Heterofobia: Universitário é espancado por travestis em Vitória

Se fosse ao contrário, o que é que aconteceria com os agressores?

Universitário é espancado por travestis em Vitória

VITÓRIA – Um universitário de 18 anos foi espancado por um grupo de homossexuais e travestis, na madrugada de domingo, na Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, em Vitória. A agressão, segundo o rapaz, teria acontecido depois que um conhecido dele fez piadas ofensivas ao grupo na praia. Ele levou 10 pontos na face e está com marcas de mordidas nas costas e nos dedos das mãos.

O estudante contou que participava de um luau no local. Por volta das 4h30m de domingo, ele saiu com esse conhecido da praia, em direção ao ponto de ônibus de um shopping, na Enseada do Suá. No caminho, ele e o outro rapaz passaram por um grupo de travestis e homossexuais.

– Ele começou a fazer piadinhas com o grupo. Eles, então, vieram atrás da gente. Eu acabei pagando o pato. Ele conseguiu escapar e eu fui agredido. Não fiz nada, não sou preconceituoso. Quebraram uma garrafa de vidro nas minhas costas, me deram mordidas e me arranharam – contou o universitário.

Três moradoras da Ilha do Boi, ao ver a cena, começaram a gritar. Assustado, o grupo se dispersou. O rapaz, então, chegou a ligar para o Samu para pedir uma ambulância. Mas, como foi dito que não havia veículo disponível, as próprias moradoras o socorreram, levando-o para o Hospital São Lucas.

O universitário levou 10 pontos na face e ficou com hematomas. No domingo à tarde, após sair do hospital, ele foi até o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória registrar queixa. Nesta segunda, ele fez exame de lesão corporal no Departamento Médico Legal (DML) e prestou depoimento na Divisão de Homicídios.

A polícia vai pedir as imagens das câmeras da Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, Vitória, para ver se a ação do grupo que agrediu o estudante foi gravada. Também serão analisadas imagens de câmeras de casas próximas. O universitário agredido está confiante na identificação dos suspeitos.

– Eu fui me divertir e aconteceu isso. Não sou preconceituoso, nunca me incomodei com a opção sexual das pessoas. Pela violência deles, a intenção era me matar – disse. (*)

(*) Mais um episódio covarde de heterofobia. O que os esquerdistas têm a dizer do comportamento absolutamente animalesco e irracional dos seus mártires homossexuais? Ainda que os rapazes os tenham provocado, não é justificável a reação absolutamente desproporcional desses marginais, de modo que deveriam estar era na cadeia. Esses travestis são, em verdade, um bando de doentes que respiram o ódio do mais satânico, pois odeiam a si mesmos já que repugnam sua própria natureza, tornando-se fácil odiar o próximo. Sempre envolvidos em confusões, especialmente episódios de violência e crime, sentem-se estimulados a fazerem o que fizeram com o papel nefasto da mídia em tratá-los como vítimas. O que será da sociedade com a aprovação institucional de seus comportamentos via PLC 122/2006?

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10 Responses to Heterofobia: Universitário é espancado por travestis em Vitória

  1. Jefferson says:

    Não que eu esteja a defender o comportamento agressivo dos travestis, sou totalmente contra a violência, mas novamente o post foi tedencioso em acusá-los de heterofobia e não de agressão (por que será?!). A agressão não foi motivada por que os garotos eram heteressexuais, mas devido a uma reação dos travestis (reiteiro, não estou justificando a agressão) a um ato de homofobia que eles sofreram. Os garotos fizeram a piada homofóbica (apesar do que foi agredido dizer que ele não fez, somente o seu amigo que fugiu, vai saber) e sofreram represálias, não heterofóbicas, mas anti-homofóbicas.

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    • Márcio says:

      Não Jefferson! Eles foram heterofóbicos sim! A pessoa que foi agredida era baterista da minha ex-banda (Killer Trash) e ele disse que o grupo de homossexuais o intimidava querendo obrigá-lo a beijar um dos componentes deste grupo e questionando se ele era macho no momento que a “horda” o cercava sem se importar com o menino que os provocaram que já tinha corrido e ele ficou crendo que não seria atacado, pois não havia os provocados.
      Eu conheço ele! Era meu amigo e andava comigo! NUNCA FEZ ISTO, PORÉM ANDAVA COM ALGUMAS COMPANHIAS ERRADAS!
      Esta reportagem não foi tendenciosa, pois ele sofreu um corte profundo no pescoço por uma garrafa que eles utilizaram após quebrarem nas costas dele e, devido à isto, foi parar no Hospital São Lucas com a possibilidade de morte se não fosse atendido a tempo, ou seja, tentativa de homicídio.
      Nós tínhamos amigos homossexuais que andavam junto da gente! Tocávamos violão, íamos todos em shows que a banda participava, bebíamos juntos e nunca os desrespeitamos, pelo contrário! Recebíamos nossos manos super bem pelas pessoas que eles eram e são, pois sabíamos a diferença entre respeito e atitude! Algo que este grupo não soube diferenciar!

