Tours, A Batalha Que Salvou a Civilização Ocidental

Raymond Ibrahim’s “Today in History”: Charles the Hammer saves the West from Islam at Tours


Adolf Hitler disse:

“Had Charles Martel not been victorious at Poitiers — already, you see, the world had fallen into the hands of the Jews, so gutless a thing is Christianity! — then we should in all probability have been converted to Mohammedanism, that cult which glorifies the heroism and which opens up the Seventh Heaven to the bold warrior alone. Then the Germanic races would have conquered the world. Christianity alone prevented them from doing so.” – Adolf Hitler, 28 August, 1942
p. 667 “Hitler’s Table Talk; 1941-1944? translated by N. Cameron and R.H. Stevens, Enigma Books (1953)

Felizmente para a superior civilização ocidental, baseada na filosofia grega, lei romana e principalmente na moral judaico-cristã, quem ganhou a batalha de Tours foram os europeus cristãos.
.
Não deixa de ser tragicamente curioso que hoje em dia os ateus atacam o judaico-cristianismo por ser intolerante e “não científico”, quando foi exactamente essa visão do mundo que lhes proporcionou a liberdade de expressão que eles hoje usam para o atacar. Se o Islão tivesse vencido a batalha de Tours, os ateus não teriam liberdade para criticar a religião dominante.
.
Isto é o que se chama “cuspir no prato no qual se comeu”. Isto não deveria ser surpresa nenhuma para aqueles que sabem que o ateísmo é uma visão do mundo privado de uma âncora moral.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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11 Responses to Tours, A Batalha Que Salvou a Civilização Ocidental

  1. Joaquim Coelho says:

    Mais um post na linha habitual: demagogia, mentiras disfarçadas de meias verdades, falta de informação, ceguira e ódio.

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  2. Joaquim Coelho says:

    Hoje a filosofia grega ainda é importante, a lei tipo romana também. mas a moral judaico-cristão bem que pode ser colocada no lixo que já não faz falta nenhuma.

    Hoje existe uma moral civilizacional muito mais importante e que pode bem substituir essa.

    Não percebi bem onde queres chegar com essa do Hitler.

    As liberdades que temos hoje devem mais ao espirito grego que há religião.
    Enquanto foi dominante, a tua querida religião nunca permitiu liberdades.

    Felizmente a sociedade e o estado libertram-se do jugo religiosos e aí ganharam a liberdade.
    Infelizmente a maioria dos países islâmicos ainda não conseguiram seprara o estado da religião.

    E há alguns (talvez tu ?) que gostariam de voltar ás teocracias e á imposição da vossa moral como obrigatória.

    As ancoras servem para amarrar e privar de liberdade. Felizmente que no ateismo não há ancoras.
    Já que ateismo é apenas isto: responder “não” à pergunta: acredita na existência de um deus?
    Por mais voltas que dês, esta á unica condição para se ser ateu.

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  3. H says:

    Joaquim

    Hoje a filosofia grega ainda é importante, a lei tipo romana também. mas a moral judaico-cristão bem que pode ser colocada no lixo que já não faz falta nenhuma.
    Não? Então tenha um filho e pratique sexo a força com ele, a lei romana lhe garante este direito! Encontrou uma carteira no chão? Pegue um bastão de prata e bata três vezes nele dizendo “é meu, é meu e é meu”, pronto! A carteira é sua! Cuidado! Só o imperador romano pode andar de carro dentro da cidade.

    É amigo, a lei romana e a filosofia grega já bastam…

    Hoje existe uma moral civilizacional muito mais importante e que pode bem substituir essa.
    E ela foi baseada em quê mesmo?

    Não percebi bem onde queres chegar com essa do Hitler
    Nem eu.
    Mats, explique.

    As liberdades que temos hoje devem mais ao espirito grego que há religião.
    Enquanto foi dominante, a tua querida religião nunca permitiu liberdades.

    Afirmação meia-boca.
    A religião é má, dominadora e condenável.
    Porém a crença que eu e o Mats compartilhamos permite totalmente a liberdade.

    Felizmente a sociedade e o estado libertram-se do jugo religiosos e aí ganharam a liberdade.
    Infelizmente a maioria dos países islâmicos ainda não conseguiram seprara o estado da religião.

