O (Imaginado) Poder da Natureza

O ateu darwinista

O propósito deste post no seu blog é o de demonstrar que as formas de vida podem variar sem limites. Ou seja, na visão do mundo do Ludwig, na ausência de Um Deus Criador, temos a toda poderosa “mamã natureza” e os seus infinitos poderes criativos.
Ele afirma:

Darwin não inventou a evolução, que era um facto já conhecido no século XIX.

Tradução: Darwin não foi o primeiro a imaginar que o mundo biológico tinha-se criado a si próprio. Essas crenças naturalistas já tinha sido propostas antes de Darwin, indo atrás no tempo até antigos gregos e romanos.
O filósofo romano Lucrécio afirmou coisas que para o darwinista contemporâneo são bem familiares. No seu livro “De Rerum Natura” ele afirma:

‘Nothing can ever be created by divine power out of nothing’ … ‘the theory that they (the gods) deliberately created the world in all its natural splendour for the sake of man …. This theory … with all its attendant fictions is sheer nonsense!’

Basicamente, o que Lucrécio afirma é que os “deuses” não criaram nada, mas que a natureza criou-se a si própria. Essa crença, embora agora posta num domínio monoteísta, é o fundamento ideológico da teoria da evolução tal como ela é indoctrinada nas escolas públicas.
Devido a isso, e uma vez removido o Poder Criativo de Deus como fonte da diversidade biológica, os ateus darwinistas estão ideológicamente forçados a atribuir poderes criativos àquilo que foi criado por Deus, num remanescente claro daquilo que o Apóstolo Paulo diz em Romanos 1:25:

Pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Foi exactamente isso que o Ludwig demonstrou no seu post. Ao tentar justificar os poderes criativos da Natureza, ele está a “servir a criatura” e não ao Criador. Ele está a atribuir poderes criativos àquilo que foi criado por Deus.
Ele diz:

Todos os organismos são diferentes, são tão mais diferentes quanto mais afastado o parentesco e não há limites para estas diferenças.

Claro. Se ignorarmos a ciência e os limites genéticos que existem para a variação, qualquer coisa é possível . Até é possível que um dinossauro se transforme num pássaro.
Obviamente que há limites para a variação. Por mais factores externos que se usem numa forma de vida, ela nunca se vai modificar para além das intrucções genéticas que os progenitores já possuem. Se o Ludwig acha que sim, ele tem que providenciar as evidências para isso. Os cristãos não tem que providenciar evidências para aquilo que é observado diariamente.
Aquilo que as observações nos dizem é que todas as formas de vida se reproduzem de acordo com as intrucções genéticas já presentes nos progenitores. Isto é exactamente o contrário daquilo que deveria ser a norma se a evolução, tal como imaginada por Darwin e os seus discípulos contemporâneos, fosse verdade.

É preciso ter-se em atenção ao salto de lógica que o Ludwig tenta fazer no seu post. O Ludwig tenta demonstrar que não há limites nas variações, e como evidência ele usa as variações que são observadas. O problema é que as variações que são observadas, para além de estarem a ir em direcção contrária à evolução ao nível informacional, elas não demonstram de maneira nenhuma que as variações podem ocorrer perpetuamente.

Não há barreiras a prender um organismo à essência do seu tipo porque não há essência nenhuma. E sem compreender isto não se compreende a biologia, como demonstra o Rodrigo Bento.

Compreende-se a Biologia moderna sem problemas nenhuns mesmo rejeitantando-se a não-suportada crença de que as formas de vida podem-se modificar indefinidamente. Existem barreiras biológicas para o desenvolvimento e diversificação das formas de vida, e isso é por demais manifesto no que podemos observar. Veja-se a plasticidade dos cães. Vejam-se as tentivas de se gerar cavalos cada vez mais rápidos. Por máis rápidos que eles posam vir a ser, não vão deixar de serem cavalos, e um dia o limite vai ser atingido. Por mais engenharia genética que se faça, nunca vai ser possível criar um porco do tamanho de uma cidade como Lisboa. Há limites nas variações possíveis, e isto é um facto que vai contra o darwinismo.

Segundo, sem a crença nos “tipos básicos” (ou arquétipos) a tipologia do criacionista Lineu, que é a base da Biologia moderna, essa ciência seria mais complicada.

Além disso, o facto de que as formas de vida “variam” não é evidência para a crença de que elas podem variar sem limites. Se isto é assim, então o facto de que eu posso andar nas estradas de Oeiras é evidência que que eu posso andar daqui até a lua, certo?
“Variação” não significa “evolução”.

