Fé no Naturalismo vs Fé em Deus

Fernando Silva,
Eu gostaria de fazer pequenos comentários ao que disseste:

1. Não é Bíblia x ciência, é Bíblia x todas as outras tentativas de explicar o surgimento do universo. Cada cultura tem a sua.
cima:

Mesmo a cultura ateísta? Ou será que a cultura ateísta não tem o seu mito da criação? O que faz o mito da criação ateísta superior ao relato Bíblico?

2. Os caras não entendem que, se uma afirmação apela para o sobrenatural, deixa de ser ciência.cima:

Isso seria verdade se o naturalismo fosse ciência, mas como não se pode falsificar/testar o naturalismo, então podem-se explicar fenómenos passados (e presentes) apelando a causas que vão para além do naturalismo, desde que as evidências confirmem.

Lembra-te disto: O naturalismo não é ciência.

A ciência ignora o que não pode ser testado pelo método científico.

A sério? Como é que testas a origem do universo segundo o método científico? Como é que testas o método científico com o método científico?

Como é que testas empiricamente a “transformação” (evolução) de um dinossauro num pássaro? Como é que medes o tamanho dos sonhos? Como é que o método científico quantifica as emoções?

O teu problema é que para ti “ciência” tem o mesmo significado que “naturalismo” e como tal assumes que qualquer hipótese que contradiga o naturalismo está, por definição, “fora da ciência”.

E o que não pode ser testado científicamente não passa de fé.

Esta frase é auto-refutante. Como é que testas cientificamente a frase que diz “o que não pode ser testado cientificamente não passa de fé“? Se não pode ser testado cientificamente, então o que tu disseste é uma fé. A tua fé.

Já entrei certa vez numa comunidade de católicos do Orkut, mas só num tópico onde discutiam os ateus. Achei que podia apresentar a visão do outro lado. Acabei cansando. Disseram até que eu estava “emporcalhando a casa deles”.
Eu levava horas pesquisando para dar respostas decentes e eles davam respostinhas cretinas, baseadas em fé.

Mas as tuas respostas são tão baseadas na fé como as respostas dos católicos. Eles apenas têm uma fé diferente da tua.

O que é que faz a a tua fé no naturalismo superior a fé dos católicos?

Fé por fé, mais vale manter a fé em Deus. Ao menos essa fé pode explicar o universo sem se inventar modelos e causas nunca observadas.

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Livro: “Signature in the Cell”

Foi recentemente lançado um novo livro escrito por um dos líderes da teoria do “Design Inteligente” (DI) com o nome “Signature in the Cell” (“Assinatura na Célula”). Tal como o livro do Dr Michael Behe escrito há 13 anos atrás (“Darwin’s Black Box”), este livro está condenado a enviar ondas de choque entre os crentes darwinistas. Neste livro o autor (Dr Stephen Meyer) analisa em detalhe o tema que ele tem trabalhado durante as últimas duas décadas: a descoberta de informação codificada no ADN reacendeu antigos argumentos ideialistas contra os materialistas [pessoas que acreditam que a matéria é tudo o que existe]; as células vivas possuem de facto uma componente fundamental não encontrada na matéria sem vida: informação.

Sem que tenha sido verificada uma única violação deste princípio, a nossa experiência diz-nos que a informação é sempre o efeito de uma inteligência. Dito de outra forma, não há nenhum sistema de informação presente nos nossos dias (cujas origens tenham sido observadas) que não tenha uma causa cônscia e inteligente.

Enquanto ele explicava esta tese em grande detalhe, o Dr Meyer reportou também a sua história pessoal em torno da questão da origem da vida.

O livro combina a História com a filosofia da ciência na sua investigação da Biologia Molecular. O Dr Meyer prova que, em contraste com a filosofia “matéria veio primeiro” do materialismo, apenas a filosofia “Mente veio primeiro” presente na teoria do DI é capaz de explicar aquilo que Watson e Crick descobriram em 1953: uma linguagem da vida codificada com letras químicas no ADN. As implicações de tal descoberta têm aumentado exponencialmente à medida que novos níveis de informação complexa e especificada tem sido revelada pelas descobertas vertiginosas dos nossos dias.

