Foi o Big Bang finalmente confirmado?

Assim diz o Senhor, teu redentor, e que te formou desde o ventre: Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que estendo os céus, e espraio a terra por Mim mesmo
Isaías 44:24

Por Jeff Miller

Já não é uma teoria? Cientistas Fazem Descoberta Importante Que Apoia o Big Bang (2014).Ondulações Espaciais Revelam a Arma Fumegante do Big Bang” (Overbye, 2014). Arma Fumegante do Big Bang Confirma Crescimento Exponencial Inicial (Vergano, 2014). Cientistas Encontram Ondulações Espaciais do Nascimento do Universo (2014).

Estes títulos são apenas uma amostra dos cabeçalhos publicados depois da Caltech ter anunciado publicamente algumas das suas pesquisas importantes. A impressão que ficou (e, levando em conta as pessoas que entraram em contacto connosco desde então, a impressão que está a ser aceite) é que o Big Bang foi finalmente provado; ele foi “confirmado”. Como é normal, muitas pessoas dos média revelaram-se como irresponsáveis devido à forma como fizeram declarações exageradas e implicações loucas. Uma vez que a maior parte das pessoas nunca lê nada mais que os títulos das notícias, as falsas impressões são rapidamente propagadas pelos 4 ventos e raramente são corrigidas.

Segundo o modelo do Big Bang, teoriza-se que o universo se encontre a expandir para fora a partir do ponto no espaço onde um ovo cósmico alegadamente explodiu. No entanto, nenhuma evidência directa confirmou a alegação de que o universo passou por um processo de inflação da forma violenta tal como prevista pela teoria; até hoje, foram só oferecidas evidências circunstanciais.

Segundo o modelo, as ondas gravitacionais deveriam acompanhar a rápida expansão inicial imediatamente depois do “bang” [explosão], mas até agora nenhuma evidência directa alguma vez confirmou a sua existência. Esta mais recente descoberta está ser publicitada como “a primeira evidência directa” da inflação Universal (…). Será que isto confirma que o Big Bang foi provado?

Não.

PRIMEIRO: deve ser sempre ressalvado que os média parecem admitir a uma só voz, imitando o que os cientistas lhes disseram, que até agora não havia qualquer evidência directa para a inflação do Big Bang. O que é que isso nos diz sobre todos aqueles que durante anos proclamaram com todas as suas forças que o Big Bang era um facto confirmado? Não se torna óbvio que eles apenas mantinham uma fé cega em torno da teoria? Se sim, então porque é que muitos se agarraram à teoria e ridicularizaram aqueles que defendem a Criação, falsamente alegando que os Criacionistas têm uma fé cega?

O que dizer de todas as outras crenças fundamentais do naturalismo que são mantidas com tal devoção que os cientistas ainda têm que admitir que são crenças fundamentadas na fé cega? Como é que podemos distinguir a verdade da falsidade? Há já algum tempo que alegamos que não se pode acreditar em nada sem que haja um mínimo de evidências adequadas em seu favor (Lei da Racionalidade), e a Bíblia testemunha em favor da importância da verdade (1 Tessalonicenses 5:21). O modelo da Criação tem em seu favor evidências sólidas e não tem que ser defendido apelando a uma fé cega. Na verdade, continuar a acreditar no Big Bang depois das mais recentes descobertas continua a ser um gesto irracional. E porquê?

Note-se que se formos ler os artigos cuidadosamente, ignorando o claro viés em favor da Teoria do Big Bang exposto nos títulos das notícias,  iremos verificar avisos em torno do achado:

- “se for confirmado” (“Scientists Find Cosmic Ripples…”)

- “Os novos resultados, assumindo que foram confirmados…. OS novos resultados têm que ser verificados” (Lemonick, 2014)

Devido à potencial importância destes resultados, eles têm que ser analisados com cepticismo, disse David Spergel, professor de astrofísica na Universidade Princeton. A medição é muito difícil de ser feita, e ela pode facilmente ser contaminada. Da forma como estão, no entanto, existem algumas “anomalias” nos resultados que podem ser preocupantes, afirmou Spergel:

Espero ansiosamente para ver estes resultados confirmados ou refutados por mais experiências durante os próximos dois anos

Resumindo: nada foi provado, e como tal, ainda não existem evidências directas para a inflação do Big Bang – o que implica que aqueles que aceitam o Big Bang ainda o fazem com base na sua fé cega.

