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Como Podemos Saber que a Bíblia é a Palavra de Deus?

Nós podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus primeiramente pela fé, uma vez que sem fé é impossível de se agradar a Deus (Hebreus 11:6). Isto de maneira nenhuma menospreza as evidências arqueológicas, filosóficas, cientificas e proféticas a favor da inspiração da Bíblia, mas sim mostra que, embora haja muitas e variadas evidências a favor da Bíblia, a decisão final de se acreditar, ou não, naquilo que a Bíblia diz de si mesma é uma questão de fé. O que o mundo cristão correctamente tem mostrado nos últimos 2000 anos é que a fé naquilo que a Bíblia diz, embora seja uma fé, é uma fé razoável e racional.

Imaginemos que uma pessoa tem fé de que ela pode voar e, em demonstração da sua fé, a pessoa lança-se de cima de um prédio. Embora ninguém possa duvidar que a fé desta pessoa é enorme, pode-se dizer, no entanto, que era uma fé irracional devido a preponderância de evidências que mitigam contra a habilidade humana de voar sem ajuda de dispostivos preparados para tal.

Agora tomemos o cenário de uma pessoa que vai almoçar ao mesmo restaurante todos os dias. Essa pessoa tem fé de que a comida que lhe dão diariamente está saudável, embora ela não tenha modo de o provar na altura. Nesta situação,pode-se dizer que, embora esta pessoa esteja em fé, é uma fé razoável fundamentada na experiência que ela tinha tido em dias anteriores (ex: no aspecto do restaurante, etc..).

O cristão encontra-se na posição desta pessoa. A nossa fé, embora não deixe de ser uma fé, é fundada em dados confirmáveis. O que se quer dizer com isto é que aquilo na qual a nossa fé é baseada não é algo como a astrologia ou a teoria da evolução (que não só não possuem evidências confirmadoras mas que contradizem as observações) mas sim baseada em factos históricos.

A fé do Cristão nas Sagradas Escrituras é uma fé razoável.

A segunda evidência que eu gostaria de mostrar para a inspiração da Bíblia é o seu conhecimento da natureza humana, e o seu amplamente demonstrado poder de mudar o coração do Homem.

Como evidência para o primeiro ponto eu gostaria de citar a palavras do Senhor Jesus Cristo:

Marcos 7:21-23 – porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.

Contrariamente ao que é publicamente anunciado no mundo secular, as razões que levam o homem a cometer actos reprováveis não são do foro intelectual, ou condicional mas do foro espiritual. Para comprovar tal, basta-nos ver alguns exemplos.

Um dos homens galardoados com o Prémio Nobel da Paz nos últimos 2/3 anos afirmou que, se a pobreza for erradicada, o terrorismo será vencido. Esta seria uma posição válida se as evidências estivessem do seu lado. Infelizmente não estão, e para comprovar que o laureado não está correcto, basta-nos tomar como exemplo os terroristas Muçulmanos que voaram aviões contra as torres gémeas em Nova Iorque: a maioria deles eram da Arábia Saudita, um país que não é o que se pode chamar de um país pobre. A sua motivação era puramente ideológica independente da sua condição social ou grau académico.

Juntamente com estes, poderemos citar o exemplo do próprio Osama Bin Laden, que é um homem de muitas possessões e saúde financeira. O que o leva a fazer o que faz não é a pobreza material mas sim a pobreza espiritual.

Para o caso de alguém poder citar a falta de educação como razão dos actos horríveis perpetuados pelos humanos durante os séculos, podemos citar o papel do Dr Josef Mengele durante a Segunda Guerra. O Dr Mengele foi um dos homens por trás dos campos de guerra nazis e um dos homens que fez experiências médicas em seres humanos. O que o levou a fazer isso não foi, obviamente, a falta de educação intelectual, mas a falta de educação moral.

O que nós temos aqui então são duas formas de vêr o problema. De um lado temos Deus, que nos diz que o problema está nos nossos corações, e do outro lado temos o homem, que diz que o problema é a pobreza, a falta de educação, a pressão social, ou qualquer outra condicionante exterior ao homen. De acordo com as evidências acima referidas, poderemos dizer que a Bíblia tem-se mostrado correcta em todos os casos. O homem tem um coração em necessidade desesperante de ser regenerado, contudo o mundo secular não tem as armas nem o conhecimento para resolver tal.

Pode-se então usar como evidência de inspiração o facto de a Bíblia claramente revelar aos homens qual é a causa das más acções humanas.

Poderá se dizer “Jesus diz que o nosso coração é mau, mas será que Ele ofereceu alguma solução?”

O Senhor Jesus não só identificou o nosso problema, mas Ele mesmo, sendo o nosso Criador (João 1:1-3) ofereceu-se a Si Mesmo para resolução do maior problema do género humano: o nosso pecado. Graças a redenção oferecida gratuitamente por Deus na Cruz, o Senhor Jesus abriu uma porta nova no nosso espírito e fortaleceu-nos com o Mesmo Espírito que criou o universo (Job 33:4).

Para concluir este ponto, poderemos dizer que, contrariamente aos outros livros ditos “sagrados”, o Inspirador da Bíblia não só tem um conhecimento profundo da natureza humana, mas tem Nele mesmo (Hebreus 1:3) a solução dos nossos problemas.

A terceira evidência que gostaria de enumerar é a Profecia. De acordo com estudiosos Bíblicos, existem cerca de 300 profecias Do Messias que foram realizadas aquando da 1ª Manifestação de Jesus Cristo. Gostaria de enumerar duas profecias que servem de evidência para a inspiração da Bíblia.

Começamos pelo Livro do Profeta Daniel. O Profeta Daniel fazia parte dos Judeus que foram transportados por Nabucodonosor para a Babilónia (Daniel 1:2-3). Aquando do seu cativeiro, Deus exaltou o Profeta para uma posição de grande prestígio e responsabilidade (Daniel 2:48).No primeiro ano de Dário filho de Assuero, depois de ter entendido pelas Sagradas Escrituras que o tempo de cativeiro do Povo de Israel seria de 70 Anos (Daniel 9:2, 2 Crónicas 36:21, Jeremias 25:11-12, Jeremias 29:10), Daniel orou e jejuou ao Senhor. Durante o seu período de oração, o Senhor enviou o Anjo Gabriel a Daniel e revelou-lhe alguns eventos futuros relativos a Israel e ao Messias. O Anjo disse então ao Profeta:

Daniel 9:24-26 – Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.

