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Os Fenícios e a Pedra Brasileira

I Reis 9:26
Também o rei Salomão fez naus em Esion-geber,
que está junto a Eloth, na praia do mar de Suf, na terra de Edom.

Não é fora do normal encontrarem-se pedras com inscrições na América do Sul, no entanto uma pedra encontrada no Brasil, em 1872, mostrou-se fora do normal. Isto é tanto mais assim se levarmos em conta que as civilizações Inca, Maia ou Asteca nunca viveram nessa área. Como se isso não fosse suficiente, a pedra estava em fenício.

O seu descobridor, que não sabia fenício, enviou-a às autoridades locais, que de seguida a deram ao principal do museu nacional. O mesmo reconheceu a antiga língua e traduziu-a.

A inscrição na pedra lê

Nós somos os filhos de Canaã de Sidon, a cidade do Rei. O comércio levou-nos a estas costas distantes, a uma terra de montanhas.

Será que os comerciantes Fenícios do século 7 antes de Cristo navegaram até à América do Sul? No mundo antigo, os Fenícios eram conhecidos como os maiores comerciantes marítimos da altura.

No entanto, e devido a preconceitos baseados na teoria da evolução, não se aceitou a noção de que o homem antigo era tão ou mais inteligente que o homem actual, e como tal, a inscrição foi na generalidade ignorada.

Foi então que no ano de 1960 um leilão nos EUA mudou as coisas. Um perito especialista em línguas antigas estudou uma réplica que estava a ser leiloada, e concluiu que a inscrição é autêntica. A mesma contém ondulações desconhecidas pelos estudiosos do século 19.

Conclusão:

Embora hoje em dia nós saibamos mais factos (temos mais informação), o homem antigo não era menos inteligente e menos talentoso do que nós. Isto está de acordo com a imagem Bíblica do homem que o coloca, não uma criatura em constante evolução e melhoria gradual, mas sim como a mais exaltada criatura visível de Deus.

Mais uma vez se vê que a Bíblia está em perfeito acordo com os dados científicos, contrariamente ao que os ateus afirmam.

João 17:17 – Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a Verdade

O cristão não precisa de acomodar filosofias pagãs com o Testemunho de Deus (Bíblia) porque o Mesmo é o mais Fiel Relato das origens do Universo e da vida lá contida.

Referência:
Archeology, “Before Columbus or the Vikings,” Science, May 1968.

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Como Podemos Saber que a Bíblia é a Palavra de Deus?

Nós podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus primeiramente pela fé, uma vez que sem fé é impossível de se agradar a Deus (Hebreus 11:6). Isto de maneira nenhuma menospreza as evidências arqueológicas, filosóficas, cientificas e proféticas a favor da inspiração da Bíblia, mas sim mostra que, embora haja muitas e variadas evidências a favor da Bíblia, a decisão final de se acreditar, ou não, naquilo que a Bíblia diz de si mesma é uma questão de fé. O que o mundo cristão correctamente tem mostrado nos últimos 2000 anos é que a fé naquilo que a Bíblia diz, embora seja uma fé, é uma fé razoável e racional.

Imaginemos que uma pessoa tem fé de que ela pode voar e, em demonstração da sua fé, a pessoa lança-se de cima de um prédio. Embora ninguém possa duvidar que a fé desta pessoa é enorme, pode-se dizer, no entanto, que era uma fé irracional devido a preponderância de evidências que mitigam contra a habilidade humana de voar sem ajuda de dispostivos preparados para tal.

Agora tomemos o cenário de uma pessoa que vai almoçar ao mesmo restaurante todos os dias. Essa pessoa tem fé de que a comida que lhe dão diariamente está saudável, embora ela não tenha modo de o provar na altura. Nesta situação,pode-se dizer que, embora esta pessoa esteja em fé, é uma fé razoável fundamentada na experiência que ela tinha tido em dias anteriores (ex: no aspecto do restaurante, etc..).

O cristão encontra-se na posição desta pessoa. A nossa fé, embora não deixe de ser uma fé, é fundada em dados confirmáveis. O que se quer dizer com isto é que aquilo na qual a nossa fé é baseada não é algo como a astrologia ou a teoria da evolução (que não só não possuem evidências confirmadoras mas que contradizem as observações) mas sim baseada em factos históricos.

A fé do Cristão nas Sagradas Escrituras é uma fé razoável.

A segunda evidência que eu gostaria de mostrar para a inspiração da Bíblia é o seu conhecimento da natureza humana, e o seu amplamente demonstrado poder de mudar o coração do Homem.

Como evidência para o primeiro ponto eu gostaria de citar a palavras do Senhor Jesus Cristo:

Marcos 7:21-23 – porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.

Contrariamente ao que é publicamente anunciado no mundo secular, as razões que levam o homem a cometer actos reprováveis não são do foro intelectual, ou condicional mas do foro espiritual. Para comprovar tal, basta-nos ver alguns exemplos.

