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Visão Magnética

Salmo 50:11
Conheço todas as aves dos montes;
e Minhas são todas as feras do campo

Segundo um estudo levado a cabo em pintarroxos, pássaros que navegam usando o campo magnético terrestre dependem mais da sua visão do que nas partículas magnéticas das suas narinas.

Teorias rivais em torno da navegação das aves sugeriam que ambos os mecanismos (visão e partículas nas narinas) eram usadas pelas aves, no entanto Henrik Mouritsen e a sua equipa da Universidade de Oldenburg (Alemanha), mostraram que apenas a visão é a chave para esta discussão.

Pegando num grupo de pintarroxos, a equipa removeu o agrupamento N, área cerebral envolvida no processamento de sinais a partir dos “fotopigmentos formadores de pares” nos olhos (área onde se pensa que é colocada a informação magnética). No outro grupo, a equipa removeu o nervo que envia sinais provenientes das partículas magnéticas das narinas para o cérebro.

Seguidamente, a equipa expôs ambos os grupos de pintarroxos ao campo magnético terrestre, bem como os expôs a um campo magnético artificialmente criado (girava em torno do Norte magnético 120 graus em sentido contrário aos ponteiros do relógio). As aves que não tinham a conexão narinas-para-cérebro não se deixaram enganar ao localizarem o verdadeiro e o falso norte magnético. No entanto as aves sem o agrupamento N eram incapazes de navegar.

Os pesquisadores concluíram:

Os resultados levantam a distinta possibilidade desta parte do sistema visual permitir as aves “vêr” a informação do compasso magnético (Nature, DOI: 10.1038/nature08528)


Nenhuma menção foi feita à teoria da evolução no artigo da New Scientist, nem foi dito como é que este sistema de navegação pode ter originado como resultado de eventos não inteligentes.

Quão relevante seria se o Dr Henrik Mouritsen afirmasse no final do artigo científico algo como “é impressionante o que as mutações genéticas e a selecção natural foram capazes de gerar através dos milhões de anos“? Esta declaração filosófica, a ser feita pelo cientista, em nada haveria de acrescentar no nosso conhecimento na forma como a visão das aves tem influência no modo delas processarem informação magnética. Isto confirma o que foi dito pelo Dr Phil Skell:

Inquiri biólogos que trabalham em áreas onde nós poderíamos pensar que o paradigma darwinista poderia servir de guia para as pesquisas (por exemplo, a emergência da resistência aos antibióticos e pesticidas), mas aqui, tal como em todo o lado, eu aprendi que a teoria não produziu nenhuma orientação discernível na escolha de designs experimentais.

Só depois das descobertas inovadoras terem sido estudas é que a teoria foi trazida à mesa como uma interessante narrativa abrilhantadora. (Philip Skell, Politics and the Life Sciences, Vol. 27(2):47-49 (October 9, 2008).

A teoria da evolução não só é totalmente irrelevante para o avanço da ciência, como só é trazida ao lume depois de todo o trabalho científico ter sido efectuado.

Quais são as probabilidades de um sistema de navegação gerar-se a si mesmo? Este sistema presente nas aves é mais uma evidência científica de acordo com a posição que postula Uma Causa Inteligente para a vida.

A ciência e a Bíblia estão em pleno acordo porque Aquele que inspirou a Bíblia é o Mesmo em Quem “estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência(Col 2:3). O Deus que criou o Universo e estabeleceu os “fundamentos da terra(Jeremias 31:37) é o Mesmo Deus que fala pela Bíblia e chama toda a humanidade que torne dos seus maus caminhos e ponha a sua fé no Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo.

Se os teus problemas pessoais por vezes te fazem desmoralizar e perder as forças, ou se a tua vida profissional não é bem aquela que tu tinhas planeado para ti, desvia os teus olhos dos teus problemas e foca-te em Cristo Jesus, “o Autor e Consumador da nossa fé(Hebreus 12:2).

Se Aquele que criou uma tecnologia tão sofisticada como o sistema de navegação das aves te diz para confiares Nele, então confia. Ele é Poderoso o suficiente para transformar o teu interior de modo que a “paz que excede todo o entendimento(Filipenses 4:7) seja gerada dentro de ti.

Isto não quer dizer que os teus problemas vão desaparecer dum dia para o outro, mas sim que vais ter Uma Ajuda Preciosa (e Poderosa) para continuares com a tua batalha diária. Sim, porque as batalhas vão continuar até ao dia em que formos chamados para casa, porque a Palavra de Deus diz que “todos aqueles que querem viver piamente em Cristo sofrerão perseguições(2 Tim 3:12).

Felizmente que “maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo(1 João 4:4).

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Supercomputador faz biliões de cálculos por segundo

A tecnologia e o engenho humano tem criado coisas maravilhosas e bastante úteis na maioria dos casos. A última notícia que nos chega do Oriente é um supercomputador.

A China apresentou hoje [dia 29/10/2009] o seu mais rápido computador, uma máquina que ocupa uma área de 1.000 metros quadrados e que é capaz de efectuar biliões de cálculos por segundo.

O super-computador foi apresentado em Changsha, centro da China, pela Universidade Nacional de Tecnologia da Defesa, disse a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua (Nova China).

