Posts Tagged Darwinismo Social
Imagem: Aborto, Eutanásia e Pecadores
Maio 9, 2009 às 13:17 · Arquivada em Bíblia, Pecado ·Tagged Aborto, Darwinismo Social, Deus, Imagens
Obrigado Charles Darwin
Abril 25, 2009 às 00:59 · Arquivada em Religião, Sociedade ·Tagged Darwin, Darwinismo, Darwinismo Social, Debates
Este post é uma resposta ao post do Barros intitulado de “Obrigado, Senhor“. Pelo endereço do post, pode-se vêr que o título actual não era o original. Pergunto-me o que levou o Barros a mudar o título para o actual.
No post supracitado o Barros culpa o Deus da Bíblia pelas calamidades naturais, pelas guerras supostamente feitas no Seu Nome, na morte de inocentes e no sofrimento daqueles que estão em estados terminais. O que está subentendido no post é que existe algo de errado com o sofrimento humano. O Barros infelizmente não disse qual era o problema do sofrimento humano, e nem disse o porquê da moralidade que ele subsecreve se aplicar aos outros. Afinal, embora para a moral do Barros a morte de inocentes seja uma coisa má, como Deus supostamente não existe (o que implica que a moralidade seja relativa) então se calhar a morte de inocentes seja uma coisa boa para outras pessoas.
O mais irónico disto tudo é que, segundo a religião que o Barros subescreve, a morte, a fome e as guerras são coisas boas. Charles Darwin disse:
“Thus, from the war of nature, from famine and death, the most exalted object which we are capable of conceiving, namely. the production of the higher animals, directly follows. There is grandeur in this view of life” – (Origin, 1st. Edition 1859).
Este post, é portanto, a minha resposta humilde ao seu post.
Obrigado pela tua teoria, Charles Darwin
1. Graças a ela nós podemos justificar a bestialidade. Afinal se nós somos todos animais, quem é que pode proibir um homem de ter relações sexuais com uma cabra?
“This does not make sex across the species barrier normal, or natural, whatever those much-misused words may mean, but it does imply that it ceases to be an offence to our status and dignity as human beings.”
2. Graças a tua teoria, Charles Darwin, podemos pôr um ser humano numa jaula como se ele fosse um animal:
One of the most fascinating stories about the effects of evolution on human relations is the story of Ota Benga, a pygmy who was put on display in a zoo as an example of an evolutionarily inferior race. The incident clearly reveals the racism of evolutionary theory and the extent to which the theory gripped the hearts and minds of scientists.
3. Graças à tua teoria, Darwin, podemos justificar a infidelidade matrimonial:
The second is the more primitive one of scattering his seed wherever and whenever he gets the chance. If he finds himself in the company of an adult female who is not his family partner, he may feel the urge to engage in a brief bout of sexual activity with her, even if he will never encounter her again.
4. Graças à tua teoria, Darwin, podemos também justificar a violação como uma “adaptação evolutiva”:
There is obviously some evolutionary basis to rape just like there is some evolutionary basis to all aspects of living things. In the book we narrow it down to two plausible specific evolutionary reasons for why we are a species in which rape occurs. One is just a by-product of evolved differences between the sexualities of males and females. Or, two, rape might be an adaptation. There might have been selection favouring males who raped under some circumstances in the past. And therefore there might be some aspects of male brains designed specifically to rape under some conditions.
5. Muito obrigado pela tua teoria, Darwin, porque sem ela provavelmente nunca haveria fundamento “científico” para a eliminação sistemática de mais de 6 milhões de judeus:
“The German Führer, as I have consistently maintained, is an evolutionist; he has consciously sought to make the practice of Germany conform to the theory of evolution.” – Sir Arthur Keith, Evolution and Ethics, 1947, p. 14
Darwin classificou os africanos e os nativos australianos de raças inferiores. Hitler apenas acrescentou os judeus a essa lista.
Obrigado Charles Darwin. O século 20 seria bem diferente sem a tua teoria.