Independente das datas usadas para se definir o dia exacto em que a ordem de restauração foi emitida, há um ponto que é bastante elucidativo. Deus falou com Daniel e disse que o Messias apareceria na Terra antes da destruição do Templo. A história secular é bastante clara aquando da destruição do Templo de Jerusalém. De acordo com a datação tradicional, o Templo foi destruído a 70 A.D. aquando da revolta Judaica contra o jugo Romano. Isto significa que antes desta data, o Messias teria que ter aparecido, e teria que ter sido “cortado”. De acordo com a Bíblia e com os relatos históricos, foi exactamente isso que aconteceu. Houve Um Homem que apareceu na Judeia, dizendo ser Ele o Messias profetizado por Deus (João 4:25-26, Lucas 24:27, Lucas 22:37). De acordo com a profecia, Esse Mesmo Homem seria “cortado” da terra dos viventes antes da destruição do Templo, evento que se materializou com Jesus de Nazaré. Ele foi sentenciado à morte pelo Sinédrio por blasfémia (João 19:7) e Executado pelos Romanos na cruz.

Não é credível que Daniel tenha sabido isto de outra forma que não por revelação de Deus. Como sabia Daniel que o Templo seria reconstruído? Como sabia Daniel que o Messias apareceria enquanto este segundo Templo estivesse de pé? Como sabia Daniel que este Templo seria destruído depois de o Messias ter sido “cortado” ? Aliás, como sabia Daniel que o Templo que não estava ainda construído seria mais tarde destruído? Existe um vasto número de improbabilidades que suportam a crença de Daniel soube deste evento futuro graças a Revelação Sobrenatural.

Pode-se perguntar: “Mas será que o Livro de Daniel não foi escrito depois dos eventos?” A arqueologia refuta esta crença uma vez o Livro de Daniel foi encontrado nos manuscritos do Mar Morto. Esses mesmos manuscritos foram datados de cerca de 200 anos antes do Cristo.

Outra profecia que eu gostaria de abordar é a profecia descrita no Livro do Profeta Isaías, capítulo 53.

Neste Livro, o Profeta fala do destino de várias nações (Israel incluído),e dos planos que Deus tem reservado para eles. Depois do capítulo 40, o tom muda um pouco e a Mensagem já não é tanto de julgamento mas sim de redenção. Englobada no Plano de Redenção está a Figura de Um Servo Do Senhor, mencionado nos capítulos 42, 49, 50 e 53. Segundo esses capítulos, nós ficamos a saber que o Servo seria:

  • Ungido pelo Espírito Santo (Isaías 42:2)

  • A Luz dos Gentios (Isaías 42:6)

  • Usado por Deus para ser a sua Salvação até a extremidade da Terra (Isaías 49:6)

  • O Libertador (Isaías 49:9)

..e muitas outras coisas mais.

Contudo, depois de todas estas coisas que ficámos a saber sobre o Servo, o Profeta Isaías, inspirado por Deus, relata-nos uma outra Faceta do Ministério do Servo do Senhor. No capítulo 53 Isaías revela que:

  1. O Servo seria rejeitado (v. 3)

  2. O Servo tomaria sobre Si as nossas efermidades (v.4)

  3. Seria da vontade de Deus que o Servo padecesse por nós (v. 10)

  4. O Servo prolongaria os seus dias (53:10), mesmo após ter sido cortado da terra dos viventes (53:8)

Ao ler-mos sobre o ministério do Senhor Jesus Cristo vemos que Ele cumpriu as profecias até ao mais ínfimo detalhe. O Senhor foi rejeitado (João 12:37), tomou sobre Si as nossas enfermidades (1 Cor 15:3, Hebreus 9:28), padeceu segundo a Vontade de Deus (Gálatas 1:4) e prolongou os Seus dias (Revelação 1:18) mesmo depois de ter sido “cortado” da terra dos viventes (João 19:33).

A quarta evidência que gostaria de enumerar a favor da inspiração da Bíblia é o facto de a ciência confirmar a Bíblia. Vamos clarificar estes pontos enumerando alguns campos científicos.

Biologia

  • Deus diz no Livro dos Salmos que Ele não só criou as formas de vida logo após ter dado o mandamento (Salmo 33:9) mas que após terem sido criadas, essas formas de vida se reproduziriam de acordo com o seu tipo (heb: baraGénesis 1:21,24,25). O que isto significa é que nunca se daria o caso de um gato dar a luz alguma coisa que não fosse um gato, nunca se daria o caso de um canino dar a luz algo que não fosse um canino, e assim sucessivamente. A ciência tem mostrado que as formas de vida são muito conservadoras e pouco dadas a macro-mutações, contrariamente ao que seria de esperar se a teoria da evolução fosse verdade. Assim, pode-se dizer que a ciência confirma a Bíblia.

  • Existem relacionamentos simbióticos cujas origens contradizem qualquer cenário que não envolva uma infusão de informação por via Sobrenatural. Tomemos por exemplo o peixe “limpador” e o tubarão. Este peixe aproxima-se dos dentes do tubarão confiante,e executa funções higiénicas nos seus dentes. Como é que esta relação simbiótica aconteceu? Será que houve um peixe que primeiramente se aventurou perto da boca de um tubarão e “descobriu” que ele não o comeria, mostrando assim aos outros peixes o que fazer quando há pouca comida? Ou será que esta e outras relações simbióticas foram arquitectadas pelo Criador desde o princípio? É mais racional crer-se que Deus programou os dois animais para terem esta relação simbiótica, com ganhos comuns. Outra função destas relações simbióticas é a de que mostram que elas foram feitas por Alguém.

