Darwin estava errado em relação ao apêndice

O apêndice, esse orgão relegado pelos darwinistas para o estatuto de “orgão vestigial”, está bem vivo e com redobrada consideração.

A “estória” por trás da relação entre o apêndice e os darwinistas é fácil de contar: havendo depositado a sua fé na mitologia darwiniana, e acreditando que as formas de vida são o resultado de processos não-inteligentes, os darwinistas inferiram que, dada essa situação, seria de prevêr a presença no corpo humano de orgãos que tenham perdido a sua função durante os imaginados “milhões de anos”.

Há décadas atrás, os darwinistas elaboram uma lista de supostos “orgãos vestigias” e nessa lista estava incluido o apêndice (além de outros mais). Como geralmente acontece, a ciência destruiu essa crença evolucionista e mostrou que o apêndice afinal tem uma função.

A Science Daily anunciou os resultados do estudo. Conclusão?

Darwin estava errado. O apêndice é muito mais do que apenas um remanescente evolutivo. Não só ele está mais disperso na natureza do que se pensava anteriormente, mas tem estado presente há mais tempo do que se julgava.

Tradução: A teoria da evolução afirmava uma coisa, mas a ciência mostra exactamente o contrário.

Pesquisadores da “Duke University Medical Center” haviam já reportado que o apêndice parece fazer um “reboot” à flora intestinal após uma crise. Desta vez eles partiram do princípio proposto por Darwin segundo o qual o apêndice havia evoluido a partir de um ceco. No entanto eles depararam-se com dois problemas com esta ideia.

Primeiramente, alguns animais possuem um ceco e um apêndice. Não só isso, mas vasta propagação do apêndice na natureza mitiga contra a noção evolutiva de que o mesmo é um orgão sem função e em processo de ser eliminado pela selecção natural. Os pesquisadores da Universidade de Duke acreditam que o apêndice tem uma função no sistema imunitário.

O artigo tentou minimizar o golpe dado a Darwin dizendo que o sábio velhote não tinha dados suficientes à sua disposição. Neste ponto discordo. O Rei David não tinha “dados suficientes à sua disposição”, mas pôde eloquentemente afirmar:

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. – Salmo 139:14

Não foi a “falta de dados” que levou Darwin a imaginar que as formas de vida criaram-se a si mesmas, mas sim a falta de vontade.

Se Darwin estivesse ciente do facto de existirem espécies com um apêndice conectado ao ceco, e do facto do apêndice estar bem dissiminado na natureza, ele não teria pensado que o apêndice era um vestigio da evolução.

Do mesmo modo, se a minha avó não tivesse morrido, ela estaria viva. Claro. A questão não são “os dados disponíveis” no tempo de Darwin, mas sim o que levou o sábio velhote a imaginar uma coisa que a ciência refuta. Claro que não havia dados suficientes para se saber das funções imunitórias do apêndice, mas também não havia dados alguns que o levassem a imaginar que o mesmo era um orgão vestigial. Porque é que ele resolveu acreditar numa coisa sem dados em detrimento de outra opção também sem dados? A resposta é que uma das respostas está de acordo com o naturalismo e a outra não.

Um dos autores do estudo (Dr. William Parker) afirmou que

Se calhar está na hora de se corrigir os livros escolares.

Mais uma vez, os evolucionistas lá vão ter que “desdizer” o que anteriormente era um “facto científico”.

Lembrem-se de estudos científicos como estes da próxima vez que os ateus usarem um “facto científico” como evidência contra a Bíblia.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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