A origem da vida e a teoria da evolução

Peixe_AteuA teoria da evolução é actualmente a religião secular, e ela tem a sua história da criação (abiogénese), os seus livros sagrados (“A Origem das Espécies”, “The God Delusion”), o seu sacerdócio (Charles Darwin, Richard Dawkins) seminários (universidades), e as suas casas de adoração (as “mega-igrejas” ateístas ).

Uma alegação frequentemente feita é de que o debate em torno da teoria da evolução acabou; a teoria está confirmada para além do que é possível disputar. O problema com a teoria da evolução é que os evolucionistas (especialmente os evolucionistas ateus) não conseguem explicar a origem da matéria, da informação organizada e de entidades imateriais tais como o amor, a compaixão e a moralidade – coisas que tornam o ser humano único.

Uma coisa é alegar que há 95% de semelhança entre o ADN do ser humano e o ADN dos chimpazés, “provando” desde logo a ancestralidade comum, mas outra coisa é fazer um estudo científico que demonstra como foi que a matéria e a vida surgiram de modo espontâneo a partir do nada. Uma reportagem recente expôs o problema fundamental das origens evolutivas e ateístas:

Durante a semana passada pesquisadores da Cornell University publicaram um estudo onde alegam que o barro ajudou a que vida espontaneamente se gerasse da matéria inanimada há milhões de anos atrás. Na Quinta-Feira [7 de Janeiro de 2013] cientistas afiliados com a Cornell University emitiram uma declaração  detalhando os resultados da nova pesquisa relativa ao desenvolvimento inicial da vida, também conhecida por “abiogénese”. Na declaração, os pesquisadores sugeririam que o barro foi um ingrediente-chave quando (segundo os pesquisadores) a vida espontaneamente emergiu de matéria sem vida nos anos iniciais da Terra.

A pergunta mais óbvia é: “De onde veio esse barro”? Notem também nas palavras “abiogénese“, “espontaneamente”, e “geração espontânea“.

No ano de 2010, Stephen W. Hawking, juntamente com Leonard Mlodino, alegou que as leis da física permitem que o universo se tenha criado a si mesmo . . . a partir do nada. No seu livro “The Grand Design”, Hawking declara:

Uma vez que existe uma lei chamada de gravidade, o universo pode e irá se auto-criar do nada. A criação espontânea é o motivo pelo qual algo existe em vez do nada, e o motivo pelo qual o universo existe, e nós existimos.

Uma “lei”? “Auto-criar do nada”? “Geração espontãnea”? Onde estão as experiências que confirmam as alegações que Hawking atribui à física? A primeira coisa que um estudante de biologia aprende é que a geração espontânea NÃO ocorre.

Tudo o que Hawking está a fazer é teorizar; uma vez que ele é um cientista de renome cujas especulações estão de acordo com o que ateístas querem e precisam de acreditar de modo a que a sua visão do mundo teoricamente funcione, muitas pessoas estão dispostas a acreditar no que ele diz, apesar da ausência de evidências. “Stephen Hawking disse, eu acredito, assunto encerrado.”

As especulações de Hawking tornaram-se em escrituras sagradas seculares. Dawkins escreveu:

 Darwin expulsou Deus da biologia, mas a física permaneceu mais incerta. No entanto, actualmente Hawking está a administrar o coup de grace.

Nenhuma experiência foi disponibilizada para confirmar as palavras de Hawking, e nem o que Dawkins alegou. Os sacerdotes da Igreja Sem-Deus falaram, e isso é suficiente para os crentes [ateus].

Quando os cientistas [ateus] conseguirem provar cientificamente de que o barro e a vida orgânica surgiram de modo espontâneo, e evoluíram através de passos imperceptíveis através dos milhares de milhões de anos, então eles poderão ser capazes de se afirmar como cientistas genuínos. Até então, eles nada mais são que feiticeiros com formação extraordinariamente avançada sem uma varinha mágica.

Fonte: http://ow.ly/y2UUy

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Não deixa de ser bem revelador o facto dos evolucionistas ateus afirmarem que “a teoria da evolução e a origem da vida são assuntos separados”, mas todos eles tentarem de alguma forma provar *uma única* versão da origem da vida, nomeadamente, a versão da origem da vida que depende do mesmo naturalismo que serve de base para a teoria da evolução.

Quando um evolucionista ateu firma que a origem da vida é um tópico distinto da evolução biológica, o que ele está a admitir é que o seu naturalismo falha como explicação para a origem da vida. Nós sabemos disso porque se o naturalismo tivesse sido bem sucedido em explicar a origem da vida, os evolucionistas ateus tudo fariam para associar esse sucesso  à teoria da evolução.

Uma coisa para os intelectualmente contraditórios “evolucionistas teístas” têm que explicar: o que é que Dawkins quis dizer com “Darwin expulsou Deus da biologia”? Não é isso uma evidência bem forte de que o propósito *único* da teoria da evolução é “expulsar Deus da biologia”, isto é, remover Deus do papel de Criador?