  • Convergência nos organismos biológicos tem todas as marcas de planeamento e design e ela é abundante na natureza (Steven Gould, The Panda’s Thumb, 1980, p 271). Tomemos por exemplo a semelhança dos olhos do polvo e os olhos dos humanos. Que explicação naturalista pode de alguma forma explicar esta convergência? Ou ainda, tomemos o bico do “platypus” e o bico dos patos. Que mutação genética produziu esta semelhança? Não é mais racional e óbvio que Alguém quis que assim fosse? Quando vemos semelhanças em vários quadros artísticos o mais óbvio é concluirmos que o mesmo designer fez os quadros. Semelhantemente, como vemos convergências em toda a linha biológica, o mais racional é vermos que estas formas de vida tem o Mesmo Designer, e Ele quis que assim fosse para nós sabermos que todas estas coisas são criadas e não obra de um processo evolutivo.

Paleontologia

De acordo com as evidências o registo fóssil apresenta as seguintes características:

  • Aparecimento abrupto dos animais e das plantas em toda a Terra.

  • A maior parte dos fósseis é muito semelhante (e frequentemente, totalmente idêntica) às criaturas existentes hoje em dia.

O cientistas Dr Peter Ward e Dr Donald Brownlee dizem o seguinte em relação ao registo fóssil:

O aparecimento abrupto de todos os “phyla” animais num único e curto evento de diversificação não é, obviamente, uma consequência prevista da evolução. (Rare Earth, p. 150)

Estas evidências suportam as Palavras ditas por Deus no Livro de Génesis e mitigam contra qualquer teoria naturalista. As formas de vida apareceram mal Deus ordenou que elas aparecessem e as evidências suportam esse facto.

Astronomia

Contrariamente ao que foi muitas vezes tido como sendo a resposta científica sobre as origens, o universo tem um ponto inicial de existência. Este ponto nem sempre foi mantido pelos cientistas seculares e alguns mesmo admitem que um universo que tenha um ponto inicial de existência vai contras as suas expectações naturalistas.

O Dr Robert Jastrow diz:

Apenas como resultado das mais recentes descobertas nós podemos dizer com um certo grau de confiança que o mundo não existiu desde sempre.;… o declínio gradual predito pelos astrónomos para o fim do mundo é diferente das condições explosivas que eles calcularam para o seu nascimento. Contudo o impacto é o mesmo: a ciência moderna nega a existência eterna do Universo, quer seja no passado quer seja no futuro (1977, pp. 19,30, ênfase adicionado).

O que isto quer dizer é que para a ciência, tal como para a Bíblia, o universo tem um ponto inicial de existência.

Ao afirmamos isto poderá-se dizer que este é um ponto irrelevante que não suporta a Bíblia de modo algum. Contudo, ao aplicarmos um pouco de lógica, poderemos ver que o facto de o Universo ser um efeito (contingente), é uma evidência para Alguém ou alguma coisa que causou a que o Universo viesse a existir.Poderemos exemplificar as coisas usando o seguinte silogismo:

- Tudo aquilo que tem um princípio de existência tem uma causa adequada.

- O Universo tem um princípio de existência

- O Universo tem uma causa adequada.

Como segundo as leis da lógica, a causa é sempre maior que o efeito, A Causa do Universo é Maior que o Universo. Como o Universo tem tempo, matéria e energia, a Causa do Universo não é Limitado pelo tempo, pela energia, nem pela matéria. Por outras palavras, o Causador do Universo é Eterno, Todo Poderoso e Imaterial. Estas 3 características são algumas que distinguem o Criador da criação.

Para finalizar as evidências da astronomia, pode-se dizer que os cientistas descobriram no século passado que as galáxias estão a afastar-se umas das outras. Isto implica que o Universo está a expandir. Contudo, a Bíblia já tinha dito há muitos séculos atrás que Deus “estende os céus”:

Isaías 40:22
Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos:
Ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda para neles habitar (vêr também Is 44:24, Is 42:5, Is 51:13, Jer 10:12)

Muitas outras evidências científicas poderiam ser expostas, para mostrar que a Bíblia tem origens Sobrenaturais, embora tenha sido escrito por homens falíveis. No próximo ponto veremos que tipo de pessoas Deus usou para revelar a Sua Palavra às nações.

Que Tipo De Pessoas Deus Inspirou?

As pessoas que Deus usou para revelar a Sua Palavra eram pessoas normais como outras quaisquer. Eram pastores (Moisés, Amós, David), pescadores (Pedro, João e Tiago), réis (Salomão), filhos de sacerdotes (Ezequiel), ministros (Daniel), Fariseus (Paulo), médicos (Lucas), e cobradores de impostos (Mateus).

A meu ver, o propósito de Deus usar pessoas dos vários níveis sociais e geográficos foi o de nos fazer ver que, a Mensagem que eles traziam às nações, tinha origens fora deles mesmos. Por exemplo, se Deus tivesse usado só sacerdotes, por exemplo, poderia dizer-se que a Mensagem por eles entregue tinha origem neles mesmos e ser essa a razão de haver harmonia uns com os outros.

Mas não foi isso que Deus fez. Deus usou pessoas de todos os estratos sociais, de todos os níveis económicos, e com todo o tipo de passado, para que a harmonia existente na Bíblia não pudesse ser acusada de ser uma resultado do nível social das pessoas.

A harmonia existente na Bíblia não tem origem neste ou naquele estrato social, mas no Próprio Deus:

2 Pedro 2:21
Porque a profecia
nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

A harmonia e a coesão existente na Bíblia é um resultado do Carácter de Deus e do Seu Amor por nós, e não o resultado de planeamento humano.

Um ponto que convém ressalvar é que, apesar de Deus ter escolhido pessoas normais dentro da comunidade como forma de revelar a Sua Palavra, essas pessoas tinha que ter alguma credibilidade dentro dessa mesma comunidade. Isto não significa que Deus escolheu homens perfeitos, mas sim que Deus escolheu homens que Lhe dessem garantias que a Mensagem não seria rejeitada com base na vida ou acções dos interlocutores. A inspiração de Deus usou-os de uma forma que, apesar de a Mensagem ser de Deus, a personalidade dos interlocutores não foi apagada aquando da exposição da Palavra. No ponto seguinte veremos o que é a “inspiração de Deus”.

