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Evolução Simplificada

Da primeira vez que li o texto em baixo exposto não pude deixar de me rir. Eu sei que não é moralmente aceitável fazer gracinhas com as religiões alheias, mas há coisas que não se podem deixar passar.

Ora vejam então como a teoria da evolução é fácil de…”explicar”:

Todos os vertebrados descendem de uma só espécie marinha que viveu há 500 milhões de anos. Os paleontólogos não sabem, ainda, muito sobre esta espécie mas, tal como os seus descendentes, apresentavam músculos segmentados e um sofisticado sistema imunitário inato.
Com o passar dos anos ocorreram surpreendentes inovações, como as múltiplas cavidades coronárias, ossos, dentes, um esqueleto interno, e uma espécie de primatas, o Homo Sapiens, que conseguiu produzir uma linguagem sofisticada, cultura e tecnologia.

E pronto. Não se preocupem com coisas como “será que a Terra tem mesmo milhões de anos?” e…. “existe de facto alguma evidência para a evolução de um animal marinho para um terrestre?“. Basta dizer:

[inserir milhões de anos] atrás, o [inserir forma de vida] vivia tranquilamente no [inserir localização geográfica (de preferência bem longe)] quando decidiu que era hora de evoluir. Sim, ela decidiu isso por si mesma. Começou por si mesmo a arranjar o seu próprio corpo de modo a evoluir, e por sorte, as mutações apareceram na hora certa e no local certo. Também por sorte essas mutações foram todas benéficas e sem efeitos secundários. Passados alguns milhões de anos, aqui estamos nós.

É isto que passa por “ciência” hoje em dia? Com “estórias ” como estas, a teoria da evolução está a dar um mau nome à ciência.

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Aranha de 16 centímetros cria teias douradas

A diversidade e riqueza vida biológica não param de nos surpreender.

Uma equipa de investigadores do museu de História Natural Smithsonian e da Academia de Ciências da Eslovénia descobriu uma nova espécie de aranha com 16 centímetros, na África do Sul. O aracnídeo, baptizado ‘Nephila’, além do seu impressionante tamanho, caracteriza-se pela sua capacidade para tecer uma teia de aranha dourada com um metro de diâmetro. Actualmente são conhecidos 41 mil tipos de aracnídeos, sendo que todos os anos são acrescentadas entre 450 e 500 novas espécies. No entanto, desde o século XIX que não era descoberto um espécime que tecesse teias em tons dourados, tornando esta descoberta extraordinária na área.

O artigo no Correio da Manhã não fez nenhuma menção à teoria da evolução, nem o papel que a mesma possa ter desempenhado na descoberta desta forma de vida. Impressionante o que as mutações aleatórias são capazes de construir. Aleatoriamente. Se calhar.

Apesar dos biólogos aparentemente poderem fazer o seu trabalho científico ignorando por completo a teoria da evolução, não se esqueçam que “nada na biologia faz sentido a não ser à luz da evolução“.

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Macho e Fêmea

Palavras para quê? É a teoria da evolução.

http://raycomfortfood.blogspot.com/2009/10/here-we-go-again.html

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Ida: Mais um Fóssil Descartado?

Aconteceu outra vez. Sim. Aconteceu mais uma vez os darwinistas rejeitarem mais um fóssil que eles propagaram como sendo “o tal” no que toca à evolução humana. (Alguém está a tomar nota disto?)

De certo que todos nós nos lembramos da comoção e emoção com que o fóssil com o nome de “Ida” foi anunciado pelos darwinistas como sendo uma das peças que faltava na suposta evolução humana. Jornais, museus e todos os suspeitos do costume elevaram a Ida para o lugar que previamente pertencia ao fóssil com o nome de Lucy.

Mas, tal como todos os outros fósseis usados pelos darwinistas, a Ida nada mais foi que uma peça de publicidade.

Um grupo independente de cientistas analisou o fóssil de primata propagandeado em maio deste ano como “o elo perdido” da evolução humana e chegou a uma conclusão não muito empolgante: o bicho é provavelmente só um primo antigo e esquisito dos lêmures.

