Uma das coisas que se tem reparado no debates entre a evolução e a criação é a forma como os proponentes reagem à propagação de informação.
Enquanto que os criacionistas não receiam que as pessoas saibam mais e mais sobre a evolução, os darwinistas tentam por meios legais (e não científicos) evitar que as pessoas saibam mais sobre as evidências que suportam a criação.
Uma das frases que o Sabino diz neste post é:
“Outra forma suja de o evolucionista jogar é esconder os resultados sob a forma de percentagens”.
Isto é sintomático da ideologias falsas. Todas elas receiam que a informação não controlada chegue aos ouvidos das massas, e portanto fazem “jogos de cintura” com a informação, chegando ao ponto de censurar quem se opõe à maioria. O conhecimento pôe em perigo religiões e filosofias falsas.
Eu digo religiões porque recentemente vimos a comoção que o filme “Fitna” causou.
Tal como os evolucionistas, os muçulmanos receiam que a verdade sobre o seu profeta chegue ao conhecimento das massas, e como tal, censuram a informação que não vá de acordo com o seu plano.
Informação é inimiga das ideologias falsas porque a informação conduz-nos a verdade. As ideologias falsas não têm verdade nelas próprias, e por isso lutam contra a propagação de informação.
João 8:32: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará “