Porque é que as reticências ainda não foram substituídas com nomes de animais?

Por Brad Marshall

Quando eu estava na escola, lembro-me de ter ficado fascinado com algumas árvores evolutivas presentes nos meus livros escolares. Esses gráficos mostravam progressões  de vários tipos de animais que supostamente haviam evoluído. No topo encontravam-se varias categorias de animais, e olhando gradualmente mais para baixo de cada categoria, víamos nomes que caracterizavam os tipos de animais dessa categoria.

Grafico_EvolutivoNa base de cada nome encontrava-se uma linha fina, ou uma linha com reticências, que mostrava como todo os grupos estavam ligados através duma evolução. Os desenhos dos animais eram imperfeitos, mas a minha fascinação não se centrava nos desenhos, mas nas muitas linhas finas e nas reticências.

Foi dito à nossa turma que as linhas condutoras e as reticências ou eram conexões ainda incertas ou ligações cujos fósseis ainda não haviam sido encontrados. As reticências e as linhas finas representavam os fósseis intermédios que deveriam existir à medida que um animal ia evoluindo para outro.

Os evolucionistas acreditavam que essas linhas e reticências revelavam uma progressão evolutiva genuína, mas a maior parte das evidências eram fracas ou inexistentes.

De facto se removêssemos essas linhas e essas reticências – as partes imaginárias – teríamos a colecção de animais que realmente existiu sem qualquer tipo de evidência de evolução alguma; só a sua existência.

Seria de esperar que se a evolução fosse verdade – tal como somos constantemente lembrados por parte de Richard Dawkins e por parte de outros evolucionistas –  todos aquelas reticências e todas aquelas linhas cujas evidências em seu favor se encontravam ausentes há anos atrás já tivessem sido substituídas com nomes de animais
verdadeiros.

Certamente que com a quantidade de fósseis que já foram encontrados durante os 150 anos que já se passaram desde que Darwin publicou o seu livro “A Origem das Espécies – A Preservação das Raças Favorecidas” seria de esperar que já fosse possível gerar confiadamente um gráfico evolutivo sem reticências e sem linhas conectoras (que representam a imaginada evolução em vez da evolução baseada nas evidências).

Encontrei o vídeo que se segue ontem no Youtube, e nele vemos como Richard Dawkins explica a forma como as baleias evoluíram de um biungulado terrestre. Reparem na maneira clara como as árvores evolutivas se encontram nos dias de hoje, ausentes de reticências unificadoras, e tomem especial atenção à forma “conclusiva” que é a ligação entre as baleias e os hipopótamos!

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=o92x6AvxCFg

Modificado a partir do original: http://bit.ly/SZn7Li
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De que forma é que o celacanto refuta a interpretação evolucionista do registo fóssil?

E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente
Génesis 1:20

CelacantoQuando um celacanto foi encontrado vivo em 1938, o mesmo foi considerado como a sensação científica do século 20. Até essa altura, o celacanto só era conhecido através dos fósseis, e, baseando-se na sua interpretação peculiar do registo fóssil, os evolucionistas erradamente pensavam que os mesmos haviam-se extinguido há “60 ou 70 milhões de anos” atrás.

Todos os celacantos – vivos ou fósseis – são membros dum grupo de peixes chamados de Crossopterigianos, e é este grupo de peixes que os evolucionistas pensam que evoluíu para anfíbios e posteriormente para os vertebrados – incluindo os seres humanos.

Antes da descoberta dum celacanto vivo, os evolucionistas acreditavam que os seus órgãos internos teriam um estrutura “em evolução” – de peixes normais para anfíbios – mas o que a ciência apurou, para desespero dos evolucionistas, é que as partes mais macias dos celacantos (aquelas que dificilmente fossilizam) não exibiam qualquer tipo de evidência dele estar em evolução e adaptação para a vida na terra.

Impelidos pelas observações científicas, os evolucionistas foram mais uma vez forçados a mudar a sua história e este passou a ser um dos melhores exemplos da falta de rigor científico da interpretação evolucionista das camadas fósseis.

