edição de Junho de 2000 da revista Science, Gerard Wong e os seus colegas reportaram um mecanismo através do qual os químicos poderiam-se auto-organizar de forma a criar túbulos com a aparência de fitas que são semelhantes às paredes celulares ds bactérias. (288:2035). Esta descoberta levou alguns a sugerir que a “vida artificial” foi criada, quando nada disso ocorreu.

O que ocorreu foi que os pesquisadores simplesmente misturaram a actina (proteína que disponibiliza o enquadramento estrutural para as células) com lipossomas especiais de modo a criar cápsulas com membranas de actina, que é um passo gigantesco para a “criação d vida”. A molécula actina não contém ADN, não metaboliza de modo activo, e não se reproduz, e desde logo, está bem longe de estar “viva”. A organização espontânea não é o mesmoo que a geração espontânea. Portanto, embora esta composto membranoso seja de facto semelhante à membrana de plasma que rodeia a maioria das células – devido ao facto dla se poder organizar em três camadas distintas, incluindo uma camada intermédia de lípido – ela não tem nenhuma das qualidades que os cientistas identificam como vida.

Num outro estudo similar, Jeffrey Hartgerink e os seus colegas reportaram que haviam criado um osso sintético auto-montado (2001). Usando a auto-montagem induzida por ph, estes cientistas foram capazes de formar um composto que pode, qualquer dia, substituir uma camada óssea doente. Estas moléculas sintéticas organizam-se para fibras que “causam” a que os minerais cresçam por cima delas – o que nos aproxima mais da altura em que seremos capazes de construir melhores dispositivos protéticos. As agências noticiosas foram rápidas a descrever esta descoberta como “osso feito pelo ser humano”.

No entanto, mesmo que os cientistas tenham sido capazes de construir estrutura óssea, isso, por si só, não é “vida”. Um osso colocado por cima duma mesa de aço é de pouco uso para o empreendimento que busca criar matéria viva a partir de matéria sem vida. O osso artificial não é capaz de se reproduzir, e sem irrigação sanguínea, ele rapidamente morre. Uma análise mais cuidadosa da notícia revela que os laços dentro desta matriz fibrosa podem ser revertidos (reduzindo os persulfuretos de volta a tióis). Será que isto tem a aparência de tecido vivo com o qual nós estamos acostumados?

Noam Lahav ressalvou:

Sob algumas condições redutoras, a acção de Miller e Urey não produz amino-ácidos, e nem produz os químicos que podem servir de predecessores a outros importantes tijolos de construção biopolímeros. Logo, ao colocar em causa a crença duma atmosfera redutora, nós colocamos em causa a própria existência da “sopa pré-biótica”, com a sua riqueza de compostos orgânicos biologicamente importantes. Mais ainda, até hoje, nenhum tipo de evidência geoquímica em favor da existência foi publicada. De facto, um certo número de cientistas colocaram em causa o conceito da sopa pré-biótica, apontando para o facto de que, mesmo que ela tenha existido, a concentração de tijolos de construção orgânicos dentro dela teria sido demasiado pequena para ser de alguma forma significativa para a evolução pré-biótiva (1999, pp. 138-139).

O facto é que a vida procede sempre de vida pré-existente – facto que fecha de forma final o caixão onde descansa a teoria da evolução.

Fonte

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Como se pode ver pelo artigo, 1) a experiência de Miller é cientificamente irrelevante como evidência em favor duma origem natural da vida, 2) a discussão em torno da origem da vida está totalmente ligada à validade da teoria da evolução, 3) o falhanço dos modelos evolutivos em favor da origem da vida naturalista leva a que os evolucionistas tentem, em desespero, separar a discussão em torno da origem da vida da teoria da evolução em si.

O total falhanço dos modelos evolutivos para a origem da vida são um forte indício de que a teoria da evolução biológica também é falsa.

Origem_Da_Vida_Evoluçao

Eu [Deus] fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5


Referências:

1.Dose, Klaus (1988), “The Origin of Life: More Questions than Answers,” Interdisciplinary Science Reviews, 13[4]:348.
2. Hartgerink, Jeffrey D., Elia Beniash, and Samuel I. Stupp (2001), “Self-Assembly and Mineralization of Peptide-Amphiphile Nanofibers,” Science, 294:1684-1688, November 23.
3. Horgan, John (1996), The End of Science (Reading, MA: Addison-Wesley).
4. Jastrow, Robert (1977), Until the Sun Dies (New York: W.W. Norton).
5. Lahav, Noam (1999), Biogenesis: Theories of Life’s Origins (Oxford, England: Oxford University Press).
6. Levine, J. (1983), “New Ideas About the Early Atmosphere,” NASA Special Report, No. 225, Langley Research Center, August 11.
7. Miyakawa, Shin, Hiroto Yamanashi, Kensei Kobayashi, H. James Cleaves, and Stanley L. Miller (2002), “Prebiotic Synthesis from CO Atmospheres: Implications for the Origins of Life,” Proceedings of the National Academy of Sciences, 99:14628-14631, November 12.
8. Shapiro, Robert (1986), Origins—A Skeptics Guide to the Creation of Life on Earth (New York: Summit).
9. Wald, George (1954), “The Origin of Life,” Scientific American, 191[2]:44-53, August.
10. Wong, Gerard C.L., Jay Tang, Alison Lin, Youli Li, Paul Janmey, and Cyrus Safinya (2000), “Hierarchical Self-assembly of F-Actin and Cationic Lipid Complexes: Stacked, Three-Layer Tubule Networks,” Science, 288:2035-2039, June 16.
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Quem realmente se opôs a Darwin: os religiosos ou os cientistas?

Por James Foard

Matt_CartmillNa edição de Março de 1998 da Discovery Magazine, Matt Cartmill usou o termo “guerra santa” para descrever a campanha actual contra Darwin. Cartmill afirmou que estes “cruzados” não são só Cristãos mas também algumas pessoas da “esquerda multicultural”. Termos assim emotivos conjuram imagens de multidões militantes compostas por fanáticos enervados envolvidos numa cruzada de queima de livros, marchando pelas estradas numa jihad contra o infiel. Cartmill assume que nenhuma pessoa inteligente e razoável pode ter dúvidas sérias em torno da teoria da evolução – dúvidas baseadas apenas e só em argumentos científicos.

O artigo começa com a declaração:

Tanto quanto sabemos, todos os seres vivos existentes na Terra descendem dum distante ancestral comum que viveu há mais de 3 mil milhões de anos atrás. (1)

A teoria de Darwin, diz Cartmill tem “sido a sabedoria aceite há mais de cem anos.”

Isto tem a aparência de algo poderoso, certo? “Sabedoria aceite”. O argumento por excelência de pressão de pares. Onde é que nós estaríamos sem ela? Se ao menos Copérnico e Galileu tivessem prestado atenção à “sabedoria aceite” dos seus dias, hoje não teríamos esta visão solar-cêntrica do nosso sistema solar a estragar os nossos textos de astronomia. hmm..

O sentimento que dá impulso ao artigo é a ideia de que a maior parte da oposição a Darwin tem as suas origens junto de Cristãos anti-evolucionistas zangados e conservadores, e que esta triste situação teve início em 1859 quando Darwin publicou o seu livro “A Origem das Espécies”. Na verdade, foi a comunidade científica de então que não acreditou em Darwin, ao mesmo tempo que os religiosos lambiam as teorias de Darwin da mesma forma que um urso ataca mel.

Sir John Herschel, matemático famoso, astrónomo e Membro da “Royal Society”, antipatizou tanto com a teoria de Darwin que qualificou-a de “a lei higgledy-pigglety” [= desordenada, desregrada, sem nexo, sem lógica, etc].(2) O brilhante físico James Clerk Maxwell opôs-se tenazmente contra o Darwinismo.(3) O famoso filósofo da ciência William Whewell, autor do clássico “The History of Inductive Sciences”, nem sequer permitia que o livro de Darwin fizesse parte da livraria de Cambridge.

