“Nós somos 98% semelhantes aos chimpanzés!”

A “ciência” evolutiva repetidamente declarou que os humanos e os chimpanzés são geneticamente 98% idênticos, situação que leva os evolucionistas usar este facto como evidência de que o homem e o macaco possuem uma descendência comum. No entanto, o livro de um ex-produtor da BBC encontrou razões para salientar pesquisas que são constantemente descartadas pelos proponentes da teoria da evolução – resultados científicos que revelam a singularidade do ser humano.

No seu livro “Not a Chimp: The hunt to find the genes that make us human“, que foi avaliado na revista New Scientist, o evolucionista Jeremy Taylor não só investigou as diferenças genéticas entre os humanos e os macacos, mas também estudou os achados comportamentais, neurológicos e outros mais que, juntos, levaram-no a concluir que a crença de que “os chimpanzés são quase humanos” devido ao facto de serem 98.4% geneticamente semelhantes “não faz sentido nenhum1

Os chimpanzés podem ter a maior parte dos seus genes em comum com os seres humanos, mas o mesmo se passa com os ratos. Já que se fala nisso, e de acordo com a Jenny Graves, Directora do “Center of Excellence for Kangaroo Genomics“, o mesmo se passa também com os cangurus. Ela afirmou à Reuters que os cangurus e os seres humanos “possuem basicamente os mesmos genes, e muitos deles estão na mesma ordem“.2

Apesar desta semelhança entre cangurus e humanos, os evolucionistas não a usam como evidência de uma descendência comum. Porquê? Porque de acordo com o mito darwinista, os seres humanos não evoluíram de cangurus. [Isto é o que se chama selecção artificial das evidências: escolhem-se aquelas que estão de acordo com o mito, e rejeitam-se aquelas que a refutam. Isto é ciência?]

Falando em termos de pesquisas estritamente genéticas, Taylor descobriu que, à medida que o vazio no nosso conhecimento vai sendo preenchido, “o fosso entre os humanos e os chimpanzés…parece aumentar todos os anos“.1 Isto confirma aquilo que os criacionistas têm vindo a afirmar: o mantra da “semelhança na ordem dos 98.4%” foi gerado ao se seleccionar ADN genético – sequências que já se sabiam serem semelhantes entre as duas espécies – e ignorando as sequências não-genéticas.3

Conclusão

A avaliação da revista New Scientist termina com estas palavras:

O livro Not a Chimp deveria ser leitura obrigatória para os jornalistas que frequentemente reforçam a má concepção do público que assume que os chimpanzés são praticamente humanos1

As decorrentes pesquisas comportamentais, aliadas às evidências genéticas e às descobertas neurológicas (sumarizadas no livro), mostram que os chimpanzés não são “quase humanos”. Estas descobertas científicas estão, como é normal, de acordo com a descrição Bíblica das origens e da posição do homem: ele foi criado à Imagem de Deus.4

Aqueles que tentam reduzir a dimensão física e espiritual do ser humano para a de um animal, não só estão contra a Bíblia, mas também estão do lado errado da ciência.

Referências:

  1. Callaway, E. 2009. Review: Not a Chimp by Jeremy Taylor. New Scientist. 2721: 44.
  2. Taylor, R. Kangaroo genes close to Humans. Reuters, November 18, 2008.
  3. Tomkins, J. 2009. Human-Chimp Similarities: Common Ancestry or Flawed Research? Acts & Facts. 38 (6): 12.
  4. See also Thomas, B. Chimp Study Reveals Humans Are Uniquely Wired. ICR News. Posted on icr.org April 16, 2009, accessed September 11, 2009.

Modificado a partir do original

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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10 Responses to “Nós somos 98% semelhantes aos chimpanzés!”

  1. Evo Lui says:

    Mats,

    “Taylor descobriu que, à medida que o vazio no nosso conhecimento vai sendo preenchido, “o fosso entre os humanos e os chimpanzés…parece aumentar todos os anos“.”

    Pois é, mas ao ler o artigo todo da New Scientist o que está escrito é o seguinte:
    “Complete genomes of both species are enabling researchers to map the chasm between human and chimp, which seems to deepen by the year. A good example is FOXP2, a regulatory gene linked to speech and language disorders in humans. FOXP2 in chimps has barely changed in the 130 million years since primates and mice diverged from their common ancestor. But after humans and chimps split, two key changes accumulated on the human line.”