É o “Tianhe” (via láctea), um supercomputador desenvolvido pela Universidade Nacional de Tecnologia da Defesa e que custou 600 milhões de yuan (60 milhões de euros), disse a Xinhua.

Teoricamente, o “Tianhe” pode efectuar mais de 1.000 biliões de cálculos por segundo (um «petaflop»), “realizando em apenas um dia o que um vulgar computador demoraria 160 anos a fazer”, indicou a mesma fonte

Como é que ficamos em termos de peso?

O sistema pesa 155 toneladas.

Portanto, o Tianhe custou 60 milhões de euros, precisa de manutenção humana e pesa 155 toneladas. Como é que esta obra de design e engenharia se compara com um pedaço de carne de 1,3kgs chamado de “cérebro” ? Ora vejamos o que já foi dito em relação a outro computador:

Foram precisas décadas de inteligência humana e engenharia para construir esta monstruosidade metálica, que só agora está a aproximar-se de UMA das operações do cérebro humano, nomeadamente, a visão.
Para operar, esta máquina precisa de uma sala metálica, cabos com um circuito eléctrico, arrefecimento artificial e uma equipa de administradores, sem contar com os programadores.

O nosso cérebro, por contraste, tem apenas 1,3 Kgs, está contido numa plataforma móvel, e faz muito mais do que apenas processar a visão. Mantém o controlo sobre triliões de células, sobre o coração, pulmões, aparelho digestivo, fígado, pâncreas, glândulas, sistema imunitário e muitos outros sistemas.

Não só faz isto tudo inconscientemente, mas reage à audição, ao cheiro, ao sabor, ao toque, equilíbrio e a temperatura. Para além disso ele busca memórias, pensa, imagina, sente e muito mais. Isto tudo dentro de um espaço de 1350 cc.

Não é preciso ligá-lo à corrente. Não é preciso pô-lo numa área refrigerada. Podemos fazer ski, ou ir para o deserto, e até podemos nadar com ele.

E o que é que ele precisa como combustível? Sardinhada e água!  (ok, um pouco de vegetais também ajuda)

Que conclusão podemos tirar de máquinas como o Tianhe ou o Roadrunner? As mesmas são o resultado de espantoso design e tecnologia e quem pensar o contrário será logicamente catalogado de incoerente. No entanto, porque é que os evolucionistas julgam que o bem-mais-eficiente cérebro humano é o resultado de forças não inteligentes?

Dizer-se que os computadores e o cérebro humano não são análogos devido ao facto dos computadores não se reproduzirem, é evitar o problema. Propriedades e características semelhantes costumam ter causas semelhantes. Será lógico inferir que aquilo que nós sabemos ser impossível ocorrer hoje em dia (forças não inteligentes geram sistemas funcionais) aconteceu no passado?

Não é bem mais lógico inferir cientificamente que o cérebro humano, tal como o Tianhe e o Roadrunner, são o resultado de design inteligente, com a diferença residir no facto de que a Força que gerou o cérebro humano ser bem mais Poderosa?

Se não fossem as implicações claramente pró-teístas, será que alguém haveria de acreditar que um sistema como um cérebro humano é o resultado de forças não-inteligentes?

Eu sinceramente creio que não.


Tudo o que o Senhor quis, Ele o fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos. -
Salmo 135:6

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O Computador Molecular

Isaías 40:12
Quem mediu com o seu punho as águas,
e tomou a medida dos céus aos palmos,
e recolheu numa medida o pó da terra,
e pesou os montes e os outeiros em balanças?

Os cientistas estão a reconhecer as semelhanças entre a operacionalidade do ADN e a ciência computacional. Apesar do ADN ser, no fim de contas, um complexo sistema de armazenamento de informação, compará-lo aos nossos melhores computadores é o mesmo que comparar o Vaivém Espacial com um arco e uma flecha.

Biólogos de Harvard tem ficado estupefactos com o que eles tem aprendido acerca do funcionamento do ADN de uma única célula dum protozoário. O seu ADN rotineiramente resolve problemas matemáticos que apenas um moderno e avançado computador consegue resolver (Vêr tambémCérebro supera computadores“).

Todos nós já nos apercebemos dos problemas que um vendedor ambulante tem: ele tem, por exemplo,7 pontos de partida e 7 pontos de chegada. Pelo meio ele tem que encontrar a forma mais eficiente de se deslocar para todos eles. Em termos comparativos, o protozoário que foi alvo de estudo desenvolve caminhos que estão entre cerca de 50 pontos de partida e 50 pontos de chegada.

Este pequeno protozoário tem tem dois núcleos, cada um deles organizando o mesmo ADN de forma distinta. O núcleo mais pequeno armazena apenas o ADN necessário para viver em pequenas unidades, e o mesmo tem que ser reajustado antes deles fazerem o que quer que seja. Isto implica que ele pode descartar até 95% do seu ADN. (Basicamente é o mesmo que comprimir informação nos computadores).