Ateu Dawkins não quer moralidade baseada na evolução
Abril 21, 2009 às 03:16 · Arquivada em Bíblia, Sociedade ·Tagged Darwinismo, Darwinismo Social, Dawkins
‘… any kind of politics that is based on Darwinism for me would be bad politics, it would be immoral. Putting it another way, I’m a passionate Darwinian when it comes to science, when it comes to explaining the world, but I’m a passionate anti-Darwinian when it comes to morality and politics.’
Existem altos custos para a aceitação da teoria da evolução na sociedade, e Dawkins sabe disso. Como tal, Dawkins quer limitar a teoria apenas e só para a ciência.
O problema claro está é que isso é quase impossível. Quem acredita que o mundo é o resultado de design vindo de Um Deus Bom, vai condicionar o seu comportamento de acordo a isso. No entanto, quem acredita que o ser humano é apenas mais um animal no grande esquema da vida vai-se comportar de forma totalmente diferente.
Ideias têm consequências e a teoria da evolução tem consequências sociais devastadoras.
O Racismo Evolutivo da Darwin e Hitler
Abril 18, 2009 às 11:25 · Arquivada em Biologia, Ciência, Pecado ·Tagged Ateísmo, Darwin, Darwinismo, Darwinismo Social, Dawkins, Hitler, Racismo
Adolf Hitler’s Mein Kampf was a work which contained evolutionary racism.[1] In his work Mein Kampf, Hitler wrote of “Monstrosities halfway between man and ape” and decried Christians going to “Central Africa” to set up “Negro missions,” which Hitler stated resulted in the turning of “healthy . . . human beings into a rotten brood of bastards.”[2]Adolf Hitler also wrote the following evolutionary racist statement in Mein Kampf:
“The stronger must dominate and not blend with the weaker, thus sacrificing his own greatness. Only the born weakling can view this as cruel, but he, after all, is only a weak and limited man; for if this law did not prevail, any conceivable higher development (Hoherentwicklung) of organic living beings would be unthinkable.”[3]
Charles Darwin was also an evolutionary racist.[4][5]Prominent evolutionist Richard Dawkins stated:
“What’s to prevent us from saying Hitler wasn’t right? I mean, that is a genuinely difficult question.”[6]
Não, não é uma questão difícil se levarmos em conta a Palavra do Criador. No entanto, como os ateus acreditam que o mundo criou-se a si mesmo, então é perfeitamente normal eles não verem nada de mal no que Hitler fêz.
Resposta ao Ludwig: Quem é Humano?
Março 6, 2009 às 03:16 · Arquivada em Bíblia, Pecado, Sociedade ·Tagged Darwinismo Social, Debates, Deus, Inferno
Comentário às respostas que o Ludwig deu neste post.
«Graças a Deus, tu não vives de acordo com as ramificações da teoria da evolução, e como tal, não creio que sejas neo-nazi ou genocida.»Eu parto do princípio que todos os animais merecem consideração em proporção à sua capacidade para sentir.”
Como é que tu medes quem sente mais ou quem sente menos? Tens forma de quantificar a dôr (física ou emocional?)Segundo, acho muito suspeito que se confira mais consideração só porque esta ou aquela forma de vida tenha mais capacidade de “sentir”.
Não exijo que nenhum tenha sido criado por um deus antes de ter consideração por ele.
A ramificação disto é que amanhã podes usar OUTRO critério como forma de conferires dignidade aos outros.Hoje usas a “dôr”, mas quem sabe o que vais usar amanhã? Talvez uses a côr dos olhos, ou a altura, ou o hálito. Com os seres humanos nunca se sabe.Repito o que disse: rejeitanto a definição do Criador sobre quem é humano ou quem não é, ficámos à deriva sobre esse assunto. A consequência desta posição é que pessoas como o ateu Stalin podem decidir que esta ou aquela pessoa não é humana, ou o evolucionista Hitler pode decidir que esta ou aquela pessoa não é bem humana, mas sim um ser inferior.Felizmente, a maioria dos evolucionistas não vive de acordo com as ramificações da sua teoria.
Penso que o problema que tu vês não é com o facto da evolução mas com o teu juízo de valor que só merece consideração quem foi criado à imagem fictícia do teu deus. Isso sim, dá muitos problemas
Só merece consideração e qualificação de “humano” quem o Criador diz que é humano.
