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A Mão de Deus no dedo biónico

Mais problemas para a religião que afirma a auto-criação das formas de vida.

A empresa norte-americana Touch Bionics acaba de lançar a prótese ProDigits com dedos biónicos que permitem um movimento natural e preciso. O cliente pode optar por uma camada de silicone que imita a pele mesmo por uma cobertura de cor preta. O produto será disponibilizado em mais de 40 países, inclusive no Brasil.

Excelente trabalho de planeamento, design e sofisticação. Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução, nem foi explicado como um “profundo entendimento” do funcionamento digital humano depende da aceitação das teses de Darwin.

Quanto tempo até que os cientistas consigam fazer uma mão que cresce, auto-repara-se, possui um sistema de refrigeração interno, possui plataformas que comunicam com outros sistemas (cérebro, pulmões, coração, etc) entre muitas outras coisas?

Se eu disser que o dedo biónico é o resultado de forças não inteligentes, alguém vai acreditar? Provavelmente não.

Mas e se eu disser que o mesmo dedo é o resultado de milhões de anos *e* as supracitadas forças não inteligentes? Muito boa gente me vai dar palmadinhas nas costas, e considerar tal mito como “ciência”.

Este dedo biónico é mais uma demonstração do quão bem sucedidos os cientistas podem ser se aprenderem mais com aquilo que o Senhor Jesus criou. A crença na mitológica teoria da evolução não é necessária para se fazer ciência, tal como as evidências demonstram.

A única ideologia que desesperadamente precisa da teoria da evolução é o ateísmo.


Vêr também:

1. O mais espantoso sistema de fertilização

2. Visão magnética

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Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão

Artigo Original

Patrick B. Craine

11 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

“Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

(Leia por você mesmo uma coluna de Glatze.)

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Prominent U.S. Gay Activist Now Publicly Speaking Out Against Homosexuality

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111207.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

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Ir à igreja faz bem à saúde

Hebreus 10:25
Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns,
antes admoestando-nos uns aos outros,
e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Estudos demonstram que indivíduos que frequentam a igreja regularmente têm tendência a ser mais saudáveis que aqueles que não o fazem.

Agora recentes estudos levados a cabo pela Population Research Center da Universidade de Texas indicam que frequentar a igreja regularmente pode prolongar a vida. Frequência regular a igreja é definida por ir a igreja pelo menos uma vez por semana.

Os dados começaram a ser reunidos no ano de 1987 quando pesquisadores da Center for Disease Control entrevistaram 22,000 pessoas nas suas casas com questões relativas ao cancro. Seguidamente os pesquisadores da Population Research Center estudaram 2,000 das pessoas que tinham morrido durante o período entre 1987 e 1995. Eles concluíram que, em média, aqueles que frequentavam a igreja pelo menos uma vez por semana tinham vivido 7 anos mais do que aqueles que não frequentavam.

Aqueles que nunca frequentavam a igreja viveram em média 75 anos, mas aqueles que frequentavam a igreja pelo menos uma vez por semana, viveram em média até aos 82 anos.

Os pesquisadores afirmam que aqueles que eram regulares nas suas igrejas podem ter beneficiado dos conselhos da sua igreja em evitar comportamentos pouco saudáveis. Para além disso, dizem os pesquisadores, os laços sociais desenvolvidos pelos frequentadores de igrejas resultaram em relacionamentos próximos com outras pessoas que podem ter monitorizado a sua saúde.

Conclusão:

Embora este tipo de estudo seja importante em refutar crenças ateístas em torno dos imaginados “malefícios” da fé cristã, os mesmos focam-se só nos benefícios médicos do Cristianismo Bíblico. Os benefícios espirituais são-nos revelados pelO Próprio Deus na Sua Palavra, a Bíblia.

Referência: David Briggs, “Study Reveals Churchgoers Live Longer,” Christian News, December 21, 1998.

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É difícil não ver design na Biologia

Matt Slagle, escritor de Tecnologia da Associated Press, escreveu um artigo intitulado de Criador de Robôs Constrói Rapaz Artificial. No seu artigo, Matt Slagle falou da engenharia robótica de ponta feita por David Hanson, dono da Hanson Robotics.

Durante os últimos 5 anos, Hanson e os engenheiros da sua empresa têm estado a trabalhar no Zeno, um rapaz-robô com cerca de 43 cm de altura e 2,7 kgs de peso. Eles investiram centenas de horas de trabalho e centenas de milhares de dólares com o Zeno.

O que é que eles têm a mostrar pelo seu esforço? O pequeno Zeno tem a cara coberta com uma borracha patenteada cujo nome dado por Hanson é “frubber“. Como Zeno pode aprender a reconhecer uma cara e associá-la a um nome, Hanson comenta que Zeno pode “construir um relacionamento contigo” .

Zeno está conectado a um computador pela rede sem fios que lhe diz “como franzir a testa, mostrar-se surpreendido ou torcer o seu nariz de raiva“. Hanson está esperançoso em comercializar milhares de Zenos em anos vindouros por um preço na ordem dos 200 a 300 dólares.

O Matt Slagle mencionou ainda outra rapaz chamado de Zeno, nomeadamente, o filho de Hanson com 18 meses. O artigo diz que o bebé Zeno é um ruidoso bebé que faz “traquinices no meio de engenhos electrónicos de elevado preço“. O pequeno Zeno tem uma pele auto-reparadora que não só está bem arquitectada para libertar calor e desperdícios, como também para conservar o calor quando necessário.

O bebé Zeno não precisa de um dispositivo sem fios a dizer-lhe como sorrir, dar gargalhadas ou franzir o sobrolho. O seu corpo produz energia a partir de itens tão comuns como feijões ou batata doce; não precisa de baterias. Os seus olhos vêem, o seu nariz cheira, o seu estômago digere, os seus pés correm, e as suas mãos sentem e agarram. Ele é um rapaz normal, mas a tecnologia dentro do seu corpo está anos luz à frente da tecnologia presente no robô Zeno.

O robô Zeno é o culminar de 5 anos de design inteligente e engenharia, no entanto o bebé Zeno está mais avançado em todas as áreas significativas.

Se perguntássemos a um cientista evolucionista (ou adivinho) se o robô-Zeno é o resultado de design, sem dúvida que ele responderia na afirmativa, mas se fizéssemos a mesma pergunta em relação ao bebé Zeno, como é que ele responderia?

Os princípios de design presentes no robô Zeno encontram-se no bebé Zeno, com a fulcral diferença é que no bebé os mesmos princípios estão bem mais avançados. No entanto, e por motivos puramente ideológicos, os evolucionistas recusam-se a ver o que está bem patente.

É impressionante como o design é tão facilmente reconhecido nos robôs e nos humanos, mas tão ignorado pelos evolucionistas quando os mesmos estudam os seres humanos.

Conclusão:

Verdadeiramente o ser humano foi formado de um “modo terrível e tão maravilhoso(Salmo 139:14), e a ciência confirma-o. Cada ser humano é uma testemunha viva e conclusiva para o facto de existir Um Deus Criador, e como tal o homem está inexcusável (Rom 1:20).

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Como Podemos Saber que a Bíblia é a Palavra de Deus?

Nós podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus primeiramente pela fé, uma vez que sem fé é impossível de se agradar a Deus (Hebreus 11:6). Isto de maneira nenhuma menospreza as evidências arqueológicas, filosóficas, cientificas e proféticas a favor da inspiração da Bíblia, mas sim mostra que, embora haja muitas e variadas evidências a favor da Bíblia, a decisão final de se acreditar, ou não, naquilo que a Bíblia diz de si mesma é uma questão de fé. O que o mundo cristão correctamente tem mostrado nos últimos 2000 anos é que a fé naquilo que a Bíblia diz, embora seja uma fé, é uma fé razoável e racional.

Imaginemos que uma pessoa tem fé de que ela pode voar e, em demonstração da sua fé, a pessoa lança-se de cima de um prédio. Embora ninguém possa duvidar que a fé desta pessoa é enorme, pode-se dizer, no entanto, que era uma fé irracional devido a preponderância de evidências que mitigam contra a habilidade humana de voar sem ajuda de dispostivos preparados para tal.

Agora tomemos o cenário de uma pessoa que vai almoçar ao mesmo restaurante todos os dias. Essa pessoa tem fé de que a comida que lhe dão diariamente está saudável, embora ela não tenha modo de o provar na altura. Nesta situação,pode-se dizer que, embora esta pessoa esteja em fé, é uma fé razoável fundamentada na experiência que ela tinha tido em dias anteriores (ex: no aspecto do restaurante, etc..).

O cristão encontra-se na posição desta pessoa. A nossa fé, embora não deixe de ser uma fé, é fundada em dados confirmáveis. O que se quer dizer com isto é que aquilo na qual a nossa fé é baseada não é algo como a astrologia ou a teoria da evolução (que não só não possuem evidências confirmadoras mas que contradizem as observações) mas sim baseada em factos históricos.

A fé do Cristão nas Sagradas Escrituras é uma fé razoável.

A segunda evidência que eu gostaria de mostrar para a inspiração da Bíblia é o seu conhecimento da natureza humana, e o seu amplamente demonstrado poder de mudar o coração do Homem.

Como evidência para o primeiro ponto eu gostaria de citar a palavras do Senhor Jesus Cristo:

Marcos 7:21-23 – porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.