Celacanto_CientistaUma vez destruída a expectativa evolucionista do celacanto ser um “fóssil transicional”, os evolucionistas buscaram outro tipo de peixe que se ajustasse à sua cientificamente inválida crença de que um peixe qualquer evoluiu para um animal que vivia tanto na água como em terra – os anfíbios. Sem qualquer tipo de evidência que os fizesse tomar mais esta decisão, os evolucionistas decidiram que outro membro do grupo dos Crossopterigianos – os rhipidistianos – podem ter evoluído para um anfíbio. Talvez.

O que foi que levou os evolucionistas a decidir que os peixes rhipidistianos podem ter evoluído para anfíbios? A ideia desenvolveu-se dos seus estudos em torno das semelhanças entre os esqueletos dos rhipidistianos e os esqueletos dos animais que eles pensam que eram os “anfíbios ancestrais”. No entanto, após uma análise mais apurada, verificamos logo que os anfíbios e os rhipidistianos são totalmente distintos.

Usando a interpretação evolucionista do registo fóssil, que é disputada por alguns outros evolucionistas, o celacanto é o mesmo peixe que supostamente era há “milhões e milhões de anos atrás”. Mas se assim é, como é que se explica que a sua estrutura interna – geneticamente e morfologicamente – tenha permanecido virtualmente intacta durante os mitológicos “milhões e milhões de anos” ao mesmo tempo que o seu “primo” rhipidistiano supostamente estava a evoluir o impensável número de características necessárias para eventualmente se transformar num humano?

Conclusão:

As evidências extraídas após análise da estrutura dos celacantos estão claramente em harmonia com a criação Bíblica visto que elas demonstram que o ADN – o código genético rico em informação – permaneceu estável durante o tempo. Dito de outra forma, o celacanto reproduziu-se segundo o seu tipo – exactamente o que Génesis disse que iria acontecer – e não sofreu nenhum tipo de mutação impossível que o transformasse num anfíbio.

Pode-se afirmar que o celacanto é o canto do cisne do evolucionismo ao demonstrar que 1) a interpretação evolucionista dos fósseis não tem bases científicas e que 2) a evolução em si só existe na mente dos evolucionistas (e não nos dados disponíveis) porque não é possível racionalmente acreditar que dois animais do mesmo grupo a viver lado a lado no mesmo ecossistema se tenham modificado da forma tão distinta como os evolucionistas pensam que se modificaram.

A teoria da evolução é uma teoria religiosa e não uma teoria científica. Os evolucionistas são livres de ter a sua fé, mas não são livres de a qualificar de “ciência”.

E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom.
Génesis 1:21

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1ledrIA
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A arte da invisibilidade

Borboletas e Mariposas

Borboleta_01 Borboleta_02 Borboleta_03

Louva a Deus

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Camaleão

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Felinos

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ChitaAnuros

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Lagartas

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Bicho Pau

Bicho_Pau

Peixes

Peixes

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Raia

Urutau

Urutau Urutau_02 Urutau_03

Outros animais

Esquilo Raposa Bem_Camuflado Mocho

E qual é a explicação evolucionista para as capacidades destes e de muitos outros animais? O artigo que serve de fonte para as imagens revela:

Podemos pensar que os cientistas já chegaram a respostas sobre a capacidade dos animais de camuflagem para se esconder, misturando-se com os seus arredores, mas eles são tão confusos quanto nós somos. Os cientistas ainda não conseguem entender os mecanismos por trás desse processo de iludir seus predadores.

Tradução: os evolucionistas ainda não têm (nem vão ter) qualquer explicação gradual destas maravilhosas capacidades. Mas a ciência em si tem uma explicação para estas capacidades:

Salmo 77:14
Tu és o Deus que fazes maravilhas: Tu fizeste notória a Tua força entre os povos

 

 

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É a predação consequência da evolução?

Embora as origens da predação sejam mal entendidas, é incorrecto atribuir à criação recente a afirmação de que os animais predadores evoluíram rapidamente e recentemente os traços físicos necessários para a predação. É uma falácia comum afirmar que os carnívoros evoluíram a partir duma modificação na forma e na função, mas nenhuma modificação física é necessária para que um herbívoro passe a ser um predador; é só uma questão de comportamento.

A alegação de que mudanças nos genomas e nos fenótipos – tais como dentes afiados e garras – teriam que ocorrer de modo a que as características físicas necessárias para a predação transformassem os herbívoros em carnívoros é falsa. A forma dos dentes, a habilidade de correr rapidamente em distâncias curtas, e todas as outras características físicas dadas aos predadores, podem também ser usadas para a aquisição de fontes de alimentação vegetal. Alguns exemplos da dieta de alguns mamíferos confirmam isso mesmo.

