A evolução do riso

Quando se pensava que a teoria da evolução não poderia ser mais ridícula, eis que os evolucionistas nos oferecem mais esta pérola.

Foi observado que os orangotangos aparentam rir quando lhes são feitas cócegas. Desta observação os nossos amigos evolucionistas assumem que o riso humano evoluiu dos nossos antepassados símios. (Tentem não rir, por favor. Isto é ciência!)

A Live Science anunciou:

Há pelo menos 10 milhões de anos atrás os nossos ancestrais provavelmente riam-se da última partida da idade da Pedra ou riam-se devido às cócegas.


A New Scientist, não querendo ficar atrás em mais uma “estória” embaraçosa para a teoria da evolução, afirmou com confiança que “o riso não é exclusivo dos humanos. O riso originou-se nos nossos ancestrais entre 10 a 16 milhões de anos atrás.” (Reparem mais uma vez como eles misturam as observações com as suas interpretações)

A Science Daily , a BBC News, e a Nature News, como é normal entre os orgãos de (des)informação darwinistas, reportou o mesmo mito. A National Geographic foi mais longe do que os outros ao chegar ao ponto de incluir gravações sonoras do riso dos chimpazés, gorilas, orangotango e crianças humanos. Cada um destes artigos incluia fotos de macacos a fazerem caras de riso.

A National Geographic saiu-se com frases “interessantes”:

 Mas até o ouvinte casual pode distinguir o riso humano do riso dos macacos. Davila Ross ressalva que a razão da diferença entre o riso humano e o riso dos macacos é quase de certeza o facto dos humanos terem evoluído mais rapidamente nos últimos 5 milhões de anos.
No entanto, o grande mistério permanece: qual é o propósito do riso? Aparentemente os primatas acumularam uma grande quantidade de riso nos últimos 10-16 milhões de anos, mas há a hipótese do riso ter-se originado antes desse período. O riso provocado pelas cócegas já foi reportado em ratos. A ideia permanece controversa, mas isto pode sugerir que a nossa costela humorística evolui mais perto da tronco da árvore evolutiva dos mamíferos.

Isto é o nível de “ciência” que Darwin obriga os seus adoradores a fazer: cócegas a macacos para estudar a evolução do riso.

Eu tenho uma sugestão para os evolucionistas: Já tentaram o mesmo com leões e ursos? Quem sabe se o riso deles não pode fornecer mais pistas para a evolução do riso. (Tudo é possível com a teoria da evolução). Aconselho, no entanto, a usar ursos e leões criados em cativeiro. Isto não se deve obviamente a diferenças no seu riso, mas sim porque a primeira tentativa de fazer cócegas a um urso ou a um leão selvagem pode ser a última… Digo eu, sei lá.

Já agora, e sempre no nome da ciência, porque não tentar o mesmo com crocodilos e serpentes?

Conclusão:
Como já é normal, os darwinistas misturam observações com interpretações. Eles observam o riso e buscam a imaginada linha evolutiva do mesmo riso. Não lhes passa pela imaginação que se calhar o riso não evoluiu mas que sempre foi o que sempre foi. Em vez de se desperdiçar dinheiro público em mitos ateus mascarados de ciência, que tal investir o mesmo dinheiro no estudo dos benefícios físicos, sociais e psicológicos do mesmo riso?

Research has shown health benefits of laughter ranging from strengthening the immune system to reducing food cravings to increasing one’s threshold for pain. There’s even an emerging therapeutic field known as humor therapy to help people heal more quickly, among other things. Humor also has several important stress relieving benefits.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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1 Response to A evolução do riso

  1. Interessante… os papagaios falam. Os corvos superam os chimpanzés a nível de raciocínio causal. Não percebo por que não andam à procura do elo perdido entre aves e humanos. Imagina a festa que era se a fala estivesse presente nos macacos e chimpanzés.

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