Diamantes e a Origem da Vida

 

“No princípio criou Deus os céus e a Terra”

(Este post vem directamente do nosso departamento que se dá pelo nome de “Ciência Inútil“.)

Não contentes com as já existentes e mutuamente exclusivas teorias naturalistas sobre a origem da vida, os evolucionistas avançam com mais uma para a colecção. (Alguma há-de estar certa!)

Chamando a origem da vida como “um dos maiores mistérios da ciência“, Robert Roy Britt, editor da “LiveScience”, procura respostas nos diamantes. Ele faz isso porque alguns “cientistas” (tradução: evolucionistas) acreditam (pela fé) que os diamantes podem ter a resposta para esse grande “mistério”.


O Robert Britt admite uma coisa que é um embaraço para quem despreza a descrição da Criação reportada pelo Livro do Génesis:

“[N]obody knows how . . . simple amino acids, known to be the building blocks of life, were assembled into complex polymers needed as a platform for genesis.”

Tradução: ninguém tem a mínima ideia como é que os aminoácidos organizaram-se a si mesmos de uma forma relevante para o início da vida.
Bonita admissão, mas não se deixem enganar por ela. Embora o Robert admita que ninguém saiba como é que esse milagre aconteceu, ele e os outros naturalistas têm a certeza de que aconteceu.

Donde é que vém a sua certeza? A sua certeza vem do facto de que, uma vez que “Deus não existe” (se existe, Ele é Irrelevante!), então a natureza tem que ter tido a força e inteligência suficiente para se criar a si própria. E como é que eles sabem que Deus não existe, ou que Ele é Irrelevante no que toca à origem do mundo? Eles não sabem. Eles assumem isso como ponto de partida.

Segundo o artigo, baseados em mais de 30 anos de experiências, pesquisadores alemães da Universidade de Ulm trataram os diamantes naturais com hidrogénio. Como resultado, os diamantes formaram na sua superfície “camadas cristalinas de água“, bem como condutividade eléctrica.

Britt explica a conclusão dos pequisadores:

“Quando moléculas primitivas aterraram na superfície destes diamantes “hidrogenados” na atmosfera da Terra jovem, há milhões de anos atrás, a reacção resultante pode ter sido suficiente para gerar moléculas orgânicas mais complexas que, eventualmente, deram origem à vida.”

Pois….

A nova pesquisa não determina de forma conclusiva como é que a vida começou“, diz o Robert Britt, no entanto os pesquisadores dizem que “Os diamantes saturados de hidrogénio avançam a melhor da plataformas para a origem da vida“.

Isto, diga-se de passagem, é bem elucidativo da “firmeza” que os modelos evolutivos para a origem da vida possuem.

Há três coisas que convém ressalvar deste artigo, como muito bem elucida o site Answers in Genesis:
1. Os modelos evolutivos para a origem da vida residem no campo do “se calhar“, ou “provavelmente“, ou “mais ou menos“. É tudo teorético sem confirmação evidencial.

2. Ambas as ideias sobre a origem da vida — que foi criada por Deus, ou que se criou a si própria — não podem ser testadas empiricamente. Ambas são posições históricas que não podem ser “provadas” tal como nós comprovamos uma teoria da Química ou da Física. Ambas as posições baseam-se na fé, e isto é uma coisa que não podemos esquecer sempre que vêmos programas de TV a mostrar a versão evolucionista da origem da vida.

3. Mesmo que os evolucionistas pudessem desenvolver um modelo onde mostrassem que é possível a vida aparecer naturalmente, isso não implica que foi exactamente isso que aconteceu. Uma coisa é o que é possível, e outra é o que verdadeiramente aconteceu.

Convém ressalvar, para terminar, que do ponto de vista cristão, não há “mistério” nenhum no que toca à origem da vida. A Bíblia resolve esse “mistério” com um só verso:

“Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há” – Êxodo 20:11

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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17 Responses to Diamantes e a Origem da Vida

  1. Joao Vasco says:

    Mats:

    Se eu passar da pelevra OLA para a palavra OLHA, a informação aumentou, certo?

    Então se eu fizer essa passagem em dois passos:

    1- OLA -> OLAH

    2- OLAH -> OLHA,

    Em qual destes dois passos é que a informação aumentou?

    (PS- Se este comentário for postado então é porque o problema que me impedia de postar já desapareceu)

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  2. Jaime says:

    Os três pontos finais também se aplicam à religião:
    1. Deus reside no campo do “se calhar”, ou “provavelmente”, é tudo teórico sem confirmação.
    2. Ambas as ideias sobre a origem da vida baseiam-se na fé, e isto é uma coisa que não podemos esquecer sempre virmos na televisão um documentário sobre o criacionismo.
    3. Mesmo que os crentes pudessem desenvolver um modelo onde mostrassem que é possível Deus existir, isso não implica que exista.

