Quais São as Origens Evolutivas do Ateísmo?

Evolutionary Science: Deconstructing (Other Peoples’) Religious Beliefs

bible_study_small.pngA recent study in American Scientist should ignite a blaze of research in evolutionary psychology. In Evolution, Religion, and Free Will, Gregory Graffin and William Provine report their survey of the religious beliefs of eminent evolutionary scientists. The results are striking. Evolutionary scientists hold views about God and religious belief that are radically at odds with those of most Americans. To evolutionary scientists such extreme variance from the mainstream views would normally raise fascinating questions about selection factors associated with atheist adaptation. Graffin and Provine’s study should give rise to scores of papers about the evolutionary origins of atheism.

But it won’t.

There’s no doubt that the religious beliefs of evolutionary scientists are radically different from those of most Americans. Graffin and Provine’s study, called the Cornell Evolution Project, evaluated the results of a questionnaire returned by 149 leading evolutionary scientists about their religious beliefs. Eighty percent of evolutionary scientists were strict atheists. Another six percent expressed atheist beliefs, but left some room for ‘mystery’. About five percent were deists, and five percent had a more or less traditional belief in God. Religious beliefs of evolutionary scientists are the inverse of the beliefs of the American public, nearly ninety percent of whom believe in God.

Yet the authors note that the great majority of evolutionary scientists (nearly ninety percent) see no conflict between religion and evolution. Ironically, this is not because evolutionary scientists believe that religion and science represent different ‘magisteria’, but because they believe that religious belief is a product of evolution. The vast majority of evolutionary scientists attribute belief in God to evolutionary mechanisms. That is, they deconstruct belief in God, and imply that it is merely an adaptive trait, or an accident— a spandrel. Evolutionary scientists’ own scientific opinions about the evolutionary origin of belief in God correspond quite nicely to their own personal religious disbelief.

But then what is the evolutionary origin of disbelief in God? If evolutionary scientists were unbiased in their approach to the study of religious belief, they would study the evolutionary origins of their own beliefs, as well as the origins of the beliefs of others. Despite the significant evolutionary questions raised by the adherence of a group of intelligent well-educated professionals to a fringe ideology—atheism— that has had a profound influence on the 20th century, evolutionary scientists show no interest in honest evolutionary introspection. That’s surprising if their interest is genuinely scientific, but quite unsurprising if they are advancing an implicit or explicit ideological agenda with their work.

For evolutionary scientists, deconstructing religious belief is a method applied to other peoples’ beliefs. Graffin and Provine, unpreturbed by this double standard and by the implications for the integrity of evolutionary science, point out the pragmatic implications of evolutionary scientists’ obvious theological bias:

Eminent evolutionists…worry that the public association of evolution with atheism or at least nonreligion will hurt evolutionary biology, perhaps impeding its funding or acceptance…Seeing religion as a sociobiological feature of human evolution, while a plausible hypothesis, denies all worth to religious truths.

Senator Sam Brownback recently pointed out in his New York Times essay that some aspects of evolutionary theory are atheistic theology, disguised as science. As Graffin and Provine’s study demonstrates, the evidence supporting Brownback’s assertion is overwhelming.

http://www.evolutionnews.org/2007/06/evolutionary_science_deconstru.html

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14 Responses to Quais São as Origens Evolutivas do Ateísmo?

  1. Joaquim Coelho says:

    Grande treta.

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  2. Mats says:

    Que parte é que é treta

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  3. jcoelho says:

    Toda

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  4. alogicadosabino says:

    Creio que esta resume tudo:

    “Despite the significant evolutionary questions raised by the adherence of a group of intelligent well-educated professionals to a fringe ideology—atheism— that has had a profound influence on the 20th century, evolutionary scientists show no interest in honest evolutionary introspection. That’s surprising if their interest is genuinely scientific, but quite unsurprising if they are advancing an implicit or explicit ideological agenda with their work.

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  5. Uma das coisas que eu aprecio é honestidade intelectual. Para percebermos a fiabilidade deste artigo temos que conhecer melhor as fontes e as referências nele apresentados.

    Vamos, então, por partes:

    – O evolutionnews.org é um site patrocinado pelo Discover Institute que, como toda a gente sabe, está nas mãos dos principais proponentes do Inteligent Design e cujo principal objectivo é a critica à cobertura dada pelos media ao evolucionismo

    – O senador Sam Brownback foi “etiquetado” pela revista Rolling Stone como o “God’s Senator”. Palavras para quê?

    – O artigo original está aqui e os resultados estão aqui

    – Para quem quiser saber mais sobre o Cornell Evolution Project clicar aqui

    Assim sendo, apenas me resta concordar na integra com o Joaquim Coelho: grande treta!