Se assim é, de que forma é possível defender o “evolucionismo teísta” quando o propósito únicos da teoria da evolução é confirmar o evolucionismo ateísta? De que forma é que é possível um Cristão defender o evolucionismo quando o objectivo dessa ideologia é destruir o Cristianismo? Os próprios ateus são bem claros em relação aos propósitos da teoria da evolução, e do porquê o termo “Cristão evolucionista” ser contraditório:

O Cristianismo lutou, ainda luta, e continuará a lutar desesperadamente contra a ciência devido à teoria da evolução, porque a teoria da evolução destrói por completo, e de forma final, a razão pela qual a vida terrena de Jesus era necessária. Se destruirmos Adão e Eva e a história do pecado original, nos destroços encontraremos os restos triste do Filho de Deus. Se Jesus não é o Redentor que morreu pelos nossos pecados, e isso é o que a teoria da evolução ensina, então o Cristianismo não é nada. (G. Richard Bozarth, ‘The Meaning of Evolution’, American Atheist, p. 30. 20 September 1979)

Resumindo:

1. A origem da vida faz parte da teoria da evolução;
2. Todos os modelos relativos à origem de vida evolutiva falharam;
3. Os ateus apercebem-se disso e tentam (sem sucesso) separar uma da outra;
4. Embora eles aleguem que “são tópicos distintos”, os ateus tentam confirmar a abiogénese nos seus livros evolucionistas;
5. Essa confirmação (da abiogénese) seria um arma em favor do ateísmo, tal como dito pelos próprios evolucionistas;
6. Dado isto, o “Cristão evolucionista” é alguém que vive uma contradição gritante.

Os ateus nunca irão encontrar evidências em favor da abiogénese e da sua “filha”, a teoria da  evolução, porque nem uma nem a outra ocorreram.

“Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.”
Jeremias 27:5

Deus1

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Quando chegará a vez dos evolucionistas?

Avanti azzurri! Para grande choque e horror dos cientistas mundiais, a Itália acusou 7 “peritos” de negligência criminal:

Um tribunal Italiano condenou 7 cientistas e peritos de homicídio involuntário por não terem avisado de modo adequado os cidadãos antes do terremoto de 2009 no centro da Itália, que matou mais de 300 pessoas. O tribunal de L’Aquila sentenciou também os réus a seis anos de prisão. Cada um dos condenados faz parte da “Great Risks Commission” Italiano.

Cientistas de todo o mundo qualificaram o tribunal de “ridículo”, alegando que a ciência não tem forma fiável de prever os terremotos.

Entre os condenados estavam presentes alguns dos mais proeminentes e respeitados sismólogos e especialistas geológicos, incluindo Enzo Boschi, antigo líder do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia. “Estou deprimido e desesperado“, disse Boschi depois do veredicto. “Pensei que seria ilibado. Ainda não entendo o porquê de ter sido condenado.”

O julgamento teve início em Setembro de 2011 nessa povoação Apenina, cujo devastado centro histórico ainda se encontra como uma zona fantasma. Os réus foram acusados de dar “informação inexacta, incompleta e contraditória” em relação aos pequenos tremores sentidos pelos residentes de L’Aquila semanas e meses antes do terremoto de 2009, que deveriam ter sido suficientes para se darem avisos de terremoto.

Terremoto_AquilaO terremoto de magnitude 6.3 matou 308 pessoa dentro e nas zonas circundantes desta povoação medieval, forçando os sobreviventes a viver em tendas durante meses.

Fonte: La responsabilità della scientista

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Sem dúvida que isto é muito informativo e curioso de se notar: é-nos dito de forma religiosa (até por pessoas que comentam neste blogue) que a ciência está estabelecida (isto é, que “acabou o debate”) e que o conhecimento e a autoridade dos “cientistas” é suficiente para que se alterem leis, se especifiquem o que deve ser dito dentro das salas de aulas, e se ditem quais as intrusões económicas e intrusões à nossa liberdade que têm que ser feitas (senão morremos todos!)

No entanto, mal esses mesmos cientistas são responsabilizados pelo que dizem e fazem, o disco é rapidamente mudado e “a ciência já não é assim tão fiável”. Ou seja, a ciência é suficientemente fiável para dizer o que (alegadamente) ocorreu há “milhões e milhões de anos atrás” (talvez), mas não é suficientemente fiável para alertar as pessoas que os pequenos tremores que elas já  sentem há alguns meses pode ser indício dum tremor de Terra maior num futuro não muito distante.

Esperamos ansiosamente pelo dia em que os defensores do “aquecimento global” sejam igualmente responsabilizados pelo total falhanço dos seus modelos predictivos.

Os biólogos evolucionistas, infelizmente, estão seguros porque a teoria da evolução não tem qualquer tipo de modelo predictivo.

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A cegueira dos evolucionistas

E fecharam seus olhos
Para que não vejam com os olhos,
Mateus 13:15

Biomimetica_AranhaO ramo da biomimética (a cópia dos sistemas biológicos) está a começar a obter um aumento de financiamento à pesquisa à medida que os cientistas um pouco por todo o mundo reconhecem o seu potencial. Num artigo com o título de Scientists Taking Cues From Nature, o escritor da Associated Press Greg Bluestein ressalvou que muitos cientistas começam a olhar para a biomimética como forma de os ajudar a resolver problemas complexos – tais como fazer os robôs bípedes andar de uma forma mais fluída e menos robótica.