Um dos homens galardoados com o Prémio Nobel da Paz nos últimos 2/3 anos afirmou que, se a pobreza for erradicada, o terrorismo será vencido. Esta seria uma posição válida se as evidências estivessem do seu lado. Infelizmente não estão, e para comprovar que o laureado não está correcto, basta-nos tomar como exemplo os terroristas Muçulmanos que voaram aviões contra as torres gémeas em Nova Iorque: a maioria deles eram da Arábia Saudita, um país que não é o que se pode chamar de um país pobre. A sua motivação era puramente ideológica independente da sua condição social ou grau académico.

Juntamente com estes, poderemos citar o exemplo do próprio Osama Bin Laden, que é um homem de muitas possessões e saúde financeira. O que o leva a fazer o que faz não é a pobreza material mas sim a pobreza espiritual.

Para o caso de alguém poder citar a falta de educação como razão dos actos horríveis perpetuados pelos humanos durante os séculos, podemos citar o papel do Dr Josef Mengele durante a Segunda Guerra. O Dr Mengele foi um dos homens por trás dos campos de guerra nazis e um dos homens que fez experiências médicas em seres humanos. O que o levou a fazer isso não foi, obviamente, a falta de educação intelectual, mas a falta de educação moral.

O que nós temos aqui então são duas formas de vêr o problema. De um lado temos Deus, que nos diz que o problema está nos nossos corações, e do outro lado temos o homem, que diz que o problema é a pobreza, a falta de educação, a pressão social, ou qualquer outra condicionante exterior ao homen. De acordo com as evidências acima referidas, poderemos dizer que a Bíblia tem-se mostrado correcta em todos os casos. O homem tem um coração em necessidade desesperante de ser regenerado, contudo o mundo secular não tem as armas nem o conhecimento para resolver tal.

Pode-se então usar como evidência de inspiração o facto de a Bíblia claramente revelar aos homens qual é a causa das más acções humanas.

Poderá se dizer “Jesus diz que o nosso coração é mau, mas será que Ele ofereceu alguma solução?”

O Senhor Jesus não só identificou o nosso problema, mas Ele mesmo, sendo o nosso Criador (João 1:1-3) ofereceu-se a Si Mesmo para resolução do maior problema do género humano: o nosso pecado. Graças a redenção oferecida gratuitamente por Deus na Cruz, o Senhor Jesus abriu uma porta nova no nosso espírito e fortaleceu-nos com o Mesmo Espírito que criou o universo (Job 33:4).

Para concluir este ponto, poderemos dizer que, contrariamente aos outros livros ditos “sagrados”, o Inspirador da Bíblia não só tem um conhecimento profundo da natureza humana, mas tem Nele mesmo (Hebreus 1:3) a solução dos nossos problemas.

A terceira evidência que gostaria de enumerar é a Profecia. De acordo com estudiosos Bíblicos, existem cerca de 300 profecias Do Messias que foram realizadas aquando da 1ª Manifestação de Jesus Cristo. Gostaria de enumerar duas profecias que servem de evidência para a inspiração da Bíblia.

Começamos pelo Livro do Profeta Daniel. O Profeta Daniel fazia parte dos Judeus que foram transportados por Nabucodonosor para a Babilónia (Daniel 1:2-3). Aquando do seu cativeiro, Deus exaltou o Profeta para uma posição de grande prestígio e responsabilidade (Daniel 2:48).No primeiro ano de Dário filho de Assuero, depois de ter entendido pelas Sagradas Escrituras que o tempo de cativeiro do Povo de Israel seria de 70 Anos (Daniel 9:2, 2 Crónicas 36:21, Jeremias 25:11-12, Jeremias 29:10), Daniel orou e jejuou ao Senhor. Durante o seu período de oração, o Senhor enviou o Anjo Gabriel a Daniel e revelou-lhe alguns eventos futuros relativos a Israel e ao Messias. O Anjo disse então ao Profeta:

Daniel 9:24-26 – Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.

Independente das datas usadas para se definir o dia exacto em que a ordem de restauração foi emitida, há um ponto que é bastante elucidativo. Deus falou com Daniel e disse que o Messias apareceria na Terra antes da destruição do Templo. A história secular é bastante clara aquando da destruição do Templo de Jerusalém. De acordo com a datação tradicional, o Templo foi destruído a 70 A.D. aquando da revolta Judaica contra o jugo Romano. Isto significa que antes desta data, o Messias teria que ter aparecido, e teria que ter sido “cortado”. De acordo com a Bíblia e com os relatos históricos, foi exactamente isso que aconteceu. Houve Um Homem que apareceu na Judeia, dizendo ser Ele o Messias profetizado por Deus (João 4:25-26, Lucas 24:27, Lucas 22:37). De acordo com a profecia, Esse Mesmo Homem seria “cortado” da terra dos viventes antes da destruição do Templo, evento que se materializou com Jesus de Nazaré. Ele foi sentenciado à morte pelo Sinédrio por blasfémia (João 19:7) e Executado pelos Romanos na cruz.