Inspiração – O Que É Isso?

Provavelmente a maneira mais clara de se dizer o que é a inspiração é usar as palavras da Bíblia. Inspiração é “ser guiado pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21), e falar aquilo que está de acordo com o Coração de Deus. A inspiração é uma das formas que Deus usou para se revelar. Não sendo a única,é contudo o selo da sua santidade. É aquilo que distingue a Bíblia dos outros livros “sagrados” (Alcorão, Gita, etc,etc).

Apesar de Deus muitas vezes ter literalmente ditado as Suas Palavras aos seus Profetas e Apóstolos (Números 7:89, Revelação 1:19), Deus também guiou de forma Sobrenatural aquilo que os Apóstolos escreviam, para que o resultado fosse aquilo que Deus queria que nós soubéssemos.

CONCLUSÃO

A Bíblia ocupa um lugar único na literatura mundial. É o Livro mais traduzido do mundo, o Livro mais propagado do mundo, e, infelizmente, o Livro mais atacado do mundo. Os seus preceitos são justos, os seus mandamentos santos, sua força imensa, e o seu conteúdo durará para sempre (Mateus 24:35).

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BIBLIOGRAFIA

1. Mark Van Bebber and Paul S. Taylor; “What does the fossil record teach us about evolution?” ; Www.ChristianAnswers.Net; of Eden Communications Copyright © 1995, Eden Communications, All Rights Reserved

2. Jastrow, Robert (1977), Until the Sun Dies (New York: W.W. Norton).

3. Gould, The Panda’s Thumb, 1980, p 271

4. WARD, Peter e BROWNLEE, Donald; Rare Earth,; Copernicus Books, Feb 2000, p. 150

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Fêmea Escolhe Entre os Piores

No mundo de algumas aves, fêmeas de baixa qualidade preferem machos de baixa qualidade. A conclusão é publicada na jornal científico da Royal Society “Proceedings B”, após experiêncas com as fêmeas de tentilhão-zebra. Em estado adulto, as fêmeas de baixa qualidade mostraram preferência pela música produzida pelos machos da mesma qualidade, e pelos machos em si.

Os biólogos evolutivos (de longe, o grupo de cientistas mais sobrevalorizado da ciência) postulavam previamente que as fêmeas escolheriam sempre o melhor macho disponível. Os dados empíricos indicam que nem sempre é assim.

O estudo levado a cabo pela Drª Marie-Jeanne Holveck, do ” Centre of Functional and Evolutionary Ecology” (Montpellier, França), mostra que entre as aves de baixa e as aves de alta qualidade existem traços distintivos em quase todas as características importantes, como por exemplo, metabolismo, longevidade e atracção.

A sua equipa foi capaz de procriar tentilhões de alta e baixa qualidade simplesmente mudando o tamanho da ninhada onde as aves eram criadas.

Nas ninhadas de maior dimensão existe uma maior competição entre os pintos” afirmou a Drª Holvezk à BBC News, “o que leva a que os maiores grupos produzam aves de baixa qualidade“.

A equipa de Drª Holveck testou a escolhas das fêmeas no que toca aos machos.

Treinamos as aves naquilo que chamamos jaula operante. Elas foram treinadas a dar bicadas em duas teclas, e cada que elas davam bicadas numa tecla, a mesma reproduzia a música de um macho. Uma tocava a música de um macho de alta qualidade e a outra o inverso. (…) Acho que este é um teste poderoso porque mostra o que a fêmea quer ouvir.

As fêmeas de baixa qualidade bicavam repetidamente a tecla que reproduzia a música do macho de baixa qualidade. (Só os machos dos tentilhões é que cantam e a canção é um importante sinal reprodutivo para as fêmeas).

Na segunda parte da experiência a Drª Holveck denotou que as preferências musicais “traduziam-se em preferências pelos respectivos machos“. Ou seja, podia-se dar o caso das fêmeas de baixa qualidade gostarem da música dos machos da mesma qualidade mas preferirem os machos de alta qualidade quando chegasse a altura do acasalamento. A pesquisa mostra que não é isso que ocorre.

Os pares de qualidade equivalente (baixa com baixa ou alto-alto) reproduzem-se mais depressa, o que leva a que produzam ovos mais rapidamente do que os pares de qualidade que não combinam (baixo-alto). Segundo o que podemos opinar, a razão principal por trás deste facto é que os casais da mesma qualidade aceitam-se um ao outro mais rapidamente. (…) O mais espantoso disto tudo é que as fêmeas são capazes de reconhecer a que categoria elas pertencem. Gostaríamos de investigar mais profundamente como é que elas fazem isto.

Como esta descoberta científica não é bem o que seria de esperar se a teoria da evolução fosse verdadeira, a BBC teve o cuidado de citar um evolucionista como forma de “controlar os estragos”. O adivinho citado foi o Dr Joseph Tobias, um zoólogo da Universidade Oxford:

Embora isto não subverta a teoria da evolução [assumindo que tal coisa seja possível], não deixa de mostrar interessantes trocas no momento de decisões reprodutivas

Conclusão:

Portanto, a teoria da evolução sobrevive a mais uma observação científica contraditória. Como é que uma teoria que aceita todas as observações, por mais contraditórias elas sejam entre si, seja considerada de “científica”? Por estas e por outras que convém lembrar um dos comentários aqui postos pelo Sabino:

- Evolução é toda a variação biológica que ocorre, por mais pequena e insignificante que seja.

- A evolução é um processo muito lento, excepto quando é muito rápido.

- A evolução favorece a entreajuda das espécies, excepto quando favorece o egoísmo.

- A evolução conduz ao aumento de informação genética no genoma, excepto quando reduz ou mantém a informação genética.