O Dr Meyer sabe que a sua tese em favor do DI vai ser atacada pelos Darwinistas, mas ele tem mostrado que pode lidar com as suas críticas. Tendo adquirido o seu segundo Doutoramento em Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge, ele não só está bem ciente dos argumentos materialistas propostos pelos antigos Gregos, mas também pelos argumentos propostos pelo Iluminismo, também pelos propostos nos séculos 19 e 20 e pelos argumentos contemporâneos.

Os materialistas (ou naturalistas) depositaram imensa fé na posição que afirma que, mais cedo ou mais tarde, uma sequência contínua de causas naturais seria capaz de explicar não só o universo, mas também o planeta Terra e a vida. Esta sua fé tem encontrado o seu mais severo ataque nos nossos dias. A existência de informação codificada na célula torna o materialismo falso.

Os ateus (os maiores proponentes do materialismo) obviamente que não se deixam vencer pelos argumentos contra a sua fé, e como tal já tomaram “medidas” em relação a isso. Uma das medidas que eles tomaram para explicar a existência de informação na célula é a de afirmar que a informação é apenas uma “ilusão”. Supostamente nós é que incorporamos informação na célula ao descrevermos os seus mecanismos automatizados.

Para eles, e no que toca ao ADN, “descrição” e “codificação” são a mesma coisa.

Usando a mesma lógica, quando nós fazemos uma tradução de uma lingua estrangeira para o português. nós é que geramos a informação. Antes da tradução, o texto escrito na língua estrangeira não tinha significado nenhum.

Obviamente que isto é ridículo, mas serve para se vêr até onde os ateus estão dispostos a sacrificar o seu intelecto como forma de rejeitarem Deus. O ADN tem informação codificada quer nós saibamos o que está lá codificado ou não. O facto de nós usarmos conceitos nossos para descrever os mecanismos presentes nas formas de vida não significa que nós estamos a impôr aos sistemas biológicos estruturas e significado que não existiam anteriormemente.

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Variação Genética Não é Evolução

Em mais um esforço para usar todos cenários possíveis como “eventos evolutivos”, os darwinistas verificaram que o clima pode ter um efeito directo na velocidade da “evolução molecular” dos mamíferos.

Pesquisadores observaram que, entre pares de mamíferos da mesma espécie, o ADN daqueles que viviam em climas mais quentes varia com mais frequência. Estas mutações – onde uma letra do código ADN é substituída por outra – são os primeiros passos para a evolução.

Da substituição de uma letra do ADN já existente por outra letra do ADN já existente, os darwinistas inferem que o mundo biológico criou-se a si próprio e que Deus não existe. Mesmo que se diga aos darwinistas que “mutação” não é “evolução”, eles não acreditam. Para os darwinistas, qualquer evento biológico serve de evidência para a evolução.

Infelizmente para os crentes darwinistas, a sua fé nas mutações “microevolutivas” contradiz o que cientistas não criacionistas têm o cuidado de afirmar:

A questão central da conferência de Chicago era se os mecanismos salientes na microevolução podem ser extrapolados para explicar o fenómeno da macroevolução. A resposta pode ser dada como um rotundo “Não”. (1)

Por outras palavras, o facto de dois gatos pretos cruzarem e darem à luz gatos cinzentos não explica como é que os gatos se originaram.

Como se isso não fosse suficiente, podemos afirmar que a variação genética é um evento que está bem dentro do criacionismo Bíblico. Adão e Eva são os pais de todos os viventes, no entanto, se olharmos para o vizinho do lado podêmos vêr que somos bastantes diferentes uns dos outros. O que têm acontecido desde que os nossos pais Adão e Eva apareceram na Terra é variação e recombinação de informação genética já existente. Nada de novo é criado, para grande desespero evolucionista.

Os evolucionistas querem usar um processo que é aceite por todos (variação genética) como evidência exclusiva para a sua religião (evolucionismo).

A genética pode ser adequada para explicar a microevolução, mas a variação microevolutiva nas frequências genéticas não foram documentadas como sendo capazes de transformar um réptil num mamífero, ou de converter um peixe num anfíbio.

