Darwinismo = Metafísica Não Falsificável

http://bevets.com/equotesl3.htm

Darwin’s theory of evolution by natural selection in particular is hopelessly metaphysical, according to the rules of etiquette laid down in the Logic of Scientific Inquiry and widely believed in by practicing scientists who bother to think about the problem.

The first rule for any scientific hypothesis ought to be that it is at least possible to conceive of an observation that would contradict the theory.

For what good is a theory that is guaranteed by its internal logical structure to agree with all conceivable observations, irrespective of the real structure of the world? If scientists are going to use logically unbeatable theories about the world, they might as well give up natural science and take up religion.

Yet is that not exactly the situation with regard to Darwinism? The theory of evolution by natural selection states that changes in the inherited characters of species occur, giving rise to differentiation in space and time, because different genetical types leave different numbers of offspring in different environments…

Such a theory can never be falsified, for it asserts that some environmental difference created the conditions for natural selection of a new character. It is existentially quantified so that the failure to find the environmental factor proves nothing, except that one has not looked hard enough.

Can one really imagine observations about nature that would disprove natural selection as a cause of the difference in bill size?

The theory of natural selection is then revealed as metaphysical rather than scientific.

Natural selection explains nothing because it explains everything.

“Testing the Theory of Natural Selection” Nature March 24, 1972 p.181

Richard Lewontin (b. 1929) PhD Zoology Alexander Agassiz Research Professor at Harvard University

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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3 Responses to Darwinismo = Metafísica Não Falsificável

  1. Joaquim Coelho says:

    Isso é falso. O próprio Popper admitiu posteriormente que a evolução era falsificável.

    Se tiver pachorra depois coloco aqui uns exemplos.

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  2. Mats says:

    Joaquim,

    Isso é falso. O próprio Popper admitiu posteriormente que a evolução era falsificável.

    Podes me dara citação? Eu acho que ele admitiu que a teoria da Evolução deveria ser tratada como uma ciência histórica/forense, não como uma ciência do tipo da química ou física.

    Podes lêr aqui.

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  3. alogicadosabino says:

    “Isso é falso. O próprio Popper admitiu posteriormente que a evolução era falsificável.”

    Mas como é que a evolução pode ser falsificável se todos os factos que inicialmente são surpresas para os evolucionistas acabam por ser re-interpretados para encaixar na teoria?

    Alguns exemplos:

    1) matéria orgânica em osso de animal extinto há 65 milhões de anos! (agora os evolucionistas admitem que é possivel materia organica resistir milhões de anos.
    2) “fósseis vivos” (passou-se a incluir os conceitos de “estase” e “equilibrio pontual”)
    3) aparecimento abrupto de várias especies, sem antecendentes evolutivos (acredita-se que essas formas possam ter surgido mesmo assim)

    A teoria está bem enraizada na comunidade “científica”. Já ninguém faz caso das constantes “reviews” que os livros de biologia têm de sofrer para retirar os erros evolucionistas. No meu tempo de 7º ano, aprendi que o Homo erectus era a especie que vinha a seguir ao homo habilis. Tinha evoluído dele. Há poucos meses constatou-se que coabitaram. Não há problema. Muda-se os manuais escolares e está como novo.

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