    Concordo, o estado não pode ser controlado pela religião.
    Também tenho pena dos países islâmicos, não podemos nem falar de Deus para eles.

    As ancoras servem para amarrar e privar de liberdade. Felizmente que no ateismo não há ancoras.
    Já que ateismo é apenas isto: responder “não” à pergunta: acredita na existência de um deus?
    Por mais voltas que dês, esta á unica condição para se ser ateu.


    1. There is no God or devil.
    2. There is no supernatural realm.
    3. Miracles cannot occur.
    4. There is no such thing as sin as a violation of God’s will.
    5. Generally, the universe is materialistic and measurable.
    6. Man is material.
    7. Generally, evolution is considered a scientific fact.
    8. Ethics and morals are relative

    33rd annual ATHEIST CONVENTION in Seattle, Washington, in April of 2007

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  4. H says:

    Meu Deus, asdhgyusaj.
    O ateísmo ‘tá virando uma religião!

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  5. Joaquim Coelho says:

    H

    1.A base da lei hoje é ainda a insparição na metodologia do direito romano.
    Mas claro que evoluio, como é normal e desejável. (ao contrário da religião que é estática).
    Quando se fala de direito romano, não quer dizer as leis da altura do império romano, mas a metodolia: legisladores, tribunias, juizes, advogados, etc, etc

    2. Não se pode negar que bebeu nas raizes judaico/cristãs, mas felizmente também evoluio, já não fazendo sentido muitas da premissas da religião: questões de liberdade religiosa, estado laico, direitos da mulher, de homosexuais, de divorcio, etc, etc

    4. Hilter, concordo 🙂

    5. Vide idade média na Europa (onde a heresia era crime punivel com a morte). Vide relações igreja/fascimo português eespanhol.
    Vide actual sitaução em vários países islâmicos
    Vide o que pretendem os calvinistas de hoje da Christian Reconstructionism
    Capital Punishment
    Epitomizing the Reconstructionist idea of Biblical ”warfare” is the centrality of capital punishment under Biblical Law. Doctrinal leaders (notably Rushdoony, North, and Bahnsen) call for the death penalty for a wide range of crimes in addition to such contemporary capital crimes as rape, kidnapping, and murder. Death is also the punishment for apostasy (abandonment of the faith), heresy, blasphemy, witchcraft, astrology, adultery, ”sodomy or homosexuality,” incest, striking a parent, incorrigible juvenile delinquency, and, in the case of women, ”unchastity before marriage.”

    We believe that the whole Word of God must be applied to all of life. It is not only our duty as individuals, families and churches to be Christian, but it is also the duty of the state, the school, the arts and sciences, law, economics, and every other sphere to be under Christ the King. Nothing is exempt from His dominion. We must live by His Word, not our own.


    Etc, etc.
    http://www.chalcedon.edu/ministry.php

    ateismo: são conclusões e premissas resultantes de nãoacreditar em entidades sobrenaturais. No entanto apenas representam quem as partilha.
    Reafirmo para ser ateu basta não acreditar em deus. O resto são particularidades que cada ateu aceita ou não.
    Eu pessoalmente até as subscrevo todas, embora possam existir ateus que não as subscrevam.

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  6. H says:

    A base da lei hoje é ainda a insparição na metodologia do direito romano.
    Mas claro que evoluio, como é normal e desejável. (ao contrário da religião que é estática).
    Quando se fala de direito romano, não quer dizer as leis da altura do império romano, mas a metodolia: legisladores, tribunias, juizes, advogados, etc, etc

    Você disse que evolui, mas esqueceu de dizer a que livrinho de capa preta se deve essa evolução.
    A estaticidade das Lei divina só prova que ela é adequada hoje assim como há 2000 anos atrás.