Quando o protozoário precisa de reajustar o seu ADN, cada ponta final de cada unidade procura encontrar a sua extremidade respectiva da unidade a qual ela se ajusta. Para se visualizar melhor, imaginem um puzzle. Cada peça tem uma forma específica que se ajusta de forma única a outra peça. Se pusermos uma peça no sítio errado, o puzzle fica incompleto. A diferença é que quando se fala de formas de vida, uma peça fora do sítio pode ser a diferença entre a vida e a morte (Vêr “Dinossauros não evoluíram para pássaros)

Conclusão:

Isto não são formas de vida “simples”. Até os próprios cientistas (muitos deles, evolucionistas) reconhecem que a operacionalidade da célula é análoga a de um computador (com a diferença da vida ser muito mais complexa).

Pondo lado a lado as duas teorias normalmente aludidas no blog presente, (ou nestes dois: 1 , 2), qual delas se ajusta melhor aos dados da ciência?

Uma teoria afirma que na origem da vida há Um Ser Omnipresente, Omnisciente e Omnipotente. O Mesmo codificou a matéria de modo a que ela possa se tornar viva e auto-reprodutora.

A teoria alternativa postula, no entanto, que não há intervenção inteligente por trás da biodiversidade biológica existente. Segundo esta última teoria, as forças da natureza, por si só, são capazes de gerar o que se observa.

Qual das duas posições está de acordo com as observações científicas?

Jeremias 27:4-5
E lhes darás uma mensagem para os seus senhores, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Assim direis a vossos senhores:
Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande poder e com o Meu Braço estendido

References: Kathy Sawyer, “Biological Software,” Princeton Alumni Weekly, June 10, 1998, p.7.

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É difícil não ver design na Biologia

Matt Slagle, escritor de Tecnologia da Associated Press, escreveu um artigo intitulado de Criador de Robôs Constrói Rapaz Artificial. No seu artigo, Matt Slagle falou da engenharia robótica de ponta feita por David Hanson, dono da Hanson Robotics.

Durante os últimos 5 anos, Hanson e os engenheiros da sua empresa têm estado a trabalhar no Zeno, um rapaz-robô com cerca de 43 cm de altura e 2,7 kgs de peso. Eles investiram centenas de horas de trabalho e centenas de milhares de dólares com o Zeno.

O que é que eles têm a mostrar pelo seu esforço? O pequeno Zeno tem a cara coberta com uma borracha patenteada cujo nome dado por Hanson é “frubber“. Como Zeno pode aprender a reconhecer uma cara e associá-la a um nome, Hanson comenta que Zeno pode “construir um relacionamento contigo” .

Zeno está conectado a um computador pela rede sem fios que lhe diz “como franzir a testa, mostrar-se surpreendido ou torcer o seu nariz de raiva“. Hanson está esperançoso em comercializar milhares de Zenos em anos vindouros por um preço na ordem dos 200 a 300 dólares.

O Matt Slagle mencionou ainda outra rapaz chamado de Zeno, nomeadamente, o filho de Hanson com 18 meses. O artigo diz que o bebé Zeno é um ruidoso bebé que faz “traquinices no meio de engenhos electrónicos de elevado preço“. O pequeno Zeno tem uma pele auto-reparadora que não só está bem arquitectada para libertar calor e desperdícios, como também para conservar o calor quando necessário.

O bebé Zeno não precisa de um dispositivo sem fios a dizer-lhe como sorrir, dar gargalhadas ou franzir o sobrolho. O seu corpo produz energia a partir de itens tão comuns como feijões ou batata doce; não precisa de baterias. Os seus olhos vêem, o seu nariz cheira, o seu estômago digere, os seus pés correm, e as suas mãos sentem e agarram. Ele é um rapaz normal, mas a tecnologia dentro do seu corpo está anos luz à frente da tecnologia presente no robô Zeno.

O robô Zeno é o culminar de 5 anos de design inteligente e engenharia, no entanto o bebé Zeno está mais avançado em todas as áreas significativas.

Se perguntássemos a um cientista evolucionista (ou adivinho) se o robô-Zeno é o resultado de design, sem dúvida que ele responderia na afirmativa, mas se fizéssemos a mesma pergunta em relação ao bebé Zeno, como é que ele responderia?

Os princípios de design presentes no robô Zeno encontram-se no bebé Zeno, com a fulcral diferença é que no bebé os mesmos princípios estão bem mais avançados. No entanto, e por motivos puramente ideológicos, os evolucionistas recusam-se a ver o que está bem patente.

É impressionante como o design é tão facilmente reconhecido nos robôs e nos humanos, mas tão ignorado pelos evolucionistas quando os mesmos estudam os seres humanos.

Conclusão:

Verdadeiramente o ser humano foi formado de um “modo terrível e tão maravilhoso(Salmo 139:14), e a ciência confirma-o. Cada ser humano é uma testemunha viva e conclusiva para o facto de existir Um Deus Criador, e como tal o homem está inexcusável (Rom 1:20).

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Missão Impossível: A Borboleta Monarca

A borboleta monarca (Danaus plexippus) é uma borboleta (larga, laranja-e-preta) comum na maioria da América do Norte. A mesma é famosa devido a sua migração de e para as áreas invernais do México e Califórnia (National Geographic, vol. 150, no. 2, August 1976).

