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Como legalizar a pedofilia em 20 anos

Artigo Original

Você acredita que é importante e bonito respeitar as diferenças, não é mesmo? Mas quando eu digo que um pedófilo é diferente e merece o nosso respeito você aceita que ele é mesmo diferente, só que mais diferente entre os diferentes, e por isso uma exceção irrespeitável.Muito bem, mas por que você pensa assim? Porque primeiro você aprendeu que o estupro é errado e desprezível, e que qualquer abuso infantil é dentre os agravantes talvez o maior. Só mais tarde, lá na adolescência ou na sua vida adulta é que você começou a ouvir esse papo de respeitar as diferenças. Então na sua hierarquia de valores em primeiro lugar vem uma sólida rejeição da pedofilia, e só depois o respeito pelas diferenças, seguindo a ordem cronológica do seu ensino.Os pedófilos e partes interessadas sabem disso, e descobriram que, portanto, basta inverter a ordem cronológica. Existe hoje um negócio chamado educação sexual, que parece muito sensato. Ensinar o neguinho a usar camisinha e ter o menor número de filhos suficiente, é o que dizem. Que seja, mas em que ponto isto entra no currículo escolar? Na segunda série? Ou quem sabe ainda antes, no maternal? Você deve concordar que é ligeiramente bizarro descobrir que existem aulas de educação sexual para crianças de quatro anos. Mas o objetivo aí não é ensinar o A-B-C-do-H-I-V, e sim, junto do resto do currículo, a respeitar as diferenças. A primeira lição da escola deve ser o respeito às diferenças, e até que esse valor esteja irremovivelmente cravado no primeiro lugar da hierarquia de valores da criança, tarefa que será reforçada pelo desenho animado que prega o respeito pelas diferenças acima de tudo, e pelo programa infantil da TV Cultura, e pelos filmes, e por toda a gente falante e pensante.

Ótimo, é um grande passo, mas, é claro, ainda insuficiente. Mesmo o coitado que se deixar influenciar maximamente pela lavagem cerebral ainda será capaz de sentir alguma repulsa em algum grau quando pensar bem sobre a pedofilia; quem quer que não seja ele próprio pedófilo sentirá, ainda que mantenha a pose e declare externamente o respeito pelas diferenças.

Os pedófilos também sabem disso. Nos anos 60 eles criaram algumas associações mundo afora e experimentaram defender abertamente a pedofilia, como a NAMBLA (http://en.wikipedia.org/wiki/Nambla), a North American Man-Boy Love Association. Só o título já é repulsivo o bastante, e quando digo que são pedófilos não é porque simplesmente defendam a pedofilia como parte interessada, mas porque foram todos presos e condenados mesmo por crime de pedofilia tanto na fundação da entidade como também no seu fim nos idos dos anos 90, quando a entidade desapareceu numa coincidência de infiltração policial, ataques de ‘hackers’ que extraíram informações pessoais de vários membros levando a mais prisões, alguns suicídios de dirigentes e a dispersão final. A NAMBLA acabou, e os pedófilos remanescentes precisaram rever sua estratégia. É aí que entra a “autoridade científica”. Débâcle de lado, os pedófilos descobriram que precisavam alterar o conceito que o senso comum mantinha sobre sua atividade. O termo pedofilia era muito carregado e seguindo a moda do politicamente correto (afro-descendente, deficiente visual, etc.) era preciso um novo nome, um novo conceito: eis que no fim dos anos 90 começam a surgir em faculdades de psicologia mundo afora trabalhos com o novo termo: “relacionamentos inter-geracionais”. Pronto, toda aquela carga pesada que o termo pedofilia trazia nos ombros desapareceu, e agora podemos conversar alegremente e sem gravidade na mesa de jantar sobre apenas mais um tipo de relacionamento, o inter-geracional.

Agora sim. Se você não respeita as diferenças é porque você é um obscurantista anti-científico fundamentalista reacionário pedofóbico. Daqui em diante cada vez mais os pedófilos disfarçados de psicólogos conquistarão um espaço na magnífica comunidade científica da qual os ateus iluministas tanto se orgulham, diga-se, lançando contra seus opositores o peso do “consenso científico”. E então, como todo trapaceiro, a pedofilia, digo, os relacionamentos inter-geracionais se recobrirão dos mais lindos pretextos elegantes, do progresso histórico à emancipação infantil, da liberdade aos direitos das crianças, da igualdade inter-geracional ao combate ao ‘adultismo’ (http://en.wikipedia.org/wiki/Adultism), até o dia em que, habituados em primeiro lugar a respeitar as diferenças antes de tudo e com medo de passar por doente mental cientificamente diagnosticado, ninguém se oporá ao avanço de mudanças pedófilas nas leis, e de lei em lei em 20 anos a pedofilia estará legalizada.

É claro que os pedófilos não são capazes de fazer tudo isso sozinhos. É aí que entram as tais partes interessadas, que são qualquer entidade que deseje suplantar a tradição ocidental com uma Nova Ordem, um Novo Homem, e para isso se utilize da inversão para apagar os antigos valores com os seus contrários; ou seja, o famoso movimento do governo mundial e o bom e velho comunismo.

Não que seja motivo de desespero, angústia, tristeza, etc. Sim, muitas crianças sofrerão incontáveis abusos, mas não estamos lidando com nenhum anarquista e sim com gente que quer governar, ou seja, impor a sua ordem, e a pedofilia desenfreada é um terrível elemento de desordem, que será esmagado assim que o novo poder estiver plenamente constituído, seja lá ele qual for, assim como Adolf Hitler exterminou os homossexuais do partido nazista e Che Guevara e Fidel Castro executaram homossexuais pelo simples fato de serem homossexuais. Então a pedofilia será legalizada em 20 anos por algum tempo, mas há de um dia novamente desaparecer na ilegalidade.

