Ateus Vazios de Moralidade Absoluta Atacam a Moralidade Cristã

Neste post o ateu Ludwig critica os católicos (e por implicação todos os cristãos) por se oporem ao psicologicamente e clinicamente deleterioso comportamento homosexual. Com este post, o Ludwig contradiz mais uma vez o ateísmo.

A Igreja Católica, tal como os Protestantes, de facto fizeram muitos erros, mas o ateu não tem moral nenhuma para apontar o dedo acusador a ninguém.

O ateu não acredita que exista uma referência absoluta para a moralidade, e como tal, quando o ateu fala de “bem” e “mal”, de “atrocidades” e “perseguições” são apenas opiniões pessoais e não verdades absolutas.

O ateu “acha” que isto ou aquilo está mal, tal como ele gosta (ou não) de sumo de laranja ou de vêr filmes do Chuck Norris. Amanhã as coisas podem ser exactamente o contrário.

Todas as vezes que o ateu prescreve moralidade absoluta, ele não só está a contradizer o ateísmo, como está a mostrar que no fundo no fundo, ele tem consciência da existência de uma Lei Moral Absoluta na base da qual discernimos em termos absolutos o Bem do Mal.

Essa Lei Absoluta, por implicação, é o resultado de Um Legislador Absoluto..

Em relação ao comportamento homosexual, sugiro a leitura deste artigo escrito por um (ex?)-homosexual.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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43 Responses to Ateus Vazios de Moralidade Absoluta Atacam a Moralidade Cristã

  1. O. Braga says:

    Morreu muito mais gente assassinada em 150 anos de ateísmo, com o marxismo e com o nazismo, do que em 1.900 anos de catolicismo. Essa gente não tem moral para falar.

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  2. Ska says:

    Bom dia, acordaste agora?

    Ah, és um bocado parvo em dois pontos:

    Ponto número 1-“Morreu muito mais gente assassinada em 150 anos de ateísmo (…) do que em 1.900 anos de catolicismo.” -> deixa de ser vagaroso mental, se fizeres o favor. Tens uma mínima noção da quantidade de cruzadas, guerras religiosas ou inquisições que houve nos 1900 anos de catolicismo?

    Ponto número 2- marxismo e nazismo= ateísmo? Boa, boa… eu por princípio só costumo beber depois de jantar (ou durante), mas compreendo quem goste de tomar, ao lanche, o seu café com cheirinho… em que por “café”, entenda-se “copo de whisky”.

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  3. Mats says:

    Ska,

    Tens uma mínima noção da quantidade de cruzadas, guerras religiosas ou inquisições que houve nos 1900 anos de catolicismo?

    Por acaso, sim. Sabes quantas pessioas morreram devido à inquisição espanhola? Menos de 5,000 (Dinesh d’Souza põe os numeros da ordem de 2,000).

    Cruzadas? De certeza absoluta quen a chegaram sequer a 1 milhão.

    Um milhão matou o ateu Stalin “antes do pequeno almoço”, como se diz na gíria. Se a isto juntarmos Pol Pot (2 milhões), Mao Tse Tung (mais de 50 milhões) e os regimes ateus da europa do leste (mais de 1 milhão) ficamos com um número monstruoso. Não te esqueças: isto tudo em menos de 100 anos.

    Mas olha, a tragédia disto tudo não é só o número de mortos, mas a filosofia por trás desses mortos. Se Deus não existe, então cabe ao homem por si só definir o que é o bem e o que é o mal. Stalin, Hitler, Mao Tse Tung e todos os outros líderes anti-Deus construiram a sua própria moralidade, e eis o resultado.

    O que Stalin fêz é perfeitamente justificado se Deus não existe. O que os cristãos fizeram durante as inquisições e as cruzados é refutado pela Bíblia.

    Tal como já disse num passado recente, quando o homem despreza o Mandamentos de Deus, ele não se torna livre, mas sim torna-se escravo dum tirano sem escrúpulos: o Ser Humano.

    Que o século 20 seja uma recordação viva do que é construir sociedades onde a Palavra de Deus é desprezada, e o valor humano é definido não pelO Criador, mas pela criatura.