- Nos chamados hominídeos, a evolução conduz ao aumento da capacidade cranial, excepto quando reduz a capacidade cranial.

- A evolução cria predadores ferozes e rápidos, excepto quando cria criaturas lentas de movimentos.

- Se existe inveja é porque ela evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe altruísmo é porque ele evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe bondade é porque ela evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe maldade é porque ela evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe… [acrescentar todas as posições antagónicas que vierem a cabeça]

Etc, etc, etc. Assim vai caminhando a teoria mais ridícula que o homem alguma vez inventou.

Quando o homem ignora a Palavra do Criador, ele fica de facto a mercê de qualquer vento de doutrina, mais mais irracional que ele seja.

Efésios 4:14
Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente;

Comentários (2)

Evolução e Sistemas de Navegação

Diversas variedades de lagostas espinhosas existem um pouco por todos os oceanos do mundo e todas elas possuem habilidades para navegar. Experiências realizadas durante o ano de 2003 concluíram que elas orientam-se acedendo a um mapa interno de anomalias magnéticas locais ou variações mínimas no campo magnético da Terra.1

Quando um programador informático finlandês leu sobre isto, começou a arquitectar um sistema similar para robôs. [Impressionante que cada vez que se tenta entender e copiar o design presente na natureza, trazem-se sempre engenheiros mecânicos, programadores, e cientistas envolvidos em áreas de design e construção de sistemas. Porque será]

Janne Haverinen arranjou um mapa magnético do corredor de um hospital local e instalou-o num robô. O robô foi posteriormente capaz de navegar usando apenas as anomalias magnéticas que caracterizavam o edifício.2

A tecnologia do mapeamento magnético pode providenciar uma alternativa a outros métodos de navegação, nomeadamente, o “GPS interno”, onde os robôs navegam triangulando constantemente a sua posição em relação a um ponto de rádio fixo. Chris Melhuish, perito em robótica, disse à New Scientist que “se o sistema vier a funcionar, o mesmo pode aumentar a nossa confiança em robôs por estes usarem dito sistema em junção com, por exemplo, a navegação baseada na visão.3

As lagostas já possuem um sistema de visão, mas se as águas onde navegam se tornarem demasiado turvas, elas podem mesmo assim seguir a sua viagem usando o seu mapa magnético interno.

Aparentemente as lagostas estão perfeitamente ajustadas ao meio aquático, como se elas tivessem sido engenhosamente criadas para tal habitat. Mas nós sabemos que elas não foram criadas, certo? Nós sabemos disso pelos simples facto da vermos gatas brancas a darem à luz gatos pretos, cinzentos ou pretos. O facto de gatas darem à luz gatos mostra que o sistema de navegação das lagostas criou-se a si mesmo. Se duvidam desta “explicação”, entrem em alguns blogs ateus e leiam com os vossos próprios olhos.

O robô criado pelo sr Haverinen, que contém ele mesmo componentes metálicos, requer que o seu magneto metro (medidor magnético) seja suspenso numa vara afastado do robô. Deste modo, os seus próprios efeitos magnéticos não interferem com o detector, podendo assim o robô navegar com sucesso usando um mapa magnético. Isto contrasta com o elegante design presente na lagosta. A estrutura e a operacionalidade do magneto metro da lagosta ainda não é conhecida por inteiro, mas podemos desde já saber que o mesmo é pequeno, eficiente e perfeitamente integrado no corpo do animal. Contrariamente a muitos magneto metros construídos pelos homens, o da lagosta pode ser usado debaixo de água sem que o mesmo deixe de funcionar.

Conclusão:

Este pequeno animal é mais um que testemunha para o Génio do Criador, o Senhor Jesus Cristo. Se anos de planeamento, visão e design foram necessários para fazer uma cópia rudimentar do miniaturizado, completo e eficiente sistema de navegação da lagosta, então quão superior não deve ser o Engenho Artístico Daquele que gerou o dito animal num breve momento quando “falou…e logo se firmou“, certo?4

Essencialmente, o que os evolucionistas ateus querem que nós acreditemos é que sistemas de navegação geram-se a si mesmo como resultado de milhões de mutações aleatórias, filtradas pela selecção natural. Esta fórmula mágica (mutações + selecção natural + milhões de anos) é claramente insuficiente para explicar a biodiversidade.

Existe uma explicação bem mais lógica que não contradiz as observações científicas, nem atribui poderes nunca vistos às forças da natureza: Design Inteligente. O ateu no entanto, prisioneiro que está do naturalismo, não pode de maneira nenhuma aceitar explicações que violem a sua religião (por mais evidências que a dita explicação tenha). Como tal, ele vai continuar a acreditar que pode explicar a origem de sistemas de navegação ao explicar o funcionamento de um sistema de navegação já existente.

Este é mais um exemplo em como o ateísmo é um impedimento para o progresso da ciência.

Referencias

  1. Boles, L. C. and K. J. Lohmann. 2003. True navigation and magnetic maps in spiny lobsters. Nature. 421 (6918): 60-63.
  2. Haverinen, J. and A. Kemppainen. Global indoor self-localization based on the ambient magnetic field. Robotics and Autonomous Systems. Published online before print July 26.
  3. Marks, P. 2009. Lobsters teach robots magnetic mapping trick. New Scientist. 2723: 22
  4. Salmo 33:9

Comentários (15)

Biomimetismo e Barbaridades Ateístas

Por mais que os cristãos tentem não apontar a inconsistência darwinista no que toca a sua interpretação das evidências biológicas (que, diga-se de passagem, confirmam a Palavra de Deus), quando lêmos artigos como o exposto aqui, tal posição torna-se difícil. Eis o que o artigo afirma:

Depois de passear o seu cão certo dia no inicio de 1940, George de Mestral, um inventor suíço, tornou-se curioso relativamente ás sementes de uma planta bardana que se tinham agarrado à sua roupa e ao pêlo do cão. Depois de as observar ao microscópio e compreender o sistema em que as sementes estão estão envolvidas para ajudar á polinização, aderindo ao corpo de animais para ajudar no seu transporte, apercebeu-se que uma abordagem semelhante poderia ser utilizada para fazer aderência entre objectos. O resultado foi o Velcro

