Rebeldia versus inferência para o design

Reparem na foto desta vaca e vejam se há algo de anormal.

Se não me engano, devem ter reparado nas formas curiosas que estão desenhadas na vaca: são uma retratação dos continentes.

Se nos disserem que a vaca nasceu com esse padrão nas costas, nenhum de nós vai acreditar, certo? As probabilidades de tal evento são tão minúsculas que nem vale a pena pensar nisso.

Mas agora reparem no que se passa na mente e principalmente, no coração de um evolucionista:

Ele correctamente vê que o padrão complexo e especificado exposto sobre a vaca não pode ser obra de forças não inteligentes, e como tal ele justificadamente infere que as imagens foram obra de design inteligente. No entanto, a mesma vaca, que é “esmagadoramente” mais complexa e mais especificada que as imagens que ela tem nas costas, é, segundo a teoria dos evolucionistas, o resultado de forças não-inteligentes.

Para se ser um evolucionista consistente (contradição) tem que se postular que provavelmente a vaca nasceu já com o padrão em si. Mas ninguém pensa assim. Há alguma coisa na foto que imediatamente nos faz pensar no Photoshop e alguém a “pintar” a imagem na vaca.

Portanto, os evolucionistas concordam que as imagens foram criadas por alguém, mas eles não concordam que a vaca foi criada por Alguém. O seu compromisso com o naturalismo força-os a rejeitar as evidências que suportem a posição criacionista. Devido a isso, o ateu “não encontra evidências para o Criador”. Ele não as encontra, não porque as mesmas não existem, mas sim porque ele não as quer encontrar.

Reparem nesta história contada pelo filósofo cristão Ravi Zacharias:

Um homem acordou de manhã e disse à mulher: “Acho que eu estou morto“. Ela olhou para ele com cara estranha, mas pensou que fosse uma brincadeira. Prepararam-se e foram trabalhar.Contrariamente ao que a mulher pensava, o marido continuou a dizer que ele estava morto. Ela começou a ficar preocupada e como tal levou-o a um psiquiatra. O mesmo rapidamente lhe que ele não poderia estar morto porque os mortos não vertem sangue. O homem não se mostrou convencido, mas o doutor continuou a focar-se neste ponto: mortos não vertem sangue. O homem, aos poucos, começou a ficar convencido.

Quando ele parecia totalmente sobrepujado com esta posição, o doutor pegou num alfinete e espetou-o no dedo do homem. O homem olhou para o seu sangue a jorrar e exclamou: “Oh! Afinal os mortos também vertem sangue!

Esta é a posição em que se encontra o ateu. Ele já se fechou na prisão ideológica que se chama de naturalismo, e como tal todas as evidências, por mais contra-factuais que elas possam ser, vão sempre suportar a sua fé no naturalismo.

Códigos informáticos não se geram a si mesmos, mas como existem códigos informáticos dentro das formas de vida, então os mesmos devem-se ter gerado a si mesmos. Se não se geraram a si mesmos, então Alguém os gerou, mas como Esse Alguém (Deus) não existe, então os códigos geraram-se a si mesmos.

Por mais longe no passado que nós observemos, os animais sempre se reproduziram de acordo com a sua espécie: gatos deram à luz gatos, cães deram à luz cães e assim sucessivamente.

Isto coloca um problema para o ateu: de onde surgiu o primeiro gato e de onde surgiu o primeiro cão? Não podem ter sido criados porque o ateu “sabe” que Deus não existe. Como tal, ele começa a acreditar que, “se calhar”, o gato surgiu daquilo que não era um gato, e “se calhar” o cão surgiu daquilo que não era um cão.

O ateu deliberadamente ignora as observações de forma a poder manter o seu ateísmo intacto, da mesma forma que o homem que se julgava morto ignora as observações de modo a manter a sua crença de que estava morto.

É por essas e por outras que o Dr John Whitcomb, um dos escritores do livro “The Genesis Flood“, diz que o uso exclusivo de evidências científicas para transformar um coração rebelde num coração arrependido não funciona.