Contrariamente ao que é publicamente anunciado no mundo secular, as razões que levam o homem a cometer actos reprováveis não são do foro intelectual, ou condicional mas do foro espiritual. Para comprovar tal, basta-nos ver alguns exemplos.

Um dos homens galardoados com o Prémio Nobel da Paz nos últimos 2/3 anos afirmou que, se a pobreza for erradicada, o terrorismo será vencido. Esta seria uma posição válida se as evidências estivessem do seu lado. Infelizmente não estão, e para comprovar que o laureado não está correcto, basta-nos tomar como exemplo os terroristas Muçulmanos que voaram aviões contra as torres gémeas em Nova Iorque: a maioria deles eram da Arábia Saudita, um país que não é o que se pode chamar de um país pobre. A sua motivação era puramente ideológica independente da sua condição social ou grau académico.

Juntamente com estes, poderemos citar o exemplo do próprio Osama Bin Laden, que é um homem de muitas possessões e saúde financeira. O que o leva a fazer o que faz não é a pobreza material mas sim a pobreza espiritual.

Para o caso de alguém poder citar a falta de educação como razão dos actos horríveis perpetuados pelos humanos durante os séculos, podemos citar o papel do Dr Josef Mengele durante a Segunda Guerra. O Dr Mengele foi um dos homens por trás dos campos de guerra nazis e um dos homens que fez experiências médicas em seres humanos. O que o levou a fazer isso não foi, obviamente, a falta de educação intelectual, mas a falta de educação moral.

O que nós temos aqui então são duas formas de vêr o problema. De um lado temos Deus, que nos diz que o problema está nos nossos corações, e do outro lado temos o homem, que diz que o problema é a pobreza, a falta de educação, a pressão social, ou qualquer outra condicionante exterior ao homen. De acordo com as evidências acima referidas, poderemos dizer que a Bíblia tem-se mostrado correcta em todos os casos. O homem tem um coração em necessidade desesperante de ser regenerado, contudo o mundo secular não tem as armas nem o conhecimento para resolver tal.

Pode-se então usar como evidência de inspiração o facto de a Bíblia claramente revelar aos homens qual é a causa das más acções humanas.

Poderá se dizer “Jesus diz que o nosso coração é mau, mas será que Ele ofereceu alguma solução?”

O Senhor Jesus não só identificou o nosso problema, mas Ele mesmo, sendo o nosso Criador (João 1:1-3) ofereceu-se a Si Mesmo para resolução do maior problema do género humano: o nosso pecado. Graças a redenção oferecida gratuitamente por Deus na Cruz, o Senhor Jesus abriu uma porta nova no nosso espírito e fortaleceu-nos com o Mesmo Espírito que criou o universo (Job 33:4).

Para concluir este ponto, poderemos dizer que, contrariamente aos outros livros ditos “sagrados”, o Inspirador da Bíblia não só tem um conhecimento profundo da natureza humana, mas tem Nele mesmo (Hebreus 1:3) a solução dos nossos problemas.

A terceira evidência que gostaria de enumerar é a Profecia. De acordo com estudiosos Bíblicos, existem cerca de 300 profecias Do Messias que foram realizadas aquando da 1ª Manifestação de Jesus Cristo. Gostaria de enumerar duas profecias que servem de evidência para a inspiração da Bíblia.

Começamos pelo Livro do Profeta Daniel. O Profeta Daniel fazia parte dos Judeus que foram transportados por Nabucodonosor para a Babilónia (Daniel 1:2-3). Aquando do seu cativeiro, Deus exaltou o Profeta para uma posição de grande prestígio e responsabilidade (Daniel 2:48).No primeiro ano de Dário filho de Assuero, depois de ter entendido pelas Sagradas Escrituras que o tempo de cativeiro do Povo de Israel seria de 70 Anos (Daniel 9:2, 2 Crónicas 36:21, Jeremias 25:11-12, Jeremias 29:10), Daniel orou e jejuou ao Senhor. Durante o seu período de oração, o Senhor enviou o Anjo Gabriel a Daniel e revelou-lhe alguns eventos futuros relativos a Israel e ao Messias. O Anjo disse então ao Profeta:

Daniel 9:24-26 – Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.

Independente das datas usadas para se definir o dia exacto em que a ordem de restauração foi emitida, há um ponto que é bastante elucidativo. Deus falou com Daniel e disse que o Messias apareceria na Terra antes da destruição do Templo. A história secular é bastante clara aquando da destruição do Templo de Jerusalém. De acordo com a datação tradicional, o Templo foi destruído a 70 A.D. aquando da revolta Judaica contra o jugo Romano. Isto significa que antes desta data, o Messias teria que ter aparecido, e teria que ter sido “cortado”. De acordo com a Bíblia e com os relatos históricos, foi exactamente isso que aconteceu. Houve Um Homem que apareceu na Judeia, dizendo ser Ele o Messias profetizado por Deus (João 4:25-26, Lucas 24:27, Lucas 22:37). De acordo com a profecia, Esse Mesmo Homem seria “cortado” da terra dos viventes antes da destruição do Templo, evento que se materializou com Jesus de Nazaré. Ele foi sentenciado à morte pelo Sinédrio por blasfémia (João 19:7) e Executado pelos Romanos na cruz.

Não é credível que Daniel tenha sabido isto de outra forma que não por revelação de Deus. Como sabia Daniel que o Templo seria reconstruído? Como sabia Daniel que o Messias apareceria enquanto este segundo Templo estivesse de pé? Como sabia Daniel que este Templo seria destruído depois de o Messias ter sido “cortado” ? Aliás, como sabia Daniel que o Templo que não estava ainda construído seria mais tarde destruído? Existe um vasto número de improbabilidades que suportam a crença de Daniel soube deste evento futuro graças a Revelação Sobrenatural.

Pode-se perguntar: “Mas será que o Livro de Daniel não foi escrito depois dos eventos?” A arqueologia refuta esta crença uma vez o Livro de Daniel foi encontrado nos manuscritos do Mar Morto. Esses mesmos manuscritos foram datados de cerca de 200 anos antes do Cristo.

Outra profecia que eu gostaria de abordar é a profecia descrita no Livro do Profeta Isaías, capítulo 53.

Neste Livro, o Profeta fala do destino de várias nações (Israel incluído),e dos planos que Deus tem reservado para eles. Depois do capítulo 40, o tom muda um pouco e a Mensagem já não é tanto de julgamento mas sim de redenção. Englobada no Plano de Redenção está a Figura de Um Servo Do Senhor, mencionado nos capítulos 42, 49, 50 e 53. Segundo esses capítulos, nós ficamos a saber que o Servo seria:

  • Ungido pelo Espírito Santo (Isaías 42:2)

  • A Luz dos Gentios (Isaías 42:6)

  • Usado por Deus para ser a sua Salvação até a extremidade da Terra (Isaías 49:6)

  • O Libertador (Isaías 49:9)

..e muitas outras coisas mais.

Contudo, depois de todas estas coisas que ficámos a saber sobre o Servo, o Profeta Isaías, inspirado por Deus, relata-nos uma outra Faceta do Ministério do Servo do Senhor. No capítulo 53 Isaías revela que:

  1. O Servo seria rejeitado (v. 3)

  2. O Servo tomaria sobre Si as nossas efermidades (v.4)

  3. Seria da vontade de Deus que o Servo padecesse por nós (v. 10)

  4. O Servo prolongaria os seus dias (53:10), mesmo após ter sido cortado da terra dos viventes (53:8)

Ao ler-mos sobre o ministério do Senhor Jesus Cristo vemos que Ele cumpriu as profecias até ao mais ínfimo detalhe. O Senhor foi rejeitado (João 12:37), tomou sobre Si as nossas enfermidades (1 Cor 15:3, Hebreus 9:28), padeceu segundo a Vontade de Deus (Gálatas 1:4) e prolongou os Seus dias (Revelação 1:18) mesmo depois de ter sido “cortado” da terra dos viventes (João 19:33).

A quarta evidência que gostaria de enumerar a favor da inspiração da Bíblia é o facto de a ciência confirmar a Bíblia. Vamos clarificar estes pontos enumerando alguns campos científicos.

Biologia

  • Deus diz no Livro dos Salmos que Ele não só criou as formas de vida logo após ter dado o mandamento (Salmo 33:9) mas que após terem sido criadas, essas formas de vida se reproduziriam de acordo com o seu tipo (heb: baraGénesis 1:21,24,25). O que isto significa é que nunca se daria o caso de um gato dar a luz alguma coisa que não fosse um gato, nunca se daria o caso de um canino dar a luz algo que não fosse um canino, e assim sucessivamente. A ciência tem mostrado que as formas de vida são muito conservadoras e pouco dadas a macro-mutações, contrariamente ao que seria de esperar se a teoria da evolução fosse verdade. Assim, pode-se dizer que a ciência confirma a Bíblia.

  • Existem relacionamentos simbióticos cujas origens contradizem qualquer cenário que não envolva uma infusão de informação por via Sobrenatural. Tomemos por exemplo o peixe “limpador” e o tubarão. Este peixe aproxima-se dos dentes do tubarão confiante,e executa funções higiénicas nos seus dentes. Como é que esta relação simbiótica aconteceu? Será que houve um peixe que primeiramente se aventurou perto da boca de um tubarão e “descobriu” que ele não o comeria, mostrando assim aos outros peixes o que fazer quando há pouca comida? Ou será que esta e outras relações simbióticas foram arquitectadas pelo Criador desde o princípio? É mais racional crer-se que Deus programou os dois animais para terem esta relação simbiótica, com ganhos comuns. Outra função destas relações simbióticas é a de que mostram que elas foram feitas por Alguém.