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  3. Mats says:

    Jaime,

    Os três pontos finais também se aplicam à religião:
    1. Deus reside no campo do “se calhar”, ou “provavelmente”, é tudo teórico sem confirmação.

    Depende do que entendes por “onfirmação”. Há inúmeras pessoas por tudo o mundo que já viram o Senhor Jesus Cristo, e receberam mensagens dele. Isto são pessoas mentalmente sãs, sem nenhum ganho financeiro ou social em proclamar isso. Isto não quer dizer que seja verdade. É só para tu vêres que a palavra “confirmação” tem que ser definida.

    2. Ambas as ideias sobre a origem da vida baseiam-se na fé, e isto é uma coisa que não podemos esquecer sempre virmos na televisão um documentário sobre o criacionismo.

    Tu não refutas-te o que eu disse.

    3. Mesmo que os crentes pudessem desenvolver um modelo onde mostrassem que é possível Deus existir, isso não implica que exista.

    Estás a falar em existência, quando o que disse foi um processo.

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  4. Jaime says:

    Mats,

    Há tempos vi na televisão uma frase gira, algo como isto: «Quando falamos com Deus estamos a rezar; quando Deus responde somos esquizofrénicos.»

    Acho que há uma confusão sobre duas coisas:
    1. a origem da vida (a forma como apareceram os primeiros seres vivos);
    2. a evolução da vida (a forma como os seres vivos mudaram ao longo do tempo).
    A explicação científica para o ponto 1 é uma hipótese, não está provada. A explicação científica para o ponto 2, a chama teoria da evolução, está provada.

    Há uma experiência engraçada para exemplificar a evolução em laboratório. Começa-se com uma copo de água com algumas bactérias pouco resistentes ao sal e adiciona-se um pouco de sal. Parte das bactérias morre, mas as mais resistentes sobrevivem e passam essa sua resistência à geração seguinte. Deita-se novamente um pouco de sal. Novamente parte das bactérias morre, mas as mais resistentes sobrevivem e passam essa sua resistência à geração seguinte. Repete-se o processo várias vezes. Acabamos por obter uma geração de bactérias várias vezes mais resistentes à sal do que a geração inicial. Fizemos a população de bactérias evoluir no sentido de se tornar mais resistente ao sal.
    Isto não é apenas uma experiência de laboratório: o mesmo processo ocorre fora do laboratório e faz com que os vírus e bactérias tornem-se mais resistentes aos antibióticos, o que está a preocupar os médicos.

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  5. Mats says:

    Jaime,
    O teu próprio exemplo refuta o que queres provar. Se quando se põe sal, apenas algumas morrem, então é porque os genes para a rsistência ao sal já existiam no campo genético. O que aconteceu é que aquelas que não tinha essa informação morrem.

    Começa-se com uma copo de água com algumas bactérias pouco resistentes ao sal e adiciona-se um pouco de sal. Parte das bactérias morre, mas as mais resistentes sobrevivem e passam essa sua resistência à geração seguinte.

    Se as mais resistentes sobrevivem, então é porque elas já eram resistentes ANTES de teres posto sal. Portanto, isto não serve de evidência para a teoria que diz que o mundo biológico criou-se a si próprio.

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  6. Mats says:

    Ah, é óbvio que a origem da vida está intimamente ligada à forma como a vida progride. Se a vida foi criada por Deus a vida progredirá de uma forma. No entanto, se a vida criou-se a si própria, então ela mesma avançará de outra forma.

    A origem da vida está ligada À teoria da evolução tal como a origem do universo está ligada à astronomia. Vocês não podem comçar a vossa teoria quando o mais difícil já foi feito.

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  7. Jaime says:

    Mats,

    É verdade que os genes já existiam em algumas das bactérias. Podem ter aparecido, por exemplo, por mutação genética.

    O processo de evolução envolve três etapas:
    1. primeiro aparecem novos genes (por exemplo, por mutação genética);
    2. depois os novos genes
    – se não forem favoráveis à sobrevivência, não passam à geração seguinte,
    – se forem favoráveis à sobrevivência, passam à geração seguinte;
    3. no caso de genes favoráveis, a repetição do ponto 2, geração após geração, faz com que a população passe a ter os novos genes.