Os pedófilos podem ganhar a batalha, mas perderão brutalmente a guerra. Enquanto isso, você pode diminuir o sofrimento das crianças evitando cair nessa esparrela, e assim conservando a proteção concedida a elas por nossa civilização. Quando vierem com essa palhaçada de relacionamentos inter-geracionais para cima de você, saque seu canivete e crie um eunuco no ato.

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Genocidas, Assassinos e a Teoria da Evolução

Genocidas

Quais as razões que levaram a que o ateu Mao Tse Tung se tornasse no maior genocida da História? Deixemos que um professor de História Chinesa responda essa questão.

James Pusey (Universidade de Bucknell), escrevendo para a Nature na série de artigos intitulada de “Global Darwin,” explicava o vazio deixado pelo colapso do movimento reformista no princípio do século 20. Um “grupo de intelectuais” achou o Marxismo atraente e considerou-a como a ideologia mais apta:

Muitos tentaram preencher o vazio: Sun, Jiang Jieshi (Chiang Kaishek) e finalmente, um pequeno grupo de intelectuais que, indignados pela traição de Versailles, consideraram o Marxismo a fé mais apta na Terra para ajudar a China.

Isto não foi, obviamente, tudo obra de Darwin, mas Darwin esteve envolvido em todo o processo.

Para se acreditar no Marxismo, somos obrigados a acreditar em forças inexoráveis a impelir a humanidade (ou pelo menos, a impelir “os eleitos”) para o inevitável progresso através de fases (que poderiam ser saltadas, no entanto).

Somos obrigados a acreditar que a História nada mais era que uma violenta e hereditária luta de classes (quase uma luta “racial”); o individuo tem que ser severamente subordinado ao grupo; que um grupo de iluminados tem que liderar a população (para o seu próprio bem); que as pessoas não devem ser humanas (compassivas) para com os seus inimigos; que as forças da História asseguravam a vitória para aqueles que estavam certos e que lutavam.

Quem é que ensinou estas coisas aos chineses? Marx? Mao? Não. Darwin.

A ideologia que conduziu Mao a matar 77 milhões do seu próprio povo (ver 1) começou com a visão da natureza que valoriza a luta e a aptidão acima do indivíduo. Embora reconhecendo que as correntes políticas da China eram complexas, Pusey colocou a cosmovisão que deu poder a ideologia Marxista aos pés de Darwin.

Charles Darwin foi o mentor ideológico de Mao Tse Tung.

Assassinos em série

Ideias darwinistas podem produzir também resultados nefastos em indivíduos. O Sunday Times Online publicou um artigo que descreve as motivações Darwinistas de alguns assassinos em série recentes. Dennis Sewell disse o seguinte:

 

O naturalista [Darwin] enraiveceu a Igreja, iniciando um amargo debate que ainda coloca os criacionistas contra os evolucionistas. No entanto, emergiu agora uma sinistra ligação entre o seu trabalho e o dilúvio recente de assassínios em escolas secundárias perpetuados por jovens niilistas enlouquecidos.Apesar da reputação pessoal de Darwin ser a de umamigável gentleman Vitoriano“, ele já foi acusado de racista, apologista do genocídio e inspiração de assassinos psicopatas.

Os assassinos da Escola Columbine viam-se a si mesmos como os eliminadores dos mais fracos. No dia da tragédia, Harri, um dos homicidas, usava uma camisola que dizia “Selecção Natural“. Muitos outros artefactos encontrados posteriormente mostraram o fascínio dos jovens por aquilo que eles chamavam de “sobrevivência do mais forte“.

No ano de 2007 detectives interceptaram um tiroteio em Pennsylvania. Eles descobriram que o suspeito ligava-se frequentemente online num site chamado de “O Exército da Selecção Natural“.

Um outro caso é o incidente de 2007, na Finlândia. Pekka-Eric Auvinen declarou no seu manifesto antes do evento que era um darwinista social desejando remover os inaptos. Nas suas próprias palavras:

É chegada a hora de colocar a selecção natural e a sobrevivência do mais apto de volta ao activo.

Conclusão

Há uns anos atrás durante uma troca de palavras no IRC, um ex-amigo meu muçulmano perguntou-me sobre o porquê de eu não acreditar que Muhammad (o profeta do Islão) era um profeta genuíno na mesma linha de Moisés, Elias e o Senhor Jesus Cristo. A minha resposta foi a de afirmar que a mensagem do “profeta” gerava maus frutos. Aqueles que de facto tentam viver de acordo com os ensinamentos de Muhammad (que incluem, entre outras coisas, bater na esposa se necessário – Surah 4:34), vão ter comportamentos sociais menos bons.

Uma vez que a teoria da evolução tem sido contextualmente e directamente usada para promover comportamentos sociais nefastos, o mesmo se pode dizer em relação a ela. (vêr “Obrigado Charles Darwin“).

O Criador de todas as coisas disse:

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. (Mateus 7:15-20)

Os frutos sociais da teoria da evolução tem sido maus para o ser humano. Não será hora dos ateus se perguntarem porquê?

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Sexo e socialismo

Por Jayme S. Sellards

Sei que isso é esquisito, e até um pouco vergonhoso, mas é hora. Isso mesmo: É hora de falarmos sobre sexo.

Primeiro, quero deixar claro que o sexo é simplesmente outra função física, e não há nada de importante por trás dele. Segundo, o amor não existe. Por isso, não se preocupe sobre esperar até achar a pessoa certa. Aliás, você deveria se envolver em sexo indiscriminado com qualquer pessoa que por acaso apareça no seu caminho. Resumindo: todo sexo é aceitável, em qualquer tempo, em qualquer idade, com qualquer um.