    Deus tenha misericórdia de nós.

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  4. alogicadosabino says:

    Mats, não uses o Dinesh d’Souza para mostrar que as ideologias ateístas causaram muito mais mortes do que as guerras com motivos religiosos. Ele pode dizer que o Souza é um fundamentalista desonesto. Usa antes o trabalho de um homem que vive da ciência política: DEATH
    BY GOVERNMENT
    . Talvez o Ska pense duas vezes antes de chamar parvo aos outros.

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  5. ska says:

    Lamento sabino, eu sou cabeça dura.
    Parvo em mais um aspecto: 150 de ateísmo? Sabes quanto tempo tem o ateísmo? Fácil, quanto tempo tem a especie humana.

    Quanto ao ponto do número de mortes, ainda não li as vossas fontes. É possível que tenham razão, não sei… Para já, continuo convencido que, até ao século vinte, houve mais mortes causadas por cristaos ultrapassam o número de mortes nas guerras supracitadas. Talvez mude de idéia depois de ler isso 😉

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  6. ska says:

    Ah, mats, desculpa o double post, deixa me só adicionar uma coisa. Olhando para trás, com excepcao talvez do renascimento, o século vinte foi provavelmente a melhor altura de sempre para viver (imo)

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  7. Beowulf says:

    Sabino, finalmente um comentário inteligente (ou talvez não)! Na verdade, não são é a religião X ou Y que mata. Elas são apenas usadas como ideologias que justificam a matança. Por isso, o problema não é a religião em si, mas sim o usar ideias como ideologias, ou seja, regras de conduta que são absolutas e que excluem toda e qualquer ideia diferente. qualquer ideia pode ser usada como ideologia (ou como parte de uma ideologia), seja ela religiosa ou não. Mas o problema, é que me parece que tu e o Mats usam a religião como ideologia, e nesse caso voçês são tão maus como os maus que acusam (seja ele o Pol Pot, o Stalin, o Papa Inocêncio IV, ou Deus)!

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  8. Ska says:

    Ui, eu respondi-vos ontem? que aconteceu ao meu comentário?

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  9. Mats says:

    Beowulf,

    Sabino, finalmente um comentário inteligente (ou talvez não)! Na verdade, não é a religião X ou Y que mata. Elas são apenas usadas como ideologias que justificam a matança. Por isso, o problema não é a religião em si, mas sim o usar ideias como ideologias, ou seja, regras de conduta que são absolutas e que excluem toda e qualquer ideia diferente. qualquer ideia pode ser usada como ideologia (ou como parte de uma ideologia), seja ela religiosa ou não.

    OBviamente, que se uma religião ou ideologia se considera como a verdade, vai logicamente excluir ou rejeitar ideologias e religiões que a contradigam.

    Mas o problema, é que me parece que tu e o Mats usam a religião como ideologia, e nesse caso voçês são tão maus como os maus que acusam (seja ele o Pol Pot, o Stalin, o Papa Inocêncio IV, ou Deus)!

    O que é “usar a religião como ideologia”?

    Segundo, tu dizes que somos tão maus como Pol Pot e Stalin. Em termso bíblicos, tens razão. Nós somos todos maus. Nenhum de nós está inocente aos Olhos de Deus. A diferença é que se o ateísmo está certo, não há forma absoluta de se considerar o que o Stalin e o Pol Pot fizeram como “mau”, para além das opiniões pessoais.

    Tu achas que eles foram maus, mas eles poderiam pensar que tu és o mau.

    Como é que definimos as coisas em termos absolutos?

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  10. Ska says:

    Maty, tá òbir?

    Eu ontem respondi ao tio Marcos e a ti… disse algum palavrão? Porque é que não aparece a minha resposta?

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  11. Beowulf says:

    “O que é “usar a religião como ideologia”?”

    É usar as ideias de determinada religião como ideologia! Esta é fácil Mats!!

    “A diferença é que se o ateísmo está certo…”

    Certo como?

    “não há forma absoluta de se considerar o que o Stalin e o Pol Pot fizeram como “mau”…”

    Independentemente de eu concordar ou não, porque é que isso te incomoda tanto?

