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O Ateísmo das lacunas

O evolucionista João continua a confundir “ciência” com “naturalismo”, esperando que não seja possível ver onde ele falha nesse ponto. Para os evolucionistas ateus, todos os fenómenos que alguma vez ocorreram (e vão ocorrer) têm que ter uma explicação naturalista, independentemente das evidências.

Se por acaso um cientista informa um ateu de que as evidências mitigam contra uma origem naturalista da vida, o ateu ataca o cientista e não as evidências. Para o ateu evolucionista, não interessa o que evidências mostram, mas sim como é que elas podem ser usadas/deturpadas para suportar o naturalismo.

A necessidade do ateu em operar assim é óbvia: usar aquilo que é a maior autoridade cultural do mundo ocidental (a ciência) como forma de suportar a sua fé. Isto é feito de muitas formas, como se pode ver no link acima mencionado.

Há algumas coisas que são dignas de serem comentadas:

O naturalismo metódico é aquilo que os criacionistas e defensores do ID (que é realmente criacionismo com outra roupagem), querem eliminar da ciência.

Convém ressalvar que o naturalismo metódico (NM) é a aplicação prática do naturalismo filosófico (NF). Enquanto que o NF afirma que só causas “naturais” existem, o NM opera assumindo que só causas “naturais” existem. Em termos práticos, não há distinção entre uma e a outra.

O problema claro está é que nem o NM nem o NF são científicos. São apenas crenças arbitrárias que são impostas à ciência. Se vamos postular crenças arbitrárias a ciência, então o cristão pode muito bem dizer: “Só aquilo que está de acordo com a Bíblia vai ser considerado científico. Se algo contradiz a Palavra de Deus, então não é ciência

A abordagem naturalista, que é sumariamente, procurar causas naturais para os fenómenos naturais, exclui necessariamente a intervenção sobrenatural.

O interessante seria saber o que é um “fenómeno natural” e o que é uma “causa natural”. Levitar é um fenómeno natural ou sobrenatural? Se fossem oferecidas evidências (fotos, videos) de pessoas a levitar, será que isso faria da levitação um “fenómeno natural”? Se o que distingue o “natural” do “sobrenatural” é só se eles ocorrem ou não, então a ciência pode estudar o “sobrenatural”.

Não podemos mais atribuir os trovões a um Deus, a chuva a outro, etc. Nem tudo ao mesmo. A não ser que possamos trazer evidências ou provas que mostrem isso.

Do mesmo modo, não podemos atribuir a origem da vida a fenómenos nunca observados, mecanismos nunca testados, e causas nunca mostradas. No entanto, é isso que os ateus fazem constantemente. A origem da vida mostra claramente como o naturalismo falha logo no princípio. Até hoje os ateus ainda não documentaram força “natural” alguma capaz de gerar seres reprodutores a partir da matéria morta.

Décadas de financiamento público, e os ateus não tem nada para oferecer. Eles apenas concordam que Deus não é a Causa da Vida. Para além disso, já não há concordância entre eles.

Ao longo de séculos, [o naturalismo] foi a única abordagem que criou conhecimento tão consistente, tão completo e em tão pouco tempo.

Se levarmos em conta que grande parte dos cientistas fundadores da ciência moderna eram cristãos (e não ateus), e se nos lembra-mo-nos que o naturalismo exclui à partida qualquer intervenção Divina, a frase do João torna-se claramente falsa.

Como é que os cientistas fundadores da ciência moderna (Galileo, Pascal, Lineus, Mendel, Faraday, Maxwell, Copérnico) foram capazes de produzir excelentes resultados científicos sem assumirem que o naturalismo é verdadeiro?

O problema é que o João assume que ao estar-se a procurar os mecanismos presentemente em operação é o mesmo que assumir-se que só essas forças existem no universo. O João conclui que “naturalismo” é o mesmo que “estudar as forças da natureza”. Isto é totalmente falso.

Galileo estudou os planetas de forma científica, mas não teve dúvidas em afirmar que o sistema que ele estudava era um efeito do Poder Criativo de Deus. Igualmente para Newton. Com isto se pode ver que o naturalismo é uma filosofia irrelevante para o avanço da ciência. Os ateus gostam de associar o sucesso da ciência ao naturalismo, no entanto o sucesso da ciência deve-se, sim, às observações, aos testes, à experimentação e à colecção de evidências, nenhuma das quais depende do naturalismo.

Porque ao procurar uma explicação natural para as coisas, começámos a encontrá-las.

Excepto no que toca à origem da vida, pelos vistos.

De facto, encontrámos explicação para tanta coisa, que o espaço deixado para intervenção sobrenatural, ficou muito reduzido. Ficou reduzido a pequenas lacunas do conhecimento cientifico.

Mas o facto de encontrarmos explicação para o funcionamento de um dado fenómeno não invalida que o mesmo tem uma Causa Inteligente. Nós podemos explicar o funcionamento dum carro mas isso não quer dizer que o mesmo não seja o resultado de design inteligente. Semelhantemente, nós podemos explicar (até certo ponto) o funcionamento da metamorfose da borboleta monarca, mas isso não invalida que o aparato tenha sido criado por Deus.