Gato_MorcegoDentes grandes e afiados não são só usados para matar e cortar a carne de outros animais. Os morcegos frugívoros têm dentes afiados e pontiagudos, iguais aos dos gatos, criados para rasgar rapidamente a polpa do fruto. Estes dentes poderiam também rapidamente remover a carne dum animal, mas este morcego não os usa com esse propósito. Os mesmos dentes usados pelos predadores para desfiar a carne podem também ser usados para fazer o mesmo com material vegetal.

Dentes caninos grandes e largos podem também ser usados como forma de comunicação. Muitos animais – incluindo chimpanzés, cães (selvagens e domésticos), grandes felinos, e outros predadores – mostram os seus caninos como forma de comunicar a posse de parceiras, de grupos animais, de fontes de alimentação, e de territórios. Os dentes são vitais para o sucesso dos animais, tanto para a comunicação como também para a alimentação.

Os ursos do Noroeste Americano disponibilizam o melhor exemplo do mundo selvagem de como o comportamento (e não a dentição) determina a dieta. Os ursos Grizzly e os ursos Pretos estão ambos bem equipados para destruir a vida de outros animais, mas eles também usam as suas ferramentas físicas para comer fruta e vegetais. Eu, como biólogo, já testemunhei ursos a acabar com as maçãs duma macieira, a consumir enormes quantidades de trevo, e a tirar todas as bagas das plantas de framboesa e de centáurea-azul, bem como das plantas de cereja.

Embora sejam qualificados de “carnívoros”, os ursos são na verdade omnívoros oportunistas que são bem capazes de se fixar numa dieta vegetal se não houver outra fonte
de alimentação disponível. Muitos animais “carnívoros” enquadram-se dentro desta categoria. Este animal “predador”, tal como os outros, irá comer as mais nutritivas fontes de alimentação disponíveis.

Os animais domesticados disponibilizam também um excelente exemplo de como o comportamento do animal pode ser alterado de modo a que ele se fixe numa fonte de alimentação específica. Os cães e os gatos têm a mesma estrutura dentária que os lobos selvagens e que os leões, respectivamente, mas estes animais domésticos são capazes de alterar o seu comportamento de modo a só comer comida (cereais) feitos na maior parte das vezes de farinha de milho, farelo de soja, e arroz.

A habilidade e o desejo de comer cereais, ou ração, enfatiza outro equívoco dos predadores sociais. A maior parte das pessoas está sob a impressão de que estes animais buscam a carne que nós usamos para assados e bifes, mas isso é falso. As porções de escolha dum herbívoro morto são os órgãos internos que são ricos em vitaminas e outros nutrientes adquiridos através duma dieta vegetal. É atrás disto que os predadores sociais – lobos, leões, etc – andam atrás.

Os animais dos escalões inferiores são deixados com os bifes, os assados e os ossos, enquanto que os animais dos escalões superiores desfrutam dos benefícios da mais nutritiva dieta “vegetariana” encontrada nas vísceras. A necessidade de predar por parte destes animais claramente resulta duma alteração do comportamento, e não na alteração da forma ou das funções.

É interessante notar também que, de modo típico, os predadores sociais têm que aprender a matar; eles não nascem com o conhecimento de como caçar e como matar, mas aprendem estas coisas a partir de outros animais do grupo.

Uma alteração na forma e na função implica que a evolução ocorreu através da infusão de nova informação genética, enquanto que uma alteração de comportamento não precisa de nova informação genética. E são precisamente alterações comportamentais que são claramente observadas, e que estão de acordo com a leitura contextual de Génesis 1:30:

E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento. E assim foi.

Por Daniel Criswell, Ph.D – http://bit.ly/1slejjc

 

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Só 8,2% do cérebro dos evolucionistas é funcional

Por Jonathan Wells

Segundo uma notícia recente proveniente da Science Daily, pesquisadores de Oxford afirmam que muito provavelmente só 8,2% do nosso ADN é funcional. O resto é “lixo”. Este número (8,2%) contradiz as conclusões do projecto ENCODE (para “Encyclopedia of DNA Elements”), que foi estabelecido depois do Human Genome Project como forma de esclarecer o nosso recém-sequenciado ADN.

