Ateísmo: Mentido para o avanço da “revolução”

Encontrei estas palavras no blog do Júlio Severo e acho bem relevante (enfase adicionado):

O Dr. Bernard Nathanson, médico judeu que se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto, confessou acerca da propaganda antes da legalização do aborto nos EUA:

Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em conseqüência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [1]

Quão sintomático isto é da condição do ser humano. Toda o ser humano está ciente da existência de Deus, mas como isso é algo que envolve algumas mudanças de vida, esse facto [a existência de Deus] é suprimido. As evidências são seguidamente”racionalizadas” de forma a ter como resultado apenas e só o ateísmo. Depois, sabendo qual é a verdade, ele anuncia aos demais aquilo que ele sabe ser mentira.

Reparem que o aborcionista claramente afirma que, sabendo qual era a verdade, o mesmo suprimiu o conhecimento da mesma como forma de avançar com a “revolução”. Porquê? Porque os fins justificam os meios, aparentemente. Que se lixe a verdade!

Por isso é que é importante nós como cristãos termos em mente uma coisa muito importante: quando falamos sobre Deus com um ateu, não estamos a falar com alguém que genuinamente “não sabe” que Deus É Real, mas sim com alguém que sabe que Deus existe, mas que tenta de muitas formas (incluindo a mentira, como se vê no exemplo de cima) racionalizar as evidências dentro do ateísmo.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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2 Responses to Ateísmo: Mentido para o avanço da “revolução”

  1. Tiago N C says:

    …..os fins justificam os meios……Esta parece ser uma verdade constante no meio acadêmico. Vejam o que declarou Mayana Zatz ao ser indagada sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal a respeito da liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias:

    “Jornal da USP – O que representa essa decisão do STF?

    Mayana Zatz – A decisão foi muito importante porque agora a gente vai poder fazer as pesquisas sem se preocupar e sem ter medo de interrompê-las a qualquer minuto, como seria se o STF fosse contra. ”

    Em resumo: fariam independentemente da decisão tomada.

    Só para lembrar: Mayana Zatz é bióloga molecular geneticista do Departamento de Biologia do Instituto de Biociências da USP. Desde 2005, exerce o cargo de pró-reitora de pesquisa da USP. Vejam como anda o nível acadêmico……….

    Abraços………..

    Entrevista completa:http://www.fmvz.usp.br/index.php/site/noticias/liberadas_para_tratar_e_salvar_vidas_humanas

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  2. Mats says:

    Tiago,
    É triste mas é assim mesmo. Independentemenet das evidências, há pessoas que vão avançar com ideologias que afectam os elementos mais frágeis da sociedade.

    Consequências do ateísmo.

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