De notar que isto não é o mesmo que dizer que a ciência rejeita “à priori” que existam Deuses , fantasmas ou duendes, por exemplo.

A ciência não rejeita à priori a existência de Deus, mas o naturalismo sim.

Apenas que se eles existem, então vamos ter que encontrar observações que só possam ser explicadas pela sua existência.

Curioso que o João peça “observações” do sobrenatural, mas no que toca a coisas que ele acredita (a vida a criar-se a si mesma, dinossauros a evoluírem para pássaros, animais terrestres a evoluírem para baleias) o João já não pede observações, mas aceita aquilo que ele chama de “evidências”. Para o naturalismo aceitar a existência de Deus, nós temos que observar Deus, mas para aceitar a evolução de um dinossauro para um pássaro, já não é preciso observar tal evento místico.


Textos como os do João mostram que os requerimentos “científicos” do João são totalmente arbitrários e emotivos. Ciência é aquilo que o João diz que é, e mais nada.Podem ver o post integral do João aqui, mas o mesmo pode ser resumido com a seguinte frase:

Ciência é aquilo que suporta o ateísmo.

Romanos 1:22 – Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos,

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A “Infalível” Publicação Científica

Um dos irrelevantes argumentos que os crentes ateus gostam de levantar contra os cientistas criacionistas é o de afirmar que os mesmos não publicam artigos em jornais e revistas científicas. Segundo os religiosos darwinistas, o facto do criacionismo Bíblico ser rejeitado pela elite científica é “evidência” para a falta de base científica do mesmo.

Para começar, isto é irrelevante. O facto dos cientistas criacionistas não publicarem artigos científicos em defesa do criacionismo em revistas evolucionistas, não só não é evidência contra o criacionismo, como apenas e só significa que eles não publicam nas tais revistas e nos tais jornais. Quem foi que determinou que para uma teoria para ser cientifica ela tem que ser publicada em jornais darwinistas?

Segundo, existe uma selecção artificial no que toca aos artigos que os “polícias do pensamento” aceitam como “científicos”. Artigos que ponham em causa a teoria da evolução (ou um dos seus frágeis pilares – milhões de anos, poderes criativos das forças não inteligentes, etc) são ideologicamente rejeitados pelos árbitros científicos. Os poucos que passam a censura darwinista são seguidamente alvo de ataques não-científicos.

Dado este cenário, os críticos da teoria da evolução ficam numa posição no mínimo curiosa:

1. O criacionismo ou o design inteligente não são teorias científicas porque não publicam artigos científicos em jornais arbitrados

2. Mesmo que tais artigos sejam submetidos a apreciação, os mesmos serão rejeitados por não estarem de acordo com a versão oficial da teoria da evolução.

Como se isto não fosse suficiente para se ver que a não-publicação em jornais arbitrados não é evidência para falta de rigor científico, nós lemos com frequência que mesmo aquelas teorias que são avaliadas e aceites por outros cientistas podem ser fraudes.

Foi exactamente isso que aconteceu na Coreia do Sul:

Promotores da Coreia do Sul pediram ontem uma pena de quatro anos de prisão para o cientista que caiu em desgraça após um escândalo envolvendo clonagem em 2005. Hwang Woo-suk, que publicou artigos fraudados na revista “Science” sobre clonagem humana, é acusado de desvio de verba pública, prevaricação e compra ilegal de óvulos para sua pesquisa.

Reparem que os ditos artigos sofreram avaliação científica e foram achados como suficientemente “científicos” para serem colocados na prestigiosa revista “Science”. Isso leva-nos a concluir que a avaliação científica pode cometer erros e aceitar o que não é ciência. Do mesmo modo, a mesma avaliação pode rejeitar o que é ciência.

É importante ver que com estas palavras não está a ser posto em causa a avaliação feita por outros cientistas, mas sim mostrar que a não aprovação por membros da mesma comunidade não é sinónimo de falta de valor científico.

Os crentes ateus tem que levar isso em conta da próxima vez que usarem o argumento da “falta de publicação cientifica” contra o criacionismo.


Ver também:

1. O Mito do Consenso Científico.

2. Michael Crichton: Ciência e Consenso Científico

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Psicóloga carioca que oferecia terapia de conversão a gays pode ter seu registro cassado

Link Original

O Conselho Federal de Psicologia está estudando se cassa ou não o registro profissional de Rozângela Alves Justino, psicóloga que encara a homossexualidade como doença e oferece terapias de conversão a clientes que buscam esse tipo de tratamento. A decisão do Conselho Federal de Psicologia será dada no dia 31 próximo..

Se o resgistro da psicóloga for cassado, será a primeira decisão do tipo no Brasil..

O Conselho proíbe há 10 anos que psicólogos tratem a homossexualidade como doença passível de cura..