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  12. Mats says:

    Ska,
    Tinhas alguns posts à espera de aprovação, mas eu, como bom cristão, já os aprovei.

    Beowulf,
    .

    “A diferença é que se o ateísmo está certo…”

    Certo como?

    Certo quando afirma que Deus não existe.

    “não há forma absoluta de se considerar o que o Stalin e o Pol Pot fizeram como “mau”…”

    Independentemente de eu concordar ou não, porque é que isso te incomoda tanto?

    Incomoda-me porque o que não falta nos sites ateus é acusações morais aos cristãos. O ateu não pode usar a moralidade para atacar o cristão, uma vez que se o ateu está certo e Deus não existe,então não há moralidade absoluta.

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  13. Ska says:

    ah, eu logo vi.

    Até apareço com uma cara nova e tudo…

    Isto lembra-me o outro, que teve de fazer uma operação por causa do duplo queixo

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  14. Beowulf says:

    “Certo quando afirma que Deus não existe.”

    Sabes que há ateus não afirmam isso? Alguns ateus apenas dizem que mesmo que Deus exista, ele não é importante para os humanos.

    “Incomoda-me porque o que não falta nos sites ateus é acusações morais aos cristãos. O ateu não pode usar a moralidade para atacar o cristão, uma vez que se o ateu está certo e Deus não existe,então não há moralidade absoluta.”

    Ok, entendido! Então o teu problem não é o ateísmo em si, mas apenas os “ataques” morais que alguns ateus fazem à tua religião. Mas posso perguntar, não será que esses tais ateus não invocam exactamente a mesma razão que tu quando “atacam” a moralidade da tua religião? É que me parece quem ataca primeiro são os religiosos, e não os ateus!

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  15. Mats says:

    Beowulf.,

    “Certo quando afirma que Deus não existe.”

    Sabes que há ateus não afirmam isso? Alguns ateus apenas dizem que mesmo que Deus exista, ele não é importante para os humanos.

    Em termos prácticos,é a mesma coisa, e totalmente irrelevante para a discussão corrente.

    “Incomoda-me porque o que não falta nos sites ateus é acusações morais aos cristãos. O ateu não pode usar a moralidade para atacar o cristão, uma vez que se o ateu está certo e Deus não existe,então não há moralidade absoluta.”

    Ok, entendido! Então o teu problem não é o ateísmo em si, mas apenas os “ataques” morais que alguns ateus fazem à tua religião. Mas posso perguntar, não será que esses tais ateus não invocam exactamente a mesma razão que tu quando “atacam” a moralidade da tua religião? É que me parece quem ataca primeiro são os religiosos, e não os ateus!

    Mas o cristão tem uma Referência Absoluta para a moralidade (A Natureza de Deus) e o ateu não tem. Quando o ateu usa a moralidade para atacar o cristao, ele está a usar uma coisa que só faz sentido se Deus existe.

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  16. Beowulf says:

    “Em termos prácticos,é a mesma coisa, e totalmente irrelevante para a discussão corrente.”

    Em termos práticos?! Custa-me um pouco a entender o que é que há de “prático” no que toca à discussão de Deus!

    “Mas o cristão tem uma Referência Absoluta para a moralidade (A Natureza de Deus) e o ateu não tem. Quando o ateu usa a moralidade para atacar o cristao, ele está a usar uma coisa que só faz sentido se Deus existe.”

    Ou seja, tu podes atacar quem bem entenderes, mas o ateus não? É isso? De qualquer forma, a minha inteção era dizer que esses “ataques” dos ateus podem na verdade ser defesas e não ataques. Talvez devesses terisso em conta antes de esgrimires as tuas investidas.

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  17. Mats says:

    Beowulf,

    Ou seja, tu podes atacar quem bem entenderes, mas o ateus não?

    Eu posso ataquer ideologias que eu entenda serem inconsistentes.

    De qualquer forma, a minha inteção era dizer que esses “ataques” dos ateus podem na verdade ser defesas e não ataques.