Em Setembro de 2012, os resultados de mais de um milhar de experiências – envolvendo dezenas de laboratórios e centenas de cientistas de três continentes, publicando quase de modo simultâneo em dezenas de artigos em cinco revistas científicas distintas – disponibilizaram evidências de que 80% do nosso ADN é funcional.  Estes resultados são consistentes com o “The  Myth of Junk DNA”, que publiquei em 2011. Mas a pesquisa ENCODE já decorria há cinco anos.

Porque é que os artigos foram publicados quase ao mesmo tempo? Muito provavelmente porque os autores queriam apresentar uma frente unida contra a reacção que eles anteciparam por partes dos proponentes do “ADN lixo”. E a reacção foi mesmo significativa! Os darwinistas Larry Moran, Nick Matzke, e PZ Myers (entre outros) incendiaram a blogsfera com as suas denúncias.

Perto do cerne da controvérsia está a definição de “função”. Os pesquisadores do projecto ENCODE definiram função à luz da bioquímica: Um segmento de ADN é funcional se “participa em pelo menos um evento associado ao RNA e/ou a cromatina em pelo menos um tipo de células.” Os darwinistas definem função à luz da teoria da evolução: O segmento de ADN é funcional se ele é sujeito à selecção natural.

Os pesquisadores de Oxford adoptaram a abordagem evolutiva e para determinar a percentagem de ADN humano que se encontra sujeito à selecção natural, compararam as sequências publicadas de humanos, camundongos, ratos, gado, cavalos, porquinhos-da-Índia, coelhos, galagos, pandas e rinocerontes. Um dos pesquisadores explicou:

Durante a evolução destas espécies, partindo do seu ancestral comum, as mutações ocorrem no ADN e a selecção natural contraria estas mudanças como forma de manter as sequências de ADN úteis intactas.


Não existe "ADN lixo"Os pesquisadores analisaram os locais de ADN onde as inserções e as eliminações se encontravam distantes umas das outras, assumindo que as sequências de ADN intervenientes haviam sido constrangidas através da purificação da selecção visto que era biologicamente funcional. Eles apuraram que só 8,2% do nosso ADN se encontra constrangido desta forma, e muito provavelmente funcional (embora menos de 2% do nosso ADN codifique proteínas).

Eles concluíram que o ADN que era substancialmente distinto entre as espécies que eles estudaram – ADN que era não-preservado – não tinha sido sujeito à selecção purificadora e, como tal, não era funcional.Mas embora a conservação de sequências possa implicar funcionalidade, a não-conservação não implica não-funcionalidade – coisa que os biólogos há muito que já reconheceram. De facto, independentemente da forma como as diferenças de ADN possam desempenhar um papel na distinção das espécies diferentes, as sequências não-conservadas devem ser funcionais.

Para além disso, os biólogos actualmente sabem que até 30% do ADN que codifica proteínas dentro dos organismos é composto por “genes órfãos” que têm pouca ou nenhuma semelhança com as sequências de ADN de outros organismos. Embora as funções da maioria das proteínas órfãs ainda não sejam sabidas, poucas pessoa seriam assim tão néscias sugerindo que elas não têm qualquer tipo de função. No entanto, na sua busca por constrangimentos evolutivos tais como aqueles usados pelos pesquisadores de Oxford, estas regiões codificadoras de proteínas seriam julgadas de “não-funcionais”.

A fé na evolução condiciona a interpretação dos dados

Porque é que os darwinistas consideram as especulações evolutivas mais fiáveis que as experiências bioquímicas? Uma pista pode ser encontrada numa apresentação de 2013 dada por Dan Graur num encontro da “Society for Molecular Biology and Evolution” em Chicago. Tal como Graur – oponente vocal e até antipático do projecto ENCODE – afirmou na sua apresentação:

Se, de facto, o genoma humano está vazio de ADN lixo, tal como é implicado pelo projecto ENCODE, então um processo evolutivo longo e sem-direcção não pode explicar o genoma humano. Se, por outro lado, os organismos foram arquitectados, então espera-se que todo o ADN, ou a maioria possível, exiba algum tipo de funcionalidade. Se o projecto ENCODE está certo, então a Evolução está errada.