Não é credível que Daniel tenha sabido isto de outra forma que não por revelação de Deus. Como sabia Daniel que o Templo seria reconstruído? Como sabia Daniel que o Messias apareceria enquanto este segundo Templo estivesse de pé? Como sabia Daniel que este Templo seria destruído depois de o Messias ter sido “cortado” ? Aliás, como sabia Daniel que o Templo que não estava ainda construído seria mais tarde destruído? Existe um vasto número de improbabilidades que suportam a crença de Daniel soube deste evento futuro graças a Revelação Sobrenatural.

Pode-se perguntar: “Mas será que o Livro de Daniel não foi escrito depois dos eventos?” A arqueologia refuta esta crença uma vez o Livro de Daniel foi encontrado nos manuscritos do Mar Morto. Esses mesmos manuscritos foram datados de cerca de 200 anos antes do Cristo.

Outra profecia que eu gostaria de abordar é a profecia descrita no Livro do Profeta Isaías, capítulo 53.

Neste Livro, o Profeta fala do destino de várias nações (Israel incluído),e dos planos que Deus tem reservado para eles. Depois do capítulo 40, o tom muda um pouco e a Mensagem já não é tanto de julgamento mas sim de redenção. Englobada no Plano de Redenção está a Figura de Um Servo Do Senhor, mencionado nos capítulos 42, 49, 50 e 53. Segundo esses capítulos, nós ficamos a saber que o Servo seria:

  • Ungido pelo Espírito Santo (Isaías 42:2)

  • A Luz dos Gentios (Isaías 42:6)

  • Usado por Deus para ser a sua Salvação até a extremidade da Terra (Isaías 49:6)

  • O Libertador (Isaías 49:9)

..e muitas outras coisas mais.

Contudo, depois de todas estas coisas que ficámos a saber sobre o Servo, o Profeta Isaías, inspirado por Deus, relata-nos uma outra Faceta do Ministério do Servo do Senhor. No capítulo 53 Isaías revela que:

  1. O Servo seria rejeitado (v. 3)

  2. O Servo tomaria sobre Si as nossas efermidades (v.4)

  3. Seria da vontade de Deus que o Servo padecesse por nós (v. 10)

  4. O Servo prolongaria os seus dias (53:10), mesmo após ter sido cortado da terra dos viventes (53:8)

Ao ler-mos sobre o ministério do Senhor Jesus Cristo vemos que Ele cumpriu as profecias até ao mais ínfimo detalhe. O Senhor foi rejeitado (João 12:37), tomou sobre Si as nossas enfermidades (1 Cor 15:3, Hebreus 9:28), padeceu segundo a Vontade de Deus (Gálatas 1:4) e prolongou os Seus dias (Revelação 1:18) mesmo depois de ter sido “cortado” da terra dos viventes (João 19:33).

A quarta evidência que gostaria de enumerar a favor da inspiração da Bíblia é o facto de a ciência confirmar a Bíblia. Vamos clarificar estes pontos enumerando alguns campos científicos.

Biologia

  • Deus diz no Livro dos Salmos que Ele não só criou as formas de vida logo após ter dado o mandamento (Salmo 33:9) mas que após terem sido criadas, essas formas de vida se reproduziriam de acordo com o seu tipo (heb: baraGénesis 1:21,24,25). O que isto significa é que nunca se daria o caso de um gato dar a luz alguma coisa que não fosse um gato, nunca se daria o caso de um canino dar a luz algo que não fosse um canino, e assim sucessivamente. A ciência tem mostrado que as formas de vida são muito conservadoras e pouco dadas a macro-mutações, contrariamente ao que seria de esperar se a teoria da evolução fosse verdade. Assim, pode-se dizer que a ciência confirma a Bíblia.

  • Existem relacionamentos simbióticos cujas origens contradizem qualquer cenário que não envolva uma infusão de informação por via Sobrenatural. Tomemos por exemplo o peixe “limpador” e o tubarão. Este peixe aproxima-se dos dentes do tubarão confiante,e executa funções higiénicas nos seus dentes. Como é que esta relação simbiótica aconteceu? Será que houve um peixe que primeiramente se aventurou perto da boca de um tubarão e “descobriu” que ele não o comeria, mostrando assim aos outros peixes o que fazer quando há pouca comida? Ou será que esta e outras relações simbióticas foram arquitectadas pelo Criador desde o princípio? É mais racional crer-se que Deus programou os dois animais para terem esta relação simbiótica, com ganhos comuns. Outra função destas relações simbióticas é a de que mostram que elas foram feitas por Alguém.