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  6. alogicadosabino says:

    Helder Sanches… então se queres ir por aí vamos ver outros exemplos:

    Os directores das revistas Science, Nature e NewScientist são ateus e acreditam na evolução das espécies. Sendo assim, também vamos rejeitar todas as opiniões q

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  7. alogicadosabino says:

    Helder Sanches… então se queres ir por aí vamos ver outros exemplos:

    Os directores das revistas Science, Nature e NewScientist são ateus e acreditam na evolução das espécies. Sendo assim, também vamos rejeitar todas as opiniões que apareçam nelas.

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  8. Mats says:

    helder,
    Resumindo, “refutaste” o artigo dizendo que a pessoa que o escreveu acredita na teoria do Design Inteligente.

    Tens alguma coisas a dizer sobre o que o artigo alega?

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  9. Rui Almeida says:

    O que o Helder estava a tentar dizer (entre outras coisas) é que se o Michael Egnor critica a falta de estudo sobre a tendencia ateísta de cientistas evolucionistas como sendo motivada por motivos políticos, então porque é que ele pertence a uma organização (Discovery Institute) cujo principal objectivo consiste na manipulação da opinião pública (e de políticos também) para a sua própria causa? Não me venham cá dizer que é fazer ciência responsável…
    É um pouco hipócrita.

    Quanto ao objecto de estudo em causa, é tudo uma questão de importãncia relativa. Será que, com a tecnologia e conhecimento que hoje existem, poder-se-á conduzir uma pesquisa que leve a resultados fidedignos? Já foi caracterizado o(s) gene(s) da religião? Como contabilizar os factores ambientais?

    E mesmo que haja condições para o fazer: quão importante seria saber isto, hoje em dia? Não creio que viria daqui nenhum grande bem á Ciência ou à Humanidade. Seria apenas política e/ou preconceito.

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  10. Mats says:

    Rui Almeida,

    O que o Helder estava a tentar dizer (entre outras coisas) é que se o Michael Egnor critica a falta de estudo sobre a tendencia ateísta de cientistas evolucionistas como sendo motivada por motivos políticos, então porque é que ele pertence a uma organização (Discovery Institute) cujo principal objectivo consiste na manipulação da opinião pública (e de políticos também) para a sua própria causa?

    Não foi bem isso que o Dr Michael Egnor disse. O que ele diz é que os ateus evolucionistas tentam pôr todo o comportamento humano como uma adaptação evolutiva. Explicam que a evolução explica, por exemplo, as origens da religião e da fé em Deus. No entanto, esses mesmos ateus não parecem interessados em estudar as origens evolutivas do ateísmo.
    O Dr Egnor propõe uma epxlicação:

    “That’s surprising if their interest is genuinely scientific, but quite unsurprising if they are advancing an implicit or explicit ideological agenda with their work.

    Ou seja, se o seu propósito fosse genuinamente científico, eles estudariam as origens evolutivas do ateísmo. Mas como eles não o fazem, isso indica que o seu propósito é avançar uma posição filosófica mascarada de ciência.

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  11. Rui Almeida says:

    Fui ler o artigo original na American Scientist e reparei que um dos autores – Greg Graffin – é o vocalista de uma banda punk que até apreciava quando era mais jovem (Bad Religion – agora que penso nisso, algo irónico referir isso neste blog), mas adiante).

    Não sei se as conclusões que Michael Egnor retira serão as mais correctas. Os autores referem de facto que os biólogos evolucionistas atribuem uma origem diferente à religião daquela que é dada, por exemplo, por antropólogos ou sociólogos (neste caso, preceitos evolutivos vs. ambiente cultural). Tudo poderá depender obviamente do enfoque da especialização de cada um, e é algo que até pode não ser mutuamente exclusivo. O ambiente molda o indivíduo/população, isso é mais que sabido.

    Mas penso que esta divergência se dê devido também ao facto de não haver estudos aprofundados por parte dos biólogos/neurólogos/geneticistas/etc. sobre a biologia da religião. Mas está a decorrer um estudo na Univ. de Cambridge que poderá dar as primeiras luzes sobre o assunto (longe de serem as conclusões definitivas sobre este tema, atenção, serão uma base de partida).

    A conclusão que o Egnor retira que o evolucionismo está a evitar o assunto unicamente por motivos políticos parece-me rebuscada.

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  12. Mats says:

    Rui,
    E quando é que os evolucionistas ateus fazem um estudo para explicar as origens evolutivas do ateísmo?

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  13. Rui Almeida says:

    Errr… Quando houver meios para tal, ou quando houver uma grande, enorme, premente necessidade cientifica de estudar isso?
    Caso não te tenhas dado conta, a ciência não se move de acordo com uma agenda religiosa. As conclusões a que ambos chegam é que divergem.

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  14. Mats says:

    Não há meios para tal, mas há meios para se afirmar convictamente que a religião é um produto da evolução?

    Há aqui uma incoerência. Se não há meios para se saber as origens evolutivas do ateísmo, como é que se tem meios para se saberem as origens evolutivas da religião?

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