  • Convergência nos organismos biológicos tem todas as marcas de planeamento e design e ela é abundante na natureza (Steven Gould, The Panda’s Thumb, 1980, p 271). Tomemos por exemplo a semelhança dos olhos do polvo e os olhos dos humanos. Que explicação naturalista pode de alguma forma explicar esta convergência? Ou ainda, tomemos o bico do “platypus” e o bico dos patos. Que mutação genética produziu esta semelhança? Não é mais racional e óbvio que Alguém quis que assim fosse? Quando vemos semelhanças em vários quadros artísticos o mais óbvio é concluirmos que o mesmo designer fez os quadros. Semelhantemente, como vemos convergências em toda a linha biológica, o mais racional é vermos que estas formas de vida tem o Mesmo Designer, e Ele quis que assim fosse para nós sabermos que todas estas coisas são criadas e não obra de um processo evolutivo.

Paleontologia

De acordo com as evidências o registo fóssil apresenta as seguintes características:

  • Aparecimento abrupto dos animais e das plantas em toda a Terra.

  • A maior parte dos fósseis é muito semelhante (e frequentemente, totalmente idêntica) às criaturas existentes hoje em dia.

O cientistas Dr Peter Ward e Dr Donald Brownlee dizem o seguinte em relação ao registo fóssil:

O aparecimento abrupto de todos os “phyla” animais num único e curto evento de diversificação não é, obviamente, uma consequência prevista da evolução. (Rare Earth, p. 150)

Estas evidências suportam as Palavras ditas por Deus no Livro de Génesis e mitigam contra qualquer teoria naturalista. As formas de vida apareceram mal Deus ordenou que elas aparecessem e as evidências suportam esse facto.

Astronomia

Contrariamente ao que foi muitas vezes tido como sendo a resposta científica sobre as origens, o universo tem um ponto inicial de existência. Este ponto nem sempre foi mantido pelos cientistas seculares e alguns mesmo admitem que um universo que tenha um ponto inicial de existência vai contras as suas expectações naturalistas.

O Dr Robert Jastrow diz:

Apenas como resultado das mais recentes descobertas nós podemos dizer com um certo grau de confiança que o mundo não existiu desde sempre.;… o declínio gradual predito pelos astrónomos para o fim do mundo é diferente das condições explosivas que eles calcularam para o seu nascimento. Contudo o impacto é o mesmo: a ciência moderna nega a existência eterna do Universo, quer seja no passado quer seja no futuro (1977, pp. 19,30, ênfase adicionado).

O que isto quer dizer é que para a ciência, tal como para a Bíblia, o universo tem um ponto inicial de existência.

Ao afirmamos isto poderá-se dizer que este é um ponto irrelevante que não suporta a Bíblia de modo algum. Contudo, ao aplicarmos um pouco de lógica, poderemos ver que o facto de o Universo ser um efeito (contingente), é uma evidência para Alguém ou alguma coisa que causou a que o Universo viesse a existir.Poderemos exemplificar as coisas usando o seguinte silogismo:

- Tudo aquilo que tem um princípio de existência tem uma causa adequada.

- O Universo tem um princípio de existência

- O Universo tem uma causa adequada.

Como segundo as leis da lógica, a causa é sempre maior que o efeito, A Causa do Universo é Maior que o Universo. Como o Universo tem tempo, matéria e energia, a Causa do Universo não é Limitado pelo tempo, pela energia, nem pela matéria. Por outras palavras, o Causador do Universo é Eterno, Todo Poderoso e Imaterial. Estas 3 características são algumas que distinguem o Criador da criação.

Para finalizar as evidências da astronomia, pode-se dizer que os cientistas descobriram no século passado que as galáxias estão a afastar-se umas das outras. Isto implica que o Universo está a expandir. Contudo, a Bíblia já tinha dito há muitos séculos atrás que Deus “estende os céus”:

Isaías 40:22
Ele (Deus) é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos:
Ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda para neles habitar (vêr também Is 44:24, Is 42:5, Is 51:13, Jer 10:12)

Muitas outras evidências científicas poderiam ser expostas, para mostrar que a Bíblia tem origens Sobrenaturais, embora tenha sido escrito por homens falíveis. No próximo ponto veremos que tipo de pessoas Deus usou para revelar a Sua Palavra às nações.

Que Tipo De Pessoas Deus Inspirou?

As pessoas que Deus usou para revelar a Sua Palavra eram pessoas normais como outras quaisquer. Eram pastores (Moisés, Amós, David), pescadores (Pedro, João e Tiago), réis (Salomão), filhos de sacerdotes (Ezequiel), ministros (Daniel), Fariseus (Paulo), médicos (Lucas), e cobradores de impostos (Mateus).

A meu ver, o propósito de Deus usar pessoas dos vários níveis sociais e geográficos foi o de nos fazer ver que, a Mensagem que eles traziam às nações, tinha origens fora deles mesmos. Por exemplo, se Deus tivesse usado só sacerdotes, por exemplo, poderia dizer-se que a Mensagem por eles entregue tinha origem neles mesmos e ser essa a razão de haver harmonia uns com os outros.

Mas não foi isso que Deus fez. Deus usou pessoas de todos os estratos sociais, de todos os níveis económicos, e com todo o tipo de passado, para que a harmonia existente na Bíblia não pudesse ser acusada de ser uma resultado do nível social das pessoas.

A harmonia existente na Bíblia não tem origem neste ou naquele estrato social, mas no Próprio Deus:

2 Pedro 2:21
Porque a profecia
nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

A harmonia e a coesão existente na Bíblia é um resultado do Carácter de Deus e do Seu Amor por nós, e não o resultado de planeamento humano.

Um ponto que convém ressalvar é que, apesar de Deus ter escolhido pessoas normais dentro da comunidade como forma de revelar a Sua Palavra, essas pessoas tinha que ter alguma credibilidade dentro dessa mesma comunidade. Isto não significa que Deus escolheu homens perfeitos, mas sim que Deus escolheu homens que Lhe dessem garantias que a Mensagem não seria rejeitada com base na vida ou acções dos interlocutores. A inspiração de Deus usou-os de uma forma que, apesar de a Mensagem ser de Deus, a personalidade dos interlocutores não foi apagada aquando da exposição da Palavra. No ponto seguinte veremos o que é a “inspiração de Deus”.

Inspiração – O Que É Isso?

Provavelmente a maneira mais clara de se dizer o que é a inspiração é usar as palavras da Bíblia. Inspiração é “ser guiado pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21), e falar aquilo que está de acordo com o Coração de Deus. A inspiração é uma das formas que Deus usou para se revelar. Não sendo a única,é contudo o selo da sua santidade. É aquilo que distingue a Bíblia dos outros livros “sagrados” (Alcorão, Gita, etc,etc).

Apesar de Deus muitas vezes ter literalmente ditado as Suas Palavras aos seus Profetas e Apóstolos (Números 7:89, Revelação 1:19), Deus também guiou de forma Sobrenatural aquilo que os Apóstolos escreviam, para que o resultado fosse aquilo que Deus queria que nós soubéssemos.

CONCLUSÃO

A Bíblia ocupa um lugar único na literatura mundial. É o Livro mais traduzido do mundo, o Livro mais propagado do mundo, e, infelizmente, o Livro mais atacado do mundo. Os seus preceitos são justos, os seus mandamentos santos, sua força imensa, e o seu conteúdo durará para sempre (Mateus 24:35).

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BIBLIOGRAFIA

1. Mark Van Bebber and Paul S. Taylor; “What does the fossil record teach us about evolution?” ; Www.ChristianAnswers.Net; of Eden Communications Copyright © 1995, Eden Communications, All Rights Reserved

2. Jastrow, Robert (1977), Until the Sun Dies (New York: W.W. Norton).

3. Gould, The Panda’s Thumb, 1980, p 271

4. WARD, Peter e BROWNLEE, Donald; Rare Earth,; Copernicus Books, Feb 2000, p. 150

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Evolução e Sistemas de Navegação

Diversas variedades de lagostas espinhosas existem um pouco por todos os oceanos do mundo e todas elas possuem habilidades para navegar. Experiências realizadas durante o ano de 2003 concluíram que elas orientam-se acedendo a um mapa interno de anomalias magnéticas locais ou variações mínimas no campo magnético da Terra.1

Quando um programador informático finlandês leu sobre isto, começou a arquitectar um sistema similar para robôs. [Impressionante que cada vez que se tenta entender e copiar o design presente na natureza, trazem-se sempre engenheiros mecânicos, programadores, e cientistas envolvidos em áreas de design e construção de sistemas. Porque será]

Janne Haverinen arranjou um mapa magnético do corredor de um hospital local e instalou-o num robô. O robô foi posteriormente capaz de navegar usando apenas as anomalias magnéticas que caracterizavam o edifício.2

A tecnologia do mapeamento magnético pode providenciar uma alternativa a outros métodos de navegação, nomeadamente, o “GPS interno”, onde os robôs navegam triangulando constantemente a sua posição em relação a um ponto de rádio fixo. Chris Melhuish, perito em robótica, disse à New Scientist que “se o sistema vier a funcionar, o mesmo pode aumentar a nossa confiança em robôs por estes usarem dito sistema em junção com, por exemplo, a navegação baseada na visão.3

As lagostas já possuem um sistema de visão, mas se as águas onde navegam se tornarem demasiado turvas, elas podem mesmo assim seguir a sua viagem usando o seu mapa magnético interno.