    Não se pode negar que bebeu nas raizes judaico/cristãs, mas felizmente também evoluio, já não fazendo sentido muitas da premissas da religião: questões de liberdade religiosa, estado laico, direitos da mulher, de homosexuais, de divorcio, etc, etc
    Ora, a bíblia incentiva o livre arbítrio:

    “Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos;”
    Eclesiastes 11:9a

    porém…

    “sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo.
    Eclesiastes 11:9b

    5. Vide idade média na Europa (onde a heresia era crime punivel com a morte). Vide relações igreja/fascimo português eespanhol.
    Vide actual sitaução em vários países islâmicos
    Vide o que pretendem os calvinistas de hoje da Christian Reconstructionism
    [Texto enorme]

    Ora, em algum momento concordei com isso? Não me lembro de ter dito que aceitava as idéias de calvino, muito menos disse que queria mandar todos os ateus para guilhotina como bruxos.

    Ateismo: são conclusões e premissas resultantes de nãoacreditar em entidades sobrenaturais. No entanto apenas representam quem as partilha.
    Reafirmo para ser ateu basta não acreditar em deus. O resto são particularidades que cada ateu aceita ou não.
    Eu pessoalmente até as subscrevo todas, embora possam existir ateus que não as subscrevam.

    E a tal convenção que vocês ateístas amam falar? Por convenção foi decidido que aquelas são as premissas do ateísmo, se não concordar com elas funde um novo movimento religioso.

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  7. Joaquim Coelho says:

    H

    Qualquer movimento ateista representa apenas os seus membros e não todos os ateus.

    Por exemplo, eu sou informático. Existem vários clubes e assossiações, sindicatos, etc de informáticos. Nenum me representa, porque não faço parte de nenhum. Para ser informático não tenho de partilhar as convicções deles, apenas tenho de exercer funções informáticas.
    Nota: não é um exemplo muito bom, mas não me lembrei de outro assim de repente 🙂

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  8. Mats says:

    Joaquim,

    Mais um post na linha habitual: demagogia, mentiras disfarçadas de meias verdades, falta de informação, ceguira e ódio.

    Não é “ódio” reportar eventos históricos.

    Hoje a filosofia grega ainda é importante, a lei tipo romana também. mas a moral judaico-cristão bem que pode ser colocada no lixo que já não faz falta nenhuma.

    E está a ser colocada no lixo, principalmente na europa, com os resultados que nós podemos verificar:

    1. DST a aumentar
    2. Pornografia a aumentar
    3. Divórcios cada vez mais normais
    4. Violência
    5. Filhos a não respeitarem os pais, violando o Mandamento #5
    6. Escolas públicas cada vez mais violentas.

    Sim, joaquim, tens razão:: a moral cristã está a ser ignorada com os resultados que todos nós conhecêmos.

    Hoje existe uma moral civilizacional muito mais importante e que pode bem substituir essa.

    Não acredito que uma sociedade que concorde com a matança de bébes não nascidos seja “mais importante” que a moral que diz que a vida humana é preciosa MESMO antes de ter saído do ventre materno. Concordas?

    Não percebi bem onde queres chegar com essa do Hitler.

    Hitler lamentava que os cristãos tivessem ganho a guerra porque o cristianismo não é violento como o islão. Hitler preferia o islão porque libertaria a agressividade das tribos germânicas. Curiosamente, depois de o cristianismo ter sido rejeitado na Alemanha, as tribos germânicas perpetuaram uma das páginas mais negras da história da Humanidade: o Holocausto.

    As liberdades que temos hoje devem mais ao espirito grego que há religião.
    Enquanto foi dominante, a tua querida religião nunca permitiu liberdades.

    A religião estatal, tipo a existente em Portugal, não permitiu liberdades (tipo aborto e homosexualidade ?), mas a crença de que as pessoas tem valor e elas tem direitos inalienáveis vem da visão judaico-cristã. Até o ateu Daniel Dennet concordou com isso no debate que ele teve com o Dinesh de Souza.

    Felizmente a sociedade e o estado libertram-se do jugo religiosos e aí ganharam a liberdade.

    Correcção: A sociedade e o estado libertaram-se de UM jugo religioso, e adoptaram OUTRO jugo religioso (humanismo). Mas as coisas não melhoraram: apenas se encontraram outros motivos para se oprimirem as pessoas (vê como os impérios ateus e comunistas, livres de imposição de valores crsitãos, mataram mais pessoas em 50 anos do que 2000 anos de cristianismo).

    Infelizmente a maioria dos países islâmicos ainda não conseguiram seprara o estado da religião.

