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Livro: “Signature in the Cell”

Foi recentemente lançado um novo livro escrito por um dos líderes da teoria do “Design Inteligente” (DI) com o nome “Signature in the Cell” (“Assinatura na Célula”). Tal como o livro do Dr Michael Behe escrito há 13 anos atrás (“Darwin’s Black Box”), este livro está condenado a enviar ondas de choque entre os crentes darwinistas. Neste livro o autor (Dr Stephen Meyer) analisa em detalhe o tema que ele tem trabalhado durante as últimas duas décadas: a descoberta de informação codificada no ADN reacendeu antigos argumentos ideialistas contra os materialistas [pessoas que acreditam que a matéria é tudo o que existe]; as células vivas possuem de facto uma componente fundamental não encontrada na matéria sem vida: informação.

Sem que tenha sido verificada uma única violação deste princípio, a nossa experiência diz-nos que a informação é sempre o efeito de uma inteligência. Dito de outra forma, não há nenhum sistema de informação presente nos nossos dias (cujas origens tenham sido observadas) que não tenha uma causa cônscia e inteligente.

Enquanto ele explicava esta tese em grande detalhe, o Dr Meyer reportou também a sua história pessoal em torno da questão da origem da vida.

O livro combina a História com a filosofia da ciência na sua investigação da Biologia Molecular. O Dr Meyer prova que, em contraste com a filosofia “matéria veio primeiro” do materialismo, apenas a filosofia “Mente veio primeiro” presente na teoria do DI é capaz de explicar aquilo que Watson e Crick descobriram em 1953: uma linguagem da vida codificada com letras químicas no ADN. As implicações de tal descoberta têm aumentado exponencialmente à medida que novos níveis de informação complexa e especificada tem sido revelada pelas descobertas vertiginosas dos nossos dias.

O Dr Meyer sabe que a sua tese em favor do DI vai ser atacada pelos Darwinistas, mas ele tem mostrado que pode lidar com as suas críticas. Tendo adquirido o seu segundo Doutoramento em Filosofia da Ciência pela Universidade de Cambridge, ele não só está bem ciente dos argumentos materialistas propostos pelos antigos Gregos, mas também pelos argumentos propostos pelo Iluminismo, também pelos propostos nos séculos 19 e 20 e pelos argumentos contemporâneos.

Os materialistas (ou naturalistas) depositaram imensa fé na posição que afirma que, mais cedo ou mais tarde, uma sequência contínua de causas naturais seria capaz de explicar não só o universo, mas também o planeta Terra e a vida. Esta sua fé tem encontrado o seu mais severo ataque nos nossos dias. A existência de informação codificada na célula torna o materialismo falso.

Os ateus (os maiores proponentes do materialismo) obviamente que não se deixam vencer pelos argumentos contra a sua fé, e como tal já tomaram “medidas” em relação a isso. Uma das medidas que eles tomaram para explicar a existência de informação na célula é a de afirmar que a informação é apenas uma “ilusão”. Supostamente nós é que incorporamos informação na célula ao descrevermos os seus mecanismos automatizados.

Para eles, e no que toca ao ADN, “descrição” e “codificação” são a mesma coisa.

Usando a mesma lógica, quando nós fazemos uma tradução de uma lingua estrangeira para o português. nós é que geramos a informação. Antes da tradução, o texto escrito na língua estrangeira não tinha significado nenhum.

Obviamente que isto é ridículo, mas serve para se vêr até onde os ateus estão dispostos a sacrificar o seu intelecto como forma de rejeitarem Deus. O ADN tem informação codificada quer nós saibamos o que está lá codificado ou não. O facto de nós usarmos conceitos nossos para descrever os mecanismos presentes nas formas de vida não significa que nós estamos a impôr aos sistemas biológicos estruturas e significado que não existiam anteriormemente.