SEGUNDO: Evidências conclusivas duma inflação não iriam, mesmo assim, confirmar o Big Bang. Usando as palavras dum repórter científico citado nos artigos listados em cima, “Não há forma alguma de sabermos exactamente o que aconteceu há cerca de 13,8 mil milhões de anos atrás, quando o nosso universo apareceu.

[Mesmo com esta admissão, note-se o viés claro em favor do Big Bang, como se a sua veracidade fosse um facto confirmado, mesmo quando a mesma repórter admite no seu artigo que a descoberta em questão é a primeira evidencia directa alguma vez encontrada para as ondas gravitacionais, e mesmo estes resultados "têm que ser vistos com cepticismo."]

Einstein previu a existência de ondas gravitacionais (a alegada descoberta mais recente) na sua Teoria Geral da Relatividade há muitos anos (Aron, 2014), bem como a ideia da expansão universal, mas no entanto, um documento de Einstein recentemente descoberto ressalva a sua resistência em torno da teoria do Big Bang, que a dada altura ele qualificou de “abominável” (Castelvecchi, 2014). Embora ele aceitasse a ideia das ondas gravitacionais e a ideia um universo em expansão, mesmo assim ele hesitou em subscrever a Teoria do Big Bang.

Portanto, claramente o Big Bang não é a inferência necessária para as ondas gravitacionais; podem existir outras causas para essas mesmas ondas. Não é de admirar que a revista “New Scientist” tenha publicado uma lista de cientista que eram cépticos e até duvidosos da veracidade do Big Bang (Lerner, 2004) — uma lista que desde então aumentou de tamanho devido à inclusão de centenas de cientistas. (“An Open Letter…,” 2014).

Resumindo, a descoberta da existência de ondas gravitacionais nada nos diz sobre o que realmente ocorreu no princípio, e na verdade, existem muitas outras causas possíveis para além da inflação. Consideremos o seguinte exemplo: se uma criança de três anos entra na cozinha e come algumas batatas fritas, é bem provável que se encontrem migalhas no chão da cozinha. Há migalhas no chão da cozinha. Logo, uma criança de 3 anos entrou na cozinha e comeu as batatas fritas que lá se encontravam. É mesmo?

Embora a existência de ondas gravitacionais e da inflação tenham que existir se o Big Bang está certo, o posto não acontece: a inflação não implica imediatamente que a o Big Bang está certo.

Para além disso, o modelo Criacionista não exclui a ideia dum universo em expansão. Deus pode ter criado o universo de tal forma que a expansão ocorra. No entanto, a ideia de que o universo se encontrava condensado numa pequena bola, que explodiu, inflacionou rapidamente a uma velocidade acima da velocidade da luz, e depois de milhares de milhões de anos se modificou para o universo que hoje temos, repleto com complexidade e
vida, claramente contradiz as Escrituras (Génesis 1; Êxodo 20:11). A expansão universal, no entanto, ou a existência de ondas gravitacionais, não contradiz a Criação.

Na verdade, o conceito da expansão pode muito bem ser exactamente o que é aludido em Isaías 40:22, 44:24, Salmo 104:1-2, e Zacarias 12:1. A palavra Hebraica traduzida para “estender os céus” (em alusão à actividade Divina nos céus) usada em Isaías 40:22, por exemplo, é um particípio activo que, segundo os estudiosos da língua Hebraica, indica “um estado de actividade contínua” – implicando que o estender dos céus pode ainda estar a acontecer nos dias de hoje (Weingreen, 1959, p. 66). Enquanto que Isaías compara a actividade de Deus com o estender duma tenda para lá se passar tempo e o esticar duma cortina, os cosmólogos que actualmente descrevem a expansão, descrevem-na como algo parecido ao esticar dum balão – um conceito muito parecido com o de estender uma tenda.