No seu artigo, Bluestein entrevistou Marc Weissburg, o co-director do “Tech’s Center for Biologically Inspired Design” (na Geórgia), e nos seus comentários, este último sugeriu que a evolução é responsável pelas espantosas capacidade que encontramos no mundo natural:

– Se olharmos para os organismos como produtos, todos os maus produtos foram recolhidos. Aqueles que sobreviveram evoluíram durante os milhões de anos. (Bluestein, 2006).

Weissburg comentou também sobre as superiores capacidades que os sistemas biológicos suportam quando estes sistemas são comparados com aqueles que os seres humanos criam:

Mostrar como os organismos são muito melhores a fazer as coisas realmente cativa a nossa imaginação. O mundo natural não desperdiça energia, nem acumula enormes quantidades de toxinas e nem produz materiais em número superior àquele que ele usa. (Bluestein, 2006).

Mas parece que Weissburg, tal como muitos dos seus colegas evolucionistas, não se apercebeu das implicações consequentes do trabalho que ele faz. Se cientistas brilhantes passam décadas das suas vidas a tentar identificar e imitar o design superior encontrado no mundo natural, então um Intelecto Consciente – o Designer da natureza – deve ter um Intelecto superior ao intelecto dos cientistas que tentam imitar o Seu sistemas.

Ironicamente, a última frase do artigo de Bluestein é uma citação de Weissburg onde este último diz:

Todos os organismos encontram-se projectados para resolver um problema.

Como é que uma pessoa pode fazer tal declaração sem se aperceber do facto de que, se todos os organismos encontram-se “projectados”, então esse projecto exige um Projectista? Weissburg tem toda a razão quando diz que todos os organismos encontram-se projectados para resolver um problema.

Um dos propósitos principais dos organismos complexos que Weissburg e os seus colegas cientistas se encontram a estudar é provar para tais homens que existe Um Intelecto Superior. Todos aqueles que erram ao não fazerem a ligação ajustada entre o nosso magnífico mundo e o Designer desse mundo irão, por fim, ficar “inescusáveis” (Romanos 1:20)

Fonte:  “Taking Cues from Nature’s Designer” * http://bit.ly/1oq4RJG

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Deus_Arvore_MaoO facto das evolucionistas poderem falar em “design” e “projecto” em referência aos organismos, ao mesmo tempo que rejeitam a Mão de Deus como o Criador desses sistemas, revela de forma cabal que a cegueira evolucionista é propositada. O evolucionista ateu não quer ver o que está à sua frente porque ele está ciente das implicações teológicas.  O que o   impede de ver a verdade não é a deficiência intelectual mas a resistência ideológica a tudo o que possa de alguma forma significar submissão ao Deus da Bíblia.

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Será que Darwin cometeu a maior fraude da história da ciência?

Nossos pais herdaram só mentiras e vaidade
em que não havia proveito.
Jeremias 16:19

Depois de passar anos a cruzar a informação relativa aos trabalhos de Charles Darwin (1812-1882) com os de Patrick Matthew (1790-1874), como forma de saber se Darwin havia “emprestado” a teoria da selecção natural para o livro “A Origem das Espécies”, Mike Sutton (perito em criminologia na “Nottingham Trent University”) concluiu:

Com base na preponderância das evidências, não tenho dúvidas nenhumas de que Darwin leu o material presente no livro de Matthew e replicou a sua [de Matthew] descoberta e os seus temas-chave.

No seu artigo “Será que Charles Darwin ‘emprestou’ a teoria da selecção natural?”, publicado no The Telegraph, relatando as descobertas de Sutton, a correspondente científica Sarah Knapton concluiu que, “Não só Darwin estava ciente do trabalho de Matthew, como emprestou do mesmo de um modo considerável”, provando que “o naturalista [Darwin] mentiu.”

Patrick-MatthewAntes da publicação do livro “A Origem das Espécies” em 1859, Matthew publicou, em 1831, o seu livro “On Naval and Timber Aboration”, que avançou inicialmente com a teoria da selecção natural tendo como base o seu conhecimento das árvores. O ano da publicação do livro de Matthew foi também o ano em que Darwin zarpou pela primeira vez da Inglaterra a bordo do HMS Beagle.

No ano de 1860, e depois de ter lido uma crítica/análise ao livro “A Origem das Espécies” no “Gardeners’ Chronicle”, Matthew enviou imediatamente uma carta à editora, alertando para o facto da teoria de Darwin não ser nada de novo visto que ele havia publicado a essência da mesma teoria no seu livro de 1831. Depois de ler a carta de Matthew, Darwin enviou uma carta a Charles Lyell onde se lia:

Na edição do Sábado passado da “Gardeners’ Chronicle”, um tal de Patrick Matthew publica um longo segmento do seu trabalho presente no livro ‘Naval Timber and Arboriculture’, publicado em 1831, onde ele antecipa, brevemente mas de forma completa, a teoria da Selecção Natural. Eu já encomendei o livro, visto que algumas passagens são relativamente obscuras, mas certamente que é, julgo eu, uma antecipação completa mas não totalmente desenvolvida.