    A afirmação que, o gene FOXP2 ligado a fala e linguagem pouco mudou nos 130 milhões de anos (??) desde que primatas e os ratos se separaram de uma ancestral comum (??) e que depois que humanos e chipanzés se separaram (??) o gene teve duas mudanças importantes acumuladas na linhagem humana, foi completamente esquecida em seu post…

    Nesse caso aplica-se exatamente a sua frase:

    “[Isto é o que se chama selecção artificial das evidências: escolhem-se aquelas que estão de acordo com o mito (criacionista), e rejeitam-se aquelas que a refutam. Isto é ciência?]”

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  2. Mats says:

    Evo Lui,
    Estás a usar a evolução para explicar a semelhança genética, que por sua vez usas como evidência para a evolução.
    Achas lógico?

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  3. Evo Lui says:

    Destaco os termos para ficar mais fácil o entendimento:

    130 milhões de anos (??) Terra de 6000 anos lembra?

    ancestral comum (??) Não, cada qual foi criado conforme sua espécie, não é?

    humanos e chipanzés se separaram (??) Se separaram, então tem um ancestral comum?

    Percebe que o artigo no qual seu post foi baseado foi retalhado para induzir o leitor desatento a acreditar que a New Scientist critica ferozmente a teoria de Darwin, mas ao ler todo o artigo original vemos que não é bem isso.

    Mérito para você ao citar as fontes.

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  4. Por falar em FOXP2. Não seria de esperar que os chimpanzés, e não os papagaios, conseguissem exprimir umas palavritas, dada a sua [**] proximidade evolutiva na (in)existente árvore da vida?

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  5. Mas os 2% é que fazem toda a diferença…

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  6. Mats vê se ficou uma resposta minha “trancada”

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  7. Ludwig says:

    Mats,

    «Apesar desta semelhança entre cangurus e humanos, os evolucionistas não a usam como evidência de uma descendência comum. Porquê? Porque de acordo com o mito darwinista, os seres humanos não evoluíram de cangurus.»

    Estás enganado. Segundo a teoria da evolução, os humanos não evoluiram nem de chimpanzés nem de cangurus. Mas são parentes afastados de ambos, e todos têm um ancestral comum.

    E se contares as diferenças e semelhanças genéticas ficas com uma árvore filogenética. Algo extremamente improvável de acontecer se os seres vivos não partilhassem antepassados comuns.

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  8. Mats says:

    **
    Marcos, a palavra que tinhas entre “proximidade” e “evolutiva” continha dentro dela a ordem exacta de uma obscenidade. A palavra que usaste não é obscena, mas continha em si uma palavrão. Por isso é que o malvado spam a bloqueou

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  9. Mats says:

    Evo Lui,

    Percebe que o artigo no qual seu post foi baseado foi retalhado para induzir o leitor desatento a acreditar que a New Scientist critica ferozmente a teoria de Darwin, mas ao ler todo o artigo original vemos que não é bem isso.

    Mas o propósito do post não é mostrar que os escritores não acreditam na teoria da evolução, mas sim que o mito dos “98% semelhantes” é falso e/ou não fielmente representativo das vastas diferenças entre nós ps os chimpanzés.

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  10. Mats says:

    Estás enganado. Segundo a teoria da evolução, os humanos não evoluiram nem de chimpanzés nem de cangurus. Mas são parentes afastados de ambos, e todos têm um ancestral comum.

    Sim, e o o post não critica essa crença evolucionista, mas mostra, sim, que as supostas semelhanças entre nós e os chimpazés (usadas como evidência para uma descendência comum) é falaciosa. Porque é que se usa o chimpazé como evidência para descendência comum e não o rato ou o canguru? Essa é que é a questão.

    E se contares as diferenças e semelhanças genéticas ficas com uma árvore filogenética. Algo extremamente improvável de acontecer se os seres vivos não partilhassem antepassados comuns.

    Mas quem são os ancestrais e os descendentes? Para haver uma árvore tem que haver uma clara distinção e classificação a esse nível. Ao nível bioquímico e fisiológico, de acordo com o Dr Michael Denton, não há evidências de formas de vida “ancestrais” e “superiores” ou mais evoluídas. Aqui que o RNA faz nos seres humanos é o que faz nas bactérias. O mesmo para o DNA.

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