Houve muitos outros tais como Adam Sedgwick – o geólogo que ensinou a Darwin os elementos da geologia) e Andrew Murray, o etimologista; ambos eram firmes opositores da teoria da evolução de Darwin. Depois de ler o livro de Darwin, Sedgwick chegou até a escrever-lhe uma carta, dizendo:

Li o seu livro com mais dor que prazer. Houve partes que admirei profundamente, e houve outras que me fizeram rir até ficar dorido dos lados; outras partes li com tristeza absoluta visto que as considero completamente falsas e gravemente maliciosas. (4)

Alguma vez se questionaram sobre as origens da palavra “dinossauro”? A mesma foi cunhada por Richard Owen, o Director do “Natural History Department” do Museu Britânico. Owen levantou tanta oposição ao trabalho de Darwin que em 1863 este último escreveu uma carta ao amigo evolucionista Huxley, dizendo o quão perturbado ele estava com as críticas de Owen:

Estou a arder de indignação. Não consegui dormir até há três dias atrás, devido à uma indigestão.

Mais tarde, Darwin expressou os seus sentimentos em torno de Owen ao seu amigo Hooker:

Acho que o odeio mais do que tu o odeias. (5)

Querra_SantaParece que eram os evolucionistas que estavam zangados com os reaccionários.

Louis Agassiz, fundador da geologia glacial moderna, e Louis Pasteur (que foi pioneiro na imunização, desenvolveu a Lei da Biogénese – que afirma que no mundo natural, a vida biológica só pode surgir de vida biológica pré-existente – e que é frequentemente chamado de o maior cientista do século 19) eram ambos tenazmente contra a teoria de Darwin.

Religiosos por Darwin

Ao mesmo tempo que estes cientistas se alinhavam contra Darwin, muitas figuras religiosas se colocavam do lado de Darwin, saudando-o como se ele estivesse a pregar o Evangelho. Havia um famoso pregador chamado Kingsley, que enviou uma carta a Darwin, congratulando-o pela publicação do seu livro. Outro pregador chamado Josiah Strong escreveu um panfleto com o nome de “America’s Destiny”, onde afirmou que as Escrituras e a teoria da evolução estavam em acordo.

Outros líderes religiosos das Ilhas Britânicas a saudar Darwin foram Frederick Farrar, James Orr, e Henry Drummond – todos pregadores famosos nos dias de Darwin. Nos Estados Unidos, A.H. Strong e Henry Ward Beecher defenderam a teoria da evolução como uma ideia cujo tempo havia chegado.

Quando Darwin morreu, os elogios derramaram-se a partir das igrejas. Segundo dois historiadores, Desmond e Moore, o “Church Times” louvou Darwin de tal modo que se perderam nos elogios – paciência, engenhosidade, produtividade, moderação. Outros acrescentaram a graça, a perseverança e a fé Paulinas, e caracterizaram Darwin como “um verdadeiro cavalheiro Cristão”. (6)

Eles prosseguem reportando que algumas pessoas religiosas disseram que quando Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, “Westminster não conferiu dignidade ao naturalista [Darwin] a partir dum ponto inferior. O seu corpo já se encontrava santificado.” Segundo Desmond e Moore, o “The Times” reportou que “A Abadia precisava mais dele do que ele precisava da Abadia.” Eles afirmaram que “Este santo homem, que havia ‘carregado a bandeira da ciência,'” deu à Abadia “uma santidade acrescida, uma nova causa para reverência.” (7)

É muito difícil imaginar um líder Cristão a receber o tipo de elogios Cristãos que Darwin recebeu. Apesar disto tudo, dois anos antes de morrer, Darwin escreveu:

Não acredito na Bíblia como revelação divina, e como tal, não acredito em Jesus Cristo como o Filho de Deus. (8)

Há muito que Darwin se tinha apercebido que a sua mensagem iria corroer o cerne da crença Cristã. (9)

Parece, portanto, que a história que nos foi contada em relação a quem realmente se opôs a Darwin está totalmente errada, mas quem sou eu para dizer que o autor da Discovery, Cartmill, não fez o seu trabalho de casa? Afinal tudo o que e fez foi seguir a “sabedoria aceite”, certo?

Fonte: http://bit.ly/WUnSrQ

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Resumindo: a teoria de Darwin não foi universalmente aceite na altura, como muitos evolucionistas foram levados a pensar, mas sim alvo de críticas ferozes por parte de muitos e eminentes cientistas de então. Será que estes cientistas da altura, muitos deles verdadeiros pioneiros nas suas áreas, argumentaram contra a teoria da evolução com base no seu preconceito religioso ou com base na análise das evidências?

Referências
1. Cartmill, M., Oppressed by Evolution, Discover 19(3):78–83, March 1998.
2. Bowlby, J., Charles Darwin: A new life, W.W. Norton & Company, New York, p. 344, 1990.
3. Lamont, A., 21 Great Scientists who Believed the Bible, Creation Science Foundation, Brisbane, Australia, p. 205, 1995.
4. Ed. Darwin, F., Life and Letters of Charles Darwin, Vol. 2, D. Appleton and Company, New York and London, p. 43, 1911.
5. Ed. Darwin, F., Seward, A.C., More letters of Charles Darwin, Vol. 1, pp. 226–228, 1903 as cited in Bowlby, Ref. 2, p. 352.
6. Desmond, A. & Moore, J., Darwin, Michael Joseph, London, p. 675, 1991.
7. Ref. 6, p. 676. Return to text.
8. Ref. 6, pp. 634–635. Return to text.
9. See Darwin’s real message: have you missed it? Creation 14(4):16–19, 1992.
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Porque é que Deus criou dentes tão terríveis?

CrocodiloA mera visão da boca dum crocodilo ou dum jacaré, cheia de dentes, causa o medo. Ocasionalmente, estes enormes animais esverdeados desmembram pessoas. (1) Com o seu olhar cínico e a sua má reputação, muitas pessoas sentem-se justificadas em qualificar estes répteis de carnívoros – ou mesmo carnívoros por obrigatoriedade. (2)

Será que Deus equipou estes, e outros animais semelhantes, com dentes especificamente para comer outros animais? Se a resposta para esta pergunta é “Sim”, então isto pode sugerir que Deus é um bocado “mau” e não o Criador Generoso que as Escrituras revelam.

Pesquisas recentes confirmam uma antiga explicação criacionista para estes dentes terríveis. Respondendo a este tópico em 2009, Dan Criswell escreveu em Acts & Facts:

Os mesmos dentes que muitos tipos de animais predadores usam para triturar carne, podem também ser usados para triturar matéria vegetal.(3)

Ele alegou que, contrariamente ao sentimento popular, certas estruturas dentárias não exigem um comportamento carnívoro. A falha não se encontra no Criador, mas sim no comportamento animal pós-Queda, num mundo sob a maldição do pecado. Génesis 1:30 diz:

E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento. E assim foi.

Logo, segundo as Escrituras, os crocodilos originalmente comiam material vegetal, mas quando o pecado entrou no mundo [Génesis 3:6], isso causou a que a maldição de Deus se abatesse sobre todo o universo [Génesis 3:17]. Agora, pesquisadores confirmaram o que poucos suspeitavam: até os crocodilos comem vegetação com regularidade.

Reportando no “Journal of Zoology”, um grupo de cientistas Americanos estudou a dieta dos jacarés do “Everglades National Park” (Florida), e apurou que 13 das 18 espécies “crocodilianas” ingerem fruta de 34 famílias de plantas. Os jacarés normalmente comem fruta carnuda; alguma dessa fruta cai na sua boca enquanto perseguem uma presa animal, mas segundo os autores do estudo, “não há a mínima dúvida que, ocasionalmente, a fruta é deliberadamente consumida, normalmente em largas quantidades”. (4)

Segundo o New Scientist, “Durante o ano passado pesquisadores a trabalhar no Sudeste Asiático, reportaram terem visto um crocodilo siamês selvagem com uma melancia”. (5)

Os dentes não foram criados para comer carne mas para comer vegetação, mas nesta terrível e temporária Terra, aqueles animais que originalmente tinha comportamentos bons sofrem duma maldição que permite que usem os seus dentes – dados por Deus – para encontros terríveis e sangrentos. Será que a preferência dos crocodilos por fruta reflecte o seu estado original Edénico?

Se calhar não seria má ideia começarmos a olhar para os crocodilos e para os jacarés sob um nova luz, mas a uma distância segura.

