Qual é a importância dos dinossauros?

Apologetics Press

DinossauroDe tempos a tempos, os nossos leitores ressalvam que nós, na Apologetics Press, escrevemos artigos em torno de dinossauros. Nós chegamos até a publicar o livro para crianças com o título de Dinosaurs Unleashed. Através dos anos, muitos se questionaram do porquê nós ocasionalmente falarmos neste assunto. O que há de tão importante nos dinossauros que obrigue a que eles sejam o foco de vários artigos e livros por parte de alguns apologistas Cristãos?

O motivo que leva muitos criacionistas (incluindo nós aqui no ministério Apologetics Press) a sentir necessidade de escrever sobre estes répteis . . .  (que, desde 1842, passaram a ser chamados de “dinossauros”), prende-se largamente com o facto dos dinossauros serem as “crianças de cartaz” para a teoria da evolução. Muito poderia ser dito em relação à forma como muitos cineastas e publicitários com visão do mundo evolucionista usaram os dinossauros para capturar a atenção do mundo, mas um exemplo que demonstra o seu estatuto de ícone da teoria da evolução deve ser suficiente.

No amplamente usado livro escolar científico de 100 páginas Evolution—Change Over Time são feitas várias tentativas de estabelecer a teoria da evolução como um facto científico usando uma série de alegadas “provas”. No entanto, uma linha de “evidências” que aparece uma vez em cada três páginas centra-se nos dinossauros. Das 100 páginas presentes no livro, pelo menos 32 delas contém informação ou fotografia destes répteis.

LendoEm várias secções do livro (cujo foco principal não são os dinossauros) é pedido aos estudantes que participem em actividades de leitura ou de escrita que se focam nos dinossauros. Verdadeiramente, os autores e os editores do livro (que tem sido usado por todos os Estados Unidos desde meados de 1990), têm usado os dinossauros para tentar indoutrinar as mentes jovens com as “verdades” da evolução. Indiscutivelmente, os dinossauros são a cenoura na ponta da vara que os evolucionistas usam para capturar a atenção tanto dos jovens como dos menos jovens.

Como apologistas Cristãos, acreditamos que é da nossa responsabilidade disponibilizar material bem pesquisado, lógico, Bíblico e científico que contrarie os frágeis argumentos evolucionistas que se baseiam na “glorificação” dos dinossauros como evidências exclusivas para os imaginários milhões de anos.

Castores derrubam árvore evolutivaClaro que se um terço das páginas de um livro escolar e cientifico evolucionista contém informação em torno de dinossauros, os jovens terão questões relativas a estas criaturas à luz do que a Bíblia ensina. Será que estes animais evoluíram há milhões de anos atrás ou foram eles criados por Deus? Será que existem 60 milhões de anos desde a extinção dos dinossauros até ao aparecimento do ser humano, ou será que Deus criou tanto humanos como os dinossauros no 6º Dia da Criação? Como foi que os seres humanos conseguiram viver lado a lado com tais criaturas terríveis?

Se os evolucionistas forem os únicos a responder a estas questões (daí a importância do seu monopólio ditaturial sobre as revistas científicas), o que acham que as crianças acreditarão sobre Deus, a Bíblia e a Criação? Obviamente que as crianças começarão a adoptar a interpretação que os evolucionistas querem que eles adoptem.

Mas há muito que chegou a hora dos evolucionistas deixarem de usar os dinossauros como evidência para a sua teoria anti-científica. Devido a isso, é vital que os criacionistas removam a “aura evolutiva” que paira em redor dos dinossautos, e olhem para eles segundo aquilo que eles são: testemunhos em favor Dum Deus Todo-Poderoso que os criou lado a lado com os seres que foram feitos à Imagem de Deus (os seres humanos – Génesis 1:26-27)

REFERÊNCIAS

Butt, Kyle (2004), “Dinosaurs: They’re Everywhere! They’re Everywhere!,” Reason & Revelation, 3[2]:5-R, February

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O que matou os dinossauros?