Aparentemente as lagostas estão perfeitamente ajustadas ao meio aquático, como se elas tivessem sido engenhosamente criadas para tal habitat. Mas nós sabemos que elas não foram criadas, certo? Nós sabemos disso pelos simples facto da vermos gatas brancas a darem à luz gatos pretos, cinzentos ou pretos. O facto de gatas darem à luz gatos mostra que o sistema de navegação das lagostas criou-se a si mesmo. Se duvidam desta “explicação”, entrem em alguns blogs ateus e leiam com os vossos próprios olhos.

O robô criado pelo sr Haverinen, que contém ele mesmo componentes metálicos, requer que o seu magneto metro (medidor magnético) seja suspenso numa vara afastado do robô. Deste modo, os seus próprios efeitos magnéticos não interferem com o detector, podendo assim o robô navegar com sucesso usando um mapa magnético. Isto contrasta com o elegante design presente na lagosta. A estrutura e a operacionalidade do magneto metro da lagosta ainda não é conhecida por inteiro, mas podemos desde já saber que o mesmo é pequeno, eficiente e perfeitamente integrado no corpo do animal. Contrariamente a muitos magneto metros construídos pelos homens, o da lagosta pode ser usado debaixo de água sem que o mesmo deixe de funcionar.

Conclusão:

Este pequeno animal é mais um que testemunha para o Génio do Criador, o Senhor Jesus Cristo. Se anos de planeamento, visão e design foram necessários para fazer uma cópia rudimentar do miniaturizado, completo e eficiente sistema de navegação da lagosta, então quão superior não deve ser o Engenho Artístico Daquele que gerou o dito animal num breve momento quando “falou…e logo se firmou“, certo?4

Essencialmente, o que os evolucionistas ateus querem que nós acreditemos é que sistemas de navegação geram-se a si mesmo como resultado de milhões de mutações aleatórias, filtradas pela selecção natural. Esta fórmula mágica (mutações + selecção natural + milhões de anos) é claramente insuficiente para explicar a biodiversidade.

Existe uma explicação bem mais lógica que não contradiz as observações científicas, nem atribui poderes nunca vistos às forças da natureza: Design Inteligente. O ateu no entanto, prisioneiro que está do naturalismo, não pode de maneira nenhuma aceitar explicações que violem a sua religião (por mais evidências que a dita explicação tenha). Como tal, ele vai continuar a acreditar que pode explicar a origem de sistemas de navegação ao explicar o funcionamento de um sistema de navegação já existente.

Este é mais um exemplo em como o ateísmo é um impedimento para o progresso da ciência.

Referencias

  1. Boles, L. C. and K. J. Lohmann. 2003. True navigation and magnetic maps in spiny lobsters. Nature. 421 (6918): 60-63.
  2. Haverinen, J. and A. Kemppainen. Global indoor self-localization based on the ambient magnetic field. Robotics and Autonomous Systems. Published online before print July 26.
  3. Marks, P. 2009. Lobsters teach robots magnetic mapping trick. New Scientist. 2723: 22
  4. Salmo 33:9

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Dissipador de Calor Feito de ADN

A National Geographic News faz menção a mais um artigo que demonstra o Génio Infinito do Senhor Jesus Cristo, o Criador de todas as coisas (João 1:1-3)

Os bicos brilhantes e coloridos dos tucanos não são apenas “rebuçados para os nossos olhos”, mas, de acordo com estudos científicos, um engenho que permite aos mesmos controlar a sua temperatura.

O tucano é uma das áves mais facilmente reconhecíveis do nosso mundo, situação essa que se deve sem dúvida ao seu aparentemente disproporcionado bico. Variando de tons de laranja para verde e azul, era sugerido anteriormente que o mesmo tinha como função atrair outros tucanos durante o período de acasamento, combater predadores ou descascar fruta. No entanto, durante pesquisas ao seu comportamento, uma equipa liderada por Glenn Tattersall, da Brock University (Canada) a dada altura teve uma intuição: será o bico do tucano usado para regulação da temperatura corporal?


A equipa acreditava que sendo um “largo apêndice não-insulado” contendo uma rede de vasos sanguíneos, o bico poderia rapidamente ajudar a áve a dissipar o excesso de calor. (Os tucanos vivem em áreas subtropicais)

Para testar a sua hipótese, a equipa usou câmeras de infravermelhos para fotografar tucanos em cativeiro. O que foi observado é que quando estava calor, as fotos mostraram que o bico do tucano radiava calor proveniente do sangue quente que corria internamente, mas quando a temperatura baixava, as fotos mostraram não haver radiação de calor. Não só isso, mas durante a temperatura mais baixa, as fotos mostraram haver uma mínima circulação de sangue para o bico.

Embora a pesquisa não invalide o uso do bico para outros fins, a mesma suporta a hipótese avançada relativa à dissipação de calor. A equipa acredita que outras áves (como os patos e os gansos) usem a mesma técnica mas a um nível inferior.

O estudo acrescenta a ideia de que alguns dinossauros dissipavam calor da mesma forma, particularmente o estegossauro, que é conhecido por ter possuído uma placa larga que corria toda a sua espinha. Contrariamente aos tucanos, é impossível de se testar esta hipótese nos dinossauros.

Conclusão

A primeira palavra que me vêem a mente é “Impressionante!“. Quem criou o tucano e o seu sistema de dissipação de calor sabia o que fazia. (Tenham em mente que este é apenas um sistema de dissipação de calor. Existem numerosos outros na biosfera, todos eles tão ou mais complexos que o do “simples” tucano)

Como é possível que seres inteligentes não vejam a Mão Sobrenatural de Deus na origem destes sistemas biológicos? Como é possível que haja pessoas inteligentes que acreditem que sistemas de refrigeração geram-se a si mesmos durante o período de milhões de anos, e após milhões de mutações aleatórias?

Experimentemos pôr uma ventoínha à mercê das forças da natureza durante 2,3 ou 5 anos e depois vejámos se ela ficou “mais complexa e organizada” ou se deixou de funcionar. A resposta tradicional dos crentes ateus é a de que “a ventoínha não se reproduz”, e como tal não é uma analogia realista.

Mas a falta de um sistema reprodutor nas ventoínhas é menos uma dificuldade para a teoria da evolução. Se uma ventoínha sem um sistema reprodutor que surja por métodos aleatórios (sem intervenção inteligente) já é difícil de acreditar, muito menos será uma mesma ventoínha que, não só faça a normal função das mesmas, mas que ainda consiga gerar outras semelhantes a ela mesma.

É preciso ter muita fé para se ser ateu.

Reparem que a teoria da evolução não desempenhou papel algum na descoberta desta função biológica. Os cientistas envolvidos neste estudo formularam uma hipótese, testaram-na e tiveram a confirmação da sua hipótese. A crença não-científica que afirma que o mundo não é o resultado de Design Inteligente (mas de mutações impessoais filtradas pela selecção natural) não foi relevante para este processo. Mesmo assim, ainda há muita boa gente que acredita que “Nada na Biologia faz sentido sem ser à luz da Evolução“. Como se pôde ver em cima, isto é empiricamente falso. Pode-se ser um excelente biólogo e aceitar-se a Verdade Bíblica sobre as nossas origens.

Glória seja dado ao Criador, o Senhor Jesus Cristo, não só por ter criado este mundo maravilhoso (embora esteja presentemente sob a maldição do nosso pecado), mas por nos ter feito à Sua Imagem, permitindo-nos assim entender a Sua Criação.

Revelação 4:11
Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas.

Isaías 45:12
Eu fiz a terra, e criei nela o homem; Eu o fiz: as Minhas Mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as Minhas ordens.

Isaías 40:26
Levantai ao alto os vossos olhos, e vede Quem criou estas coisas, Quem produz por conta o Seu exército, Quem a todas chama pelos seus nomes; por causa da Grandeza das Suas Forças, e pela Fortaleza do Seu Poder, nenhuma faltará.

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Escaravelho Africano Bombardeia Ateísmo

O escaravelho bombardeiro africano, Stenaptinus insignis, armazena dentro de si uma das mais poderosas evidências contra a crença que afirma que a vida criou-se a si mesma. O ateu evolucionista Ludwig Krippahl afirma que o referido insecto possui

uma mistura de hidroquinonas e peróxido de hidrogénio e, quando ameaçado, excreta pequenas porções para uma câmara de reacção no abdómen. Aí, enzimas catalisam uma reacção violenta e o spray tóxico, quase a ferver, persuade o atacante a procurar o almoço noutro lado. Além disso o escaravelho consegue apontar a esguichadela para qualquer direcção orientando o canal de saída.

Por outras palavras, este animal possui dentro de si químicos que precisam um do outro para activar o seu sistema de defesa. Esta reacção é activada por um catalisador que, “por sorte”, mistura-se em quantidades suficientes apenas e só para ser expelida para fora do animal. A presença de um químico sem o outro seria inútil, uma vez que a combinação dos dois é necessária para que este sistema funcione.