Conclusão:
O Big Bang não foi confirmado. E mais, ele não pode ser confirmado porque (1) a natureza do Big Bang impossibilitam que ele seja algum dia verificado, e (2) uma ideia falsa não pode logicamente ser provada. E o Big Bang já foi demonstrado como sendo cientificamente falso (May, et al., 2003).

Para além disso, um Criador Sobrenatural é Necessário para a equação, e o naturalismo, incluindo a Teoria do Big Bang, não aceitam a presença do Criador (Miller, 2013). Na verdade, Deus já nos disse que o universo foi criado, e essa criação não foi através duma explosão cósmica. E Ele disse-nos na Bíblia como aconteceu – e a Bíblia já se provou como sendo a Sua Palavra Inspirada. Se vem de Deus, então tem que estar certa, e a ciência – a verdadeira ciência – nunca irá contradizer a Palavra do Criador

(Referências na fonte.)

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5 evidências de que o ateu é uma pessoa infeliz

Sempre que encontramos ateus notamos imediatamente a raiva que eles exibem e a hostilidade sobrepujante que eles nutrem pelas pessoas que não pensam como eles. Isto não só pode ser um testemunho para o facto deles se encontrarem infelizes dentro da sua visão do mundo, como também pode ser uma evidência de que não se pode ter uma vida feliz e consistente dentro da visão do mundo ateísta.

E porque é que os ateus não são pessoas felizes?

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Descoberta sugere que interior da Terra tem tanta água como todos os oceanos juntos

Cientistas da Universidade de Alberta, Canadá, encontraram a primeira amostra (com origem na Terra) de um mineral rico em água, conhecido por «Ringwoodite», com cerca de 1,5% de água na sua composição.

Outras amostras deste mineral já tinham sido descobertas em meteoritos que caíram no nosso planeta.

Agua_Interior_TerraA equipa, liderada por Graham Pearson, estima que existam enormes reservas de água a cerca de 410 a 660 quilómetros de profundidade na Terra, entre o manto superior e o manto inferior, na denominada «zona de transição».

Pearson, especialista em diamantes, diz que esta zona, onde aquele mineral será abundante, conterá tanta água como todos os oceanos do mundo somados.

Publicado na Nature, o estudo indica que a equipa encontrou a primeira amostra do mineral num diamante em 2008, na área de Juina, Mato Grosso, Brasil.

Tratava-se de um diamante acastanhado, aparentemente sem valor. Só mais tarde é que as análises confirmaram que continha amostra de ringwoodite, a primeira encontrada de origem terrestre.

Diamante_RingwooditeDe acordo com o líder do estudo, a descoberta vem confirmar cerca de meio século de investigações dos geofísicos, sismólogos e outros cientistas que estudam o interior da Terra.

O achado deita por terra uma velha discussão, sobre se a zona de transição é «seca como um deserto».

«Uma das razões por que a Terra é um planeta tão dinâmico prende-se com a presença de água no seu interior», explicou Pearson. «A água muda todos os aspectos sobre como um planeta funciona», sublinhou, citado pelo International Business Times.

Fonte

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Este tipo de informação é bastante relevante, especialmente se levarmos em conta que o Dilúvio de Noé foi maioritariamente causado por águas provenientes do sub-solo (e não de chuvas, como pensam alguns evolucionistas Biblicamente ignorantes).

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Pesquisadores estudam movimento de cobra voadora para desenvolver mecanismo de energia eólica

Cobra_Voadora2Pesquisadores da Universidade George Washington, dos Estados Unidos, estão desenvolvendo um estudo para tornar a geração de energia eólica mais eficiente, a partir do movimento de cobras voadoras, que planam por até 30 metros.

O trabalho foi idealizado pela professora de engenharia mecânica e espacial Lorena Barba.

Sua equipe utiliza softwares para analisar a aerodinâmica das cobras e gerar gráficos, para que os movimentos sejam avaliados detalhadamente. “A esperança é de que ao entender esse mecanismo aerodinâmico, então talvez possamos encontrar outras aplicações em que ele seria útil”, afirma a Dra. Barba.