Por Brian Thomas  – http://bit.ly/1vvsrVf

Referências

1.  “Man’s Arm Salvaged from Alligator’s Belly,” 
2. É suposto os carnívoros por obrigatoriedade só comerem carne.
3. Predation Did Not Come from Evolution. 
4. Platt, S.G. et al. 2013. Frugivory and seed dispersal by crocodilians: an overlooked form of saurochory? Journal of Zoology. Published online before print, Jul 16, 2013.
5. Barras, C. Crocodiles may need their fruity five-a-day. New Scientist.
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Tatuagem: a marca da rebelião

De capa a capa, a Bíblia condena a rebelião. O Senhor Deus considerava a rebelião algo tão sério que comparou-a à feitiçaria. Convém lembrar que, segundo a Lei de Moisés, a feitiçaria era punida com a pena capital.

Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria. . . ” – 1 Samuel 15:23

A feiticeira não deixarás viver.” –  Êxodo 22:18

E se há uma mensagem que é emitida de forma bem clara pelo uso da tatuagem, ela é rebelião (visto que através da História as tatuagens sempre simbolizaram rebelião). Todos os livros e artigos de tatuagens que eu pesquisei – tanto os novos como os antigos – afirmavam abertamente a rebelião deliberada simbolizada pelas tatuagens. Livro após livro, artigo após artigo, o tema era sempre o mesmo: as tatuagens eram actos de rebelião.

As citações que se seguem são todas de livros que aprovam o uso de tatuagens:

Tatuagem-02Uma vez que a arte corporal ainda não é mainstream, ter marcas no teu corpo, colocadas lá propositadamente, mostra ao mundo a tua natureza rebelde e pouco convencional.(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 32)

Nesta cultura, a pessoa tatuada ainda é olhada como uma pessoa rebelde, como alguém que deu um passo para fora dos limites da sociedade normal. (Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)

Sem dúvida alguma, as tatuagens não são socialmente aceites(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 179)

TATUAGEM: MARCA DE DESGRAÇA OU DA REPREENSÃO

Steve Gilbert, no seu popular livro pró-tatuagem, “Tattoo History: A Source Book,” documenta que a palavra “tatuagem” significa “. . . marca de desgraça ou repreensão”.

A palavra latina para ‘tatuagem’ era stigma e o significado original reflectia o que está nos dicionários modernos. Entre as definições de “stigma” listadas pelo  Webster encontram-se “picar com um instrumento pontiagudo”, “marca distinta feita na carne dum escravo ou dum criminal”, “marca da desgraça ou reprovação”.(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 15)

De facto, durante toda a sua história viscosa, a tatuagem foi usada para marcar criminosos, adúlteros, traidores, desertores, depravados e proscritos; a tatuagem era a temida marca da vergonha e do opróbrio.

Também o adultério era punido desta forma [com tatuagem] em algumas partes da Grã-Bretanha, e as personagens ruins [‘bad characters’] eram marcadas com as letras “BC”. . . . Em 1717 a marcação foi abolida e substituída pela tatuagem …. da letra de “D”, de “Desertor”.(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 162)

TATUAGEM: A MARCA DA ABERRAÇÃO DO ESPECTÁCULO

Até cerca de 1900, a tatuagem era tão “fora do comum” dentro das civilizações normais que elas eram principalmente encontradas a assustar as pessoas nos “espectáculos de aberrações” dentro dos circos.

Por volta de 1897, a tatuação havia atingido os Estados Unidos, onde imediatamente se tornou numa atracção periférica circense.  – (Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body percing, p. 17)

A popularidade da tatuação durante a parte final do século 19 e primeira metade do século 20 deve muito aos circos. – (Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 135)

TATUAGEM: A MARCA DA INDECÊNCIA

As tatuagens são algo rebelde e nojentas para a maior parte das pessoas – eles comparam-nas com a pornografia imunda – “suja, indecente e subversiva para a moralidade”.

Numa sociedade que considera a nudez como algo sujo, indecente e subversivo para a moralidade….. não é surpreendente que as decorações corporais estejam colocadas na mesma categoria. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 179)

Até mesmo para os bárbaros e imorais Gregos e Romanos antigos, a tatuagem era considerada algo “bárbaro” e usado principalmente para marcar os escravos e os criminosos. Não deixa de ser interessante que eles tenham promovido a escravatura e outras formas de comportamento depravado, mas sentiam que as tatuagens eram bárbaras. O que é que isso nos diz da actual loucura entre os Cristãos do uso da tatuagem? Será que o próximo passo da depravação Cristã é a escravatura?

Os Gregos e Romanos não enveredavam pelo uso da tatuagem decorativa, que eles associavam com os bárbaros. Os Gregos, no entanto, aprenderam a técnica com os Persas, e usaram-na para marcar os escravos e os criminosos de modo a que eles pudessem ser identificados se por acaso tentassem escapar.
– (Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 15)

TATUAGEM: A MARCA DA DEPRAVAÇÃO

Os criminosos, os viciados em drogas, os pervertidos sexuais e os bandidos sociais são a esmagadora maioria dos tatuados. Estatísticas antigas e recentes claramente revelam que as tatuagens são largamente usadas pelos rebeldes e pelos depravados.

Para além de ser uma forma de auto-destruição, as tatuagens selam o utente para fora da sociedade normal para sempre. Não é de surpreender que o maior número de tatuados no Japão se encontre no submundo, e que nos Estados Unidos as tatuagens sejam mais prevalecentes na cadeia ou entre as bandas de hard rock. – (Danny Sugerman, Appetite for Destruction: the Days of Guns N’ Roses, p. 40)

Era uma antiga tradição Japonesa fazer uma tatuagem aos criminosos condenados. – (Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body percing, p. 15)

Estudo levado a cabo junto dos jovens deliquentes da Costa Ocidental dos Estados Unidos concluiu que os delinquentes tatuavam-se mais do que os não-deliquentes, e a inclinação desenvolve-se numa idade jovem sem levar em conta o futuro. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 113)

Nas instituições criminais Borstal [ed: centro de detenção juvenil] estimou-se que a incidência de tatuagens pode atingir os 75%. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 113)

No que toca às estatísticas, estudos compreensivos levados a cabo na Dinamarca revelaram as esclarecedoras estatísticas que se seguem:

  • 42% dos presos com penas de curta duração tinham tatuagens.
  • 60% dos presos com dificuldades de comportamentos tinham tatuagens.
  • 72% dos jovens homens presos tinham tatuagens.
  • 52% da população prisional tinha tatuagens. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 114)O mesmo estudo levado a cabo na Dinamarca revelou também que menos de 4.8% da população geral tinha uma tatuagem. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 114)

Investigações levadas a cabo pelos oficiais policiais chegaram à conclusão de que:

[A] presença de tatuagens corporais ornamentais podem servir para indicar a existência de desordens de personalidade que são passíveis de se manifestarem como comportamento criminoso.  – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 117)

Portanto, muitas autoridades associam as tatuagens com agressividade, isto é, anti-autoritarismo, e não pode ser contestado que os gangues e os delinquentes, jovens ou não, exibem evidências maciças de agressividade. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 114)

De acordo com variados estudos, a tatuagem personifica e estabelece de tal forma uma “atmosfera rebelde” que um dos passos mais importantes para a reabilitação prisional é a remoção da tatuagem. Ainda de acordo com vários estudos sérios, a tatuagem está tão fortemente associada ao comportamento criminoso e à delinquência que, sem dúvida alguma, a mera decoração com uma tatuagem inerentemente contribui para um padrão de comportamento criminoso.

Isto [a tatuagem] é um dos problemas por trás da reabilitação prisional. É por isso que alguns cirurgiões plásticos ligados ao trabalho prisional estão prontos para passar enormes quantidades de tempo a remover tatuagens, especialmente em zonas [corporais] expostas. –  (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 181)

Adolfo Loos, famoso arquitecto que estudou a ligação entre a tatuagem e o crime, flagrantemente disse o seguinte:

Os homens tatuados que não se encontram presos ou são criminosos latentes ou aristocratas degenerados. Se alguém tem uma tatuagem e morre em liberdade, ele morre alguns anos antes de ter cometido assassinato. – (Adolf Loos, 1962 Ornament und Verbrechen. Samtliche Schriften, edited by F. Gluck. Vienna: Herold, 1962, cited at http://www.into-you.co.uk/contents/misc.htm)

TATUAGEM: A MARCA DA PERVERSÃO

Estudos levados a cabo por profissionais estabeleceram uma ligação entre o homossexualismo, o lesbianismo, e a perversão sexual grosseira.