    Talvez, mas mesmo assim não deixam de ser defesas inconsistentes.

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  18. Beowulf says:

    “Eu posso ataquer ideologias que eu entenda serem inconsistentes”

    Mas os ateus não. É isso?

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  19. Beowulf says:

    “Talvez, mas mesmo assim não deixam de ser defesas inconsistentes.”

    Então, porque insistes em chamar-lhes de ataques?

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  20. Mats says:

    Beowulf,
    Eu chamo de ataques porque são ataques. Tu é que chamaste de defesas.

    Os ateus podem atacar a fé cristã, mas ao atacarem a moralidade da Bíblia eles estão a assumir coisas que só fazem sentido se Deus existe.

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  21. Beowulf says:

    Ok, então o que estás a dizer é que os cristão podem atacar a moralidade dos ateus, mas estes não se podem defender com o argumento da coerência. É isso?

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  22. Mats says:

    Ok, então o que estás a dizer é que os cristão podem atacar a moralidade dos ateus, mas estes não se podem defender com o argumento da coerência.

    Lá estás tu a dizer que os ateus apenas “defendem”. O que eu disse originalmente é que os ateus atacam a moralidade da Bíblia. Tu mudaste isso para “defendem”.
    Mas respondendo à tua pergunta: os ateus podem atacar quem eles quiserem, mas eles têm que vêr que ao atacarem moralidades alheias estão a contradizer a sua crença.

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  23. Ska says:

    “têm que vêr que ao atacarem moralidades alheias estão a contradizer a sua crença.”

    Explica lá esse argumento falacioso. Mas explica não é copy paste. É explica, como se eu fosse muito burro.

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  24. Beowulf says:

    “Lá estás tu a dizer que os ateus apenas “defendem”. O que eu disse originalmente é que os ateus atacam a moralidade da Bíblia. Tu mudaste isso para “defendem”.”

    Eu não mudei nada, eu apenas referi que alguns desses “ataques” são reacções aos ataques que certos religiosos fazem, e que por isso eram mais correctamente designados como defesas com o argumento de coerência. Ou vais dizer que não Mats?

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  25. Mats says:

    Ska,
    lê as minhas respostas anteriores porque está tudo lá.

    Beowulf,

    “Lá estás tu a dizer que os ateus apenas “defendem”. O que eu disse originalmente é que os ateus atacam a moralidade da Bíblia. Tu mudaste isso para “defendem”.”

    Eu não mudei nada, eu apenas referi que alguns desses “ataques” são reacções aos ataques que certos religiosos fazem, e que por isso eram mais correctamente designados como defesas com o argumento de coerência. Ou vais dizer que não Mats?

    Mesmo que seja verdade que esses ataques são “defesas”, eles atacam a moralidade da Bíblia. Como tal, é perfeitamente lógico nós perguntarmos se a lei moral na base da qual eles atacam a Bíblia é absolta ou se é só relevante para eles.
    Se Deus não existe, então é apenas uma opinião.

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  26. Beowulf says:

    “Se Deus não existe, então é apenas uma opinião.”

    Voltamos à mesma, porque é que isso te incomoda tanto? Por causa dos “ataques” dos ateus? Não os ataques primeiro então…

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  27. pedro romano says:

    Ehehe a própria opinião de que Deus existe é uma opinião. E por muito que digas que é absoluta, o próprio carácter absoluto é meramente opinativo. Descalça lá a bota 🙂

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  28. alogicadosabino says:

    O carácter absoluto de um julgamento moral é meramente opinativo apenas se Deus não existe.

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  29. Mats says:

    Beowulf,

    “Se Deus não existe, então é apenas uma opinião.”

    Voltamos à mesma, porque é que isso te incomoda tanto? Por causa dos “ataques” dos ateus? Não os ataques primeiro então…

    Mas eu posso contestar as contradições do mundo ateu porque eu tenho uma Forma Absoluta para distinguir o Bem do Mal. Eles não podem porque eles não tem. Como tal, eu estou a ser perfeitamente lógico em contestar ideologias que contradizem a minha, mas eles estão a ser ilógicos, uma vez que, se eles estão certos, o Bem e o Mal são opiniões subjectivs.

