Cientistas inspiram-se no cérebro do gato

Ó Senhor, quão variadas são as Tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das Tuas riquezas.
Salmo 104:24

Assumir-se que a natureza tem em si inteligência embutida (algo que contradiz a teoria da evolução) é um caminho que pode gerar grandes avanços científicos. As evidências acumulam-se mas os ateus ainda acreditam que os sistemas que servem de inspiração para as nossas construções geraram-se a si mesmas através dos milhões de anos.

Um gato é capaz de reconhecer um rosto mais rapidamente e de forma mais eficiente do que o mais rápido supercomputador existente hoje.Esta foi uma das razões pelas quais um grupo de cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, resolveu inspirar-se no cérebro do felino para criar um novo tipo de computador, inspirado na biologia.

O objetivo é mais do que construir uma nova forma de reconhecer padrões: se tiverem sucesso, sua máquina será capaz de aprender e fazer um número de tarefas simultâneas e tomar decisões que não podem ser programadas em um computador.

O artigo continua

Computadores inspirados na biologiaMesmo que a tentativa de replicar um cérebro de mamífero encontre desafios ainda não computados, os primeiros resultados das pesquisas com os memristores mostram uma possibilidade concreta de que máquinas equivalentes aos supercomputadores atuais tenham o tamanho de um smartphone ou, no máximo, de um iPad – dentro de alguns anos.

Apesar de alguns pesquisadores menos realistas sonharem com a construção de um cérebro humano artificial em 10 anos, as pesquisas de inspiração biológica parecem ser um caminho natural para a construção de computadores mais espertos do que os atuais.

Um grupo europeu está tentando construir um cérebro em um chip e até um neurônio artificial já foi demonstrado. Mas talvez o cérebro de gato do professor Lu sinta-se mais à vontade com o computador cognitivo inspirado no cérebro de um camundongo ou com o robô controlado por neurônios de rato.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução. Para quê deambular em mitos quando se pode fazer trabalho sério?

Conclusão:

Embora os cientistas trabalhem segundo uma perspectiva de design inteligente (quando tentam copiar o que Deus criou) os ateus afirmam que “não há evidências que suportem a Criação!”

Isto só é sustentável se andarmos de olhos fechados para o mundo. Quando olhamos para o mundo com olhos de ver e deixamos que as evidências científicas façam o seu trabalho, nós vemos inúmeras evidências para a Criação.

O ateu não quer ver essas evidências porque as ramificações não estão de acordo com a ideologia a que ele subscreve. Mas um dia eles verão o erro. Oremos para que não seja tarde demais.


Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
Salmo 139:14

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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4 Responses to Cientistas inspiram-se no cérebro do gato

  1. Carlos says:

    E porque há que ter sentido-de-humor,
    a estranha inversão do raciocínio de Darwin:

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  2. jonas says:

    Mats!
    Aqui vai uma preciosidade que dá adeus ao reducionismo celular,e apela para a célula como ser inteligente.A célula e seus componentes não são um “Hardware” e sim um “Software”.Sorry texto em inglês(Brian Ford,biólogo).Vale a pena a tradução da matéria.Abraços fraternais.

    Sobre a inteligência encontrada nas células: mero acaso, fortuita necessidade ou design inteligente?

    LATE at night on a sultry evening, I watch intently as the predator senses its prey, gathers itself, and strikes. It could be a polecat, or even a mantis – but in fact it’s a microbe. The microscopic world of the single, living cell mirrors our own in so many ways: cells are essentially autonomous, sentient and ingenious. In the lives of single cells we can perceive the roots of our own intelligence.

    Molecular biology and genetics have driven the biosciences, but have not given us the miraculous new insights we were led to expect. From professional biologists to schoolchildren, people are concentrating on the minutiae of what goes on in the deepest recesses of the cell. For me, however, this misses out on life in the round: it is only when we look at the living cell as a whole organism that wonderful realities emerge that will alter our perception not only of how single cells enact their intricate lives but what we humans truly are.
    The problem is that whole-cell biology is not popular. Microscopy is hell-bent on increased resolution and ever higher magnification, as though we could learn more about animal behaviour by putting a bacon sandwich under lenses of increasing power. We know much about what goes on within parts of a cell, but so much less about how whole cells conduct their lives.

