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Freud está desactualizado. Quem é o próximo?

Lembram-se de Sigmund Freud? Ele era o ícone da psicologia durante a altura em que o século 19 se tornava no século 20. Ele era exaltado pelos cientistas da altura como um dos grandes pensadores contemporâneos (juntamente com Marx e Darwin). Não só o seu impacto no pensamento moderno foi imensurável, como também nos deu palavras como id, ego e superego e conceitos como o “inconsciente” que prevalecem ainda.

Devido aos “discernimentos” e “percepções” de Freud, um número incontável de pessoas preocupou-se com coisas como o “Complexo de Édipo” e outras coisas mais. As mesmas gastaram somas incríveis de dinheiro deitadas no divãs, a serem alvo de “psicanálise” como forma de serem “curadas” de doenças mentais – algumas delas sem dúvida trazidas ao de cima devido ao poder da sugestão aquando da enumeração dos sintomas das doenças.

O que é que os cientistas de 1909 diriam da citação seguinte, se lhes fosse trazida por um viajante do tempo?

Qualquer pessoa que fosse ler os trabalhos originais de Sigmund Freud poderia muito bem ser seduzida pela beleza da sua prosa, a elegância dos seus argumentos e pela acuidade da sua intuição.

No entanto, aqueles que possuem algumas bases científicas ficaram chocados pelo abandono com o qual ele elaborou as suas teorias, baseando-se efectivamente no vazio de evidências empíricas.

Esta é uma das razões principais pela qual o estilo de psicanálise promulgada por Freud esta desactualizada: o seu elevado consumo – os tratamentos podem durar anos – não é balanceado por evidências que confirmem a sua eficácia. (1)

O propósito do editorial da revista Nature foi o de introduzir esta lição do passado no decadente mundo da Psicologia moderna:

Se a Psicologia Clínica nos EUA quer-se manter viável e relevante no sistema de saúde moderno, ela tem que publicamente abraçar a ciência.

Será que a neurociência cognitiva aprendeu as lições do passado? Aparentemente não:

Existe um imperativo moral de transformar a arte da psicologia – presentemente em perigo de se desactualizar como as teorias de Freud – numa robusta e valorizada ciência, suportada pelas melhores pesquisas e economia de evidências.

Os editores não identificaram o fundamento para a moral nem para a ciência.


Será que Darwin é o próximo a cair? Será que ele é o vai ser o grande “já-era” no ano de 2020? Certamente que sim.Reparem nos outros deuses do triunvirato, Marx e Freud. Com a excepção de alguns “fortes” académicos (e alguns escritores), os seus vastos impérios foram totalmente destruídos.

Sim, ainda existem ditaduras como a China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte que exteriormente ainda se agarram à imagem de Marx, mas ninguém realmente acredita em coisas como “materialismo dialético” ou a “ditadura do proletariado” (não é assim, Van Jones?).

As bases filosóficas e empíricas para o Marxismo e o Freudismo (se é que alguma vez elas existiram) desmoronaram-se. Hoje em dia se alguém acha que o ateu Marx era brilhante, essa pessoa deveria fazer uma visita de estudo aos gulags (e aos campos de extermínio) e rever o vídeo da queda do Muro de Berlim. Do mesmo modo, se alguém acha que Freud era brilhante, esse alguém deveria ter a sua cabeça examinada.

A eminente queda de Darwin não vai por si só trazer uma nova era de paz intelectual e integridade. O inimigo das nossas almas e adversário de Deus vai-se certificar disso. As más ideologias tem que ser rapidamente substituídas pela Verdade, portanto prepara-te com a Boa Nova e fica firme na Rocha porque muitas pessoas desiludidas com o materialismo vão precisar de Deus.



1. Editorial, Nature 461, 847 (15 October 2009) | doi:10.1038/461847a.

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O brilhantismo de Charles Darwin

Quando em Novembro próximo oferecermos a estudantes universitários 170,000 cópias do livro A Origem das Espécies , eu quero que cada um dos 170 mil estudantes leia o livro todo e não só a Introdução. Eu quero que eles leiam o livro Origem das Espécies minuciosamente.

Quando eu li o livro eu fiquei impressionado com o brilhantismo de Charles Darwin. Se ele fosse vivo, estou certo que ele faria parte dos criativos da Disney, ou faria uma fortuna como um dos roteiristas [eng: screenwriter] dos filmes de ficção científica.