Dinossauro TApologetics Press

Esta pergunta (“o que matou os dinossauros?”) foi feita milhares de vezes, e foram fornecididas outras milhares de respostas. Devido à natureza fascinante dos dinossauros, os órgãos de comunicação encontram-se repletos de histórias àcerca de fósseis de dinossauros e teorias em torno da sua extinção.

Uma das mais recentes reportagens chega-nos de Zhucheng, China. A cerca de 415 milhas (~ 667 quilómetros) a sul de Pequim, uma enorme ravina com ~280 metros de distância encontra-se preenchida com mais de 15,000 ossos de dinossauro; crê-se que este local é o maior depósito de fósseis de dinossauro do mundo (Cha, 2010).

O que causou a que tantos dinossauros fossem rapidamente enterrados no mesmo local? O técnico-chefe resposável pelo local afirmou:

É difícil entender o porquê de existirem tantos dinossauros mortos no mesmo sítio (2010).

Os pesquisadores teorizam que “os dinossauros foram mortos pela força da explosão duma erupção vulcânica, ou o impacto dum meteorito, e foram posteriormente apanhados numa enchente, ou num desmoronamento, ou mesmo num tsunami que os colocou no mesmo local.” (2010).

DiluvioTal como quase todos os fósseis de dimensões consideráveis existentes no mundo, os cientistas acreditam que largas quantidades de água causaram a fossilização das amostras presentes em Zhucheng (ver Butt e Lyons, 2008).

Que evento histórico é a melhor explicação para as gigantescas quantidades de água que foram responsáveis pelo enterro de centenas de milhares de dinossauros, e pela sua mistura em largas ravinas e fendas?

O Dilúvio Global de Noé ajusta-se perfeitamente às evidências (2008).

Não só o Dilúvio fornece a água necessária, como a Bíblia diz que as fontes do grande abismo “se romperam” (Génesis 7:11). Este “rompimento” quase de certeza que foi  um massiço movimento da crosta terrestre, que causou erupções volcânicas, terremotos e tsunamis gigantescos.

Quanto mais os cientistas analisam os fósseis de dinossauro, mais o Dilúvio de Noé se afigura como a explicação perfeita para a sua formação.

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Visto que a fé na teoria da evolução não depende da ciência, obviamente que para o militante evolucionista estas evidências são totalmente irrelevantes.

É importante não esquecer que o homem (ou mulher) evolucionista é a pessoa que é capaz de afirmar, cheio de fé, que um réptil pode evoluir para um pássaro, e que um animal terrestre pode evoluir para uma baleia. Se alguém é capaz de fazer tamanho sacrifício intelectual como forma de manter intacta a sua fé em Darwin, não é surpresa alguma saber que muitos deles rejeitam o Dilúvio de Noé como a melhor explicação para a formação dos fósseis de dinossauro de grandes dimensões encontrados enterrados no mesmo local.

Mas como já foi dito anteriormente, os evolucionistas são livres para acreditar que dinossauros evoluíram para colibris; eles não são é livres para qualificar essa posição religiosa de “ciência”.

REFERÊNCIAS:

Butt, Kyle and Eric Lyons (2008), “What Happened to the Dinosaurs?

Cha, Ariana (2010), “China Spends Billions to Study Dinosaur Fossils at Sites of Major Discoveries,” The Washington Post, January 26,

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O design como “evidência” contra o Designer

Conchas de camarão inspiram novo material biodegradávelNum artigo relativamente recente presente na New Scientist com o título de “Evolution: A Guide for the Not-Yet Perplexed,” Michael Le Page expressou grande confiança na Teoria Geral da Evolução (TGE), chegando ao ponto de declarar que, “A teoria da evolução encontra-se firmemente estabelecida como um facto científico tal como a circularidade da Terra” (2008, 198[2652]:25).

Le Page prosseguiu sugerindo  os vários motivos que levam os evolucionistas a rejeitar a teoria do Design Inteligente.Depois de alegar que a Terra tem 4,5 mil milhões de anos . . .  Le Page escreveu:

Imaginemos por um momento que a vida foi projectada e que ela não é o resultado da evolução. Neste caso, organismos que parecem similares podem ter uma operacionalidade interna distinta, tal como os ecrâns LCD têm um mecanismo bastante diferente dos ecrâns plasma. A explosão das pesquisas genómicas, no entanto, revelaram que todas as formas de vida operam essencialmente do mesmo modo: elas armazenam e traduzem informação usando o mesmo código genético; existem algumas variações mínimas nos organismos mais primitivos(p. 26).