O que? Você ficou ofendido com o que acabei de dizer? Olha, tenho de ser sincero e confessar que essa conversa de sexo não é realmente de minha autoria original. Estou apenas parafraseando Karl Marx. O que é importante entender, porém, é que embora o que acabei de dizer pode parecer loucura para você, é a perspectiva socialista exata acerca do sexo. Entenda: a promiscuidade e os desvios sexuais desempenham um papel no estabelecimento de um sistema socialista de governo.

Quando ouvem a palavra “socialismo”, a maior parte das pessoas acha que é uma filosofia econômica. As pessoas comuns associam o termo com a destruição do capitalismo e o governo tomando o setor privado. Embora isso seja certamente verdade, há também um componente social correspondente que é muitas vezes ignorado. É, afinal de contas, chamado “social”-ismo.

Marx entendia que o capitalismo não se sustenta sozinho. A idéia do livre mercado foi inventada por países ocidentais com valores éticos judaico-cristãos. Assim, ele sabia que qualquer um interessado em destruir o capitalismo tem também de erradicar os alicerces fundamentais da sociedade que o sustentam.

O componente mais fundamental de todas as sociedades é a família. Na civilização ocidental, a família começa no casamento de um homem e uma mulher. Durante esse casamento, o marido é tradicionalmente o líder da família e o provedor de alimento, roupas e abrigo. A esposa cria um lar amoroso e cria os filhos.

Os laços entre marido e esposa são vistos como espirituais, emocionais e exclusivos. O sexo é a expressão máxima desses laços e, de forma importante, o casamento só é consagrado depois que o marido e a esposa tiveram sua experiência física íntima. Como tal, o sexo pré-conjugal é desencorajado na cultura ocidental, pois barateia e desvaloriza os laços entre marido e esposa e, consequentemente, o significado do casamento e família.

O socialismo não consegue funcionar sob o modelo de família da civilização ocidental. Sob um regime socialista, não pode haver família tradicional, pois o Estado é o líder e provedor de todos. Além disso, toda espiritualidade e emoção têm de ser reservadas exclusivamente para o Estado. Portanto, Marx sabia que a fim de que o socialismo tivesse êxito, ele tinha de achar um jeito de destruir a família.

O modo mais fácil de alcançar essa meta, ele descobriu, era incentivando todos os tipos de sexo. Se o sexo fosse comum e indivíduos solteiros tivessem relações com quantos parceiros quisessem, o sexo perderia todo o seu sentido espiritual e emocional. Assim, o casamento se tornaria irrelevante, e as famílias acabariam deixando de existir.

Com esse propósito, Marx aplicou sua filosofia econômica à sua perspectiva acerca do casamento. Exatamente como ele pregava que toda propriedade privada tinha de ser abolida, da mesma forma ele pregava que todos os relacionamentos privados tinham de ser abolidos. No “Manifesto Comunista”, Marx exigiu “mulheres abertas para todos”, o que significava que nenhuma mulher deveria ser sexualmente exclusiva para um só homem. Em vez disso, as mulheres tinham de se repartir com todos os homens, sem nenhum compromisso. Essa é a origem do movimento de “amor livre” popularizado na década de 1960.

Aliás, não é por acaso que o aumento de programas assistencialistas de linha socialista na década de 1960 tenha coincidido com o aumento do movimento de “amor livre”. Foi um golpe socialista duplo contra nossa cultura tradicional. A “liberação sexual” desvalorizaria o sentido do sexo e família, e o Estado interviria para preencher o vazio, substituindo o marido como líder e provedor.

Durante os 40 anos passados, testemunhamos o sucesso desse plano. Ano após ano, permitimos gradualmente que o governo ganhe mais e mais controle sobre nossas vidas. Ao mesmo tempo, estamos também gradualmente abandonando nossa moralidade sexual tradicional e estamos aceitando o sexo antes do casamento, a criação de filhos sem pais, o casamento gay e até mesmo a pornografia como tendência atual e normal.

À medida que lutamos e resistimos à radical agenda econômica da esquerda, não nos esqueçamos de lutar contra sua radical agenda social também. Compreenda, como compreende a esquerda, que as famílias tradicionais intactas não entregam seu sustento nas mãos do governo. As famílias mesmas se sustentam.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

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Ronald Reagan e o Muro de Berlin

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Freud está desactualizado. Quem é o próximo?

Lembram-se de Sigmund Freud? Ele era o ícone da psicologia durante a altura em que o século 19 se tornava no século 20. Ele era exaltado pelos cientistas da altura como um dos grandes pensadores contemporâneos (juntamente com Marx e Darwin). Não só o seu impacto no pensamento moderno foi imensurável, como também nos deu palavras como id, ego e superego e conceitos como o “inconsciente” que prevalecem ainda.

Devido aos “discernimentos” e “percepções” de Freud, um número incontável de pessoas preocupou-se com coisas como o “Complexo de Édipo” e outras coisas mais. As mesmas gastaram somas incríveis de dinheiro deitadas no divãs, a serem alvo de “psicanálise” como forma de serem “curadas” de doenças mentais – algumas delas sem dúvida trazidas ao de cima devido ao poder da sugestão aquando da enumeração dos sintomas das doenças.

O que é que os cientistas de 1909 diriam da citação seguinte, se lhes fosse trazida por um viajante do tempo?

Qualquer pessoa que fosse ler os trabalhos originais de Sigmund Freud poderia muito bem ser seduzida pela beleza da sua prosa, a elegância dos seus argumentos e pela acuidade da sua intuição.

No entanto, aqueles que possuem algumas bases científicas ficaram chocados pelo abandono com o qual ele elaborou as suas teorias, baseando-se efectivamente no vazio de evidências empíricas.