A monarca começa a vida como um ovo colocado por uma borboleta adulta nas plantas de uma serralha comum, a Asclepias syriaca. Inicialmente, ela é do tamanho da cabeça de um alfinete. Quando 3 a 12 dias depois, o ovo eclode, a pequena borboleta (ainda na forma de uma mini minhoca) possui 8 pares de pernas (de forma a movimentar-se na planta hospedeira) e uma boca arquitectada para mastigar pétalas (o que ela o faz de forma voraz). Mas só as plantas da serralha servem; nenhuma outra planta serve.

A serralha possui uma seiva branca e pegajosa que, embora altamente tóxica para os outros animais, não afecta a larva de borboleta de forma alguma.

À medida que a lagarta de borboleta vai comendo, ela vai crescendo. Passado algum tempo, ela fica demasiado grande para a sua pele, e como tal, a mesma divide-se e de dentro sai a lagarta com uma nova e mais espaçosa pele pronta a ser preenchida. Durante cerca de duas semanas, isto é tudo o que a lagarta faz: come plantas, cresce, muda de pele, come mais plantas, cresce um pouco mais, muda de pele outra vez. Este processo vai-se repetir cinco vezes.

Finalmente ela pára de comer. De seguida ela encontra um lugar protegido, pendura-se de pernas para o ar, tece uma ligação em seda, e muda de pele mais uma vez. No entanto, desta vez o que sai de dentro desta nova pele não é uma larva maior, mas sim uma “embalagem” compacta, sem pernas, sem olhos e sem partes corporais visíveis chamada de pupa, encapsulada numa crisális. Não é multicolorida como a lagarta, mas é verde viva contendo manchas amarelo-dourado.

Embora do exterior não se descortine movimento algum, no seu interior há muita agitação biológica. O coração ainda bate, mas os restantes órgãos corporais assemelham-se a gelatina verde (enquanto toda a massa se reforma a ela mesma até se transformar numa criatura completamente diferente). A cor verde escurece até se transformar em castanho. Gradualmente a cor muda enquanto a crisália vai clareando. A dada altura, as cores laranja e preto podem ser vistas. São as cores da borboleta adulta.

Finalmente, e após cerca de duas semanas, a crisália abre-se e uma borboleta adulta emerge. Possui 6 pernas longas, uma boca que é um probóscide (usado para atingir o interior das flores de modo a ingerir o néctar das mesmas) e dois pares de asas enrugadas que rapidamente se expandem à medida que fluido é injectado nas suas veias. Enquanto elas se expandem, a borboleta lentamente agita-as para a frente e para a trás (com os seus recentemente adquiridos músculos para o voo) até que as mesmas se encontrem secas, e de modo a que elas, estendidas, fiquem rijas e prontas a voar.


Eis aqui a tua missão, caro evolucionista, caso a aceites:

Explica como é que a transformação acima descrita pôde ocorrer aleatoriamente, como o resultado de erros genéticos (filtrados pela selecção natural), sem propósito, sem inteligência envolvidas, guiada apenas pela sobrevivência do mais apto, à medida que uma criatura primitiva sem asas gradualmente evoluiu até se transformar numa borboleta voadora.

Qual é a fase do processo acima descrito (chamada de metamorfose completa) podes suspender por um bocado na sua evolução gradual? Se apenas uma enzima está em falta, como é que a transformação ovo-larva-pupa-adulta acontece? Tudo tem que estar presente , funcional, na altura certa, senão a criatura morre.

Ou tudo funciona ou nada funciona.

Mas não nos contes “estórias” da carochina; oferece uma explicação científica que não seja descartada por um geneticista como ridícula. Não chames a isto um “milagre da natureza”, a menos que estejas disposto a aceitar a existência de design inteligente e criativo no teu deus a que tu dás o nome de Natureza.

Não nos mostres como é que outras metamorfoses acontecem como forma de explicar esta metamorfose. Lembra-te: funcionamento não explica origem. O facto de explicares como é que um sistema funciona não serve de evidência para a forma que tu *pensas* ela veio a existir. Mostra de forma lógica e coerente como é que *esta* metamorfose veio a existir de forma gradual, sem inteligência envolvida em nenhuma parte do processo.

Este texto não se vai auto-destruir!

Não temas, ó terra: regozija-te e alegra-te; porque o Senhor fez grandes coisas – Joel 2:21

Modificado a partir do artigo original

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O Dragão Médico

Louvai ao Senhor desde a terra:
vós, baleias, e todos os abismos….
as feras e todos os gados, répteis e aves voadoras .
Salmo 148:7,10

Numerosos programas de televisão foram feitos acerca do dragão de Komodo chegando ao ponto de alguns estarem mesmo expostas em jardins zoológicos. Podendo atingir o peso de 180 kgs, os dragões de Komodo não só podem correr mais do que o homem, mas também comem tudo o que encontrem, quer esteja vivo ou morto.

Se não se conseguir neutralizar os efeitos da sua mordedura, pode-se morrer no espaço de 72 horas. Isto deve-se ao facto da sua saliva conter 52 tipos de bactérias virulentas e altamente mortíferas que, aquando da mordida, produzem envenenamento no sangue da vítima.