Contrariamente ao que os espanhóis estão a fazer, por mais que se dêem “direitos humanos” aos símios, eles não vão ser humanos. Pergunto-me se eles vão chamar a polícia se dois macacos se envolverem à porrada.Com a evolução, cada um decide quem é humano. Tu usas o critério da dôr, mas outro evolucionista pode usar a côr do cabelo, ou afiliação clubística, ou outra coisa qualquer.Sem Deus, ficámos à mercê das opiniões humanas sobre quem é e quem não é humano. Consequências? Gulags, Treblinka, etc, etc.
“Penso que se tirasses o naríz da tua bíblia e olhasses em volta verias que essa tua atitude de cumplicidade passiva para com atrocidades, mesmo que imaginárias, é terrivelmente imoral e um dos grandes problemas da religião”
“Imoral” segundo a moralidade de quem? A tua moral? Mas quem disse que a tua moral se aplica a mim?
«Eu também não “proponho” [torturar pessoas para toda a eternidade], mas como não fui eu que fiz o universo, a minha opinião é irrelevante. Quem fêz o universo é que estabelece os parâmetros.»
Ah, a velha questão do inferno continua a deixar os ateus desconfortáveis. Ainda bem, porque é um assunto da maior seriedade. Aliás, quem me dera que os cristãos estivessem mais desconfortáveis em relação a esse assunto.Repito o que disse: eu não me alegro quando sei que há pessoas a sofrer torturas inimagináveis no inferno pelo facto de terem rejeitado todo o conhecimento que Deus lhes deu. No entanto, aquilo que eu “sinto” é absolutamente irrelevante porque o universo não é meu. Quem fêz o universo é Quem decide como é que ele deve operar.Se as pessoas vão parar ao inferno não é porque Deus não é Bom, mas sim porque essas pessoas rejeitaram as evidências que Deus lhes deu.Portanto, em vez de apontares o dedo à moral alheia por ela acreditar em justiça Divina, se calhar deverias virar o dedo 180º graus, e apontar noutra direcção.
Como Justificar Assassínio com o Darwinismo
Fevereiro 20, 2009 às 09:14 · Arquivada em Biologia, Sociedade ·Tagged Ateísmo, Darwinismo, Darwinismo Social, Videos
Bébe Nascido Vivo Atirado Para o Lixo
Fevereiro 9, 2009 às 03:16 · Arquivada em Pecado, Sociedade ·Tagged Aborto, Darwinismo, Darwinismo Social
Notícias como esta são absolutamente horriveis. Será isto mais uma consequência da crença que afirma que o homem nada mais é que uma composição aleatória de químicos?
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Lawsuit: Florida Clinic Botched Abortion, Threw Out Live Baby
Thursday , February 05, 2009
TAMPA, Florida — Eighteen and pregnant, Sycloria Williams went to an abortion clinic outside Miami and paid $1,200 for Dr. Pierre Jean-Jacque Renelique to terminate her 23-week pregnancy.
Three days later, she sat in a reclining chair, medicated to dilate her cervix and otherwise get her ready for the procedure.
Only Renelique didn’t arrive in time. According to Williams and the Florida Department of Health, she went into labor and delivered a live baby girl.
What Williams and the Health Department say happened next has shocked people on both sides of the abortion debate: One of the clinic’s owners, who has no medical license, cut the infant’s umbilical cord. Williams says the woman placed the baby in a plastic biohazard bag and threw it out.
BLOG: Click here to read Dr. Manny’s take on this.
Police recovered the decomposing remains in a cardboard box a week later after getting anonymous tips.
“I don’t care what your politics are, what your morals are, this should not be happening in our community,” said Tom Pennekamp, a Miami attorney representing Williams in her lawsuit against Renelique and the clinic owners.
The state Board of Medicine is to hear Renelique’s case in Tampa on Friday and determine whether to strip his license. The state attorney’s homicide division is investigating, though no charges have been filed. Terry Chavez, a spokeswoman with the Miami-Dade County State Attorney’s Office, said this week that prosecutors were nearing a decision.
Renelique’s attorney, Joseph Harrison, called the allegations at best “misguided and incomplete” in an e-mail to The Associated Press. He didn’t provide details.
The case has riled the anti-abortion community, which contends the clinic’s actions constitute murder.