  • Convergência nos organismos biológicos tem todas as marcas de planeamento e design e ela é abundante na natureza (Steven Gould, The Panda’s Thumb, 1980, p 271). Tomemos por exemplo a semelhança dos olhos do polvo e os olhos dos humanos. Que explicação naturalista pode de alguma forma explicar esta convergência? Ou ainda, tomemos o bico do “platypus” e o bico dos patos. Que mutação genética produziu esta semelhança? Não é mais racional e óbvio que Alguém quis que assim fosse? Quando vemos semelhanças em vários quadros artísticos o mais óbvio é concluirmos que o mesmo designer fez os quadros. Semelhantemente, como vemos convergências em toda a linha biológica, o mais racional é vermos que estas formas de vida tem o Mesmo Designer, e Ele quis que assim fosse para nós sabermos que todas estas coisas são criadas e não obra de um processo evolutivo.

Paleontologia

De acordo com as evidências o registo fóssil apresenta as seguintes características:

  • Aparecimento abrupto dos animais e das plantas em toda a Terra.

  • A maior parte dos fósseis é muito semelhante (e frequentemente, totalmente idêntica) às criaturas existentes hoje em dia.

O cientistas Dr Peter Ward e Dr Donald Brownlee dizem o seguinte em relação ao registo fóssil:

O aparecimento abrupto de todos os “phyla” animais num único e curto evento de diversificação não é, obviamente, uma consequência prevista da evolução. (Rare Earth, p. 150)

Estas evidências suportam as Palavras ditas por Deus no Livro de Génesis e mitigam contra qualquer teoria naturalista. As formas de vida apareceram mal Deus ordenou que elas aparecessem e as evidências suportam esse facto.

Astronomia

Contrariamente ao que foi muitas vezes tido como sendo a resposta científica sobre as origens, o universo tem um ponto inicial de existência. Este ponto nem sempre foi mantido pelos cientistas seculares e alguns mesmo admitem que um universo que tenha um ponto inicial de existência vai contras as suas expectações naturalistas.

O Dr Robert Jastrow diz:

Apenas como resultado das mais recentes descobertas nós podemos dizer com um certo grau de confiança que o mundo não existiu desde sempre.;… o declínio gradual predito pelos astrónomos para o fim do mundo é diferente das condições explosivas que eles calcularam para o seu nascimento. Contudo o impacto é o mesmo: a ciência moderna nega a existência eterna do Universo, quer seja no passado quer seja no futuro (1977, pp. 19,30, ênfase adicionado).

O que isto quer dizer é que para a ciência, tal como para a Bíblia, o universo tem um ponto inicial de existência.

Ao afirmamos isto poderá-se dizer que este é um ponto irrelevante que não suporta a Bíblia de modo algum. Contudo, ao aplicarmos um pouco de lógica, poderemos ver que o facto de o Universo ser um efeito (contingente), é uma evidência para Alguém ou alguma coisa que causou a que o Universo viesse a existir.Poderemos exemplificar as coisas usando o seguinte silogismo:

- Tudo aquilo que tem um princípio de existência tem uma causa adequada.

- O Universo tem um princípio de existência

- O Universo tem uma causa adequada.

Como segundo as leis da lógica, a causa é sempre maior que o efeito, A Causa do Universo é Maior que o Universo. Como o Universo tem tempo, matéria e energia, a Causa do Universo não é Limitado pelo tempo, pela energia, nem pela matéria. Por outras palavras, o Causador do Universo é Eterno, Todo Poderoso e Imaterial. Estas 3 características são algumas que distinguem o Criador da criação.

Para finalizar as evidências da astronomia, pode-se dizer que os cientistas descobriram no século passado que as galáxias estão a afastar-se umas das outras. Isto implica que o Universo está a expandir. Contudo, a Bíblia já tinha dito há muitos séculos atrás que Deus “estende os céus”:

Isaías 40:22
Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos:
Ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda para neles habitar (vêr também Is 44:24, Is 42:5, Is 51:13, Jer 10:12)

Muitas outras evidências científicas poderiam ser expostas, para mostrar que a Bíblia tem origens Sobrenaturais, embora tenha sido escrito por homens falíveis. No próximo ponto veremos que tipo de pessoas Deus usou para revelar a Sua Palavra às nações.

Que Tipo De Pessoas Deus Inspirou?

As pessoas que Deus usou para revelar a Sua Palavra eram pessoas normais como outras quaisquer. Eram pastores (Moisés, Amós, David), pescadores (Pedro, João e Tiago), réis (Salomão), filhos de sacerdotes (Ezequiel), ministros (Daniel), Fariseus (Paulo), médicos (Lucas), e cobradores de impostos (Mateus).

A meu ver, o propósito de Deus usar pessoas dos vários níveis sociais e geográficos foi o de nos fazer ver que, a Mensagem que eles traziam às nações, tinha origens fora deles mesmos. Por exemplo, se Deus tivesse usado só sacerdotes, por exemplo, poderia dizer-se que a Mensagem por eles entregue tinha origem neles mesmos e ser essa a razão de haver harmonia uns com os outros.

Mas não foi isso que Deus fez. Deus usou pessoas de todos os estratos sociais, de todos os níveis económicos, e com todo o tipo de passado, para que a harmonia existente na Bíblia não pudesse ser acusada de ser uma resultado do nível social das pessoas.

