Rocha Mais Antiga Afinal é a Mais Nova

Em mais um exemplo da fiabilidade dos métodos de adivinhação (“datação”) darwinistas, rochas que eram assumidas como tendo matéria orgânica pertencente às formas de vida mais antigas foram re-datadas. Agora essa rocha está no extremo oposto da coluna geológica darwinista (!).
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Na edição de Outubro da revista Geology, Donald R. Lowe (Stanford) e Gary R. Byerly (Louisiana State) dizem que as rochas anteriormente datadas como sendo do Período Archeano, afinal são do Período Quaternário. O Periodo Quaternário, segundo a geologia darwinista, é o mais recente da tabela geológica (entre 10.000 a 1,8 milhões de anos). Por outro lado, o Período Archeano tem mais de 3,5 biliões de anos, segundo a datação convencional.
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Exemplos como este são evidência empírica em como os métodos de adivinhação darwinistas não são de confiança. Curiosamente, a crença em “milhões de anos” para a idade da Terra foi o fundamento que permitiu à teoria da evolução ter alguma legitimidade, uma vez que seria complicado acreditar-se que um dinossauro evoluiu para um pássaro em 6,000, 5,000 ou 4,000 anos.
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Segundo alguns darwinistas, o tempo faz milagres: (ênfase adicionado)

Time is the hero of the plot. The time with which we have to deal is of the order of two billion years… Given so much time the ‘impossible’ becomes possible, the possible probable, and the probable virtually certain. One has only to wait: time itself performs miracles.” – George Wald (1967 Nobel Prize winner in Medicine), “The Origin of Life,” Scientific American, vol. 191 1954, p. 46; reprinted on p. 307-320, A Treasury of Science, Fourth Revised Edition, Harlow Shapley et al., eds., Harper and Brothers Publishers, 1958. p 309.

Sinceramente eu acho que não é o tempo que faz milagres, mas a imaginação dos darwinistas é que faz milagres. A quantidade de ginástica mental que os ateus fazem para rejeitar Deus é impressionante. Muitos não se importam de subverter a moral, a lógica e principalmente a ciência  como forma de justificar o seu ateísmo.
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Ainda em relação ao artigo: alguém ainda julga que a datação geológica é uma ciência exacta? Alguém julga que a nova data (das rochas) é a palavra final no que toca à sua idade?
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Sim, a ciência auto-corrige-se, mas enquanto não se “auto-corrige” os darwinistas vão fazendo declarações com implicações filosóficas e religiosas. Enquanto não se rejeitam os erros, os darwinistas vão dizendo que a rocha X tem os fósseis Y, e como a rocha tem a idade Z, então isto contradiz a Bíblia que diz que a idade não é Z, mas é bem menor. Temos que rejeitar a Bíblia porque os métodos de datação contradizem a Bíblia. Só é pena que os métodos de adivinhação sejam tão fiáveis como uma raposa no galinheiro.
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É absolutamente ilógico o cristão contorcer a Bìblia para acomodar conclusões que são baseadas em métodos falíveis. Para quê acomodar os “milhões de anos”, se nós temos evidência empírica que esses métodos e as conclusões consequentes são altamente especulativos? Lembrem-se de factos como os descritos no artigo da próxima vez que um darwinista tentar usar a coluna geológica (ou tabela geológica) como evidência contra a Bíblia.
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O Sabino também tem um artigo onde se vê a “exactidão científica” dos métodos de adivinhação darwinista.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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33 Responses to Rocha Mais Antiga Afinal é a Mais Nova

  1. alogicadosabino says:

    “Só é pena que os métodos de adivinhação sejam tão fiáveis como uma raposa no galinheiro.”

    Acho que uma raposa no galinheiro é mais fiável do que os métodos de datação 🙂

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  2. H says:

    Prefiro o método do quarto escuro.