      HETEROFOBIA DESTE GRUPO HOMOSSEXUAL SIM SENHOR NÃO OS CULPANDO POR SEREM HOMOSSEXUAIS, MAS PELA ATITUDE QUE ELES TIVERAM!

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  2. Dumane says:

    Mats veja esta notícia aqui: Deputado Propõe Lei Para Proteger os Heterossexuais

    http://dumane.multiply.com/journal/item/425/425

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  3. Mats says:

    Jefferson,
    Segundo a “sabedoria” vigente, quando homossexual é vitimizado, é porque é homossexual, mas quando o homossexual é o agressor, a sua homossexualidade é irrelevante. Achas justo?

    Segundo, o PLC 122/2006 é baseado em casos onde a vítima é homossexual (embora a sua homossexualiade não fosse o caso de ser vitimizado) como forma de colocar os homossexuais em lugar protegido da sociedade.

    Se é assim, então também faz sentido mencionar a orientação sexual do agressor quando este for homossexual.

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  4. Jefferson says:

    Mats,
    “mas quando o homossexual é o agressor, a sua homossexualidade é irrelevante. Achas justo?”

    Não que sua homossexualidade seja irrelevante, é o contexto da agressão que irá dizer se foi ou não um crime referente à discriminação sexual. Os travestis que agrediram o garoto devem ser punidos com todo o rigor da lei independentemente da sua sexualidade

    “Segundo, o PLC 122/2006 é baseado em casos onde a vítima é homossexual (embora a sua homossexualiade não fosse o caso de ser vitimizado) como forma de colocar os homossexuais em lugar protegido da sociedade.”

    Sua interpretação está equivocada, Mats, me desculpe. Todas as vítimas de agressão devem ser protegidas, não concorda? Os casos de proteção aos homossexuais é quando o crime for homofóbico, do tipo piadas difamatórias, insunuaççoes que visam contranger a pessoa devido a sua opção sexual, desmerecimento do caráter devido à sua homossexualidade, etc… o que ainda não existia, como foi o caso do racismo. No Brasil é crime quando alguém chama um negro de preto (creio que em Portugal um negro não se sinta ofendido quando chamado de preto, mas no Brasil esse termo foi largamente usado para difamá-los, por isso a preocupação histórica da palavra) em situações que visam constranger a pessoa devido a sua cor. Da mesma forma é a ideia da homofobia. Agressão continua sendo crime de agressão em qualquer circunstâncias independentemente da cor, credo e da condição social do agressor e da vítima.

    “Se é assim, então também faz sentido mencionar a orientação sexual do agressor quando este for homossexual.”

    Sim, pode falar o que ele era, mas não que tenha cometido crime de heterofobia quando não foi. Quando for, tudo bem, é só dizer: um gay agrediu um hetero pois ele não gosta de heterossexuais. Mas não foi esse o caso do post. Como disse anteriormente, os travestis sofreram a ofensa homofóbica e reagiram da pior forma possível, usando da violência. E é justamente nesse momento que eles não deveriam ter revidado com força física e usado a prerrogativa da lei dita acima (na verdade o projeto de lei visa abranger esses casos), foram difamadas devido à sua homossexualidade. Porém, devido a agressão, perderam todos os direitos que uma lei anti-homofóbica poderia protegê-los. Percebe a diferença?

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  5. Mats says:

    Jefferson

    Todas as vítimas de agressão devem ser protegidas, não concorda? Os casos de proteção aos homossexuais é quando o crime for homofóbico, do tipo piadas difamatórias, insunuaççoes que visam contranger a pessoa devido a sua opção sexual, desmerecimento do caráter devido à sua homossexualidade, etc…

    Não é só isso que visa a lei. Se tu falares mal do comportamento homossexual, tu podes ir preso. Achas isso justo? Quer dizer, pode-se falar mal de políticos, de jogadores, de actores, mas não se pode falar mal da homossexualidade?

    “Se é assim, então também faz sentido mencionar a orientação sexual do agressor quando este for homossexual.”

    Sim, pode falar o que ele era, mas não que tenha cometido crime de heterofobia quando não foi.

    Se um homossexual é agredido, isso é automaticamente homofobia ou não?

    Porém, devido a agressão, perderam todos os direitos que uma lei anti-homofóbica poderia protegê-los. Percebe a diferença?

    Mas a lei não visa “proteger” ninguém, mas criticar o desacordo filosófico com a homossexualidade. Se tu disseres num canal de tv que achas que a homossexualidade é pecado, tu podes ir preso. Se disseres que mentir é pecado, já não vais preso.

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  6. Mats:

    Tem de haver bom senso na liberdade religiosa. Eu entendo que um fundamentalista islâmico acredite firmemente que é justo e licito matar infiéis , que um cristão fundamentalista acredite que um homossexual está errado ou que os judeus mataram o deus dos cristãos.