Conclusão:

O ateu não rejeita a Deus por causa das evidências científicas, e como tal oferecer apenas e só evidências científicas que mostrem que a sua fé em Darwin contradiz as observações não o vai fazer mudar de opinião.

O Único que é Capaz de transformar um coração rebelde num coração ensinável é o Espírito Santo:

Ezequiel 11:19
E lhes darei um mesmo coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne;

Ezequiel 18:31
Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós um coração novo e um espírito novo; pois por que razão morreríeis, ó casa de Israel?

Ezequiel 36:26
E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo, e tirarei o coração de pedra da vossa carne, e vos darei um coração de carne.

Como a discussão entre o criacionismo e o evolucionismo é uma questão espiritual, o cristão, se quiser ser eficiente na batalha, tem que forçosamente apelar ao Criador dos espíritos (Hebreus 12:9).

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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16 Responses to Rebeldia versus inferência para o design

  1. Ravick says:

    Não há “compromisso com o naturalismo”, há método científico. Teoria Sintética da Evolução é ciência, logo, trata do mundo natural.

    Também não há “acaso”, senão ns mutações, que são selecionadas naturalmente. Por outro lado, por seleção artificial, é perfeitamente possível criar uma holandesa como a da foto, usandos princípios evolutivos (o que foi feito com toda e qualquer variedade/cultivar/raça domesticada).

    Você pode tirar as suas dúvidas sobre seleção natural estudando sobre algoritmos genéticos. Um dos que eu acho mais instrutivos para iniciante é o SimVida (feito para uso pror leigos), mas ele é limitado ao seu objetivo inicial.

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  2. MVR says:

    “Não há “compromisso com o naturalismo”, há método científico.”

    Mas o “método científico” acaba por corroborar com o criacionismo e com a inteligência presente no design dos seres vivos. Aliás, corrobora com o próprio design.

    “Teoria Sintética da Evolução é ciência, logo, trata do mundo natural.”

    E, portanto, é verdadeira?

    “Também não há “acaso”, senão ns mutações, que são selecionadas naturalmente.”

    Mas de onde veio a primeira mutação? E quais são as mutações capazes de criar sistemas complexos essenciais à vida?

    “Por outro lado, por seleção artificial, é perfeitamente possível criar uma holandesa como a da foto, usandos princípios evolutivos (o que foi feito com toda e qualquer variedade/cultivar/raça domesticada).”

    Bom, se estás a falar de seleção artificial, deixou (Mesmo sem intenção) de tentar defender o evolucionismo…

    “Você pode tirar as suas dúvidas sobre seleção natural estudando sobre algoritmos genéticos. Um dos que eu acho mais instrutivos para iniciante é o SimVida (feito para uso pror leigos), mas ele é limitado ao seu objetivo inicial.”

    Epa, um programa de computador a tentar provar que a vida se originou por si só? Acho que não é a primeira vez que vejo isto.

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  3. Mats says:

    Não há “compromisso com o naturalismo”, há método científico.

    O método científico aceita todas as hipóteses que tenham evidências.

    Teoria Sintética da Evolução é ciência, logo, trata do mundo natural.

    É ciência porque trata do mundo natural, ou trata do mundo natural porque é ciência?

    Também não há “acaso”, senão ns mutações,

    Essas mutações são planeadas ou acontecem aleatoriamente?

    Por outro lado, por seleção artificial, é perfeitamente possível criar uma holandesa como a da foto, usandos princípios evolutivos (o que foi feito com toda e qualquer variedade/cultivar/raça domesticada).

    Se envolve inteligência, então não são “princípios evolutivos”. Lembra-te de uma coisa:
    A teoria da evolução tenta explicar a biodiversidade SEM a acção Inteligente de Deus, como tal se tu usas um exemplo onde há input inteligente, essa ocorrência não é uma analogia relevante.

    Você pode tirar as suas dúvidas sobre seleção natural estudando sobre algoritmos genéticos.

    Mas a questão não é como funciona a selecção natural, mas como é que a evolução pôde ter gerado a complexidade da vida.