Esta é uma das razões principais pela qual o estilo de psicanálise promulgada por Freud esta desactualizada: o seu elevado consumo – os tratamentos podem durar anos – não é balanceado por evidências que confirmem a sua eficácia. (1)

O propósito do editorial da revista Nature foi o de introduzir esta lição do passado no decadente mundo da Psicologia moderna:

Se a Psicologia Clínica nos EUA quer-se manter viável e relevante no sistema de saúde moderno, ela tem que publicamente abraçar a ciência.

Será que a neurociência cognitiva aprendeu as lições do passado? Aparentemente não:

Existe um imperativo moral de transformar a arte da psicologia – presentemente em perigo de se desactualizar como as teorias de Freud – numa robusta e valorizada ciência, suportada pelas melhores pesquisas e economia de evidências.

Os editores não identificaram o fundamento para a moral nem para a ciência.


Será que Darwin é o próximo a cair? Será que ele é o vai ser o grande “já-era” no ano de 2020? Certamente que sim.Reparem nos outros deuses do triunvirato, Marx e Freud. Com a excepção de alguns “fortes” académicos (e alguns escritores), os seus vastos impérios foram totalmente destruídos.

Sim, ainda existem ditaduras como a China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte que exteriormente ainda se agarram à imagem de Marx, mas ninguém realmente acredita em coisas como “materialismo dialético” ou a “ditadura do proletariado” (não é assim, Van Jones?).

As bases filosóficas e empíricas para o Marxismo e o Freudismo (se é que alguma vez elas existiram) desmoronaram-se. Hoje em dia se alguém acha que o ateu Marx era brilhante, essa pessoa deveria fazer uma visita de estudo aos gulags (e aos campos de extermínio) e rever o vídeo da queda do Muro de Berlim. Do mesmo modo, se alguém acha que Freud era brilhante, esse alguém deveria ter a sua cabeça examinada.

A eminente queda de Darwin não vai por si só trazer uma nova era de paz intelectual e integridade. O inimigo das nossas almas e adversário de Deus vai-se certificar disso. As más ideologias tem que ser rapidamente substituídas pela Verdade, portanto prepara-te com a Boa Nova e fica firme na Rocha porque muitas pessoas desiludidas com o materialismo vão precisar de Deus.



1. Editorial, Nature 461, 847 (15 October 2009) | doi:10.1038/461847a.

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Eurodeputado pede a Saramago que deixe de ser português

O comunista ateu José Saramago voltou a fazer das suas. Desta vez, para não variar, lançou uma colecção de ataques ao Deus que ele julga não existir.

Não deixa de ser curioso o facto do José Saramago denunciar a Bíblia como um “manual de maus costumes”, mas ao mesmo tempo subscrever a uma ideologia (ateísmo) que causou mais mortes em genocídio no espaço de 50/100 anos do que 2000 anos de cristianismo.

Enfim.

Desta vez um eurodeputado criticou o comportamento do José Saramago.

O eurodeputado do PSD, Mário David exortou José Saramago a renunciar à cidadania portuguesa, esta terça-feira, por se sentir «envergonhado» com as recentes declarações do Nobel da Literatura.Mário David, vice-presidente do Partido Popular Europeu (PPE), escreveu esta terça-feira na sua página pessoal na Internet «Saramago: Já chega».

No texto lembra que o escritor, «há uns anos, fez a ameaça de renunciar à cidadania portuguesa. Na altura, pensei quão ignóbil era esta atitude. Hoje, peço-lhe que a concretize… E depressa! Tenho vergonha de o ter como compatriota! Ou julga que, a coberto da liberdade de expressão, se lhe aceitam todas as imbecilidades e impropérios?».

«Se a outorga do Prémio Nobel o deslumbrou, não lhe confere a autoridade para vilipendiar povos e confissões religiosas, valores que certamente desconhece mas que definem as pessoas de bom carácter», conclui o eurodeputado em dois parágrafos curtos.

«Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade»

No sábado, José Saramago lançou o novo livro, «Caim», e considerou a Bíblia «um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana».

Saramago deve «informar-se melhor»

Contactado pela agência Lusa, o eurodeputado disse que as afirmações «são pessoais e não representam o partido» porque foi eleito. Acrescentando que «não está interessado em entrar em polémica». Questionado se já leu «Caim», respondeu: «Não li, nem vou ler, ou é obrigatório?», ironizou.

«Esta posição é pessoal e vincula-me só a mim. Nem sequer sou católico praticante, mas tenho o direito à indignação», justificou, acrescentando que se sentiu «violentado» pelas declarações de Saramago. Na sua opinião estas são «atentatórias da consciência e sentimentos dos outros».

Alguém deveria perguntar ao José Saramago o porquê de ele assumir que a lei moral a que ele subscreve é vinculativa para os inspirados escritores da Bíblia. Se Deus não existe, todos os comportamentos morais são igualmente válidos, inclusive os comportamentos morais presentes na Bíblia.

Se Deus não existe, que é o que o Saramago acredita, então não há razões para discutir comportamentos morais.

O ateu José Saramago, tal como quase todos os ateus, assume aquilo que ele tem que provar, nomeadamente, que as suas escolhas morais são as escolhas “certas”, e que as mesmas abrangem outros indivíduos.

Não creio que ele entre por esse caminho uma vez que o ateísmo não tem as respostas para tal. Como tal o mesmo vai continuar a lançar ataques a Bíblia até que um dia ele se encontre na Presença do Deus que ele julga não existir.

Mas então já vai ser tarde demais.