    Podem acreditar mas não podem vir publicamente incitar à discriminação contra judeus, pretos ou homossexuais.

    Agredir uma pessoa é crime. Agredi-la porque ela é de outra cor, religião, sexo, orientação sexual, por causa dessas característica, enquadra-se no que se consideram crimes de ódio.

    Ou achas que o Ku Klux Klan desde que abandone a violência física pode chamar inferiores aos africanos ?

    Uma nota final:

    Os casos que tens dado de agressões são tendenciosos.

    Repara: os travestis no Brasil não tem apoio do estado para as operações. A maioria deles tem de se prostituir para pagar as operações. Nas ruas do Brasil quem lá vive de se prostituir (crianças, homens, mulheres e travestis) devem ter uma vida muito difícil. Violência de gangs, de policias e de clientes. Junta a isto que uma parte significativa das pessoas que se prostituem tem problemas com substâncias, passados de violência, abuso…

    Claro que devem ter uma tolerância à frustração muito baixa e pavio curto.

    No Brasil diz-se que cutucar onça com vara curta é má ideia.

    E ir chamar p/&% a uma menina de rua ou esquecer-se de lhe pagar no fim dá, normalmente, funestissimos resultados para o corpo do autor da graça.

    Ahhh! Num bar de alterne normalmente não perguntam ao cliente se tem ou não dinheiro para pagar a conta. Não me consta que alguém fique a dever ou que seja necessário chamar a policia.

    A liberdade religiosa acaba quando se violam direitos de terceiros.

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  7. Mats says:

    Dumane,

    Mats veja esta notícia aqui: Deputado Propõe Lei Para Proteger os Heterossexuais

    http://dumane.multiply.com/journal/item/425/425

    Wow!

    Tempos difíceis estes, onde nós temos que defender a normalidade.

    Obrigado pelo link. Não sei porquê ficou preso no “Spam filter”.

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  8. Mats says:

    Joao,

    Podem acreditar mas não podem vir publicamente incitar à discriminação contra judeus, pretos ou homossexuais.

    Mas dizer que a homossexulidade é pecado ou anormal não é “discriminação”.

    Repara: os travestis no Brasil não tem apoio do estado para as operações.

    Irrelevante. Eu também não tenho “apoio do estado” para comprar material informático, mas isso não quer dizer que eu destrua as lojas que existem.

    A maioria deles tem de se prostituir para pagar as operações.

    Sua decisão.

    A liberdade religiosa acaba quando se violam direitos de terceiros.

    Mas quem é que define o que é uma “ofensa a terceiros”?

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  9. Dizer que o Joaquim está errado por ser preto, que os judeus são gananciosos ou que os travestis são, em verdade, um bando de doentes que respiram o ódio do mais satânico, pois odeiam a si mesmos já que repugnam sua própria natureza, tornando-se fácil odiar o próximo.

    É claramente um discurso de ódio. A sociedade deve proteger-se e proteger as minorias de agressões. Aí faz-se uma discriminação positiva para evitar que as minorias desprotegidas sejam vitimas do ódio dos agressores.

    Repara que é diferente a critica a um ateu, cristão, islâmico, marxista, behaviorista, liberal, conservador, socialista, monetarista ou benfiquista.

    Em principio ser keynesiano é uma opção pessoal. Como tal sujeita a critica. Ter nascido amarelo, mulher, gay, deficiente ou heterossexual não são opções da pessoa. Como a nossa sociedade, com todos os defeitos que tem, tende a integrar e proteger o elementos mais fracos e mais sujeitos a abusos produz legislação que os protege.

    O anti-semitismo da Europa teve como resultado o III Reich e o holocausto, perseguições étnicas-religiosas-politicas durante a era de Stalin deram também com limpezas étnicas. Isto sem falar da ex-Joguslávia em que as limpezas étnicas (de ortodoxos, católicos, muçulmanos e protestantes) passaram quase a desporto nacional.

    Repara : nos EUA era perfeitamente aceite o racismo e a discriminação pela cor. Teve de haver uma quantidade de leis positivamente discriminatórias a proteger os afro-americanos.

    Repara: essas leis não impedem ninguém de ser racista, homofóbico, xenófobo, sexista e etc e tal. O que se passa no foro intimo das pessoas é com elas.
    As leis só não permitem que esses sentimentos motivados por um ódio visceral a quem é diferente ou mais fraco passem da intenção ao acto.

    Ninguem quer fazer uma lavagem cerebral aos membros do KKK para eles considerarem os afro americanos seres humanos e criaturas de deus. A lei apenas os impede de apelarem ao ódio e , obviamente, de lincharem pretos. E, claro, de exprimirem publicamente esse ponto de vista.

    E já viste que chato que é por se pertencer a uma minoria ter de aguentar, mesmo sem violência física, discursos de ódio, injurias e despautérios só por se ser diferente?

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