E pronto. Este fóssil que os crentes evolucionistas anunciavam como um elo perdido provavelmente é só “um primo antigo” dos lemúres.

Incrível a quantidade de falsa informação que a crença evolucionista levanta em torno de si. Existe algum outro ramo da ciência que sobreviva a tal dilúvio de informação falsa?

Se eles estiverem corretos, o alarde midiático organizado em torno de “Ida, o elo perdido”, ou Darwinius masillae, como o animal foi batizado oficialmente, pode se tornar um dos casos clássicos em que a vontade de chamar a atenção do público atropelou a ciência

Atropelar a ciência é algo que a teoria da evolução tem feito desde o princípio, e como tal não devemos ficar surpreendidos quando isso acontece.

Afinal, a descrição científica de Ida foi coreografada com o lançamento de documentários, sites, livros e de um evento para a imprensa no qual os pesquisadores responsáveis por estudá-la compararam o fóssil com a Mona Lisa e com o Santo Graal, afirmando que ele mudava tudo o que se sabia sobre a evolução humana

Esqueçam tudo o que aprenderam! E vejam também 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, e 9.


A lição que se aprende com mais este fiasco evolucionista é que as opiniões humanas são falíveis e inconstantes. Para quê basear o nosso futuro eterno em algo tão frágil? Não há necessidade de se acomodar a teoria da evolução com a Palavra de Deus, porque enquanto que uma tem sido empiricamente falsificada, a outra tem-se mostrado de acordo com as descobertas e com as observações.

A implicação disto é clara: se o que Deus disse sobre o nosso passado está certo, então talvez o que Ele diz sobre o futuro (céu ou inferno) esteja certo. Talvez seja a hora de escolher a quem servir, a Deus ou aos homens.

“Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”2 Timóteo 3:16-17

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Freud está desactualizado. Quem é o próximo?

Lembram-se de Sigmund Freud? Ele era o ícone da psicologia durante a altura em que o século 19 se tornava no século 20. Ele era exaltado pelos cientistas da altura como um dos grandes pensadores contemporâneos (juntamente com Marx e Darwin). Não só o seu impacto no pensamento moderno foi imensurável, como também nos deu palavras como id, ego e superego e conceitos como o “inconsciente” que prevalecem ainda.

Devido aos “discernimentos” e “percepções” de Freud, um número incontável de pessoas preocupou-se com coisas como o “Complexo de Édipo” e outras coisas mais. As mesmas gastaram somas incríveis de dinheiro deitadas no divãs, a serem alvo de “psicanálise” como forma de serem “curadas” de doenças mentais – algumas delas sem dúvida trazidas ao de cima devido ao poder da sugestão aquando da enumeração dos sintomas das doenças.

O que é que os cientistas de 1909 diriam da citação seguinte, se lhes fosse trazida por um viajante do tempo?

Qualquer pessoa que fosse ler os trabalhos originais de Sigmund Freud poderia muito bem ser seduzida pela beleza da sua prosa, a elegância dos seus argumentos e pela acuidade da sua intuição.

No entanto, aqueles que possuem algumas bases científicas ficaram chocados pelo abandono com o qual ele elaborou as suas teorias, baseando-se efectivamente no vazio de evidências empíricas.

Esta é uma das razões principais pela qual o estilo de psicanálise promulgada por Freud esta desactualizada: o seu elevado consumo – os tratamentos podem durar anos – não é balanceado por evidências que confirmem a sua eficácia. (1)

O propósito do editorial da revista Nature foi o de introduzir esta lição do passado no decadente mundo da Psicologia moderna:

Se a Psicologia Clínica nos EUA quer-se manter viável e relevante no sistema de saúde moderno, ela tem que publicamente abraçar a ciência.