Reconhecendo as contribuições de Matthew, Darwin respondeu através duma carta aos editores da “Gardeners’ Chronicle” explicando:

Reconheço abertamente que o Sr Matthew antecipou em muitos anos a explicação que eu disponibilizei no livro “A Origem das Espécies”, sob o nome de Selecção Natural.

Na terceira edição do livro “A Origem das Espécies” (1861), Darwin reconheceu o trabalho prévio de Matthew, declarando que Matthew “viu claramente . . . o poder total do princípio da Selecção Natural.

Matthew estava livido. Alegando crédito por ter desenvolvido a teoria da selecção natural, Matthew identificou-se como “O Descobridor do Princípio da Selecção Natural” nos seus cartões de negócios. Apesar dos cartões de negócios e as declarações de Darwin, Matthew, juntamente com Alfred Wallace (1823-1913), continuou a fazer parte dos esquecidos dentro da história da selecção natural.

Durante a altura em que Darwin escreveu o seu livro, o livro de Matthew era amplamente conhecido. Até Robert Chambers, autor do livro “Vestiges of Creation” (1844), livro bastante popular em 1859, e Prideaux John Selby, que editou e publicou o famoso artigo de Albert Russel Wallace com o nome de “Sarawak” (1855), em torno a mutabilidade das espécies, deram crédito claro ao livro de Matthew. Depois da história se ter tornado pública no “Gardeners’ Chronicle”, e depois ter sido desafiado, Darwin respondeu afirmando que nunca havia visto o livro de Matthew. Mas Sutton, baseando-se nas evidências, disse o seguinte a Knapton:

 Na minha opinião, Charles Darwin cometeu a maior fraude científica da História, das que se tem conhecimento, ao plagiar por inteiro a hipótese da selecção natural de Matthew, a sua terminologia, as suas observações e as suas explicações criativas. Sem Patrick Matthew, o livro “A Origem das Espécies” nunca teria sido escrito. Matthew, e não Darwin, deveria ser celebrado como o descobridor da teoria unificadora da biologia, e o solucionador da origem das espécies.

Sutton continua:

Ao contrário do que os autores de milhares de livros escolares e livros eruditos têm vindo a afirmar durante estes últimos 154 anos, o descobridor original da lei da selecção natural deve ter influenciado Alfred Russel Wallace e Charles Darwin com o seu trabalho publicado previamente. A descoberta, na ciência, raramente é um jogo da soma zero. No entanto, tanto Darwin como Wallace alegaram nenhum conhecimento prévio da publicação precedente do trabalho de Matthew depois de o terem replicado 27 anos mais tarde. A comunidade científica credulamente acreditou neles durante os últimos 154 anos.

Será que isto tem alguma importância?

À medida que a origem do princípio fundamental de Darwin, “Por Meio da Selecção Natural”, é alvo de crítica crescente, também o é a própria relevância da selecção natural – até mesmo dentro da indústria evolutiva. A história da selecção natural como o “meio” [mecanismo] através do qual ocorre a origem das novas espécies tem sido tortuosa. Por altura da publicação do livro “A Origem das Espécies”, Darwin foi desafiado até pelos seus colegas, incluindo Charles Lyell e Joseph D. Hooker. Na sua autobiografia, Darwin ressalvou:

Lyell e Hooker, embora eles me ouvissem com interesse, nunca pareciam estar de acordo. Tentei uma ou duas vezes explicar a homens capazes o que é que eu queria dizer com Selecção Natural, mas sem dúvida alguma, falhei.

O professor John Beatty (Universidade de British Columbia) comenta:

Lyell acusou Darwin de “deificar” a selecção natural ao atribuir a ela o tipo de criatividade que deveria ser reservada ao Criador.

Desde então, a controvérsia em torno da selecção natural como agente da “Origem das Espécies” continuou por todo o século 20. As contradições em torno da definição própria da selecção natural também não ajudaram. Darwin entrou em contradição consigo mesmo em pelos menos 15 aspectos importantes da selecção natural – tal como detalhado no livro Darwin, Then and Now, the Most Amazing Story in the History of Science (  ).

Passados que estão mais de 150 anos, as críticas à selecção natural chegam-nos até de Richard Dawkins, um dos principais defensores de Darwin:

Como forma de simplificar as coisas, nós falamos das mutações como o primeiro passo do processo Darwiniano, e a selecção natural como o segundo. Mas isto é enganador se isso sugere que a selecção natural fica por perto à espera duma mutação que é ou rejeitada ou adoptada, e depois a espera começa. As coisas podem ter sido desta forma: a selecção natural desse tipo provavelmente funcionaria algures no universo, mas como matéria factual, neste planeta, as coisas não funcionam assim.

