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O Computador Molecular

Isaías 40:12
Quem mediu com o seu punho as águas,
e tomou a medida dos céus aos palmos,
e recolheu numa medida o pó da terra,
e pesou os montes e os outeiros em balanças?

Os cientistas estão a reconhecer as semelhanças entre a operacionalidade do ADN e a ciência computacional. Apesar do ADN ser, no fim de contas, um complexo sistema de armazenamento de informação, compará-lo aos nossos melhores computadores é o mesmo que comparar o Vaivém Espacial com um arco e uma flecha.

Biólogos de Harvard tem ficado estupefactos com o que eles tem aprendido acerca do funcionamento do ADN de uma única célula dum protozoário. O seu ADN rotineiramente resolve problemas matemáticos que apenas um moderno e avançado computador consegue resolver (Vêr tambémCérebro supera computadores“).

Todos nós já nos apercebemos dos problemas que um vendedor ambulante tem: ele tem, por exemplo,7 pontos de partida e 7 pontos de chegada. Pelo meio ele tem que encontrar a forma mais eficiente de se deslocar para todos eles. Em termos comparativos, o protozoário que foi alvo de estudo desenvolve caminhos que estão entre cerca de 50 pontos de partida e 50 pontos de chegada.

Este pequeno protozoário tem tem dois núcleos, cada um deles organizando o mesmo ADN de forma distinta. O núcleo mais pequeno armazena apenas o ADN necessário para viver em pequenas unidades, e o mesmo tem que ser reajustado antes deles fazerem o que quer que seja. Isto implica que ele pode descartar até 95% do seu ADN. (Basicamente é o mesmo que comprimir informação nos computadores).

Quando o protozoário precisa de reajustar o seu ADN, cada ponta final de cada unidade procura encontrar a sua extremidade respectiva da unidade a qual ela se ajusta. Para se visualizar melhor, imaginem um puzzle. Cada peça tem uma forma específica que se ajusta de forma única a outra peça. Se pusermos uma peça no sítio errado, o puzzle fica incompleto. A diferença é que quando se fala de formas de vida, uma peça fora do sítio pode ser a diferença entre a vida e a morte (Vêr “Dinossauros não evoluíram para pássaros)

Conclusão:

Isto não são formas de vida “simples”. Até os próprios cientistas (muitos deles, evolucionistas) reconhecem que a operacionalidade da célula é análoga a de um computador (com a diferença da vida ser muito mais complexa).

Pondo lado a lado as duas teorias normalmente aludidas no blog presente, (ou nestes dois: 1 , 2), qual delas se ajusta melhor aos dados da ciência?

Uma teoria afirma que na origem da vida há Um Ser Omnipresente, Omnisciente e Omnipotente. O Mesmo codificou a matéria de modo a que ela possa se tornar viva e auto-reprodutora.

A teoria alternativa postula, no entanto, que não há intervenção inteligente por trás da biodiversidade biológica existente. Segundo esta última teoria, as forças da natureza, por si só, são capazes de gerar o que se observa.

Qual das duas posições está de acordo com as observações científicas?

Jeremias 27:4-5
E lhes darás uma mensagem para os seus senhores, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Assim direis a vossos senhores:
Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande poder e com o Meu Braço estendido

References: Kathy Sawyer, “Biological Software,” Princeton Alumni Weekly, June 10, 1998, p.7.

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Livro: “Signature in the Cell”

Foi recentemente lançado um novo livro escrito por um dos líderes da teoria do “Design Inteligente” (DI) com o nome “Signature in the Cell” (“Assinatura na Célula”). Tal como o livro do Dr Michael Behe escrito há 13 anos atrás (“Darwin’s Black Box”), este livro está condenado a enviar ondas de choque entre os crentes darwinistas. Neste livro o autor (Dr Stephen Meyer) analisa em detalhe o tema que ele tem trabalhado durante as últimas duas décadas: a descoberta de informação codificada no ADN reacendeu antigos argumentos ideialistas contra os materialistas [pessoas que acreditam que a matéria é tudo o que existe]; as células vivas possuem de facto uma componente fundamental não encontrada na matéria sem vida: informação.