Os seus dentes, que podem chegar a ter 2,54cm de comprimento, produzem uma ferida bem aberta de modo a assegurar que o veneno chegue ao sangue. Se fosses mordido e escapasses (e mesmo que estivesses a mais de 3km de distância) o dragão poderia chegar a ti usando o sentido olfactivo.

Estes factos podem levar-nos a perguntar não só o porquê de Deus ter feito esta criatura, mas a razão pela qual Ele a preservou até os nossos dias.

Para além de demonstrarem a variedade da criação e Deus, nós hoje sabemos que o dragão de Komodo pode até salvar mais vidas do que alguma vez tirou, e já vamos ver porquê.

Quando nós comemos carne que ainda tem ossos consigo, não é fora do comum nós causarmos danos menores na nossa própria gengiva ou noutra parte do interior da nossa boca. Felizmente, a nossa saliva não possui bactérias que causam envenenamento sanguíneo senão a nossa primeira ferida na boca seria a última. Mas no caso do dragão, como vimos em cima, ele tem bactérias nocivas na sua saliva.

Quando o dragão alimenta-se, os seus dentes (e provavelmente os ossos das vítimas) provocam feridas nas suas gengivas. Este evento expõe a sua circulação sanguínea às bactérias nocivas da sua saliva, mas, por incrível que parece, o dragão não é afectado pelas bactérias. Isto deve-se ao facto do dragão ter no seu sangue uma molécula proteica que mata a bactéria tóxica presente no seu sangue.

Esta proteína está a ser presentemente testada em ratos de modo a desenvolverem-se antibióticos mais eficientes no combate a envenenamento sanguíneo.

Por favor, nem falem como é que este sistema interdependente se criou a si mesmo, porque isso é ridículo.

Conclusão:

De um dos animais mais tóxicos que existem à face da Terra, Deus pode ter revelado o caminho para salvar vidas um pouco por todo o mundo. De um animal que o ser humano naturalmente teme, Deus produziu cura física.

Quão simbólico isto é da salvação que o Senhor Jesus produziu com a Sua Morte na cruz.

Daquilo que os seres humanos mais temem (a morte – Hebreus 2:15) Deus produziu cura espiritual para todos aqueles que querem ser curados da culpa, poder e castigo do pecado. Do mesmo modo que a cura que vai ser encontrada pelos cientistas só tem efeito naqueles que o aceitem, a cura que o Senhor Jesus Cristo preparou na cruz só tem efeito para aqueles que reconheçam que estão em falta perante Deus.

Qual vai ser a tua escolha?

Vais continuar a pensar que és suficientemente bom quando sabes que não és, ou vais reconhecer que há coisas na tua vida que violaram os mandamentos de Deus? Se verdadeiramente sabes que estás fora dos caminhos de Deus, e estás disposto a mudar de vida, o Grande Curador, o Senhor Jesus Cristo, tem os Seus Longos Braços Abertos e prontos a receber-te.

A escolha é tua.

João 1:12
Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no Seu Nome;

João 8:51
Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a Minha Palavra, nunca verá a morte.

João 5:24
Na verdade, na verdade vos digo que, quem ouve a Minha Palavra, e crê Naquele que Me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.

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Design da Planta Lótus Inspira Cientistas

A planta lótus é considerada sagrada nas religiões asiáticas devido à sua habilidade de se manter seca e limpa. Quando água cai sobre a folha, ela consegue limpar de si a sujidade ao mesmo tempo que se livra da água. Em alguns círculos religiosos, esta característica faz da planta lótus um símbolo de pureza.

Os próprios cientistas há muito que ressalvam as características da planta no que toca a auto-limpeza e a resistência à água. Esta habilidade já foi copiada com sucesso usando processos complexos e materiais caros, no entanto uma equipa de pesquisadores turca reportou na revista Science que conseguiu obter resultados similares mas com custos bem menores.

O referido procedimento, acompanhado pelo professor Levent Demirel (docente na Universidade Koç em Istanbul), e por Yildirim Erbil, Yonca Avci, e Olcay Mert, da “Kocaeli University in Izmit”, pode produzir materiais altamente resistentes à água disponíveis para aplicações comuns.


Segundo os pesquisadores, uma das aplicações poderia ser na protecção de antenas de carros.

A Goddard Space Flight Center da NASA está muito interessada nesta tecnologia porque ela pode “prevenir a acumulação de sujidade não só na superfície dos fatos espaciais, instrumentos científicos, carros robóticos, painéis solares, bem como a todo o outro hardware usado para se recolher dados científicos ou desempenhar actividades exploratórias em outros objectos do sistema solar“. Tenciona-se desenvolver material que seja capaz de resistir ao rigoroso ambiente espacial.

Os pesquisadores dizem uma coisa interessante:

Imitamos a natureza de forma a encontrarmos uma solução para uma dificuldade tecnológica.

Mas… mas… sempre ouvimos da parte dos nossos amigos ateus que a natureza não exibe evidência de ter Uma Causa Inteligente? Como é que um sistema que não tem Causa Inteligente pode servir de inspiração para dificuldades tecnológicas? Imaginem que vocês querem resolver um problema de engenharia. Onde é que procurariam respostas? Obviamente, em sistemas que possuam características semelhantes àqueles que vocês querem construir.