Nas palavras de Lyn Margulis:

Darwin foi brilhante ao converter a “selecção natural” num termo “divino”, uma expressão que poderia substituir a palavra “Deus” (…). No entanto. o que é verdadeiramente a “selecção natural”? É o falhanço de se atingir o potencial biótico. E é quantitativo. A Selecção Natural é intrinsecamente um processo de eliminação.

Margulis diz, portanto, que “a selecção Natural ocorre a toda a hora, mas ela é um processo e eliminação” – e não um agente criador responsável pela origem de novas espécies.

A alegação de Darwin de “descendência com modificação” como algo causado pela selecção natural é uma falácia linguística.

Fazendo essencialmente a mesma alegação, o professor James Shapiro da Universidade de Chicago, reconhece:

É importante notar que a selecção [natural] nunca levou à formação duma espécie nova como postulou Darwin.

Isto leva-nos a ver que, no século 21, a selecção natural ou é vista com um agente eliminador, ou é vista como a “força primária de selecção (…) mantendo o status quo”, tal como alegado por Eugene V. Koonin no seu livro “The Logic of Chance, the Nature and Origin of Biological Evolution” (2011).

O geneticista italiano Giuseppe Sermonti alega:

A selecção natural pode muito provavelmente ser invocada como um mecanismo responsável pela sobrevivência das espécies. Mas a alegação de que a selecção natural é criadora de vida, da essência, dos tipos e das ordens da vida, só pode deixar quem ouve chocado e sem reacção.

Em relação à pergunta “Será que isto tem alguma importância?”, a resposta só pode ser uma: Não. Não interessa se Matthew, ou Wallace ou Darwin recebe o crédito pela descoberta da selecção natural visto que, como alega Sutton, é um exercício de futilidade. A guerra em torno da selecção natural acabou e a natureza venceu. Com a exclusão da selecção natural como o “Meio” para a “Origem das Espécies”, e com a ausência de consenso em relação a qualquer outra opção viável conhecida, a aderência à teoria da evolução biológica existe só como um sistema de crença – evolucionismo.

Antigamente, a evolução era uma teoria em crise, mas hoje a evolução é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como um facto filosófico, e não como um facto científico.

Fonte: http://bit.ly/1p4iXMQ

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Resumindo, Darwin “emprestou” de outro pesquisador o princípio que alegadamente causa a origem das espécies, mas alegou nunca ter tomado conhecimento da publicação prévia do livro onde o dito princípio se encontrava (embora esse livro fosse sobejamente conhecido durante o período em que Darwin escreveu o seu livro).

Ou seja o autor da “teoria unificadora da biologia” aparentemente mentiu e viu o seu nome historicamente associado a uma ideia que ele apenas copiou.

Aparentemente o Darwinismo está envolto em mentiras desde que ele foi formulado, e isto não é de surpreender visto que a teoria da evolução é ela mesma uma mentira.

Darwin mentiu duplamente: mentiu ao roubar uma teoria que não lhe pertencia, e mentiu ao conferir à selecção natural um poder que, segundo outros cientistas da altura, pertencia exclusivamente ao Criador.

Darwin é, pode-se concluir, um dos maiores (senão o maior) mentiroso da história da ciência.

“quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso”.

- João 8:44

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Pessoas que frequentam igrejas são, em média, mais simpáticas

Por Simon Smart

Estou pronto a fugir, mas não matem o mensageiro. Eis que nos chegam os resultados: as pessoas religiosas [ed: dentro do contexto ocidental, "religiosas" significa "Cristãs"] são mais simpáticas. Pelo menos é isso que nos diz Robert Putnam, professor de políticas públicas em Harvard.

Descrito pelo Sunday Times de Londres como o “o mais influente académico dos dias de hoje”, Putnam não é um crente religioso. Mais conhecido pela obra “Bowling lone”, livro que fez do “capital social” um indicador-chave duma sociedade saudável, Putnam, juntamente com o seu co-autor David Campbell (um mórmon), entrou no debate em torno da religião na esfera pública com a sua mais recente oferta, “American Grace: How Religion Unites and Divides Us”. O livro emerge logo após duas sondagens maciças e compreensivas terem sido feitas à religião e à vida pública nos Estados Unidos.

O seu achado mais controverso é o de que as pessoas religiosas são melhores cidadãos e melhores vizinhos. Putnam e Campbell escrevem que:

Na maioria das vezes, as evidências sugerem que os Americanos religiosamente envolvidos são mais civis, e em muitos aspectos, são mais “simpáticos”.

Em todas as escalas mensuráveis, os Americanos religiosos são mais generosos, mais altruístas e mais envolvidos na vida cívica do que os seus pares seculares. Eles são mais prováveis de dar sangue, dar dinheiro aos sem-abrigo, ajudar financeiramente os familiares ou os amigos, dar o seu lugar a um estranho, bem como mais prováveis de passar tempo com alguém que “se encontra um bocado embaixo“.

Putnam e a sua equipa entrevistaram 3,000 pessoas duas vezes durante dois, anos, perguntando-lhes uma vasta gama de questões em torno da vida religiosa das pessoas bem
como o seu envolvimento cívico, relacionamentos sociais, crenças políticas, situação económica e perfil demográfico.