    Por exemplo, imaginamos uma população de rãs:
    1. primeiro, por mutação genética, nasce uma rã com pernas mais longas;
    2. depois, por verificar-se que as pernas mais longas favorecem a sobrevivência, a rã tem maior probabilidade de sobreviver e deixar descendência à qual passa as suas pernas mais longas;
    3. a repetição do ponto 2, geração após geração, faz com que toda a rãs da população fiquem com pernas mais longas.

    Uma só rã com pernas mais longas não é uma evolução. A alteração da população, de pernas curtas para pernas longas, é que é evolução. Podemos dizer que a evolução ocorre ao nível da população, não ao nível do indivíduo.

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  8. Joao Vasco says:

    O Mats não compreende a história das bactérias e do sal pela mesma razão que não foi capaz de responder à minha pergunta.

    O aumento de informação já foi observado. Mas para continuar a acreditar que não, é importante ter uma teoria inconsistente…

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  9. Mats says:

    Jaime,

    É verdade que os genes já existiam em algumas das bactérias. Podem ter aparecido, por exemplo, por mutação genética.

    Ou então já estavam no campo genético desde a Criação. A tua filosofia obriga-te a rejeitar uma, e aceitar a outra, sem nenhum tipo de evidência.

    O processo de evolução envolve três etapas:
    1. primeiro aparecem novos genes (por exemplo, por mutação genética);

    Ou por magia! 😉
    Tens que definir o que entendes por “novos genes”.

    2. depois os novos genes
    – se não forem favoráveis à sobrevivência, não passam à geração seguinte,
    – se forem favoráveis à sobrevivência, passam à geração seguinte;

    Por outra palavras, “o que será, será!”. Se morrerem, é porque não eram bons genes. E como é que sabemos qu não eram bons genes? Ora, porque morreram!
    Dito por outras palavras, os sobreviventes sobrevivem.

    “Round and round we go”

    3. no caso de genes favoráveis, a repetição do ponto 2, geração após geração, faz com que a população passe a ter os novos genes.

    Tens que esclarecer o que entendes por “novos genes”. Imagina o exemplo em que um insecto perde a abilidade de voar numa ilha ventosa. Isso é devido a novos genes, ou devido à perda de informação genética?

    Por exemplo, imaginamos uma população de rãs:
    1. primeiro, por mutação genética, nasce uma rã com pernas mais longas;
    2. depois, por verificar-se que as pernas mais longas favorecem a sobrevivência, a rã tem maior probabilidade de sobreviver e deixar descendência à qual passa as suas pernas mais longas;
    3. a repetição do ponto 2, geração após geração, faz com que toda a rãs da população fiquem com pernas mais longas.

    O que é que tem que acontecer às outras rãs para que os genes das pernas longas se tornem dominantes na popução?

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  10. Mats says:

    João,

    Deves saber mais do que os cientistas que trabalham no ramo, e que dizem que o aumento de informação genética nunca foi observado. Mas eu entendo que no mundo ateu as evidências não sejam o mais importante.

    Pierre Grasse stated the following: “Some contemporary biologists, as soon as they observe a mutation, talk about evolution. They are implicitly supporting the following syllogism: mutations are the only evolutionary variations, all living beings undergo mutations, therefore all living beings evolve….No matter how numerous they may be, mutations do not produce any kind of evolution.”

    Theodosius Dobzhansky wrote regarding Pierre Grasse:

    “ Now, one can disagree with Grasse but not ignore him, he is the most distinguished of French zoologists, the editor of the 28 volumes of `Traite de Zoologie’, author of numerous original investigations and ex-president of the Academie des Sciences. His knowledge of the living world is encyclopedic ….” (Dobzhansky T.G., “Darwinian or `Oriented’ Evolution?” Review of Grasse P.-P., “L’Evolution du Vivant,” Editions Albin Michel: Paris, 1973, in “Evolution,” Vol. 29, June 1975, pp.376-378, p.376).[7]

    Portanto este evolucionista (Grasse) diz que os processos presentemente usados para “mostrar” a evolução em acção são insuficientes. Claro que este homem, cujo conhecimento do mundo natural é, nas palavras do evolucionsita Dobzhansky, enciclopédico, não sabe nada de biologia!

    Em relação ao aumento de informação genética:

    The mutations needed for macroevolution have never been observed. No random mutations that could represent the mutations required by Neo-Darwinian Theory that have been examined on the molecular level have added any information. The question I address is: Are the mutations that have been observed the kind the theory needs for support? The answer turns out to be NO!
    Dr. Lee Spetner, “Lee Spetner/Edward Max Dialogue: Continuing an exchange with Dr. Edward E. Max,” 2001, http://www.trueorigin.org/spetner2

    A tua única forma de suportares a noção de que “o aumento de informação já foi observado” é falares em aumento de bits de informação. O problema é que isso não é aumento de informação no sentido biológico, e nem no sentido normalmente usado. A não ser que consideres uma fotocópia de um exame como “aumento de informação”. Experimenta entregar aos professores o mesmo exame mas repetido. Vê se a nota vai ser o dobro ou se o professor dirá “Isto é apenas repetição de informação. Sim, há mais bits em letras, mas como é uma repetição, não há nenhuma informação nova”.