Sem que tenha sido verificada uma única violação deste princípio, a nossa experiência diz-nos que a informação é sempre o efeito de uma inteligência. Dito de outra forma, não há nenhum sistema de informação presente nos nossos dias (cujas origens tenham sido observadas) que não tenha uma causa cônscia e inteligente.

Enquanto ele explicava esta tese em grande detalhe, o Dr Meyer reportou também a sua história pessoal em torno da questão da origem da vida.

O livro combina a História com a filosofia da ciência na sua investigação da Biologia Molecular. O Dr Meyer prova que, em contraste com a filosofia “matéria veio primeiro” do materialismo, apenas a filosofia “Mente veio primeiro” presente na teoria do DI é capaz de explicar aquilo que Watson e Crick descobriram em 1953: uma linguagem da vida codificada com letras químicas no ADN. As implicações de tal descoberta têm aumentado exponencialmente à medida que novos níveis de informação complexa e especificada tem sido revelada pelas descobertas vertiginosas dos nossos dias.

O Dr Meyer sabe que a sua tese em favor do DI vai ser atacada pelos Darwinistas, mas ele tem mostrado que pode lidar com as suas críticas. Tendo adquirido o seu segundo Doutoramento em Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge, ele não só está bem ciente dos argumentos materialistas propostos pelos antigos Gregos, mas também pelos argumentos propostos pelo Iluminismo, também pelos propostos nos séculos 19 e 20 e pelos argumentos contemporâneos.

Os materialistas (ou naturalistas) depositaram imensa fé na posição que afirma que, mais cedo ou mais tarde, uma sequência contínua de causas naturais seria capaz de explicar não só o universo, mas também o planeta Terra e a vida. Esta sua fé tem encontrado o seu mais severo ataque nos nossos dias. A existência de informação codificada na célula torna o materialismo falso.

Os ateus (os maiores proponentes do materialismo) obviamente que não se deixam vencer pelos argumentos contra a sua fé, e como tal já tomaram “medidas” em relação a isso. Uma das medidas que eles tomaram para explicar a existência de informação na célula é a de afirmar que a informação é apenas uma “ilusão”. Supostamente nós é que incorporamos informação na célula ao descrevermos os seus mecanismos automatizados.

Para eles, e no que toca ao ADN, “descrição” e “codificação” são a mesma coisa.

Usando a mesma lógica, quando nós fazemos uma tradução de uma lingua estrangeira para o português. nós é que geramos a informação. Antes da tradução, o texto escrito na língua estrangeira não tinha significado nenhum.

Obviamente que isto é ridículo, mas serve para se vêr até onde os ateus estão dispostos a sacrificar o seu intelecto como forma de rejeitarem Deus. O ADN tem informação codificada quer nós saibamos o que está lá codificado ou não. O facto de nós usarmos conceitos nossos para descrever os mecanismos presentes nas formas de vida não significa que nós estamos a impôr aos sistemas biológicos estruturas e significado que não existiam anteriormemente.

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Resposta ao João Moedas – Química e Informação

No blog do ateu evolucionista Ludwig Krippahl eu disse o seguinte:

Como é que as moléculas sem inteligência sabem qual é a “configuração certa?

A isto o João Moedas “respondeu”?

“Mats, como é que os átomos sabem qual é a sua posição numa rede cristalina quando um mineral cristaliza?”

Estás a confundir equilíbrio termodinâmico, que é uma consequência da sua composição material, com alinhamento funcional de átomos num cérebro, que é independente da composição material. Lê isto:

It has often been argued by analogy to water crystallizing to ice that simple monomers may polymerize into complex molecules such as protein and DNA. The analogy is clearly inappropriate, however… The atomic bonding forces draw water molecules into an orderly crystalline array when the thermal agitation (or entropy driving force) is made sufficiently small by lowering the temperature. Organic monomers such as amino acids resist combining at all at any temperature, however, much less in some orderly arrangement.” [C.B. Thaxton, W.L. Bradley, and R.L. Olsen, The Mystery of Life’s Origin: Reassessing Current Theories, Philosophical Library, New York, 1984, pp. 119-120.]