Será que a neurociência cognitiva aprendeu as lições do passado? Aparentemente não:

Existe um imperativo moral de transformar a arte da psicologia – presentemente em perigo de se desactualizar como as teorias de Freud – numa robusta e valorizada ciência, suportada pelas melhores pesquisas e economia de evidências.

Os editores não identificaram o fundamento para a moral nem para a ciência.


Será que Darwin é o próximo a cair? Será que ele é o vai ser o grande “já-era” no ano de 2020? Certamente que sim.Reparem nos outros deuses do triunvirato, Marx e Freud. Com a excepção de alguns “fortes” académicos (e alguns escritores), os seus vastos impérios foram totalmente destruídos.

Sim, ainda existem ditaduras como a China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte que exteriormente ainda se agarram à imagem de Marx, mas ninguém realmente acredita em coisas como “materialismo dialético” ou a “ditadura do proletariado” (não é assim, Van Jones?).

As bases filosóficas e empíricas para o Marxismo e o Freudismo (se é que alguma vez elas existiram) desmoronaram-se. Hoje em dia se alguém acha que o ateu Marx era brilhante, essa pessoa deveria fazer uma visita de estudo aos gulags (e aos campos de extermínio) e rever o vídeo da queda do Muro de Berlim. Do mesmo modo, se alguém acha que Freud era brilhante, esse alguém deveria ter a sua cabeça examinada.

A eminente queda de Darwin não vai por si só trazer uma nova era de paz intelectual e integridade. O inimigo das nossas almas e adversário de Deus vai-se certificar disso. As más ideologias tem que ser rapidamente substituídas pela Verdade, portanto prepara-te com a Boa Nova e fica firme na Rocha porque muitas pessoas desiludidas com o materialismo vão precisar de Deus.



1. Editorial, Nature 461, 847 (15 October 2009) | doi:10.1038/461847a.

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O mexilhão evolutivo

Contrariamente ao que nos é constantemente dito pelos nossos amigos ateus evolucionistas, é possível fazer-se bom trabalho biológico sem se levar em conta a teoria que afirma que a vida criou-se a si mesma. Um dos exemplos é o que está descrito aqui.

Investigadores portugueses conseguiram fazer a primeira caracterização a nível mundial do genoma (transcriptoma) do mexilhão das fontes hidrotermais, permitindo criar a primeira base de dados sobre os genes deste animal, que vive no mar profundo.

O mapeamento do genoma desta criatura é de facto um grande avanço para a ciência, e ao mesmo tempo um orgulho para este país a beira mar plantado.

Reparem que este trabalho biológico foi feito sem se levar em conta a teoria da evolução, a mesma que supostamente é a base da biologia (ou sem a qual “nada na biologia faz sentido”).

A teoria da evolução é uma história que é acrescentada aos dados depois de todo o trabalho científico. A crença nela não conduz a nenhuma avanço médico, biológico ou mesmo antropológico.

Pesquisem os artigos biológicos reportados nas edições “online” dos jornais, e perguntem-se se o trabalho dos cientistas seria de alguma forma diferente se eles fossem criacionistas ou proponentes da teoria do Design Inteligente. Rapidamente vocês vão-se aperceber que a fé na teoria da evolução não foi relevante.

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O brilhantismo de Charles Darwin

Quando em Novembro próximo oferecermos a estudantes universitários 170,000 cópias do livro A Origem das Espécies , eu quero que cada um dos 170 mil estudantes leia o livro todo e não só a Introdução. Eu quero que eles leiam o livro Origem das Espécies minuciosamente.

Quando eu li o livro eu fiquei impressionado com o brilhantismo de Charles Darwin. Se ele fosse vivo, estou certo que ele faria parte dos criativos da Disney, ou faria uma fortuna como um dos roteiristas [eng: screenwriter] dos filmes de ficção científica.

Entre muitas outras coisas, Darwin reparou que os ursos pretos nadam durante horas com a boca aberta, apanhando insectos na água. Ele acreditava que, se eles mantivessem a sua boca aberta o dia todo, todos os dias (durante um longo período de tempo), eles adquiririam “bocas cada vez mais largas até quem uma criatura tão monstruosa como a baleia fosse produzida“.