Tatuagem_CaveiraPara ser justo para aqueles que afirmam que a tatuagem está associada ao homossexualismo, investigadores duma Borstal feminina  na Nova Zelândia revelaram que das 60% [raparigas/mulheres] que se tatuavam, 90% admitiram comportamento lésbico durante o tratamento correctivo. Outras análises indicaram um rácio entre a agressividade e o número de tatuagens, e as raparigas mais tatuadas eram instáveis e inseguras, e tendiam a assumir o papel masculino nos seus encontros sexuais. – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 87)

Entre as condições [associadas à tatuagem] Raspa citou:  impulsividade, baixa auto-estima, falta de auto-controle, orientação [sic] homossexual, sadomasoquismo sexual, “bondage”, fetichismo, bissexualismo, lesbianismo, personalidade antisocial, transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade esquizóide, desordem maníaca e bipolar, e esquizofrenia.  – (Raspa, Robert F. and John Cusack 1990, Psychiatric Implications of Tattoos, American Family Physician. 41: p. 1481 cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 159)

TATUAGEM E TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE

Os estudos indicam também que as tatuagens “auto-infligidas” estão frequentemente associadas com transtornos de personalidade, ambiente familiar problemático e tendência à auto-mutilação.

As evidências indicam que é a mera presença de tatuagens, e não o seu conteúdo artístico, correlacionam-se com certos diagnósticos. Portanto, qualquer tipo de tatuagem pode ser vista como um sinal de aviso que tem que alertar o profissional para atentar para problemas psiquiátricos ocultos. – (Raspa, Robert F. and John Cusack 1990, Psychiatric Implications of Tattoos, American Family Physician. 41: p. 1483)

. . . . .  estudos sugerem que as pessoas com transtornos de personalidade frequentemente têm múltiplas tatuagens pequenas . . .  – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 115)

As pesquisas claramente indicam . . . . . que a presença de tatuagens é frequentemente um indicador dum ambiente familiar carente e perturbado. . . . – (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 117)

E AS TATUAGENS NOS DIAS DE HOJE?

É bem provável que algumas pessoas sejam levadas a pensar algo do tipo:

É verdade que as tatuagens estiveram associadas aos criminosos, à depravação e ao comportamento imoral, mas isso foi no passado. Actualmente as tatuagens são usadas por celebridades, atletas, políticos e homens e mulheres de negócios, para além de estarem a ser adornadas por revistas da alta moda e revistas desportivas. Não há qualquer tipo de dado que remotamente sugira que há uma ligação entre o comportamento criminoso e imoral com as tatuagens.

Não, amigo, hoje em dia as tatuagens fazem parte da alta moda e são fixes.

A sério?

Um estudo bastante compreensivo e uma análise também compreensiva das tatuagens foi recentemente publicada em Abril de 2001. . . O estudo foi levado a cabo pelo Dr. Timothy Roberts, pediatra na “University of Rochester Children’s Hospital”. A análise detalhada foi feita a partir do estudo de 6072 jovens pessoas, com idades compreendidas dos 11 aos 21; este estudo analisou todo o país, vários grupos étnicos e todos os estratos sociais e económicos. Dito de outra forma, foi um estudo bastante meticuloso e modelos de dados fiáveis foram construídos a partir deste estudo. De facto, esta análise levada a cabo às tatuagens é provavelmente a mais compreensiva e a mais conclusiva alguma vez feita.

Segundo este estudo, os jovens tatuados de hoje são:

  • Quase 4 vezes mais susceptíveis de se envolverem em actividade sexual
  • Mais de duas vezes mais prováveis de ter problemas relacionados com o álcool
  • Quase duas vezes mais susceptíveis de usar drogas ilegais
  • Mais de duas vezes mais susceptíveis de expressar comportamento violento
  • Mais de duas vezes mais susceptíveis de abandonar a escola secundária.

Segundo o estudo, escreve o Dr. Roberts,

A tatuagem nos adolescentes estava significativamente associada às relações sexuais, ao uso de substâncias, à violência, e a problemas escolares em análises bivariadas e regressões logísticas ajustadas para factores soció-demográficos e uso de substâncias por parte de amigos. - (Timothy A. Roberts, M.D. and Sheryl A. Ryan, M.D., Tattooing and High-Risk Behavior in Adolescents, Division of Adolescent Medicine, Strong Children’s Research Center, University of Rochester School of Medicine, Rochester, NY)

O Dr. Roberts “conclui” no estudo que as tatuagens “têm fortes associações com comportamentos de alto-risco junto dos adolescentes”.

Conclusão: Tatuagens permanentes têm fortes associações com comportamentos de alto-risco junto dos adolescentes. A presença de tatuagens durante a examinação dum adolescente deve levar a uma avaliação profunda em busca de comportamentos de alto-risco. – (Timothy A. Roberts, M.D. and Sheryl A. Ryan, M.D., Tattooing and High-Risk Behavior in Adolescents, Division of Adolescent Medicine, Strong Children’s Research Center, University of Rochester School of Medicine, Rochester, NY)

Convém ressalvar que o Dr. Roberts tem uma tatuagem; antes do estudo, o Dr. Roberts admitiu que era opinião sua de que as pessoas tatuadas eram injustamente  estereotipadas. Um dos propósitos do seu estudo era o de provar isso mesmo. Depois dos resultados sobrepujantes, o Dr. Roberts admitiu:

Fiquei mais do que surpreendido com os resultados.

Depois da avaliação, o Dr. Roberts disse, “A tatuagem é um sinal que deve levar os médicos, os pais, os professores a perguntar mais sobre o comportamento dos adolescentes.”

MAS NÃO ERA [O SENHOR] JESUS UM REBELDE?

Frequentemente oiço a linha de argumento “rebelde” por parte dos Cristãos:

Ouve lá, jovem, eu sou um rebelde tal como Jesus. Pois é, pá, Ele era Um Rebelde. Ele foi o Verdadeiro Rebelde. Ele revoltou-Se contra o sistema, pá. Pois é, pá, Ele foi o Rebelde por excelência. E é por isso que eu uso tatuagens, pá. Estou a revoltar-me contra o sistema.

O fortemente tatuado Sonny, da banda punk-rap-metal P.O.D. “Rastafarianismo-Christianity-E-Sabe-Se-Lá-Mais-O-Quê”, alega que o Senhor Jesus foi o Primeiro Rebelde – e o “Primeiro Roqueiro Punk”.

Acreditamos que Jesus foi o [P]rimeiro [R]ebelde. Ele foi o [P]rimeiro roqueiro-punk a voltar-Se contra tudo o resto. – Sonny, P.O.D

Vamos esclarecer uma coisa: O Senhor Jesus Cristo não foi um Rebelde. A Bíblia é bastante clara ao afirmar que Ele foi Obediente até à morte – até à morte na cruz:

“e, achado na forma de Homem, humilhou-Se a Si mesmo, tornando-Se obediente até a morte, e morte de cruz.” – Filipenses 2:8

Até mesmo no Jardim do Getsémani, sabendo que todos os pecados perversos e abomináveis alguma vez cometidos na história seriam colocados sobre Ele (2 Cor 5:17), sabendo que Ele iria beber o cálice da ira de Deus, estando Ele em grande agonia e o Seu Suor sem pecado caía tal como se fossem grandes gotas de sangue – mesmo aí, graças a Deus, graças a Deus – Ele não Se revoltou. Ele orou “…. não se faça a minha vontade, mas a Tua”. 

42. dizendo: Pai, se queres afasta de Mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a Tua.
43. Então Lhe apareceu um anjo do céu, que o confortava.
44. E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que caíam sobre o chão.
– Lucas 22:42-44

Sim, o Senhor Jesus era “contra” o mundo e contra o sistema, mas isso foi assim porque o mundo estava em rebelião – e não o Senhor Jesus. Graças a Deus, Ele foi Obediente à Vontade de Deus. O mundo, a carne e o diabo revoltaram-se e encontram-se em rebelião contra a Palavra de Deus – tal como qualquer pessoa que se desgrace a si mesma com uma tatuagem proibida por Deus.

Não estás feliz, caro amigo, com o facto do Senhor Jesus não ter sido um “Rebelde”, que Ele foi Obediente à Vontade do Pai, e que Sonny dos P.O.D. está tão errado? Se o Senhor Jesus Se tivesse revoltado – por um segundo, com um pensamento e com um só pecado – não haveria esperança para a humanidade. Não estás contente com o facto do Senhor Jesus ter morrido por ti no Calvário?