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  30. Beowulf says:

    Não Mats, tu ataas os ateus segundo o critério da coerência,o mesmo que eles fazem contigo.Ou seja, segundo tu, tu podes criticar os ateus segundo o critério dacoerência,mas os ateus não podem fazer o mesmo a ti. Mas descansa Mats, está para vir a resposta a isso.

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  31. Mats says:

    Beowulf,

    Não Mats, tu ataas os ateus segundo o critério da coerência,o mesmo que eles fazem contigo.Ou seja, segundo tu, tu podes criticar os ateus segundo o critério dacoerência,mas os ateus não podem fazer o mesmo a ti. Mas descansa Mats, está para vir a resposta a isso.

    A tua resposta confirma o que eu tenho andado a dizer. Tu dizes que eles usam a coerência para atacar a Bíblia, e que eu faço o mesmo. A pergunta impõe-se: quem é que define o que é o que não é coerente?

    A mesma coisa que acontece com a moralidade, acontece com a coerência. Se Deus não existe, as formas de pensar que cada pessoa usa são perfeitamente válidas uma vez que não há uma forma absoluta de se distinguir o coerente do incoerente.
    Portanto, eu estou a ser lógico ao atacar a moral ateísta uma ve que tenho Um Ponto Absoluto de Referência, mas os ateus, embora ataquem a moralidade da Bíblia, não tem nenhuma “régua moral” para distinguir o Bem do Mal.

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  32. Beowulf says:

    Ui, bela maneira de virar o bico ao prego. Tá bem Mats, vai ládormir a sesta que estás a ficar rabugento!

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  33. Mats says:

    É só para vêres como a psicologia ateísta é totalmente irracional.

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  34. Beowulf says:

    Não Mats, a tua é que é.Mas eu explico-te isso melhor mais logo!

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  35. Daniel says:

    “Todas as vezes que o ateu prescreve moralidade absoluta, ele não só está a contradizer o ateísmo, como está a mostrar que no fundo no fundo, ele tem consciência da existência de uma Lei Moral Absoluta na base da qual discernimos em termos absolutos o Bem do Mal.”

    O julgamento moral de um ateu pode ser relativo, mas existe sempre um fundamento para este julgamento, um fundamento que apesar de ser flexível (portanto podendo mudar de acordo com o contexto social, cultural, histórico) também é fixo: O conceito da reciprocidade.

    “Essa Lei Absoluta, por implicação, é o resultado de Um Legislador Absoluto.”

    Errado. Uma Lei pode até necessitar de um legislador oficial para ter validade dentro de uma sociedade, porém, uma Lei nunca é uma arbitrariedade imposta simplesmente por casua do bel prazer do legislador.

    Quando isto acontece numa sociedade isso é prontamente identificado como um ato ditatorial, e tirânico. As leis realmente válidas são as democráticas, aquelas que existem e tem seu fundamento no conceito da reciprocidade, conceito que não necessita de um deus para se explicar ou validar.

    A moralidade verdadeira é fundada na reciprocidade.

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  36. Daniel says:

    Ou seja, por que que o ateu diz que a perseguição aos homosexuais é errada? Por que a perseguição tem como resultado o sofrimento.

    Por que como seres humanos sentimos nojo e revolta quando ouvimos na notícia sobre um pedófilo estrupador que abusou de uma pequena menina indefesa? Será que a primeira coisa que pensamos é “Deus disse que isso é errado”? Ou será que pensamos, “que horror, imagina os ofriemtno que aquela pobrezinha sofreu, e a sua família, devem estar todos desolados…”.

    Não é uma autoridade celeste que determina que nós nos sentimos assim. É a nossa compaixão para com outros seres sencientes que sofrem assim como nós.

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  37. Mats says:

    Daniel,

    O julgamento moral de um ateu pode ser relativo, mas existe sempre um fundamento para este julgamento, um fundamento que apesar de ser flexível (portanto podendo mudar de acordo com o contexto social, cultural, histórico) também é fixo: O conceito da reciprocidade.