Os estudantes vão poder ler a sua explicação para o facto de não haver evidências empíricas para a sua teoria – que todas as variedades “intermédias desapareceram – tal como as placas douradas do Mormonismo, que supostamente foram entregues ao Joseph Smith pelo anjo Moroni, “desapareceram”. Há uma diferença fundamental entre as placas douradas e as variedades intermédias. Os mórmones afirmam que só duas placas douradas desapareceram. Darwin disse que milhões de fósseis (aos quais ele chama de “inumeráveis“) se encontram desaparecidos.

Passados 150 anos, os “elos perdidos” ainda se encontram perdidos.

Os estudantes podem ler como a cauda da girafa evoluiu do modo a poder afugentar as moscas. Pensem nos milhões de anos o pobre animal teve que sofrer antes da cauda ter evoluído.

Eles podem também ler como Darwin se questionava se o abutre não ficou calvo (durante os milhões de anos) devido ao facto de constantemente pôr a sua cabeça na carne podre. Darwin aconselhou, no entanto, alguma cautela porque “a cabeça do peru, que come comida limpa, também é calva“. Os estudantes podem também reparar que milhões de homens são calvos e duvidar que tal se deve porque os seus ascendentes esfregavam as suas cabeças na carne em decomposição.

No livro de Darwin, nada é tal como Deus as criou. Deus não só não criou a cauda da girafa de modo a esta afugentar as moscas, como também não criou o abutre e o peru com uma cabeça calva. Em vez disso, toda a criação evoluiu milagrosamente — partindo da boca do urso até a cauda da girafa, tudo evoluiu. Curiosamente, e após milhões e milhões de anos de redundância, tudo atingiu o estado de maturidade precisamente nos nossos dias.

Abram alas, J. R. R. Tolkien, Arthur C. Clark e J. K. Rowling! Estes três escritores juntos não se comparam com Charles Darwin. A maior parte dos fãs dos três escritores mencionados nas linhas de cima sabem que os seus escritos são fantasia, mas os fiéis discípulos de Darwin não sabem o mesmo em relação aos seus escritos.

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Fêmea Escolhe Entre os Piores

No mundo de algumas aves, fêmeas de baixa qualidade preferem machos de baixa qualidade. A conclusão é publicada na jornal científico da Royal Society “Proceedings B”, após experiêncas com as fêmeas de tentilhão-zebra. Em estado adulto, as fêmeas de baixa qualidade mostraram preferência pela música produzida pelos machos da mesma qualidade, e pelos machos em si.

Os biólogos evolutivos (de longe, o grupo de cientistas mais sobrevalorizado da ciência) postulavam previamente que as fêmeas escolheriam sempre o melhor macho disponível. Os dados empíricos indicam que nem sempre é assim.

O estudo levado a cabo pela Drª Marie-Jeanne Holveck, do ” Centre of Functional and Evolutionary Ecology” (Montpellier, França), mostra que entre as aves de baixa e as aves de alta qualidade existem traços distintivos em quase todas as características importantes, como por exemplo, metabolismo, longevidade e atracção.

A sua equipa foi capaz de procriar tentilhões de alta e baixa qualidade simplesmente mudando o tamanho da ninhada onde as aves eram criadas.

Nas ninhadas de maior dimensão existe uma maior competição entre os pintos” afirmou a Drª Holvezk à BBC News, “o que leva a que os maiores grupos produzam aves de baixa qualidade“.

A equipa de Drª Holveck testou a escolhas das fêmeas no que toca aos machos.

Treinamos as aves naquilo que chamamos jaula operante. Elas foram treinadas a dar bicadas em duas teclas, e cada que elas davam bicadas numa tecla, a mesma reproduzia a música de um macho. Uma tocava a música de um macho de alta qualidade e a outra o inverso. (…) Acho que este é um teste poderoso porque mostra o que a fêmea quer ouvir.