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  11. Jaime says:

    Caro Mats,

    > Ou por magia!

    O ADN, que codifica os nossos genes, é como uma grande texto escrito só com quatro letras: A, C, G e T. Uma mutação genética é uma alteração desse texto, por exemplo, a troca de um A por um C. As mutações genéticas podem ocorrer por:
    – erros na cópia do ADN;
    – exposição a radição;
    – acção química;
    – vírus.
    Não diria que uma mutação genética ocorra por magia.

    > Tens que definir o que entendes por “novos genes”.

    Quando ocorre uma mutação genética, ela altera algum gene. Ao gene alterado é aquilo a que eu estava a chamar “gene novo”. Talvez fosse melhor chamar-lhe “gene alterado”.

    > Se morrerem, é porque não eram bons genes.
    > E como é que sabemos qu não eram bons genes?
    > Ora, porque morreram!

    Exacto. O critério para determinar se os genes são “bons” (isto é, propícios à sobrevivência) é o indivíduo sobreviver. Da mesma forma que o critério para determinar se um lutador de boxe é bom é ver se ele ganha muitos combates.

    > Imagina o exemplo em que um insecto perde a
    > abilidade de voar numa ilha ventosa. Isso é
    > devido a novos genes, ou devido à perda de
    > informação genética?

    É devido à alteração de genes.

    > O que é que tem que acontecer às outras rãs
    > para que os genes das pernas longas se tornem
    > dominantes na popução?

    As rãs de pernas curtas não têm de fazer nada. Os predadores vão comer parte das rãs. Como as rãs de pernas longas saltam mais longe, e por isso fogem melhor, as rãs comidas vão ser maioritariamente as de pernas curtas. Assim, começam a desaparecer as de pernas curtas e a prevalecerem as de pernas longas.

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  12. Joao Vasco says:

    Mats:

    Se eu passar da palavra OLA para a palavra OLHA, a informação aumentou, certo?

    Então se eu fizer essa passagem em dois passos:

    1- OLA -> OLAH

    2- OLAH -> OLHA,

    Em qual destes dois passos é que a informação aumentou?

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  13. Mats says:

    Jaime,

    O ADN, que codifica os nossos genes, é como uma grande texto escrito só com quatro letras:

    Quem é que escreveu esse texto?

    > Tens que definir o que entendes por “novos genes”.
    Quando ocorre uma mutação genética, ela altera algum gene. Ao gene alterado é aquilo a que eu estava a chamar “gene novo”. Talvez fosse melhor chamar-lhe “gene alterado”.

    Ah, então é gene alterado, e não novo gene.

    > Se morrerem, é porque não eram bons genes.
    > E como é que sabemos qu não eram bons genes?
    > Ora, porque morreram!

    Exacto. O critério para determinar se os genes são “bons” (isto é, propícios à sobrevivência) é o indivíduo sobreviver.

    Então a teoria da evolução é totalmente inutil. Só nos diz que “os sobreviventes sobrevivem”.

    Da mesma forma que o critério para determinar se um lutador de boxe é bom é ver se ele ganha muitos combates.

    Mas um bom lutador pode perder um ou mais combates na sua vida. Isso não quer dizer que ele era mau lutador. Na evolução, os “bons genes” são aqueles que sobrevivem. E sabemos que sobrevivem porque são bons genes. Isto é totalmente circular.

    > Imagina o exemplo em que um insecto perde a
    > abilidade de voar numa ilha ventosa. Isso é
    > devido a novos genes, ou devido à perda de
    > informação genética?

    É devido à alteração de genes.

    Alteração de genes que já existam, e não “novos genes”:

    > O que é que tem que acontecer às outras rãs
    > para que os genes das pernas longas se tornem
    > dominantes na popução?

    As rãs de pernas curtas não têm de fazer nada. Os predadores vão comer parte das rãs. Como as rãs de pernas longas saltam mais longe, e por isso fogem melhor, as rãs comidas vão ser maioritariamente as de pernas curtas. Assim, começam a desaparecer as de pernas curtas e a prevalecerem as de pernas longas.

    Portanto, o que será, será.