A referida psicóloga que agora será julgada afirma que ter “atendido e curado centenas” de pacientes gays em 21 anos de atividades. Para ela, a homossexualidade é doença e causada “porque (os homossexuais) foram abusados na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso”..

Rozangela é evangélica e orienta seus pacientes a buscarem orientação na igreja..

A cassação de Rozângela foi pedida por associações gays e endossada por 71 psicólogos.
fonte: Mix Brasil

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Citação: Leitura Literal da Bíblia Ajudou o Progresso da Ciência

Peter Harrison, Andreas Idreos Professor of Science and Religion at the University of Oxford, pointed out:

“It is commonly supposed that when in the early modern period individuals began to look at the world in a different way, they could no longer believe what they read in the Bible. In this book I shall suggest that the reverse is the case: that when in the sixteenth century people began to read the Bible in a different way, they found themselves forced to jettison traditional conceptions of the world.70

“Had it not been for the rise of the literal interpretation of the Bible and the subsequent appropriation of biblical narratives by early modern scientists, modern science may not have arisen at all. In sum, the Bible and its literal interpretation have played a vital role in the development of Western science.”71

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A Contínua Equivocação entre o Naturalismo e a Ciência

Por mais que se tente demonstar que o naturalismo e a ciência são entidades distintas, existem ateus que não querem separar as duas. Por mais que se mostre que o naturalismo é uma filosofia e que a ciência é, entre muitas outras coisas, uma actividade, os ateus continuam a equivocar uma com a outra.

Um dos ateus que caiu no mesmo erro foi a Priscila Rêgo (PR) no post “A noção de naturalismo“.

Como é normal entre os evolucionistas (especialmente os ateus), não poderia deixar de existir o tom condescentente:

O meu post de estreia pega em duas coisas que me são caras. O primeiro é o criacionismo, com o qual me divirto imenso.

Tendo lido a Relato Bíblico da Criação algumas vezes, pergunto-me que parte da mesma é que a PR acha “engraçada”. Suponho que deve ser a parte que diz que os dinossauros evoluiram para passarinhos, ou que a vida criou-se a si mesma, ou ainda a que diz que animais terrestes aprenderam a nadar e tornaram-se em baleias, certo? Ah, não, espera! Quem afirma essas coisas é a teoria da evolução.

Segundo o Jónatas, a ciência parte do princípio de que o mundo funciona segundo processos naturais.

A ciência ou o naturalismo? A ciência não assume que “o mundo funciona segundo processos naturais”. A ciência assume muitas coisas, sendo a crença de que o mundo funciona segundo processos racionais (sejam eles “naturais” ou “sobrenaturais”) uma delas. O naturalismo é que assume que todos os eventos que alguma vez se verificaram no universo têm uma “explicação naturalista”. Isto é uma posição de fé.

Será mesmo verdade que a ciência exclui Deus das explicações?

O naturalismo, e não a ciência, é que exclui Deus da explicações. A ciência aceita todas as explicações que tenham evidências.

Os cientistas não assumem que o Universo foi criado por Deus, tal como não assumem que foi criado pelo Vale e Azevedo. Com tantas possibilidades, nunca mais saíamos da pura especulação

Os cientistas naturalistas não assumem que Deus criou o mundo, mas outros cientistas assumem-no e fazem o seu trabalho alegremente. Aliás, tal como já foi dito várias vezes, os fundadores da ciência moderna eram pessoas que sabiam que Deus era o Criador. A sua pressuposição não foi de maneira nenhuma um impedimento para o seu trabalho científico, contrariamente ao que a PR acredita.

A exclusão de Deus é de facto um ponto de partida mas de forma alguma um axioma inamovível. Se houvesse observações directas de um Deus a ter criado o Universo, é óbvio que a ciência teria de o incorporar numa explicação da origem do Universo.

Por outras palavras, Deus só seria Uma Explicação Válida se nós pudéssemos observá-Lo a criar o universo. Como não podemos observá-Lo a fazer isso, então Ele não pode ser a Causa do Universo, ou não pode ser Uma Explicação “científica”.

Este tipo de lógica auto-refutante é a mesma que encontrámos entre muitos ateus. Para se vêr isso, ficam aqui as perguntas:
1. Alguém alguma vez viu um dinossauro a evoluir para uma áve? Não.
2. Alguém viu a vida a criar-se a si mesma sem intervenção Inteligente? Não.
3. Alguém alguma vez viu um animal terreste a evoluir para uma colossal baleia ? Não.
4. Alguém observou os milhões de anos a decorrer? Não.

A PR nunca viu nenhum dos eventos acima mencionados (como ela de certeza vai confirmar) mas ela aceita-os como “factos científicos”. Como é que eles podem fazer parte da ciência se, segundo a definição de “ciência” da PR, eles nunca foram observados enquanto decorriam?