A microevolução concerne-se a adaptações relativas à sobrevivência do mais apto e não à origem do mais apto. Como Goodwin (1995) ressalva, “a origem das espécies - o problema de Darwin – continua por resolver (2)

É muito importante não deixarmos os evolucionistas usarem de malabarismos semânticos porque basta uma palavra mal qualificada para o evolucionista ficar com vantagem.

……………
1. R. Lewin, “Evolutionary Theory Under Fire”, Science, vol. 210, 21 November, 1980, p. 883

2. – Scott Gilbert, John Opitz, and Rudolf Raff, “Resynthesizing Evolutionary and Developmental Biology”, Developmental Biology, 173, Article no. 0032, 1996, p. 361. (ênfase adicionado)

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One day in your life- Michael Jackson

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Música Ajudou a Evolução do Homem

Os evolucionistas propuseram mais uma teoria sobre as causas da evolução do homem. Não havia teorias suficientes, pelos vistos.Todas as teorias ou “modelos” evolutivos sofrem do mesmo problema: rejeição à priori e filosófica do Relato Bíblico da criação. A partir daí, e por mais ridícula que seja , qualquer coisa vale (vêr 1,2,3).

Cientistas na Alemanha publicaram detalhes àcerca de flautas datadas do tempo em que os homens modernos começaram a colonizar a Europa, 35,000 anos atrás. Estas flautas são os instrumentos mais antigos alguma vez encontrados. Os pesquisadores afirmam no “Journal Nature” que a música estava difundida nos tempos pré-históricos.


Como é normal quando um artefacto arqueológico é encontrado, os evolucionistas tentam usá-lo como forma de promover Darwin. Os seus comentários evolutivos em nada aprofundam o nosso conhecimento sobre o dito artefacto, mas os evolucionistas gostam de pôr esta cereja podre sobre o bolo científico.

De acordo com o Professor Nicholas Conard da Universidade Tubingen, isto sugere que tocar música já era comum há cerca de 40,000 atrás, altura em que os humanos se propagaram através da Europa.

Portanto há 40,000 anos atrás o homem já sabia construir sofisticados instrumentos musicais (bem como fazer música, obviamente), mas só aprendeu que poderia usar sementes para gerar alimento há cerca de 10,000 anos atrás. O que é mais difícil: tocar uma flauta, ou pegar numa semente e enterrá-la no subsolo?

A música foi usada em muitos tipos de contextos sociais: provavelmente contextos religiosos, provavelmete ambientes recreacionais, da mesma forma que hoje em dia a música é usada em diversos contextos. (…) Os pesquisadores sugeriram também que não só a música estava mais difundida do que se pensava anteriormente, mas o espírito criativo da humanidade também estava mais avançado do que se julgava.

Os evolucionistas continuam a ter “surpresas” em relação à História da Humanidade porque eles assumem que o homem era mais primitivo no passado, e que só agora é que estamos a ficar inteligentes. A Bíblia e a História dizem exactamente o contrário: o ser humano começou com uma inteligência e capacidades mentais extraordinárias, mas com o passar do tempo, e devido à maldição do pecado, nós fomos perdendo capacidades intelectuais (apesar de agora termos mais informação).

Isto mostra mais uma vez como a teoria da evolução é um impedimento para o avanço da ciência. Se os evolucionistas aceitassem os dados históricos sem levar em conta o ateísmo e a teoria da evolução, eles facilmente aceitariam o Relato Bíblico da Criação. No entanto, por motivos puramente ideológicos (e não científicos) os ateus continuam a forçar as evidências de modo a que elas confirmem a sua religião darwinista. Devido a essa posição, eles continuam a ter “surpresas” em relação ao que os dados históricos mostram.

A tragédia disto tudo é que a maior surpresa que eles vão ter é quando a sua alma finalmente deixar o seu corpo e for lançado das amarguras do inferno.

Aí, sem esperança, sem força e sem resistência, vão-se aperceber do ridículo que é acreditar que o mundo biológico, com toda a sua complexidade e sofisticação, é o resultado de milhões de mutações aleatórias filtradas pela impessoal e não inteligente selecção natural.

Isaías 44:24
Assim diz o Senhor, teu Redentor, e que te formou desde o ventre:  Eu sou o Senhor que faço todas as coisas

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Medo de Cobras Causou Evolução do Homem?