Dada esta situação (interdependência funcional) qual é a teoria que melhor explica a origem deste mecanismo:

1. Progresso gradual e faseado onde um químico aparece primeiro e “espera” que outro apareça, sem contar com as ligações neurónicas que o dito animal teria que desenvolver para aprender a usar a dita arma;
2. O sistema estava funcional desde que apareceu na Terra?

Façamos uma analogia com um lança-chamas.

A idéia básica por trás do lança-chamas é “espalhar fogo lançando combustível em chamas“. O fogo lançado pelo lança-chamas é causado por uma reacção química entre duas ou mais substâncias. Como indica este site, “Essa reação é desencadeada por calor extremo, freqüentemente causada por uma outra chama ou uma centelha. O calor do próprio fogo é suficiente para manter a reação química enquanto houver combustível para queimar“.

Mas uma coisa é a presença dos químicos num dado local e outra é a forma de usá-lo de forma funcional. O lança-chamas, tal como escaravelho bombardeiro, possui um mecanismo próprio para misturar os químicos de forma funcional e um mecanismo próprio para direccionar o fogo de forma eficiente. O que os evolucionistas querem que nós acreditêmos é que um mecanismo mais complexo e mais óptimo (em termos de design) que um lança-chamas formou-se a si mesmo, após milhões de mutações aleatórias filtradas pela não-inteligente selecção natural.

O Ludwig não ofereceu evidência nenhuma para a sua posição evolucionista ateísta. Ele não diz no seu post qual foi o químico que apareceu primeiro e “esperou” pelo outro, nem disse qual é a força natural capaz de organizar químicos de forma a produzir uma arma de fogo. Não falou sobre os detalhes da evolução do escaravelho, as evidências que confirmem a sua versão da evolução nem nada que seja remotamente parecido.

Não sendo capaz de fornecer as evidências que confirmem a sua fé na naturalismo, O Ludwig seguiu outro caminho, nomeadamente, o caminho seguido por Darwin no que toca à evolução da visão. Este caminho resume-se em mostrar vários tipos de olhos (ou, neste caso, de escaravelhos) e de “concluir” que, como existem vários tipos de olhos com complexidades distintas, então a evolução gerou-as. Cabe agora aos criacionistas mostrar como é que isto não aconteceu assim.

O Ludwig afirma

Os criacionistas adoram estas coisas. O vídeo abaixo mostra o escaravelho em acção. Termina com o comentário típico que algo tão sofisticado teria de ser criado de uma só vez, e que era impossível o escaravelho sobreviver com um sistema parecido mas incompleto.

 

Como se vai vêr no resto da sua resposta, o termo “parecido” é usado nesta frase como forma de justificar o que vêm a seguir. Convém ressalvar que os criacionistas não afirmam que um sistema parecido com o do escaravelho não funcionaria.

 

O que nós dizêmos é que 1) não há força natural capaz de criar um sistema como o que o dito escaravelho possui, e que 2) este sistema sem todo o aparato completo, não funciona. Como tal, não evoluiu.

Pensem no lança-chamas. De que é que me serviria um lança-chamas sem um gatilho para expelir o fogo? De que é que serviria ao escaravelho evoluir “uma mistura de hidroquinonas e peróxido de hidrogénio” e não ter o catalisador para activá-los? Ou ter o catalisador mas não ter a câmara de reacção?

Este sistema tinha que estar completo e funcional desde o princípio (criação).

O método criacionista é escolher um exemplo extremo, apresentá-lo como único na natureza e pedir que desliguemos o cérebro e nos prostremos a adorar o senhor deus deles.

Mas os criacionistas, felizmente, não o apresentem como “único” na natureza. (A natureza está literalmente repleta de sistemas tão ou mais complexos que o sistema de defesa do escaravelho) Isto é o argumento-palha. O Ludwig põe na boca dos criacionistas aquilo que nós nunca disssêmos, e depois “refuta-o”. (É sempre mais fácil refutar uma caricatura do cristianismo do que a verdade)

Mas a realidade é que há meio milhar de espécies de escaravelho com defesas semelhantes, em vários níveis de sofisticação.

A existência de vários níveis de sofisticação não explica como é que o seu nível de sofisticação surgiu, da mesma forma que a existência de vários níveis de sofisticação nos carros não é evidência de que os carros fizeram-se a si mesmos. Mostrar outros sistemas com níveis de sofisticação distintos só diminui a credibilidade da teoria da evolução.

Se acreditar que um escaravelho , “por sorte”, conseguiu ter as mutações certas (na altura certa), e conseguiu gerar o seu próprio sistema de defesa, já é muito difícil, mais difícil fica se pensarmos que existem “vários níveis de sofisticação” na natureza. Donde é que eles surgiram?

A enorme diversidade destas defesas, das mais simples às mais complexas, refuta a tese que uma coisa destas tem de ser criada de uma vez e segundo um plano exacto.

 Tal como disse em cima, o Ludwig não explica como é que o sistema se originou, mas mostra outros sistemas “mais simples” (segundo ele), e espera que isso sirva de evidência que nenhum deles foi criado. É exactamente a mesma “lógica” que Darwin usou com a não-existente evolução da visâo (1,2,3,4,5,6,7)

O escaravelho bombardeiro não é um problema para a evolução. Não é um caso isolado sem explicação.

Mas os cristãos não dizem que seja um “caso isolado”, mas sim um caso onde não só não há explicação evolutiva, mas há uma explicação cristã muito mais em conta com o conhecimento científico moderno. 

Com tantas combinações possíveis, até seria de estranhar que a evolução não tivesse encontrado algumas tão extraordinárias quanto esta.

Sim, a evolução “encontrou” porque a evolução estava à procura. A evolução tem um feeling para estas coisas.

O problema é para o criacionismo. Tem a difícil tarefa de explicar a necessidade desse deus criar um sistema de defesa tão sofisticado. Supostamente, na altura da criação não havia morte e o escaravelho não precisava de se defender.

 Como é normal entre os ateus, eles “esquecem-se” de partes da história como forma de justificar a sua fé. Ou esquecem-se dos efeitos do pecado na criação, ou esquecem-se que Deus consegue vêr o futuro.

E explicar a origem de tantos sistemas de defesa nos insectos, tão diversos, dos mais rudimentares aos mais sofisticados.

“Rudimentares” e “sofisticados” são palavras com teor evolucionista. Os outros sistemas funcionam para o propósito para o qual foram feitos, tal como o tractor funciona para o propósito para o qual ele foi feito. O facto do tractor ser tecnologicamente mais simples que um Alfa Romeo, não quer dizer que nem um nem o outro foram feitos.

A grande diferença é que a ciência tenta encontrar explicações abrangentes que unifiquem o nosso conhecimento e lhe dêem uma estrutura coerente.

A ciência de facto tenta fazer isso, mas a teoria da evolução não. A teoria da evolução vai-se emendando aqui e ali à medida que a ciência avança. Quem não se lembra da defunta crença nos “orgãos vestigiais”? Poucos são os ateus que ainda usam essa linha de argumento sem serem criticados.

Por isso interessa-se pelos padrões nos dados, por como as coisas encaixam.

O padrão dos dados científicos encaixam perfeitamente no modelo Bíblico. A sofisticação das formas de vida, aliada à estrutura óptima para a vida existente na Terra, aliada à natureza moral do ser humano, ao registo fóssil, e a um vasto leque de outros dados científicos, encaixa-se perfeitamente na crença que afirma que o universo e a vida foram feitos pelO Senhor Jesus Cristo.

Em contraste, a hipótese de uma criação ad hoc para cada bicharoco exclui esta possibilidade logo à partida.

Felizmente, a Bíblia não afirma a criação “ad hoc” para cada um dos bicharocos mas sim para os tipos básicos.

 É um milagre aqui, outro ali, outro acolá, sem nada que os una, que explique como ou porquê.

 

Mas há algo, ou melhor, Alguém, que os une: O Criador, o Senhor Jesus Cristo. A um nível mais directo podemos vêr informação em todas as formas de vida. Sabendo nós que a informação tem sempre uma origem inteligente, isto une toda a vida em torno daquilo que a Bíblia afirma: que há Um Criador por trás das formas de vida.

 

Para convencer as pessoas que a realidade se assemelha a este disparate, os criacionistas têm de focar apenas exemplos isolados, desprovidos de contexto.

O contexto Bíblico explica a sofisticação existente na natureza. Se a vida foi feita por Deus, faz sentido encontrar sistemas de complexidade impressionante na biosfera. Se a vida tivesse uma origem não-inteligente, encontrar sistemas de complexidade e funcionalidade como as que a vida tem seria totalmente inesperado.

Conclusão:

O escaravelho bombardeiro é mais uma das muitas evidências para o Génio Criativo do Senhor Jesus Cristo. Os ateus observam, estudam e pasmam-se com a sofisticação lá existente, mas abandonam todo o pensamento racional na altura de falar sobre as suas origens.

O cristão alegra-se quando a ciência descobre a estrutura e complexidade das formas de vida, e observa com satisfação como a ciência pouco a pouco vai desmontando e destruindo o frágil edifício evolucionista (e confirmando a Palavra de Deus).