Entre muitas outras coisas, Darwin reparou que os ursos pretos nadam durante horas com a boca aberta, apanhando insectos na água. Ele acreditava que, se eles mantivessem a sua boca aberta o dia todo, todos os dias (durante um longo período de tempo), eles adquiririam “bocas cada vez mais largas até quem uma criatura tão monstruosa como a baleia fosse produzida“.

Os estudantes vão poder ler a sua explicação para o facto de não haver evidências empíricas para a sua teoria – que todas as variedades “intermédias desapareceram – tal como as placas douradas do Mormonismo, que supostamente foram entregues ao Joseph Smith pelo anjo Moroni, “desapareceram”. Há uma diferença fundamental entre as placas douradas e as variedades intermédias. Os mórmones afirmam que só duas placas douradas desapareceram. Darwin disse que milhões de fósseis (aos quais ele chama de “inumeráveis“) se encontram desaparecidos.

Passados 150 anos, os “elos perdidos” ainda se encontram perdidos.

Os estudantes podem ler como a cauda da girafa evoluiu do modo a poder afugentar as moscas. Pensem nos milhões de anos o pobre animal teve que sofrer antes da cauda ter evoluído.

Eles podem também ler como Darwin se questionava se o abutre não ficou calvo (durante os milhões de anos) devido ao facto de constantemente pôr a sua cabeça na carne podre. Darwin aconselhou, no entanto, alguma cautela porque “a cabeça do peru, que come comida limpa, também é calva“. Os estudantes podem também reparar que milhões de homens são calvos e duvidar que tal se deve porque os seus ascendentes esfregavam as suas cabeças na carne em decomposição.

No livro de Darwin, nada é tal como Deus as criou. Deus não só não criou a cauda da girafa de modo a esta afugentar as moscas, como também não criou o abutre e o peru com uma cabeça calva. Em vez disso, toda a criação evoluiu milagrosamente — partindo da boca do urso até a cauda da girafa, tudo evoluiu. Curiosamente, e após milhões e milhões de anos de redundância, tudo atingiu o estado de maturidade precisamente nos nossos dias.

Abram alas, J. R. R. Tolkien, Arthur C. Clark e J. K. Rowling! Estes três escritores juntos não se comparam com Charles Darwin. A maior parte dos fãs dos três escritores mencionados nas linhas de cima sabem que os seus escritos são fantasia, mas os fiéis discípulos de Darwin não sabem o mesmo em relação aos seus escritos.

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Darwin estava errado em relação ao apêndice

O apêndice, esse orgão relegado pelos darwinistas para o estatuto de “orgão vestigial”, está bem vivo e com redobrada consideração.

A “estória” por trás da relação entre o apêndice e os darwinistas é fácil de contar: havendo depositado a sua fé na mitologia darwiniana, e acreditando que as formas de vida são o resultado de processos não-inteligentes, os darwinistas inferiram que, dada essa situação, seria de prevêr a presença no corpo humano de orgãos que tenham perdido a sua função durante os imaginados “milhões de anos”.

Há décadas atrás, os darwinistas elaboram uma lista de supostos “orgãos vestigias” e nessa lista estava incluido o apêndice (além de outros mais). Como geralmente acontece, a ciência destruiu essa crença evolucionista e mostrou que o apêndice afinal tem uma função.

A Science Daily anunciou os resultados do estudo. Conclusão?

Darwin estava errado. O apêndice é muito mais do que apenas um remanescente evolutivo. Não só ele está mais disperso na natureza do que se pensava anteriormente, mas tem estado presente há mais tempo do que se julgava.

Tradução: A teoria da evolução afirmava uma coisa, mas a ciência mostra exactamente o contrário.

Pesquisadores da “Duke University Medical Center” haviam já reportado que o apêndice parece fazer um “reboot” à flora intestinal após uma crise. Desta vez eles partiram do princípio proposto por Darwin segundo o qual o apêndice havia evoluido a partir de um ceco. No entanto eles depararam-se com dois problemas com esta ideia.

Primeiramente, alguns animais possuem um ceco e um apêndice. Não só isso, mas vasta propagação do apêndice na natureza mitiga contra a noção evolutiva de que o mesmo é um orgão sem função e em processo de ser eliminado pela selecção natural. Os pesquisadores da Universidade de Duke acreditam que o apêndice tem uma função no sistema imunitário.