Por outras palavras, a analogia a que tu estás a aludir falha devido ao facto das situações não serem análogas. O lógica que tu estás a tentar usar já foi tentada no passado, mas falhou. Um dos cientistas que a promoveu no final dos anos 60 (no seu livro “Biochemical Predestination” – Dean Kenyon) já abandonou esse mito. Ele agora subescreve à teoria do Design inteligente.(Vê o video no fim do post))

Tentares explicar o alinhamento e funcionamento do cérebro aludindo às leis da natureza é o mesmo que tentares explicares o que um livro diz aludindo às leis da natureza. As leis da natureza podem te dizer qual é a composição química do papel e da tinta, mas não dizem absolutamente nada sobre a mensagem que o livro tem.

Semelhantemente, tu podes dizer tudo o que há para dizer sobre a composição química dos átomos que funcionam no cérebro, mas isso não vai explicar a origem do alinhamento, e nem vai explicar a função dos seu alinhamento.

Tendo isto em conta, a tua pergunta é irrelevante para o ponto que eu levantei.

Fica a minha pergunta inicial: “como é que os átomos sem inteligência sabem qual é a configuração certa?”

Do ponto de vista Bíblico (o ponto de vista que está de acordo com as observações) não há complicação nenhuma. Como a biosfera é o resultado do acto Criativo de Deus, do mesmo modo que nós humanos usámos a nossa inteligência para organizar e codificar sistemas, Deus usou a Sua Inteligência Infinita para codificar o ADN. As evidências confirma que o ADN, sendo um código de informação, tem que ter uma Causa inteligente. Tendo em conta a espantosa complexidade do ADN, a Mente que o criou tinha que ser Uma Mente bastante Poderosa e Inteligente, tudo atributos que a Bíblia afirma serem as que Deus possui.

A posição bíblica é confirmada com as evidências, mas a posição ateísta mostra-se, mais uma vez, como uma mitologia mascarada de ciência.

Isaías 44:24
Assim diz o Senhor, teu redentor, e que te formou desde o ventre: “Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que estendo os céus, e espraio a terra por Mim mesmo”

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Resposta ao Luis: O Tabuleiro e o ADN

O Luis fêz uma comparação entre um tabuleiro 5×5 e o ADN, como forma de mostrar que o ADN não tem em si informação codificada. Ele afirma:

Imaginem que têm um tabuleiro 5×5 e distribuem 5 peças aleatoriamente por essas casas. A partir desse tabuleiro posso escrever a informação do estado do tabuleiro através de um código qualquer (existe outra forma de escrever informação sem usar código?). Por exemplo, atribuindo letras às colunas e números às linhas. Posso então, por exemplo, descrever esse tabuleiro como A1-A3-B2-C2-D5. Isto significa que podemos codificar o tabuleiro. Agora digam-me: esse tabuleiro contém informação codificada? Esse tabuleiro necessita de uma inteligência criadora? O mesmo que se passa para este modelo hipotético passa-se para o ADN

Esta analogia falha por alguns motivos.

Imaginem que têm um tabuleiro 5×5 e distribuem 5 peças aleatoriamente por essas casas.

Até aqui tudo bem. O tabuleiro não tem informação e disposição das peças, embora tendo sido colocada por uma inteligência (o Luis), não respeita nenhuma convenção linguística, nem respeita nenhuma ordem significativa.

A partir desse tabuleiro posso escrever a informação do estado do tabuleiro através de um código qualquer (existe outra forma de escrever informação sem usar código?)

E existe algum código que não tenha uma causa inteligente?

Mas convém reparar o que se está a dizer. Neste caso, o que estás a fazer é 1) definir a posição geográfica das peças colocadas aleatóriamente, e 2) a estipular à ordem um significado que não existia anteriormente. Em relação ao ADN o que se passa não é nós impôrmos um significado e uma função à organização lá existente, mas sim extrair à ordem um significado que já existia. No teu exemplo tu estás a criar o significado, enquanto que no ADN tu estás a extrair o significado lá presente. São coisas diferentes.