O Ludwig cita o Rodrigo Bento:

«num determinado ponto da história (no tal em que os seres se tornaram (?!) sexuados, macho e fêmea, [curiosamente] no mesmo ponto geográfico, no mesmo tempo de vida útil, no mesmo estado de desenvolvimento sexual e não só, sentindo atracção um pelo outro, com vontade de procriar, sendo capazes de, pela primeira vez na história, reproduzir sexuadamente e logo sem erros, produzindo descendência fértil com as mesmas características…)» (1)

Se a evolução verdadeiramente aconteceu, então isto deve ter acontecido. Para além das monstruosidades estatísticas que estão envolvidas nesse evento, a falta de evidências parece não preocupar os ateus.

A questão é que os seres não se tornaram sexuados em grupo. Tal como os romanos não passaram a falar português de uma só vez.

O Ludwig agora tenta equivaler a evolução linguística, que é uma construção inteligente, com o darwinismo, que, segundo os próprios darwinistas, não tem intervenção inteligente em nenhuma parte do processo. Falsa analogia.

O que aconteceu foi que seres distintos entre si formavam populações onde a distribuição de certos atributos ia variando com o passar das gerações, à sorte ou sob pressão reprodutiva.

Ou, por outras palavras, “o que aconteceu aconteceu!”. Se viveu, então foi evolução. Se morreu, então evolução foi. Onde está a ciência nisso?
Quais atributos, Ludwig? Onde? Porquê? Como? A tua resposta não invalida o que o Rodrigo disse. Se a evolução aconteceu, então “num determinado ponto da história (no tal em que os seres se tornaram (?!) sexuados, macho e fêmea, [curiosamente] no mesmo ponto geográfico, no mesmo tempo de vida útil, no mesmo estado de desenvolvimento sexual e não só, sentindo atracção um pelo outro, com vontade de procriar, sendo capazes de, pela primeira vez na história, reproduzir sexuadamente e logo sem erros, produzindo descendência fértil com as mesmas características…)”.
Tudo isto por acaso!

Ninguém saltou a “barreira” entre o português e o latim. O que transformou estas línguas foi a acumulação das idiossincrasias individuais de quem as falava.

Alterações essas que tiveram o design inteligente de seres humanos, contrariamente à teoria da evolução onde não há lugar para Uma Inteligência por trás do processo evolutivo. Repito, falsa analogia.

Tal como não há uma barreira histórica entre o latim e o português, nem um número exacto de cabelos a separar o careca do cabeludo, também não há barreiras entre tipos ancestrais e descendentes.

Não há barreiras entre gatos e…….gatos. Não há barreiras entre cães e….hmm…..cães. Não há barreiras entre dinossauros e…..hmm….pássaros?

O requisito do Rodrigo Bento para a reprodução sexuada é tão ridículo como exigir que surgissem dois romanos a falar português ao mesmo tempo para que o latim desse origem ao português (se fosse só um, diria o Rodrigo, ninguém o compreendia e morria frustrado).

Não, não é ridículo, uma vez que para ser seleccionado pela “toda poderosa” selecção natural, ela tinha que ter alguma vantagem “seleccionável”. Se um organismo “evolve” a sexualidade mas ela não serve de nada, a selecção natural vai eliminá-la (consumo de recursos e energia). Uma vez que em termos evolutivos reprodução sexual é MENOS eficiente que reprodução asexuada (na asexuada a descendência recebe os genes de apenas um progenitor), dois organismos com reprodução sexual teriam que aparecer na mesma área geográfica, ter instrucções genéticas sobre como reproduzir, saber o que fazer, gestação, etc, etc. Tudo isto tinha que aparecer à mesma altura. Se um tem, e o outro não, então nem valia à pena.

Para compreender a evolução é preciso perceber que não há tipos de organismos.

Só é pena que a biologia moderna assente na crença na tipologia do criacionista Lineu. Mas evolução não precisa de evidência, por isso, está tudo bem.

Há populações. A evolução não é o aparecimento súbito de um tipo diferente mas a transformação gradual de populações pela substituição de organismos que morrem por outros ligeiramente diferentes.

Os defensores do evolucionismo “Punctuated Equilibrium” discordam contigo. Eles defendem que o registo fóssil de facto mostra o aparecimento súbito. Agora entendam-se..

Gaivotas dão gaivotas, mas não exactamente iguais. E se passar tempo suficiente acabamos por lhes dar outro nome.

Mas nunca vão deixar de ser gaivotas!

Conclusão:

Uma vez que o darwinista Ludwig rejeita filosoficamente a existência de Deus, ele tem que arranjar “outro criador” para a biologia. Tal como Romanos 1:25 diz, quando o homem rejeita Deus como Criador, ele invariavelmente confere poderes criativos àquilo que foi criado.