O artigo tentou minimizar o golpe dado a Darwin dizendo que o sábio velhote não tinha dados suficientes à sua disposição. Neste ponto discordo. O Rei David não tinha “dados suficientes à sua disposição”, mas pôde eloquentemente afirmar:

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. - Salmo 139:14

Não foi a “falta de dados” que levou Darwin a imaginar que as formas de vida criaram-se a si mesmas, mas sim a falta de vontade.

Se Darwin estivesse ciente do facto de existirem espécies com um apêndice conectado ao ceco, e do facto do apêndice estar bem dissiminado na natureza, ele não teria pensado que o apêndice era um vestigio da evolução.

Do mesmo modo, se a minha avó não tivesse morrido, ela estaria viva. Claro. A questão não são “os dados disponíveis” no tempo de Darwin, mas sim o que levou o sábio velhote a imaginar uma coisa que a ciência refuta. Claro que não havia dados suficientes para se saber das funções imunitórias do apêndice, mas também não havia dados alguns que o levassem a imaginar que o mesmo era um orgão vestigial. Porque é que ele resolveu acreditar numa coisa sem dados em detrimento de outra opção também sem dados? A resposta é que uma das respostas está de acordo com o naturalismo e a outra não.

Um dos autores do estudo (Dr. William Parker) afirmou que

Se calhar está na hora de se corrigir os livros escolares.

Mais uma vez, os evolucionistas lá vão ter que “desdizer” o que anteriormente era um “facto científico”.

Lembrem-se de estudos científicos como estes da próxima vez que os ateus usarem um “facto científico” como evidência contra a Bíblia.

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Quando Darwin recebe o que pertence a Deus

A RTP2 passou ontem à noite (27 de Abril 2009) um programa onde falava da velocidade dos animais terrestes. Falou-se da velocidade de alguns ursos (>65Km/h), da velocidade de leões e tigres (>70km/h) de alguns canídeos (lobos, etc).

Segundo o supra citado programa, o animal mais rápido sobre a Terra e a chita (Acinonyx jubatus). Este animal consegue atingir a espantosa velocidade de 110km/h (às vezes até mais) quando persegue a sua vítima, embora “só” consiga manter esta velocidade durante cerca de 300/400m.

Por cada passada que ela dá, a chita consegue percorrer cerca de 8 metros (!). Todo o seu corpo está arquitetado para a velocidade e para a caça:

* Corpo franzino e ossos leves
* Narinas largas para maior absorção de oxigénio
* Cauda forte que serve de “leme” durante a corrida
* Unhas semi-retráteis (ajudam-na a “agarrar” o solo)
* Manchas escuras junto à vista, como forma de não ser afectada pelo luz durante a corrida.

Todo este aparato e design estão feitos para permitir à chita perseguir com sucesso a sua presa.O programa, claro está, falou em “design“, “engenharia“, “estrutura“, “performance” e muitas outras palavras que claramente apontam para design inteligente, mas quando chegou a hora de falar sobre as origens do dito animal, o comentador disse algo como:

A evolução consegui aperfeiçoar este animal de uma forma impressionante.

E pronto. Com a palavra mágica “evolução” escusa-se de explicar como as complexas e interdependentes estruturas da chita podem ter surgido como resultado de forças aleatórias.Evidências? Mecanismos? Não, nada disso. A teoria da evolução não precisa disso. Com a teoria da evolução basta dizer “evoluiu” para se “explicar” as origens que qualquer sistema biológico.

A teoria da evolução é como um filme de suspense. Nós vamos vendo o filme e as evidências vão acumulando na direcção de um suspeito. Quando chegamos ao final do filme, há um “volte-face” totalmente inesperado e afinal o suspeito é inocente, e a culpada é outra pessoa qualquer.No que toca às origens da biosfera passa-se o mesmo. Nós vamos recolhendo evidências e observando sistemas, caminhando calmamente para a posição que suporta o design inteligente. Vêmos informação codificada, estruturas interdependentes, mecanismos de conversão de nutrientes, mecanismos de visão, engenharia celular, e muitas outras coisas que normalmente estão associadas ao design inteligente.Quando o trabalho está todo feito e estamos prontos para concluir “design”, lá vem o evolucionista afirmar “impressionante como tudo isto surgiu por acaso, como consequência de milhões de anos e milhões de mutações aleatórias!!“Esta declaração filosófica nada acrescenta ao nosso conhecimento científico, mas o evolucionista, sabendo o que está em jogo, gosta de pôr esta cereja podre por cima do bolo da criação.A pergunta fica: porque é que Darwin recebe a glória que é devida a Deus?