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  14. Mats says:

    JOão,

    Mats:
    Se eu passar da palavra OLA para a palavra OLHA, a informação aumentou, certo?
    Então se eu fizer essa passagem em dois passos:
    1- OLA -> OLAH
    2- OLAH -> OLHA,
    Em qual destes dois passos é que a informação aumentou?

    Depende do que tu consideras por “informação”.

    Das letras “rgrgrgthkjnnfn” para “rena” houve aumento de informação? Se sim, então no exemplo (2) houve aumento de informação. Se não, então no exemplo (1) é que houve um aumento de informação. A pergunta é, o que é que consideras por “informação”? Número de bits, ou mensagem inteligível?

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  15. Joao Vasco says:

    Mats,

    Quando tens um ficheiro .bmp, se alterares a informação que lá está, o desenho fica diferente.
    Fica pior ou melhor? Isso depende da opinião.

    Mas se tu acrescentares bits, o desenho fica maior. Isso já não depende da opinião: é objectivo.
    Assim, se uma mutação torna um ADN de uma pessoa saudável num mongoloide sem variar o número de bits, tu dizes que a informação “piorou”. Mas isso é uma opinião.

    Mas se uma mutação aumentar o número de bits, então o número de bits aumentou. Isso é objectivo.

    É apenas por esta razão que os cientistas chamam informação ao número de bits do ADN. Eles não vão classificar qual o ser vivo mais “bonito” ou “melhor” porque isso é uma questão de opinião. O ADN da cebola é 10 vezes maior que o nosso, tem menos informação? Se existir um critério objectivo para dizer que informação é irrelevante, é uma coisa. Se não existir, então para nos centrarmos nas questões objectivas falamos apenas no tamanho da informação e não na sua qualidade.

    Mas os criacionistas não aceitam isto. Na verdade entram em contradição porque não aceitam o junk DNA, mas depois dizem que o ADN da cebola tem mais informação inútil que o nosso, para explicar porque é que é 10 vezes maior. Mas não importa.

    Eu faço como tu: o que é para ti “aumento de informação”? Para mim é algo objectivo: o número de bits. Já foi observado que isto pode aumentar com mutações.

    Mas se para ti não é isto, a verdade é que também já foi boservado o aumento de informação de acordo com os TEUS critérios.

    Repara: existem mutações (que já foram observadas) cujo efeito é trocar a ordem das “letras” do ADN.
    Portanto para cada mutação que faça perder informação devido à troca de letras, existe uma mutação que cria informação (de acordo com o teu critério) ao fazer a troca oposta. Todas estas JÁ foram observadas.

    O problema Mats, é que até agora quando se mostrava a ti e ao perspectiva um caso de informação a aumentar, vocês mudavam sempre o vosso critério de informação. Mas qualquer que seja o critério, já foi observado o aumento de informação – seja o critétrio dos cientistas, seja o critério dos criacionistas.

    Like

  16. Jaime says:

    Mats,

    > Quem é que escreveu esse texto?

    Não sei. Isso é o mesmo que perguntar como começou a vida. A ciência tem a sua hipótese. A religião também tem a sua hipótese. Acho que uma resposta definitiva só se construirmos uma máquina do tempo e formos ver como foi.

    > Ah, então é gene alterado, e não novo gene.

    Sim, é “gene alterado”. O meu termo “gene novo” era enganador.

    > Então a teoria da evolução é totalmente inutil.
    > Só nos diz que “os sobreviventes sobrevivem”.

    Para mim a teoria da evolução diz três coisas:
    1. há mutações genéticas que
    2. se provocarem alterações favoráveis à sobrevivência passam no teste da “luta pela sobrevivência” e passam geração seguinte, caso contrário ficam pelo caminho, e
    3. este processo, repetido geração após geração, faz a espécie ir alterando-se, evoluindo.

    > Mas um bom lutador pode perder um ou
    > mais combates na sua vida.

    É verdade. Pode acontecer que “genes bons” (isto é, que aumentam a probabilidade de vencer na “luta pela sobrevivência) sejam derrotados na “luta pela sobrevivência”. Mas as probabilidades estão do lado de vencerem. Por isso, ainda que umas vezes ande-se para a frente e outras para trás, em média anda-se mais para a frente do que para trás e vai-se avançando, evoluindo.

    > Na evolução, os “bons genes” são aqueles que sobrevivem.
    > E sabemos que sobrevivem porque são bons genes.
    > Isto é totalmente circular.

    Discordo da segunda frase. Sabemos que sobrevivem porque o ser vivo sobreviveu o suficiente para deixar descendência.

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  17. joana says:

    isso nao e a origem do diamante

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