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A Teoria da Falha contradiz a Bíblia

A adopção por parte de muitos líderes eclesiásticos da crença nos milhões de anos teve consequências devastadoras para o mundo cristão. Contrariamente ao que se possa pensar, a teoria da evolução não foi a cama onde a apostasia consequente se deitou. A crença na teoria da evolução é uma das consequências do gradualismo geológico, formalmente conhecido como o uniformitarianismo geológico (UG).

O grande compromisso da igreja começou a adopção desta visão acerca do passado da Terra.

Munidos com este “conhecimento”, muitos cristãos buscaram formas de harmonizar o UG com a Palavra de Deus. Uma das formas através da qual isto foi possível foi a postulação da “Teoria da Falha” (TF).

Basicamente o que esta teoria diz é que não há contradição entre os milhões de anos e a Palavra de Deus porque supostamente existe uma “falha” de tempo entre Génesis 1:1 e Génesis 1:2. É dentro desta “falha” que se encerram as idades geológicas postuladas pelos evolucionistas. Segundo a TF, Deus criou um mundo pré-adâmico onde viveram os dinossauros e tudo o mais. Neste mundo não havia humanos. Seguidamente, devido à queda de Satanás, Deus destruiu esse mundo e fez um novo.

O problema claro está é que para além de haver boas razões científicas para se duvidar (e rejeitar) a crença nos milhões de anos, a Palavra do Criador (Testemunha Ocular do início do Universo) contradiz claramente esta filosofia.

Nas próximas linhas vamos ver algumas das evidências Bíblicas contra a Teoria da Falha.

1. Os anjos foram feitos para servirem os humanos a mando de Deus (Heb 1:14). Como os mesmos existem desde a fundação do mundo (Job 38:7), não faz sentido Deus criar os anjos e depois eles terem que esperar milhões de anos até finalmente aparecerem os humanos.

“Não são, porventura, todos eles [os anjos], espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão-de herdar a salvação? – Heb 1:14

DEPOIS disto, o Senhor respondeu a Job, de um redomoinho, e disse: Quem é este que escurece o conselho, com palavras sem conhecimento? Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu responde-me. Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência. Quem lhe pôs as medidas, se tu o sabes? ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina; Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam? - Jó 38:1-7

Reparem que neste último verso se fala dos “filhos de Deus” (os anjos) rejubilarem durante o tempo em que Deus “fundava a Terra”. Daí se infere que os mesmos existiam desde o princípio.

2. O Senhor Jesus Cristo morreu uma vez só pelos pecados do mundo. Contrariamente aos sacerdotes humanos, Ele não precisa de se oferecer vez após vez para a remissão dos pecados (Hebreus 9:25,28,29). Se Ele fosse a fazer isso, Ele teria que o fazer desde a fundação do mundo, uma vez que existe pecado desde a fundação do mundo (pecado de Adão pouco depois de ter sido criado). Daí se infere que a fundação do mundo e a presença do homem nele são quase simultâneos, e não separados por milhões de anos, como subscreve a TF.

3. Satanás era um assassino desde o princípio (João 8:44). Ele causou que Caim matasse Abel, o que nos leva a inferir que os humanos estavam na Terra mal ela foi criada (“desde o princípio”).

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” – João 8:44

4. Havia tribulação desde o princípio da criação. Essa tribulação era tribulação humana. Daí se infere que os humanos estão na Terra desde o princípio da criação e não após milhões de anos.

“Porque, naqueles dias, haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá.” – Marcos 13:19

5. Os profetas começaram a ser mortos pouco depois do mundo ter sido criado, e não milhões de anos depois:

“Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado” – Lucas 11:50

O profeta que foi morto logo após a fundação do mundo é Abel. Isto mostra, mais uma vez, que os seres humanos estão da Terra desde que a mesma foi criada e não após milhões de anos.

6. Nós vivêmos da primeira Terra.

“E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” – Revelação 21:1

Se houve uma Terra pré-adâmica, então nós já não estamos na primeira Terra, mas sim na segunda. No entanto, a Palavra de Deus claramente diz que nós presentemente estamos na primeira Terra. Isto implica que não houve nenhuma Terra antes da queda de Adão.