..
Portanto, embora a definição de “funcional” se encontre no centro da controvérsia, a aderência à teoria da evolução encontra-se ainda mais. E parece que essa aderência ao Darwinismo faz com que as pessoas fiquem cegas às presunções que elas mesmas fazem. Talvez seja por isso que Gerton Lunter, citado em cima em torno do papel da teoria da evolução no estudo levado a cabo por Oxford, disse ao Science Daily que “a nossa abordagem está largamente livre de suposições e hipóteses.”

Fonte: http://shar.es/LJhaW

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Resumindo, o número “8,2%” usado pelos darwinistas é consequência do que eles PENSAM que aconteceu no passado, demonstrando mais uma vez o peso que as nossas crenças pessoais têm na análise de eventos que não podem ser observados directamente.

Ou seja, os darwinistas olham com suspeição para os resultados do projecto ENCODE, que diz que 80% do ADN é funcional, não porque há algum tipo de problema com eles, mas sim porque as suas (do projecto ENCODE) implicações colocam em causa a teoria da evolução.

Darwin ShiuSe, tal como disse o evolucionista Dan Graur, as formas de vida foram criadas, então seria de esperar que todo, ou a maior parte do ADN, tivesse uma função. E o que é que “dezenas de laboratórios e centenas de cientistas de três continentes, publicando quase de modo simultâneo em dezenas de artigos em cinco revistas científicas distintas” apuraram? Exactamente isso: mais de 80% do ADN têm uma ou mais funções bioquímicas.

A previsão criacionista está de acordo com o que se pode observar, testar e medir, enquanto que as teses evolutivas encontram-se firmes no campo da mitologia naturalista.

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A origem da vida e a teoria da evolução

Peixe_AteuA teoria da evolução é actualmente a religião secular, e ela tem a sua história da criação (abiogénese), os seus livros sagrados (“A Origem das Espécies”, “The God Delusion”), o seu sacerdócio (Charles Darwin, Richard Dawkins) seminários (universidades), e as suas casas de adoração (as “mega-igrejas” ateístas ).

Uma alegação frequentemente feita é de que o debate em torno da teoria da evolução acabou; a teoria está confirmada para além do que é possível disputar. O problema com a teoria da evolução é que os evolucionistas (especialmente os evolucionistas ateus) não conseguem explicar a origem da matéria, da informação organizada e de entidades imateriais tais como o amor, a compaixão e a moralidade – coisas que tornam o ser humano único.

Uma coisa é alegar que há 95% de semelhança entre o ADN do ser humano e o ADN dos chimpazés, “provando” desde logo a ancestralidade comum, mas outra coisa é fazer um estudo científico que demonstra como foi que a matéria e a vida surgiram de modo espontâneo a partir do nada. Uma reportagem recente expôs o problema fundamental das origens evolutivas e ateístas:

Durante a semana passada pesquisadores da Cornell University publicaram um estudo onde alegam que o barro ajudou a que vida espontaneamente se gerasse da matéria inanimada há milhões de anos atrás. Na Quinta-Feira [7 de Janeiro de 2013] cientistas afiliados com a Cornell University emitiram uma declaração  detalhando os resultados da nova pesquisa relativa ao desenvolvimento inicial da vida, também conhecida por “abiogénese”. Na declaração, os pesquisadores sugeririam que o barro foi um ingrediente-chave quando (segundo os pesquisadores) a vida espontaneamente emergiu de matéria sem vida nos anos iniciais da Terra.

A pergunta mais óbvia é: “De onde veio esse barro”? Notem também nas palavras “abiogénese“, “espontaneamente”, e “geração espontânea“.

No ano de 2010, Stephen W. Hawking, juntamente com Leonard Mlodino, alegou que as leis da física permitem que o universo se tenha criado a si mesmo . . . a partir do nada. No seu livro “The Grand Design”, Hawking declara:

Uma vez que existe uma lei chamada de gravidade, o universo pode e irá se auto-criar do nada. A criação espontânea é o motivo pelo qual algo existe em vez do nada, e o motivo pelo qual o universo existe, e nós existimos.

Uma “lei”? “Auto-criar do nada”? “Geração espontãnea”? Onde estão as experiências que confirmam as alegações que Hawking atribui à física? A primeira coisa que um estudante de biologia aprende é que a geração espontânea NÃO ocorre.