A paisagem religiosa é muito diferente na Austrália, mas as informações que temos revelam que os resultados são iguais, Uma reportagem de 2004 feita pelo “Department of Families”, pela “Community Services and Indigenous Affairs”, e pela “Research and Philanthropy in Australia”, apurou que as pessoas que se dizem religiosas são mais susceptíveis de fazer trabalho voluntário do que as outras. Os dados do “Australian Bureau of Statistics” sugerem o mesmo, mas mesmo assim, um estudo local com as dimensões do estudo levado a cabo por Putnam seria interessante.

Putnam afirma que os religiosos não gostam de tudo o que está no seu livro, mas gostam do material. No entanto, apesar do que estou a escrever aqui, não estou a alegar que as pessoas religiosas são melhores que as não-religiosas. Muitos dos meus amigos não têm fé mas no entanto teriam melhores resultados que eu em muitas questões usadas nesta pesquisa.

Dentro das igrejas, tal como em qualquer outra área da vida, há uma mistura de pessoas boas, pessoas menos boas e, pode-se dizer, pessoas malucas. Mas esta pesquisa está em oposição frontal com as alegações feitas por autores famosos tais como Richard Dawkins e Sam Harris. Depois de lermos as suas obras, ficamos com a impressão de que a religião faz com que as pessoas abandonem imediatamente a racionalidade e se tornem extremistas introspectos. O que o livro de Putnam faz, pelo menos, é balancear a conversa.

Um nota sóbria para os crentes é que este estudo revela que o conteúdo da crença não é o que importa assim tanto mas sim o nível do seu envolvimento com a comunidade religiosa. Um ateu que vai à igreja acompanhando a esposa terá o mesmo tipo de resultados que um crente que vai à igreja.

No entanto, e segundo Putnam e Campbell, o que não pode ser negado é que há algo único dentro da comunidade religiosa que tem um impacto positivo nas pessoas. Portanto, da próxima vez que vires uma camião de mudanças a trazer uma família para uma casa perto da tua, não entres em desespero porque isso pode ser motivo para celebrar.

Vizinhos

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13 evidências contra a teoria da evolução

1. Informação

TrezeAs instruções necessárias para a construção, operação, e reparação das células vivas são uma vasta quantidade de informação (estima-se em 12 mil milhões de bits). A informação é um conceito mental, não-físico, e ela nunca poderia surgir como efeito dum processo natural mas sim como resultado duma ou mais inteligências. Tal como a história presente num jornal transcende a tinta que está sobre o papel, o ADN da vida (tal como a tinta) não é a informação mas sim a representação física ou o sítio onde é arquivada a informação (a história). Modificar o ADN através duma mutação nunca pode produzir nova informação genética de modo a causar uma evolução ascendente, tal como entornar o café num jornal, modificando desde logo a distribuição da tinta, nunca irá melhorar a história.

2. Origem da vida

Químicos sem vida não podem ganhar vida por si só. A célula é uma fábrica em miniatura com muitos processos activos, e não uma “mancha de protoplasma”, tal como se pensava nos dias de Darwin. Trovões a atingir uma poça de lama ou uma outra “lagoa tépida” nunca irão produzir vida. Esta é outra visão do questão principal da informação visto que a forma de vida mais simples que existe requer uma vasta quantidade de informação dentro dela. A “Lei da Biogénese” declara que a vida só pode surgir a partir de vida pré-existente. Há já muito tempo que a geração espontânea foi demonstrada como impossível (em 1859, por parte do cientista criacionista Louis Pasteur).

Numerosos esforços levados a cabo para causar a que a vida se forme a partir de materiais sem vida (incluindo a famosa experiência Miller-Urey) foram infrutíferos. A probabilidade de vida surgir daquilo que não tem vida foi comparada à probabilidade dum tornado passar por um ferro-velho (“junkyard”) e de modo espontâneo montar um avião 747 totalmente funcional. A ideia de que a vida pode ter sido plantada na Terra apenas coloca o problema noutro sítio.

3. O design das formas de vida

O design é aparente no mundo natural; o próprio Richard Dawkins admitiu no seu livro anti-criacionista com o nome de “The Blind Watchmaker”, que “A Biologia é o estudo de coisas complicadas que têm a aparência de terem sido criadas com um propósito”.

O espantoso mecanismo de defesa da Besouro Bombardeiro é um exemplo clássico de design na natureza, aparentemente impossível de explicar como o resultado de uma acumulação de pequenas modificações benéficas através do tempo visto que se tal mecanismo não “explodisse” da forma correcta, isso seria o fim desse insecto. Esta é também outra visão do problema central da informação visto que o design das formas de vida é o resultado do processamento de informação no ADN, seguindo o modelo, operando de forma a criar um organismo funcional.