“The baby was just treated as a piece of garbage,” said Tom Brejcha, president of The Thomas More Society, a law firm that is also representing Williams. “People all over the country are just aghast.”
Even those who support abortion rights are concerned about the allegations.
“It really disturbed me,” said Joanne Sterner, president of the Broward County chapter of the National Organization for Women, after reviewing the administrative complaint against Renelique. “I know that there are clinics out there like this. And I hope that we can keep (women) from going to these types of clinics.”
According to state records, Renelique received his medical training at the State University of Haiti. In 1991, he completed a four-year residency in obstetrics and gynecology at Interfaith Medical Center in New York.
New York records show that Renelique has made at least five medical malpractice payments in the past decade, the circumstances of which were not detailed in the filings.
Several attempts to reach Renelique were unsuccessful. Some of his office numbers were disconnected, no home number could be found and he did not return messages left with his attorney.
Williams struggled with the decision to have an abortion, Pennekamp said. She declined an interview request made through him.
She concluded she didn’t have the resources or maturity to raise a child, he said, and went to the Miramar Women’s Center on July 17, 2006. Sonograms indicated she was 23 weeks pregnant, according to the Department of Health. She met Renelique at a second clinic two days later.
Renelique gave Williams laminaria, a drug that dilates the cervix, and prescribed three other medications, according to the administrative complaint filed by the Health Department. She was told to go to yet another clinic, A Gyn Diagnostic Center in Hialeah, where the procedure would be performed the next day, on July 20, 2006.
Williams arrived in the morning and was given more medication.
The Department of Health account continues as follows: Just before noon she began to feel ill. The clinic contacted Renelique. Two hours later, he still hadn’t shown up. Williams went into labor and delivered the baby.
“She came face to face with a human being,” Pennekamp said. “And that changed everything.”
The complaint says one of the clinic owners, Belkis Gonzalez came in and cut the umbilical cord with scissors, then placed the baby in a plastic bag, and the bag in a trash can.
Williams’ lawsuit offers a cruder account: She says Gonzalez knocked the baby off the recliner chair where she had given birth, onto the floor. The baby’s umbilical cord was not clamped, allowing her to bleed out. Gonzalez scooped the baby, placenta and afterbirth into a red plastic biohazard bag and threw it out.
No working telephone number could be found for Gonzalez, and an attorney who has represented the clinic in the past did not return a message.
At 23 weeks, an otherwise healthy fetus would have a slim but legitimate chance of survival. Quadruplets born at 23 weeks last year at The Nebraska Medical Center survived.
An autopsy determined Williams’ baby — she named her Shanice — had filled her lungs with air, meaning she had been born alive, according to the Department of Health. The cause of death was listed as extreme prematurity.
The Department of Health believes Renelique committed malpractice by failing to ensure that licensed personnel would be present when Williams was there, among other missteps.
The department wants the Board of Medicine, a separate agency, to permanently revoke Renelique’s license, among other penalties. His license is currently restricted, permitting him to only perform abortions when another licensed physician is present and can review his medical records.
Should prosecutors file murder charges, they’d have to prove the baby was born alive, said Robert Batey, a professor of criminal law at Stetson University College of Law in Gulfport. The defense might contend that the child would have died anyway, but most courts would not allow that argument, he said.
“Hastening the death of an individual who is terminally ill is still considered causing the death of that individual,” Batey said. “And I think a court would rule similarly in this type of case.”
O Enigma de Darwin
Fevereiro 8, 2009 às 03:16 · Arquivada em Bíblia, Sociedade ·Tagged Criação, Darwin, Darwinismo Social, Deus, Filosofia
Perguntou-Lhe Pilatos: “Que é a verdade?”
Como é que sabes que aquilo que tu sabes é realmente verdade? Charles Darwin perguntou-se isso mesmo, e a resposta à sua pergunta revela muita coisa sobre o debate em torno das nossas origens.
Uma vez que Darwin não tinha educação formal em ciência, o seu argumento a favor da evolução baseou-se na filosofia e não na ciência. A Filosofia e a Teologia eram, afinal, as disciplinas onde Darwin tinha formação.