Se ao adenina, timina, citosina e guanina dessemos nomes como “Carlos, Manuel, Joaquim e Felisberto”, será que a sua função seria diferente? Obviamente que não. No teu exemplo, se eu chegasse lá e dissesse que as peças colocadas nas casas ímpares tinham um significado, e as outras tinham outro, isso sim haveria de mudar o significado da ordem lá estabelecida. Portanto não existe informação embutida no teu tabuleiro, mas existe informação embutida no ADN.

O facto de estarmos a usar conceitos nossos para extrair significado do ADN não significa que o nosso processo de tradução está a criar significado.

Por exemplo, atribuindo letras às colunas e números às linhas. Posso então, por exemplo, descrever esse tabuleiro como A1-A3-B2-C2-D5. Isto significa que podemos codificar o tabuleiro.

Repara que, neste caso, és tu que estás a criar o código, enquanto que no ADN o código já lá está, mesmo que nós não saibamos a função do mesmo.

Agora digam-me: esse tabuleiro contém informação codificada?

Agora sim, porque tu assim o definiste. Antes de tu teres estipulado um código e uma função, as peças não faziam absolutamente nada. É isso que se passa no ADN? Será que o ADN não faz nada até que nós entendámos o que lá está? Será que traduzir é o mesmo que criar um significado que antes não existia?

Esse tabuleiro necessita de uma inteligência criadora?

A mensagem por trás da localização geográfica das peças no tabuleiro precisa de uma mente criadora que os dê significado.

O mesmo que se passa para este modelo hipotético passa-se para o ADN.

O problema é que o teu exemplo confirma a posição cristã. Tu definiste um significado à ordem lá existente. O ADN tem um significado mesmo que nós não o entendamos.

Quem é que definiu o seu significado? Quem é que determinou a função das quatro bases ACTG dentro do ADN?

A conclusão óbvia disto tudo é que, longe de ser um exemplo que falsifica a posição cristã no que toca ao ADN, o teu exemplo confirma-a.

Além disso, tu confundes a tradução do significado com a criação do mesmo. Traduzir não é criar o significado, mas sim dispôr o já existente significado em linguagem que nós possamos entender.

Isaías 45:18
Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro.

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Resposta ao Luis: O ADN é Informação

No blog do Sabino outros darwinistas rejeitam o que a ciência tem para oferecer como forma de manterem a sua fé em Darwin.

A ciência tem mostrado que as formas de vida têm dentro de si um sistema de informação de complexidade impressionante, bem para além do que nós somos capazes de produzir. Esse sistema de informação controla os mecanismos que fazem o organismo funcionar.

Esmagados pelas ramificações da descoberta de informação dentro das formas de vida, os ateus foram obrigados a racionalizar esta descoberta científica de forma a manterem a sua rejeição de Deus.

Alguns ateus buscam incessantemente a força natural capaz de gerar sistemas de informação, mas outros dão um passo mais radical: negam completamente que o ADN seja em si mesmo um sistema de informação.

Um dos comentadores deste post seguiu esse caminho e afirmou o seguinte:

Enquanto seres inteligentes podemos retirar informação de qualquer coisa.

O facto de se poder retirar informação de “qualquer coisa” não é o mesmo que o ADN ter informação embutido nele (quer nós sejamos capazes de entender ou não).

Por exemplo, há pessoas que podem traduzir o seguinte para português: “En arche en Ho Logos”. No entanto, como nem eu nem tu (presumo eu) sabemos falar grego, será que a frase descrita anteriormente não tem informação? Ou será que essa frase ganha significado apenas e só depois de nós sabermos traduzir?

Semelhantemente, o ADN tem instrucções genéticas para refrigeração, desenvolvimento, auto-reparação e muitas outras coisas em si mesmo, quer nós saibamos o que lá está codificado ou não.