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Comunismo: A Jihad Ateísta Contra os Teístas

Paul Kengor | 04 Setembro 2009

Muito pouco é estudado sobre isto hoje. Nós não podemos ignorar esse componente vital da história da Guerra Fria. Tragicamente, muitas dessas informações continuam desconhecidas não apenas para o grande público, mas também para a comunidade acadêmica. Na verdade, há pessoas na academia que estão a par desse material, mas geralmente estão despreocupados, dispensando isso como curiosidade paranóica da “direita cristã” e de anti-comunistas, que eles vêem como rude e ingênuo.

Como Mikhail Gorbachev apropriadamente asseverou, o Estado comunista empreendeu uma patente “Guerra contra a Religião.” 1 Ele lamentara que os bolcheviques, seus predecessores, mesmo após a guerra civil terminada no começo dos anos 20, durante uma época de “paz”, “continuou a por ao chão as igrejas, a prender sacerdotes e a destruí-los”. 2

A União Soviética, modelo do comunismo mundial como um todo, era oficialmente hostil à religião e oficialmente ateísta; não era irreligiosa, sem nenhuma posição quanto à religião, queria fazer crer que não havia Deus. Além disso, esse ateísmo se transformou numa espécie de vício anti-religioso. Esta prática começou com a alvorada do Estado comunista e hoje continua sob várias formas nos países comunistas, desde a China, desde a Coréia do Norte, e desde Cuba.

Ensinamento Comunista

A origem desse ódio e intolerância à religião está na essência da ideologia comunista. Marx alcunhou a religião como o “ópio das massas” e afirmou que “o comunismo começa onde o ateísmo começa”. 3 Num discurso em prol dos bolcheviques, em 2 de Outubro de 1920, Lênin declarou abertamente: “Nós não cremos em Deus.” Lênin insistiu que “Todo culto a uma divindade é uma necrofilia.” 4 Ele escreveu uma carta em Novembro de 1913 dizendo “qualquer idéia religiosa, qualquer idéia de algum deus, qualquer aproximação com um deus é a idiotice mais inexpressível … a burrice mais perigosa, a infecção mais vexatória.” James Thrower, da Universidade de Virgínia (especialista em Rússia e tradutor), diz que a infecção à qual Lênin se refere é a de doença venérea. 5

“Não pode haver nada mais abominável do que a religião,” escreveu Lênin em uma carta para Maxim Gorky em Janeiro de 1913. 6 N dia dia 25 de Dezembro de 1919, o Camarada Lênin, com suas próprias palavras, emitiu a seguinte ordem: “Participar do ‘Nikola’ (natal russo) será estúpido – toda a Cheka (futura KGB) deve estar alerta para não deixar de atirar em todo aquele que não aparecer para trabalhar por causa do ‘Nikola’”. 7 Estes não foram fatos isolados sob o mando de Lênin.

Com a ajuda de Trotsky, Lênin começou a se envolver na criação de grupos com nomes como A Sociedade dos Sem-Deus, também conhecida como a Liga dos Sem-Deus Militantes, que foi responsável pela disseminação da propaganda anti-religiosa na URSS. 8 Essa intolerância institucionalizada continuou a prosperar sob os discípulos de Lênin, com destaque para Stálin, e até mesmo sob os líderes mais benévolos, como Nikita Khrushchev.

Este ateísmo era endêmico para o experimento comunista. Mesmo os comunistas impedidos de se manter no poder – perdendo, portanto, a habilidade de perseguir crentes – eles deram o seu melhor para perseguir os ensinamentos da religião organizada e para ridicularizar a existência de Deus. Até nos Estados Unidos, não é surpresa parar numa banca de jornais da cidade e ver escrito na primeira página palavras como estas no Daily Worker (Diário dos Operários), o órgão comunista publicado pelo CPUSA: “NÃO HÁ DEUS”. 9 Os comunistas têm orgulho do seu ateísmo e militam por ele.

Discriminação Igualitária

Este assalto à fé religiosa não foi dirigidas apenas a cristãos – protestantes, católicos, ortodoxos – mas também contra judeus, muçulmanos, budistas e outras crenças. 10 Para cada cardeal Mindszenty na Hungria havia um cardeal Wyszynski na Polônia, um Richard Wurmbrand na Romênia, um Natan Sharansky ou um Walter Ciszek na Rússia, um Vasyl Velychkovsky ou um Severian Baranyk ou um Zenobius Kovalyk na Ucrânia, um clã Moaddedi no Afeganistão, um missionário luterano ou metodista ou um seguidor do Dalai Lama na China, uma freira presa em Cuba, um monge budista forcado a renunciar seus votos no Camboja.

Fosse o déspota Fidel Castro, Pol Pot ou Stalin, o sentimento era o mesmo: “Religião é veneno”, segundo disse Mao Tsé-Tung. Onde quer que eles fossem, de Leste a Oeste, da África à Ásia, de Phnom Penh a São Petesburgo, comunistas empreenderam uma luta pela extinção da religião. Os comunistas muito debateram sobre os detalhes da maneira pela qual implementariam a visão marxista, mas eram unânimes em uma coisa: a religião era a inimiga, uma rival para o controle mental marxista e deveria ser aniquilada, não importam os custos e dificuldades.

Moscou foi a fonte e o cume para a maior parte desse esforço. Mesmo assim, funcionários soviéticos desejaram repetir a campanha usando os mais ávidos camaradas que estavam em cargos de liderança em outros lugares. A repressão começara, em vários graus, por toda a Europa Ocidental. Por exemplo, a doutrinação anti-religiosa de alunos de escola foi especialmente rigorosa na Tchecoslováquia nos anos 70. A Tchecoslováquia tinha conhecida má-reputação por conta do seu ateísmo.

Entre as nações mais perseguidoras à religião no império comunista estava a Romênia. Lá o ódio à religião era evidente por causa dos terríveis meios usados na tentativa de bani-la.