Este fundo académico conduziu-o a fazer uma pergunta importante:
“The horrid doubt always arises whether the convictions of man’s mind, which was developed from the mind of lower animals, are of any value or at all trustworthy. Would anyone trust in the convictions of a monkey’s mind, if there were any convictions in such a mind?”
Por outras palavras, o que Darwin estava a afirmar é que, se a sua teoria fosse verdade, ela era o produto de uma mente não muito maior que a mente de um macaco. Quem, incluindo Darwin, poderia confiar numa mente assim?
A única forma através da qual os pensamentos humanos podem ser postos bem acima dos “pensamentos” dos animais é se a Criação é verdade.
A inferência óbvia é a de que, para podermos confiar naquilo que se passa no nosso cérebro, temos que rejeitar o naturalismo/ateísmo/evolucionismo, e aceitar a Verdade Bíblica que afirma que nós fomos criados à Imagem do Deus.
Os ateus por vezes afirmam que os cristãos não são “neutros” ou “imparciais” na forma de pensar uma vez que nós assumimos à partida a Bíblia como Verdade. A explicação para isso é simples: se nós não assumirmos a Bíblia como Verdade à partida, nós não temos fundamento nenhuma que justifique as nossas capacidades cognitivas.
Tal como foi aludido em cima, se a nossa mente é apenas o resultado de um processo evolutivo aleatório, não direccionado, não planeado, porque é que deveríamos confiar no que lá se passa? Se o nosso cérebro é apenas uma junção fortuita de químicos, quem é que me garante que os químicos no meu cérebro estão “organizados” da forma correcta? (Alguns ateus dizem que os químicos do meu cérebro não estão organizados da forma certa, mas isso é outro assunto!)
A única forma de eu poder confiar no que se passa na mente de um ateu é se eu assumir que o seu cérebro, tal como o meu, é o resultado de design inteligente, e que as leis da lógica que funcionam no seu cérebro aplicam-se a todos os seres humanos.
Ao afirmar que fomos criados à Imagem de Deus, A Bíblia é único Livro que oferece uma plataforma lógica para se confiar nas capacidades cognitivas do ser humano. Se eu rejeito a Bíblia como Factual em todos os assuntos a que alude (especialmente no que toca às nossas origens) eu fico sem forma de justificar o pensamento humano. Eu tenho que assumir a Bíblia se quero criticar a Bíblia.
Não é por acaso que, à medida que a fé na teoria que afirma as origens “animais” do ser humano aumenta, o ser humano cada vez mais se comporta como um animal.
Soltem os prisioneiros
Janeiro 10, 2009 às 16:20 · Arquivada em Bíblia, Sociedade ·Tagged Bíblia, Darwinismo, Darwinismo Social, Naturalismo, Prisões
Todos os sistemas jurídicos do mundo civilizado funcionam sob a presopusição que o homem é algo mais para além da sua componente física/material. Todos os sistemas jurídicos assumem que o homem pode livremente escolher entre os comportamentos que vai adoptar, e que a sua escolha é independente da sua composição material. Um homem com menos um braço ou menos uma perna não é mais nem menos susceptível de cometer crimes que uma pessoa anatomicamente completa. Um loiro não é mais susceptível de mentir do que uma pessoa de etnia chinesa.
Isto levanta várias questões uma vez, que segundo o materialismo, tudo o que nós somos é apenas matéria e nada mais. Segundo o naturalismo/materialismo, não existe nenhuma componente imaterial no ser humano, e como tal, a forma como nós agimos é apenas reacção resultante do alinhamento químico do nosso corpo. Não existe o livre arbítrio e portanto as pessoas não têm culpa da forma como agem.
Se esta posição fosse levada a sério (ou, usando uma palavra tanto do gosto dos críticos da Bíblia, “literalmente”), e as pessoas começassem a acreditar que tudo o que nós somos é máquinas sem vontade própria, o que fazer com as cadeias? Deveriamos abrir as cadeias e deixar todos os condenados voltar para a sociedade? Afinal de contas, segundo o naturalismo, eles não podem ser culpados de violações, assassínions e furtos, certo? Todas essas actividades são o resultado de forças que eles não podem controlar.
Como seria caótica uma sociedade que fosse totalmente regida sob um sistema jurídico baseado no darwinismo/naturalismo/materialismo.