4. Complexidade irredutível

FlageloEsta é a ideia de que “nada funciona até que tudo funcione”. O exemplo clássico é a ratoeira, que é irredutivelmente complexa visto que se uma das partes das várias que fazem parte do mecanismo não estiver no lugar certo, a ratoeira não funciona como ratoeira, e nenhum rato é apanhado. Os sistemas, as características, e os processos da vida são irredutivelmente complexos; de que serve um sistema circulatório sem um coração, olhos sem um cérebro para interpretar os sinais, ou metade duma asa de morcego? Não é claro que, se alguma reprodução tem que acontecer, a correspondência entre maquinaria reprodutiva masculina e feminina precisam de existir ao mesmo tempo, totalmente formados e funcionais,?

Lembrem-se duma coisa importante: a selecção natural não tem conhecimento antecipado, e só opera de modo a eliminar tudo o que não confere um benefício imediato.

5. a Segunda Lei da Termodinâmica

A Segunda Lei da Termodinâmica (SLT) refere-se à tendência universal das coisas, por si só, se “fundirem” com o ambiente à sua volta com o passar do tempo, tornarem-se menos ordenadas e eventualmente atingirem um estado-estacionário. Um copo de água quente, com o tempo, fica com a temperatura à sua volta, as construções entram em declínio e passam a ser escombros, e eventualmente as estrelas irão perder o seu calor, levando à “morte térmica” do universo

No entanto, o cenário evolutivo propõe que, com o passar do tempo. as coisas, por si só, foram ficando mais ordenadas e mais estruturadas. De alguma forma, a energia do “Big Bang” estruturou-se a ela mesma e gerou estrelas, galáxias, planetas e seres vivos – contrariando a SLT.

É dito por vezes que a energia do Sol foi suficiente para superar esta tendência, e permitir a formação da vida na Terra. No entanto, a mera aplicação de energia não é suficiente para ultrapassar esta tendência; a enerdia tem que ser canalizada para uma máquina. Os seres humanos têm que reparar as coisas de modo a que elas não entre em deterioração. De igual modo, é a maquinaria presente na fotossíntese que captura a energia solar, permitindo que a vida exista, e a própria fontossíntese é ela mesma um processo químico complexo. O amadurecimento duma bolota para uma árvore, ou um zigoto (a primeira célula resultante da fertilização) num ser humano maduro não viola a SLT visto que estes processos são guiados pela informação já presente na bolota ou no zigoto.

6. A existência do universo

Por definição, alguma coisa tem que ser eterna (visto que temos “alguma coisa” hoje em dia, e nada vem do nada, e com otal, nunca houve um tempo emque só havia o “nada”). Ou o próprio universo é eterno, ou algo/Alguém fora e Maior que o universo é Eterno. Nós sabemos que o universo não é eterno – teve um ponto inicial de existência, algo confirmado pela expansão – logo, Deus (ou algo/Alguém fora do univrso) tem que existir e tem que ter criado o universo.

Einstein mostrou que o espaço e o tempo estão relacionados; se não há espaço, não há tempo. Antes do universo ter sido criado, não havia espaço e desde logo, não havia o conceito do tempo. Isto é complicado para nós entender vito que somos criaturas do espaço-tempo, mas isto permite que Deus seja Um Ser Eterno, algo totalmente consistente com as leis científicas.

A pergunta “Quem criou Deus?” é, desde logo, uma pergunta inválida visto que é uma pergunta fundamentada no tempo (relativa ao ponto em que Deus começou a existir), mas Deus existe fora da dimensão temporal como a Causa Inicial sem-causa.

7. A estrutura da Terra é perfeita para a vida

Dezenas de parãmetros encontram-se “perfeitos” para a vida existir neste planeta. Por exemplo, se a Terra estivesse um bocado mais próxima do Sol, a temperatura à superfície seria demasiado elevada e as águas dos oceanos evaporar-se-iam; se a Terra estivesse ligeiramente mais afastada, estaria continuamente coberta de gelo.

Mais exemplos são: 1)a órbita circular da Terra, para manter uma temperatura relativamente constante o ano inteiro, 2) a sua velocidade de rotação, para providenciar dias e noites não demasidamente longos, mas também não demasidamente curtos, 3) a sua inclinação, para gerar estações, 4) e a presença da lua, para providenciar marés que limpam os oceanos, são apenas mais alguns exemplos.

Idade da TerraA presença de largas quantidades de água, com as suas espantosas e especiais propriedades, é também necessária. A água é um composto raro visto que é mais leve no estado sólido do que no estado líquido. Isto permite que as lagoas congelem com gelo na superfície, permitindo que a vida dentro da lagoa sobrevivam. Se assim não fosse, os corpos líquidos espalhados pelas zonas mais frias da Terra congelariam desde o topo até às zonas mais profundas, matando toda a vida dentro desse espaço líquido (lagoas, etc).

A água é também o “solvente” mais universal que se conhece, permitinfo a dissolução/mistura com os mais variados químicos da vida. De facto, os nossos corpos são 75-85% compostos por água.

8. O ajustamento da Física

A calibração afinada das constantes que controlam a física do universo – os parâmetros das forças básicas (constantes das forças nucleares fortes e fracas, constantes das forças gravitacionais, e as constantes das forças electromagnéticas) estão calibradas até ao mais ínfimo detalhe. Uma variação mínima nestes ou em qualquer dos outros parâmetros universais tornariam a vida impossível.