7. O mundo foi feito para ser habitado por humanos. Não fazia sentido Deus criar o mundo e depois deixar passar milhões de anos até a chegada dos seres humanos.

Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra e a fez; Ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada – Isaías 45:18

8. O homem foi feito para habitar a Terra.

    E, de um só, fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação – Actos 17:26

Não há necessidade de se tentar harmonizar os milhões de anos com a Palavra de Deus, porque o universo não tem milhões de anos. Todas estas tentativas estão condenadas ao fracasso e à criação de confusão na mente dos cristãos.É mais lógico aceitar-se o Testemunho de Quem estava lá quando o mundo começou do que aceitar as opiniões sempre voláteis de humanos falíveis.

É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem. – Salmo 118:8


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Os Benefícios Socias do Cristianismo

Pela bênção dos sinceros se exalta a cidade,
mas pela boca dos ímpios é derribada -
Provérbios 11:11

A Bíblia ensina-nos que os crentes podem trazer bênção para os descrentes em seu redor. Por exemplo, o Senhor abençoou toda a casa de Potifar apenas e só porque ela foi posta a cargo de José filho de Jacó. No entanto, os inimigos do Cristianismo nunca admitem que os cristãos podem ser veículos de bênção para as pessoas à sua volta.

Genter Lewy da Universidade Massachusetts, determinou-se a escrever um livro com o título de “Como a América não Precisa de Religião“. Levem em conta que quando ateus a viver no ocidente dizem-se serem pessoas contra a “religião”, elas invariavelmente tem em mente apenas e só o Cristianismo. Pelos vistos as outras religiões não são tão perigosas para o ateísmo como o Cristianismo.

Genter Lewy não é um cristão e nem acredita em Deus, e como tal ele determinou-se a escrever um livro em defesa do humanismo secular (ateísmo) e do relativismo ético.

À medida que Lewy coleccionava os dados da sua extensa pesquisa, ele apercebeu-se de um dado surpreendente: ele concluiu que o Cristianismo tem uma longa história no que toca ao suporte de estruturas de justiça social e de dignidade humana.

Outra pesquisa forçou-o a concluir que os Cristãos, quando comparados com os não-Cristãos, mostravam constantemente uma taxa mais baixa de comportamentos associados a males sociais e falhanços morais. Estes dados levaram em conta os divórcios, violência doméstica, filhos fora do casamento, criminalidade adulta e delinquência juvenil.

Levando em conta outros dados, Lewy finalmente concluiu que indivíduos que de facto levem uma vida Cristã, não só possuem taxas mais elevadas de felicidade, mas são também mais saudáveis.

Conclusão:

Os Cristãos não devem ter medo de viver de acordo com a sua fé no Senhor Jesus Cristo, uma vez que ao fazê-lo, Deus não só os abençoa, mas abençoa também as pessoas ao seu redor. Se não queres viver a tua vida Cristã por ti e por aquilo que o Senhor fêz por ti, ao menos fá-lo pelos outros. Existem pessoas que vivem sedentas de algo novo e puro, e tu podes ser a peça que Deus usará para transformar vidas que actualmente caminham para a separação eterna (inferno).

Referências:
Charles Colson, “The Gospel according to Jesse: Is religion a crutch?” Minnesota Christian Chronicle, December 2, 1999, p.16.

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Ir à igreja faz bem à saúde

Hebreus 10:25
Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns,
antes admoestando-nos uns aos outros,
e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Estudos demonstram que indivíduos que frequentam a igreja regularmente têm tendência a ser mais saudáveis que aqueles que não o fazem.

Agora recentes estudos levados a cabo pela Population Research Center da Universidade de Texas indicam que frequentar a igreja regularmente pode prolongar a vida. Frequência regular a igreja é definida por ir a igreja pelo menos uma vez por semana.