A teoria da evolução continua a evoluir. Não contentes com as milhentas histórias (muitas vezes, mutuamente exclusivas) sobre a imaginada evolução humana, há 3 anos atrás os darwinistas propuseram mais uma: medo de cobras.

Segundo a versão online da ScienceDaily, Lynne Isbell, professora de antropologia na UC Davis, propôs uma nova hipótese evolutiva onde é afirmado que a habilidade de detectar cobras venenosas pode ter desempenhado um papel fulcral na evolução dos macacos.

Os primatas possuem uma boa visão, cérebros alargados, mãos e pés com capacidade de agarrar objectos, e capacidade de usar a visão no processo de atingir e agarrar objectos. Os cientistas [= evolucionistas] sempre pensaram que estas características evoluiram paralelamente à medida que os primeiros primatas usavam as suas mãos e os seus olhos para agarrar insectos e outras presas, ou as usavam para agarrar e examinar frutos ou outro tipo de comida.

Por si só, é difícil imaginar como é que a visão poderia ser o resultado de forças não-inteligentes (vêr 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8,), mas pensar que o sistema de visão evoluiu lado a lado com o cérebro e com as habilidades manuais é pura fantasia.

Isbell sugeriu, no entanto, que os primatas desenvolveram uma boa visão ao perto de forma a evitar um perigoso predador: a cobra.

A Isbell fala em “primatas desenvolverem” boa visão como se isso fosse tão fácil como deixar crescer o cabelo. Como é que um primata “desenvolve” a sua própria visão? O primata sabe o que é necessário para se vêr ao longe e ao perto? O primata sabe desenvolver uma plataforma biológica que seja capaz de resolver milhares de operações matemáticas por segundo?

Cada segundo que passa a tua retina executa mais operações matemáticas do que aquelas que tu poderias resolver em meses. Lembra-te: isto é por cada segundo. Depois de vêres isso, pergunta-te se alguma vez alguém viu uma máquina que executa operações matemáticas surgir “por acaso”, sem ser o resultado de design, inteligência e planeamento. – *

Pensem numa câmera de filmar. A câmera de filmar é milhões de vezes mais simples que a célula mais ínfima presente no nosso sistema de visão. Quantas pessoas neste mundo podem “desenvolver” uma câmera de filmar?

A resposta tradicional dos evolucionistas é “Ah e tal, mas isso demorou milhões de anos etc, etc….. e mutações, e etc, etc….. e selecção natural.. etc etc …… epá olha para as horas! Tenho que me ir embora! Tchau!

Estudos neurológicos feitos por outros mostra que a estrutura do sistema visual do cérebro não se enquadra com a ideia de que a visão evoluiu paralelamente às estruturas de alcance e aos processos que permitem agarrar objectos.

Se os estudos não se enquadram, porque é que há (ou havia?) evolucionistas que pensavam que se enquandravam?

Alguns grupos primatas menos ameaçados pelas cobras mostram menos pressão para evoluir uma visão melhor.

A lógica desta frase é: se houver pressão evolutiva, então as coisas vão evoluir e melhorar. Pressão evolutiva, segundo o mito, tem a capacidade de tornar os sistemas mais especializados e mais adaptados ao meio ambiente. Mas se isto é assim, e de forma a sermos consistentes, para quê resistir às pressões evolutivas geológicas e climatéricas?

Para quê tentar “salvar o planeta” e lutar contra o aquecimento global, se estas “pressões evolutivas” contemporâneas podem gerar algo de bom no futuro? Quem fala de pressões evolutivas geológicas e climatéricas, fala de outro tipo de “pressão evolutiva” (Vêr: “Pode um darwinista ser um ambientalista?“).

Conclusão:

Tendo lido esta notícia, eu gostaria de propôr uma nova teoria sobre a evolução do homem.

Na verdade, o que causou a evolução foi o medo da chuva. Sim. Quando os primatas das savanas viam as gotas de água a cair do céu, fugiam para se abrigar debaixo das árvores mais próximas. Este processo de alerta e fuga causou a que os macacos mais espertos se apercebessem que ficando de pé (e não estando sobre os quatro membros) eles ficavam menos molhados. Isto causou o bipedalismo, que por sua vez libertou as mãos para outras funções (jogar Tetris, estalar os dedos, coçar os pés, mudar de canal com o comando, etc). Isto culminou na nossa chegada.