A harmonia existente na Bíblia não tem origem neste ou naquele estrato social, mas no Próprio Deus:

2 Pedro 2:21
Porque a profecia
nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

A harmonia e a coesão existente na Bíblia é um resultado do Carácter de Deus e do Seu Amor por nós, e não o resultado de planeamento humano.

Um ponto que convém ressalvar é que, apesar de Deus ter escolhido pessoas normais dentro da comunidade como forma de revelar a Sua Palavra, essas pessoas tinha que ter alguma credibilidade dentro dessa mesma comunidade. Isto não significa que Deus escolheu homens perfeitos, mas sim que Deus escolheu homens que Lhe dessem garantias que a Mensagem não seria rejeitada com base na vida ou acções dos interlocutores. A inspiração de Deus usou-os de uma forma que, apesar de a Mensagem ser de Deus, a personalidade dos interlocutores não foi apagada aquando da exposição da Palavra. No ponto seguinte veremos o que é a “inspiração de Deus”.

Inspiração – O Que É Isso?

Provavelmente a maneira mais clara de se dizer o que é a inspiração é usar as palavras da Bíblia. Inspiração é “ser guiado pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21), e falar aquilo que está de acordo com o Coração de Deus. A inspiração é uma das formas que Deus usou para se revelar. Não sendo a única,é contudo o selo da sua santidade. É aquilo que distingue a Bíblia dos outros livros “sagrados” (Alcorão, Gita, etc,etc).

Apesar de Deus muitas vezes ter literalmente ditado as Suas Palavras aos seus Profetas e Apóstolos (Números 7:89, Revelação 1:19), Deus também guiou de forma Sobrenatural aquilo que os Apóstolos escreviam, para que o resultado fosse aquilo que Deus queria que nós soubéssemos.

CONCLUSÃO

A Bíblia ocupa um lugar único na literatura mundial. É o Livro mais traduzido do mundo, o Livro mais propagado do mundo, e, infelizmente, o Livro mais atacado do mundo. Os seus preceitos são justos, os seus mandamentos santos, sua força imensa, e o seu conteúdo durará para sempre (Mateus 24:35).

…………

BIBLIOGRAFIA

1. Mark Van Bebber and Paul S. Taylor; “What does the fossil record teach us about evolution?” ; Www.ChristianAnswers.Net; of Eden Communications Copyright © 1995, Eden Communications, All Rights Reserved

2. Jastrow, Robert (1977), Until the Sun Dies (New York: W.W. Norton).

3. Gould, The Panda’s Thumb, 1980, p 271

4. WARD, Peter e BROWNLEE, Donald; Rare Earth,; Copernicus Books, Feb 2000, p. 150

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Porquê o Senhor Jesus Cristo e não outro “deus?

Mas, mesmo que haja um vídeo a mostrar
a criação do mundo por um ser poderoso,
daí apenas poderemos depreender que
ele é poderoso e criou o mundo.
(Priscila Rêgo -A noção de naturalismo“)

Alguns ateus têm achado “estranho” eu identificar o Criador como sendo O Senhor Jesus Cristo, por assumirem que a identidade dO Criador é impossível (ou improvável?) de se saber apenas e só a partir daquilo que foi criado. Tendo isto em conta, eles afirmam que a minha identificação vai para além daquilo que seria possível saber a partir das observações. A Priscila Rego diz:

O problema dos criacionistas é que propõem uma explicação tão minuciosamente recortada que se torna impossível de avaliar pelos dados disponíveis.

Ela acrescenta ainda:

Os criacionistas dizem que Deus é omnipotente, proíbe a homossexualidade e teve Um Filho chamado Jesus.

O ateu Ludwig acrescenta neste post que

Não é claro como excluiu todas as outras divindades

Os ateus têm razão

Por incrível que pareça, ambos têm razão no ponto que levantam: é de sobremaneira difícil identificar QUEM é o Criador *apenas* e só por aquilo que foi criado. Sabemos pela criação que há Um Criador, mas como Ele, qual é a Sua Maneira de Ser, o que quer de nós, é algo que Ele Pessoalmente nos comunica.

Para melhor se ver o ponto que eles levantam, vejamos a seguinte analogia:

Imaginem que vocês fazem parte de um grupo de exploradores que é o primeiro a chegar a uma casa, numa área remota do planeta. Ao chegarem a casa, reparam na arrumação presente,nas prateleiras em ordem, nas mesas limpas e bem arrumadas e as camas feitas elegantemente. Vocês não sabem *quem* é o morador da casa, mas sabem que *tem* que existir um. Vocês logicamente inferem que há alguém que mora nessa casa devido à ordem e organização presentes.

O mesmo se passa com os humanos em relação a Deus. Nós podemos observar a ordem, design, e propósito existentes na natureza, e, sabendo de antemão que tais coisas (ordem, design e propósito) tem *sempre* uma causa inteligente, logicamente inferimos o mesmo não só para o universo mas também para a vida lá contida.

Mas Quem é o Criador?