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Resposta ao Ludwig: o conflito que nunca existiu

Num dos comentários a este post o ateu evolucionista Ludwig afirmou o seguinte:

A minha palestra era sobre o contributo de Darwin para o conflito entre ciência e religião

O Darwin contribuiu para o conflito? Em euros ou libras? :-)

Agora a sério, esse imaginado “conflito” é ilusório (mais ou menos como a sequência dos fósseis que confirmam a evolução). Para se vêr isto, basta perguntar “Que ciência e que religião?”

Não há conflito entre a ciência e o cristianismo, mas sim entre o naturalismo e o cristianismo. O que se passa é que os ateus definem “ciência” como “naturalismo” e afirmam que há “conflito” entre a “religião” (qual delas?) e a “ciência” (= naturalismo).

A natureza parasítica do ateísmo mais uma vez fica exposta ao assumir para si uma coisa (ciência) que não teve em conta o ateísmo durante o seu progresso. 

Vêr Também:

1. Como a Ciência Refuta o Ateísmo

2. A Aliança Histórica Entre a Ciência e o Cristianismo

3. Cristianismo e a Ciência

4. Quando o Ateísmo Contradiz a Ciência

5. Cristianismo e Ciência – 1

6. James Clerk Maxwell – Cientista Criacionista

7. Sir Isaac Newton – Cientista Criacionista

8. Robert Boyle: Cientista Criacionista

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Cientistas Ideologicamente Motivados Falsificam Dados

O ser humano é uma criatura de certa maneira previsível. Ponham-no na melhor escola, ensinem-lhe os melhores instrumentos músicais, encham a sua conta bancária, mas a sua natureza caída mais cedo ou mais tarde vai-se manifestar.

Deus disse no Livro do Profeta Jeremias 17:9 “Enganoso é o coração” e disse ainda “Todos pecaram e removidos estão da Glória de Deus” (Romanos 3:23), mas ainda há pessoas que julgam que a educação, as roupas e o dinheiro podem mudar o coração do homem. Nada pode mudar o coração do homem a não ser Aquele que criou o coração do homem. Mas, como um Médico, Ele só pode trabalhar nos corações que aceitem a condição em que estão (“removidos da Glória de Deus”).

Uma história na edição de 9 de Março da “USA Today” chamou atenção. Debaixo do título “Cientistas Explicam o Porquê de Plagiarem”, o artigo baseou-se num estudo presente na “Science” para referir que 28% dos cientistas apanhados com a “boca na botija” negaram o plágio, 35% admitiram má conduta e expressaram remorso, e 22% afirmaram que eles eram co-autores mas não escreveram os manuscritos.

Muito mais perturbador, no entanto, é o que foi encontrado, enterrado bem dentro da história no USA Today.

De acordo com um estudo conduzido pela entidade federal “Office of Research Integrity”, cerca de 3% dos pesquisadores observaram má conduta científica todos os anos, consistindo não só em plágio, mas maioritariamente em dados falsificados.

A suspeita normal é de que a má conduta é bem superior ao que foi reportado mas que nunca é reportada ou descoberta. O que é mais fácil de aceitar a) Os pesquisadores observaram toda a má conduta que existiu durante aquele período, ou 2) houve mais más condutas que não foram reportadas/descobertas?

Quanto mais ideologicamente importante fôr um tema, quase de certeza que a má conduta é mais dominante. Tendo isto em conta, pode-se assumir que em tópicos como o aquecimento global ou evolução, os exemplos de má conduta são mais prevalecentes que em outras áreas científicas.

Um exemplo disto é a história reportada pelo site da “Prision Planet”:

“Cientistas Climáticos aliados com a PIMC (“Painel Intergovernamental Sobre o Mudança Climática” da UN) foram apanhados a citar dados errados como forma de comprovar que o aquecimento global está a acelerar.”

De acordo com artigo, “Os dados produzidos pela NASA usados para fazer a alegação, e especial os registos das temperaturas cobrindo largas áreas da Russia, eram meramente as que foram continuadas do mês anterior”

E quem pode esquecer o “Piltdown Man“, uma fraude que enganou uma geração inteira?

Vêr também:

Será a ciência livre de preconceito?