Já aceitaste o Senhor Jesus como teu Salvador?

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Será que as bactérias evoluem resistência aos antibióticos?

BacteriaÉ frequente as aulas de Biologia fazerem a alegação de que “a evolução já foi observada” em certo micróbios-germes uma vez que, com o passar do tempo, eles passam a resistir a certos antibióticos. Por exemplo, actualment a penicilina é globalmente menos eficaz do que o era no passado. Como consequência disso, foi necessário desenvolver drogas mais fortes e mais potentes, cada uma delas com benefícios iniciais, mas que, com o passar do tempo, são substituídas por drogas ainda mais potentes. Hoje em dia, os “super-germes” desafiam o tratamento.

Pode-se perguntar: será que estes germes unicelulares “evoluiram”? E será que isto prova que organismos unicelulares evoluíram para plantas e pessoas?

Como é normal, temos que distinguir a variação, a adaptação e a recombinação de traços já existentes (a erradamente chamada de micro-“evolução”), do aparecimento de novos genes, novas partes corporais e novos traços (isto é, macro-evolução, que é a evolução que todos temos em mente). Uma vez que cada  espécie de germes continuou a ser da mesma espécie e nada de novo foi produzido, então a resposta é “não!”, os germes não evoluíram e a resistência aos antibióticos não confirma a tese de que organismos unicelulares evoluíram para plantas e pessoas.

Eis aqui a forma como as coisas funcionam: numa dada população de bactérias, muitos genes encontram-se presentes e eles expressam-se duma variedade de formas e maneiras. Num ambiente natural, os genes (e os traços) misturam-se livremente mas quando as bactérias deparam-se com antibióticos, a maior parte delas morre. Algumas, no entanto, e através de alguma recombinação genética fortuita, têm resistência ao antibiótico.

Aquelas bactérias com esta resistência ao antibiótico passam a ser, consequentemente, as únicas que sobrevivem e as únicas que se reproduzem, fazendo com que todos os seus descendentes tenham dentro de si a mesma resistência antibiótica.. Com o passar do tempo, virtuamente todas as bactérias passam a ter a mesma resistência, o que faz com que a população deixe de produzir bactérias sensíveis ao antibiótico (isto é, aquelas que ainda podem ser atacadas pelo antibiótico).

Nenhuma informação genética nova foi criada.

Evidentemente, quando a bactéria se encontra sob stress, alguns micróbios entram em modo de mutação, produzindo rapidamente uma variedade de estirpes, aumentando desde logo as probabilidades de alguma dessas estirpes sobreviver ao stress. Isto gerou algumas áreas de especulação para os criacionistas, mas isto ainda mitiga contra a teoria da evolução. Existe um tremendo alcance de potencial genético já presente na célula, mas a bactéria Escherichia coli antes do stress e da mutação continua a ser uma bactéia Escherichia coli depois da mutação; uma variação menor ocorreu, mas não houve qualquer tipo de evolução.

Para além disso, já ficou provado que a resistência a muitos dos antibióticos modernos já se encontrava presente nas bactérias antes da sua descoberta. No ano de 1845, marinheiros duma infeliz expedição ao Ártico foram enterrados no pergelissolo [inglês: "permafrost"] e permaneceram profundamente congelados até que os seus corpos foram exumados em 1986. A preservação foi tão completa que seis estirpes de bactérias do século 19 encontradas adormecidas dentro do conteúdo dos intestinos dos marinheiros foram ressuscitadas.

Quando estas bactérias do século 19 foram testadas, apurou-se que elas já tinham resistência a muitos antibióticos modernos, incluindo a penincilina (embora alguns destes mesmos antibióticos só tenham sido criados/descobertos bem depois do século 19). Isto demonstra que essa resistência já se encontrava na população das bactérias, e tudo o que essa resistência precisava para ser geneticamente expressa era algum tipo de stress exterior (por exemplo, exposição a um tipo de antibiótico).

Uma vez que a resistência já se encontrava na população de bactérias antes dela ser exposta aos antibióticos, isto demonstra também que a resistência não foi “evolução em acção” mas sim uma recombinção de informação genética que já existia ANTES da bactéria se deparar com esse antibiótico. Estes traços obviamente já estavam presentes antes da descoberta dos antibióticos, e desde logo, a evolução nunca pode ser creditada por um fenómeno que tem uma explicação não-evolutiva (Medical Tribune, December 29, 1988, p. 1, 23).

Resumindo, as mutações, as adaptações, a variação, a diversificação, as mudanças populacionais e as transferências genéticas laterais ocorrem, mas nenhum destes fenómenos científicos é contra o criacionismo e nenhum deles serve de evidência para a tese de que répteis evoluíram para pássaros e que animais terrestres evoluíram para baleias. Qualquer evolucionista que use a resistência aos antibióticos como evidência em favor da teoria da evolução está a mentir, ou é um desconhecedor dos factos (ou ambas).

Modificado a partir do original – http://bit.ly/1nuUkuX

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A cegueira universal dos evolucionistas

Há alguns meses atrás tivemos o azar de atrair para o nosso blogue uma figura que claramente não deixou saudades O evolucionista, Jónatas de nome, usou e abusou das tradicionais mentiras que actualmente ocupam a maior parte dos livros que deveriam ser de Biologia e não de naturalismo.

Não contente em ter sido publicamente desmascarado pelos comentadores do blogue, o evolucionista Jónatas lançou um “desafio” num blogue onde ele aparentemente é membro activo na posição de editor. Nas linhas que se seguem iremos analisar mais alguns dos erros que ele insiste em propagar pela internet. Ele começa:

Criacionismo ou Teoria da Terra Jovem é a crença religiosa de que o Universo, a Terra e toda a vida terrestre foram criados por atos diretos do Deus Abraâmico durante um período relativamente curto de tempo, em algum momento entre 5.700 e 10.000 anos atrás. [wikipedia].

Antes de mais nada, a noção de “Deus Abraâmico” é uma que os Cristãos nunca deveriam usar visto que a mesma associa o islamismo com o Cristianismo, quando a fé Cristã é totalmente distinta das demais orientações religiosas, incluindo o islão. Na minha opinião ou se usa o termo “Deus da Bíblia” ou apenas e só “o Criador”.

Muitos anti-Cristãos tentam invalidar o Cristianismo usando os erros islâmicos como evidência, e como tal, é de suprema importância nunca deixar que YHWH seja associado com Alá dos maometanos.

Devo lembrar que. embora essa forma de visão criacionista seja a mais comum, ela não é a única – há outras como o criacionismo de terra-antiga, que aceita os bilhões de anos adotando apenas o Deus Abraâmico como autor de todos os processos naturais. Os criacionistas de terra-antiga geralmente são atacados pelos de terra  -jovem acusados de distorcer a literalidade bíblica (gênesis).

Esta é outra tentativa de fazer passar a ideia de que a visão criacionista Bíblica é apenas mais uma entra a variedade das visões criacionistas. Mesmo que isso seja verdade, é irrelevante. Se ele está a falar sobre as coisas que os Criacionistas Bíblicos defendem, ele tem que ser moralmente honesto e focar-se exclusivamente nisso.

Mas se ele vai usar essa forma de pensar, nós também podemos fazer o mesmo em relação à sua fé evolucionista. Se ele quer dividir a noção cientifica de criação em vários entendimentos religiosos, então ele tem que fazer o mesmo em relação à teoria da evolução.

Não só a teoria da evolução é uma religião, tal com o eminente filósofo evolucionista Michael Ruse afirma, mas a mesma pode ser subdividida em várias “seitas”: existem os ateus evolucionistas, os evolucionistas teístas, os evolucionistas da Nova Era, os evolucionistas astrólogos (quase todos os astrólogos da Nova Era acreditam numa variação da teoria da evolução), evolucionistas que consultam os cristais, evolucionistas Raelianos, evolucionistas Marxistas, evolucionistas Nazis, etc, etc. Qual destas várias (e muitas vezes discordantes) versões evolutivas o Jónatas defende? Não sabemos, mas de certeza que ele nos dirá num futuro próximo.

O Criacionismo, no geral, é uma pseudociência baseada em crença religiosa e fundamentalismo bíblico

O evolucionista Jónatas afirma que o criacionismo é uma “pseudo-ciência” baseada em “fundamentalismo Bíblico”, mas ele revela falta de conhecimento do que é a ciência e do que é o fundamentalismo Cristão. Antes de mais, se o criacionismo é uma “pseudo-ciência”, então muito mais o é a teoria da evolução visto que a primeira está de acordo com os dados e a segunda é refutada pelos dados.