Voltando para Deus; pelo que foi dito em cima, podemos vêr que a observação empírica de um evento não é a razão pela qual a PR os aceita (ou rejeita), uma vez que ela aceita a evolução do dinossauro, da baleia e do próprio homem embora ela nunca os tenha observado. [Aqui mais uma vez vêmos que têmos duas definições de ciência: temos a ciência que era aceite pelos criacionistas Mendel, Galileo, Pascal, Newton, Faraday e muitos outros, e temos a "ciência" (naturalismo) que acredita que Deus não faz nada no universo. A PR usa a segunda definição e tenta torná-la a "oficial"]

A razão pela qual a PR rejeita Deus como Explicação Plausível não é porque nunca observamos o Seu Acto Criativo, mas sim porque ela tem fé no naturalismo. O naturalismo, obviamente, nega a existência de forças que vão para além das forças da Física e da Química tal como as conhecêmos hoje.

A PR, tal como o Ludwig, esconde o seu ateísmo/naturalismo por trás da “ciência”, mas como se pôde ver em cima, a máscara cai quando voltamos o holofote científico na sua direcção e questionamos coisas que eles tomam como “científicos”.

Suponhamos que o João é fulminado por um raio. A explicação mais óbvia reside apenas na má sorte de ter estado no sítio errado à hora errada. Mas se descobrirmos que o José tinha criado uma máquina terrível de controlo dos campos electromagnéticos que lhe permite manipular os relâmpagos, é perfeitamente razoável aceitar essa explicação.

Reparem que neste exemplo nós não observamos o João a ser fulminado, mas sim interpretámos os dados para saber qual é a explicação mais razoável. Reparem também que no mesmo post a PR diz que para algo ser científico o mesmo tem que ser observado a decorrer, mas depois diz que já não é preciso observarmos para ser científico. As contradições do ateísmo não param de me surpreender.

Os médicos legistas estão habituados a isso, quando descobrem que uma morte por causas naturais se trata, afinal, de suicídio. O princípio é o mesmo: perceber que por trás de um acontecimento aparentemente natural e não intentado se esconde uma mão bem humana. Não é preciso saltar de paradigma

Tal como em cima, reparem mais uma vez que a PR está a falar de medicina forense que lida com eventos passados (não observáveis). A PR aceita a medicina forense como ciência, no entanto essa mesma ciência lida com eventos que não podem ser duplicados. No entanto, em cima a PR afirmou que para Deus ser Uma Explicação científica, nós teríamos que observá-Lo a criar o universo.

Não podemos voltar a matar uma pessoa de modo a saber mais sobre a causa da morte. O que se faz é interpretar as evidências e inferir a melhor explicação. Curiosamente, é exactamente isso que se faz com a teoria do Design inteligente. A teoria postula Uma Causa Inteligente por trás do design presente na biosfera precisamente porque as evidências estão de acordo. O Criacionismo Bíblico, por sua vez, vai mais longe ao afirmar que não só o universo é resultado de design, mas que o Designer é a Pessoa do Senhor Jesus Cristo.

O problema dos criacionistas é que propõem uma explicação tão minuciosamente recortada que se torna impossível de avaliar pelos dados disponíveis.

Não necessariamente. Ao postularmos Uma Causa Inteligente por trás do design biológico, os criacionistas estão bem actualizados em relação aos achados científicos mais recentes. Uma das coisas que a ciência têm revelado é o elevado nível de complexidade especificada presente nas formas de vida. Sempre que nós encontramos estruturas com as características presentes nas formas de vida (interdependência, funcionalidade, especificidade, elegância, informação codificada) nós inferimos sempre causas inteligentes. Como essas mesmas estruturas estão na vida biológica, então seria ilógico não inferir Uma Causa Inteligente.

Claro que o ateísmo impede algumas pessoas (provavelmente a PR) de inferir Uma Causa inteligente por trás da biologia uma vez que isso seria uma evidência demasiado poderosa a favor de Deus. Como tal, a PR e os demais ateus distorcem as leis e o funcionamento da ciência como forma de manter o ateísmo intocável.

Pois bem, a PR tem o direito divino de escolher a filosofia de vida que bem quiser, mas ela não tem o direito de distorcer a ciência sempre que ela aponta na direcção de Deus.

Os criacionistas dizem que Deus é omnipotente, proíbe a homossexualidade e teve um filho chamado Jesus. Mas, mesmo que haja um vídeo a mostrar a criação do mundo por um ser poderoso, daí apenas poderemos depreender que ele é poderoso e criou o mundo.

Reparem que mesmo que haja “um vídeo”, a PR não parece ficar muito inclinada a ser criacionista. Mesmo que veja o Senhor Jesus Cristo a criar a vida, a PR ainda vai afirmar que “pode ser Alá como Odin“.

O pior cego é aquele que não quer vêr.

Obviamente que se nós somos cristãos, estamos a falar do Nosso Deus e do Livro que Ele nos deixou. Se as evidências estão de acordo com o nosso Livro, porque é que depois de todas as evidências oferecidas o ateu ainda diz “Ah, mas se calhar era o Alá o o Odin!” ? Que venham os adoradores de Odin e de Alá e que ofereçam as evidências para o seu relato da criação, tal como os adoradores de Darwin oferecem as suas “evidências”.

