Justificando o aborto

Eu pessoalmente nunca faria um aborto. Eu sou a favor de manter o aborto um evento RARO

“Eu pessoalmente nunca mataria um judeu. Eu sou a favor de manter a matança de judeus um evento RARO”.

Tal decisão (fazer um aborto) pode ser monumental e contorcer um coração sem ser um homicídio

“A matança de um judeu pode contorcer um coração mas não ser um homicídio.”.

Mesmo que os abortos fossem ilegalizados completamente, as mulheres encontrariam formas de ter um. Elas poderiam fazer um aborto ilegalmente ou tentar executar um em casa, pondo em risco a sua própria saúde e a saúde da criança não nascida.

“Mesmo que a matança de judeus fosse ilegal, as pessoas haveriam de encontrar formas de os matar. O assassino pode até aleijar-se durante a matança se a mesma não for feita como deve ser”.
——-
Bem vindos à justificação do holocausto abortivo, que nada mais é que consequência lógica da filosofia “sobrevivência do mais apto“.

Todos os assassinos vão enfrentar a Lei que diz “Não matarás” (Êxodo 20:13).

A Bíblia avisa-nos que se odiarmos alguém, nós somos assassinos (1 João 3:15).

Se nos zangamos sem motivo, estamos em perigo de julgamento (Mateus 5:22). Se isto é assim para estas coisas, imaginem o julgamento que se vai abater para aqueles que exterminam a vida de um bebé não nascido

Quem deu ao homem direito de decidir sobre a vida de um inocente?

Torna-mo-nos em pessoas malignas, amantes do pecado, blasfemas e hipócritas, no entanto Deus é Rico em misericórdia para todos aqueles que O buscam, e procuram formas de ter paz consigo e com Ele. Uma das características mais fortes do pecado é que ele tira paz a quem vive nele. Por mais que as pessoas que se deleitam no pecado digam o contrário, elas não têm a”paz que excede todo o entendimento” (Filipenses 4:7).


Modificado a partir do original.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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5 Responses to Justificando o aborto

  1. Nuno Dias says:

    hipocrisias baratas sem qualquer perspectiva da realidade

    Facto: toda a gente é capaz de matar, sejam ateus ou cristãos
    Facto: existe um problema de saúde pública. Abortos são feitos quer se concorde com eles ou não.
    Inferência-à-Mats: se Deus matou os seus filhos as mães também o podem fazer

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  2. Mats says:

    Facto: toda a gente é capaz de matar, sejam ateus ou cristãos

    Ninguém disse o contrário. Porque é que não comentas o que o texto diz, em vez de comentar/refutar algo que o texto não diz?

    Facto: existe um problema de saúde pública. Abortos são feitos quer se concorde com eles ou não.

    Assassínios são feitos quer se concordem com eles ou não. Qual é o teu argumento?

    Inferência-à-Mats: se Deus matou os seus filhos as mães também o podem fazer

    Só falta mostrares evidências.

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  3. Nuno Dias says:

    queres tomar regra o que um ateu diz? Prefiro comentar as ilações que fazes passar

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  4. Mats says:

    Podes comentar, obviamente, mas quando me citicas tens que fundamentar as tuas críticas com evidêcias.

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  5. Arnaldo says:

    Mats,

    Vamos pensar por partes. A expressão “sobrevivência do mais apto” se refere a um mecanismo da seleção natural, teorizada pelo evolucionismo. Isto não significa que deva seguir como “filosofia de vida”. É um equívoco falacioso tomar o argumento da legalização (ou não legalização) do aborto com estes pontos (tentado associar uma postura prática a uma teoria que não tem esta finalidade).

    Se digo que a energia atômica é dividida em quantas, não significa que eu tenha que assumir este termo teórico como uma filosofia de vida. São coisas diferentes e distorções da funcionalidade do termo. Ou seja estou criticando quando você afirmou “Bem vindos à justificação do holocausto abortivo, que nada mais é que consequência lógica da filosofia ‘sobrevivência do mais apto’ “.

    Entretanto, pessoalmente com base em meus pensamentos filosóficos (minhas análises particulares) não creio que o aborto seja uma alternativa eficaz. Parto do princípio da autonomia do feto e penso que este, já como um ser de certa autonomia, deve ser respeitado e não abortado.

    Quando ao “problema de saúde pública” o fato de legalizar o aborto poderia resolver um problema de saúde pública, segundo seus defensores, entretanto o que se esquece é que existe um outro problema por trás disto: onde inicia-se a autonomia de um ser que pode ter seus direitos a vida garantidos.
    E este campo da bioética é extremamente complicado com argumentações intricadíssimas. Por exemplo: deve-se permitir todos tipos de abortos? ou somente aqueles que colocam em risco mãe+filho? ou deve-se proíbir? Qual o critério de demarcação entre risco mae+filho? onde inicia a autonomia do ser?
    Como exposto são discussões muito intricadas.

    Tenho desenvolvido alguns pensares e segundo o que tenho pensado o aborto legalizado não seria uma solução definitiva, mas sim um mascaramento social de um problema que possui um questionamento maior por trás: quando começamos a ser quem somos?

    E confesso que tenho ainda muito que pensar sobre o tema. Mas no geral este é meu posicionamento.

    Arnaldo.

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