Obviamente também a podemos extrair do ADN. Também podemos codificar a informação que encontramos. Por exemplo, posso descrever um objecto apresentando a sua cor. As letras “azul” representam a cor do céu mas o céu não contém a sua cor codificada desta ou doutra forma.

Isso chama-se “non sequitur”. O facto de podermos definir uma das qualidades de um objecto pela côr, não quer dizer que todos os objectos que possuem essa característica tem um sistema de informação. Por exemplo, eu posso dizer que a parede de uma casa e a minha irmã são altas, mas isso não quer dizer que tanto ela como a minha irmã tem dentro delas códigos de informação apenas é só porque partilham a característica da altura.

A côr é uma propriedade de muitos objectos materiais. A informação é uma consequência de actividade inteligente. O facto de nós traduzirmos o que está dentro das formas de vida para linguagem que nós podemos entender, não significa que o processo de tradução está ao mesmo tempo a gerar informação onde anteriormente não existia. Isto é ilógico.

De que maneira então está codificada a informação no ADN, já que dizes que ela existe?

Da mesma maneira que o código morse e o código binário estão codificados. A “ligeira” diferença é que o código que está nas formas de vida é impressionantemente complexo, testemunho claro de que é o resultado de Uma Mente Superior (Deus).

Salmo 33
6 Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus e todo o exército deles pelo espírito da Sua Boca.
7 Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em depósitos.
8 Tema toda a terra ao SENHOR; temam-NO todos os moradores do mundo.
9 Porque falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu.

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Resposta ao -COM- Sobre Informação

Tu podes ter 45 letras ou 10 letras e elas terem a mesma informação.

Errado, estavas a ir tão bem. Substitui, na frase de cima, informação por significado.

Não é necessário substituir nada. Tu podes passar a mesma mensagem quer seja com 45 letras ou até com 10 letras. Tu podes passar a mesma mensagem no papel, no cartão, com fumo, ou até com gestos. A informação é independente do meio através da qual ela é passada. Como tal, o numero de bits não nos diz absolutamente nada sobre a informação, tal como se eu te disser que o meu nome completo tem (por exemplo) 26 letras não te diz qual é o meu nome.

“Até aceito que me digas que este conceito de informação não capta essa parte importante da “história” que é o significado da mensagem. Acontece é que ninguém até ao momento conseguiu quantificar isso de forma a tornar o conceito operacional.”

Ninguém conseguiu “quantificar” essa parte da informação porque a informação não é uma entidade quantificável. Como é que quantificas entidates imateriais?

Informação codificada tem sempre uma causa inteligente.

Certo, mas não pelas razões que estás a imaginar. A causa inteligente está na acção de codificar; códigos são sempre criados por seres com algum grau de inteligência e isto vai desde os códigos de comunicação entre os animais até à palavra escrita do homem e inclui as letras AGCT usadas para codificar a adenina, guanina, citosina e timina. A parte da informação não requer qualquer inteligência.

Então estás a dizer que os hieroglífos egípcios não tinham informação nenhuma até o momento em que nós os deciframos? Só depois de sabermos o que eles significavam (isto é, de entendermos o código) é que os escritos antigos passaram a ser informação?

O facto de termos traduzido o código presente lá para o nosso código linguístico não quer dizer que o objecto de estudo não tem codigo nele mesmo. Se pensas assim, então quando traduzes uma lingua para outra estás a inventar outra lingua.

A vida é composta por informação codificada, desde logo tem que ter uma Causa Inteligente.

Errado. Premissa errada. Vê a explicação acima.

Permissa certa. Tu e que redefines o termo “informação” para falares de algo totalmente irrelevante para a biologia.

Não é conhecida nenhuma força natural capaz de gerar sistemas de informação codificada,

Errado. Homens, animais, máquinas geram códigos.