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  3. Joaquim Coelho says:

    http://terraquegira.blogspot.com/2008/09/energia-negra-e-o-princpio-de-coprnico.html

    E não digas que não sou teu amigo 🙂

    Fico á espera do comentário, já estou mesmo a ver o resultado

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  4. Darjo says:

    Mats,

    Vê este novo estudo:

    Click to access 0808.3283v1.pdf

    E o comentário do “http://www.uncommondescent.com/” – “Ponto para o criacionismo?”:

    “…parece que eles (cientistas criacionistas) podem ter estado corretos – deixo a versão assim bem ao pé da letra para destacar o aspecto do tempo decorrido – se não em magnitude pelo menos em princípio.”

    “The scientific creation crew have been predicting a variable half life for a long time and have been roundly dismissed by the scientific establishment at large. It looks like they might have been correct if not in magnitude then at least in principle. Credit where credit is due is my position regardless of the source of inspiration for the hypothesis.”

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  5. Joaquim Coelho says:

    Darjo

    Não tenho conhecimentos cientificos na area. Por isso aceito quer que o periodo de meia vida pode variar, quer que é imutavel.

    Mas para isso é preciso provas e demostrações fisicas.

    Os cientistas já provaram que tal é possível, mas que apenas à temperatura de perto de 0 graus kelvin (temperatura que não existe e que nunca foi alcançada, serve apenas de referencia. A tal temperatura toda a vida era impossivel.

    Segundo, não era possivel obter as correlações de elementos quimicos que se têm hoje, se tal tivesse acontecido.

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  6. Joaquim Coelho says:

    Caro Sabino

    A questão é fácil de resolver: os cientistas criacionistas inventarem um metodo de datação.

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  7. alogicadosabino says:

    Já existe há muito tempo. A bíblia é o melhor método de datação

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  8. Joaquim Coelho says:

    Sabino

    Não vale, não é um metodo cientifico 🙂

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  9. Mats says:

    Joaquim
    O testemunho de pessoas que estiveram presentes num evento é sempre relevante.

    O Marcos tem razão. Deus estava Presente durante todas as eras humanas,. e portanto a Sua Datação é relevante.

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  10. Mats says:

    Joaquim, assumo que tu aceitas como válidos as declarações de testemunhas de primeiro grau. 🙂

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  11. alogicadosabino says:

    Desde que elas não mencionem Deus

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  12. Joaquim Coelho says:

    Tesmunhas que não falam, não se mostram, não existem, não são testemunhas.

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  13. Mats says:

    Joaquim,

    Tesmunhas que não falam, não se mostram, não existem, não são testemunhas.

    Deus já falou (Êxodo 20), se mostrou (Èxodo 3) e certamente existe.

    A rejeição do Testemunho de Deus é uma rejeição filosófica e não científica.

    Filosofia por filosofia, prefiro manter a minha.

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  14. Mats says:

    Joaquim, o pior disto tudo é encontrar um definição de ciência na base da qual tu rejeitas o Testemunho de Deus.

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  15. H says:

    Joaquim

    O problema dos testes de datação é que eles começam com uma pressuposição “X” para chegar na conclusão “X” e ocasionalmente ao utilizar métodos diferentes para datar o mesmo material o resultado é muito distante.

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  16. Joaquim Coelho says:

    H

    Explica melhor.

    A única pressuposição é: a taxa de decaimento radiocativo

    Usar metodos diferentes dará certamente resultados diferentes em muitos casos.

    Se usares carbono14 para datar organismos com milhões de anos dá asneira, porque o carbono só permite datações até 100.000

    Se usares metodos cujo margem de erro é superior a 100.000 anos para datares material com 20.000 anos, provavelmente também dará asneira.
    Por isso é que estou sempre de pé atrás aqui quando falam em discrepâncias e não me meniono até saber quais os metodos envolvidos que deram discrepância.

    O guru portugues do criacionismo, Jonatas Machado um dia deu o exemplo de datação de Diamentes com carbono 14 para apontar discrepâncias de idades. Ora o C14 não pode ser usado para materias inorgânicos (como os diamantes).

    Não digo que não existam situações pontuais de erros de datação. Claro que existem.
    Mas regra geral as datações são muito precisas e são validadas comvários metodos radiométricos e outros que nada têm a ver com isotopos.