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  4. Mário Miguel says:

    Só uma coisinha para o Mats.

    Aquilo do padrão da vaca pode acontecer sem ter sido originado com um propósito para ficar naquela forma, ou seja: sem inteligência, como aconteceu com os caranguejos com a cara de samurai na carapaça, ver aqui, explicado aqui, e com um vídeo de Carl Sagan da séria Cosmos aqui, que acho que foi de onde eu vi isto pela primeira vez. Que grande série a Cosmos!

    Ou seja, o homem faz o papel de selecção natural e não tem o intuito ou o objectivo de fazer algo para que os resultados sejam aqueles.

    Aqui outras curiosidades, embora isoladas, não se reproduzem como no caso do caranguejo.

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  5. Mário Miguel says:

    Quando falo “sem inteligência”, refiro o caso do homem não querer de forma inteligente e premeditada obter aquele resultado, e que o mecanismo de selecção natural está ali exemplificado no papel do homem, podia ser um predador que não gostasse daquela forma de carapaça (se assustasse com aquela aparência ou outra coisa qualquer).

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  6. Mats says:

    Miguel,
    Achas então que é possível que uma vaca nasça com aquele padrão exacto nas costas?

    Se por acaso tu olhares para aquele padrão numa outra superfície, vais inferir design ou não?

    Os exemplos que deste são interessantes, mas como deves ter reparado, não se aproximam da complexidade do padrão nas costas da vaca.

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  7. Mário Miguel says:

    Mats,

    Não viste os caranguejos com o padrão EXACTO de uma cara de um samurai???
    E aquilo reproduz-se assim, não é caso isolado. Tens aqui a resposta CABAL. A complexidade ser maior ou não nem é muito relevante, no entanto a da cara do samurai é bastante complexa: a carapaça tem a forma redonda, e tem olhos boca nariz etc… O meu exemplo prova que é possível SIM I N E Q U I V O C A M E N T E.

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  8. Adim says:

    Samurai? Parece mais um ETE, pronto, descoberta vida alienigena, viva!!

    Seguindo esse raciocinio talves todas as pinturas feitas em cavernas que vemos em sitios arqueologicos sejam apenas padrões naturais.

    E o Leonardo da Vinci, depois de pintar seus quadros ele tenha limpado os seus pinceis num pano qualquer e quando foi jogar o pano fora viu que os residuos de tinta formavam uma pintura, e como era um malandro batizou-a de ´´Monaliza“ assumindo o credito por uma obra feita pela magia evolutiva….

    Isso é triste, qualquer outra explicação por mais louca e absurda que seja se torna ´´valida“ quando não se quer encara os fatos.
    Deus É real e vc esta em divida com ele, mas ele te ama enviou Jesus p te salvar, recebe-o hoje.

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  9. Mats says:

    Miguel,
    Se achas que esta imagem do caranguejo é o padrão “EXACTO” de uma cara de um samurai, então diz-me por favor que o teu emprego não tem nada a ver com a arquitetura. Onde está o nariz? Boca? Orelhas? Se tu não tivesses dito que era suposto ser a cara de um samurai, eu provavelmente nem pensaria muito nisso.

    Agora, com o padrão presente nas costas da vaca é perfeitamente óbvio que houve uma força inteligente por trás deles. Agora pensa no padrão que existe DENTRO da vaca e pensa nas suas origens.

    E aquilo reproduz-se assim, não é caso isolado.

    Ou seja, são todos iguais! Onde está a especificação análoga à da vaca?

    Tens aqui a resposta CABAL. A complexidade ser maior ou não nem é muito relevante, no entanto a da cara do samurai é bastante complexa:

    Não é complexa, mas sim o resultado das formas presentes na carapaça.

    a carapaça tem a forma redonda, e tem olhos boca nariz etc… O meu exemplo prova que é possível SIM I N E Q U I V O C A M E N T E.

    lol
    Nem de perto nem de longe.