Le Page continuou: “Se os organismos tivessem sido construidos para desempenhar papéis específicos, eles poderiam ser incapazes de se adaptarem às mudanças ambientais. Em vez disso, várias experiências . . . mostram que os organismos de todas as espécies evoluem sempre que o seu ecosssistema é alterado, desde que as mudanças não sejam demasiado abruptas.” (p. 26).

 Note-se nos motivos que levam Le Page a rejeitar o Design Inteligente:

(1) se a vida foi criada, “organismos que parecem similares podem ter uma operacionalidade interna distinta,”

e

(2) os organismos criados “poderiam ser incapazes de se adaptarem” ao ambiente em constante mudança (p. 26).

Como deve ter sido absurdamente óbvio para qualquer pessoa que leu o artigo da New Scientist, os “argumentos” de Le Page são pura especulação. Nem as semelhanças entre as formas de vida, nem a sua capacidade de se adaptar, são motivos para se rejeitar a tese de que a vida tem uma Causa Inteligente, e adoptar a teoria da evolução.

Estrutura interna do fígado contradiz mitos evolutivosHá já muito tempo que os criacionistas reconheceram as semelhanças entre os animais e os seres humanos. De facto tal semelhança (mesmo ao nível celular) deve ser esperada entre criaturas que bebem a mesma água, comem a mesma comida, respiram o mesmo ar e vivem no mesmo terreno. Mas as semelhanças são só isso – semelhanças. Os evolucionistas interpretam estas semelhanças como sinal de que as formas de vida partilham um ancestral comum, mas até hoje eles foram totalmente incapazes de disponibilizar algum tipo de evidência que confirme esta tese.

Do mesmo modo, a capacidade dos animais se adaptarem ao seu meio ambiente pode muito bem se explicado como o resultado da programação que o Designer instalou nas formas de vida como forma delas sobreviverem dentro dos ecossistemas.

A rejeição do Design Inteligente, baseada em crenças especulativas, por parte da New Scientist é completamente vazia de justificação. Nem a homologia nem a capacidade de adaptação são evidências contra o criacionismo – e em favor da TGE.

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O mais hilariante é que outros evolucionistas afirmam que a capacidade dos animais (e não só) se adaptarem aos seus meios ambientes é evidência em favor do Criador. No livro da Scientific American, “Evolution“, o evolucionista Richard Lewontin diz:

 . . . a forma maravilhosa como os animais se adaptam ao seu meio ambiente . . . era a evidência maior em favor do Designer Supremo.  (Lewontin, Richard C., Adaptation, Scientific American (and Scientific American book Evolution), September 1978)

Portanto, um grupo de evolucionistas diz que a capacidade de adaptação dos animais não é evidência em favor do Criador (e desde logo, é evidência em favor da teoria da evolução), mas outro grupo diz que, sim, que esta capacidade única das formas de vida é algo em favor do Criador.

Portanto, evolucionistas, em que é que ficamos? A capacidade de adaptação é evidência contra a noção do Deus-Criador (e em favor da evolução), ou é ela algo em favor da criação (e, por consequência, contra a evolução)?

Esta contradição interna entre os evolucionistas é evidência da fragilidade da sua fé. Qualquer pessoa pode fazer uma lista de “factos” em favor da teoria da evolução que são refutados por outros evolucionistas. Aliás, o livro “The Biotic Message” foi escrito CONTRA a teoria da evolução mas usando apenas e só as palavras dos próprios evolucionistas.

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Preparando a próxima geração de evolucionistas?

LendoNo passado dia 16 de Março Kathryn Satterfield publicou um artigo com o título de “A Double Dinosaur Discovery” que exibia um periódico dirigido às crianças, Time for Kids, afiliada à revista Time. Nesse artigo Kathryn falou de duas equipas de pesquisa que, separadamente, encontraram fósseis de dinossauro na Antártica. Curiosamente, as descobertas foram feitas no espaço duma semana.