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Psiquiatra ateu diz que Homosexuais Podem Mudar

Este cientista ateu confirma aquilo que a Bíblia afirma: não há nenhum pecado que o Senhor não possa curar em nós. Desde mentiras, violência, passando por adultério, pornografia, homosexualidade, o nosso Criador, o Senhor Jesus Cristo, pode e QUER mudar a nossa vida de forma que tenha repercussões para a eternidade.

Pelo Poder do Senhor Jesus Cristo, milhões de pessoas têm deixado a nostalgia (que era o meu caso), as drogas, a prostituição, a solidão, a pornografia e muitas coisas mais.

O mundo, no seu engano, diz que é impossível alguém deixar a práctica homosexual. As evidências médicas e a Palavra do Criador dizem exactamente o contrário.

Só Deus sabe a quantidade de pessoas estão hoje presas na mentira da homosexualidade apenas e só porque alguns “médicos” disseram que a homosexualidade era “normal”.

João 8:10: O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir: Eu (O Senhor Jesus Cristo) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

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O artigo seguinte encontra-se aqui: http://www.christianitytoday.com/ct/2005/april/20.94.html

Entrevistado por Douglas Leblanc

Robert L. Spitzer testemunhou em 1973 que a homosexualidade não é uma disordem clínica, e o seu contributo foi importante para que a “American Psychiatric Association” chegasse à mesma conclusão.

Trinta anos depois Spitzer causou outra comoção ao afirmar que homosexuais que queiram mudar a sua orientação sexual podem fazê-lo. (Archives of Sexual Behavior, October 2003).

O Dr Spitzer é professor de Psiquiatria na Columbia University, e chefe do “New York State Psychiatric Institute’s Biometrics Research Department”. Ele identifica-se a si mesmo como um judeu ateu.

A seguinte entrevista foi feita via telefone por Douglas LeBlanc.

Douglas Leblanc [DL]: O que é que o motivou a fazer o estudo sobre a terapia reparativa para os homosexuais?
Robert Spitzer [RS]: Eu estava num encontro anual da APA (American Psychiatric Association) onde falei com alguns ex-homosexuais que estavam às portas do encontro. Eles explicaram-me como eles tinham mudado. Isto interessou-me. Seguidamente tentei organizar um debate àcerca deste tópico, mas enquanto eu organizava o debate, tornou-se claro que as pessoas que eu gostaria que fizessem parte do debate afirmavam que não havia estudos suficientemente bons, e que tudo mais não seria que uma troca de opiniões.

[DL]: Houve alguma coisa que o tivesse surpreendido durante as entrevistas?
[RS]: Provavelmente o que me surpreendeu foi o quão convincentes os testemunhos eram. Joseph Nicolosi [National Association for Research and Therapy of Homosexuality] concordou em referenciar-me, penso eu, 10 ou 20 pacientes. No entanto ele insistiu em obter um resumo dos resultados antes de avançar. Provavelmente ele não queria ser enganado. Mas começando pela primeira pessoa com quem falei, eu tive sempre a sensação de que eu estava a lidar com algo genuíno.

[DL]: O que é que o fêz vêr que os pacientes estavam a ser genuínos?
[RS]: Quando falamos com as pessoas, ficámos com a sensação se elas estão a ser cândidas ou não. Eu tive a impressão que estavam a ser genuínas. Para além disso, havia consistência nos seus testemunhos uma vez que a mudança foi descrita como lenta e não imediata.

[DL]: Alguns dos seus críticos dizem que apenas os fundamentalistas [cristãos] poderiam pensar em terapia reparativa.
[RS]: O panorama mudou muito durante os últimos 20 ou 30 anos. Quando eu comecei a práctica clínica em 1961, era normal receber-se pacientes masculinos com intenções de mudar a sua orientação sexual. Hoje em dia eles já não vão a psiquiatras porque a notícia espalhou-se de que os profissionais da saúde mental já não consideram a homosexualidade um problema.