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  10. Blog Mallmal says:

    Típica asneira de cria, refutável com um simples argumento:

    Você mostra apenas o resultado final (a vaca “geográfica”) e presume o inicial, a vaca normal.
    Dados milhões de anos, se vacas com pequenos pedaços de mapas em seu couro tivessem melhores chances de produzir descendentes, o senhor teria sua vaca geográfica.

    A grande questão, em minha opinião, é que crias burros (redundância) como você não conseguem imaginar longos períodos de tempo. Talvez isso se deva à presepada bíblica de uma Terra jovem ou à pura escassez neuronal mesmo.

    OBS: Fico com a primeira, já que em outros assuntos você parece inteligente e bem informado.

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  11. Blog Mallmal says:

    Vou fazer apenas uns comentários sobre a resposta do Mats a outra pessoa:

    “Se envolve inteligência, então não são “princípios evolutivos”. Lembra-te de uma coisa:
    A teoria da evolução tenta explicar a biodiversidade SEM a acção Inteligente de Deus, como tal se tu usas um exemplo onde há input inteligente, essa ocorrência não é uma analogia relevante.”

    Errado, Mats. A teoria da evolução poderia explicar a biodiversidade ATÉ MESMO com a ação (pouco) inteligente de Deus. Troque “pressão evolutiva” por “Deus” e está feito.
    Só não vejo onde tanta inteligência se esconde quando vemos exemplos claros de FALHAS ou da INCAPACIDADE de obter coisa melhor nos seres vivos atuais, p.e., apêndices cecais que servem apenas para inflamar, dentes do siso que servem apenas para entortar os outros, comportamentos inatos e inúteis em animais domésticos, como cães que giram antes de deitar, reflexos prêenseis em bebês humanos, etc…

    “Mas a questão não é como funciona a selecção natural, mas como é que a evolução pôde ter gerado a complexidade da vida.”

    Simples. Através de mutações aleatórias, pressão seletiva e tempo. Qual parte você não entendeu?

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  12. Blog Mallmal says:

    Só mais uma:

    “Se por acaso tu olhares para aquele padrão numa outra superfície, vais inferir design ou não?”

    CLARO QUE NÃO! Mats, a única coisa que infere design nesse photoshop é o relevo da Terra, não o padrão! Se vívessemos em um planeta que possui diferente Geografia e você olhasse para essa vaca, diria: OH! Uma vaca preta e branca!

    Não há NADA de especial no padrão. É apenas um padrão.

    Se você não tiver OUTRO padrão para compará-lo, não poderá presumir design inteligente! Concorda?

    Quando entramos no terreno pantanoso da COMPARAÇÃO DE PADRÕES, você tem que admitir que a aleatoriedade CERTAMENTE gerará padrões semelhantes a padrões já existentes, caso contrário, a própria definição de “aleatório” colapsa soberbamente…

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  13. Mats says:

    Você mostra apenas o resultado final (a vaca “geográfica”) e presume o inicial, a vaca normal.

    Não. Eu uso as normais armas de analogia e inferência para a melhor explicação.

    Dados milhões de anos, se vacas com pequenos pedaços de mapas em seu couro tivessem melhores chances de produzir descendentes, o senhor teria sua vaca geográfica.

    Portanto é possível um padrão daqueles surgir por si só, tal como é possível uma vaca surgir por si só, certo?

    A grande questão, em minha opinião, é que crias burros (redundância) como você não conseguem imaginar longos períodos de tempo.

    Nós conseguimos imaginar longos períodos de tempo. Aliás, o único sítio onde os longos períodos de tempo existem é na imaginação e não na realidade.

    Vou fazer apenas uns comentários sobre a resposta do Mats a outra pessoa:

    “Se envolve inteligência, então não são “princípios evolutivos”. Lembra-te de uma coisa:
    A teoria da evolução tenta explicar a biodiversidade SEM a acção Inteligente de Deus, como tal se tu usas um exemplo onde há input inteligente, essa ocorrência não é uma analogia relevante.”