Com a excepção das máquinas inteligentemente programas, todos os outros são seres com inteligencia.A minha frase subentendia a contraposição entre “natural” e “inteligente”. Seres inteligente podem criar códigos de informação. Entidades não inteligentes não geram códigos de informação. Como os sistemas biológicos tem um código neles próprios, então a vida tem Uma Causa Inteligente.

e nem sequer aumentar a informação genética.

“Errado. Esse é um assunto por demais debatido e provado pela comunidade de cientistas biólogos. Moscas (a tal da fruta que a sarah palin não gostava), bactérias, virus, etc., dentro e fora do laboratório têm aumentado a informação genética.”

Primeiro, a Sarah não disse que não gostava da mosca da fruta. Ela disse que havia coisas mais importantes nas quais se poderia investir o dinheiro.

Segundo, em relação às moscas da fruta, eis aqui uma citação importante:

“Take the example of fruit flies (Drosophila). Morgan, Goldschmidt, Muller, and other geneticists have subjected generations of fruit flies to extreme conditions of heat, cold, light, dark, and treatment by chemicals and radiation. All sorts of mutations, practically all trivial or positively deleterious, have been produced. Man-made evolution? Not really: Few of the geneticists’ monsters could have survived outside the bottles they were bred in. In practice mutants die, are sterile, or tend to revert to the wild type.”—*Michael Pitman, Adam and Evolution (1984), p. 70.

Por outras palavras, Não houve evolução nenhuma, e as moscas descendentes eram sempre INFERIORES geneticamente às ancestrais. Se uma experiência produz seres geneticamente inferiores, será que se pode usar essa experiência como evidência para um processo (evolução) que supostamente produz seres geneticamente superiores?

Podes lêr o resto das citações aqui.
Conclusão:
Os teus requerimentos para reconhecermos a informação não são os relevantes para a Biologia. A quantidade de bits não nos diz absolutamente nada sobre a informação que lá está. Não se pode medir fisicamente entidades imateriais, e como tal a falta de “medição” em relação à informação biológica não faz dela menos informacional.
A informação está nas formas de vida, mas nós é que usamos conceitos nossos para extrair do que lá está. O facto de usarmos letras nossas para traduzirmos o que está na vida, não cria a informação no ADN, da mesma forma que usarem-se caracteres do alfabeto ocidental para traduzir o árabe não é inventar a lingua árabe.

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Citação: Informação Gera Funções

No matter how many “bits” of possible combinations it has, there is no reason to call it “information” if it doesn’t at least have the potential of producing something useful.

What kind of information produces function? In computer science, we call it a “program.” Another name for computer software is an “algorithm.” No man-made program comes close to the technical brilliance of even Mycoplasmal genetic algorithms. Mycoplasmas are the simplest known organism with the smallest known genome, to date. How was its genome and other living organisms’ genomes programmed? 

David L. Abel and Jack T. Trevors, “Three Subsets of Sequence Complexity and Their Relevance to Biopolymeric Information,” Theoretical Biology & Medical Modelling, Vol. 2, 11 August 2005, page 8

Por outras palavras, informação gera ou tem o potencial para gerar uma função. Uma sequência pode ter mais “bits” mas se não causa uma função (algorítmo) então não é informação.

Isto nem deveria ser polémico, mas os ateus fazem malabarismo semântico com a palavra “informação” como forma de evitar o elefante na sala:
1. Todos os sistemas de informação conhecidos pelo homem tem uma causa inteligente.
2. A vida é composta por sistemas de informação (algorítmo/programas)
3. A vida tem uma Causa Inteligente.

Salmo 33:6 Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca.

Quando o homem rejeita a Revelação de Deus, ele passa a acreditar nas coisas mais absurdas que existem debaixo dos céus.

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Base de Dados de Mutações Aleatórias

Na sua edição do dia 5 de Dezembro de 2008 o jornal “O Público” reportou que “foi dado o passo que faltava para a criação da base de dados portuguesa de perfis de ADN para a identificação civil e criminal”.

Segundo a reportagem de Natália Faria, o INML (Instituto Nacional de Medicina Legal) e a Polícia Judiciária acreditam que a primeira base de dados genética vai ser vital no combate ao crime, e na diminuição de número de cadáveres que são enterrados por identificar.