[DL]: De que modo é que o seu estudo afectou a sua relação com os seus colegas?
[RS]: Muitos dos meus colegas ficaram furiosos. Lembro-me que, quando apareci nos orgãos de comunicação pela primeira vez, recebi uma carta do deão de admissões na Universidade Columbia. Ele escreveu-me a dizer que era uma desgraça que um professor da Columbia fizesse tal coisa. Dentro da comunidade homosexual houve, inicialmente, uma raiva tremenda e um sentimento de traição. Julgo no entanto que esses sentimentos já se dissiparam. Mas convém dizer que eu estou num ponto da minha carreira onde eu já não me importo com essas coisas.

[DL]: Chegou a considerar um estudo-continuação?
[RS]: Não. Sinto-me um pouco fatigado. Alem disso não sei sobre o que é que o estudo seria. Algumas pessoas disseram: “Segue o progresso destas pessoas. Entrevista-as daqui a 5 anos. Hás-de vêr quantas é que voltaram para a homosexualidade”. É sabido que muitas pessoas que tentam abandonar a vida homosexual voltam a cair nela.
Mas imagina que 5 ou 10% voltaram a cair na homosexualidade. E depois? Provavelmente haverias de encontrar estatísticas semelhantes entre pessoas que tentam abandonar o consumo de drogas. Algumas vão voltar a cair nas malhas da droga.

O estudo que deveria ser feito deveria ser um estudo controlado onde as pessoas entram na terapia, e depois são inicialmente avaliadas. Mais tarde voltas a avaliar e vês quantos é que realmente conseguiram mudar. Tal estudo, infelizmente, não vai ser feito.

[DL]: Isso deve-se à falta de interesse ou a falta de investimento?
[RS]: As razões são, primeiro, terapeutas reparativos não são cientistas – eles não fazem estudos. A segunda razão é que, se alguém propusesse ao National Institute of Mental Health que fizesse tal estudo, certamente que os homosexuais do estudo haveriam de dizer que é uma perda de tempo. Eles diriam: “Nós já sabemos que é uma fantochada. Para quê fazê-lo”?

[DL]: Você afirmou claramente que ninguém deve ser coagido a entrar numa terapia reparativa.
[RS]: Julgo que o termo politicamente correcto é “terapia de reorientação”. Reparativa já implica que alguma coisa está “por reparar”. Terapeutas reparativos, obviamente, acreditam nisto, mas chamar a este procedimento de “reparativo” mais ou menos enerva os homosexuais.

Copyright © 2005 Christianity Today

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O Verdadeiro Motivo da Popularidade de Darwin

Já ouviste falar nas inúmeras celebrações em torno da pessoa de Darwin que vão ser feitas um pouco por todo o mundo durante o ano de 2009?

A Nature emitiu uma edição especial que mostrava a vida, a ciência, e o legado de Charles Darwin. O “Natural History Museum” (Londres) dedicou um site onde era promovido um programa nacional de eventos celebrando as ideias científicas de Darwin. Museus, universidades, e organizações científicas estão a juntar esforços a nível global para promover Darwin através de exibições, palestras e conferências.

Há eventos planeados em países como os EUA, o RU (Reino Unido), Austrália, China, Coreia do Sul, Portugal, Alemanha, Egipto e Hong Kong. Até mesmo exibições artísticas e festivais musicais vão dispôr pinturas, esculturas e trabalho orquestral a louvar Darwin e a sua teoria da evolução.

Estes eventos são no mínimo curiosos.

Porque é que o mundo está envolvido numa tal euforia em torno de Darwin, quando hoje se sabe que a maioria das coisas que Darwin disse estão erradas? Porque é que cientistas como Sir Isaac Newton, Louis Pasteur, James Maxwell, Albert Einstein ou Gregor Mendel não capturam a imaginação mundial como Darwin? Porque é que homens que de facto fizeram verdadeiro trabalho científico não são alvo do louvor que Darwin recebe?

Isso deve-se ao facto de que as celebrações em torno de Darwin não são devido à sua ciência.

Para melhor vêrmos isso, basta vêr quem é que está a louvar Darwin.