Se os cientistas apercebem-se que a natureza tem muitas das respostas para as nossas dificuldades tecnológicas, será lógico assumir que as nossas cópias rudimentares são o resultado de design, mas o original – donde vêm a inspiração – não tem Uma Causa Inteligente?

Esta posição ateísta contradiz o senso comum presente em todos nós, no entanto ela é mantida como a “oficial” nos círculos académicos.

Deus tem um verso para tais iluminados:

Rom 1:22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.

A loucura da vida sem Deus é por demais óbvia no ateísmo portanto não faz sentido seguir uma filosofia irracional. A única “loucura” que vale a pena seguir é a “loucura” de Deus:

1 Cor 1

18. Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas, para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
19. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
20. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?

25. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

Verdadeiramente a Sabedoria de Deus tornou em loucura a “sabedoria” do homem, e isso é bem manifesto na teoria da evolução. Eis aí uma teoria que se propôs a explicar a causa da biodiversidade existente no mundo, mas que após escrutínio científico se revela como uma fraude.

Conclusão:

Deus fez o mundo de tal forma que a única explicação lógica para a origem e diversidade da vida fosse o Acto da Criação. Ao aprender com os sistemas existentes na natureza, os cientistas dão contínua evidência para o que a Bíblia reporta no Livro de Génesis.

A ciência e a Bíblia estão em pleno acordo.

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Rebeldia versus inferência para o design

Reparem na foto desta vaca e vejam se há algo de anormal.

Se não me engano, devem ter reparado nas formas curiosas que estão desenhadas na vaca: são uma retratação dos continentes.

Se nos disserem que a vaca nasceu com esse padrão nas costas, nenhum de nós vai acreditar, certo? As probabilidades de tal evento são tão minúsculas que nem vale a pena pensar nisso.

Mas agora reparem no que se passa na mente e principalmente, no coração de um evolucionista:

Ele correctamente vê que o padrão complexo e especificado exposto sobre a vaca não pode ser obra de forças não inteligentes, e como tal ele justificadamente infere que as imagens foram obra de design inteligente. No entanto, a mesma vaca, que é “esmagadoramente” mais complexa e mais especificada que as imagens que ela tem nas costas, é, segundo a teoria dos evolucionistas, o resultado de forças não-inteligentes.

Para se ser um evolucionista consistente (contradição) tem que se postular que provavelmente a vaca nasceu já com o padrão em si. Mas ninguém pensa assim. Há alguma coisa na foto que imediatamente nos faz pensar no Photoshop e alguém a “pintar” a imagem na vaca.

Portanto, os evolucionistas concordam que as imagens foram criadas por alguém, mas eles não concordam que a vaca foi criada por Alguém. O seu compromisso com o naturalismo força-os a rejeitar as evidências que suportem a posição criacionista. Devido a isso, o ateu “não encontra evidências para o Criador”. Ele não as encontra, não porque as mesmas não existem, mas sim porque ele não as quer encontrar.

Reparem nesta história contada pelo filósofo cristão Ravi Zacharias:

Um homem acordou de manhã e disse à mulher: “Acho que eu estou morto“. Ela olhou para ele com cara estranha, mas pensou que fosse uma brincadeira. Prepararam-se e foram trabalhar.Contrariamente ao que a mulher pensava, o marido continuou a dizer que ele estava morto. Ela começou a ficar preocupada e como tal levou-o a um psiquiatra. O mesmo rapidamente lhe que ele não poderia estar morto porque os mortos não vertem sangue. O homem não se mostrou convencido, mas o doutor continuou a focar-se neste ponto: mortos não vertem sangue. O homem, aos poucos, começou a ficar convencido.

Quando ele parecia totalmente sobrepujado com esta posição, o doutor pegou num alfinete e espetou-o no dedo do homem. O homem olhou para o seu sangue a jorrar e exclamou: “Oh! Afinal os mortos também vertem sangue!

Esta é a posição em que se encontra o ateu. Ele já se fechou na prisão ideológica que se chama de naturalismo, e como tal todas as evidências, por mais contra-factuais que elas possam ser, vão sempre suportar a sua fé no naturalismo.

Códigos informáticos não se geram a si mesmos, mas como existem códigos informáticos dentro das formas de vida, então os mesmos devem-se ter gerado a si mesmos. Se não se geraram a si mesmos, então Alguém os gerou, mas como Esse Alguém (Deus) não existe, então os códigos geraram-se a si mesmos.

Por mais longe no passado que nós observemos, os animais sempre se reproduziram de acordo com a sua espécie: gatos deram à luz gatos, cães deram à luz cães e assim sucessivamente.

Isto coloca um problema para o ateu: de onde surgiu o primeiro gato e de onde surgiu o primeiro cão? Não podem ter sido criados porque o ateu “sabe” que Deus não existe. Como tal, ele começa a acreditar que, “se calhar”, o gato surgiu daquilo que não era um gato, e “se calhar” o cão surgiu daquilo que não era um cão.