No fundo, o que os criacionistas pedem é que da existência de arsénico no copo da vítima se deduza que o assassino foi o Joaquim Otávio, que calça 45 e é fanático pelo Oliveirense

Mas nós não só temos o “arsénico” no copo, mas temos o BI no bolso (o que revela o seu nome), temos os seus sapatos ainda consigo, e temos as bandeiras do Oliveirense espalhadas pela casa. Temos boas razões para inferir que ele se chama Joaquim Otávio, calça o 45 e é fanático pelo Oliveirense.

Semelhantemente, nós não só temos as evidências científicas que suportam a posição cristã, mas temos os relatos históricos da interacção entre Deus e os homens (codificados infalivelmente na colecção de Livros chamada de “Bíblia”), temos as evidências arqueológicas que suportam a historicidade da Bíblia, e temos os testemunhos pessoais do poder transformador do Senhor Jesus Cristo.

Tendo uma tão “grande nuvem de testemunhas” (Hebreus 12:1) seria irracional postular que “se calhar foi o Alá ou o Odin“.

Mas o ateu tem mais fé do que eu, portanto, tudo é possível como ele..

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Evolucionista Sobrevaloriza Importância da Teoria da Evolução

1 Timóteo 6:20
Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado,
tendo horror aos clamores vãos e profanos,
e às oposições da falsamente chamada ciência,

Evolucionistas um pouco por todo o mundo afirmam que a “ciência” está em pleno acordo com a filosofia neo-darwinista. Alguns vão mais longe e afirmam que “nada na biologia faz sentido a não ser à luz da evolução“. Por outras palavras, se nós não acreditarmos que a vida criou-se a si mesma, que os dinossauros evoluiram para pássaros, e que animais terrestes evoluiram para baleias, não vamos entender o funcionamento da genética, dos aparelhos respiratórios e de outros sistemas naturais. Temos mesmo que acreditar nos poderes criativos da natureza ou ficámos para sempre na ignorância. Pena é que Mendel, Lineus e outros grandes homens da Biologia puderam fazer o seu trabalho perfeitamente sendo eles homens que sabiam que o mundo biológico tinha uma Causa Inteligente.

Embora este tipo de informação (relativa à fé criacionista dos fundadores de muitos ramos da ciência moderna) esteja perfeitamente disponível a todos, alguns evolucionistas não se intimidam de continuar com o mito da dependência evolutiva da Biologia. O último a fazer tal anúncio foi o cristão evolucionista Francis Collins ao afirmar que

Tentar fazer Biologia sem a teoria da evolução é como tentar fazer Física sem matemática.

Sem dúvida que a teoria neo-darwiniana influênciou a Biologia, mas os grandiosos anúncios de Francis Collins revelam mais sobre a natureza política dos proponentes de Darwin do que sobre a evolução em si. Um crescente número de cientistas de topo dizem exactamente o contrário do que Collins acredita.

Como membro da Academia Nacional de Ciências, Philip Skell escreveu que a importância científica da teoria da evolução vai para além da realidade:

Recentemente perguntei a 70 eminentes pesquisadores se teriam feito o seu trabalho de maneira diferente se acreditassem que a teoria de Darwin estava errada. As suas respostas foram todas a mesma: “Não”. (Philip Skell, “Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology,” The Scientist (August 29, 2005).)

A evolução darwiniana – qualquer que sejam as suas outras virtudes – não providencia a uma heurística frutífera na biologia experimental. A declaração de que a teoria da evolução é pedra angular da biologia experimental moderna é confrontada com um cepticismo tranquilo por parte de um crescente número de cientistas em disciplinas onde teorias de facto servem de pedras angulares em avanços tangíveis.

Noutro dos seus artigos, o Dr Skell declarou:

Inquiri biólogos que trabalham em áreas onde nós poderiamos pensar que o paradigma darwinista poderia servir de guia para as pesquisas (por exemplo, a emergência da resistência aos antibióticos e pesticidas), mas aqui, tal como em todo o lado, eu aprendi que a teoria não produziu nenhuma orientação discernível na escolha de designs experimentais. Só depois das descobertas inovadoras terem sido estudas é que a teoria foi trazida à mesa como uma interessante narrativa abrilhantadora.(Philip Skell, Politics and the Life Sciences, Vol. 27(2):47-49 (October 9, 2008). 

Do mesmo modo, o biólogo evolucionista Jerry Coyne admitiu na revista Nature que “se formos a ser sinceros, a teoria da evolução não rendeu muitos benefícios prácticos ou comerciais. Sim, é verdade que a bactéria evolui resistência a drogas, e sim, nós temos que preparar contra-medidas, mas para além disso não há muito a dizer“. (Como é normal sempre que se cita um evolucionista a refutar uma ou mais crenças evolucionistas, esta citação deve estar “fora do contexto”)

Enquanto testemunhava perante o “Texas State Board of Education“, o Dr. Ray Bohlin respondeu o seguinte quando foi perguntado àcerca da utilidade da teoria da evolução para a pesquisa biológica:

Eu posso dizer que virtualmente 90/95% de toda a biologia celular e molecular, áreas onde adquiri o meu doutouramento, não precisam da teoria da evolução de todo.