Até aqui tudo bem. O inventor suiço observou a natureza, estudou os processos lá presentes, e seguidamente usou a sua inteligência para criar o Velcro. Mas agora reparem no que o evolucionista afirma:

O resultado foi o Velcro: um produto que esteve em preparação durante mais de três biliões de anos, uma vez que esse é o tempo que os mecanismos naturais que inspiraram o produto demoraram para se desenvolver…

Como é que é possível uma pessoa dizer tais barbaridades com a cara séria? Se a crude imitação teve design inteligente na sua origem, porque é que os evolucionistas assumem que o original “esteve em preparação durante mais de 3 biliões de anos“? Desde quando é que as forças não inteligentes da natureza têm capacidade de gerar sistemas funcionais como as sementes de planta? (Vêr“Semente Subterrada há 2000 Anos Volta à Crescer)

Os milhões de anos mencionados em cima são uma forma de esconder o processo evolutivo por trás do manto do tempo. A lógica é: “Nós não vêmos essas coisas a acontecerem hoje em dia porque elas demoram milhões de anos a acontecer“. Daí a importância dos milhões de anos na religião evolucionista.

O Homem desde sempre encontrou na Natureza fonte de inspiração para resolver os seus desafios e contrariedades.

E o que é que leva o homem a assumir que a racionalidade existente na natureza pode de alguma forma ser usada para o seu proveito? Aliás, o que é que leva o homem a assumir que existe racionalidade na natureza?

O ateísmo acredita que não existe Deus Criador por trás do design existente no universo. Contudo, para efeitos prácticos, o ateu assume que o universo, e os seres vivos presentes na Terra, têm uma racionalidade embutida neles. O ateu assume que a natureza nos pode “ensinar” coisas úteis. Porquê? (Vêr: “Toda a Gente Age Como se Deus Existisse”)

A Biónica surge nos dias de hoje como um último reforço na procura criativa de novos materiais e abordagens, potenciada pela actual situação ambiental que se vive por todo o planeta. No entanto só agora designers, engenheiros e cientistas começam a compreender melhor esta metodologia, e o meio que nos rodeia

Se os seres vivos não são o resultado de verdadeiro design, para quê enlistar designers e engenheiros no estudo dos mesmos? Para que enlistar pessoas acostumadas a criar objectos contendendo propriedades de design para estudar sistemas que, segundo o ateísmo, não é o resultado de verdadeiro design, mas sim o resultado das impessoais forças da natureza?

A inconsistência é avassaladora, mas os ateus não parecem interessados em resolvê-la.

Olhando para a Natureza encontramos um meio em constante adaptação e renovação, pressupostos essenciais para a evolução das espécies como as conhecemos.

Adaptação e renovação não são sinónimos de evolução (1, 2,), mas os evolucionistas usam essa ilusão como forma de avançarem com a sua filosofia materialista. Além disso, o pressuposto essencial para a fé evolucionista não é a adaptação, muito menos a renovação, mas sim a crença de que o universo é um sistema fechado (não recebe informação vinda de fora). O cristão sabe que esta posição é falsa, porque está escrito:

Pela Palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da Sua Boca – Salmo 33:6

O Deus Eterno, que vive fora do Universo, interage com o universo por Ele criado, portanto assumir-se que o universo é auto-suficiente (por sinal, a primeira crença do Manifesto Humanista I) não só é contrário à Bíblia, mas contrário as observações.

Neste meio não há lugar para experimentar novas estratégias que tornem pior as condições de existência das gerações seguintes…

“Experimentar” é uma actividade que envolve inteligência. Quando vou a um restaurante, eu experimento um determinado prato pela primeira vez, e aprendo qualquer coisa de novo. Se gostar, eu aprendo com isso e da próxima vez posso repetir o mesmo prato. Se não gostar, também aprendo e evito-o. A natureza não “aprende” porque a natureza não é uma inteligência em si. A natureza opera de forma racional da mesma forma que um carro opera de forma racional, mas não é uma inteligência.

É um meio onde cada solução tem de ser melhor que a anterior… Afinal a Selecção Natural não perdoa e na Natureza apenas os mais fortes e adaptados conseguem prevalecer

A selecção natural não perdoa porque, tal como o acto de aprendizagem, o acto de perdoar é um acto que envolve inteligência e um código moral. As forças impessoais da natureza são vazias de ambas (Vêr: “A Necessidade Ideológica Para a Personificação da Evolução“).

Conclusão:

O post feito pelo evolucionista é mais um testemunho da “ignorância voluntária” dos ateus (2 Pedro 3:5). Eles têm a verdade bem à sua frente, mas negam-na por motivos ideológicos.As evidências biológicas fortalecem a fé do cristão no que toca as nossas origens. A estrutura tipo-máquina das formas de vida é um testemunho óbvio para a sua origem sobrenatural, uma vez que não existe força natural capaz de gerar os sistemas presentes no mundo biológico.

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas.
Revelação 4:11

2 Pedro 3:5Eles voluntariamente ignoram isto: que, pela palavra de Deus, já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste

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Creatures that Defy Evolution – Part 1/3

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O Poder de Deus manifesto no sistema imunitário

Embora nós tenhamos 100,000 genes, o nosso sistema imuntário é capaz de gerar dezenas de milhões de antibióticos distintos para defender e proteger o corpo de doenças.
Como é que 100,000 genes produzem milhares de vezes mais em antibióticos?

Na verdade, nós temos dois sistemas imunitários. O primeiro, chamado de “sistema inato“, e é o sistema de resposta rápida. O mesmo é baseado nas características comuns encontradas na maioria das bactérias.

O segundo (adaptativo ou específico) é o que produz dezenas de milhões de antibioticos diferentes e específicos para a defesa do organismo. A sua resposta é mais lenta do que o sistema inato porque este sistema responde a uma infecção produzindo e enviando uma variedade de anticorpos aos invasores.