Romênia: a experiência de Richard Wurmbrand

Como parte da educação atéia, Estados comunistas publicaram e disseminaram abertamente literatura anti-cristã. Na Romênia, o trabalho daquele que talvez seja o maior escritor romeno, Sadoveanu, “A Vida dos Santos”, foi publicado novamente como “A Lenda dos Santos”.

Significantemente, os comunistas não apenas tentaram bloquear ou deter a fé religiosa, mas também revertê-la. Isto foi verdade particularmente para a Romênia, mesmo antes da era Nicolai Ceasescu. Isto não implica apenas a proibição da prática religiosa e a prisão de ministros e crentes, mas o emprego de tortura para forçá-los a renunciar a fé. Nada disso foi eficiente o bastante para conter, silenciar ou punir os crentes presos; foi decidido que eles deveriam ser torturados de maneira inimaginavelmente degradante com o intuito de desfazer a fé religiosa.

Uma das melhores fontes sobre como os comunistas usaram sofrimentos extraordinários para reverter a crença é Richard Wurmbrand, um pastor que viveu um inferno na terra enquanto estava numa prisão romena. Após o ocorrido, ele detalhou algumas das crueldades testemunhadas em um relato ante ao congresso americano e em seu famoso Torturado por amor de Cristo, em 1967. A seguir há alguns trechos do emocionante livro de Wurmbrand:

Milhares de crentes de todas as denominações foram presos naquela vez. Não apenas sacerdotes foram enclausurados, mas também simples camponeses, moços e moças, que testemunharam por sua fé. Os presídios estavam lotados, e na Romênia, assim como em todos os países comunistas, estar preso significa ser torturado…

Um pastor que se chama Florescu foi torturado com tições de ferro incandescente e com facas. Ele foi agredido dolorosamente. Então ratos famintos foram conduzidos às suas celas por um largo cano. Ele não conseguia dormir porque era obrigado a se defender todo o tempo. Se ele toscanejasse por um só momento, os ratos o atacariam.

Ele foi forçado a ficar acordado por duas semanas, dia e noite… Eventualmente eles traziam seu filho de 14 anos e começavam a chicoteá-lo em frente ao seu pai, dizendo que continuariam a fazê-lo até que o pastor dissesse aquilo que eles queriam ouvir da sua boca. O pobre homem estava meio louco. Ele agüentou o tanto quanto pôde, então ele clamou ao seu filho, “Alexander, eu preciso dizer o que eles querem! Eu não posso mais agüentar seu sofrimento!” O filho então respondeu “Pai, não me faça a injustiça de ter um traidor como genitor. Resista! Se eles me matarem, eu morrerei com as palavras: ‘Jesus e minha pátria’.” Os comunistas, enfurecidos, investiram contra a criança e espancaram-na até a morte, com sangue espalhado pelas paredes da cela. Nosso querido irmão Florescu nunca mais foi o mesmo após ter visto isto. 11

Wurmbrand se lembrava de história após história sobre as torturas que ele testemunhou. Ele não apenas viu a tortura dos seus companheiros crentes, mas ele mesmo também as experimentou. Seus captores o entalharam em doze partes do seu corpo. Queimaram 18 buracos nele. Entre as muitas formas de torturas que ele sofreu, estava “O Refrigerador” – uma grande caixa de gelo. O crente seria preso com pouca ou nenhuma roupa. Os médicos da prisão sondavam por uma abertura até que vissem sinais de morte por hipotermia, então eles chamavam os guardas, que se apressavam para descongelar a vítima. Eles seriam descongelados e congelados novamente entre os minutos da morte. O processo era então repetido.

Tudo isso, obviamente, exigia esforços consideráveis dos carcerários. “O que os comunistas fizeram aos cristãos suplanta… o conhecimento humano,” escreveu Wurmbrand. “Eu vi comunistas cujas faces mostravam alegria entusiástica enquanto torturavam crentes. Eles diziam enquanto torturavam os cristãos, ‘nós somos o demônio!’”. Ele chamou o comunismo de “a força do mal”, que poderia ser combatido apenas por uma força espiritual, “O Espírito Santo.” Ele acrescentou:

Os torturadores comunistas freqüentemente [me diziam]: “Não há Deus, nem além, nem punição pelo mal. Nós podemos fazer o que quisermos.” Eu ouvi um torturador dizer, “Eu agradeço a Deus, em quem não creio, por viver até este momento em que pude expressar toda a maldade do meu coração.”

Em seu testemunho de Maio de 1966 ao Subcomitê de Segurança Interna do Senado americano, Wurmbrand descreveu a crucificação pelas mãos dos comunistas. Cristãos eram atados a cruzes por dias e noites. Isto era mau o bastante. Mas os comunistas eram criativos, e queriam se assegurar de que os crucificados sofreriam maior humilhação do que o próprio Cristo:

As cruzes eram colocadas no chão e milhares de prisioneiros tinham que satisfazer suas necessidades básicas nos rostos e nos corpos dos crucificados. Então as cruzes eram argüidas novamente e os comunistas zombavam e escarneciam: “Olhe para o seu Cristo! Quão belo ele é! Que fragrância ele traz do céu!”… Após serem quase levados à loucura pelos torturadores, um padre foi obrigado a consagrar excremento e urina humanos e fazer a Santa Comunhão aos cristãos nesta forma. Isto aconteceu na prisão romena de Pitesti., Após isto, eu decidi então perguntar ao padre porque ele não preferiu morrer ao participar dessa zombaria. Ele respondeu, “Por favor, não me julgue! Eu sofri mais do que Cristo!” Todas as descrições bíblicas sobre o inferno e as dores do Inferno de Dante não são nada comparadas às torturas nas prisões comunistas.