Tudo o que Hawking está a fazer é teorizar; uma vez que ele é um cientista de renome cujas especulações estão de acordo com o que ateístas querem e precisam de acreditar de modo a que a sua visão do mundo teoricamente funcione, muitas pessoas estão dispostas a acreditar no que ele diz, apesar da ausência de evidências. “Stephen Hawking disse, eu acredito, assunto encerrado.”

As especulações de Hawking tornaram-se em escrituras sagradas seculares. Dawkins escreveu:

 Darwin expulsou Deus da biologia, mas a física permaneceu mais incerta. No entanto, actualmente Hawking está a administrar o coup de grace.

Nenhuma experiência foi disponibilizada para confirmar as palavras de Hawking, e nem o que Dawkins alegou. Os sacerdotes da Igreja Sem-Deus falaram, e isso é suficiente para os crentes [ateus].

Quando os cientistas [ateus] conseguirem provar cientificamente de que o barro e a vida orgânica surgiram de modo espontâneo, e evoluíram através de passos imperceptíveis através dos milhares de milhões de anos, então eles poderão ser capazes de se afirmar como cientistas genuínos. Até então, eles nada mais são que feiticeiros com formação extraordinariamente avançada sem uma varinha mágica.

Fonte: http://ow.ly/y2UUy

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Não deixa de ser bem revelador o facto dos evolucionistas ateus afirmarem que “a teoria da evolução e a origem da vida são assuntos separados”, mas todos eles tentarem de alguma forma provar *uma única* versão da origem da vida, nomeadamente, a versão da origem da vida que depende do mesmo naturalismo que serve de base para a teoria da evolução.

Quando um evolucionista ateu firma que a origem da vida é um tópico distinto da evolução biológica, o que ele está a admitir é que o seu naturalismo falha como explicação para a origem da vida. Nós sabemos disso porque se o naturalismo tivesse sido bem sucedido em explicar a origem da vida, os evolucionistas ateus tudo fariam para associar esse sucesso  à teoria da evolução.

Uma coisa para os intelectualmente contraditórios “evolucionistas teístas” têm que explicar: o que é que Dawkins quis dizer com “Darwin expulsou Deus da biologia”? Não é isso uma evidência bem forte de que o propósito *único* da teoria da evolução é “expulsar Deus da biologia”, isto é, remover Deus do papel de Criador?

Se assim é, de que forma é possível defender o “evolucionismo teísta” quando o propósito únicos da teoria da evolução é confirmar o evolucionismo ateísta? De que forma é que é possível um Cristão defender o evolucionismo quando o objectivo dessa ideologia é destruir o Cristianismo? Os próprios ateus são bem claros em relação aos propósitos da teoria da evolução, e do porquê o termo “Cristão evolucionista” ser contraditório:

O Cristianismo lutou, ainda luta, e continuará a lutar desesperadamente contra a ciência devido à teoria da evolução, porque a teoria da evolução destrói por completo, e de forma final, a razão pela qual a vida terrena de Jesus era necessária. Se destruirmos Adão e Eva e a história do pecado original, nos destroços encontraremos os restos triste do Filho de Deus. Se Jesus não é o Redentor que morreu pelos nossos pecados, e isso é o que a teoria da evolução ensina, então o Cristianismo não é nada. (G. Richard Bozarth, ‘The Meaning of Evolution’, American Atheist, p. 30. 20 September 1979)

Resumindo:

1. A origem da vida faz parte da teoria da evolução;
2. Todos os modelos relativos à origem de vida evolutiva falharam;
3. Os ateus apercebem-se disso e tentam (sem sucesso) separar uma da outra;
4. Embora eles aleguem que “são tópicos distintos”, os ateus tentam confirmar a abiogénese nos seus livros evolucionistas;
5. Essa confirmação (da abiogénese) seria um arma em favor do ateísmo, tal como dito pelos próprios evolucionistas;
6. Dado isto, o “Cristão evolucionista” é alguém que vive uma contradição gritante.

Os ateus nunca irão encontrar evidências em favor da abiogénese e da sua “filha”, a teoria da  evolução, porque nem uma nem a outra ocorreram.

“Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.”
Jeremias 27:5

Deus1

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