A reportagem da Natália infelizmente não disse (nem era obrigação sua) como é que a informação genética (palavras por si usadas no artigo) é o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas por uma força não-inteligente como a selecção natural.

Será possível criar uma base de dados de “informação aleatória” ou o conceito de “base de dados” assume organização informacional? Se, como a ciência mostra, o ADN está organizado de tal forma que nos permite retirar informação dele, quem (ou Quem) o organizou?

Se é preciso inteligência para descodificar o ADN, porque é que os ateus assumem que não foi preciso inteligência para codificá-lo inicialmente? Existe algum sistema de informação cujas origens tenham sido empiricamente observadas que não tenha uma causa inteligente?

Conclusão:
O conceito de informação implica que os dados tenham sido organizados de modo a transmitirem uma mensagem ou instrução. Se encontramos mensagens e instruções no interior das formas de vida, então essas formas de vida são o resultado de Uma Causa Inteligente. Ao afirmar que a biosfera é o resultado de forças não-inteligentes, não-direccionadas, sem plano e sem propósito, a teoria da evolução encontra-se na curiosa posição de ser “um facto científico” que contradiz as observações científicas. O que ainda salva a teoria da evolução não é a ciência, mas sim o facto de os darwinistas irem mudando a definição de “evolução” sempre que lhes apetece.

Por outro lado, ao postular que a natureza é o resultado do Poder Criativo de Deus1, a Bíblia está de acordo com as observações científicas. O mundo biológico exibe evidências de design, e como tal é absolutamente científico inferir-se um Designer

Para além de estar em pleno acordo com as observações científicas, a Palavra de Deus identifica o Designer,2 identifica o propósito da criação3, nomea a razão para a existência do mal 4, bem como a consequência de quem rejeita a Revelação que Deus pôs a sua disposição5.

Deus não só nos diz a condição caída em que o mundo está, mas oferece um caminho a quem quiser evitar o sofrimento eterno. Ele diz que há uma escolha a ser feita6, e que todos aqueles que escolherem seguir a Cristo herdarão uma nova Criação, livre da dôr, da morte e do pecado.7

Qual vai ser a tua escolha? Vais acreditar no que o homem falível diz, ou vais acreditar no que o Deus Infalível diz? As opiniões “científicas” mudam constantemente mas a Verdade de Deus é para sempre. Vais pôr a tua fé no efémero, falível e inconstante, ou no Deus Eterno, Infalível e Constante?

Escolhe prudentemente porque o teu futuro eterno depende da tua escolha.

Salmo 118:8 – É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem.

……
1. Génesis 1:1 – No princípio criou Deus os céus e a terra.1
2. João 1:3 – Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.2
3. Isaías 45:18 – Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; Ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada.3
4. Génesis 3:17 – E a Adão [Deus] disse: “Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela: maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida”.4
5. Mateus 25:41 – Então [O Senhor Jesus Cristo] dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.5
6. Revelação 3:20 – Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a Minha Voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, ele Comigo.6
7. Revelação 21:1,4 – E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. (…) E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

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O ADN é informação ou não?

Continuação da resposta ao comentário do Pedro Romano:

Mats, o sistema de preços é um sistema impessoal.

Os preços ao serem postos num artigo estão a enviar a mensagem que diz “Este produto custa X“, certo?  Essa informação foi posta por alguém ou escreveu-se a si própria?

E um código linguístico é um código semiótico (aliás, a semiótica nasce da linguística).

Isto não é unânime, mas vamos assumir que sim. O que interessa para a discusão sobre o ADN é a estrutura, lógica, propósito e efeitos.

Será racional dizer-se que o ADN não é um sistema de informação paralelo ao sistema de informação linguístico?

A mim admira-me o quanto as pessoas negam as evidências devido as suas presuposições naturalistas.

 

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Homens e bananas: 50% iguais?

Tenho a certeza que isto explica o porquê de muito de nós ter dificuldades em distinguir uma banana de um ser humano.

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