Esta “dupla descoberta” sem precedentes inquestionavelmente foi motivo de nóticia junto da comunidade científica. James Martin e William Hammer lideraram as duas equipas, e a equipa de Hammer encontrou o que parece ser um dinossauro saurópode vegetariano. Segundo o artigo, este réptil supostamente viveu há 200 “milhões de anos” atrás. Por outro lado, a equipa de Martin encontrou o que eles julgam ser um terópode, grupo que inclui carnívoros tais como o tiranossauro, e que supostamente viveu há 70 milhões de anos atrás.

Embora estas descobertas sejam interessantes, os imaginários “milhões de anos” atribuídos a elas são falsas, e como tal, deveriam ser examinadas com um olhar muito mais crítico do que o olhar com o qual os evolucionistas normalmente analisam para os dados que eles pensam ser a favor da sua teoria da evolução. Segundo a forma de pensar evolucionista, os seres humanos alegadamente não evoluíram na Terra até cerca de 4-6 milhões de anos atrás; isto separaria os humanos dos dinossauros em cerca de 60 milhões de anos.

A Bíblia, por outro lado, claramente diz que Adão e Eva foram criados no mesmo dia em foram criadas todas as outras criaturas que andavam sobre a Terra; isto obviamente inclui os dinsossauros (Génesis 1:24-31). Para além disso, muitas evidências científicas demonstram que os dinossauros e os seres humanos sempre viveram lado a lado. Este artigo escrito por Satterfield, tal como toda a descoberta fóssil, está a ser empilhada pelos evolucionistas como forma de contar uma falsa história.

Pensemos nisto de modo crítico: este artigo apareceu numa publicação dirigida a crianças, portanto o público-alvo são as crianças. Somos, portanto, levados a afirmar que a autora do artigo está a tentar influenciar as crianças de modo a que estas acreditem numa teoria da evolução que requer os milhões de anos, e que contradiz a linha temporal Bíblica.

Que tipo de impacto este tipo de artigos têm sobre as crianças? James Martin, o líder duma das equipas de pesquisa, diz as coisas de forma bem clara: “Depois de ler um livro sobre dinossauros na terceira classe, tomei a decisão de trabalhar com fósseis” (Satterfield, 2004). James Martin leu um livro na terceira classe que mudou a sua vida para sempre (e, em termos de futuro eterno, para pior). Será que as crianças que chegarem a ler o artigo da Kathryn Satterfield dirão o mesmo no futuro?

Conclusão:

Não podemos subestimar o poder dos livros, dos artigos, dos blogues e das páginas impressas; esse poder pode ser para o bem como para o mal. Para além disso, não podemos subestimar o quanto as crianças são influenciadas pelo que lêem e pelo que ouvem. É absolutamente vital disponibilizar informação científica genuína de modo a que as crianças rapidamente se apercebam que a teoria da evolução é uma religião mascarada de “ciência”, e que religião por religião, é bem mais lógico aceitar aquela que tem as evidências do seu lado.

Futuro Richard Dawkins

Futuro Richard Dawkins

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As asas do gafanhoto refutam o gradualismo evolutivo?

Então disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão sobre a terra do Egipto, para que os gafanhotos venham sobre a terra do Egipto, e comam toda a erva da terra, tudo o que deixou a saraiva. – Exodo 10:12

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GafanhotoOs desafios que os inventores de aviões robóticos enfrentam são imensos. Por exemplo, asas fixas, tais como aquelas usadas nos aviões comerciais, tornam-se muito pouco eficazes nos pequenos aviões robóticos. Devido a isso, os engenheiros aeronáuticos estão a analisar e a estudar a adopção de asas que batem (“flapping wings”). Pesquisadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) e da “Australian Defence Force Academy” decidiram estudar o vôo do gafanhoto uma vez que eles são voadores exímios.

O líder da pesquisa – John Young – afirmou que “Eles conseguem voar durante muito tempo com muito pouca energia.” A sua equipa gravou o vôo dos gafanhotos dentro dum túnel como forma de identificar “alguns dos seus truques“.