Esta é apenas uma pequena parte daquilo que aconteceu em um domingo e em muitos outros domingos na prisão de Pitesti. Outras coisas simplesmente não podem ser ditas. Meu coração falharia se eu tivesse que contá-las repetidamente. Elas são muito terríveis e obscenas para serem escritas…

Se eu fosse continuar a contar todos os horrores das torturas comunistas e todos os auto-sacrifícios dos cristãos, eu nunca terminaria.

Nós vemos aqui uma dedicação quase inacreditável para desfazer e reverter a fé pelos comunistas. Isto envolveu não apenas abusos extraordinários, mas também a atenção do Estado. O fato de o Estado comunista devotar tanto tempo e esforço demonstra a sua notável devoção – ironicamente, uma devoção quase religiosa – em alcançar a aniquilação da fé religiosa. Estes fatos também refletem a convicção comunista que a religião era inevitavelmente uma ameaça incompatível ao marxismo-leninismo.

Às vezes, esta perseguição viciada sai pela culatra. Para cada Richard Wumrbrand, ou para cada Severian Baranyk que os comunistas mataram com um corte em forma de cruz no peito, ou um Zenobius Kovalyk, executado numa crucificação de escárnio, surgia uma albanesa chamada Agnes Gonxha Bojaxhiu (Madre Teresa), que orava por suas almas, ou um Karol Wojtyla (Papa João Paulo II), que trabalhou com homens como Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Lech Walesa, e Vaclav Havel – entre outros – pelo colapso pacífico do império ateu.

Relevância atual

Porque estas informações são importantes hoje, sendo que a guerra fria e o império soviético comunista não mais existem? Ao nível do humano, é muito importante para aqueles que sofreram a perseguição. Muitos ainda estão vivos; eles querem que esta história seja contada; eles querem que o mundo saiba o que sofreram. Eles sabem que a História, pelo bem da História, precisa ser bem definida e não repetida. Em outro nível, a próxima geração de estudiosos da Guerra Fria tem pouco conhecimento e menos ainda reconhecimento do papel da religião na experiência da Guerra Fria. Eles não são apenas desinformados no que diz respeito às fontes e ao grau da perseguição, eles não contemplam a maneira que o ateísmo institucionalizado da URSS ajudou e propeliu oposição bipartidária americana a Moscou no começo da Guerra Fria. Democratas como Harry Trumann, John F. Kennedy e Republicanos como John Foster Dulles e Ronald Reagan condenaram o flagelo do “comunismo soviético sem-Deus assim como figuras bastante populares como Francis Cardinal Spellman, o Bispo Fulton Sheen, e o Dr. Fred Schwarz por meio de sua Cruzada Anti-Comunista Cristã. 12 Religiosamente falando, o esforço eventual para derrotar o comunismo ateu foi um esforço duplo de protestantes e católicos americanos.

Muito pouco é estudado sobre isto hoje. Nós não podemos ignorar esse componente vital da história da Guerra Fria. Tragicamente, muitas dessas informações continuam desconhecidas não apenas para o grande público, mas também para a comunidade acadêmica. Na verdade, há pessoas na academia que estão a par desse material, mas geralmente estão despreocupados, dispensando isso como curiosidade paranóica da “direita cristã” e de anti-comunistas, que eles vêem como rude e ingênuo. “Sob os [comunistas] houve perseguição à igreja,” escreve Richard Pipes, professor emérito de história russa em Harvard. “E também é verdade que o assunto tem recebido pouco ou nenhuma atenção dos acadêmicos.” 13

Protestantes, católicos, muçulmanos e budistas – os comunistas torturaram a todos. E membros de todas as crenças têm grande interesse em ver essa conspiração perversa recebendo a luz da verdade. Ninguém, muito menos uma organização central, contou as histórias das vítimas. Muitas delas são amargas, e estão todas frustradas porque esta vasta rede de intolerância brutal nunca foi exposta completamente. Os livros de história das escolas estão cheios de considerações sobre as Cruzadas, mas completamente caladas sobre a guerra comunista contra a religião, que é imensamente mais repressiva. 14

Mas ainda há grupos como a Fundação em Memória das Vítimas do Comunismo (Victims of Communism Memorial Foundation) para contar essa história, para revelar essa história e para honrar as vítimas.

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Biografia do autor: Paul Kengor é professor emérito de Ciência Política no Grove City College em Grove City, Pennsylvania. Entre seus livros estão God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (HarperCollins, 2004), The Judge: William P. Clark, Ronald Reagan’s Top Hand (Ignatius Press, 2007), and The Crusader: Ronald Reagan and the Fall of Communism (HarperPerennial, 2007).

Tradução: Rafael Resende Stival, do Blog Salmo 12.

Fonte: http://www.globalmuseumoncommunism.org/

Notas

1 Mikhail Gorbachev, Memoirs (NY: Doubleday, 1996), p. 328.

2 Mikhail Gorbachev, On My Country and the World, (NY: Columbia University Press, 2000), pp. 20-1.

3 O comentário “ópio das massas” “é bem conhecido. A fonte para a citação, “o comunismo começa onde começa o ateísmo,” é Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West (Indianapolis e NY: Bobbs-Merrill, 1948). Sheen, que lia e falava várias línguas, traduziu a citação em Inglês de uma obra sem tradução de Marx.

4 Lenin escreveu isso em 13 ou 14 de novembro de 1913 em uma carta para Maxim Gorky. Veja: James Thrower, God’s Commissar: Marxism-Leninism as the Civil Religion of Soviet Society (Lewiston, NY: Edwin Mellen Press, 1992), p. 39.

5 Citado em Thrower, God’s Commissar, p. 39. Outra tradução desta citação vem de Robert Conquest, in his “The Historical Failings of CNN,” em Arnold Beichman, ed., CNN’s Cold War Documentary (Stanford, CA: Hoover Institution Press, 2000), p. 57.