Semelhantemente, o Dr Don Ewert (doutouramento em microbiologia; tem sido um biólogo pesquisador há mais de 30 anos – incluindo 20 anos no Instituto Wistar) foi perguntado àcerca da noção que nada na Biologia é testável excepto à luz da evolução“. O Dr Ewert respondeu:

Se olharmos para um livro científico e colocarmos a pergunta: “Se a teoria da evolução não estivesse neste livro, que parte da informação ficaria sem sentido?” Eu diria que muito pouco, se alguma, ficaria sem sentido.

De facto, eu julgo que qualquer pessoa que aprendesse o material lá contido, deixando de lado a teoria da evolução, poderia prosseguir a sua carreira e ser um cientista de sucesso, ou um veterinário ou médico. Eu diria que há muito pouca coisa que não poderia ser integralmente assimilada mesmo não levando em conta a teoria da evolução.

Dito de outra forma, poderíamos compreender os sistemas biológicos perfeitamente mesmo não levando em conta a teoria que afirma que o mundo biológico criou-se a si mesmo.

Conclusão.

A teoria da evolução claramente é importante para um certo tipo de pesquisa, mas a declaração “tentar fazer Biologia sem a teoria da evolução é como tentar fazer Física sem matemática” revela mais sobre a devoção do Dr Collins ao neo-darwinismo do que sobre a teoria da evolução em si.

Felizmente, ainda há um (crescente) remanescente de cientistas altamente qualificados que não consideram o neo-darwinismo como o alfa e o ómega da Biologia (Revelação 22:13).

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Resposta ao Ludwig: Naturalismo Não é Ciência

O evolucionista ateu Ludwig Krippahl fêz algumas observações a coisas que eu afirmei num dos últimos posts aqui apresentados.

O Ludwig afirma sem rodeios que se deve rejeitar o que ele entende por “sobrenatural” uma vez que “assumir à partida que um fenómeno é sobrenatural impede-nos de perceber o que o causou“. O ateu evolucionista Ludwig acrescenta ainda que “Não podemos desvendar o mecanismo dos milagres nem compreender os processos de intervenção divina“.

O problema destas declarações é que nenhum cientista criacionista assume à partida que um fenómeno é “sobrenatural” (seja lá qual for a definição que o Ludwig usa para “sobrenatural”). Por exemplo, existem diversos cientistas criacionistas a trabalhar em lugares seculares de grande importância. O que é que seria das suas carreiras se para todos os fenómenos observados eles assumissem à partida que é um fenómeno “sobrenatural”?

O Ludwig está a fazer aquilo que os anglófonos chamam de “strawmen argument” (argumento palha). Se não me engano, o mesmo deriva o seu nome daquilo a que nós conhecêmos como “espantalhos”. O Ludwig pôs de pé um espantalho lógico, e tratou rapidamente de destruí-lo. O problema é que refutar argumentos que nunca foram ditos pelos cristãos é o mesmo que lutar contra espantalhos: ganhas de certeza, mas tudo o que consegues é ficar sujo, cansado, e ainda por cima pode haver pessoas a observar que te tomem por chanfrado.

Os cristãos sabem muito bem que no universo em que vivêmos, para além das forças sobrenaturais, existem as forças naturais a actuar. Quando buscamos respostas para um dado fenómeno, começamos inicialmente pelas explicações naturais uma vez que a esmagadora maioria dos eventos observados têm uma explicação natural. Aliás, a própria Bíblia, sendo Um Livro com Origens Sobrenaturais, na sua esmagadora maioria ela reporta eventos naturais.

O que o Ludwig tenta fazer é rejeitar qualquer explicação sobrenatural apenas e só porque a maioria das explicações têm causas naturais, e porque ele afirma que “não podemos desvendar o mecanismo dos milagres“. Isto, claro, pondo de lado a sua fé ateísta que lhe obriga rejeitar à priori qualquer causa ou efeito sobrenatural.

Para além disto tudo, convém ressalvar que existe uma distinção clara no que toca ao tipo de ciências em que os cristãos aceitam causas sobrenaturais e outras que já não buscam causas sobrenaturais. Quando o cristão Gregory Mendel desenvolveu aquilo que mais tarde serviu de base para o desenvolvimento da genética moderna, ele buscou respostas naturais para o fenómeno da recombinação de características nas plantas. Ele não afirmou que Deus directamente recombinou as características das plantas, mas sim que havia outros fenómenos envolvidos no processo.

No entanto, se se fosse perguntar ao dito monge cristão qual era a origem da fotossíntense, do crescimento, da reprodução e das plantas em si, ele não teria problemas nenhums em logicamente atribuir isso ao Criador.

Este exemplo mostra a distinção entre ciência operacional (que é a mesma entre cientistas criacionistas e cientistas evolucionistas) e ciência histórica/forense (que é o grande ponto de discórdia). Como foi dito em cima, o Ludwig tenta estender o manto do naturalismo não só para o que se observa, mas também para aquilo que não se pode observar.