Segundo: o critério de “ciência” de Jónatas é um semelhante a “aquilo que a maioria dos cientistas defende” e não “aquilo que está de acordo com os dados e com as evidências”. Logo, chamar de “pseudo-ciência” ao criacionismo só é possível se se tiver uma definição de ciência que não está de acordo com a definição histórica de ciência (busca pela verdade e pelo conhecimento)

Terceiro: o Jónatas deveria estudar mais sobre o que é o “fundamentalismo Cristão” para ele e ver que o mesmo nada mais é que a ortodoxia Cristã.  O termo “Cristão Fundamentalista” surgiu por volta do início do século 20, finais do século 19,  quando um grupo de Cristãos escreveu uma série de documentos em defesa das crenças centrais  da fé Cristã, numa altura que a mesma estava a ser atacada pela escola liberal maioritariamente Alemã. Portanto, um “Cristão fundamentalista” ou “fundamentalismo Cristão” são expressões redundantes visto que todo o Cristão acredita nos fundamentos da fé Crista e todo o Cristão é, por definição, “fundamentalista”.

junto com suas formas principais, o Design Inteligente e a Geologia do dilúvio, ela contradiz o consenso científico em geologia, física, química, genética molecular, biologia evolutiva, arqueologia e paleontologia.

A teoria científica do Design inteligente (TCDI) é distinta do Criacionismo visto que a primeira é uma dedução extraída do padrão dos dados, independentemente de quem seja (ou Quem seja) a fonte (ou Fonte) do design, enquanto que o Criacionismo Bíblico interpreta os dados à luz do Livro de Génesis. É uma forma errada de pensamento associar a TCDI com o criacionismo Bíblico só porque ambas defendem que a vida claramente é o efeito de design. Mas se o Jónatas acha que sim, então nós iremos considerar o evolucionismo e o ateísmo como a mesma coisa visto que ambas as ideologias defendem que a vida não é o efeito de design inteligente.

Segundo: quando Jónatas diz que o Criacionismo Bíblico “contradiz o consenso científico em geologia, física, química, genética molecular, biologia evolutiva, arqueologia e paleontologia” isto é verdade, mas irrelevante. O “consenso científico” só tem peso se se puder provar que o consenso científico está sempre correcto. Mas nós sabemos que isso é falso, e que não só muitos “consensos científicos” foram mais tarde revelados como falsos, como sabemos que há muito jogo de poder dentro do mundo científico e que nem tudo o que é qualificado de “ciência” o é de facto.

Assim, mantém-se à margem da comunidade científica.

O que é cientificamente irrelevante porque a verdade não é definida pela “comunidade científica” mas pelas evidências (aquelas que os evolucionistas tardam em mostrar ao mundo). O facto do evolucionista Jónatas focar-se na “comunidade científica” não nas evidências é sinal claro de que ele sabe que as segundas não defendem a sua fé evolucionista.

Não publicam em revistas científicas e nem participam de seminários ou congressos abertos à comunidade científica.

Esta é uma declaração de alguém que 1) ou é um mentiroso 2) ou vive numa ilha deserta. Não acho que ele viva numa ilha deserta, portanto ele só pode estar a mentir (conscientemente ou inconscientemente).  Será que o evolucionista Jónatas não sabe o que acontece aos cientistas que publicam textos que refutam a teoria da evolução?

Flagelo_PortuguesPara além disso, se o evolucionista Jónatas erradamente considera a TCDI como “criacionismo”, então os “criacionistas” já publicaram em várias revistas científicas revisadas por pares. Claro que o Jónatas irá agora cometer a falácia do “verdadeiro escocês” e dizer que essas publicações não eram genuinamente “científicas” precisamente por apoiarem a TCDI. Ou seja, para os evolucionistas, o criacionismo não é “ciência de verdade” porque os cientistas que a defendem “Não publicam em revistas científicas e nem participam de seminários ou congressos abertos à comunidade científica”, mas ao mesmo tempo, os evolucionistas defendem que os cientistas criacionistas não devem receber permissão para publicar nessas revistas precisamente por serem criacionistas, e o criacionismo não ser ciência.

Cientistas verdadeiros, por outro lado, expõem suas ideias à crítica de seus pares: submetem seus artigos a publicações científicas e apresentam seus resultados em seminários, conferências e congressos.

Tal como fazem os cientistas que promovem a TCDI e os cientistas que promovem o criacionismo. O que se passa é que os evolucionistas como o Jónatas CENSURAM essas publicações, o que faz com que esses cientistas se vejam obrigados a criar as suas próprias revistas científicas e publicar os seus artigos.

Mas, repito, a publicação em revistas científicas não é sinal de veracidade científica; vários artigos e estudos foram publicados nas revistas científicas só para serem reveladas como falsas posteriormente.

O criacionismo não se baseia em conhecimento científico, mas em fundamentalismo e especialmente em obter fiéis, e usa da religiosidade para afastar as pessoas da Ciência legítima, e esse é o grande mal da atualidade.

Qualquer pessoa pode dizer isto sobre qualquer assunto, mas o mais complicado é oferecer algum tipo de evidência. Para além disso, já ficou comprovado que os criacionistas, e não os evolucionistas, fundamentam as suas posições em dados científicos.

Longe de querer “afastar as pessoas da ciência legítima”, os cientistas criacionistas escrevem artigos onde apelam às pessoas que analisem os dados sob outro prisma,de modo a poderem ver como o evolucionismo é uma farsa. Quem normalmente tenta injectar discurso religioso no meio dos debates são os evolucionistas visto que, desta forma, eles  podem tentar criar a falsa impressão de que dum lado está a ciência e do outro a “religião” (mas nos sabemos melhor que isso).

Querendo expandir sua pseudociência e afastar o público geral do conhecimento científico verdadeiro, os criacionistas não economizam esforços em fazer ataques medíocres a inúmeras visões científicas que já são consenso em outras áreas, que não apenas a Evolução das Espécies, Geologia e Paleontologia.

Lá está a palavra “consenso” outra vez. Parece que o Jónatas é um ávido defensor da tese de que a ciência já sabe tudo o que há para saber, e como tal, atacar o “consenso” é “expandir sua pseudo-ciência e afastar o público geral do conhecimento científico verdadeiro”. Pessoas como o evolucionista Jónatas são aquele tipo de pessoas que mais facilmente são enganadas pelo “consenso” visto que não se dão ao trabalho de analisar as evidências (sempre que for possível), mas aceitam de bom grado o que o “consenso” lhes diz. Ou seja, o evolucionista Jónatas age precisamente da forma que ele diz ser contra.

Eles vieram a formar um conjunto de argumentos para duvidar dos principais conhecimentos que temos sobre o Universo, sua origem, evolução e idade – Vejamos alguns deles, e porque não procedem:

Na verdade, os argumentos (levantados por físicos e outros cientistas) não visam colocar em causa o “conhecimento”, mas sim as alegações que os evolucionistas fazem em favor da sua tese.

1 – Winding-up Dilemma – As estrelas da nossa galáxia, a Via Láctea, giram em torno do centro galáctica a velocidades diferentes – as do interior rodando mais rapidamente que as do exterior. As velocidades de rotação observadas são tão rápidas que se a nossa galáxia tivesse mais do que algumas centenas de milhões de anos, ela seria um disco de estrelas sem forma em vez da forma em espiral actual. 

Quanta falta de noção em apenas um parágrafo de uma matéria de falsa-ciência. Estrelas em uma galáxia realmente movem-se à mesma velocidade, as perto do centro e as próximas da borda têm a mesma velocidade.

O texto está a falar especificamente da Via Láctea, e não “em uma galáxia” qualquer. E parece que quem não fez o seu trabalho de casa foi o evolucionista Jónatas.

* “It has been suggested that the Milky Way contains two different spiral patterns: an inner one, formed by the Sagittarius arm, that rotates fast and an outer one, formed by the Carina and Perseus arms, whose rotation velocity is slower and whose arms are tightly wound.” (Mel’Nik, A.; Rautiainen, A. (2005). “Kinematics of the outer pseudorings and the spiral structure of the Galaxy”. Astronomy Letters 35 (9): 609–624.)