Os dados começaram a ser reunidos no ano de 1987 quando pesquisadores da Center for Disease Control entrevistaram 22,000 pessoas nas suas casas com questões relativas ao cancro. Seguidamente os pesquisadores da Population Research Center estudaram 2,000 das pessoas que tinham morrido durante o período entre 1987 e 1995. Eles concluíram que, em média, aqueles que frequentavam a igreja pelo menos uma vez por semana tinham vivido 7 anos mais do que aqueles que não frequentavam.

Aqueles que nunca frequentavam a igreja viveram em média 75 anos, mas aqueles que frequentavam a igreja pelo menos uma vez por semana, viveram em média até aos 82 anos.

Os pesquisadores afirmam que aqueles que eram regulares nas suas igrejas podem ter beneficiado dos conselhos da sua igreja em evitar comportamentos pouco saudáveis. Para além disso, dizem os pesquisadores, os laços sociais desenvolvidos pelos frequentadores de igrejas resultaram em relacionamentos próximos com outras pessoas que podem ter monitorizado a sua saúde.

Conclusão:

Embora este tipo de estudo seja importante em refutar crenças ateístas em torno dos imaginados “malefícios” da fé cristã, os mesmos focam-se só nos benefícios médicos do Cristianismo Bíblico. Os benefícios espirituais são-nos revelados pelO Próprio Deus na Sua Palavra, a Bíblia.

Referência: David Briggs, “Study Reveals Churchgoers Live Longer,” Christian News, December 21, 1998.

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Porquê o Senhor Jesus Cristo e não outro “deus?

Mas, mesmo que haja um vídeo a mostrar
a criação do mundo por um ser poderoso,
daí apenas poderemos depreender que
ele é poderoso e criou o mundo.
(Priscila Rêgo -A noção de naturalismo“)

Alguns ateus têm achado “estranho” eu identificar o Criador como sendo O Senhor Jesus Cristo, por assumirem que a identidade dO Criador é impossível (ou improvável?) de se saber apenas e só a partir daquilo que foi criado. Tendo isto em conta, eles afirmam que a minha identificação vai para além daquilo que seria possível saber a partir das observações. A Priscila Rego diz:

O problema dos criacionistas é que propõem uma explicação tão minuciosamente recortada que se torna impossível de avaliar pelos dados disponíveis.

Ela acrescenta ainda:

Os criacionistas dizem que Deus é omnipotente, proíbe a homossexualidade e teve Um Filho chamado Jesus.

O ateu Ludwig acrescenta neste post que

Não é claro como excluiu todas as outras divindades

Os ateus têm razão

Por incrível que pareça, ambos têm razão no ponto que levantam: é de sobremaneira difícil identificar QUEM é o Criador *apenas* e só por aquilo que foi criado. Sabemos pela criação que há Um Criador, mas como Ele, qual é a Sua Maneira de Ser, o que quer de nós, é algo que Ele Pessoalmente nos comunica.

Para melhor se ver o ponto que eles levantam, vejamos a seguinte analogia:

Imaginem que vocês fazem parte de um grupo de exploradores que é o primeiro a chegar a uma casa, numa área remota do planeta. Ao chegarem a casa, reparam na arrumação presente,nas prateleiras em ordem, nas mesas limpas e bem arrumadas e as camas feitas elegantemente. Vocês não sabem *quem* é o morador da casa, mas sabem que *tem* que existir um. Vocês logicamente inferem que há alguém que mora nessa casa devido à ordem e organização presentes.

O mesmo se passa com os humanos em relação a Deus. Nós podemos observar a ordem, design, e propósito existentes na natureza, e, sabendo de antemão que tais coisas (ordem, design e propósito) tem *sempre* uma causa inteligente, logicamente inferimos o mesmo não só para o universo mas também para a vida lá contida.

Mas Quem é o Criador?

Mas agora o ateu correctamente afirma que o facto de existir Uma Causa Inteligente não justifica que se conclua que o Criador é O que está Descrito na Bíblia.

Voltemos à analogia descrita em cima.

Se o dono da dita casa chegar, identificar-se e se revelar como ele é, e eu ao cruzar aquilo que ele diz com o que está na sua casa, verificar que os dados estão de acordo, não devo então dirigir-me o dono da casa pelo seu nome? Seria ilógico eu saber quem é o dono da dita casa mas falar dele como se não soubesse quem ele é.