Mas agora o ateu correctamente afirma que o facto de existir Uma Causa Inteligente não justifica que se conclua que o Criador é O que está Descrito na Bíblia.

Voltemos à analogia descrita em cima.

Se o dono da dita casa chegar, identificar-se e se revelar como ele é, e eu ao cruzar aquilo que ele diz com o que está na sua casa, verificar que os dados estão de acordo, não devo então dirigir-me o dono da casa pelo seu nome? Seria ilógico eu saber quem é o dono da dita casa mas falar dele como se não soubesse quem ele é.

Do mesmo modo, nós ao cruzarmos aquilo que Deus diz com a mundo à nossa volta, vê-mos que as observações estão plenamente de acordo com a Bíblia, e como tal identificamos o Criador como sendo o Senhor Jesus Cristo.

João 1:3
Todas as coisas foram feitas por Ele [Jesus Cristo], e, sem Ele, nada do que foi feito se fez.

Conclusão:

Daquilo que foi criado, cientificamente inferimos Um Criador.

Da Bíblia sabemos COMO é o Criador, e o que Ele espera de nós.

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Citação: Leitura Literal da Bíblia Ajudou o Progresso da Ciência

Peter Harrison, Andreas Idreos Professor of Science and Religion at the University of Oxford, pointed out:

“It is commonly supposed that when in the early modern period individuals began to look at the world in a different way, they could no longer believe what they read in the Bible. In this book I shall suggest that the reverse is the case: that when in the sixteenth century people began to read the Bible in a different way, they found themselves forced to jettison traditional conceptions of the world.70

“Had it not been for the rise of the literal interpretation of the Bible and the subsequent appropriation of biblical narratives by early modern scientists, modern science may not have arisen at all. In sum, the Bible and its literal interpretation have played a vital role in the development of Western science.”71

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Algumas notícias – Agosto de 2009

  • Cientistas criaram uma nova técnica para introduzir modificações nos genomas de micróbios. Obviamente, qualquer “evolução” que daí aconteça será o resultado de design inteligente e não de aleatoriedade inerente à teoria da evolução.
  • Macaco pastoreia cabras! Esta harmonia que parece existir em diversas formas de vida não é bem o que seria de encontrar num mundo que funciona na base do “mata ou és morto” presente na mitologia darwinista. Claro que os darwinistas já observaram animais a cooperarem, e como tal já incluiram o altruísmo dentro da teoria da evolução. Portanto, a teoria da evolução causa o altruísmo, excepto quando não causa o altruísmo.
  • Mais evidências para a presença de proteínas nos ossos de um T. rex.
    (Vêr também 1,2,3,4,5,6)
  • Cristais líquidos numa barata? Brilhante design! Só falta encontrar GPS dentro das formas de vida. Aliás, já não falta.

Estes e outros dados científicos são o suficiente para se vêr o quão a ciência funciona perfeitamente sem se levar em conta os imaginados poderes criativos das forças não-inteligentes.

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Rei David: Arqueologia e a Bíblia Concordam

Artigo Original

Uma das maiores ironias no mundo acadêmico é saber que os piores inimigos da Bíblia não são ateus, evolucionistas ou agnósticos, mas sim teólogos bíblicos que lecionam Antigo e Novo Testamento em universidades nos Estados Unidos e Europa. Esse é caso de Philip Davies, da Universidade Sheffield, na Inglaterra. Para ele, Davi não é mais histórico do que o Rei Artur e os cavaleiros da távola redonda; em outras palavras, folclore britânico. Essa é a opinião dele na obra In the Search of ‘Ancient’ Israel (Em busca do ‘antigo’ Israel), publicada em 1992. Seu argumento, porém, era baseado no silêncio de fontes históricas fora da Bíblia que mencionassem o famoso rei israelita. Um argumento, diga-se de passagem, muito perigoso para qualquer acadêmico.

Ironicamente, um ano após Davies publicar sua obra, a equipe de Avraham Biran, arqueólogo do Hebrew Union College, em Jerusalém, encontrou em Tel Dan, no norte de Israel, o fragmento de uma estela (pedra) contendo o registro histórico de um guerra entre os reis da Síria, Israel e Judá. Nesse documento, o reino de Israel é chamado “Casa de Israel”, enquanto o reino de Judá é chamado de “Casa de Davi” (na quinta linha de baixo para cima, na foto)!

Ao anunciar a descoberta, a Biblical Archeology Review destinou mais de 15 páginas para falar a respeito do assunto, escritas pelo próprio Dr. Biran. Poucas edições depois, foi a vez de Philip Davies contra-atacar. Segundo ele, o documento arqueológico poderia ser uma fraude. O que Davies se esqueceu foi que o artefato não foi comprado de nenhum comerciante palestino ou judeu, mas foi desenterrado pela auxiliar de campo Gila Cook.