A crença nos poderes criativos da natureza não é uma necessidade científica mas uma necessidade ideológica. O Ludwig tem que acreditar que a Natureza tem esse poder porque na sua visão do mundo não há outra forma de explicar a diversificação da vida biológica.

Se Deus não existe, então o mundo criou-se a si próprio. A questão é: será que Deus não existe?

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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19 Responses to O (Imaginado) Poder da Natureza

  1. Beowulf says:

    “Só é pena que a biologia moderna assente na crença na tipologia do criacionista Lineu.”

    Mats, onde é que tu vais buscar isto?! (Ex.:http://en.wikipedia.org/wiki/Phylocode)

    “Os defensores do evolucionismo “Punctuated Equilibrium” discordam contigo. Eles defendem que o registo fóssil de facto mostra o aparecimento súbito. Agora entendam-se..”

    Xiii, o equilíbrio pontuado que tem tanto que se lhe diga! Mas até nem é isso que interessa, o que interessa é:

    “Punctuated equilibrium is therefore mistakenly thought to oppose the concept of gradualism, when it is actually a form of gradualism, in the ecological sense of biological continuity.[3] This is because even though evolutionary change appears instantaneous between geological sediments, change is still occurring incrementally, with no great change from one generation to the next. To this end, Gould later commented that:

    Most of our paleontological colleagues missed this insight because they had not studied evolutionary theory and either did not know about allopatric speciation or had not considered its translation to geological time. Our evolutionary colleagues also failed to grasp the implication, primarily because they did not think at geological scales.[5] ”

    Tirado de http://en.wikipedia.org/wiki/Punctuated_equilibrium. Meu amigo, isto mostra claramente que ainda tem muito a aprender sobre as coisas que criticas. Mas quem fica mal visto és tu Mats!

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  2. Joaquim Coelho says:

    “Punctuated Equilibrium”
    “A new species can arise when a small segment of the ancestral population is isolated at the periphery of the ancestral range. Large, stable central populations exert a strong homogenizing influence. New and favorable mutations are diluted by the sheer bulk of the population through which they must spread. They may build slowly in frequency, but changing environments usually cancel their selective value long before they reach fixation. Thus, phyletic transformation in large populations should be very rare—as the fossil record proclaims. But small, peripherally isolated groups are cut off from their parental stock. They live as tiny populations in geographic corners of the ancestral range. Selective pressures are usually intense because peripheries mark the edge of ecological tolerance for ancestral forms. Favorable variations spread quickly. Small peripheral isolates are a laboratory of evolutionary Change.
    “What should the fossil record include if most evolution occurs by speciation in peripheral isolates? Species should be static through their range because our fossils are the remains of large central populations. In any local area inhabited by ancestors, a descendant species should appear suddenly by migration from the peripheral region in which it evolved. In the peripheral region itself, we might find direct evidence of speciation, but such good
    fortune would be rare indeed because the event occurs so rapidly in such a small population. Thus, the fossil record is a faithful rendering of what evolutionary theory predicts, not a pitiful vestige of a once bountiful tale.”[9]

    Só para mostar que nem fazes ideia do que falas. mais uma vez falas de assuntos de que nem leste o que os autores dizem.
    Assim se ve a tua desonestidade.

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  3. Mats says:

    Joaquim,
    A sério? E o Steven Jay Gould sabia do que falava?

    “The absence of fossil evidence for intermediary stages between major transitions in organic design, indeed our inability, even in our imagination, to construct functional intermediates in many cases, has been a persistent and nagging problem for gradualistic accounts of evolution.” Gould, S. J., “Is a new and general theory of evolution emerging?” Paleobiology, vol 6(1), p. 119-130 (1980).

    Existem mais citações como esta ditas por outros evolucionistas.

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  4. Joaquim Coelho says:

    Mats, Mats só confirmas que a tua interpretação é apenas derivada de uma necessidade de destruição da evolução .
    A interpretação de Jay Gould é aquela que te dei.
    Gould summarized the theory, and its consequences for punctuated equilibrium, in a 1977 essay for Natural History magazine,
    segue-se o texto que coloquei

    Como não entendes a visão cientifica do problema fazes interpretações abusivas e erradas.

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  5. Mats says:

    Joaquim,
    Não há nada de “abusivo” e “errado” na citação que pus. A teoria do punctuated equilbrium é uma tentativa de usar o registo fóssil como evidência para a evolução, uma vez que o gradualismo não está de acordo com o dito registo.
    Por essas e por outras é que, apesar de gradualistas e punctuistas concordarem que a “evolução aconteceu”, eles não têm a mesma interpretação do registo fóssil.