Felizmente, tal como acontece no ciência, quando se começam a lidar com assuntos sérios e dados reais, o naturalismo tem que ser posto de parte.
Para grande alívio das sociedades, as leis vigentes operam segundo princípios que estão de acordo com a visão Bíblica da natureza do homem.
O homem é uma criatura materialmente ligada às outras formas de vida, mas espiritualmente ligada a Deus. Nós temos uma alma um espírito e um corpo. Nós temos o livre arbítrio e temos a força para escolhermos entre o bem o mal. Os nossos sistemas jurídicos punem quem livremente escolhe violar as normas legais.
Essa punição seria totalmente ilógica se o naturalismo/materialismo/darwinismo estivessem se acordo com a realidade.
Deuteronómio 30:19
O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência,
O Evangelho Segundo Ludwig Krippahl
Dezembro 27, 2008 às 21:44 · Arquivada em Sociedade ·Tagged Ateísmo, Crianças, Darwinismo Social, Debates
No post intitulado de “Torce Palavras” o ateu evolucionista Ludwig tenta responsabilizar a Deus pela morte de crianças, ou pelo menos tenta responsablizar a Deus por não ter prevenido as mortes de crianças como resultado de explosões de minas.
Do ponto de vista Bíblico a morte que qualquer pessoa é algo que Deus não se agrada. Ele diz:
Ezekiel 18:23. Tenho Eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?
Ezekiel 33.11 Dize-lhes: Vivo Eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva.
Se Deus não se agrada da morte daqueles que estão de costas voltadas para Ele (os impios), muito menos Ele se agradará da morte de crianças inocentes. Convém lembrar ao Ludwig que essas crianças morrem devido a minas que seres humanos colocam em zonas onde crianças podem passar.
Nesse mesmo post ele responde ao que eu escrevi:
«As crianças que pisam minas foram eliminadas pela selecção natural. Claramente elas não eram aptas para a sobrevivência.»
Estás a confundir duas coisas muito diferentes. Sobrevivência e aptidão, no sentido evolucionario, são conceitos muito diferentes. Um salmão que fertiliza cem mil ovos e morre é muito apto e não sobrevive. Uma tartaruga estéril que vive duzentos anos é um excelente sobrevivente mas tem aptidão nula.”
Se o homem faz parte da natureza, e tudo o que ele faz é “natural” (como a homosexualidade e a pedofilia), então as ramificações dos actos “normais” do homem (o que inclui pôr minas onde crianças possam passar) fazem parte do mesmo processo “natural” que causou a existência do homem. Porque é que o Ludwig se insurge contra um leque de “actos naturais” mas não contra os outros? Dentro da visão darwinista ateísta a morte de uma criança é normal e natural. Não é nem bom nem mau: é a natureza a agir de acordo com as suas leis naturais.
Mais importante, estás a confundir o que é com o que deve ser. Crianças morrem, doenças aparecem, desgraças acontecem. Há pessoas boas e más.
Como é que a existência de “pessoas más e pessoas boas” anula o meu ponto inicial, nomeadamente, que dentro do ateísmo darwinista a morte de crianças devido a bombas é um acto natural, normal e moralmente neutro? Dentro do ateísmo darwinista, quem é “bom” e quem é “mau”?
Mas a questão é se alguém omnipotente e omnisciente mandasse nisto e pusesse as coisas como deve ser, não seriam diferentes?
Como é normal, escusa-se a responder como é que o ateísmo justifica a consternação perante a morte de crianças. e lança mais um ataque a quem ele acredita que não existe.
Se Deus fosse eliminar todo o mal que existe no mundo a partir do momento que ele fosse gerado, não haveriam de existir seres humanos. Pensemos nas vezes que nós todos mentimos, roubamos, lançamos olhares maliciosos a pessoas atractivas, fechamos os olhos perante injustiças, respondemos torto sem necessidade e tudo o mais. Será que alguém estaria vivo se cada vez que essas coisas acontecessem Deus acabasse com essa pessoa? Pois, o deus que o Ludwig gostaria que existisse teria que fazer exactamente isso. Sempre que nós fizéssemos uma maldade, lá vinha uma labareda de fogo a consumir o pobre coitado. Felizmente o deus do Ludwig não existe, e como tal o mundo funciona melhor.