No entanto, e tendo em conta o que eu disse originalmente no post isto não é feito por motivos científicos mas por motivos puramente ideológicos.

Como é que sabemos que é por motivos ideólogicos? Sabemo-lo porque, o Ludwig acredita em mecanismos e eventos que não se podem entender, estudar, medir ou quantificar. A origem da vida ateísta (Abiogénese) envolve forças nunca vistas, processos nunca duplicados, e mecanismos nunca observados. A transformação de um dinossauro para uma áve envolve forças nunca vistas, processos nunca duplicados, e mecanismos nunca observados. A evolução de um animal terreste para uma baleia envolve forças nunca vistas, processos nunca duplicados, e mecanismos nunca observados. O mesmo se passa com a evolução da sexualidade, do sistema de visão, o sistema respiratório, a metamorfose de alguns insectos, o sonar dos golfinhos e dos morcegos, a evolução de um primata para um homo sapiens, etc,etc. (Explicar como é que uma baleia se transforma numa baleia não explica como é que as baleias surgiram)

Todos os eventos acima mencionados envolvem situações que não podem ser repetidas em condições controladas, mas o Ludwig não tem problemas em incorporá-las dentro daquilo que ele chama de “ciência”. Isto mostra que o problema do Ludwig não é o facto de não podermos “desvendar o mecanismo dos milagres nem compreender os processos de intervenção divina“, mas sim que a sua filosofia de vida rejeita como ponto de partida causas que violem a sua fé no naturalismo.

Tal como eu já tinha dito, ele é um naturalista que tem algum receio em afirmar que a sua fé no naturalismo lhe impede de considerar alternativas que contradigam a sua ideologia.

É muito importante ter isto em conta de cada vez que um ateu pedir “explicações naturais” para eventos que o cristão sabe terem origens sobrenaturais (origem da vida, origem do universo, etc). O que o ateu está implicitamente a fazer é a pedir evidências naturalistas para o sobrenatural! Totalmente ilógico.

O Ludwig acrescenta ainda

Assumir que tudo foi criado por um ser omnipotente impede qualquer investigação. É uma premissa estéril, não permite hipóteses testáveis e condena os criacionistas a ficar pasmados, assombrados, e ignorantes.

Mas se isto é assim, porque é que os criacionistas Mendel, Newton, Maxwell, Faraday, Pascal, Galileo e muitos outros conseguiram fazer avanços na ciência, mesmo tendo uma visão criacionista do mundo? A resposta é que eles correctamente sabiam separar a ciência operacional (que funciona à base daquilo a que chamamos “leis naturais”) da ciência forense (que funciona à base de inferências baseadas nos dados disponíveis.

A pressuposição de que o mundo foi criado por Deus não foi impedimento para o avanço da ciência mas o Ludwig afirma que essa posição “impede qualquer investigação”. Como se pôde vêr, isso é falso.

Conclusão:

O pior naturalista não é aquele que o proclama sem rodeios, mas sim aquele que o esconde por trás do manto da tão-mal-definida “ciência”.

O ateu evolucionista Ludwig Krippahl é um bom exemplo.

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Parque Discovery

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Evolucionistas Admitem Ter Estado a Mentir Ao Público

Depois de ter escrito dois livros que tentam mostrar que o Darwinismo é compatível com a religião (leia-se: cristianismo) Jerry Coyne, (professor de Ecologia e Evolução na Universidade de Chicago) admite que, afinal, o Darwinismo e a “religião” (cristianismo) não são compatíveis.

É preciso vêr uma coisa muito importante: sempre que darwinistas afirmam que a “ciência” e a “religião” são incompatíveis, o que eles têm em mente é a “ciência” da Evolução, e o Cristianismo Bíblico. Portanto, quando se fôr lêr o artigo em cima referenciado, todas as vezes que o Dr Jerry usar a palavra “ciência” como opositor da “religião”, ele não está a falar das leis da Gravidade, nem das leis da Termodinâmica, nem mesmo da Lei da Relatividade. O que ele tem em mente é apenas e só a ciência com a qual ele pode promover a sua fé, nomeadamente, a teoria do tio Charles Darwin.

O Dr. Jerry Coyne diz que as declarações que afirmam a co-existência pacífica entre a “ciência” e a “religião” são “um segredo sujo nos círculos científicos [leia-se: círculos darwinistas]. É do nosso interesse pessoal e profissional anunciar que a ciência e a religião são compatíveis“.

As razões para tal decepção são absurdamente óbvias:

Afinal de contas, nós queremos receber financiamento do Governo, e queremos que as crianças em idade escolar sejam expostas à verdadeira ciência e não ao criacionismo.

Reparem como o darwinista Jerry Coyne revela que o propósito desta decepção é censurar o criacionismo. Tal como eu tinha escrito em cima o Dr Jerry usa a palavra “ciência” com o significado de “teoria da evolução“.Reparem também que uma das motivações para o suporte deste decepção é o dinheiro (público). O Apóstolo Paulo bem disse há 2000 anos atrás que “o amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal” (1 Tim 6:10)

O religiosos liberais têm sido aliados importantes na nossa guerra contra o criacionismo.