    Errado, Mats. A teoria da evolução poderia explicar a biodiversidade ATÉ MESMO com a ação (pouco) inteligente de Deus. Troque “pressão evolutiva” por “Deus” e está feito.

    Falso. O processo evolutivo rejeita qualquer input inteligente em qualquer parte do processo. Aliás, esse é o propósito da teoria, nomeadamente, mostrar como a biodiversidade poderiam surgir apenas e só como resultado das forças não-inteligentes da natureza.

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  14. Adalberto Felipe says:

    Só não vejo onde tanta inteligência se esconde quando vemos exemplos claros de FALHAS ou da INCAPACIDADE de obter coisa melhor nos seres vivos atuais, p.e., apêndices cecais que servem apenas para inflamar, dentes do siso que servem apenas para entortar os outros, comportamentos inatos e inúteis em animais domésticos, como cães que giram antes de deitar, reflexos prêenseis em bebês humanos, etc…
    Parece que o mallmall não leu alguns tópiocos e comentários que falam sobre essas coisas e novamente só está atacando e xingando o que mostra a moral do ateu!
    Um dos exemplos disso é o que ele mesmo falou, sobre o apêndice, que tem uma utilidade sim no nosso corpo: https://darwinismo.wordpress.com/2009/08/29/darwin-estava-errado-em-relacao-ao-apendice/
    Esse tópico que mostra que Darwin estava errado em relação ao apêndice foi mais um tópico que nenhum ateu se pronunciou.

    Like

  15. Mário Miguel says:

    Mats,

    O autor do Blog Mallmal já adiantou trabalho a responder-te. LOL!

    Só para que vejas que essa treta das imagem e padrões há em grande quantidade, envio alguns para teu prazer e dos demais.

    Um alfabeto completo e todos os números feitos com padrões de seres vivos
    aqui.

    Nas ligações seguintes, clicar igualmente nas fotos mais pequenas do lado direito.

    Padrões de caras presentes em seres vivos aqui.

    Padrões de olhos presentes em seres vivos aqui.

    Padrões de letras presentes em seres vivos aqui.

    Padrões de pessoas presentes em seres vivos aqui.

    Padrões de animais presentes em seres vivos aqui.

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  16. Mats says:

    Miguel,
    Tive o cuidado de vê-las todas, e sinceramente, não sei quem é que haveria de considerá-las como obra de design (a imagem, e não o animal onde está a imagem).
    Vamos vêr uma a uma:
    1. http://www.kodak.com/US/images/en/corp/features/kjell/kjell/alphabetPhoto.jpg
    * Vários padrões semelhante a letras presentes em vários animais. Como é que isto falsifica o padrão específico presente nas costas da vaca?

    2. http://www.kodak.com/US/en/corp/features/kjell/faces.shtml
    * Uma figura vagamente parecente a uma “cara”. Não indica design, portanto a analogia falha. O wque está nas costas da vaca não é “vagamente” parecido com um mapa, mas é de facto um mapa.

    3. http://www.kodak.com/US/en/corp/features/kjell/eyes.shtml
    * PAdrão que assemelha-se a olhos. No entanto repara que é um padrão simétrico e não específico. A analogia falha também.

    4. http://www.kodak.com/US/en/corp/features/kjell/letters.shtml
    * As letras “h” e “i” (ou a sua semelhança) não indicam uma causa inteligente, e muito menos é comparável com o padrão. São apenas linhas que, por acaso, formam padrões que se assemelham a duas letras.

    5. http://www.kodak.com/US/en/corp/features/kjell/people.shtml
    * lol Esta é outra que eu nunca saberia se não me fosse dito. Isto parece-m,e mais uma ilusão de óptica.

    6. http://www.kodak.com/US/en/corp/features/kjell/animals.shtml
    * “Remnant of leaf eaten by artistic caterpillar leaves a tiny “puppy cat”, Virginia” Esta por acaso foi o resultado de design. O design de uma “caterpillar”. 🙂

    Tal como já tnha dito, as tuas analogias nem de perto nem de longe chegam perto ao que está na vaca.

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