As fêmeas de baixa qualidade bicavam repetidamente a tecla que reproduzia a música do macho de baixa qualidade. (Só os machos dos tentilhões é que cantam e a canção é um importante sinal reprodutivo para as fêmeas).

Na segunda parte da experiência a Drª Holveck denotou que as preferências musicais “traduziam-se em preferências pelos respectivos machos“. Ou seja, podia-se dar o caso das fêmeas de baixa qualidade gostarem da música dos machos da mesma qualidade mas preferirem os machos de alta qualidade quando chegasse a altura do acasalamento. A pesquisa mostra que não é isso que ocorre.

Os pares de qualidade equivalente (baixa com baixa ou alto-alto) reproduzem-se mais depressa, o que leva a que produzam ovos mais rapidamente do que os pares de qualidade que não combinam (baixo-alto). Segundo o que podemos opinar, a razão principal por trás deste facto é que os casais da mesma qualidade aceitam-se um ao outro mais rapidamente. (…) O mais espantoso disto tudo é que as fêmeas são capazes de reconhecer a que categoria elas pertencem. Gostaríamos de investigar mais profundamente como é que elas fazem isto.

Como esta descoberta científica não é bem o que seria de esperar se a teoria da evolução fosse verdadeira, a BBC teve o cuidado de citar um evolucionista como forma de “controlar os estragos”. O adivinho citado foi o Dr Joseph Tobias, um zoólogo da Universidade Oxford:

Embora isto não subverta a teoria da evolução [assumindo que tal coisa seja possível], não deixa de mostrar interessantes trocas no momento de decisões reprodutivas

Conclusão:

Portanto, a teoria da evolução sobrevive a mais uma observação científica contraditória. Como é que uma teoria que aceita todas as observações, por mais contraditórias elas sejam entre si, seja considerada de “científica”? Por estas e por outras que convém lembrar um dos comentários aqui postos pelo Sabino:

- Evolução é toda a variação biológica que ocorre, por mais pequena e insignificante que seja.

- A evolução é um processo muito lento, excepto quando é muito rápido.

- A evolução favorece a entreajuda das espécies, excepto quando favorece o egoísmo.

- A evolução conduz ao aumento de informação genética no genoma, excepto quando reduz ou mantém a informação genética.

- Nos chamados hominídeos, a evolução conduz ao aumento da capacidade cranial, excepto quando reduz a capacidade cranial.

- A evolução cria predadores ferozes e rápidos, excepto quando cria criaturas lentas de movimentos.

- Se existe inveja é porque ela evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe altruísmo é porque ele evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe bondade é porque ela evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe maldade é porque ela evoluiu, a certa altura, para ser útil em determinado contexto. Se existe… [acrescentar todas as posições antagónicas que vierem a cabeça]

Etc, etc, etc. Assim vai caminhando a teoria mais ridícula que o homem alguma vez inventou.

Quando o homem ignora a Palavra do Criador, ele fica de facto a mercê de qualquer vento de doutrina, mais mais irracional que ele seja.

Efésios 4:14
Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente;

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O Fóssil Ardi(loso) e o Guisado Irlandês

Um novo elo perdido foi encontrado em África (assumindo que consideramos algo encontrado no principio dos anos 90 como “novo”). Este novo fóssil parece ter passado tanto tempo debaixo de um microscópio quanto o alegado tempo que passou enterrado na Etiópia.

Para além do tempo necessário para se preparar mais esta campanha publicitária, porque é que os evolucionistas demoraram 15 anos a finalmente publicarem a reportagem acerca deste fóssil? Um artigo da revista Science (2002) diz o porquê da demora: os ossos estavam tão “desfragmentados” após a sua limpeza que muitos dos fragmentos tiveram que ser reconstruídos e isso demora tempo (Ann Gibbons, “In Search of the First Hominids,” Science, 295:1214-1219 (February 15, 2002).