Infelizmente para os engenheiros, que tinham esperanças de que o simples bater das asas (isto é, sem as veias e as corrugações das asas dos gafanhotos) se revelasse suficiente para o pequeno e robótico engenho voador, o túnel de vento e as simulações informáticas revelaram segredos de design desconhecidos até essa altura. Tal como sumarizou a publicação científica Science,

A complexidade da venação das asas do insecto afectam directamente a aerodinâmica do vôo por intermédio da deformação da asa.
Por outras palavras, a eficácia e o poder do gafanhoto vêm da construção complexa das asas e do controle (durante o vôo) da forma das mesmas.

O gafanhoto usa o curvar e o dobrar das suas asas como forma de controlar a sua aerodinâmica de forma eficiente. . . . Os resultados revelaram que, se queremos copiar o insecto, temos que extrair o máximo que pudermos do seu design e construir asas que fazem a maior parte do que as asas do insecto conseguem fazer.

Qualquer asa artificial que não seja modelada segundo o design “optimizado” da asa do insecto é menos eficiente.

Os pesquisadores planeam agora usar os seus achados para construir o seu próprio robô voador. Estes engenhos voadores serão enviados para sítios de onde se queiram extrair informação, mas para onde não interessa enviar pessoas (por exemplo, vigilância militar ou edifícios afectados por tremores de terra.)

Gafanhoto VerdeSe a mera cópia do design da asa do gafanhoto requer tal observação atenta e tamanha inteligência (por parte dos engenheiros), o que é que isso nos diz dos Designer de tal asa? E também em outros insectos voadores o design inerente é cada vez mais óbvio para os engenheiros aerodinâmicos – por exemplo, a linha introdutória do artigo escrito pelos pesquisadores diz:

Os insectos alcançam um notável desempenho de vôo com uma gama de design de asas complexo.

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Certamente, que quem rejeita o Deus-Criador como o Autor destes designs encontra-se “inexcusável” (Rom 1:20). Não é logicamente possível que uma pessoa supostamente aberta às evidências científicas (e às suas naturais ramificações Teológicas) defenda com um canto da boca que os robôs voadores precisam de criadores, mas que a forma de vida que serve de inspiração para estes criadores humanos não precise de Criador.

Posições logicamente incoerentes como estas levam-nos a concluir que a fé na teoria da evolução não é consequência das evidências científicas, mas sim resultado dum paradigma naturalista anti-Cristão que se tenta validar através da ciência. Se nós formos capazes de ver a ideologia por trás da teoria da evolução, e por trás da fé nos imaginários “millhões de anos”, a defesa da Verdade cientifica e Biblica torna-se mais fácil.

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A circularidade dos evolucionistas

RatoUma descoberta científica impactante levada a cabo há alguns anos ressalvou mais uma vez a irracionalidade inerente à falaciosa e vacilante teoria da evolução. Durante uma expedição à Ásia, o reformado professor de ciência David Redfield (Florida State University) capturou as primeiras fotos do rato das rochas do Laos, que se pensava extinto há mais de 11 milhões de anos. Os restos fossilizados, recolhidos previamente de sítios tais como Paquistão, Índia, Tailândia, China e Japão, eram usados como forma de confirmar que este era o último parente duma extinta família de roedores conhecida por Diatomyidae.

Mas agora chegou-nos a surpresa: mais um alegado “ancestral” é eliminado da esfarrapada árvore evolutiva.

Observemos estas duas contrastantes, conflitantes, mutuamente exclusivas abordagens aos dados observados:

  • 1. Evolução: Todos os animais que observamos hoje em dia são formas avançadas de precursores ancestrais, todos eles descendentes dum único ancestral. À medida que formas mais avançadas evoluíram através da adaptação, seleecção natural, sobrevivência do mais apto, e mutação genética, as formas de vida mais antigas foram naturalmente substituídas pelas novas, levando à extinção das primeiras. Os fósseis, que têm milhões de anos de idade, representam formas de vida que foram os precursores evolutivos das formas de vida actuais mas que se extinguiram há muito tempo atrás.
  • 2. Criação: Deus criou um espectro de animais durante os seis dias da Semana da Criação. Enquanto se reproduziam de acordo com o seu “tipo” . . . estes animais foram criados com o potencial genético para produzir uma variedade de outras espécies, dando assim origem à diversidade que hoje existe. Durante  o tempo que foi passando, e muito devido aos factores ambientais, muitos animais tornaram-se extintos. No entanto, houve espécies que escaparam à detecção humana durante séculos, só sendo descobertos em áreas remotas.