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  17. H says:

    Joaquim,

    Não cito somente o carbono-14, deixo aqui até uma crítica para os criacionistas que só apontam os erros dele.

    Vou dar um outro exemplo, usando os métodos Potássio-Argônio, Urânio-Tório-Chumbo e Estrôncio-Rubídio:
    *Para se validar estes testes precisamos saber a quantidade inicial de ísotopos-pai e isótopos-filho, a quantidade de isótopo-filho no príncipio deve ser nula e teremos de ter certeza de que nem isótopos-pai e isótopos-filho não foram adicionados ou retirados da amostra.
    *Na datação das amostras da lua bo Projeto Apollo, foram usados o método do Urânio-Tório-Chumbo e o do Potássio-Argônio, foram encontradas discrepâncias de 27,9 BILHÕES de anos.
    *O raciocínio em círculos da datação, aonde precisamos usar rochas para datar fósseis e de fósseis para datar rochas.

    Espero ter ajudado.

    A paz do Senhor.

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  18. Joaquim Coelho says:

    H

    É verdade cada metodo, tem as suas particularidades. Por isso ele tem de ser seleccionado com muito cuidado.
    E claro que podem advir erros.
    Apontas um facto interessante: certas situações podem alterar os resultados obtidos.
    Ora sempre que há uma reavaliação os criaccionistas, não procuram saber porquê, dizem logo: as datações são erradas.

    De uma forma geral e na maioria das vezes as datações são válidas e seguras. São um metodo largamente usado, e frequentemente calibrado por outros metodos.

    *Na datação das amostras da lua bo Projeto Apollo, foram usados o método do Urânio-Tório-Chumbo e o do Potássio-Argônio, foram encontradas discrepâncias de 27,9 BILHÕES de anos.
    É normal este resultado. para uma datação rigorosa os cientistas têm de ter previamente uma ideia da escala temporal que vão medir.
    No teu exemplo e tomo que seja 27,9 milhões de anos (já que o Universo tem cerca de metade dessa idade)
    Urânio – Tório – Chumbo só é válido para idades superiores a 30 Milhões de Anos . Assim se a rocha tivesse 2,5 milhões de anos era provavel que usando U-T-C desse um resultado estranho.
    Pelo contrário o P-A usa-se a partir de cerca de 50.000 anos
    Não tenho a certeza do limite superior, mas creio que estes dois metodos são mutuamente exclusivos (isto é o limite superior de um é inferior ao limite inferior do outro).
    (mas para falar mais sobre este caso só conhecendo todos os dados)

    No entanto um ponto é certo: aplicar um metodo froa do seu periodo de aplicação pode dar os mais estranho valores. Ex. Usar U-T-C para rochas recentes (outro exemplo apresentado pelos criacionistas).

    Erros exsitem sem dúvida. mas quando acontecem não devemos começar a dizer , todos os metodos de datação dão sempre resultados errados.
    Devemos entender o que aconteceu, porquê.

    *O raciocínio em círculos da datação, aonde precisamos usar rochas para datar fósseis e de fósseis para datar rochas.
    Isto não é assim.
    Por vezes por questões de facilidade e quando existem determinadas premissas (ou até de impossibilidade de outra forma) atribui-se a idade das rochas aos fósseis (aproximadamente).
    Outras, sabendo a idade dos fósseis extrapola-se para os estratos.
    No entanto apenas uma medição dos dois pode dar os valores certos.
    E não há circularidade nem necessidade, já que para medir fósseis não precisamos das rochas, nem para medir a idade das rochas precisamos de fosseis.

    Existem cerca de 20 metodos de datação, entre relativos e absolutos (entre radimétricos, climáticos, químicos, Físico-químicos, e outros).
    Sempre que necessário e possível usa-se mais que um destes metodos, desde que com periodos de validade compativeis.

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  19. Joaquim Coelho says:

    Errata: onde digo “já que o Universo tem cerca de metade dessa idade”
    quero dizer “já que o Universo tem cerca de metade da idade que apontas (“27,9 Bilhões”)

    Ou melhor acho que o problema está aqui:
    Bilhão ou bilião é o termo usado no português brasileiro para representar 10e9 e no português europeu para representar 10e12 (1 milhão de milhões). Em Portugal, 10e9 corresponde à designação de “mil milhões”.