6 Veja: J. M. Bochenski, “Marxism-Leninism and Religion,” em B. R. Bociurkiw et al, eds., Religion and Atheism in the USSR and Eastern Europe (London: MacMillan, 1975), p. 11.

7 Este item foi publicado em um livro de 2002 pela Yale University Press. Veja: Alexander N. Yakovlev, A Century of Violence in Soviet Russia (New Haven and London: Yale University Press, 2002), p. 157.

8 Veja: Daniel Peris, Storming the Heavens: The Soviet League of the Militant Godless (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1998).

9 Veja: Bertram D. Wolfe, A Life in Two Centuries (Stein and Day, 1981), pp. 403-4.

10 A repressão foi exercida em graus diferentes entre as nações do bloco soviético. Entre elas, Romênia, Albânia, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia foram especialmente repressivas.

11 Richard Wurmbrand, Tortured for Christ (Bartlesville, OK: Living Sacrifice Book Company, 1998), pp. 33-8.

12 Veja: Paul Kengor, God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (NY: HarperCollins, 2004).

13 Richard Pipes speaking at Grove City College, Grove City, Pennsylvania, September 27, 2005.

14 Paul Kengor comparou o tratamento dos dois em um exaustivo e longo projeto de um ano de pesquisa que analisou os textos de história utilizada nas escolas públicas de Wisconsin, que eram os mesmos textos utilizados em todos os estados. Veja também: Paul Kengor, “Searching for Bias: World History Texts in Wisconsin Public Schools “, Wisconsin Policy Research Institute, junho de 2002. Uma cópia do estudo está publicado no site da WPRI.

http://www.midiasemmascara.org/index.php?option=com_content&view=article&id=8384:guerra-comunista-contra-a-religiao&catid=92:religiao&Itemid=36


Marcos Ludwig
http://tinyurl.com/contatos-marcosludwig

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Citação: Ateísmo e o Genocídio

Sejam quais forem as causas pelas quais os regimes ateístas fizeram o que eles fizeram, o fato indisputável é que todas as religiões do mundo colocadas juntas não provocaram em três mil anos nada próximo do número de pessoas mortas em nome do ateísmo nas poucas décadas passadas.

É hora de abandonar o mantra ingênuo e repetido de que a crença religiosa têm sido a fonte principal do conflito e da violência humanas.

O ateísmo, e não a religião, é responsável pelos piores assassinatos em massa da História.

(Dinesh D’Souza, em “A verdade sobre o Cristianismo

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Quando o Homem Esquece Deus

Nobel Prize winner Aleksandr Solzhenitsyn was asked to account for the great tragedies that occurred under the brutal communist regime he and fellow citizens suffered under.

Aleksandr Solzhenitsyn stated the following in relation to atheism:

Over a half century ago, while I was still a child, I recall hearing a number of old people offer the following explanation for the great disasters that had befallen Russia: “Men have forgotten God; that’s why all this has happened.Since then I have spend well-nigh 50 years working on the history of our revolution; in the process I have read hundreds of books, collected hundreds of personal testimonies, and have already contributed eight volumes of my own toward the effort of clearing away the rubble left by that upheaval. But if I were asked today to formulate as concisely as possible the main cause of the ruinous revolution that swallowed up some 60 million of our people, I could not put it more accurately than to repeat: “Men have forgotten God; that’s why all this has happened.”[43]

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Será a ciência livre de preconceito?

Segundo um cientista, a ciência não é (ou nem sempre é) a procura honesta da verdade.Numa carta escrita ao editor da revista “Nature”, William Burns (Universidade de Queensland) fêz uma pesquisa num arquivo científico que se encontra “online”, e descobriu coisas que não confirmam a noção de que a ciência está livre de preconceitos, pressopusições e filosofias.William Burns encontrou 100 artigos escritos por Trofim Lysenko, o desacreditado geneticista russo responsável por milhões de mortes quando a sua crença no evolucionismo Lamarckino fêz com que as colheitas faltassem.

Num artigo escrito em 1947, Burns encontrou o Lysenko a dizer o seguinte:

“A oposição dos geneticistas burgueses a esta teoria é atribuido ao seu desejo de justificar a exploração capitalista, que é, essencialmente, uma luta entre a espécie humana.”

Reparem que este evolucionista atribui a oposição à sua ideologia não a razões científicas, mas sim a razões que afirmem o contrário da sua fé comunista.

Faz-vos lembrar alguém? Conhecem algum grupo de pessoas que, quando sofrem críticas científicas à sua teoria, afirmam que as críticas são apenas e só ideologicamente motivadas, e não científicamente? Conhecem algum grupo de pessoas que responde a objecções científicas com argumentos anti-teístas?Noutra parte do arquivo, Burns encontrou centenas de cientistas chineses a louvarem Mao Tse Tung. (Porque será?)Semelhantemente ele encontrou 70 artigos científicos por Claus Schilling, um criminoso de guerra nazi. O mesmo fêz operações médicas a prisioneiros em Dachau.Burns fêz então estes comentários:

“Estes exemplos estão em contraste com a versão oficial que lêmos nos livros escolares. Como Thomas Kuhn escreveu no livro “The Structure of Scientific Revolutions” (Univ. Chicago Press, 1962), a ciência é como o Big Brother da sociedade no livro de George Orwell “1984″, isto é, a re-escrever constantemente a história de modo a ficar sempre bem vista.

A História pode ter a última palavra, ele afirmou.

Conclusão
Lembrem-se da pesquisa do William Burns da próxima vêz que um ateu vos afirmar que a sua interpretação dos factos é “neutra” e “objectiva”, e que o facto da sua interpretação dos dados confirmar a sua fé ateísta é “pura coincidência” e/ou “irrelevante”.

 

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