    Felizmente para ti, nasceste no mundo ocidental, que é o herdeiro da moral cristã. Se tivésses nascido nas arábias, nem poderias-te opôr à religião estatal.

    E há alguns (talvez tu ?) que gostariam de voltar ás teocracias e á imposição da vossa moral como obrigatória.

    Eu não concordo com imposições morais, mas concordo com leis que tenham em vista a moralidade do Criador.

    As ancoras servem para amarrar e privar de liberdade. Felizmente que no ateismo não há ancoras.

    Sim, no ateísmo não há ancoras. Por isso é que, no post do Bruno e do Galileo, o ateísmo comenda dois comportamentos mutuamente exclusivos. A falta de um “norte” leva à confusão moral.

    Já que ateismo é apenas isto: responder “não” à pergunta: acredita na existência de um deus?
    Por mais voltas que dês, esta á unica condição para se ser ateu.

    E tudo o mais que daí advém.

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  9. Joaquim Coelho says:

    Meu caro Mats os pontos 1 a 6 são reflexo de um sistema complexo e não têm como causa o simplismo que tu lhe atribuis.

    Nota que o seu avanço é igual em paises como Etc, Portugal, Espanha, USA, cuja população é maioritariamente cristã.

    E o divórcio é bem melhor do que viver num ambiente de ódio e crispação familiar, quando o relacionamento afectivo chegou ao fim. Por isso não é um mal em sim, embora quando há filhos possar trazer vários problemas.

    A pornografia desde que praticada por adultos e de livre vontade, também não é nada de especial.

    Estatisticamente dúvido que a violência seja hoje muito maior que há 10, 100, 1000 ou 2000 anos. É mais visivel e publicitada, e mudou o modo como é executad e por quem.

    Em Portugal, há 50 provavelmente existiam mais assassinatos que hoje.
    Muitas questões eram resolvidas a tiro e facada.
    O meu pai, meus tios e pessoas mais velhas contam-me imensas histórias de pessoas que matavam por pequenas disputas.
    A violência fisica em casa sobre mulher e filhos era vulgar e tipica (até há um proverbio que diz entre mulher e marido não se mete a colher, muito referido pela policia quando era chamada a intervir e se recusava)
    Essa violencia baixou.

    A violencia associada ao crime aumentou . Mas mesmo esta se comparar-mos com a tipificação do crime nos seculos X a XIX será provavelmente mais baixa.

    Há novos e diferentes problemas, a que a religião nunca respondeu nem evitou, mesmo quando era avassaladoramente influente.

    (Nota que não a estou a responsabilizar mas a mostrar que há problemas que não são resolvidos de um dia para o outro, nem por ideologias ou religiões)

    (vê como os impérios ateus e comunistas, livres de imposição de valores crsitãos, mataram mais pessoas em 50 anos do que 2000 anos de cristianismo).
    Mats já várias vezes te disse que isto era falso.
    Tu estás a falar coisas imcomparaveis.
    Primeiro porque aprincipal motivação para essas mortes não foi religiosa (é verdade que houve várias mortes apenas devido á religião das pessoas). mas a esmagadora maioria não foi por motivos religiosos.

    Segundo, para compareres (o que não tem sentido) terias de incluir todas as mortes em paises cristãos independetemente do motivo. E ai já terias que incluir a I guerra e parte dos morotos da II Guerra

    Terceiro: os meios de matar dos ultimos 100 anos são infinitamente mais eficazes e massivos que no passado. A população afecta é muito maior que nas guerras até ao sec. XX.

    Nem o acreditar num Deus, nem o não acreditar tornar as pessoas melhores e evita estas situações. Elas devem-se a uma unica coisa: a complexidade do ser humano, com ou sem deuses á mistura.

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  10. Ska says:

    A violência está a aumentar? Na terra de quem? Só se for de fanáticos religiosos, tipo médio oriente. De resto o mundo é, na sua generalidade, um lugar pacífico.

    Que eu saiba, hoje em dia, em pt a tortura institucionalizada não é permitida. Na época medieval era (como era? inquisiquê?).

    DST a aumentar? Há uns séculos atrás dizia-se que a civilização andava de braços dados com a sifilização. E nessa altura o HIV ainda não existia (so much for creaccionism)

    Ah, isto não é ódio. É relato histórico

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