Por essas e por outras, nós cantamos e dizemos:

Rev 4:11
Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas

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Sapo aleatoriamente construído dorme durante anos

Uma espécie de sapo pode sobreviver durante anos na lama sem comida e sem líquidos. Uma nova pesquisa descortinou como é que o sapo e outros animais “super-dorminhocos” o fazem.

Quando as fontes de alimentação são escasssas, muitas espécies de animais passam por um período de turpor como forma de conservarem a energia. Em termos de conservação de energia, o campeão é um sapo com o nome de Cyclorana alboguttata.

Uma equipa de cientistas da Universidade de Queensland descobriu que o metabolismo das células deste sapo muda radicalmente durante este período de dormência o que permite um uso maximizado das fontes energéticas.

Esta descoberta pode conduzir a outras descobertas com aplicações médicas.

Sara Kayes, que apresentou os seus achados na “Reunião Anual da Biologia Experimental” em Glasgow (Escócia) afirmou que “[Esta descoberta] pode ser potencialmente útil no tratamento de disordens relacionadas com a energia, nomeadamente, a obesidade.

Quando a eficiência operacional da mitocondria presente nas células do sapo foi medida, foi notado que a mesma era significativamente superior do que a eficiência presente nos animais activos.

…………
Mais uma excelente descoberta que pode ter benefícios para a vida humana. A meu vêr, é para isto que a ciência serve: descobrir os mecanismos do universo, e aprender com eles.

Reparem mais uma vez que não foi necessário filosofar-se sobre o imaginado passado evolutivo do sapo para se estudar, analisar e aprender com os mecanismos do mesmo. O que se aprendeu com as descobertas deve-se única e exclusivamente às observações e aos testes, e não às fábulas evolutivas.

Quanto tempo é que duraria uma máquina por nós feita enterrada e inactiva durante anos na lama e na água? (Vêr: “Semente Subterrada há 2000 Anos Volta à Crescer“) Este sapo, cujas células são mais complexas que qualquer máquina por nós feita, não só dorme durante anos, mas seguidamente acorda e vai à sua vida como se nada tivesse acontecido.

Não só isso, mas o mesmo animal tem um sistema de locomoção, um sistema de auto-reparação (auto-cura), um sistema de visão, um sistema de conversão de nutrientes em energia, um sistema de reprodução, um sistema de respiração, e muitos outros. Cada um dos sistemas interage de alguma forma com outros sistemas de forma harmoniosa e funcional.

Isto tudo originou-se aleatoriamente, obviamente. Faz todo o sentido.

Que “sorte” que a evolução pôde construir uma máquina biológica tão funcional, certo? Certo?….

Repito a pergunta feita num post antigo: Qual é mesmo a necessidade cientifica da teoria da evolução? Os cientistas parecem ser capazes de fazer o seu trabalho calmamente sem levar em conta os mitos evolutivos.

Conclusão:
Glória ao Criador, o Senhor Jesus Cristo, por ter feito um mundo tão maravilhoso para nosso conforto e deleite. Embora o universo esteja debaixo da maldição do pecado, o mesmo ainda “declara a Glória de Deus”.

João 1:3
Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez

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Golfinhos e Eficiência Hidrodinâmica: Aprendendo com Deus

Nós todos ficamos maravilhados com a movimentação elegante e graciosa dos golfinhos debaixo da água. “As suas barbatanas“, diz a ScienceDailyaparentam estar perfeitamente adaptadas para o máximo de agilidade aquática“.

Contudo, ninguém tinha ainda analisado 1) a forma como as barbatanas do golfinho interagem com a água 2) o impulso hidrodinâmico que elas geram, 3) a inércia que elas experimentam ou 4) a sua eficiência hidrodinâmica.

Laurens Howle e Paul Weber da “Duke University” juntaram esforços com Mark Murray da “United States Naval Academy” e Frank Fish da “West Chester University” para descobrirem mais sobre a hidrodinâmica das barbatanas das baleias e dos golfinhos.

Segundo o artigo por eles publicado no “The Journal of Experimental Biology”, as barbatanas dos golfinhos geram o impulso hidrodinâmico da mesma forma que o avião “Delta Wing” gera o seu impulso aerodinâmico.

Usando tomografia (1) informática para fazer “scans” das barbatanas de 7 espécies diferentes de golfinhos, a equipa fez modelos à escala das barbatanas de cada espécie. Seguidamente, eles mediram o impulso e a inércia experimentadas pelas barbatanas em inclinações que iam de -45º para +45º, e em túneis de corrente a uma velocidade que seria equivalente a 2 metros por segundo para a barbatana completa.

Comparando os coeficientes de impulso e de inércia que a equipa calculou para cada barbatana, eles descobriram que as mesmas se comportam como a arquitetura dos modernos aerofólios.

Definindo as formas das barbatanas como “triangular“, “swept pointed” ou “swept rounded“, a equipa usou simulações informáticas do fluido à volta das barbatanas, e descobriu que as barbatanas “sweptback” geram um impulso semelhante ao dos aviões “Delta Wing”.

Calculando a eficiência das barbatanas, os pesquisadores notaram que as barbatanas triangulares dos golfinhos “Bottle Nose” é mais eficiente, enquanto que a dos golfinhos “Harbour” e a dos golfinhos atlânticos “White Sided” eram as menos eficientes.

Obviamente que, como evolucionistas que são, eles tinham que louvar Darwin com uma descoberta científica que nada deve a mitos vitorianos:

Afirmando que factores ambientais e factores relativos a performance desempenharam um papel significante na evolução das barbatanas de golfinhos e baleias, bem como a sua hidrodinâmica, Howle e os seus colegas estão empenhados em descobrir mais sobre a ligação entre a performance das barbatanas, e o ambiente que as baleias e golfinhos enfrentam diariamente

Perguntas:

Se depois de todo o desenvolvimento experimental, testes e trabalho árduo, os cientistas afirmarem que a barbatana “provavelmente” evoluiu há 300 milhões de anos atrás devido a “pressões ambientais”, será que isso vai de alguma forma aumentar o conhecimento que nós temos da funcionalidade das ditas barbatanas?

Se nós adoptarmos a posição que afirma que o mundo biológico é o resultado do acto criativo de Deus, será que as descobertas científicas em volta da operacionalidade das barbatanas será diferente?

Alguém me lembre outra vez qual é a função científica da teoria da evolução? Não me vem nada à mente. Segundo o que conseguimos observar, os cientistas fazem o seu trabalho alegremente sem levar em conta o suposto “processo evolutivo” dos sistemas biológicos.

Para quê é que precisamos da teoria da evolução mesmo?

…………………………..
1. “Tomografia é um exame realizado na medicina. Derivada do termo “tomos”, partes e “grafen” registro. É uma técnica assistida por computador, em que dados de diferentes perfis são combinados e calculados para formar imagens “em fatias” dos objetos analisados, sendo comum o seu uso, atualmente, em medicina.” – Wikipedia

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“O ateísmo não tem valores”

O Antonio Parente afirmou aqui uma coisa que eu gostaria de comentar:

O ateísmo não tem valores.

Eu não diria isso. Eu diria que, uma vez que o ateu acredita que Deus não existe, todos os valores que o ateu subscreve são vinculativos apenas para ele e não para os outros.

O problema, claro, é que o ateu assume que os valores a que ele aderiu são os mesmos que os não-ateus têm que seguir. Ou seja, ele nega o Fundamento (Deus) da natureza absoluta de alguns valores morais, mas espera que toda a humanidade siga em absoluto aquilo que o ateu julga ser um “valor”.

Mais uma das muitas inconsistências da vida sem Deus.

Faz-me lembrar uma anedota que vi há muitos anos num filme:
Um homem estava num restaurante com um prato de sopa à sua frente. Entretanto, e antes de começar a comer, chamou o garçon e disse:
- Por favor, prove esta sopa. O garçon responde:
- Mas há algum problema com a sopa?
- Apenas prove a sopa.
- Mas porquê? O que é que se passa?!
- Amigo, eu chamei-o apenas para provar a sopa. Prove a sopa, se faz favor.
- Ok ok. Onde está a colher? – Diz o garçon.
- Aha! – responde o homem.

O ateu faz o mesmo. Espera que nós embarquemos na sua moralidade sem primeiro nos dizer o porquê.

Falta qualquer coisa (ou melhor, Alguém) nas prescrições morais dos ateus, tal como faltava uma colher ao homem que estava prestes a comer a sopa.

O constante apelo à moral por parte dos ateus é contínua evidência de que eles sabem que há Uma Referência Absoluta para a moral. Eles sabem que Deus existe mas negam-No com as suas palavras.

Com isto eles confirmam a Bíblia quando esta diz:

O louco diz no seu coração: Não há Deus“. Salmo 14:1

É manifesta loucura o homem negar aquilo que ele sabe ser verdade, mas o ateísmo é mesmo assim, incoerente, inconsistente, contraditório e ilógico.

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Pode um cristão fazer tatuagens?

Vêr também: Será que as tatuagens tem significado espiritual?


A questão das tatuagens, juntamente com a questão do aborto e da homosexualidade, é uma das que gerou mais polémica no encontro que se realizou ontem, na igreja de Algés.

A questão das tatuagens é pertinente porque a sociedade em si não vê problemas nenhuns em colocar marcas em certas áreas do corpo como forma de fazer passar uma certa filosofia de vida.