    Eu uso a terminologia portuguesa
    1 milhão = 1.000.000
    1 bilião = 1.000.000.000

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  20. H says:

    Joaquim

    Sobre a terminologia.
    Sou brasileiro, logo 1 bilhão = 10^9
    O absurdo é os resultados variaram de 2 milhões de anos até 28 bilhões de anos, mais que a “idade conhecida” do universo (alías, em quanto está a cotação dela?)

    Sobre o limite do potássio argônio:
    “Além do método Urânio-Chumbo, utiliza-se com muita freqüência, para datação de rochas, o método
    “Potássio-Argônio”, que se baseia na desintegração radioativa de um isótopo do potássio que se transforma
    em argônio 40. Essa transformação do potássio em argônio radiogênico se dá no intervalo de tempo 1,28
    bilhões de anos”

    Sobre o método circular:
    “O mais usado método de todos para determinar a idade dos fósseis data-os baseado na “conhecida idade” dos estratos de rocha em que os fósseis foram encontrados. Por outro lado, o mais usado método para determinar a idade dos estratos rochosos consiste em datá-los em função da “conhecida idade” dos fósseis que eles contêm. Isto é um autêntico e ultrajante caso de raciocínio em círculos e os geólogos estão bem cientes do problema.”

    Por favor, até agora só me foram apresentados métodos com um limite de idade pequeno demais, me apresente os métodos com maior limite de idade (aí poderei contesta-los).

    Para mais exemplos:
    * http://www.cacp.org.br/movimentos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1378&menu=12&submenu=4

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  21. Joaquim Coelho says:

    Para que fique bem claro as equivalências: os teus 28 Biliões de anos correspondem aos meus 28 Milhões de anos.

    O absurdo é os resultados variaram de 2 milhões de anos até 28 bilhões (corrijo para 28 milhões, pois o valor 28 bilhões (do brasil) é impossivel, e é certamente um erro de transcrição).

    Não há absurdo: o Urânio – Tório – Chumbo só pode ser usado em rochas com mais de 30 milhões de anos. Assim usado em rcohas mais jovens dá valores sem sentido. O valor correcto será cerca de dois milhões de anos, já que se fossem 28 milhões também o potassio argon daria em principio esse valor. (mas como já disse não tenho dados minimos para falar deste caso em particular)

    Essa transformação do potássio em argônio radiogênico se dá no intervalo de tempo 1,28
    bilhões de anos”
    (milhões em portugal)
    Não vejo qual o problema. Este metodo tem validade de 100.000 anos a cerca 4,5 mil milhões de anos.

    O metodo circular que afirmas é falso.
    A datação relativa apenas identifica se um estrato é mais antigo ou mais recente que outro, não a sua antiguidade e obriga a um conjunto rigoroso de principios:
    1.Principio de Uniformitarismo (actualismo)

    2.Princípio da sobreposição
    3.Princípio da relação intrusão – fractura
    4.Princípio da horizontalidade original
    5.Princípio da continuidade lateral
    6.Principio da identidade paleontológica
    Os estratos com o mesmo conteúdo fossilífero são da mesma idade.
    Os fosseis estratigráficos ou “bons fósseis” ou fósseis característicos caracterizados por:
    · Rápida evolução, ou seja, curta longevidade;
    · Vasta repartição geográfica;
    · Ocorrência frequente;
    · Identificação simples.
    Limitações e problemas inerentes à distribuição dos seres vivos. Factores condicionantes: temperatura, profundidade, salinidade, correntes, tipos de fundo, factores geográficos. Distribuições antiequatoriais (distribuição descontinua de organismos marinhos próprios de águas frias de um e de outro lado da zona equatorial por impossibilidade de atravessar águas quentes) e antitropicais (distribuição descontinua devido a causas paleogeográficas – “tubarão serra” presente apenas nos extremos da antiga área de dispersão que abrangia toda a Mesogeia).