Claro que a chave para se demonstrar se este animal era bípede ou não é a forma precisa do pélvis. No entanto notem no que uma das fontes informativas está a referir sobre as condições em que o pélvis foi encontrado:

Um dos problemas é que algumas porções do esqueleto da Ardi foram encontradas esmagadas em pedacinhos e a necessitar de extensiva reconstrução digital. “O Tim White mostrou-me algumas fotos da pélvis quando este ainda estava no solo e o mesmo parecia um guisado irlandês” afirmou Walker.De facto, olhando para as evidências, diferentes paleoantropólogos chegariam a diferentes interpretações em relação à forma como a Ardi se deslocava ou em relação ao último ascendente comum entre os humanos e os chimpanzés.
(Michael D. Lemonick and Andrea Dorfman, “Excavating Ardi: A New Piece for the Puzzle of Human Evolution,” Time Magazine (October 1, 2009).)

Dito de outra forma, diferentes pessoas teriam diferentes interpretações em relação a conceitos básicos do fóssil. Isto é o que faz da teoria da evolução distinta da ciência empírica. Em relação à última não há margem para interpretações: as coisas ou são ou não são. “E” é igual a “mc” ao quadrado ou não é. A fórmula química do sulfato de magnésio ou é MgSO4 ou não é. A fórmula química do hidróxido de cálcio ou é Ca(OH)2 ou não é. Não há lugar para diferentes cientistas terem as suas interpretações pessoais em relação à fórmula química do sulfato de magnésio ou do hidróxido de cálcio. Na ciência operacional as coisas ou são ou não são.

Na ciência histórica/forense as coisas são bem mais subjectivas e mais condicionadas pela percepção do observador. Diferentes paleoantropólogos chegariam a interpretações distintas dos mesmos dados. Isto é importante de se levar em conta quando um ateu afirmar que “a ciência mostra que a Terra tem milhões de anos“. Isto é uma interpretação dos dados baseada em certas crenças não comprováveis.

Em relação ainda ao fóssil chamado de Ardi, as mais recentes notícias vindas da revista Science tornam a pôr ênfase em relação aos problemas em torno da sua preservação:

Mas a euforia da equipa [de investigadores] foi moderada pela terrível condição do esqueleto. Os ossos literalmente se desfaziam ao toque. O Dr White chamou-lhes “roadkill” [animais mortos após embate com veículos em alta velocidade]. Partes do esqueleto tinham sido pisados e espalhados em mais de 100 fragmentos; o crânio estava esmagado e reduzido a 4 centímetros em altura.

(Ann Gibbons, “A New Kind of Ancestor: Ardipithecus Unveiled,” Science, Vol. 326:36-40 (Oct. 2, 2009).)

A National Geographic coloca as coisas desta forma::

Aparentemente, após a morte da Ardi os seus restos foram pisados pela lama adentro pelos hipopótamos e outros herbívoros circundantes. Após milhões de anos, a erosão trouxe à tona os distorcidos e esmagados ossos. Eles eram tão frágeis que transformariam-se em pó ao mínimo toque.

Conclusão:

Não se deixem enganar por mais este fóssil que “vem incidir mais luz a certos aspectos da evolução“; é mais uma propaganda com o objectivo de esconder os problemas com a teoria da evolução. Lembrem-se que há uns meses atrás o fóssil com o nome de “Ida” era o tal. Onde estão os evolucionistas que o defendiam? Notem o quão voláteis as teorias evolutivas são: o que hoje é “um facto” amanhã é descartado sem remorso.

Os evolucionistas usualmente respondem com frases como “Mas isto é o que ciência é: ela está sempre em constante movimento e mudança. A ciência está sempre a avançar“.

Pois, a ciência está sempre a avançar. Infelizmente a mesma nunca parece avançar na direcção que os evolucionistas querem.

Porque será?