Tendo em conta esta atitude complacente da sociedade actual, o que é que o cristão deve fazer? Será que devêmos ser “fundamentalistas” e negar toda e qualquer expressão artística que envolva a gravação de imagens ou palavras no corpo? Ou será que devêmos ser mais “liberais” neste ponto, como forma de mostrarmos que os cristãos são “pessoas normais”?

A meu vêr todas as decisões morais que o cristão pense em tomar devem começar na Palavra Daquele que sabe tudo (o Senhor Jesus Cristo), e não nas opiniões dos homens falíveis.O que é que Deus diz acerca disto?

Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor. (Levítico 19:28)

Muitas vezes Deus alerta-nos para comportamentos que em si não são maus mas que podem causar o desvio dos fracos na fé (ou causar confusão àqueles que não conhecem a Cristo). Por exemplo, o Apóstolo Paulo diz

Pelo que, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para não servir de tropeço a meu irmão. (1 Cor 8:13)

Não há nada de mal em comer carne, mas se tal comportamento levar a que um irmão esmoreça na fé, o Apóstolo Paulo diz que não comerá a carne. O princípio aqui é o de que há actividades que em si não são pecado mas que podem ser formas que o homem use para se afastar de Deus.

A práctica de marcar o corpo está Biblicamente e historicamente associada à prácticas pagãs e à adoração de deuses alheios. Deus proibiu o Seu Povo de seguir o erro dos pagãos como forma de separá-los das nações (Lev 19:28). Hoje em dia o motivo da marcação do corpo não é o de adoração de deuses alheios (embora em certos casos, haja algo de idólatra nessa práctica) mas sim o suposto “embelezamento” do mesmo. No entanto, a Palavra de Deus diz:

Abstende-vos de toda espécie [aparência] de mal. (1 Tessalonicenses 5:22)

Reparem que neste verso, Deus manda que não só nós nos separemos do mal, mas também de tudo o que aparenta o mal.

Por exemplo, imaginem um casal de namorados cristãos que acredita e practica a abstinência, mas que tem por hábito passar a noite na casa de um ou de outro. Embora eles possam não fazer nada de mal, para as pessoas que os vêem a agir deste modo vai ser difícil fazer-lhes vêr que, apesar do que aparenta, o casal cristão practica o superior comportamento da abstinência. O que aparenta vai ser a causa de confusão e não o que está de facto a ser feito.

O mesmo se passa com as tatuagens. O que aparenta vai falar mais alto do que aquilo que o cristão verdadeiramente acredita.

Conclusão:
A meu vêr, o comportamento bíblico no caso das tatuagens é o de rejeitá-las a todas por completo, mesmo que uma delas seja “Deus é Amor”. O descrente não vai olhar para isso como uma declaração de amor pelO Pai, mas sim como uma evidência de que “não há nada de mal em marcar o corpo com coisas de que se acredita“.

Nós sabemos que isso não é verdade, e como tal, para que o nosso comportamento não seja pedra de tropeço para almas pelas quais o Senhor Jesus Cristo morreu, o melhor é deixar o corpo vazio de tatuagens.

Uma tatuagem é uma declaração de algo em que se acredita, sendo que a maioria delas é feita com o expresso propósito de exibi-las. Se o cristão quer declarar ao mundo que ele ama o Criador, o melhor é colocar marcas no seu espírito e exibir essas “marcas” com o seu comportamento.

E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:2)

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Creatures that Defy Evolution – Part 1/3

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Humanos criam com princípios presentes na natureza

Nós ouvimos com frequência por parte dos crentes ateus que, a menos que nós saibamos “Quem” é o “Designer”, então nós não podemos fazer inferência de design no mundo biológico.

Se nós dissermos que nunca vimos um Índio americano a construir uma ponta de seta em pedra, mas que mesmo assim podemos fazer uma inferência para o design, o darwinista responderia da seguinte forma:

“Sim, podemos fazer essa inferência porque os americanos Nativos são humanos como nós!  

A PhysOrg.com tem um artigo acerca da microRNA, miR-7, cuja função de regular redes que produzem uniformidade nos humanos foi descoberta recentemente. O artigo é interessante já de si, mas uma das coisas mais interessantes do artigo é a seguinte afirmação:

Quando alguma coisa é alterada, como por exemplo, a sequência genética duma molécula ou a temperatura do organismo, a rede responde de modo a compensar a mudança e manter o sistema intacto.. . . . Este design é semelhante ao princípio usado pelos engenheiros durante a sua construção de atributos de segurança nos produtos.

Tendo isto em conta, nós podemos dizer que o Designer arquitetou as formas usando princípios de design que nós humanos também usamos.Para o cristão o facto de encontrarmos semelhanças entre aquilo que nós construímos e aquilo que está na natureza não é surpresa nenhuma, uma vez que a Palavra de Deus claramente afirma que nós fomos criados à Imagem Daquele que criou a natureza (Deus). O nosso génio criativo é apenas uma amostra em ponto pequeno do Génio Infinito de Deus.É uma honra muito grande para nós humanos sabermos que o Deus que criou o universo teve o cuidado de pôr em nós uma pequena parcela do Seu Génio criativo.

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O Deus que estava lá

O amigo Barros continua os seus “ataques” ao Ser que ele diz que não existe. Num dos últimos posts, o Barros colocou uma história emotiva com um final anti-Deus, como forma de “mostrar” que a oração a Deus não resulta porque, supostamente, coisas más acontecem mesmo depois de se orar no sentido contrário.

O meu palpite sobre isto é que o Barros apela a emotividade porque a racionalidade já não pode justificar a crença de que o mundo criou-se a si próprio. Com conclusões chocantes misturadas com violência e imagens agressivas, o Barros tenta mostrar que é mais lógico acreditar que o mundo criou-se a si próprio do que acreditar que Um Ser, cuja Existência está para além do mundo material, controla o universo a Seu belo prazer (embora não da forma que os mais de 6 biliões de pessoas na Terra poderiam desejar).

A conclusão do seu post é: “Esqueça Deus porque quer você ore ou não, coisas más vão acontecer!”

O Barros, como ateu, continua sem dizer qual é o problema da morte crianças na religião ateísta. Se nós somos apenas químicos que se auto-organizaram aleatoriamente, e o importante é a sobrevivência do indivíduo, o que é que importa que crianças morram? Além disso, o seu post assume que o homem não foi feito para sofrer. Segundo o ateísmo, houve alguma altura da existência humana onde o homem não estivesse em sofrimento? Houve algum “Éden” ateísta?

Pior do que isso, é que o contador de “estórias”, o Tio Darwin, afirma mesmo que o causou o aparecimento das formas superiores de vida foi a morte, a guerra e tudo o mais. Portanto, se o ateu está certo e se Deus não existe, o sofrimento é coisa normal na vida. Para quê lamentar-se perante Alguém que eles pensam que não existe devido ao “mal” que existe no mundo?

Como se isto não fosse suficiente, numa visão ateísta, os conceitos do “mal” e do “bem” são relativos e não absolutos. Isto implica que aquilo que o ateu julga ser o “mal” é vinculativo apenas para ele e não para o cristão. O ateu pode achar que a morte de crianças é uma coisa “má”, mas sem Um Ponto de Referência Absoluto para a moralidade, a sua opinião é tão válida como a do ateu Stalin, que matou milhões de pessoas porque pensava que estava a fazer a coisa certa.

O que tudo isto implica é que o facto de Deus não agir 100% da forma que nós queremos, não é evidência contra a Sua existência ou despreocupação. Sabemos de acordo com a Palavra de Deus que “todas as coisas juntas trabalham para o bem daqueles que amam a Deus” (Rom, 8:28), e o “homem natural não pode receber as coisas de Deus porque elas são espiritualmente descernidas” (1 Cor 2:14). O ateu julga os eventos isolados e de forma individual, sem vêr a “grande imagem” (“big picture”) dentro do Plano de Deus. Aliás, o ateu nem sequer acredita que há um grande plano no esquema da vida. Para ele o que importa é o hoje, o “eu” e o agora.

Mas a pergunta fica: se quando Deus não responde isso é evidência de que Ele não existe, o que fazer quando Ele responde, cura e conforta? Se uma é evidência contra, então a outra deveria ser evidência a favor.

Será que o Barros vai-se tornar um crente depois de vêr o video em baixo exposto?

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Imagem: Aborto, Eutanásia e Pecadores

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Cientistas afirmam: Fé no Deus da Bíblia reduz ansiedade

Este é mais um artigo para juntar a tantos outros que mostram os benefícios da fé no Deus da Bíblia. O ateu Richard Dawkins navega pelo mundo a anunciar o “evangelho” do desespero, e a proclamar que a “religião” (excepto a sua) é má. Os dados científicos, no entanto, mostram que genuína fé no Deus de Israel, Pai do Senhor Jesus Cristo, tem consequências positivas.

Uma das frases mais importantes do artigo é:

Those with the deepest religious belief were more likely to let mistakes roll off their backs, while those who tend toward atheism were more likely to suffer stress and anxiety after committing an error.  

Conhecendo a mente ateísta, deixem-me dar alguns pontos 

* O propósito do artigo não é o de “provar” que Deus existe (isso é óbvio), mas sim que existem benefícios médicos na genuína fé no Deus da Bíblia.