    Uma vez que a moral ateísta é relativa, como dizes em cima, estás essencialmente a concordar comigo. Tu escolhes a “reprocidade” como fundamento da moral, mas essa prescrição é só relevante para aqueles que a subescrevem.
    Segundo, o que fazer quando encontramos outra pessoa que usa não a reprocidade, mas outro fundamento para a moral?

    “Essa Lei Absoluta, por implicação, é o resultado de Um Legislador Absoluto.”

    Errado. Uma Lei pode até necessitar de um legislador oficial para ter validade dentro de uma sociedade, porém, uma Lei nunca é uma arbitrariedade imposta simplesmente por casua do bel prazer do legislador.

    Se a Lei é absoluta, então o Legislador tem que ser Absoluto.

    Quando isto acontece numa sociedade isso é prontamente identificado como um ato ditatorial, e tirânico.

    Mas estás a falar de leis regionais. Eu não estava a falar de leis que estão sujeitas a constrangimentos regionais, mas a leis que transcendem lugares, épocas, pessoas e culturas. Estou a falar de leis que são absolutas.

    A moralidade verdadeira é fundada na reciprocidade.

    É a tua opinião relativa. Eu não concordo. Quem é que tem razão?

    Ou seja, por que que o ateu diz que a perseguição aos homosexuais é errada? Por que a perseguição tem como resultado o sofrimento.

    Quem é que decidiu que o sofrimento é a base da moral?

    Por que como seres humanos sentimos nojo e revolta quando ouvimos na notícia sobre um pedófilo estrupador que abusou de uma pequena menina indefesa?

    Porque existe uma lei absoluta transcendental que nos faz vêr isso. É a Imagem de Deus em nós.

    Será que a primeira coisa que pensamos é “Deus disse que isso é errado”? Ou será que pensamos, “que horror, imagina os ofriemtno que aquela pobrezinha sofreu, e a sua família, devem estar todos desolados…”.

    Portanto, segundo o teu ponto de vista,é moralmente aceitável tudo aquilo que não causa sofrimento?

    Não é uma autoridade celeste que determina que nós nos sentimos assim. É a nossa compaixão para com outros seres sencientes que sofrem assim como nós.

    Mas há pessoas que constroem moralidade sem levar em conta o sofrimento alheio. Como é que haverias de o fazer vêr que o que ele está a fazer está absolutamente errado?
    Segundo, será que está absolutamente errado, ou só está errado para aqueles que usam o sofrimento como base para a moralidade?

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  38. Ska says:

    “Porque existe uma lei absoluta transcendental”

    Viva o deus tapa-buracos!

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  39. Larissa says:

    Bom, quem quer ver uma entidade divina nas coisas sempre haverá de vê-la. Conceitos morais não são absolutos e na minha opinião são seculares(digo isso porque tenho consciência de que meu conhecimento é limitado). Por favor, cite uma lei absoluta e transcedental.

    Aliás, antes da religião judaica, como os outros povos conseguiam se manter em sociedade sem regras nem preceitos morais?

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  40. Saracura says:

    quem mais matou pessoas, seres humanos foi o próprio DEus…Conte aí se a lenda for verdade…o dilúvio, as pragas do egito, fome, gafanhoto, sem contar as guerras declaradas por Deus…na verdade por religião se faz tudo…é uma praga mesmo…E Deus o grande assassino, preconceituoso, irascível, impiedoso, infanticida…emuito mais…
    Vejam em notícias pelo mundo o que o povo Israelita faz com os palestinos…matam mulheres, crianças e são religiosos…
    O humanismo não é prerrogativa de nenhum cristão, nem muçulmano, nem xintoísta, bhramanista, mas sim de cunho ético moral e de educação..
    pode ser ateu e ser assassino, e pode-se participar de qualquer credo e tb ser assassino…abr~ço

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  41. Pedrosa Santos says:

    Parece-me ter-se estabelecido uma confusa relação de sincretismo, com ser-se crente, ateu e homossexual. Vejamos porquê.
    – o facto de sermos crentes ou ateus configura uma opção pessoal de cariz religioso/filosófica; induzida ou não por outrem, é sempre a nossa opção que prevalece.
    – ser-se homossexual, bissexual ou heterossexual, não é uma opção; não dependa da nossa vontade; nasce-se assim. ou somos involuntariamente condicionados pelo ambiente da nossa vivência.
    – Não teremos mais ou menos razão na crítica aos actos cometidos pela sociedade ou simplesmente dos outros, pelo facto de a nossa postura filosófica ser esta ou aquela, nem pelo facto de a nossa orientação sexual ser homo ou hetero. Misturarmos ideias de pricípios com características psicofisiológicas é darmos um contributo para a irracionalidade dos critérios do BEM e do MAL; estes já de si demasiados maniquístas, num mundo que não deveríamos querer a preto e branco; combinação de “cores” atributo da ignorância e esteiteza de visão.- Finalmente, arrisco a dizer:A liberdade de expressão é um bem adquirido e inalienável, mas de tal modo que a incoerência, por respeito à Liberdade, não deve ser tomada em consideração. Isto é: escuta-se e passa-se à frente!

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  42. Mats says:

    Pedrosa Santos,

    Parece-me ter-se estabelecido uma confusa relação de sincretismo, com ser-se crente, ateu e homossexual. Vejamos porquê.
    – o facto de sermos crentes ou ateus configura uma opção pessoal de cariz religioso/filosófica; induzida ou não por outrem, é sempre a nossa opção que prevalece.
    – ser-se homossexual, bissexual ou heterossexual, não é uma opção; não dependa da nossa vontade; nasce-se assim. ou somos involuntariamente condicionados pelo ambiente da nossa vivência.

    A homosexualidade é uma opção de vida. Uma pessoa pode decidir parar de se envolver em actos homosexuais, da mesma forma que uma pessoa pode decidir parar de fumar. Não é fácil, mas é possível.

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  43. O profeta ateu says:

    HITLER ERA CATÓLICO!!!

    Ele nasceu em família católica, frequentou escolas católicas.

    Em uma carta do deputado Fuhrer para o 1o ministro da Bavaria, lê-se: “Eu conheço Herr Hitler pessoalmente e eu sou muito próximo a ele. Ele tem um caráter honrado incomum, repleto de gentileza profunda, é religioso e bom Católico”.Comentário de Goering sobre Hitler: “Somente um católico poderia unificar a Alemanha!”

    Em um discurso em Berlim em 1933, Hitler disse: “Nós estamos convencidos de que o povo precisa e necessita desta fé”

    Em 1925, Hitler disse: “Eu acredito que estou agindo conforme a vontade do Criador Todo-Poderoso, me defendendo contra os judeus, estou lutando pelo trabalho do Senhor”

    Várias outras cartas e discursos comprovam a fé de Hitler. Parte do ódio aos judeus foi influenciada pela cultura de culpar os judeus de assassinos de Jesus.

    Contudo, independente dele ser católico ou não, ou ser um FALSO católico que explorava a fé católica para enganar o povo, a MAIORIA da Alemanha da época era de católicos, incluindo os soldados e oficiais que cumpriam suas ordens. Adolf Hitler NÃO ERA O ÚNICO católico na Alemanha. Ele teve cooperação de outros católicos na Alemanha, no partido nazista e no exército.

    O papa Pio XII não condenou os nazistas na época.

    Fazendo-se uma análise, por exemplo do Mein Kampf (Minha Luta) mostra-se claramente que Hitler, como bom católico, não só acreditava ter sido o homem criado à imagem de Deus como negava como absurda a hipótese evolucionista de evolução do homem de um ancestral comum ao macaco.

    Em seus discursos ele gostava de mostrar o povo judeu como o povo traidor de jesus

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Todos os comentários contendo demagogia, insultos, blasfémias, alegações fora do contexto, "deus" em vez de Deus, "bíblia" em vez de "Bíblia", só links e pura idiotice, serão apagados. Se vais comentar, primeiro vê se o que vais dizer tem alguma coisa em comum com o que está a ser discutido. Se não tem (e se não justificares o comentário fora do contexto) então nem te dês ao trabalho.

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