Do mesmo modo, nós ao cruzarmos aquilo que Deus diz com a mundo à nossa volta, vê-mos que as observações estão plenamente de acordo com a Bíblia, e como tal identificamos o Criador como sendo o Senhor Jesus Cristo.

João 1:3
Todas as coisas foram feitas por Ele [Jesus Cristo], e, sem Ele, nada do que foi feito se fez.

Conclusão:

Daquilo que foi criado, cientificamente inferimos Um Criador.

Da Bíblia sabemos COMO é o Criador, e o que Ele espera de nós.

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Citação: Leitura Literal da Bíblia Ajudou o Progresso da Ciência

Peter Harrison, Andreas Idreos Professor of Science and Religion at the University of Oxford, pointed out:

“It is commonly supposed that when in the early modern period individuals began to look at the world in a different way, they could no longer believe what they read in the Bible. In this book I shall suggest that the reverse is the case: that when in the sixteenth century people began to read the Bible in a different way, they found themselves forced to jettison traditional conceptions of the world.70

“Had it not been for the rise of the literal interpretation of the Bible and the subsequent appropriation of biblical narratives by early modern scientists, modern science may not have arisen at all. In sum, the Bible and its literal interpretation have played a vital role in the development of Western science.”71

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Rapariga Teme Pela Vida Após Converter-se ao Cristianismo

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Charles Brabec e o Criacionismo (Queluz)

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Pode um cristão fazer tatuagens?

A questão das tatuagens, juntamente com a questão do aborto e da homosexualidade, é uma das que gerou mais polémica no encontro que se realizou ontem, na igreja de Algés.

A questão das tatuagens é pertinente porque a sociedade em si não vê problemas nenhuns em colocar marcas em certas áreas do corpo como forma de fazer passar uma certa filosofia de vida.

Tendo em conta esta atitude complacente da sociedade actual, o que é que o cristão deve fazer? Será que devêmos ser “fundamentalistas” e negar toda e qualquer expressão artística que envolva a gravação de imagens ou palavras no corpo? Ou será que devêmos ser mais “liberais” neste ponto, como forma de mostrarmos que os cristãos são “pessoas normais”?

A meu vêr todas as decisões morais que o cristão pense em tomar devem começar na Palavra Daquele que sabe tudo (o Senhor Jesus Cristo), e não nas opiniões dos homens falíveis.O que é que Deus diz acerca disto?

Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor. (Levítico 19:28)

Muitas vezes Deus alerta-nos para comportamentos que em si não são maus mas que podem causar o desvio dos fracos na fé (ou causar confusão àqueles que não conhecem a Cristo). Por exemplo, o Apóstolo Paulo diz

Pelo que, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para não servir de tropeço a meu irmão. (1 Cor 8:13)

Não há nada de mal em comer carne, mas se tal comportamento levar a que um irmão esmoreça na fé, o Apóstolo Paulo diz que não comerá a carne. O princípio aqui é o de que há actividades que em si não são pecado mas que podem ser formas que o homem use para se afastar de Deus.

A práctica de marcar o corpo está Biblicamente e historicamente associada à prácticas pagãs e à adoração de deuses alheios. Deus proibiu o Seu Povo de seguir o erro dos pagãos como forma de separá-los das nações (Lev 19:28). Hoje em dia o motivo da marcação do corpo não é o de adoração de deuses alheios (embora em certos casos, haja algo de idólatra nessa práctica) mas sim o suposto “embelezamento” do mesmo. No entanto, a Palavra de Deus diz:

Abstende-vos de toda espécie [aparência] de mal. (1 Tessalonicenses 5:22)

Reparem que neste verso, Deus manda que não só nós nos separemos do mal, mas também de tudo o que aparenta o mal.