Portanto, as diferentes velocidades das estrelas na Via Láctea são factos cientificamente firmados e válidos. Não se entende como é possível alguém ser editor dum blogue sobre astronomia e não saber isso.

E depois disto o Jónatas escreve/cola um pedaço de texto que não está ligado com o tópico em discussão:

10 perguntas a fazer ao teu professor de Biologia sobre designIsso não é um dilema: as galáxias permanecem com aspectos espirais porque os braços, em que essa argumentação se baseia, estão constantemente entrando e saindo com o desenvolvimento das estrelas. Os braços espirais são mais visíveis do que o resto da galáxia, pois eles contêm ricas regiões de formação estelar. A distribuição atual da matéria em uma galáxia é muito mais uniforme do que os braços parecem indicar – vemos os braços, pois eles contêm estrelas jovens super-maciças. A forma clássica de espiral está mais para aparência do que para a física do corpo galáctico, que de fato está mais para disco. Estas estrelas azuis e luminosas têm uma vida útil média de 10 milhões de anos ou mais. Braços espirais tendem a desaparecer conforme estas estrelas massivas morrem e as novas regiões de formação estelar surgem por sua vez, por causa do momento angular (não diferentes velocidades das estrelas) e o processo envolver em torno de uma galáxia – eles mudam, mas nunca acabam. Umas regiões apagam, outras ascendem, como luzes de natal.

?? De que forma é que esta perda de tempo “refuta” o que a sua citação diz? As estrelas navegam a velocidades distintas dentro da Via Láctea ou não?

2 – Poucos restos de Supernova:
De acordo com as observações astronómicas, as galáxias como a nossa são palco de uma supernova (estrela violentamente explosiva) de 25 em 25 anos. O gás e a poeira
resultantes de tais explosões (como a “Crab Nebula”) expandem-se rapidamente para o exterior e deveriam-se manter visíveis por milhões de anos.

No entanto as partes da nossa galáxia onde nós podemos observar tais gases e poeiras acomodam apenas 200 resquícios de supernovas. Este número é consistente com apenas 7,000 anos de supernovas.

Outro Argumento trazido por um conhecimento precário sobre Astronomia, visto que os resquícios que observamos não são todas as supernovas que já ocorreram

Ninguém disse que são todas as supernovas que já ocorreram, mas sim aquelas cujas evidências revelam terem existido. Se o Jónatas acha que as partes da nossa galáxia que nós podemos observar foram alvo de mais supernovas do que aquelas que foram documentadas, então ele é que tem que dar algum tipo de evidência. Os cientistas criacionistas limitam-se a aceitar os dados observados e a afirmar que eles são consistentes com um galáxia jovem.

*e o exemplo utilizado, a nebulosa do Caranguejo, é uma nebulosa remanescente extremamente recente, é óbvio que não se dissipou ainda*

A “Crab  Nebula” é usada como exemplo da dissipação que ocorre numa explosão; ninguém duvida que seja recente.

Nuvens como o Complexo de Carina, que são massivos berçários de estrelas, ou nuvens como a que formou o Sistema Solar, também contém restos de Supernovas insondáveis ocorridas no passado e expandidas completamente. 

….. é só uma questão de se encontrarem as evidências que confirmem essas posições de fé.

Em relação à alegação aos “bercários de estrelas”, um blogue evolucionista admite:

“This is not the case for star formation. Stars form inside nebulae, enshrouded in dust and gas. Thus, the process is somewhat hidden from us. The process also takes a much longer time than the death of a star.”

Ou seja, nunca foi visto, e assumindo que ocorre, o nascimento de estrelas (que nunca foi visto), é um processo “escondido” ao nosso olhar. Quão conveniente.

O que o evolucionista Jónatas esta a dizer que um local de observação complicada, é berçário de algo que nunca foi visto a acontecer, e contém restos “insondáveis” de supernovas, ocorridas “no passado” (quando ninguém estava cá para observar). Sem dúvida que isto é sinal de fiabilidade científica.

os átomos pesados de nossa constituição, como o Ferro, vieram de supernovas.

se a evolução galáctica, assente no big bang, estiver certa, isto é. Uma vez que a teoria do big bang está repleta de problemas científicos, e tem inúmeras evidências contra ela (o que explica o porquê do “consenso” fazer todos os possíveis para censurar os cientistas que escrevem artigos contra esse mesmo big bang), todas as teorias que assentam sobre um evento que nunca aconteceu devem ser olhados com forte suspeição.

3. Os cometas desintegram-se rapidamente.
De acordo com a mitologia evolutiva, os cometas deveriam ter a mesma idade do sistema solar – cerca de 5 mil milhões de anos. No entanto, cada vez que um cometa navega perto do Sol, ele perde tanto da sua composição que não poderia sobreviver mais do que 100,000 anos. Muitos comentas possuem idades na ordem dos 10,000 anos.

Devo lembrar que o darwinismo.wordpress, precário em qualidade de escrita e conteúdo, acha que evolucionismo fala de cometas…, coloca tudo no mesmo pacote, um ato sumariamente infantil e sem noção das áreas científicas. Chega a ser cômico.

O texto que o evolucionista Jónatas tenta, sem sucesso, refutar, fala de vários dados científicos que não estão de acordo com os milhões de anos e com a evolução cósmica. Logo, como os milhões de anos são fundamentais para a teoria da evolução, se as pessoas se aperceberem que o universo não tem os mitológicos milhões de anos, mais facilmente  elas verão que a evolução nunca aconteceu.

O autor se prende a um erro grosseiro de achar que todos os cometas portar-se-ão da mesma forma, sem sequer se dar ao trabalho de pensar que cometas podem ter composições, tamanhos e órbitas diferentes. um cometa pode ter o tamanho de Júpiter, se passar perto demais do Sol será desintegrado em sua primeira passagem pelo Sistema Solar Interior; assim como pode ter o tamanho diminuto do Halley, se o seu periélio passar a uma distância segura do Sol ele poderá perdurar por milhares de
milhões de anos. 

Ou seja, os cometas que nunca foram observados, por acaso portam-se duma forma que PODE ajudar a salvar os mitológicos “milhões de anos”. Não é curioso que só o que não se pode observar é que parece confirmar a teoria da evolução cósmica e os seus “milhões de anos”?

O que o autor do artigo original quis dizer é que, *de acordo com o que se pode observar*, “cada vez que um cometa navega perto do Sol, ele perde tanto da sua composição que não poderia sobreviver mais do que 100,000 anos.” Isto é o que se pode observar empiricamente.

O evolucionista Jónatas, em jeito de resposta, diz que PODEM (se calhar) existir cometas do “tamanho de Júpiter” que “se passar perto demais do Sol será desintegrado em sua primeira passagem pelo Sistema Solar Interior; assim como pode ter o tamanho diminuto do Halley, se o seu periélio passar a uma distância segura do Sol ele poderá perdurar por milhares de milhões de anos”.

Muito bem.

Agora é só uma questão do Jónatas, ou algum “cientista” do “consenso”,  disponibilizar algum tipo de observação que refute o que se pode observar, isto é, que “cada vez que um cometa navega perto do Sol, ele perde tanto da sua composição que não poderia sobreviver mais do que 100,000 anos.”

Os Cometas tem duas origens principais: O Cinturão de Kuíper – de onde vêm os de curto-período

Nunca foi observada a formação de cometa algum.

Universo_EvidenciasOs cometas – massas de gelo que orbitam à volta do sol numa trajectória elíptica – são uma das muitas evidências de que sistema solar é muito mais novo que os milhões de anos que os evolucionistas pensam que o sistema solar tem. Todas as vezes que um cometa passa perto do sol, ele perde tanto da sua massa em evaporação, e é precisamente esta perda de material que forma a cauda característica dos cometas. Um cometa só pode sobreviver algumas órbitas antes de ficar sem material por inteiro. Se o sistema solar realmente tivesse os milhares de milhões de anos que os evolucionistas dizem que tem, já não deveriam existir cometas.

Os astrónomos evolucionistas, que assumem um sistema solar com milhões de anos, têm, portanto, que avançar com a hipótese duma “fonte” que fornecerá novos cometas no lugar dos que vão sendo destruídos. O Cinturão de Kuiper é uma dessas fontes propostas para os cometas de curta duração (aqueles que duram menos de 200 anos a orbitar o sol), e esse Cinturão é um hipotético disco achatado de planetesimais supostamente resultantes da formação do sistema solar.