    Daqui resulta que se soubermos a idade de um estrato podemos extrapalar com uma certa margem de erro a idade dos fósseis nele contidos, bem com grande grau de certeza que serão mais recentes que os da camada precedente e mais antigos que os da camada acima.

    Da mesma forma se soubermos a idade de um fóssil podemos extrapolar que a camada sedimentar onde se encontra é mais ou menos da mesma idade.

    Agora o que não se faz é para um par estrato/fóssil usar esse metodos em ambos. isso sim seria circularidade, e os cientistas não são malucos, como por estes sitios gostam de insinuar.

    Frequentei o curos de engenharia geológica e descontando os muitos anos de desactualização estou mais ou menos á vontade nestes temas.

    Para quem queira saber o que os cientistas dizem e não se limitar à escrita truncada e tendendicosa dos sites criacionistas, basta efectuar uma pesquiza na net por: Geologia Geral, Tectónica de Placas, Datação Relativa e Absoluta, Petrologia Sedimentar, Ignea e Metamorfica, Estratigrafia, ect e encontrará um manacial de informação provindo de faculdades e institutos cientificos de grande interesse.

    Não coloco link porque senão o post não entra.

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  22. Joaquim Coelho says:

    H

    Estive a ver o linke mais uma vez concluio que os criaccionistas sempre deturpam os dados:

    A datação por Carbono 14 (14C), a mais conhecida
    A datação por carbono não é usada para datar roochas en para idades superiores a cerca de 70.000. Não tem qualquer relevância na datação geológica ou de fósseis antigos. é mais usada em arqueologia, para as civilzações antigas.

    A razão de existirem tantos métodos é devido ao fato de, por muitos anos, tentarem desenvolver um método que finalmente estivesse de acordo com o pensamento de tais pesquisadores.
    Absolutamente falso e revela que quem o afirma não faz a minima ideia de como a ciência funciona.

    Os vários metodos existem devido ás limitações próprias de cada um, a questões de facilidade de utilização e custos e para calibarar datações, e ás necessidades de precisão.
    É como na medicina, que para doenças semelhantes, se usam tratamentos diferentes em função do quadro clinico especifico de cada doente

    No mesmo site afirmam (revelando mais uma vez total ignorancia sobre o assunto):
    2. Algumas amostras de lava provenientes de vulcões da margem norte do Grand Canyon (EUA), foram datadas pelo método do Potássio-Argônio e mostram idades UM BILHÃO de anos ‘mais velhas’ do que as rochas mais antigas da base do Grand Canyon. Isso é ridículo. Nunca, jamais, em tempo algum, uma rocha que está na superfície será mais antiga do que a que está na base!

    Ora se a regra é que rochas mais antigas se encontram no interior e as mais recentes mais acima, há diversas situações em que pode acontecer o contrário: ex: dobras e falhas (as regras 3,4,5 da estratigrafia)
    Pode também acontecer que as rochas mais antigas, devido ao peso e pressão, sofram metmorfismo, originando novas rochas enquanto as de cima continuam rochas igneas.
    Portanto é preciso saber todos os pormenores antes de fazer considerações.

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  23. H says:

    LOL, por que você não abre um blog?
    Daqui 4 ou 5 dias terei a resposta, só arranjar um tempo para ler esse texto todo e pesquisar.

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  24. Pingback: Pegadas humanas de 1,5 milhões de anos revelam a humanidade do Homo erectus « No princípio criou Deus os céus e a Terra

  25. MVR says:

    Fica um site para mostrar a fraude que é a datação científica.

    http://www.geocities.com/gilson_medufpr/ocean.html

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  26. Pingback: Rocha mais antiga afinal é a mais nova « No princípio criou Deus os céus e a Terra

  27. Joaquim Coelho says:

    MRV

    Mais atenção por favor …
    Este site demonstra a “fraude” da datação cientifica proposta por um dos maiores defensores do criacionismo biblico : Henry Morris

    Agora percebo
    como é que vocês engolem as tretas do Mats e Sabino. Nem conseguem distingir uma proposta criacionista de uma proposta cientifica.