Qual destas duas hipótes melhor se ajusta aos factos? Obviamente, a última.

De forma consistente, os evolucionistas encontram-se na embaraçosa posição de descobrir que o alegado ancestral evolutivo das formas de vida actuais, que supostamente se extinguiu há “milhões de anos” atrás, se encontra vivo. Eles vêem-se forçados a cobrir o seu rasto inventando termos sem sentido e auto-contraditórios para identificar estas “anomalias” – neste caso, o termo inventado foi “fóssil vivo.” Mas isto é o mesmo que um quadrado redondo.

Os filósofos e os lógicos qualificam tal postura dúplice de irracional e “contradição lógica.” Os evolucionistas, por outro lado, chamam a isso de “ciência”.

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Os ossos de dragão encontrados na China são realmente ossos de dinossauro?

“E de noite saí pela porta do vale, para a banda da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém“
Neemias 2:13

Dragão de Bronze

Os cientistas evolutivos alegam que os seres humanos e os dinossauros nunca poderiam ter coexistido uma vez que, segundo eles, os dinossauros deixaram de existir “milhões de anos” antes do aparecimento do homem. No entanto, as evidências físicas e históricas ao nosso dispor demonstram que os dinossauros e os seres humanos viveram lado a lado até bem pouco tempo. Uma das evidências em favor desta posição é a abundância de “lendas de dragão“, lendas essas presentes um pouco por todo o mundo, descrevendo criaturas cuja aparência é muito similar à dos dinossauros e outros répteis voadores presentes nos registos fósseis.

As fúteis tentativas evolutivas para explicar as semelhanças entre os dinossauros e as criaturas historicamente identificadas como “dragões” falham por completo. Por exemplo, em Zhucheng, na China, mais de 50 toneladas métricas foram recolhidas, com muitos milhares mais ainda por desenterrar.

Dragão VoadorOs fósseis de dinossauro são tão abundantes que o paleontólogo Xu Xing afirmou que os mesmos “podem ser encontrados nos pátios privados dos camponeses, junto das suas casas”. Os residentes locais já “escavam ossos de ‘dragões voadores’ para uso médico há varias gerações“. Há muito tempo que estes residentes associaram os fósseis de dinossauro com as antigas criaturas conhecidas como “dragões voadores.”

Não é mera coincidência o facto das descrições de dinossauro e répteis voadores se ajustarem perfeitamente às antigas descrições de dragões. Tal como afirma  Daniel Cohen:

Nenhuma outra criatura que alguma vez viveu se assemelhou tanto aos dragões como os dinossauros. Tal como os dragões, os dinossauros erm répteis enormes…. Parece que as lendas de dragão podem ter começado com dinossauros. (1975, pp. 104,106).

A Bíblia – a Palavra de Deus – claramente revela que Deus criou todas as criaturas – tanto os répteis voadores e dinossauros, como os seres humanos – no 5º e no 6º dia da Criação. As repetidas referências ao facto dos fósseis de dinossauro estarem conectados às lendas de dragões, acrescentam evidências históricas ao convicente argumento dos dinossauros e os seres humanos terem coexistido no passado (e não estarem separados pelos imaginários “milhões de anos”).

Fonte

REFERÊNCIAS
Cha, Ariana (2010), “China Spends Billions to Study Dinosaur Fossils at Sites of Major Discoveries,” The Washington Post, January 26, [On-line], URL: http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/01/25/AR2010012503035_pf.html.
Cohen, Daniel (1975), The Greatest Monsters in the World (New York: Dodd, Mead, & Company).
Lyons, Eric and Kyle Butt (2008), The Dinosaur Delusion (Montgomery, AL: Apologetics Press).
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