O ateu deliberadamente ignora as observações de forma a poder manter o seu ateísmo intacto, da mesma forma que o homem que se julgava morto ignora as observações de modo a manter a sua crença de que estava morto.

É por essas e por outras que o Dr John Whitcomb, um dos escritores do livro “The Genesis Flood“, diz que o uso exclusivo de evidências científicas para transformar um coração rebelde num coração arrependido não funciona.

Conclusão:

O ateu não rejeita a Deus por causa das evidências científicas, e como tal oferecer apenas e só evidências científicas que mostrem que a sua fé em Darwin contradiz as observações não o vai fazer mudar de opinião.

O Único que é Capaz de transformar um coração rebelde num coração ensinável é o Espírito Santo:

Ezequiel 11:19
E lhes darei um mesmo coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne;

Ezequiel 18:31
Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós um coração novo e um espírito novo; pois por que razão morreríeis, ó casa de Israel?

Ezequiel 36:26
E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo, e tirarei o coração de pedra da vossa carne, e vos darei um coração de carne.

Como a discussão entre o criacionismo e o evolucionismo é uma questão espiritual, o cristão, se quiser ser eficiente na batalha, tem que forçosamente apelar ao Criador dos espíritos (Hebreus 12:9).

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Evolução e Sistemas de Navegação

Diversas variedades de lagostas espinhosas existem um pouco por todos os oceanos do mundo e todas elas possuem habilidades para navegar. Experiências realizadas durante o ano de 2003 concluíram que elas orientam-se acedendo a um mapa interno de anomalias magnéticas locais ou variações mínimas no campo magnético da Terra.1

Quando um programador informático finlandês leu sobre isto, começou a arquitectar um sistema similar para robôs. [Impressionante que cada vez que se tenta entender e copiar o design presente na natureza, trazem-se sempre engenheiros mecânicos, programadores, e cientistas envolvidos em áreas de design e construção de sistemas. Porque será]

Janne Haverinen arranjou um mapa magnético do corredor de um hospital local e instalou-o num robô. O robô foi posteriormente capaz de navegar usando apenas as anomalias magnéticas que caracterizavam o edifício.2

A tecnologia do mapeamento magnético pode providenciar uma alternativa a outros métodos de navegação, nomeadamente, o “GPS interno”, onde os robôs navegam triangulando constantemente a sua posição em relação a um ponto de rádio fixo. Chris Melhuish, perito em robótica, disse à New Scientist que “se o sistema vier a funcionar, o mesmo pode aumentar a nossa confiança em robôs por estes usarem dito sistema em junção com, por exemplo, a navegação baseada na visão.3

As lagostas já possuem um sistema de visão, mas se as águas onde navegam se tornarem demasiado turvas, elas podem mesmo assim seguir a sua viagem usando o seu mapa magnético interno.

Aparentemente as lagostas estão perfeitamente ajustadas ao meio aquático, como se elas tivessem sido engenhosamente criadas para tal habitat. Mas nós sabemos que elas não foram criadas, certo? Nós sabemos disso pelos simples facto da vermos gatas brancas a darem à luz gatos pretos, cinzentos ou pretos. O facto de gatas darem à luz gatos mostra que o sistema de navegação das lagostas criou-se a si mesmo. Se duvidam desta “explicação”, entrem em alguns blogs ateus e leiam com os vossos próprios olhos.

O robô criado pelo sr Haverinen, que contém ele mesmo componentes metálicos, requer que o seu magneto metro (medidor magnético) seja suspenso numa vara afastado do robô. Deste modo, os seus próprios efeitos magnéticos não interferem com o detector, podendo assim o robô navegar com sucesso usando um mapa magnético. Isto contrasta com o elegante design presente na lagosta. A estrutura e a operacionalidade do magneto metro da lagosta ainda não é conhecida por inteiro, mas podemos desde já saber que o mesmo é pequeno, eficiente e perfeitamente integrado no corpo do animal. Contrariamente a muitos magneto metros construídos pelos homens, o da lagosta pode ser usado debaixo de água sem que o mesmo deixe de funcionar.

Conclusão:

Este pequeno animal é mais um que testemunha para o Génio do Criador, o Senhor Jesus Cristo. Se anos de planeamento, visão e design foram necessários para fazer uma cópia rudimentar do miniaturizado, completo e eficiente sistema de navegação da lagosta, então quão superior não deve ser o Engenho Artístico Daquele que gerou o dito animal num breve momento quando “falou…e logo se firmou“, certo?4

Essencialmente, o que os evolucionistas ateus querem que nós acreditemos é que sistemas de navegação geram-se a si mesmo como resultado de milhões de mutações aleatórias, filtradas pela selecção natural. Esta fórmula mágica (mutações + selecção natural + milhões de anos) é claramente insuficiente para explicar a biodiversidade.

Existe uma explicação bem mais lógica que não contradiz as observações científicas, nem atribui poderes nunca vistos às forças da natureza: Design Inteligente. O ateu no entanto, prisioneiro que está do naturalismo, não pode de maneira nenhuma aceitar explicações que violem a sua religião (por mais evidências que a dita explicação tenha). Como tal, ele vai continuar a acreditar que pode explicar a origem de sistemas de navegação ao explicar o funcionamento de um sistema de navegação já existente.