Outro argumento utilizado pelo acadêmico de Sheffiled é a tradução da expressão aramaica BYTDWD como “Casa de Davi”. Ele notou que todas as palavras do texto estão separadas por um ponto, mas nessa expressão não há ponto algum. Sendo assim, a tradução “Casa de Davi” estaria sendo forçada. Porém, ele só se esqueceu do que os linguistas já sabiam: que quando há junção de um substantivo (BYT – casa) e um nome próprio (DWD – Davi), não se utiliza nenhum ponto na separação. Esse era um costume comum entre assírios, babilônicos e arameus (e a estela foi escrita em aramaico) no registro de um texto.

Para Kenneth Kitchen, uma das maiores autoridades em estudos orientais da atualidade, a descoberta é tremenda. De acordo com ele, a expressão “Casa de…” refere-se ao fundador da determinada dinastia, sendo atestada em todo o Antigo Oriente Médio. Estaria esse documento mencionando o rei Davi, autor do famoso Salmo 23? As evidências sugerem que sim. Bastou apenas um ano para uma descoberta arqueológica desmoronar a pesquisa de Philip Davies! Isso sim é ironia.

Tive a oportunidade de ver essa peça em exposição no dia 24 de agosto do ano passado, no Masp, em São Paulo. Fiquei por aproximadamente cinco minutos observando cada detalhe do artefato e relembrando as diversas histórias desse personagem chamado Davi. Eu já conhecia a história do achado e o seu valor para o cristão no século 21, mas mesmo assim foi uma experiência poderosa, uma vez que a história bíblica pôde transpor milênios e ganhar um colorido mais acentuado através de um artefato de quase três mil anos!

(Luiz Gustavo Assis, Outra Leitura)

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Refutando os (selectivamente) cépticos

Josué 10:10-11
E o Senhor os conturbou diante de Israel, e os feriu de grande ferida em Gibeon;
e seguiu-os pelo caminho que sobe a Betoron,
e os feriu até Azeca e a Maqueda
O crítica moderna à historicidade da Bíblia começou nos finais do século 18 e tem continuado até os dias de hoje. Hoje em dia, por incrível que pareça, muitos dos críticos da Verdade Bíblica (especialmente do Livro de Génesis) são pessoas que se identificam como “cristãs”. (Tito 1:16 fala de tais “cristãos”).

O que os modernos críticos alegam é que a Bíblia nada mais é que Um Livro imerso em erros científicos e históricos (e sabe-se lá mais o quê), escrito por homens “primitivos”, desconhecedores da “ciência moderna”.

Antes das escavações sérias terem começado no século 18, os cépticos baseavam-se na falta de evidências como “prova” de que as pessoas, cidades, e mesmo as nações mencionadas na Bíblia nunca tinham existido. A lógica usada era a de que “Como não temos evidências a favor, então isso é uma evidência contra o que a Bíblia diz!”.

Em situações onde só há duas hipóteses, ainda se entende que se use esta lógica, mas no que toca a eventos históricos há sempre a hipótese de ainda não termos encontrado as evidências confirmadoras. Mas para o ateu nada disso importa; se não temos evidências é porque nunca aconteceu! Nunca lhe passa pelo coração que se calhar as evidências estão por encontrar.

No entanto, a Arqueologia Bíblica começou a encontrar evidências para os factos descritos no Livro Sagrado, e com cada nova descoberta, as alegações dos cépticos começaram a desmoronar uma a uma.

Um exemplo disto é o registo Bíblico da liderança de Josué à conquista da Terra Prometida por parte de Israel. Josué 10:10 reporta como Josué conquistou Hazor, queimando as cidades até serem totalmente destruídas. Tudo isto tinha sido rejeitado pelos detratores, obviamente, mas os arqueólogos encontraram as ruínas de Hazor. As ruínas claramente mostram a destruição segundo a operação de um fogo intenso.

This is found in the ruins of Hazor. According to the account in Joshua, there were three cities destyroyed completely by fire at the time of the conquest. One of these was Hazor. This city has been excavated carefully by the archaeologist Yigael Yadin. At Hazor he found evidence of a massive destruction by fire. To quote Yadin, “There is evidence of a massive destruction. I once called it the mother of all destruction.” (see Randall Price, The Stones Cry Out (Harvest House, 1997)

O fogo que consumiu Hazor foi tão intenso que as pedras tinham sido mudadas devido ao fogo, e as cinzas da cidade estavam enterradas a mais de 1,5 metros de profundidade.Este dado não prova que o que a Bíblia reporta aconteceu, mas se o que o que a Bíblia reporta é verdade, então este tipo de coisas é o que se poderia esperar. Esta observação está de acordo com o que a Bíblia revela.

Conclusão: Todas as alegações que afirmam que existem erros na Bíblia é baseada na falta de conhecimento, ou na falta de moralidade. A Arqueologia tem destruído as pretensões dos cépticos, mas isso não o tornará num cristão. E porquê? Porque como ele não chegou à posição de céptico devido as evidências, não vão ser as mesmas que o vão tornar num cristão. O Único que é capaz de transformar um crente ateu num crente em Deus é o Espírito Santo. Nós, humanos, não temos essa capacidade.