Ciencia? Não. Apenas evolução.

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Theamazingatheist says O.K. God I learned my lesson

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Peixes e a Evolução do Cérebro

Os esgana-gatas (Gasterosteus aculeatus) aprendem uns com os outros onde se encontram as melhores zonas com comida. Segundo algumas publicações científicas, isto prova que as tuas espantosas capacidades de aprendizagem tiveram as suas origens na cabeça dos peixes.

A Science Daily afirmou que as descobertas feitas por cientistas britânicos “mostram que os mecanismos cognitivos implícitos na evolução cultural comulativa podem ser mais prevalecentes nos animais não-humanos do que é actualmente aceite“.

Na sua cobertura desta notícia, a Live Science usou a palavra “evolução” 3 vezes, e a BBC News afirmou aos seus leitores que “as descobertas contribuem para o entendimento da evolução do cérebro, bem como os tipos de cérebro necessários para certas funções cognitivas, tanto nos humanos bem como nos animais“.

O artigo presente no Science Daily afirmou uma coisa que pode pôr em causa a crença de que o tamanho do cérebro é importante:

As descobertas mostram que cérebros enormes (como os presentes nos humanos) não são um pré-requesito para a cultura comulativa

Os três artigos supramencionados estavam sobrepujados de espanto devido ao facto do cérebro deste pequeno peixe poder imitar a inteligência humana. A BBC News chamou os peixes de “génios do mundo do peixe”. A Live Science citou Jeremy Kendal [Universidade de Durham] quando este afirmou que, com a evolução, a pressão [evolutiva] é o suficiente para gerar a sabedoria:

O que nós estamos a descobrir é que não é o quão evolutivamente perto do ser humano uma espécie está que é a característica fulcral no complexidade cognitiva; podem ambém ser as circunstâncias ecológicas que providenciam pressão seleciva favorecendo a evolução dessas capacidades cognitivas.

Conclusão:
Agora que sabes que a tua inteligência e capacidade de aprendizagem tiveram origem debaixo de água, o que fazer com a expressão “Só tens água na cabeça!“? Deve ser um elogio.

A habilidade que certos animais têm de partilhar conhecimento não serve de evidência para a teoria que afirma que o mundo animal não tem uma Causa Inteligente. Aliás, o funcionamento altamente sofisticado do cérebro é uma evidência devastadora para mitos ateus mascarados de ciência.

Vêr também:

O cerebro supera computadores

Computador mais proximo do cerebro

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O Infalível “Peer Review”

Um dos argumentos que os ateus usam contra o criacionismo é o de que o mesmo não é “publicado” nos jornais científicos. Supostamente, a publicação é evidência de que é ciência, e a não publicação é evidência de que não é ciência.
Fica aqui este artigo como forma de se revelar um pouco mais do mundo dos jornais “científicos”.
June 19, 2009 at 9:09 am

The Open Information Science Journal failed to spot that the incomprehensible computer-generated paper was a fake. This was despite heavy hints from its authors, who claimed they were from the Centre for Research in Applied Phrenology – which forms the acronym Crap.
[...]
Davis, with the help of Kent Anderson, a member of the publishing team at the New England Journal of Medicine, created the hoax computer science paper. The pair submitted their paper, Deconstructing Access Points, under false names. Four months later, they were told it had been accepted and the fee to have it published was $800 (almost £500).

This is a great test case on how peer review really works. In this case it was all about the money and now this journal has egg on its face. I myself am a bit skeptical of any scientific “peer review” that is done in an echo camber, which today most are.

Mahmood Alam, Bentham’s director of publications, told New Scientist: “In this particular case, we were aware that the article submitted was a hoax and we tried to find out the identity of the individual by pretending the article had been accepted for publication when in fact it was not.” Davis told the magazine that he had not been directly contacted.

If what Mr Bentham says is true then why did the editor-in-chief resign over this?

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Como boicotar Israel e os Judeus

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