    Fica um site para mostrar a fraude que é a datação científica dos criacionistas 🙂

    http://www.geocities.com/gilson_medufpr/ocean.html

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  28. E tu consegues distinguir uma proposta evolucionista de uma proposta científica? 😉

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  29. Joaquim Coelho says:

    Impossivel Sabino.

    São a mesma coisa. A teoria da evolução é uma teoria cientifica, por muito que berres, batas os pés, chores, arranques os cabelos. 🙂

    99% da comunidade cientifica afirma-o.

    O 1% que resta fica para os “maluquinhos” do discover e similares, como o absolutamente inenarravel Henris Morris e a sua lunática teoria das hidro-placas.

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  30. Mats says:

    Joaquim
    uma proposta científica é o mesmo que uma proposta evolutiva para aqueles que acreditam que a evolução está de acordo com as evidências. O facto de que “99%” da comunidade científica queimar incenso a Darwin, não quer dizer que seja verdade.

    Se voltares o tempo atrás, hás-de vêr que houve um tempo onde consensos científicos mais tarde se mostraram falsos.

    Consenso científico não serve de evidência para a evolução.

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  31. Joaquim Coelho says:

    Mats

    Não consenso não signifca certeza.

    Mas a evolução é aceite por 99,9% dos cientistas em areas tão diversas como fisica nuclaer, astronomia, biologia, geologia, quimica, etc.

    Nunca houve uma aletração da ciência que colocasse em causa tantas areas interligadas e validando-se umas às outras.
    Admito que muitos dos mecanismos explicativos serão modificados, revistos e até adandinados.
    Parece-me pouco provavel que os mecanismos centrais sejam abandonados.

    Ex. Parece-me que a tectonica de placas e deriva continental estão absolutamente provados, embora um ou outro mecanismo interno possas ser corrigido. Não acredito que a teoria das placas seja alguma vez abandonada.
    Nem que o decaiemento radioactivo seja jogado fora.

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  32. Mats says:

    Não consenso não signifca certeza.

    Mas a evolução é aceite por 99,9% dos cientistas em areas tão diversas como fisica nuclaer, astronomia, biologia, geologia, quimica, etc.

    Não quer dizer que seja verdade. Se voltares o tempo atrás vais encontrar outros consensos que foram descartados. Não é verdade que o “consenso científico” de anos passados considerava o universo como eterno? A ciência e a Bíblia no entanto dizem o contrário. Qual é o consenso hoje em dia?

    Nunca houve uma aletração da ciência que colocasse em causa tantas areas interligadas e validando-se umas às outras.

    Validando-se, ou assumindo-se como válidas? Os geólogos evolucionistas descartam evidências que contradigam a idade evolutiva do universo (“milhões de anos”). Como é que isto é validação? É mais assumir-se a evolução, e operar dentro do paradigma. Certo que o paradigma evolucionista permeia várias disciplinas, mas esta promiscuidade não é evidência de inter-validação.
    Estás a confundir a inter-dependência ideológica com a inter-validação científica.
    Validação é quando estás numa área científica, e sem mesmo saberes qual é o paradigma dominante, chegares a conclusões que são confirmadas por outras disciplinas. Não é isso que acontece com a teoria da evolução. Vocês PRIMEIRO assume a evolução, e DEPOIS trabalham dentro dessa religião.

    Admito que muitos dos mecanismos explicativos serão modificados, revistos e até adandinados.

    O mecanismo central (a capacidade das forças não-inteligentes de gerar sistemas com sub-sistemas interdepentes) ainda não foi validado.

    Parece-me pouco provavel que os mecanismos centrais sejam abandonados.

    Quais? 1. A descendência comum? Já está a ser atacada por evolucionistas.

    2. A evolução dos dinos para pássaros? A mesma coisa.

    3. A idade do universo? Não é fiável.
    Etc, etc. Não tenho tempo para listar tudo, mas a ideia que emerge é que os pilares da teoria estão ausentes. Se não fossem as ramificações, a teoria já teria sido abandonada há muito tempo.

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  33. ANA R says:

    MUITO MANEIRO ESSE METODO DE SABER QUAL È A IDADE DAS ROCHAS….

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