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Evolução: Guerra aos Fracos

Jer 22:3
Assim diz o Senhor: Exercei o juízo e a justiça, e livrai o espoliado da mão do opressor;
e não oprimais ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência,
nem derrameis sangue inocente neste lugar

Isaías 1:17
Aprendei a fazer bem; praticai o que é recto; ajudai o oprimido;
fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas

Enquanto que os horrores da Alemanha nazi são sobejamente conhecidos, é um segredo muito bem mantido que programas semelhantes existiram em alguns países Aliados.

A premiada investigação do jornalista Edwin Black documentou no seu livro War Against the Weak: Eugenics and America’s Campaign to Create a Master Race1 o enorme programa de reprodução selectiva e esterilização forçada que existiu nos EUA.

Tendo sido fundado pelo primo de Darwin, Francis Galton, o Eugenismo é a tentativa de produzir uma raça humana melhor aplicando princípios evolutivos. Estas ideias foram continuadas nos EUA por Charles Davenport (1866–1944). O mesmo fundou a instituição Eugenics Record Office em 1919, encabeçada pelo seu braço direito Harry Laughlin (1880–1943).

War Against the Weak

Eventualmente o eugenismo ganhou suporte de algumas pessoas notáveis como o Presidente Woodrow Wilson, a Rockefeller Foundation, Margaret Sanger (fundadora da organização aborcionista Planned Parenthood) e o Juíz Oliver Wendell Holmes. O programa eugénico foi financeiramente suportado por algumas das pessoas mais ricas da América, incluindo a Carnegie Institution, a Rockefeller Foundation e a fortuna da família Harriman.

O influente livro escolar “Hunter’s Civic Biology” ensinava descaradamente a supremacia branca e o eugenismo. Este foi o livro que, durante o julgamento de Scopes no ano de 1925 , a poderosa instiuição secular ACLU (a erradamente nomeada “União Americana das Liberdades Civis”) defendia o direito de ser ensinado nas escolas.

O resultado chocante dos programas eugénicos incluíam leis contra os casamentos inter-étnicos em 27 estados, programas sobre procriação humana, esterilização forçada em cerca de 60.000 americanos e mesmo a eutanásia. O Eugenismo foi mesmo permitido pelo Supremo Tribunal Americano, o mesmo que tinha a dada altura declarado os escravos como não-humanos, e que agora faz o mesmo com os bebés ainda por nascer.

As ideias e o financiamento por parte dos eugenicistas americanos inspiraram as pesquisas eugénicas da Alemanha, culminando nas experiências horríveis de Josef Mengele em prisioneiros dos campos de extermínio nazis.

Aqui, no entanto, o jornalista Black põe demasiado ênfase na dependência Americana do programa eugénico alemão, negligenciando a “descendência comum” vinda da evolução darwiniana.

Os darwinistas alemães, começando por Ernst Haeckel e o seu “jeitinho evolutivo“, atacaram a ética Judaico-Cristã da santidade da vida, substituindo-a com o relativismo moral (tão popular hoje em dia entre os seculares). Este relativismo moral aceita só um “absoluto”: aptidão evolutiva. Isto é amplamente documentado no livro From Darwin to Hitler: Evolutionary Ethics, Eugenics, and Racism in Germany,3 de Richard Weikart (Professor de História da Europa Moderna, na California State University, Stanislaus) [Vêr também As raízes darwinianas da árvore nazi]Enquanto que os horrores do Holocausto desacreditaram largamente o eugenismo, o jornalista Edwin Black avisa que não só o mesmo apenas mudou de nome (sendo hoje conhecido como “genética humana” e “aconselhamento genético”), mas que as suas ideias ainda estão bem difundidas.

Infelizmente, o jornalista Edwin Black, sendo um liberal/secular, não se apercebe que a mesma pseudo-ciência chamada de “teoria da evolução” que serviu de base para os eugenicistas americanos e alemães, (com as consequências que nós todos sabemos) é a mesma que domina os órgãos de comunicação social e os sistemas educacionais contemporâneos.

Referências

  1. Four Walls Eight Windows, New York/London, 2003.
  2. See Q&A: Embryonic Recapitulation.
  3. Palgrave Macmillan, New York, 2004.

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