Cientista das Nações Unidas: Nunca Houve Consenso em Relação ao Aquecimento Global – Só Meia Dúzia de Gatos Pingados Acreditava Nisso

Esta teoria do “aquecimento global” está a cair mais depressa que o valor do euro.
Ganhou um prémio Nobel (e muito dinheiro) por causa do aquecimento global.

Um oficial de topo do Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global (PIAG) das Nações Unidas admitiu recentemente que nunca houve um consenso em torno do aquecimento global (AG) e que apenas um número reduzido de cientistas realmente acreditava nisso.

O National Post reportou:

Segundo Mike Hulme, um proeminente cientista climático e um profundo conhecedor da PIAG, o Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global das Nações Unidas enganou a imprensa e o público ao fazer passar a mensagem de que supostamente milhares de cientistas suportavam as suas alegações acerca do aquecimento global antropogénico [AGA].

O numero actual de cientistas que se alinhavam com esta alegação climática não era “mais do que uma pequena dúzia de peritos”afirmou Mike Hulme num artigo escrito para a “Progress in Physical Geography”, co-escrito com o estudante Martin Mahony.

Alegações de que ‘2,500 dos cientistas de topo chegaram a um consenso de que as actividades humanas estão a ter impacto significativo no ambiente’ são insinceras” afirma o artigo de forma directa, acrescentando que as mesmas deixaram “o PIAG vulnerável a criticismo externo.

A caracterização de Humle acerca dos exageros do PIAG em torno do número de cientistas que suportaram a alegação do AGA pode ser encontrada nas páginas 10 e 11 do seu artigo. O mesmo pode ser lido aqui.

E de pensar que ainda a dois anos atrás Al Gore prometeu que o gelo do mar Árctico iria derreter por completo no espaço de 5 anos. E por coisas como essas, Gore recebeu um Prémio Nobel.

Patético.

Conclusão:

Mais uma vez se vê que o “consenso” não significa nada em termos científicos. O que interessa são os dados e as evidências e não as crenças de uma certa elite. Isto é muito importante para o debate “design versus Darwin” uma vez que uma das formas através da qual que os ateus tentam acabar com o debate mesmo antes de começar é o de dizerem que esta questão (se a evolução aconteceu ou não) é consensual entre os “cientistas”.

Bem, talvez, mas mesmo que fosse verdade, isso não é evidência para nada.

Esta notícia é mais uma grande derrota para o comunismo e para os “redistribuidores da riqueza” e uma grande vitória para a ciência.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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1 Response to Cientista das Nações Unidas: Nunca Houve Consenso em Relação ao Aquecimento Global – Só Meia Dúzia de Gatos Pingados Acreditava Nisso

  1. O que os capixabas pensam sobre Mudanças Climáticas?

    De modo a conhecer o perfil de percepção ambiental da sociedade frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas, tendo como base a Região da Grande Vitória, ES – municípios de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica – o Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA (grupo sem fins lucrativos), desenvolveu uma pesquisa (35 aspectos abordados) com 960 pessoas (+ – 3% de erro e 95% de intervalo de confiança), com o apoio da Brasitália.

    Metade dos entrevistados foi de pessoas com formação católica e, os demais, evangélica. Apesar de a amostra ter sido constituída dessa forma o objetivo da pesquisa não visa individualizar os resultados da pesquisa para cada segmento religioso em questão.

    Os entrevistados admitem ler regularmente jornais e revistas (48,1%), assistem TV (58,3%), não participam de Audiências Públicas convocadas pelos órgãos normativos de controle ambiental (88,9%), bem como de atividades ligadas ao Meio Ambiente junto às comunidades (não – 43,2% / não, mas gostaria – 39,7%), apresentam um reduzido conhecimento das ONGs ambientalistas (4,9%), não acessam (72,8%) sites ligados à temática ambiental (19,1% não tem acesso a computador), além de indicarem o baixo desempenho das lideranças comunitárias no trato das questões ambientais (29,2% / sendo que 40,0% admitem não conhecer as lideranças de suas comunidades), e admitem interesse por temas ligados à temática ambiental (42,3% / 44,2% apenas às vezes).

    Admitem conhecer termos (não verificada a profundidade do conhecimento assumido) como biodiversidade (63,6%), Metano (51,7%), Efeito Estufa (81,3%), Mudanças Climáticas (84,7%), Crédito de Carbono (26,0%), Chuva Ácida (57,8%), Agenda 21 (16,5%), Gás Carbônico (60,9%), Clorofuorcarbonos (36,6%), Aquecimento Global (85,4%), bicombustíveis (74,1%), Camada de Ozônio (74,3%) e Desenvolvimento Sustentável (69,5%), com 70,0% do grupo relacionando às atividades humanas às Mudanças Climáticas e que a mídia divulga muito pouco os temas relacionados ao meio ambiente (44,2%), apesar da importância do tema.

    A ação do Poder Público em relação ao meio ambiente é considerada fraca (48,2%) ou muito fraca (30,2%), os assuntos ligados à temática ambiental são pouco discutidos no âmbito das famílias (60,1% / 15,5% admitem nunca serem discutidos), enquanto a adoção da prática da Coleta Seletiva só será adotada pela sociedade se for através de uma obrigação legal (34,3%) e que espontaneamente apenas 35,7% adotariam o sistema. Indicam que os mais consumos de água são o “abastecimento público” (30,3%), seguido das “indústrias” (22,9%) e só depois a “agricultura” (10,7%), percepção inversa a realidade.

    Em análises em andamento, os resultados da pesquisa serão correlacionados com variáveis como “idade”, “gênero”, “nível de instrução”, “nível salarial”, “município de origem”, entre outras, contexto que irá enriquecer muito a consolidação final dos resultados, aspectos de grande importância para os gestores públicos e privados que poderão, tendo como base uma pesquisa pioneira no ES, definir ações preventivas e corretivas voltadas ao processo de aprimoramento da conscientização ambiental da sociedade.

    É importante explicitar que, com o apoio do NEPA, está pesquisa já está sendo iniciada em outras capitais. O grupo está aberto a realizar parcerias de modo a assegurar, progressivamente, o conhecimento do perfil nacional da sociedade em relação à temática das Mudanças Climáticas. Não há como ignorar, se é que ainda não se deu a plena atenção a este fato, a importância da participação consciente da sociedade nas discussões que envolvem este importante tema.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.

    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA

    roosevelt@ebrnet.com.br

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