Não é impossível pensar que nossa compreensão sobre esse movimento em particular poderia nos levar, por exemplo, a criar um tipo diferente de fluxo de ar ideal para a captação de energia ou de uma nova turbina eólica, quem sabe”, completa.

Cobra_Voadora

Fonte

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Toda a linguagem usada nesta notícia é linguagem de programação e engenharia (“software”, “mecanismo”, “captação de energia”, etc) mas os sábios evolucionários rapidamente nos informam que o uso de linguagem de engenharia e programação – em referência aos sistemas biológicos – é uma “ilusão” ou uma “convenção entre os cientistas”.

É bem mais lógico aceitar que a teoria da evolução é a tal “ilusão” e “convenção” entre os biólogos, do que aceitar as formas de vida devem a sua origem a processos aleatórios.

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12 Argumentos que os evolucionistas usam para proteger a sua fé

1. A teoria da evolução é um facto

DozeQuando as nossas crenças cardinais estão a ser alvo dum ataque, é muito fácil nós seres humanos usarmos como defesa argumentos tais como: “A minha fé é um facto e a tua está errada.” É precisamente por coisas como esta que não podemos confiar no entendimento humano como forma de explicar o passado não observável – a emoção e o orgulho invariavelmente fazem-se sentir nas posições que são tomadas.

Por mais que os evolucionistas repitam o contrário, a teoria da evolução não é um facto, mas sim um enquadramento conceptual construído a partir de suposições sobre o passado -suposições essas que nunca terão evidências directas, em primeira mão e observacionais.

2. Só as pessoas sem educação é que rejeitam a teoria da evolução.

Para além da arrogância de tal declaração, esta frase não tem pés para se manter e como tal, ela tem que ser rejeitada. Basicamente, aqueles que fazem esta alegação normalmente definem como “pessoas educadas” aqueles que aceitam a teoria da evolução. Qualquer pessoa que discorda, falha neste teste, independentemente das suas qualificações científicas. (Se aceitarmos este argumento, seremos levados a concluir que Sir Isaac Newton era uma pessoa sem “educação” visto que ele era um criacionista).

Existem várias listas de pessoas academicamente bem formadas que olham para a Bíblia para as respostas sobre as nossas origens. Para além disso, podemos ressalvar a falta de formação científica por parte de Darwin (as suas qualificações eram em Teologia). Mas o que é importante reter aqui é que a formação académica – ou a falta de uma – não garantem a validade das posições que as pessoas tomam em relação ao passado não observável.

3. Evidências sobrepujantes provenientes de todos os ramos da ciência confirmam a teoria da evolução.

A ironia, claro está, é que durante muitos séculos, antes do tempo de Darwin, a maioria dos cientistas mantinha a posição exactamente oposta: as “evidências” confirmavam o criacionismo. O que foi que mudou? Não foram as evidências, obviamente. O que mudou foi o ponto de partida dos cientistas (da Bíblia, a Palavra de Deus, para o humanismo, a palavra dos homens).

Os criacionistas continuam a olhar para tudo à luz da Palavra de Deus e todas as evidências estão de acordo com a descrição Bíblica das nossas origens. Na verdade, não há ponto de partida “neutro”; todas as pessoas – consciente ou inconscientemente – interpretam os “factos” segundo a sua forma particular de pensar (isto é, segundo a sua visão do mundo).

4. Duvidar da teoria da evolução é como duvidar da lei da Gravidade

Porque é que este argumento está errado? É simples de ver o porquê. Peguem num lápis e segurem-no no ar. Depois deixem-no cair no chão. Isso é a gravidade em acção. Depois disso, tentem transformar uma forma de vida unicelular numa cabra. Nós esperamos enquanto vocês fazem isso…….. Conseguiste? Não? Tal como podes ver, existe uma diferença fundamental entre a ciência operacional, que pode ser testada através de experiências duplicáveis, e a ciência histórica, que não pode ser repetida.