Pensem um pouco: o homem que diz que a “ciência” (=darwinismo) e a religião são incompatíveis, afirma que os religiosos liberais (ex: “cristãos” que acreditam na evolução) têm ajudado a causa daqueles que não acreditam em Deus! Ou seja, estes religiosos liberais estão a ajudar a causa dos ateus ao afirmarem que a teoria da evolução e o cristianismo podem estar em harmonia.

O que dizer de pessoas que se afirmam como cristãs, mas que defendem pontos de vista que os próprios ateus afirmam estar a ajudar o ateísmo?

Não seria agradável alienar os religiosos liberais declarando o que nós [religiosos ateus evolucionistas] realmente pensamos.

Por outras palavras, como forma de manter a ilusão de que a teoria da evolução e o cristianismo podem co-existir, os religiosos ateus evolucionistas usam os religiosos liberais como “evidência” de que não há conflito entre a “ciência” [evolução] e a “religião [cristianismo].

É por isso que, por motivos tácticos, grupos como a “National Academy of Sciences” afirmam que a religião [cristianismo] e a ciência [evolução] não estão em conflito. No entanto, a sua maior evidência para esta posição – a existência de cientistas religiosos – está a desmoronar-se com o tempo à medida que os cientistas tornam-se cada vez mais vocais na afirmação da sua irreligiosidade [ateísmo].

Pausa.

Será que o Jerry está a afirmar que as grandes organizações científicas usam a decepção como forma de defenderem a teoria da evolução? Será que o eminente ateu Dr Jerry Coyne está a concordar com os criacionistas quando estes afirmam que as organizações científicas estão na sua maioria debaixo do feitiço de Charles Darwin, o contador de “estórias”?

Finalmente chegou o Ano de Darwin, e com ele podemos contar com livros do tipo escritos por Kenneth Miller and Karl Giberson [dois "cristãos" evolucionistas]. Tentativas de se reconciliar Deus com a teoria da evolução continuam a ser produzidos da linha de montagem intelectual. Essas tentativas nunca acabam porque a reconciliação nunca funciona.

Por outras palavras, os ditos “cristãos” que tentam reconciliar Deus com a teoria da evolução, continuam a produzir livros uns atrás dos outros, mas, segundo Jerry Coyne (ateu e evolucionista), isso é uma perda de tempo porque essa reconciliação é impossível.

Conclusão:

Se eu pudesse falar com o Dr Jerry Coyne, estas seriam as minhas palavras:

Caro Dr Jerry Coyne, muito obrigado pelas suas palavras. Apesar de termos religiões distintas (eu sou cristão, e você é ateu), ambos sabemos o que está em jogo no que toca a discussão sobre as nossas origens. Muito obrigado por ter concordado com os criacionistas quando nós afirmamos que é logicamente incoerente ser-se um cristão evolucionista.Que as suas palavras façam os ditos “cristãos” pensar bem no que a Bíblia diz (e no que a teoria da evolução diz), e que façam a sua escolha de uma vez por todas porque a Palavra de Deus diz “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24). O Criador, o Senhor Jesus Cristo diz ainda “Quem não é Comigo, é contra Mim” (Lucas 11:23)

Lembrem-se das palavras do Jerry Coyne da próxima vez que virem “cristãos” a afirmarem-se contra o criacionismo, e a favor do evolucionismo. Lembrem-se que os próprios ateus sabem que esta posição é ilógica.

Comentários (5)

Resposta ao Ludwig: o conflito que nunca existiu

Num dos comentários a este post o ateu evolucionista Ludwig afirmou o seguinte:

A minha palestra era sobre o contributo de Darwin para o conflito entre ciência e religião

O Darwin contribuiu para o conflito? Em euros ou libras? :-)

Agora a sério, esse imaginado “conflito” é ilusório (mais ou menos como a sequência dos fósseis que confirmam a evolução). Para se vêr isto, basta perguntar “Que ciência e que religião?”

Não há conflito entre a ciência e o cristianismo, mas sim entre o naturalismo e o cristianismo. O que se passa é que os ateus definem “ciência” como “naturalismo” e afirmam que há “conflito” entre a “religião” (qual delas?) e a “ciência” (= naturalismo).

A natureza parasítica do ateísmo mais uma vez fica exposta ao assumir para si uma coisa (ciência) que não teve em conta o ateísmo durante o seu progresso. 

Vêr Também:

1. Como a Ciência Refuta o Ateísmo

2. A Aliança Histórica Entre a Ciência e o Cristianismo

3. Cristianismo e a Ciência

4. Quando o Ateísmo Contradiz a Ciência

5. Cristianismo e Ciência – 1

6. James Clerk Maxwell – Cientista Criacionista

7. Sir Isaac Newton – Cientista Criacionista

8. Robert Boyle: Cientista Criacionista

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