    Currently, cell biology deals largely with the components within cells, and systems biology with how the components interact. There is nothing to counterbalance this reductionism with a focus on how whole cells behave. Molecular biology and genetics are the wrong sciences to tackle the task.

    Let’s take a look at some of the evidence for ingenuity and intelligence in cells that is missing from the curriculum. Take the red algae Rhodophyta, in which many species carry out remarkable repairs to damaged cells. Cut a filament of Antithamnion cells so the cell is cut across and the cytoplasm escapes into the surrounding aquatic medium. All that remains are two fragments of empty, disrupted cell wall lying adjacent to, but separate from, each other. Within 24 hours, however, the adjacent cells have made good the damage, the empty cell space has been restored to full activity, and the cell walls meticulously realigned and seamlessly repaired.

    The only place where this can happen is in the lab. In nature, the broken ends of the severed cell would nearly always end up remote from each other, so selection in favour of an automatic repair mechanism through Darwinian evolution would be impossible. Yet something amazing is happening here: because the damage to the Antithamnion filament is unforeseeable, the organism faces a situation for which it has not been able to adapt, and is therefore unable to call upon inbuilt responses. It has to use some sort of problem-solving ingenuity instead.

    We regard amoebas as simple and crude. Yet many types of amoeba construct glassy shells by picking up sand grains from the mud in which they live. The typical Difflugia shell, for example, is shaped like a vase, and has a remarkable symmetry.

    Compare this with the better known behaviour of a caddis fly larva. This maggot hunts around the bottom of the pond for suitable scraps of detritus with which to construct a home. Waterlogged wood is cemented together with pondweed until the larva has formed a protective covering for its nakedness. You might think this comparable to the home built by the testate amoeba, yet the amoeba lacks the jaws, eyes, muscles, limbs, cement glands and brain the caddis fly larva relies on for its skills. We just don’t know how this single-celled organism builds its shell, and molecular biology can never tell us why. While the home of the caddis fly larva is crude and roughly assembled, that of the testate amoeba is meticulously crafted – and it’s all made by a single cell.

    The products of the caddis fly larva and the amoeba, and the powers of red algae, are about more than ingenuity: they pose important questions about cell intelligence. After all, whole living cells are primarily autonomous, and carry out their daily tasks with little external mediation. They are not subservient nanobots, they create and regulate activity, respond to current conditions and, crucially, take decisions to deal with unforeseen difficulties.

    Abstract:

    Biology needs revolution. All my adult life, I have been lost with admiration for the achievements in molecular biology and genetics, and I have come to know many of the main proponents. Yet there is an alternative aspect: in studying the minutiae, we have lost sight of the whole cell as organism. Living cells within the body are modelled in this paper as coordinated but essentially autonomous entities. We shall see how independent cells in nature have remarkable abilities to make decisions and take constructive action, which correlate with the definitions of intelligence.

    We are taught that the brain controls everything that goes on in the body, yet in this paper, we discover that most of the body’s cells are invisible to the brain and are indifferent to its regulation. We encounter a novel model of the brain in which the neuron is viewed as an ingenious entity that ‘thinks’ within itself. The brain is not a ‘super computer’ but an entire community of them. We shall set the reductionism of molecular biology and the elementary mechanisms of genetics into a more realistic perspective and will recognize that the cell as organism matters above all. In future, whole cell biology should become the focus of the biosciences and the intelligent cell lies at its heart.

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  3. Mats says:

    Jonas,
    Obrigado pelo texto!

    É este o artigo que tinhas em mente?

    The secrets of intelligence lie within a single cell by Brian J. Ford | New Scientist

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  4. jonas says:

    Mats!
    Sim.Como uma fé cega em uma cosmovisão naturalista pode fazer as pessoas deixararem de perceber inteligência na célula.Depois falam que “nós” cremos em fadas e duendes.A propósito,viste “Neutralidade Intelectual” do William Lane Craig?Abraços fraternais.

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