Joaquim Agostinho: Orgulho Lusitano

O lendário ciclista lusitano Joaquim Agostinho faz parte de um lote restrito de atletas portugueses que inclui nomes como Rosa Mota, Carlos Lopes, Eusébio, Luís Figo, Fernanda Ribeiro e alguns outros.

Embora tenha começado a practicar ao mais alto nível com a idade de 25 anos, o notável ciclista oriundo de Torres Vedras é considerado por muitos como o melhor ciclista português de todos os tempos.

Para além de ter sido tri-campeão nacional entre 70 a 72, Joaquim Agostinho é o único ciclista lusitano a ter vencido a mítica etapa de Alpe d’Huez (1979). Este feito foi tão relevante que ainda hoje há um monumento comemorativo. Segundo a Wikipedia, o mesmo encontra-se “na 14.ª curva do Alpe d’Huez“, e “o busto é em bronze e em alto-relevo, tendo 1,70 m de altura, 70 cm de largura, e pesando 70 kg. Está apoiado num pedestal com três metros de altura, de granito verde.” No ano que em Joaquim Agostinho venceu a etapa Alpe d’Huez , o mesmo terminou a Volta a França num honroso 3º lugar.

Mas um dia tudo mudou.

Durante uma etapa da Volta ao Algarve (em 1984), Joaquim Agostinho “atropelou um cão, caindo de cabeça sem que esta se encontrasse protegida por um capacete. Apesar de ter terminado a etapa, acabou por falecer devido aos danos provocados pela queda“.

Embora a sua carreira tenha acabado de forma trágica, os seus feitos não só são um marco de orgulho para a nação, mas também o são para as comunidades portuguesas espalhadas um pouco por todo o mundo. Nunca mais se levantou neste país à beira mar plantado um ciclista com o talento e a mística do grande Joaquim Agostinho.

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Uma das lições que tiro da vida deste grande atleta é o quão frágil a vida humana é. O Espírito Santo diz em Tiago 4:14 que a vida é “um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece“. Por mais planos e agendamentos que sejam feitos, por mais dinheiro, fama e possessões sejam adquiridas, um dia vamos morrer.

Amigo, pensa no seguinte: hoje podes estar firme e cheio de saúde, bem em termos financeiros e rodeado de amigos e amigas, mas fica certo de uma coisa: um dia vais ter que prestar contas da tua vida Àquele que te deu a vida.

A Bíblia diz em Hebreus 9:27 que “está destinado a todo o homem um dia morrer e a seguir enfrentar o julgamento“. Isto vai acontecer contigo, comigo e com todos os viventes. Sabes onde vais passar a tua eternidade? Se não sabes, podes ficar a saber uma vez que O Criador diz em João 8:32 que “conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará“.

O Plano Divino da Salvação não é difícil de se aceitar.

A primeira coisa que precisas de saber é que o que Deus exige de nós é nada menos e nada mais que a total perfeição (Mateus 5:48). A partir do momento em que vêmos isso e olhámos para a nossa vida, apercebê-mo-nos logo que estamos em falta. Todos nós já mentimos, roubamos, blasfemamos, cobiçamos e muitas outras coisas que nem vale à pena mencionar. Provavelmente tu olhas para a tua vida e lembraste logo de situações em que tu próprio afirmas “Eu não deveria ter feito isto” ou “Eu não deveria ter dito isto“. Pois bem, se tu mesmo sabes que essas coisas não deveriam ter sido feitas, imagina o que pensa Deus disso.

Ao te aperceberes que estás em falta perante Deus, podes perguntar: “Como é que podemos escapar do inferno se Deus exige perfeição e eu não sou perfeito?“. Felizmente, Deus já sabia que o homem por si só não chegaria ao seu patamar de exigência, e como tal Ele enviou o Seu Filho para nos “completar” e colocar em nós a Sua Justiça Divina.

Se verdadeiramente queres chegar ao nível que Deus pede de nós, tens que 1) vêr que as tuas falhas foram coisas que Deus viu e que Ele tem que executar juízo 2) mas que Ele sabe que por ti só não tens capacidade de te tornares completo NEle, e como tal 3) Ele ofereceu o Seu Filho por ti.

Como se vê com a vida do notável Joaquim Agostinho, a vida pode dar uma curva impressionante sem nós termos o controle dos seus efeitos. Muitas pessoas perderam a vida sem sequer terem visto a morte a aproximar-se. Só se aperceberam que estavam mortas quando, no mundo espiritual, abriram os olhos e viram o seu corpo morto jazendo numa estrada, ou noutro lado qualquer.

Se queres estar seguro do teu futuro eterno, reconcilia-te com Deus enquanto podes, porque uma vez morto, já não há nada a fazer. Depois de morto ou vais ser elevado para a glória eterna, onde te vais aperceber realmente que tu foste feito para viver com Deus, ou vais ser lançado no abismo eterno. Lá só há tormento, dôr, arrependimento e amargur. ´

Mas não foi para isso que Deus te criou.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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