A União Internacional de Humanistas honra Darwin porque, segundo as suas próprias palavras, a teoria da evolução “tornou deuses criadores numa redundância“. Tomem nota: a evolução torna o Criador “Redundante”.

Sir Julian Huxley (neto do T.H. Huxley, o chamado “Darwin’s bulldog”), disse que o “Darwinismo removeu da esfera da discussão racional a ideia de Deus como o Criador dos organismos“. Sublinhem: Darwin removeu Deus.

O sumo sacerdote do ateísmo contemporâneo, Clinton Richard Dawkins, afirma queDarwin tornou possível ser-se um ateu intelectualmente realizado“. Por outras palavras, a teoria da evolução facilitou a vida do ateu. Will Provine confirma isto ao afirmar que a “evolução é o maior motor para o ateísmo alguma vez inventado“.

Conclusão
O que é que se conclui com estas palavras ditas por eminentes evolucionistas? A conclusão óbvia é que as suas celebrações não têm nada a ver com a ciência, mas sim com religião. A promoção da teoria da evolução é uma forma de lutar contra o Criador, e não uma forma de elevar o conhecimento cientifico da população.

Isto é algo que os cristãos que pactuam com a teoria da evolução têm que levar em conta. Para quê promover uma religião alternativa se já se sabe a Verdade? Para quê promover uma filosofia que não têm evidências nenhumas do seu lado, quando a Bíblia já nos reporta os factos tal como eles aconteceram?

Não há necessidade.

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Sir Isaac Newton – Cientista Criacionista

Provérbios 2:6
Porque o Senhor dá a sabedoria; da Sua Boca procedem o conhecimento e o entendimento

Se o Sir Isaac Newton ou outro cientista não tivessem feito as descobertas que fizeram, o nosso mundo seria muito diferente. Newton é um dos cientistas mais importantes de toda a história da ciência. O que muitos não sabem é que Newton era um criacionista, tendo mesmo escrito mais comentários sobre a Bíblia do que sobre ciência.

A Newton é creditada a autoria de muitas contribuições científicas e matemáticas, chegando mesmo a ser considerado o pai da ciência moderna.

Para além de ser um ardente crente na Bíblia e no Livro de Génesis, ele era um físico, um matemático, um astrónomo, um filósofo e um alquimista. Ele afirmou:

“Tenho uma crença fundamental na Bíblia como a Palavra de Deus escrita por homens inspirados. Estudo a Bíblia diariamente.”(Perloff, p241.)

Disse também:

Todas as minhas descobertas vieram como resposta às minhas orações”.(Perloff, p241.)

Newton é mais conhecido pela descoberta da lei da gravitação universal, e as leis do movimento. Newton construiu o primeiro telescópio reflector, e desenvolveu o Cálculo como um ramo da Matemática. Ele pesquisou ainda sobre a natureza da luz, e explicou como a luz é composta por muitas cores.

Sendo um ávido estudante da Bíbla, Newton escreveu artigos que defendiam a datação do universo feita pelo Bispo Ussher. O Bispo Ussher, começando pela Bíblia, e levando em conta outros documentos históricos, concluiu que a Terra tinha cerca de 6000 anos. O imenso trabalho escolástico do Bispo Ussher foi saudado por um eminente evolucionista, Stephen Jay Gould que disse o seguinte (ênsafe meu):

‘I shall be defending Ussher’s chronology as an honourable effort for its time and arguing that our usual ridicule only records a lamentable small-mindedness based on mistaken use of present criteria to judge a distant and different past. …

Ussher represented the best of scholarship in his time. He was part of a substantial research tradition, a large community of intellectuals working toward a common goal under an accepted methodology. …

‘I close with a final plea for judging people by their own criteria, not by later standards that they couldn’t possibly know or assess.’ (Gould, S.J., Fall in the house of Ussher, Natural History 100(11):12–21, 1991)

Não só Newton acreditava na verdadeira idade do universo, como naturalmente defendia os seis dias de criação que Deus revelou no Livro do Génesis.