A ideia do “multiverso” de que existem muitos universos iguais aos nossos, e que por acaso eles têm estes valores, é uma que está fora do domínio da ciência e nunca pode ser provada. E mesmo que existissem outros universos com parâmetros idênticos ou parecidos aos da Terra, ainda teríamos que responder à questão: “Qual é a causa destes universos todos?”

9. O aparecimento abrupto no registo fóssil

Os fósseis mais antigos de qualquer criatura já estão totalmente formados, e não variam muito com o passar do tempo (“estáse”). A “Explosão Câmbrica” presente no “estrato primordial” documenta um aparecimento geologicamente rápido da maior parte dos grupos principais dos animais complexos.

Não há qualquer evidência de evolução do mais simples para o mais complexo; diz-se que as aves evoluíram dos répteis mas nenhum fóssil foi alguma vez descberto tendo “metade-escamas/metade-asa”. Os répteis respiram usando o pulmão “dentro e fora” (tal como os mamíferos) mas as aves têm um pulmão “unidireccional” ajustado para a locomoção aérea. Alguém consegue imaginar como é que a trasição de um pulmão assim pode ter ocorrido?

O aparecimento súbito e a estáse estão de acordo com o conceito Bíblico da criação “segundo o seu tipo”, e também com o Dilúvio global que varreu a Terra até às partes mais baixas das suas camadas rochosas superficiais, depositando a “coluna geológica” e dando a aparência duma “Explosão Câmbrica”. As criaturas mais inteligentes e mais móveis teriam escapado por mais tempo das águas do Dilúvio, havendo sido enterrados nas partes mais elevadas das camadas, causando uma ordem de enterro que progride das formas mais “simples” para as mais complexas – formas de vida mais complexas / formas de vida de nível mais elevado – o que erradamente leva as pessoas a interpretar isso como um progresso evolutivo.

10. A consciência humana

A pessoa é uma união do corpo + alma/mente – sendo a alma/mente a parte imaterial da pessoa e qué realmente o “eu interior” de cada um. OS químicos por si só não podem explicar a auto-consciência, a criatividade, o raciocínio, as emoçºoes do amor e do ódio, as senasões de prazer e dor, a posse e o lembrar de experiências, e o livre arbítrio. O raciocínio não e fiável se ele se baseia apenas e só nos eventos neurológicos cegos.

11. A linguagem humana

A linguagem é uma das muitas coisas que nos separam dos animais. Nenhum animal é capaz de atingir algo remotamente parecido com o que os humanos são capazes de fazer, e todas as tentativas feitas para se ensinar os chimpazés a falar falharam. OS evolucionistas não têm explicação para a origem da lingagem humana, no entanto a Bíblia tem.

Genes exclusivamente presentes no ser humano são más notícias para o evolucionismoÉ dito logo no primeiro capítulo que o primeiro homem, Adão, foi criado com a capacidade de falar. A Biblia explica também o porquê de termos várias línguas humanas, visto que Deus teve que “confundir” a língua comum que era usada em Babel depois do Dilúvio, cmo forma de forçar as pessoas a espalharem-se opr todo o mundo, tal como Ele assim havia ordenado. Mas esta confusão era “superficial” visto todas s linguas expressam as mesmas ideias básicas e conceitos, permitindo que outras linguas possam ser aprendidas e entendidas.

12. Reprodução sexual

Muitas criaturas reproduzem-se de forma assexuada. Porque é que os animais iriam abandonar a mais simples reprodução assexual em favor da muito mais dispendiosa e ineficiente reprodução sexual? Este tipo de reprodução, ao contrário da assexuada, é um processo bastante complexo que só é útil se tudo estiver no seu lugar. A alegação de que a reprodução sexual evoluíu órgãos sexuais complementares (masculino e feminino), esperma e ovos, e toda a maquinaria que está associada ao processo, é um desafio para a nossa imaginação.

13. O testemunho da Bíblia

A Bíblia é Verdadeira. A História da Bíblia é verdadeira. As palavras da Bíblia em relação às nossas origens foram dadas aos homens para serem escritas, e Deus é o Único Ser que esteve presente durante todo o processo de criação. Deus disse que Ele criou o universo. Deus disse que Ele criou todos os seres vivos. Nós sabemos que a vida é muito mais do que químicos. Deus colocou a Sua vida em Adão, e a vida tem sido transferida de geração em geração até aos nossos dias.

No princípio, criou Deus os céus e a terra.” Génesis 1:1

E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” Génesis 1:27

A falha básica de todas as visões evolutivas é a origem da informação que está dentro das formas de vida. Nunca foi demonstrado que um sistema em código e a informação semântica se possam criar a si mesmos num meio material. Para além disso, os teoremas da informação prevêem que isto nunca será possível e como tal, uma origem da vida puramente material está portanto impossibilitada” – Werner Gitt.

Acredito que mais cedo ou mais tarde, o mito Darwiniano será classificado como a maior decepção da história da ciência.” – Soren Lovtrup

Fonte: http://www.bestbiblescience.org/top.htm

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