5. Duvidar da teoria da evolução é como acreditar que a Terra é plana

Ironicamente, a Bíblia descreve a Terra como arredondada e a pairar no espaço – muito antes disso poder ser directamente observado (Jó 26:10, Isaías 40:22). O apelo desta alegação é que ela cria um estereótipo dos criacionistas como pessoas que ficaram presas no passado. visto que a suposição comum é a de que, de modo global, as pessoas do passado acreditaram que a Terra era plana até que a ciência “provou” o contrário – o que é mentira visto só algumas poucas pessoas realmente acreditavam que a Terra é plana.

Mas mesmo que isso fosse verdade (não é), as observações directas e duplicáveis  demonstram que a Terra orbita à volta do Sol. As histórias evolutivas em torno dos fósseis não são observações directas mas sim crenças fundamentadas em suposições ainda-por-confirmar.

6. A vida existe, logo ela deve ter evoluído.

Uma conclusão não prova que as premissas são verdadeiras. Isto é, se a resposta é “quatro”, podemos chegar a este número das mais variadas formas (2+2, 5-1, 6-2, etc). Semelhantemente, os evolucionistas assumem que, uma vez que certos traços e certas espécies existem, então isso é uma evidência e favor da evolução porque é dessa forma que as coisas devem ter acontecido. No entanto, este argumento é auto-reflexivo e inútil.

Por outro lado, a Bíblia oferece um enquadramento mais sólido sobre a forma como esses animais vieram a existir.

7. A selecção natural é evolução

Muito provavelmente este é o argumento mais abusado da lista – e aquele que mais precisa de ser esclarecido. Com relativa frequência os evolucionistas enganam as pessoas mostrando-lhes uma modificação genética, que mais não é do que uma instância de selecção natural, saltando depois para a alegação de que essa modificação “prova” que as moléculas evoluíram para seres humanos.

No entanto, isto é bastante enganador. A selecção natural, tal como confirmado pelos próprios evolucionistas, não tem o poder de gerar nada de “novo”. Os processos biológicos que já foram observados só operam sobre características que já existem de modo a que alguns membros da espécie sejam mais susceptíveis de sobreviver. Na verdade, a selecção natural é parte fundamental da cosmovisão Bíblica.

8. Design comum significa descendência comum.

A descendência comum histórica não é e nem pode ser confirmada através de observações; em vez disso, algumas observações são explicadas assumindo-se coisas sobre o passado. Pode-se acrescentar, no entanto, que estas observações têm explicações alternativas.

Arquitectura corporal comum (homologia), por exemplo, não provam uma descendência comum; isso é uma suposição. Um Designer Comum para formas corporais comuns também Se enquadra com as evidências e provavelmente de uma forma ainda melhor.

9. Camadas de sedimentos mostram milhões de anos de actividade geológica.

As camadas sedimentares mostram uma coisa: camadas sedimentares. Por outras palavras, podemos – e devemos – estudar as rochas mas a alegação de que as rochas “provam” de que a Terra deve ter milhares de milhões de anos ignora um ponto importante: tal interpretação fundamente-se numa pilha de suposições. Quando começamos com a Bíblia e examinamos as rochas dentro do paradigma do Dilúvio global, a necessidade das longas eras (milhões de anos) desaparece.

10. As mutações guiam a evolução.

Provavelmente devido aos filmes e à ficção, a ideia popular é a de que as mutações produzem evolução. Com o tempo suficiente, reza a lenda, alterações no código genético irão produzir toda a variedade de plantas e animais na Terra. O problema com esta forma de analisar os dados biológicos é que as mutações são incapazes de produzir o tipo de alteração que a evolução exige – nem de perto nem de longe.

Algumas mutações podem conferir algum tipo de vantagem ao organismo (por exemplos, baratas de ilhas ventosas que perdem as asas e a capacidade de voar), mas virtualmente todas as outras mutações vêm com um custo.

11. O Julgamento de Scopes.

Más-concepções em torno do julgamento de Scopes são bem abundantes. Normalmente, a descrição dos eventos é algo do tipo: Fundamentalistas Cristãs intolerantes prenderam um inocente professor de biologia que batalhava em favor da liberdade científica, e embora eles (os Cristãos) tenham vencido a batalha legal, eles perderam a perderam a percepção publica do debate em favor da apresentação bem fundamentada da defesa.