Para além disso, a observação de objectos para além de Neptuno não confirmam a existência da Cintura de Kuiper; essa observação só confirma a existência de objectos para além de Neptuno. O que os evolucionistas têm que demonstrar é que as estruturas que se encontram por essa zona são a base para a formação de cometas (algo que, repito, nunca foi observado).

e os da Nuvem de Oort (região cuja existência já é praticamente certa, mesmo que não observada), os chamados de longo-período.

Note-se que o evolucionista Jónatas diz que a sua “existência já é practicamente certa”, mas ele não diz que a formação de cometas foi certamente observada nessa área. Repito o ponto anterior: a existência de áreas que alguns evolucionistas dizem que PODEM formar cometas, não quer dizer que essas áreas realmente FORMAM cometas.

Existem, no entanto, vários problemas com a Nuvem de Oort, o maior de todos sendo o facto de não existir qualquer evidência de que ela existe! (Sagan, C. and Druyan, A., Comets, Random House, New York, p. 201, 1985.) No entanto, um estudo recente revelou um novo problema. (Stern, S.A. and Weissman, P.R., Rapid collisional evolution of comets during the formation of the Oort cloud, Nature 409)).

As teorias evolutivas em torno da origem do sistema solar declaram que os núcleos dos cometas vieram dum material remanescente que “sobrou” do período da formação  planetária. Segundo esta teoria, este material gelado foi enviado para fora da Nuvem de Oort nos confins do sistema solar através da gravidade dos planetas recém formados. Todos os estudos prévios ignoraram as colisões entre os núcleos dos cometas durante este processo.

Este novo estudo levou em conta estas colisões e apurou que a maior parte dos cometas seria destruída pelas colisões. Logo, em vez de terem um material combinado de talvez 40 Terras, a Nuvem de Oort teria na melhor das hipóteses a massa duma única Terra. É altamente suspeito que esta massa fosse suficiente para os cometas que actualmente observamos.

Os pesquisadores postularam “válvulas de escape” (Stern, Ref. 2, p. 591) que poderiam suprir até 3.5 da massa da Terra, mas isto ainda é “baixo, quando comparado com as recentes estimativas da massa da Nuvem de Oort”. Eles prosseguem “especulando que uma região-fonte distante para os cometas da Nuvem de Oort” podem resolver alguns dos outros problemas. (Stern, Ref. 2, p. 591)

Naturalmente que se o sistema solar é muito mais jovem do que a maioria dos astrónomos pensa, não há qualquer necessidade para a existência a Nuvem de Oort. uma vez que ela não pode ser detectada, a Nuvem de Oort não é um conceito científico. Isto não é má ciência, mas algo não científico mascarado de ciência.

A existência de cometas é uma boa evidência de que o sistema solar tem apenas alguns milhares de anos, tal como o modelo da criação-recente sugere.

4. O campo magnético da Terra está a decair depressa demais.
A resistência eléctrica do núcleo da Terra gasta a corrente eléctrica que produz a campo magnético do nosso planeta. Isto causa a que o campo perca energia
rapidamente.

A energia total retida no campo magnético da Terra está a decrescer com uma meia-vida de 1,465 (± 165) anos. As teorias evolutivas que tentam explicar este rápido decréscimo – bem como a Terra pôde manter o seu campo magnético durante milhares de milhões de anos são muito complexas e inadequadas.

(…) O Campo magnético da Terra se inverte num período em média a cada 300.000 anos, e em relação aos registros que temos a última reversão parece bem atrasada, e isso é mais que suficiente para imagina-la eminente, ou que não acontecerá, e em ambos os cenários já explica o porquê do decaimento.

Como sempre, as datas evolucionistas estão bem para lá daquilo que se pode testar, observar e consultar. Qual é a evidência de que o magnetismo da Terra “se inverte em média a cada 300,000 anos?

Essa série de Argumentos contra a idade reconhecida pela ciência sobre a Vida, a Terra e o Universo, com argumentos tão ou mais fracos em outras áreas, como biologia, genética e geologia, está apenas sendo seguida religiosamente por pseudos de canais como o darwinismo.wordpress, pois sua principal origem é um Físico chamado Russell Humphreys criacionista com PhD, que mesmo com essa formação, comete erros grosseiros e praticamente não dispõe de nenhuma respeitabilidade acadêmica, tendo refutadores até mesmo no campo criacionista.

Então é o trabalho do evolucionista Jónatas refutar o que esse eminente físico postula, porque fazer alegações qualquer um faz. E o evolucionista sempre pode tentar entrar em contacto om o físico com as suas “refutações”, e ganhar o respeito da “comunidade científica”.

Sobre o principal fator determinante ao Universo ter bilhões de anos, que a luz dos objetos distantes no Universo que leva bilhões de anos para chegar aqui, Russell recorre à invenção de um modelo relativista alternativo que diz que o fluxo do tempo nas partes mais antigas e distantes do cosmos se passará diferente de nossa percepção – bilhões de anos no Universo antigo como equivalentes a poucos dias em nossa percepção atual.

A hipótese de Russell está ausente de evidências lógicas, muito menos físicas. Diferente do que devem ter sonhado os criacionistas que seguiram sua concepção, Russell não tem nenhuma “Magic Bullet”, nem tampouco alguma respeitabilidade entre outros Físicos. Seu modelo não consegue sequer explicar estrelas locais, a alguns milhares de anos-luz de distância em nossa própria galáxia. 

Mais uma vez, o Jónatas apela à “respeitabilidade” do consenso como evidência contra o Dr Russell. Para se ver como este físico usa a ciência de ponta para mostrar como evolucionistas como o Jónatas estão errados, basta ver o filme “Starlight and Time” no youtube.

Uma coisa totalmente “surpreendente” é que este físico, que, segundo Jónatas, “comete erros grosseiros”, é que ele foi capaz de fazer previsões científicas acertadas sobre o magnetismo de outros planetas ANTES deles terem sido estudados da forma relevante. Fica a pergunta: como é que o seu modelo criacionista tem “erros grosseiros” mas consegue fazer previsões científicas válidas sobre a estrutura de outros planetas?

Mas nada disso muda algo para os Criacionistas, pois eles se baseiam em profundo fundamentalismo religioso antes de qualquer realidade

Para o Jónatas, “profundo fundamentalismo religioso” Cristão está em oposição à realidade, pese embora a visão Cristã do mundo ser a única que explica coerentemente a nossa realidade.

e sempre estarão a dar crédito a Pseudos que falem o que eles querem ouvir, em lugar do que eles precisam ouvir.

Isto parece ser algo que o evolucionista Jónatas faz visto que ele é quem coloca ênfase anti-científico ao “consenso”; e deixa de lado as evidências (que são o mais importante na ciência).

É por isso que a Ciência só conseguiu progredir e descobrir o Universo quando se separou definitivamente do pensamento religioso.

Infelizmente para o Jónatas, ele não só está errado em torno do passado que não se pode observar, como está errado em relação que os seres humanos documentaram empiricamente. John D. Barrow, escrevendo no The World Within the World, comenta:

Já foi mesmo sugerido que essa visão teve um papel determinante no desenvolvimento bem sucedido da ciência nas culturas Ocidentais, e isso aconteceu porque essas culturas foram influenciadas pela tradição Judaico-Cristã, que promulgou a fé na racionalidade e na ordem da Natureza, durante um período da história em que as ideias humanas estavam intimamente ligadas a todo o tipo de noções mágicas e ocultas.

1. O “conflito” entre a “ciência” e o Cristianismo – http://bit.ly/1mMc4zE

2. O cristianismo opõe-se à ciência? – http://bit.ly/RXfMfN

3. A Aliança Histórica Entre a Ciência e o Cristianismo – http://bit.ly/1ruvOrP

4. Cristianismo e a Ciência – http://bit.ly/1fh88ap

5. Cristianismo e Ciência (John D. Barrow) – http://bit.ly/1nRxVpb

Conclusão:

Como seria de esperar, a “refutação” do evolucionista Jónatas está repleta de falsas alegações, mentiras anti-científicas, alegações sem evidências e falta de conhecimento básico da história da ciência. Mas isto é normal porque ele é apenas um evolucionista, e os evolucionistas só têm 8,2% do seu cérebro em funcionamento.

Adorando_Darwin

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