Newton foi também um dos primeiros cientistas criacionistas a sugerir que as rochas sedimentárias eram o resultado do Dilúvio de Noé.

Da próxima vez que um ateu disser que é impossível ser-se um cientista e ser-se um criacionista, pensem em Isaac Newton.

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Tem circulado entre meios ateus a crença de que Newton não acreditava na doutrina da Trindade. Os ateus usam este argumento como forma de impedir os criacionistas de usá-lo como evidência para a posição de que se pode ser um criacionista e um excelente cientista. Mesmo que Newton não defendesse a doutrina da Trindade (nunca vi nada que ele tivesse escrito que contradisesse a Trindade, é preciso vêr como é que a doutrina da Trindade está qualificada), isso não invalida que:
1. Newton era um criacionista.
2. Um verdadeiro cientista.

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James Clerk Maxwell – Cientista Criacionista

I Coríntos 2:5
para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.

Albert Einstein afirmou a dada altura que James Clerk Maxwell fêz maiores contribuições para a Física que qualquer outro cientista, com a excepção de Isaac Newton.

Maxwell desenvolveu complexas explicações teoréticas e matemáticas para as forças no universo, com a excepção da gravidade e das forças nucleares. Fez ainda contribuições científicas nas áreas da Termodinâmica e Matemática.

Maxwell era um cientista de proporções colossais cujo trabalho ainda permanece muito respeitado hoje em dia.

Levando em conta a terminologia actual, se Maxwell fosse vivo, ele seria considerado um “fundamentalista cristão“.

Maxwell foi contemporâneo de Darwin, e estava bem informado sobre a teoria da evolução. Ele era de opinião que o darwinismo era contra a ciência, chegando mesmo a escrever uma poderosa refutação contra ela. Ele disponibilizou ainda uma refutação à crença de que o sistema solar tinha evoluído a partir de uma nuvem de gás. Essa crença, como deve ser do conhecimento público, está na base da teoria do “big bang”.

Este grande cientista sabia que o Senhor Jesus Cristo era o Salvador que Deus Pai tinha providenciado como a Única Forma de salvar a humanidade da culpa, do poder e do castigo (inferno) seu próprio pecado. Um escrito seu encontrado após a sua morte mostra que a motivação para o seu trabalho era a firme certeza de que Deus tinha criado todas as coisas tal como Génesis reporta.

Como Deus tinha criado o ser humano à Sua Imagem, a actividade científica era um empreendimento legítimo.

A sua fé era o fundamento para tudo o que ele fêz, começando no estudo das leis da natureza que Deus implantou no universo, chegando às aulas que ele deu a homens da classe operária como forma de ajudar a igreja local.

A sua contribuição como um cientista cristão e um firme crente na criação são inestimáveis.

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Robert Boyle: Cientista Criacionista

Efésios 2:10
Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.

Hoje em dia nós ouvimos muitas vezes que nenhum “cientista sério” é criacionista porque a ciência “refuta” a Criação. A verdade da questão é que a maioria dos fundadores de muitos ramos da ciência moderna eram criacionistas.

Como se isso não fosse suficiente, presentemente há inúmeros cientistas que não vêem contradição nenhuma entre o que se pode observar no mundo biológico e a descrição da Criação reportada no Livro de Génesis.

Um dos cientistas mais famosos de todos os tempos foi Robert Boyle.Tendo vivido na parte final do século 17, Boyle desenvolveu trabalho pioneiro nas áreas da Química e da Física. Provavelmente já deves ter ouvido falar na “Lei de Boyle,” que relaciona a pressão, a temperatura e o volume de gás.

Para além de ser um excelente cientista, Boyle era um cristão dedicado. Ele contribuiu com o seu dinheiro em empreendimentos que visavam traduzir as Escrituras em línguas que ainda não tinham versões próprias da Bíblia

Boyle estava também preocupado com aqueles que, no seu tempo, pensavam que a ciência mostrava que a Bíblia estava errada. (Qualquer coincidência com o moderno evolucionista é pura coincidência.) Como forma de combater este mito, Boyle e outros fundaram a “Royal Society of London” uma das mais antigas organizações criacionistas.