Por exemplo, imaginem um casal de namorados cristãos que acredita e practica a abstinência, mas que tem por hábito passar a noite na casa de um ou de outro. Embora eles possam não fazer nada de mal, para as pessoas que os vêem a agir deste modo vai ser difícil fazer-lhes vêr que, apesar do que aparenta, o casal cristão practica o superior comportamento da abstinência. O que aparenta vai ser a causa de confusão e não o que está de facto a ser feito.

O mesmo se passa com as tatuagens. O que aparenta vai falar mais alto do que aquilo que o cristão verdadeiramente acredita.

Conclusão:
A meu vêr, o comportamento bíblico no caso das tatuagens é o de rejeitá-las a todas por completo, mesmo que uma delas seja “Deus é Amor”. O descrente não vai olhar para isso como uma declaração de amor pelO Pai, mas sim como uma evidência de que “não há nada de mal em marcar o corpo com coisas de que se acredita“.

Nós sabemos que isso não é verdade, e como tal, para que o nosso comportamento não seja pedra de tropeço para almas pelas quais o Senhor Jesus Cristo morreu, o melhor é deixar o corpo vazio de tatuagens.

Uma tatuagem é uma declaração de algo em que se acredita, sendo que a maioria delas é feita com o expresso propósito de exibi-las. Se o cristão quer declarar ao mundo que ele ama o Criador, o melhor é colocar marcas no seu espírito e exibir essas “marcas” com o seu comportamento.

E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:2)

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Evolucionistas Admitem Ter Estado a Mentir Ao Público

Depois de ter escrito dois livros que tentam mostrar que o Darwinismo é compatível com a religião (leia-se: cristianismo) Jerry Coyne, (professor de Ecologia e Evolução na Universidade de Chicago) admite que, afinal, o Darwinismo e a “religião” (cristianismo) não são compatíveis.

É preciso vêr uma coisa muito importante: sempre que darwinistas afirmam que a “ciência” e a “religião” são incompatíveis, o que eles têm em mente é a “ciência” da Evolução, e o Cristianismo Bíblico. Portanto, quando se fôr lêr o artigo em cima referenciado, todas as vezes que o Dr Jerry usar a palavra “ciência” como opositor da “religião”, ele não está a falar das leis da Gravidade, nem das leis da Termodinâmica, nem mesmo da Lei da Relatividade. O que ele tem em mente é apenas e só a ciência com a qual ele pode promover a sua fé, nomeadamente, a teoria do tio Charles Darwin.

O Dr. Jerry Coyne diz que as declarações que afirmam a co-existência pacífica entre a “ciência” e a “religião” são “um segredo sujo nos círculos científicos [leia-se: círculos darwinistas]. É do nosso interesse pessoal e profissional anunciar que a ciência e a religião são compatíveis“.

As razões para tal decepção são absurdamente óbvias:

Afinal de contas, nós queremos receber financiamento do Governo, e queremos que as crianças em idade escolar sejam expostas à verdadeira ciência e não ao criacionismo.

Reparem como o darwinista Jerry Coyne revela que o propósito desta decepção é censurar o criacionismo. Tal como eu tinha escrito em cima o Dr Jerry usa a palavra “ciência” com o significado de “teoria da evolução“.Reparem também que uma das motivações para o suporte deste decepção é o dinheiro (público). O Apóstolo Paulo bem disse há 2000 anos atrás que “o amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal” (1 Tim 6:10)

O religiosos liberais têm sido aliados importantes na nossa guerra contra o criacionismo.

Pensem um pouco: o homem que diz que a “ciência” (=darwinismo) e a religião são incompatíveis, afirma que os religiosos liberais (ex: “cristãos” que acreditam na evolução) têm ajudado a causa daqueles que não acreditam em Deus! Ou seja, estes religiosos liberais estão a ajudar a causa dos ateus ao afirmarem que a teoria da evolução e o cristianismo podem estar em harmonia.

O que dizer de pessoas que se afirmam como cristãs, mas que defendem pontos de vista que os próprios ateus afirmam estar a ajudar o ateísmo?

Não seria agradável alienar os religiosos liberais declarando o que nós [religiosos ateus evolucionistas] realmente pensamos.