«Segundo, uma vez que “Deus provavelmente não existe”, a morte de uma criança tem tanto valor como a morte de um gato de estimação.»
Para Deus sim. Mas isso é porque Deus não existe.
Deve ser o deus que tu criaste à tua imagem, porque o Deus Criador não se agrada com a morte de crianças.
Mas para mim já não. Eu existo e, felizmente, não preciso consultar o teu livrinho para saber que uma criança pisar uma mina é uma coisa má
Mas se Deus não existe, não existe forma nenhuma para nós classificarmos em termos absolutos esse acto de objectivamente mau. Tu pessoalmente podes considerar isso como mau, mas a tua moralidade é relevante para ti e só para ti. O facto de haver grupos de pessoas que concordam que certas normas morais são “boas”, não faz essas normas absolutamente boas. Portanto, cada vez que tu usas a moralidade para atacar a Deus, estás a mostrar que no fundo no fundo, tu sabes que existe uma Lei Moral absoluta na base da qual nós todos sabemos que certos actos são absolutamente maus, independentemente de quem os faça, de onde os faça e quando os faça.
e, se eu soubesse onde estava a mina e estivesse a ver a criança a aproximar-se, também não preciso do teu deus para decidir avisá-la.
E cada vez que uma pessoa estivesse em vias de matar alguém, Deus poderia intervir e impedir a arma de funcionar. Do mesmo modo, cada vez que um homem estivesse em vias de se suicidar, Deus poderia emitir a Sua Voz dos céus e impedir que o dito homem continuasse. Ou seja, Deus, segundo o “evangelho” do Ludwig Krippahl, seria tipo um fantasma assustador, e nós seriamos marionetes sem vontade própria. Muito melhor, certo?
Tu finges que tens uma moral melhor que as outras mas enganas-te.
Se eu de facto pensasse assim, estaria de facto enganado. Eu não penso que eu tenha uma moral melhor que a dos outros. O que eu sei é que Deus tem uma moral melhor que os homens. Onde quer que os Mandamentos de Deus foram postos em práctica dentro do seu contexto, as coisas funcionaram. Quando a Moralidade de Deus foi ignorada, coisas más aconteceram. Portanto, isto leva-me a pensar que é melhor eu pôr a minha “moralidade” de lado, e adoptar a Moralidade Daquele que sabe tudo, pode tudo e especialmente, ama a todos (inclusive a ti).
Eu sei o que acontece quando eu adopto a minha moralidade, e como tal prefiro não fazê-lo.
É o contrário. Tu delegas a tua responsabilidade moral num livro e naqueles que o interpretam e, assim, tornas-te amoral.
“Amoral” segundo a moralidade de quem? A tua? Mas a tua moralidade só é relevante para ti.
Conclusão
O post do Ludwig é o exemplo práctico de quem não quer viver as consequências das suas crenças. Num mundo onde os seres humanos são apenas um conjunto de químicos que se assemblou por acaso, faz algum sentido a tristeza perante a morte de crianças? Num mundo onde Deus não existe, e a moral é aquilo que cada um diz que é, faz algum sentido classificar-se de “mau” a morte de um conjunto de químicos?
As palavras do Ludwig são um testemunho vivo da Imagem de Deus que existe nele. Ele sabe que num mundo perfeito não deveria de existir nem pranto, nem lamento, nem dor. Ele instintivamente sabe que a morte de crianças não é uma coisa que boa. Ele sabe que a morte de inocentes, quer sejam crianças ou adultos, está errada, mas ele não encontra justificação na sua visão do mundo para isso. O seu ateísmo não tem justificação para a consternação perante a morte de crianças. O seu ateísmo não tem justificação perante a morte de qualquer pessoa.
Mas a consternação está lá e não se vai embora tão cedo. A necessidade de justificação está lá. A ânsia de respostas para este sentimento comum a todos os seres humanos está lá, e a crença de que o ser humano foi feito para viver num mundo sem problemas está lá. As respostas é que não.
Se ele abrisse a Bíblia no Livro do Génesis capítulo 1, versículo 27, ele haveria de saber o porquê…