Isaías 62: 2
A Minha Mão fez todas essas coisas, e assim todas elas vieram a existir, diz o Senhor.

Isaías 44:24
Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que Sozinho estendi os céus, e espraiei a terra.

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Obrigado Charles Darwin

Este post é uma resposta ao post do Barros intitulado de “Obrigado, Senhor“. Pelo endereço do post, pode-se vêr que o título actual não era o original. Pergunto-me o que levou o Barros a mudar o título para o actual.

No post supracitado o Barros culpa o Deus da Bíblia pelas calamidades naturais, pelas guerras supostamente feitas no Seu Nome, na morte de inocentes e no sofrimento daqueles que estão em estados terminais. O que está subentendido no post é que existe algo de errado com o sofrimento humano. O Barros infelizmente não disse qual era o problema do sofrimento humano, e nem disse o porquê da moralidade que ele subsecreve se aplicar aos outros. Afinal, embora para a moral do Barros a morte de inocentes seja uma coisa má, como Deus supostamente não existe (o que implica que a moralidade seja relativa) então se calhar a morte de inocentes seja uma coisa boa para outras pessoas.

O mais irónico disto tudo é que, segundo a religião que o Barros subescreve, a morte, a fome e as guerras são coisas boas. Charles Darwin disse:

“Thus, from the war of nature, from famine and death, the most exalted object which we are capable of conceiving, namely. the production of the higher animals, directly follows. There is grandeur in this view of life” – (Origin, 1st. Edition 1859).

Se o próprio Charles Darwin diz que a morte, as guerras e a fome causaram o aparecimento dos “higher animals” (o que inclui o ser humano), porque é que o Barros contradiz o santo Darwin?

Este post, é portanto, a minha resposta humilde ao seu post.

Obrigado pela tua teoria, Charles Darwin

 

1. Graças a ela nós podemos justificar a bestialidade. Afinal se nós somos todos animais, quem é que pode proibir um homem de ter relações sexuais com uma cabra?

“This does not make sex across the species barrier normal, or natural, whatever those much-misused words may mean, but it does imply that it ceases to be an offence to our status and dignity as human beings.”

2. Graças a tua teoria, Charles Darwin, podemos pôr um ser humano numa jaula como se ele fosse um animal:

One of the most fascinating stories about the effects of evolution on human relations is the story of Ota Benga, a pygmy who was put on display in a zoo as an example of an evolutionarily inferior race. The incident clearly reveals the racism of evolutionary theory and the extent to which the theory gripped the hearts and minds of scientists.

3. Graças à tua teoria, Darwin, podemos justificar a infidelidade matrimonial:

The second is the more primitive one of scattering his seed wherever and whenever he gets the chance. If he finds himself in the company of an adult female who is not his family partner, he may feel the urge to engage in a brief bout of sexual activity with her, even if he will never encounter her again.

4. Graças à tua teoria, Darwin, podemos também justificar a violação como uma “adaptação evolutiva”:

There is obviously some evolutionary basis to rape just like there is some evolutionary basis to all aspects of living things. In the book we narrow it down to two plausible specific evolutionary reasons for why we are a species in which rape occurs. One is just a by-product of evolved differences between the sexualities of males and females. Or, two, rape might be an adaptation. There might have been selection favouring males who raped under some circumstances in the past. And therefore there might be some aspects of male brains designed specifically to rape under some conditions.

5. Muito obrigado pela tua teoria, Darwin, porque sem ela provavelmente nunca haveria fundamento “científico” para a eliminação sistemática de mais de 6 milhões de judeus:

“The German Führer, as I have consistently maintained, is an evolutionist; he has consciously sought to make the practice of Germany conform to the theory of evolution.” – Sir Arthur Keith, Evolution and Ethics, 1947, p. 14

Darwin classificou os africanos e os nativos australianos de raças inferiores. Hitler apenas acrescentou os judeus a essa lista.