Dependendo dos anticorpos que reconhecem o invasor, o sistema combinatório começa então a produzir anticorpos mais específicos até que o invasor é conquistado

Pesquisadores que estudam o sistema imunitário estão perplexos em como a evolução pôde construir um sistema tão complexo, engenhoso e preciso.

A explicação mais lógica é que o sistema imunitário não foi construido por nenhum processo aleatório, mas sim por Uma Mente Superior (Deus). Deus sabia que mais cedo ou mais tarde Adão iria pecar e trazer a maldição do pecado sobre o universo perfeito que Ele tinha feito. Como tal, Deus preparou antecipadamente sistemas biológicos como forma de preservar o corpo humano (e muitos outros corpos biológicos) de ataques externos.

No entanto, o melhor “Anticorpo” que Deus preparou para o mundo não é um que se possa pôr no nosso sistema biológico, mas sim Um a Quem que se pode dar acesso ao nosso coração.

Ele chama-Se Jesus Cristo, e Ele aniquila o virus mais destrutivo de todos: o nosso pecado.

A Bíblia diz que todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo (Rom 10:13). Todos nós estamos infectados com esse vírus do pecado (Rom 3:23) e o Senhor Jesus Cristo nos pode curar da culpa, poder e castigo do pecado (Actos 16:31, Actos 4:12). Como tal, todos nós temos que invocar o Nome do Senhor Jesus Cristo.

Ao contrário dos medicamentos feitos pelo homem, o Remédio de Deus é gratuito para todo aquele que reconhece que está devedor perante Deus (Efésios 2:8-9, Rom 6:23).

A pergunta fica: vais continuar a pensar que todas as mentiras, adultérios, rebeldia aos pais que já fizeste não vão ter consequências no futuro, ou vais-te reconciliar com Deus, sendo seguidamente transladado do reino das trevas para o Reino do Filho de Deus (Col 1:13) ?

Escolhe com prudência porque o teu futuro eterno depende disso.

Efésios 5:6
Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

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Resposta ao Leandro: Todas as características de design?

Num dos comentários a este post, o argumentativo Leandro disse o seguinte:

Todas as características do design estão ou não presentes em todo o mundo vivo, como um sistema uno e desenhado por um mesmo designer?

Durante o tempo em que eu estava a tirar a carta de condução, uma pessoa preocupada comigo disse-me uma coisa parecida com isto:

“Quando fizeres o exame de condução, toma cuidado com palavras como ’sempre’ ou ‘nunca’ ou outra frase absoluta. Pode ser uma rasteira.”

Este foi um bom conselho.A certa altura da vida comecei a vêr que a mesma lógica é usada em outras áreas da nossa existência para além de exames de condução. Por exemplo, frases como todas as evidências suportam a evolução” ou “não há nenhum cientista ’sério’ que defenda o criacionismo” fazem parte do debate “design versus Darwin”. Do mesmo modo que temos que estar cépticos de tais frases em exames de condução, também temos que apontar o holofote da ciência às frases imperiosas e absolutas ditas pelos nossos amigos evolucionistas.A frase/pergunta do meu amigo Leandro segue o mesmo pensamento. Nós não dizêmos que todas as características de design estão presentes em todos os seres vivos. Isto é aquilo que os anglófonos chamam de “loaded question” or “question begging question”.Existem boas razões para isso:
1. Alguém sabe todas as caracaterísticas de design possíveis e imaginárias? Para além de Deus, não.

2. Alguém sabe todos os animais que fazem parte do “mundo vivo”? Obviamente que não.Os cientistas que defendem a teoria do design inteligente afirmam que, baseados nos princípios da analogia e na lógica “causa-efeito” (causas semelhantes produzem efeitos semelhantes), podemos inferir uma Causa Inteligente para a biosfera, uma vez que os princípios de design que nós conhecêmos estão presentes nos sistemas biológicos que nós conhecêmos.Cientificamente, a melhor explicação sobre a origem da biosfera é design. Se os darwinistas discordam disto, então eles têm que encontrar a força “natural” que tenha capacidade de gerar sistemas com a sofisticação, complexidade e especificação presentes no mundo biológico.Mostrar como coelhos se “transformam” em coelhos não serve.

Máquinas Biológicas

Em Dezembro de 2003, a publicação científica com o nome de BioEssays publicou uma edição especial sobre o tema das “máquinas moleculares”.No artigo introdutório, Adam Wilkins, o editor da BioEssays, afirmou:

“The articles included in this issue demonstrate some striking parallels between artifactual and biological/molecular machines.In the first place, molecular machines, like man-made machines, perform highly specific functions.Second, the macromolecular machine complexes feature multiple parts that interact in distinct and precise ways, with defined inputs and outputs. Third, many of these machines have parts that can be used in other molecular machines (at least, with slight modification), comparable to the interchangeable parts of artificial machines. Finally, and not the least, they have the cardinal atribute of machines: they convert energy into some form of ‘work’.”

Conclusão:
A inferência científica para o design é a forma normal como o mundo opera. A não-inferência para o design, presente na religião evolucionista, viola princípios fundamentais da ciência e da lógica comum ao ser humano. Enquanto os darwinistas não mostrarem ao mundo qual é a força mística que tem poderes criativos, a sua fé nada mais é que uma crença pagã mascarada de ciência.

“Evitando as conversas vãs e profanas e as oposições da falsamente chamada ciência” - 1 Tim 6:20 -

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Linguagem “Lagartal”

Acts 2:6
E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.

Uma vez que Deus é o Autor da comunicação, não seria de estranhar que Ele tivesse dado esse dom a outras criaturas. A descoberta recente de que até o pequeno lagarto comunica com outros lagartos têm oferecido surpresas para aqueles que pensam que nós “evoluímos”.

Depois de se analizarem mais de 1500 lagartos, pesquisadores ficaram sem sombra de dúvida que eles comunicam uns com os outros.

A comunicação entre os lagartos é uma complexa linguagem corporal que segue regras gramáticais reconhecíveis. É composta de três partes que incluem toques com a cabeça, “flexões” e movimentos com a perna. Misturando e juntando uma ou mais destas acções resulta em mais de 6,000 combinações.