Por outras palavras, como forma de manter a ilusão de que a teoria da evolução e o cristianismo podem co-existir, os religiosos ateus evolucionistas usam os religiosos liberais como “evidência” de que não há conflito entre a “ciência” [evolução] e a “religião [cristianismo].

É por isso que, por motivos tácticos, grupos como a “National Academy of Sciences” afirmam que a religião [cristianismo] e a ciência [evolução] não estão em conflito. No entanto, a sua maior evidência para esta posição – a existência de cientistas religiosos – está a desmoronar-se com o tempo à medida que os cientistas tornam-se cada vez mais vocais na afirmação da sua irreligiosidade [ateísmo].

Pausa.

Será que o Jerry está a afirmar que as grandes organizações científicas usam a decepção como forma de defenderem a teoria da evolução? Será que o eminente ateu Dr Jerry Coyne está a concordar com os criacionistas quando estes afirmam que as organizações científicas estão na sua maioria debaixo do feitiço de Charles Darwin, o contador de “estórias”?

Finalmente chegou o Ano de Darwin, e com ele podemos contar com livros do tipo escritos por Kenneth Miller and Karl Giberson [dois "cristãos" evolucionistas]. Tentativas de se reconciliar Deus com a teoria da evolução continuam a ser produzidos da linha de montagem intelectual. Essas tentativas nunca acabam porque a reconciliação nunca funciona.

Por outras palavras, os ditos “cristãos” que tentam reconciliar Deus com a teoria da evolução, continuam a produzir livros uns atrás dos outros, mas, segundo Jerry Coyne (ateu e evolucionista), isso é uma perda de tempo porque essa reconciliação é impossível.

Conclusão:

Se eu pudesse falar com o Dr Jerry Coyne, estas seriam as minhas palavras:

Caro Dr Jerry Coyne, muito obrigado pelas suas palavras. Apesar de termos religiões distintas (eu sou cristão, e você é ateu), ambos sabemos o que está em jogo no que toca a discussão sobre as nossas origens. Muito obrigado por ter concordado com os criacionistas quando nós afirmamos que é logicamente incoerente ser-se um cristão evolucionista.Que as suas palavras façam os ditos “cristãos” pensar bem no que a Bíblia diz (e no que a teoria da evolução diz), e que façam a sua escolha de uma vez por todas porque a Palavra de Deus diz “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24). O Criador, o Senhor Jesus Cristo diz ainda “Quem não é Comigo, é contra Mim” (Lucas 11:23)

Lembrem-se das palavras do Jerry Coyne da próxima vez que virem “cristãos” a afirmarem-se contra o criacionismo, e a favor do evolucionismo. Lembrem-se que os próprios ateus sabem que esta posição é ilógica.

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Resposta ao Ludwig: o conflito que nunca existiu

Num dos comentários a este post o ateu evolucionista Ludwig afirmou o seguinte:

A minha palestra era sobre o contributo de Darwin para o conflito entre ciência e religião

O Darwin contribuiu para o conflito? Em euros ou libras? :-)

Agora a sério, esse imaginado “conflito” é ilusório (mais ou menos como a sequência dos fósseis que confirmam a evolução). Para se vêr isto, basta perguntar “Que ciência e que religião?”

Não há conflito entre a ciência e o cristianismo, mas sim entre o naturalismo e o cristianismo. O que se passa é que os ateus definem “ciência” como “naturalismo” e afirmam que há “conflito” entre a “religião” (qual delas?) e a “ciência” (= naturalismo).

A natureza parasítica do ateísmo mais uma vez fica exposta ao assumir para si uma coisa (ciência) que não teve em conta o ateísmo durante o seu progresso. 

Vêr Também:

1. Como a Ciência Refuta o Ateísmo

2. A Aliança Histórica Entre a Ciência e o Cristianismo

3. Cristianismo e a Ciência

4. Quando o Ateísmo Contradiz a Ciência

5. Cristianismo e Ciência – 1

6. James Clerk Maxwell – Cientista Criacionista

7. Sir Isaac Newton – Cientista Criacionista

8. Robert Boyle: Cientista Criacionista

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