João 17:17 – Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a Verdade.

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“God’s Law can’t hurt me!”

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“Houve trevas sobre toda a terra”

Mateus 27:45
E, desde a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona.

Thallus, historiador pagão que viveu pouco depois da ressurreição do Senhor Jesus Cristo (52 AD), escreveu àcerca da miraculosa escuridão que cobriu a Terra durante a Páscoa do ano 32. AD, tentando explicá-la como um eclipse do Sól.Julius Africanus, um cristão do norte de África, escreveu no ano 215AD o seguinte:

Thallus, no terceiro livro das suas histórias, tenta explicar a escuridão como um eclipse do Sól. Esta posição parece-me irrazoável .

Julius afirma, e a astronomia moderna confirma-o, que durante que a lua cheia que se verificava na altura em que o Senhor Jesus foi Cruxificado, nunca poderia ter acontecido um eclipse solar. Portanto, não há nenhuma explicação “natural” para aquilo que os historiadores antigos e a Bíblia reportam como a escuridão que cobriu a Terra durante um período de 3 horas, após a morte do Senhor Jesus.A relevância disto é imensa. Primeiro, isto demonstra mais uma vez que a História na qual assenta a Palavra de Deus é a factual. Quando a Bíblia fala de eventos históricos, ela pode ser confiada, incluíndo as nossas origens.Segundo, uma vez que a Bíblia fala a verdade em relação a eventos passados, não há razões para se duvidar daquilo que ela fala sobre o futuro (céu, inferno, julgamento, etc). Se aquilo que nós podemos testar ao nível histórico está de acordo com a Bíblia, qual é o fundamento para se duvidar daquilo que Deus diz sobre o futuro?Conclusão:
A historicidade da Bíblia é o que a distingue dos outros ditos “livros sagrados”. Quanto mais nós sabemos sobre o passado, mais a Bíblia é confirmada. A arqueologia tem o bom hábito de confirmar vez após vez aquilo que Deus diz na Bíblia. Isto é impressionante.As perguntas que ficam para os que afirmam seguir a “razão” e a “ciência” são as seguintes: porque é que vocês abandonam a “razão” e a “ciência” quando estas apontam para o Senhor Jesus Cristo, o Vosso Criador? Porque é que não seguem as evidências mesmo que elas apontem para o Criador e para a Sua Cruz? (Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos”- Rom 1:22).O tempo há-de chegar em que vocês vão-se aperceber do erro da vossa rejeição Daquele que vocês sabem ser o vosso Criador, mas eu oro para que essa vossa realização não venha tarde demais.……………..
The Jewish Babylonian Talmud (
Sanhedrin 43a) from the Tannaitic Period recorded: “On the eve of Passover Yeshu was hanged”….

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As ursas do Profeta Eliseu

2 Reis 2:23-24
Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, dizendo: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou em nome do Senhor. Então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos.

Este evento tem sido alvo de muito criticismo por arte dos cépticos. Os mesmos “cépticos” que não tem problemas em abrir a barriga de uma mulher e matar o bébé que lá se encontra, acusam Eliseu de “extrema crueldade” por enviar duas ursas contra os “meninos” que gozavam com ele. Na verdade, não foi Eliseu quem mandou as ursas mas sim Deus.

Como se isto não fosse suficiente, convém ressalvar que os “meninos” não eram bem “meninos”. A palavra Hebraica para “meninos” pode ser aplicada a qualquer criança desde a sua infância até a sua adolescência. A palavra usada para os 42 “meninos” é, no entanto, uma palavra usualmente aplicada a “mancebos” ou “jovens adultos”. Ambas as palavras são, na verdade, mais usadas em referência a jovens adultos do que a crianças.

A situação aparentemente envolvia um gang de jovens arruaceiros de várias idades, lideradas pelos mais velhos, e certamente instigadas pelos sacerdotes pagãos de Betel. As ursas que emergiram subitamente da floresta “despedaçaram” (não necessariamente de forma fatal) 42 dos arruaceiros mais velhos.

A exortação “sobe calvo, sobe calvo!” era ao mesmo tempo uma referência sarcástica à ascenção de Elias e um insulto ao profeta de Deus. Isto era na verdade um desafio a Deus, e como tal não poderia ser ignorado. Como tal, Deus confirmou o que Ele já anteriormente tinha prometido (embora numa escala mais reduzida):

Ora, se andardes contrariamente para Comigo, e não Me quiseres ouvir, trarei sobre vos pragas sete vezes mais, conforme os vossos pecados. Enviarei para o meio de vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e destruirão o vosso gado, e vos reduzirão a pequeno número; e os vossos caminhos se tornarão desertos.
(Lev 26:21-22)

Insultar o Deus Vivo e a Sua Palavra (Bíblia) podem ser coisas muito perigosas.

Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
(Hebreus 10:31)

…………
Modificado a partir do original de Henry M. Morris.

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