Mas o que é que os lagartos dizem uns aos outros? Será que ainda falam da arbitragem do último Benfica-Sporting, no Algarve, ou de outra coisa qualquer?

Repetidas observações convenceram os pesquisadores de que eles podem interpretar o que os lagartos “dizem” uns aos outros.

A maior parte da comunicação é feita com objectivo de seduzir o género oposto (Tentem não ficar surpreendidos!). Outros lagartos usam a comunicação para se gabarem perante os outros lagartos àcerca de uma rocha particularmente boa que eles tenham encontrado. Outros ainda usam a comunicação para “avisar” outros lagartos que queiram partilhar a sua rocha.

Não só a evolução não esperaria este nível de complexidade entre o pequeno lagarto, mas os pesquisadores notaram que o padrão de comunicação entre populações distintas não segue os imaginados padrões evolutivos.

Sim, até o pequeno lagarto glorifica o Criador!

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Não Usem a Palavra “Design”

Os biólogos não devem usar mais a palavra “design”, aconselha o biólogo evolucionista Walter Bock (Columbia University).

Num artigo recentemente publicado, Walter Bock afirma que esta palavra tem que ser rejeitada, devido ao facto desta palavra, e aos conceitos a ela relacionados, trazerem com ela conotações “indesejáveis e dispensáveis para a biologia”.

Que conotações “indesejáveis” a palavra “design” trás para a Biologia? O Walter fêz o favor de dizer:

Apesar do contraste interessante contraste entre “acidente versus design”, o termo “design” carrega com ela demasiadas conotações, tais como a existência de um Criador, e como tal o termo não deveria ser usado na biologia evolutiva.

Portanto, o evolucionista Walter diz que temos que arranjar outro termo para classificar as formas de vida, porque a palavra que é usada para classificar certos sistemas orgânicos (design) carrega implicações que podem suportar a existência do Criador. Como a evolução tem como propósito mostrar que não existe nenhum Criador, então vamos já mudar as palavras, e fingir que não há evidências para o Criador que ele afirma (ou pelo menos parece afirmar) que não existe.

Lá se vai a crença de que a teoria da evolução é religiosamente neutra.

Mas pergunto-me: será que há ainda alguém que pense que a teoria da evolução tem como propósito fulcral a ciência, e não a promoção da religião ateísta? Será que há ainda alguém que pense que os evolucionistas são inocentes anjinhos na interpretação dos dados?

Para ser totalmente honesto, os cristãos também não são neutros na análise dos dados. A diferença é que os cristãos dizem à partida que têm uma crença inicial, ou pensamento axiomático (Bíblia). Os ateus, apesar de também terem os seus axiomas e as suas crenças não questionadas (naturalismo), querem passar a mensagem de que eles são neutros, e que a sua interpretação nada mais é que a dedução lógica dos dados presentes.

O evolucionista Walter afirma mais uma coisa que nem muitos sabem:

Darwin desenvolveu a sua teoria da evolução orgânica em parte como forma de explicar a aparência e a perfeição nas adaptações, e como forma de refutar a ideia de design promulgada por Paley, aceite por quase toda a gente no mundo ocidental, inclusivé os biólogos.

Nota: a teoria de Darwin teve como um dos propósitos fundamentais refutar o argumento para o design proposto por Paley.

Lembrem-se de palavras como as deste evolucionista da próxima vez que alguém disser que a teoria da evolução é “religiosamente neutra”.

Impressionante como a maioria dos argumentos contra a teoria da evolução vem da própria boca dos evolucionistas.

2 Timóteo3-4
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.

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Micro Maravilhas do Visão Humana

Mateus 11:4-5
E Jesus, respondendo, disse-lhes: “Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.”

O pequeno chip do computador – a base dos computadores modernos – é um dispositivo minúsculo feito de silicone e com cerca 7 milímetros de comprimento. Este pequeno chip pode ter embutido nele o equivalente a 100,000 transístores, e apesar do seu tamanho, centenas de ligações podem ser feitas nele. O design presente no chip é uma maravilha suplantada apenas pela espantosa tecnologia que a pode construir.

Se estivesses a andar pela praia e encontrasses um pequeno chip, haverias de ter muita dificuldade em convencer um só engenheiro que esse chip é o resultado de movimentos aleatórios do silicone presente na areia da praia.

Agora considera o olho humano. A retina presente na parte de trás do olho é uma membrana muito fina, mais fina que o papel celofane que se usa para embrulhar a comida, e bem mais fina que o extrato bancário de muitos criacionistas residentes em Caxias.

A retina não possui transístores, mas tem em si fotoreceptores sofisticados, cada um deles sendo um “high gain amplifier”. A retina não tem 100,000 mas sim 200,000 fotoreceptores para cada milímetro quadrado.

Mas a maior maravilha é como um evolucionista (especialmente se fôr um cientista) pode afirmar que o teu maravilhoso sistema de visão é o resultado de um processo não guiado de erros genéticos (“mutações aleatórias”). Verdadeiramente, as “Impressões Digitais” de Deus estão manifestas por toda a criação, tal como o trabalho humano é visto no chip dum computador.

Como é possível que alguém que possa apenas desenhar um chip possa pôr em causa que a visão tem Uma Causa Inteligente?

O que fazer quando o ateísmo suprime as evidências para o Criador? Só uma coisa: Orar.

Oração: Querido Pai Celestial, da mesma forma que as mais engenhosas criações humanas nada são quando comparadas com o que As Tuas Mãos fizeram, as nossas melhoras obras, ou as nossas “boas acções”, nada mais são que trapos sujos perante a Tua Face. Por essa razão a minha confiança não está nas minhas “boas” obras, mas sim no Trabalho Perfeito e Completo do Teu Filho Jesus Cristo na Cruz do Calvário. Graças a Ele, e não às minhas “boas obras”, os meus pecados estão perdoados. Obrigado Deus. No Nome do Senhor Jesus Cristo, Amen.

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