Obrigado Charles Darwin. O século 20 seria bem diferente sem a tua teoria.

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O Racismo Evolutivo da Darwin e Hitler

Adolf Hitler’s Mein Kampf was a work which contained evolutionary racism.[1] In his work Mein Kampf, Hitler wrote of “Monstrosities halfway between man and ape” and decried Christians going to “Central Africa” to set up “Negro missions,” which Hitler stated resulted in the turning of “healthy . . . human beings into a rotten brood of bastards.”[2]Adolf Hitler also wrote the following evolutionary racist statement in Mein Kampf:

“The stronger must dominate and not blend with the weaker, thus sacrificing his own greatness. Only the born weakling can view this as cruel, but he, after all, is only a weak and limited man; for if this law did not prevail, any conceivable higher development (Hoherentwicklung) of organic living beings would be unthinkable.”[3]

Charles Darwin was also an evolutionary racist.[4][5]Prominent evolutionist Richard Dawkins stated:

“What’s to prevent us from saying Hitler wasn’t right? I mean, that is a genuinely difficult question.”[6]

Não, não é uma questão difícil se levarmos em conta a Palavra do Criador. No entanto, como os ateus acreditam que o mundo criou-se a si mesmo, então é perfeitamente normal eles não verem nada de mal no que Hitler fêz.

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Mais Problemas Para a Evolução das Áves

Uma das coisas que mais gosto da teoria da evolução é como a esmagadora maioria das evidências contra ela é descoberta por outros evolucionistas. Há um livro chamado de “The Biotic Message” onde o autor (Walter ReMine) propõe uma nova teoria científica chamada de “Message Theory”.

Um dos factos que tornam o livro interessante é o de ele construir todo o seu caso contra Darwin citando apenas evolucionistas. Claro que todas as citações estão “fora do contexto”, e claro que o evolucionista citado na verdade tinha em mente exactamente o contrário daquilo que o Walter queria passar. Já sabemos como a mente darwinista funciona.

A ciência está em grande dívida para com os evolucionistas que não têm medo de falar sobre os imensos problemas com a teoria da evolução.

O mesmo se passa com os evolucionistas citados neste artigo.

O que se passa é que os evolucionistas estão a apontar para mais uma falha na imaginada evolução dos dinossauros para pássaros. Segundo a reportagem da PhysOrg, Robert Nudds da “University of Manchester” e Gareth Dyke da “University College Dublin” chamaram a atenção para o “óbvio, mais até hoje, negligenciado facto de os pássaros modernos não oferecerem muitas pistas sobre a forma como eles chegaram ao actual estado das suas habilidades voadoras“.

A ponto específico é: como é que elas aprenderam a bater as asas ao mesmo tempo (simetricamente)? Os animais terrestes, incluindo o suposto ancestral das áves, o dinossauro, movem as suas pernas de forma alternada e assimétrica enquanto caminham. Um dinossauro corredor, mesmo que tivesse asas, não teria os movimentos certos que lhe possibilitassem levantar vôo. Os confundidos cientistas consideram este dado como sendo um problema chave da evolução dinossauro-pássaro. O pesquisador Nudds afirmou:

As áves são modelos pobres dos seus ancestrais não-voadores. Elas estão num estado morfológico avançado no que toca ao desenvolvimento das capacidades voadoras. Elas possuem distinta musculação aviária.

Por outras palavras, ao analisarmos as áves modernas, não conseguimos de forma alguma vêr como é que o mecanismo de “bater as asas” pode ter evoluído de um animal que se movia na terra.

A equipa de investigadores especulou inicialmente que os dinosauros que viviam nas árvores podem ter dado origem ao batimento de asas simétrico, uma vez que os que vivem nas árvores poderiam ter mantido os membros juntos enquanto saltavam de ramo para ramo. O problema é que o registo fóssil da suposta evolução dinossauro-áve “sugere” que as áves evoluiram de animais terrestes e não de animais qye viviam nas árvores.

Sem terem resolvido o problema, os cientistas eventualmente concluiram que “mesmo movimentos assimétricos moderados são o suficiente“. Isto essencialmente ignora a sua falta de resposta, e contradiz o seu ponto original.

Se calhar o batimento de asas é a consequência de uma série de modificações graduais na forma e no movimento das asas.