Graças à peça “Inherit the Wind”, esta percepção comum – mas totalmente errada – dos eventos continua a ser usada contra os criacionistas, mas a verdadeira história por trás do mito é totalmente diferente.

12. Ciência versus religião.

As histórias mediáticas prosperam com o conflito e com a intriga, e um tema comum apresenta a ciência e a religião como forças opositoras – a razão a batalhar contra a revelação Divina draconiana. Este tipo de metodologia captura a atenção das pessoas mas é totalmente ilusória.

Muitos ateus e humanistas são contra o Cristianismo Bíblico, mas o mesmo não pode ser dito da relação entre a ciência e o Cristianismo. (Afinal, a verdade da ressurreição do Salvador e a Inerrante Palavra de Deus colocam um mordaça na crença de que Deus não pode existir.) No entanto. a ciência, como uma ferramenta de pesquisa, funciona muito bem e (na verdade) ela exige a existência dum universo criado por Deus. Afinal, se Deus não existe, não há motivo para se fazer ciência.

Fonte

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Ciência gerada por computador

Por Michelle Starr

ComputadorA Springer e a IEEE irão remover mais de 120 publicações científicas dos seus serviços de subscrição depois dum pesquisador ter descoberto que eles eram artigos gerados por computador sem qualquer tipo de sentido. Para as pessoas comuns, olhar para artigos cientificos pode ser um exercício de humildade. Nós sabemos a maior parte das palavras lá contidas, e certamente que elas, de alguma forma, fazem sentido, mas as pesquisas com conceitos mais apurados usam, por necessidade, uma linguagem mais complicada.

Aparentemente, nem mesmo os editores destes artigos científicos tão hábeis como nós pensamos que são, quando se trata de apurar o significado de certos termos, como revelou um pesquisador. O cientista da computação Cyril Labbé (Joseph Fourier University in Grenoble, França) passou dois anos a examinar artigos de pesquisa que haviam sido publicados, e descobriu que artigos gerados por computador foram usados em mais de 30 conferências, e mais de 120 forma publicados por instituições de publicação – mais de 100 pelo “Institute of Electrical and Electronic Engineers” (IEEE) e 16 pela Springer.

Os artigos foram gerados por um software gratuito chamado SCIgen, desenvolvido em 2005 por cientistas do MIT. O programa SCIgen gerou de modo aleatório artigos que não faziam sentido algum, recheados com gráficos, diagramas e citações, e o seu propósito era o de demonstrar a forma como as conferências facilmente aceitam documentos sem nexo.

Labbé, que construiu um site que permite aos utilizadores que verifiquem se um artigo foi gerado usando o programa, disse que não sabia o porquê dos artigos terem sido submetidos. A maior parte das conferências ocorreram na China, e muitos dos artigos citaram autores genuínos, havendo a hipótese de alguns deles saberem ou não saberem a forma como os seus nomes foram usados. Um dos autores alegou que havia criado o artigo para testar a conferência.

Ambas as casas de publicação retiraram os artigos em questão, embora algumas questões permaneçam. Ruth Springe, Chefe de Comunicações da Springer para o Reino unido e pessoa que está a percorrer estas questões, não só tentou entrar em contacto com os autores, como notou que as conferências em questão eram, de facto, revistas por partes, o que coloca em causa o processo actual. A IEEE, no entanto, recusou-se a comentar.

A pesquisa de Labbé foi publicada num artigo com o título “Publicações duplicadas e falsas na literatura científica: Quantos artigos da SCIgen existem na ciência computacional? ["Duplicate and fake publications in the scientific literature: how many SCIgen papers
in computer science?"] 

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Na verdade, levando em conta o facto deles terem demonstrado que a revisão por pares é um filtro virtualmente ineficiente, e que a “ciência publicada” não é indicio de que o que foi publicado não é ficção, muito menos um reflexo de ciência genuína, é razoável afirmar que as coisas sem sentido geradas informaticamente eram de maior utilidade científica de que as publicações científicas comuns (atenção evolucionistas!).

Da forma como as coisas estão nos dias de hoje, é hilariante ver alguém apelar à ciência como forma de estabelecer um ponto – pior ainda para quem se apoia no cientificamente irrelevante “consenso científico” para tentar, sem sucesso, desacreditar o Criacionismo.