Sendo um entusiasmado estudante da Bíblia, Boyle investiu muito do seu tempo e dinheiro em formas de garantir que o Evangelho seria anunciado e defendido contra outras religiões (como o paganismo e o ateísmo).

No ano de 1690, um ano antes de morrer, Boyle publicou um livro intitulado de The Christian Virtuoso. Nesse livro Boyle explicou que o estudo e o domínio da natureza eram um dever que Deus tinha oferecido aos seres humanos. O fundamento para esta posição é o Livro de Génesis capítulo 1, verso 28 que diz:

“Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.”

Através dos seus escritos, Robert Boyle mostrou que a ciência e a confiança em Deus podem coexistir pacificamente. Por outras palavras, contrariamente ao que os ateus afirmam, a fé cristã de modo nenhum é inimiga da verdadeira ciência. Boyle louvou a Deus pelas descobertas científicas que ele fêz, e urgiu que outros fizessem o mesmo. Ele viu que o universo funciona em conformidade com as leis que Deus instalou para a sua ordem e controle.

Pouco antes de morrer (Londres, 30 de Dezembro de 1691), Boyle tomou provisões no seu testamento para o suporte das famosas “Boyle Lectures”, feitas com o propósito de defender o Cristianismo.

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Chris Williams, Ph.D., Biochemistry Ohio State University

Entrevista publicada aqui. (Ênfase addicionado)

“As a biochemist and software developer who works in genetic and metabolic screening, I am continually amazed by the incredible complexity of life. For example, each of us has a vast “computer program” of six billion DNA bases in every cell that guided our development from a fertilized egg, specifies how to make more than 200 tissue types, and ties all this together in numerous highly functional organ systems.

Few people outside of genetics or biochemistry realize that evolutionists still can provide no substantive details at all about the origin of life, and particularly the origin of genetic information in the first self-replicating organism. What genes did it require - or did it even have genes? How much DNA and RNA did it have - or did it even have nucleic acids?

How did huge information-rich molecules arise before natural selection? Exactly how did the genetic code linking nucleic acids to amino acid sequence originate? Clearly the origin of life - the foundation of evolution – is still virtually all speculation, and little if no fact.”

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Bruno ou Galileo: Mentir Para Salvar a Vida

O Pedro Amaral Couto propôs uma situação hipotética onde justificou o uso da mentira, do engano e da decepção como “necessárias” para salvar uma vida.
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A situação era a seguinte: forças nazis perseguem um ou mais judeus que se encontram escondidos na minha casa. Um dos nazis chega perto do dono de casa pergunta se há algum judeu escondido dentro de casa. O que fazer? Dizer a verdade, e practicamente entregar as vidas fugitivas nas mãos de alguém que os quer pôr em campos de concentração, ou mentir e salvar as vidas?
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O Pedro Amaral Couto e o ‘-com-dá+’, juntamente com mais umas vozes supostamente “cristãs”, dizem que é mais correcto moralmente é mentir para salvar as vidas. A verdade, dizem eles, tem que ser posta de parte porque o mais importante é salvar vidas humanos.
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Eu disse que do ponto de vista cristão essas não são as únicas alternativas. Eu posso me negar a responder, evitando assim violar o mandamento Divino que diz “Não dirás falso testemunho” – (Êxodo 20:16).
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O que me foi dito é que eu seria “tão responsável” pela suposta morte dos fugitivos como aqueles que os matassem. Isto, obviamente, assume que eles seriam mortos. Houve muitos judeus que cairam nas mãos de nazis mas que ainda estão vivos.
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Como tal eu proponho agora um pergunta:

Quem agiu correctamente do ponto de vista moral: Giordanno Bruno, por dar a sua vida por aquilo que pensava ser a verdade, ou Galileo, que sacrificou a verdade para manter a sua vida?

Giordanno Bruno

Do ponto de vista ateu, “moralmente” falando , quem é que agiu correctamente?

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