* O argumento exposto no artigo não é refutado com declarações como “os drogados também se sentem bem quando estão pedrados!!”. Embora isto seja “verdade” (dependendo da definição de “bem”), as situações não são análogas. Enquanto o “bem estar” do drogado é uma indução provocada por químicos (os mesmos que mais tarde lhe vão causar problemas físicos e psicológicos) o bem estar daquele que professa fé no Deus da Bíblia não é uma consequência de uma indução artificial, mas sim uma disposição emocional.

* Apontar para as “atrocidades” feitas por aqueles que professam acreditar no Deus da Bíbla não refuta o que o artigo afirma. Duas pessoas podem afirmar estarem ao serviço do mesmo chefe, mas só uma delas de facto conhecer o que o chefe quer. Nós devêmos olhar para aqueles que agem de acordo com aquilo em que acreditam, e não para aqueles que afirmem acreditar numa coisa, mas ajam de forma contrária àquilo em que acreditam.

Ficam aqui algumas pérolas do artigo em questão

Freud insisted that religion was inversely associated with positive psychological health. Esteemed psychologist Albert Ellis, ranked by his peers as the second most influential psychotherapist in history, in the 1980s claimed that people who have strong religious convictions are going to have less tolerance to uncertainty, be less resilient, suffer more from anxiety, and be more prone to neuroses.(…)

In the 1990s, psychologist Kenneth Pargament faced off with these giants and suggested testing their claims scientifically by conducting actual psychological experiments, without a religious or anti-religious agenda. Dr. Pargament made an empirical science of the psychology of religion, and has published two books and over 150 scientific papers(…).

He has received numerous awards from the American Psychological Association and the American Psychiatric Association(…).

In general, his studies have shown that spirituality is an important resource for people in times of stress, and connection with God can be ameliorative for symptoms of stress, worry, and depression(…).

After reviewing Dr. Pargament’s research, Dr. Ellis publicly retracted his statements and grudgingly admitted that, from a psychological standpoint, religion is “not necessarily a bad thing. [hehe- Mats]“(…)

In truth, as secularization in society has increased, so have the levels of anxiety and depression.

As Mr. Rosmarin points out, it makes sense that a person who believes in an omniscient, omnipotent, and loving God will not be consumed by worry or depression.

As David Rosmarin declares: “With the financial markets in crisis and with growing security concerns around the world, stress and worry have gone through the roof — particularly in the Jewish community.

Increasing belief in God may help to decrease a lot of distress. 

Amen para a última frase. Não só Deus tem o poder e a vontade de ajudar o ser humano, mas Ele já preparou uma Caminho para aqueles que querem descançar no Seu Amor para sempre. Esse Caminho não é físico mas sim Espírito. Esse Caminho chama-Se “Jesus Cristo”.

O mundo, na sua “infinita sabedoria”, oferece químicos para resolver problemas espirituais. Deus, o Criador, oferece-nos não químicos mas sim o Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo. Jesus Cristo não só dá paz aos Seus seguidores, mas abre as portas da eternidade para todo aquele que crê (Actos 16:31)

Tendo em conta as evidências médicas, parece que, mais uma vez, o método de Deus funciona.

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Quando Darwin recebe o que pertence a Deus

A RTP2 passou ontem à noite (27 de Abril 2009) um programa onde falava da velocidade dos animais terrestes. Falou-se da velocidade de alguns ursos (>65Km/h), da velocidade de leões e tigres (>70km/h) de alguns canídeos (lobos, etc).

Segundo o supra citado programa, o animal mais rápido sobre a Terra e a chita (Acinonyx jubatus). Este animal consegue atingir a espantosa velocidade de 110km/h (às vezes até mais) quando persegue a sua vítima, embora “só” consiga manter esta velocidade durante cerca de 300/400m.

Por cada passada que ela dá, a chita consegue percorrer cerca de 8 metros (!). Todo o seu corpo está arquitetado para a velocidade e para a caça:

* Corpo franzino e ossos leves
* Narinas largas para maior absorção de oxigénio
* Cauda forte que serve de “leme” durante a corrida
* Unhas semi-retráteis (ajudam-na a “agarrar” o solo)
* Manchas escuras junto à vista, como forma de não ser afectada pelo luz durante a corrida.

Todo este aparato e design estão feitos para permitir à chita perseguir com sucesso a sua presa.O programa, claro está, falou em “design“, “engenharia“, “estrutura“, “performance” e muitas outras palavras que claramente apontam para design inteligente, mas quando chegou a hora de falar sobre as origens do dito animal, o comentador disse algo como:

A evolução consegui aperfeiçoar este animal de uma forma impressionante.

E pronto. Com a palavra mágica “evolução” escusa-se de explicar como as complexas e interdependentes estruturas da chita podem ter surgido como resultado de forças aleatórias.Evidências? Mecanismos? Não, nada disso. A teoria da evolução não precisa disso. Com a teoria da evolução basta dizer “evoluiu” para se “explicar” as origens que qualquer sistema biológico.

A teoria da evolução é como um filme de suspense. Nós vamos vendo o filme e as evidências vão acumulando na direcção de um suspeito. Quando chegamos ao final do filme, há um “volte-face” totalmente inesperado e afinal o suspeito é inocente, e a culpada é outra pessoa qualquer.No que toca às origens da biosfera passa-se o mesmo. Nós vamos recolhendo evidências e observando sistemas, caminhando calmamente para a posição que suporta o design inteligente. Vêmos informação codificada, estruturas interdependentes, mecanismos de conversão de nutrientes, mecanismos de visão, engenharia celular, e muitas outras coisas que normalmente estão associadas ao design inteligente.Quando o trabalho está todo feito e estamos prontos para concluir “design”, lá vem o evolucionista afirmar “impressionante como tudo isto surgiu por acaso, como consequência de milhões de anos e milhões de mutações aleatórias!!“Esta declaração filosófica nada acrescenta ao nosso conhecimento científico, mas o evolucionista, sabendo o que está em jogo, gosta de pôr esta cereja podre por cima do bolo da criação.A pergunta fica: porque é que Darwin recebe a glória que é devida a Deus?

Isaías 62: 2
A Minha Mão fez todas essas coisas, e assim todas elas vieram a existir, diz o Senhor.

Isaías 44:24
Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que Sozinho estendi os céus, e espraiei a terra.

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Quando o Homem Esquece Deus

Nobel Prize winner Aleksandr Solzhenitsyn was asked to account for the great tragedies that occurred under the brutal communist regime he and fellow citizens suffered under.

Aleksandr Solzhenitsyn stated the following in relation to atheism:

Over a half century ago, while I was still a child, I recall hearing a number of old people offer the following explanation for the great disasters that had befallen Russia: “Men have forgotten God; that’s why all this has happened.Since then I have spend well-nigh 50 years working on the history of our revolution; in the process I have read hundreds of books, collected hundreds of personal testimonies, and have already contributed eight volumes of my own toward the effort of clearing away the rubble left by that upheaval. But if I were asked today to formulate as concisely as possible the main cause of the ruinous revolution that swallowed up some 60 million of our people, I could not put it more accurately than to repeat: “Men have forgotten God; that’s why all this has happened.”[43]

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O cérebro distingue Deus do Pai Natal

Artigo original – 14 04 2009 08.42H

À excepção de algumas «seitas» mais fanáticas, nem os católicos negam as evidências da Ciência, distinguindo perfeitamente entre a linguagem metafórica e poética do Antigo Testamento e a realidade, nem os cientistas têm a pretensão de provar ou negar a existência de Deus, como se as suas ressonâncias magnéticas e os seus aparelhos tivessem a capacidade de captar e reduzir a uma “chapa” a complexidade do ser humano, do universo e de para aí além.

Mas a verdade é que a Fé não consegue deixar de fascinar os investigadores, ou não movessem montanhas. Agora foi a revista Newscientist a publicar um estudo, citado pela Lusa, em que cientistas dinamarqueses concluíram que a oração activa uma área do cérebro onde se processa o conhecimento social, ou seja, que rezar é como falar com um amigo.

O cérebro de 20 católicos praticantes foi “fotografado” no decorrer de três tarefas: enquanto recitavam o Pai Nosso, enquanto recitavam um poema, e uma terceira em que improvisavam orações pessoais, antes de fazerem pedidos ao Pai Natal.

Curiosamente, o Pai Nosso e o poema activaram a mesma área cerebral, mais propriamente a que está ligada à emuneração e repetição. Contudo, a oração improvisada pôs em funcionamento os circuitos utilizados quando se comunica com outra pessoa, e que nos concedem a capacidade de lhes imputar motivações e intenções.

Mas a complexidade não se fica por aqui: é que a reacção foi também diferente quando rezavam e quando se dirigiam ao Pai Natal: quando Deus era o interlocutor iluminavam o córtex pré-frontal (o que se acende quando comunicamos com pessoas reais), que se mantinha apagado no caso do Pai Natal, revelando assim considerá-lo uma figura fictícia, equiparada a um objecto ou a um jogo de computador.

A explicação é que «o cérebro não activa essas áreas por não esperar reciprocidade, nem considerar necessário pensar nas intenções do computador».

Assumindo uma postura cautelosa, o estudo termina concluindo que o que fica provado é, apenas, que quando os crentes rezam acreditam não só estar a falar com Deus, como que este os escuta. Já não é mau.

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