    Como tal, o que eu disse ao Ludwig e o que eu pus em cima está perfeitamente dentro do contexto, refutando o Ludwig e refutando a tua interpretação de punctuated equilibrium.

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  6. Joaquim Coelho says:

    Podes dar as voltas que quiseres Mats, mas esá escrito e as pessoas sabem ler.
    Respondes ao meu texto com:
    Joaquim,
    A sério? E o Steven Jay Gould sabia do que falava?
    e depois um texto de Gould.

    Lixado é que o texto que eu coloquei é do Gould.

    Por essas e por outras é que, apesar de gradualistas e punctuistas concordarem que a “evolução aconteceu”, eles não têm a mesma interpretação do registo fóssil

    É normal. Estamos no campo da ciência não da religião.
    O etmpo e novas evidências dirão quem tem razão. Mas defendem o mesmo, só que caminhos ligeiramente diferentes para lá chegar.
    A minha opinião, que é irrelevante pois não sou biologo ou estudioso da evolução é que ambas as opções estão correctas. Uma delas será preponderante, mas não invalida a existência da outra

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  7. Mats says:

    Joaquim
    Ou o gradualismo está certo ou o “punk eek” (punctuated equlibrium) está certo. Não podem estar os dois certos, e o Dawkins sabe disso. Por isso é que ele atacava o Steven Jay Gould.

    Ambos concordavam que a evolução aconteceu, mas um deles era de opinião que havia de facto um aparecimento abrupto de quase todos fila no registo fóssil.
    Isso contradiz o que o Ludwig disse.

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  8. Beowulf says:

    Então Mats, a censurar osmeus comentários?! São assim tão incómodos?!

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  9. Mats says:

    Beowulf,
    Censurar os teus comentários?!! Quem disse isso..?

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  10. Mats says:

    Olha, afinal tinhas razão, Beowulf. Tinhas um post marcado como spam. Já o desmarquei.

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  11. alogicadosabino says:

    “Então Mats, a censurar osmeus comentários?! São assim tão incómodos?!”

    Por que é que o ateu diz logo que estamos a censurar os comentários e não coloca a possiblidade de, por exemplo, ele ter ido parar à caixa de spam, por algum motivo…?

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  12. alogicadosabino says:

    Joaquim,

    “Mas defendem o mesmo, só que caminhos ligeiramente diferentes para lá chegar.”

    É mais um exemplo do preso por ter cão, preso por não ter. Ou as criaturas evoluíuram gradualmente, ou por saltos grandes. Caminhos “ligeiramente diferentes” que cobrem todas os cenários possíveis… assim é fácil deixar algo sem refutação possível

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  13. Beowulf says:

    Ok Sabino, esqueci-me do smiley. Ponho agora aqui :)! Parece que tu (não vou generalizar para todos os evangélicos a partir do teu exemplo) também assumes logo que eu estou incrivelmente zangado em vez de pores a hipótese, de por exemplo, me ter esquecido do smiley!

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  14. alogicadosabino says:

    É que nunca pões smile

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  15. Mats says:

    Sabino,

    Por que é que o ateu diz logo que estamos a censurar os comentários e não coloca a possiblidade de, por exemplo, ele ter ido parar à caixa de spam, por algum motivo…?

    Tito 1:15 🙂

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  16. Beowulf says:

    Ok,parece que o MAts sofre do mesmo problema que o Sabino. Mas atenção Mats, que o Tito 1:15 tb se calharaplica-semais aos evangélicos!

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  17. Joaquim Coelho says:

    Bom Mats e Sabino trabalho de casa:
    1. Ler a origem das espécies.
    2. ler o livro de dawkins
    3. Ler o livro de Gould
    4. Ler alguma coisita sobre Gradualismo e Pontualismo e não inferir a partir do nome.

    Basta ler o resumo que coloquie sobre pontualismo para ver que não há grande diferença no metodo, mas sim no tempo e continuidade.
    Pormenores interessantes que certamente com o acumular de evidências terão uma explicação mais concreta.
    E uma não invalida a outra como sugerem.

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  18. Mats says:

    Joaquim
    Se o pontualismo e o gradualismo não são interpretações distintas do registo fóssil, então poque é que o Dawkins (gradualista) atacava Gould (pontualista) ?

    Porque é que o próprio Gould chegou a afirmar no final da década 70 que a falta de fósseis intermediários era um “segredo” entre os paleontólogos?

    Por mais ginástica linguística que faças, não podes acreditar que a evolução ocorre lentamente e gradualmente, excepto quando ocorre em grandes saltos em pouco tempo!

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  19. Joaquim Coelho says:

    Mats, se não sabes ler português eu não tenho tempo para te ensinar, faz o que disse no post anterior 🙂

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