Este é mais um exemplo em como o ateísmo é um impedimento para o progresso da ciência.

Referencias

  1. Boles, L. C. and K. J. Lohmann. 2003. True navigation and magnetic maps in spiny lobsters. Nature. 421 (6918): 60-63.
  2. Haverinen, J. and A. Kemppainen. Global indoor self-localization based on the ambient magnetic field. Robotics and Autonomous Systems. Published online before print July 26.
  3. Marks, P. 2009. Lobsters teach robots magnetic mapping trick. New Scientist. 2723: 22
  4. Salmo 33:9

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Bébés defendem-se do sistema imunitário materno

Salmo 139:13
Pois possuiste os meus rins;
entreteceste-me no ventre de minha mãe.

Quando alguém recebe um orgão pertencente a outra pessoa, a mesma tem que ingerir drogas suficientemente poderosas para impedir a rejeição do dito orgão. Isto acontece porque o corpo onde foi implantado o orgão reconhece que o mesmo não é “seu”, e portanto trata-o como se fosse um “invasor” a ser destruído.

Isto levanta um problema: Porque é que o sistema imunitário da mulher grávida não reconhece o seu próprio filho como sendo distinto do seu corpo? Sendo um ser humano com uma composição genética herdada tanto do pai como da mãe, ele é distinto da sua mãe.

Alguns cientistas teorizam que a placenta é uma barreria física entre o bébé e o sistema imunitário da mãe. Outros, porém, acreditam que o bébé de alguma forma “esconde-se” do sistema imunitário da mãe. Uma terceira teoria afirma que o sistema imunitária da mãe é de alguma forma “obrigado” a tolerar a criança não nascida.

Pesquisas levadas a cabo pelos cientistas da “Medical College of Georgia” em Augusta, Geórgia, suportam esta terceira alternativa. Foi descoberto que a placenta produz um enzima (IDO) que opera de forma a suprimir as células da sistema imunitário materno. Mais precisamente, o bébé ainda por nascer, produz a enzima correcta de forma a impedir que o sistema imunitário da mãe o ataque. Isto, claro, como efeito de milhões de mutações aleatórias filtradas pela sempre atenta selecção natural. Só pode ser isso, certo?… Certo?…..

Os cientistas afirmam que esta descoberta pode servir de inspiração para a produção de novas drogas médicas que sirvam para tratar doenças relativas ao sistema auto-imunitário, bem como para tratar situações de rejeição de orgãos doados.

Conclusão:

Este sistema tinha que estar 100% operacional desde que apareceu na Terra uma vez que um bébé que não tivesse o enzima para combater o sistema imunitário da progenitora, morreria. O enzima não poderia ser um qualquer, mas apenas e só o enzima certo para combater o sistema de auto-defesa da mãe. A mãe, como é óbvio, também esteve num útero e como tal tinha que ter o mesmo enzima.

Os adivinhos evolucionistas, obviamente, não têm qualquer explicação naturalista e aleatória para a origem deste sistema, mas eles continuam a acreditar (por fé) que a evolução explica a sua origem. Cientificamente falando, é mais lógico inferir que este sistema interdependente apareceu na Terra completamente funcional (sem nenhuma evolução gradual) uma vez que o gradualismo mataria o bébé. Ou o sistema está lá por inteiro ou não funciona.

Biblicamente falando, isto é mais uma evidência para o que o Rei David disse:

Salmo 139:14 Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.

O sistema de auto-defesa que os bébés possuem mostra ainda mais o Génio Infinito do Criador, o Senhor Jesus Cristo.

Como é normal, a teoria da evolução é totalmente desnecessária para a medicina, biologia e todas as áreas científicas que envolvam o estudo das formas de vida.

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 PS: So vocês virem “refutações” ateístas a este post, ou a outro post que aponta para a interdepência entre sistemas biológicos, perguntem-se o seguinte:

Será que esta resposta mostra como é que o dito sistema surgiu como resultado de forças aleatórias, ou será que esta refutação apenas explica como é que o sistema funciona?

Eu digo isto porque, quando os mesmos tentam refutar o que a ciência tem mostrado, os blogues ateus invariavelmente evitam explicar a origem aleatória dos supracitados sistemas, e confundem os leitores com descrições sobre o funcionamento dos mesmos. Mas reparem que o ponto de discórdia entre os cientistas evolucionistas e os cientistas criacionistas não é o funcionamento mas a origem da diversidade. Tanto os criacionistas como os evolucionistas estão de acordo em relação ao funcionamento.

Portanto, fiquem atentos à ilusão que os evolucionistas fazem, e vão notar que as “explicações” dos mesmos é tudo menos algo que confirme os poderes criativos das forças aleatórias . Provavelmente eles precisem de um “jeitinho evolutivo”.*

* Referência à seguinte frase presente neste post do Ludwig:

Foi possivelmente isto que induziu Haeckel a dar um “jeitinho” aos desenhos, convencendo-o que o embrião revivia formas ancestrais.”

Vêr Também:
1. O Poder de Deus manifesto no sistema imunitário
2. Sistema Imunitário e Spam: Aprendendo com Deus

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