Via

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ADN refuta mais uma mitologia evolucionista

Por Jeffrey Tomkins

Neandertal1O estudo de ADN antigo (aDNA) é, actualmente, uma das áreas com maior actividade dentro do campo da genómica, com cada vez mais pesquisadores a envolverem-se na “luta”. Apesar do facto de existirem ainda muitos problemas na área, muitos artigos de pesquisa novos estão actualmente a alegar que os cientistas podem agora detectar e estudar a sequência genómica do Neandertal presente nas bases de dados de ADN de humanos modernos usando apenas ferramentas electrónicas.1,2

O consenso entre os pesquisadores seculares da disciplina em torno das origens humanas é que os Neandertais representam um grupo antigo de humanos que – apesar de algumas controvérsias iniciais em favor do contrário – se acredita hoje terem cruzado de forma bem constante com outros seres humanos por toda a Europa e algumas partes da Ásia. A aceitação desta ideia foi o que levou vários grupos de pesquisa diferentes a desenvolver metodologias electrónicas que alegadamente iriam desentocar as variadas e díspares regiões de ADN introgressadas no genoma dos humanos modernos.

Em dois estudos recentes, ambos os grupos de pesquisas enveredaram por caminhos ligeiramente diferentes; um dos grupos usou a estratégia duas-etapas. Na primeira etapa, eles tentaram mapear as áreas do genoma humano sensível à variação entre os grupos de pessoas globais modernos. Depois disso, eles compararam estas regiões com o genoma de referência dos Neandertais e determinaram se haviam sido encontradas semelhanças que vão para além do acaso. Na sua conclusão eles declararam que “35-70pct [porcento] do genoma dos Neandertais ainda persiste no ADN dos humanos actuais.”1

O segundo grupo combinou três fontes diferentes de variações genéticas para identificar padrões da alegada linhagem do Neandertal. Tal como o estudo prévio, eles utilizaram também sequência genómica do ADN do Neandertal como referência. Se todas as 3 fontes da variabilidade retornassem com um resultado positivo, e estivesse de acordo com o Neandertal, então o segmento seria demarcado como sendo com origem nos Neandertais. Tal como no outro estudo, eles fizeram isto para todas as variações do genoma humano representado por todo o globo. O compromisso deste grupo com a persistência do genoma do Neandertal a permanecer nos humanos modernos era menor, mas eles disseram que, “identificamos vários alleles derivados dos Neandertais que conferem o risco de doenças, sugerindo que os alleles do Neandertal continuam a moldar a biologia humana.“2

Embora estes estudos demonstrem a amplamente propagada mistura do ADN do Neandertal nos mais variados níveis entre os humanos modernos, existem vários problemas com estes estudos. O primeiro é que o nosso conhecimento do genoma do Neandertal baseia-se apenas em alguns indivíduos – só um deles era completo e com uma sequência genómica bem desenvolvida.3 Como é que se pode usar a sequência de ADN de apenas um ou de apenas alguns indivíduos para se fazerem declarações estatísticas com um alcance sobre os genomas modernos dos humanos espalhados por todo o globo?

O segundo problema é que os pesquisadores tiveram que usar múltiplos modelos estatísticos e posteriormente aplicar a metodologia da “regra da maioria” para decidir qual dos resultados era válido e quais é que não eram. Claramente, houve muitos casos onde a decisão em torno do segmento do ADN poderia ter pendido para qualquer dos lados – mostrando claramente que tudo isto era ADN humano.

Do ponto de vista criacionista, estes estudos acrescentam muito pouco as já de si claras evidências genéticas que demonstram que os Neandertais nada mais eram que outra variação na linhagem humana derivada dos 8 indivíduos que sobreviveram o Dilúvio Global, tal como registado no Livro de Génesis. Visto que os restos destes seres humanos arcaicos se encontram em locais de enterro nas cavernas e não em sedimentos de inundação, podemos desde logo inferir que a sua idade não é maior do que 4,000 anos – e não os 40,000 anos tipicamente atribuídos pelos evolucionistas.

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