Et voilá. Aquilo que era um problema deixou de o ser devido a poção mágica com o nome de “modificações graduais”.

Mesmo identificando um problema sério na imaginada evolução das áves, estes pesquisadores avançam com uma “solução” como forma de suster a sua fé em Darwin. Noções vagas e imaginativas sobre “modificações graduais” podem ser importadas para resolver qualquer problema em torno da teoria da evolução. De facto, podemos até escolher aleatoriamente dois animais e “imaginar” o elo comum, tentando explicar que a transição de um para o outro é o efeito de “modificações graduais”.

Mecanismos? Evidência? Isso são coisas do passado. A teoria da evolução não precisa dessas coisas. Basta só dizer “modificações graduais” e está “explicado”.

Estas fantasias mascaradas de “ciência” só convencem quem já está convertido, uma vez que o céptico facilmente pode vêr que a “explicação” não explica nada.

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O Verdadeiro Motivo da Popularidade de Darwin

Já ouviste falar nas inúmeras celebrações em torno da pessoa de Darwin que vão ser feitas um pouco por todo o mundo durante o ano de 2009?

A Nature emitiu uma edição especial que mostrava a vida, a ciência, e o legado de Charles Darwin. O “Natural History Museum” (Londres) dedicou um site onde era promovido um programa nacional de eventos celebrando as ideias científicas de Darwin. Museus, universidades, e organizações científicas estão a juntar esforços a nível global para promover Darwin através de exibições, palestras e conferências.

Há eventos planeados em países como os EUA, o RU (Reino Unido), Austrália, China, Coreia do Sul, Portugal, Alemanha, Egipto e Hong Kong. Até mesmo exibições artísticas e festivais musicais vão dispôr pinturas, esculturas e trabalho orquestral a louvar Darwin e a sua teoria da evolução.

Estes eventos são no mínimo curiosos.

Porque é que o mundo está envolvido numa tal euforia em torno de Darwin, quando hoje se sabe que a maioria das coisas que Darwin disse estão erradas? Porque é que cientistas como Sir Isaac Newton, Louis Pasteur, James Maxwell, Albert Einstein ou Gregor Mendel não capturam a imaginação mundial como Darwin? Porque é que homens que de facto fizeram verdadeiro trabalho científico não são alvo do louvor que Darwin recebe?

Isso deve-se ao facto de que as celebrações em torno de Darwin não são devido à sua ciência.

Para melhor vêrmos isso, basta vêr quem é que está a louvar Darwin.

A União Internacional de Humanistas honra Darwin porque, segundo as suas próprias palavras, a teoria da evolução “tornou deuses criadores numa redundância“. Tomem nota: a evolução torna o Criador “Redundante”.

Sir Julian Huxley (neto do T.H. Huxley, o chamado “Darwin’s bulldog”), disse que o “Darwinismo removeu da esfera da discussão racional a ideia de Deus como o Criador dos organismos“. Sublinhem: Darwin removeu Deus.

O sumo sacerdote do ateísmo contemporâneo, Clinton Richard Dawkins, afirma queDarwin tornou possível ser-se um ateu intelectualmente realizado“. Por outras palavras, a teoria da evolução facilitou a vida do ateu. Will Provine confirma isto ao afirmar que a “evolução é o maior motor para o ateísmo alguma vez inventado“.

Conclusão
O que é que se conclui com estas palavras ditas por eminentes evolucionistas? A conclusão óbvia é que as suas celebrações não têm nada a ver com a ciência, mas sim com religião. A promoção da teoria da evolução é uma forma de lutar contra o Criador, e não uma forma de elevar o conhecimento cientifico da população.

Isto é algo que os cristãos que pactuam com a teoria da evolução têm que levar em conta. Para quê promover uma religião alternativa se já se sabe a Verdade? Para quê promover uma filosofia que não têm evidências nenhumas do seu lado, quando a Bíblia já nos reporta os factos tal como eles aconteceram?

Não há necessidade.

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O contributo da Darwin para a ciência


Se a imagem estiver muito pequena, podem vêr a imagem original aqui.

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Homenagem a Darwin

Como forma de homenagiar o homem que quebrou toda o pensamento lógico do mundo ocidental, e sugeriu que as formas de vida são o resultado do acaso, eis aqui alguns desenhos em sua honra e louvor.

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