Duas Visões Sobre a Origem do Mal

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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18 Responses to Duas Visões Sobre a Origem do Mal

  1. ND says:

    e curiosamente com o aumento da secularização do estado, o CAOS tem vindo a diminuir. Imagine-se a sociedade portuguesa há 500 anos atrás, em qual prefeririam viver?

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  2. Jaime says:

    Eu opto pelo lado direito do diagrama, e ainda não vi caos nenhum. Mas ainda sou novo. 🙂

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  3. Mats says:

    e curiosamente com o aumento da secularização do estado, o CAOS tem vindo a diminuir. I

    Curiosamente, à medida que as sociedades se secularizam, a decadência moral e o relativismo moral aumentam.

    Onde é que preferias educar os teus filhos: na sociedade portuguesa de há 500 anos ou em Amsterdão, onde as vitrines mostram prostitutas a oferecem os seus serviços?

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  4. ND says:

    em Amsterdão. Não imagino um único aspecto social actual que fosse melhor do que outrora.

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  5. Mats says:

    Nuno,
    O teu argumento será válido se puderes mostrar que os benefícios que hoje temos em relação a 500 anos trás se deve a secularização da sociedade.

    Eu posso te mostrar que a secularização leva à normalização de comportamentos auto-destrutivos mas não creio que sejas capaz de encontrar evidências de que a secularização promove a melhoria social.

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  6. ND says:

    [sarcasmo]claro que consegues… [/sarcasmo]
    sabes… a descriminalização da homossexualidade e do aborto aconteceram porque o teu modelo não funcionou (reparaste no tempo verbal?).

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  7. Mats says:

    ND,

    sabes… a descriminalização da homossexualidade e do aborto aconteceram porque o teu modelo não funcionou (reparaste no tempo verbal?).

    A matança de judeus na Alemanha também aconteceu porque o “meu” modelo não funcionou. O facto de coisas que contradizem a Bíblia acontecerem não significa que são uma melhoria.

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  8. Mats says:

    Impressionante que ainda haja pessoas que tentem atirar o eugenicista evolucionista Hitler para o campo dos cristãos, quando a crença em raças inferiores e superiores tem suporte no ateísmo biológico e não na Bíblia.

    Talvez seja uma forma de “compensar” pelo facto de terem od seu lado os maiores genocidas da História: os ateus Stalin, Mao Tse Tung e Pol Pot.

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  9. Para aqueles que precisavam que alguém desenhasse…

    simples e direto.

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  10. lpolon says:

    Como se determina o que é mau? –> É pessoal.

    Isso, isso. Esta seta ignora séculos de filosofia. Ignora toda a filosofia moderna, ignora as estrelas sobre mim e a ética dentro de mim, ignora todo o humanismo de imanência do fim do sec. XIX em diante.

    Eu esperava um desenho desse de um monge medieval.

    “não é possível aplicar justição” –> “caos”
    não é possível aplicar lógica.

    Que grosseria com a Lógica..

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  11. ND says:

    Impressionante como tu (é bom não ser hipócrita) apontas o dedo aos outros e quando se te é apresentado argumentos idênticos aos que usas, negas.

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  12. Mats says:

    Nuno,
    Os “argumentos” que apresentaste não são “idênticos”.

    lpolon,

    Como se determina o que é mau? –> É pessoal.

    É mesmo? Então a pedofilia pode ser moralmente aceite, desde que a pessoa diga que o é? Ou é a pedofilia ABSOLUTAMENTE errada?

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  13. Mats :

    Os valores não são pessoais. O certo e errado são uma construção colectiva, que vai sofrendo evolução, e que é interiorizada pela maioria das pessoas.

    Neste sentido os valores são sempre relativos. Uma sociedade pode considerar a escravatura como um valor a preservar ou algo de abominável, alterar a idade do consentimento, etc e etc.

    Claro que há um mínimo de regras que se não forem preservadas a sociedade rapidamente se desmorona.

    Imagina uma sociedade em que o homicídio não fosse penalizado ou até incentivado. Ou uma sociedade em que as crianças fossem todas mortas à nascença.

    Valores universais (tirando estes casos limite) o único que conheço é o tabu do incesto (mãe filho) que parece ser mesmo universal e até ter alguma consistência noutros primatas. Freud defendia isto mas Jung e muitos outros contestam.

    É possível fazer uma lista de valores absolutos para a nossa sociedade numa certa época. Daqui a uns anos certamente serão revistos.

    Repara que tu não consegues fazer um conjunto de regras imutáveis que se possam aplicar à nossa sociedade, à sociedade do século XIX, ao século XV e à época de Moisés.

    P.S.
    Entre Amesterdão contemporânea e a Lisboa quinhentista:

    Com as criticas que fazes à ortodoxia da Igreja Católica já estavas a arder numa fogueira da inquisição ou pelo menos preso…..

    E Amesterdão é uma cidade fantástica par viver…..

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  14. Mats says:

    João,

    Os valores não são pessoais. O certo e errado são uma construção colectiva, que vai sofrendo evolução, e que é interiorizada pela maioria das pessoas.

    Como por exemplo. os valores da alemanha nazi?

    Neste sentido os valores são sempre relativos. Uma sociedade pode considerar a escravatura como um valor a preservar ou algo de abominável, alterar a idade do consentimento, etc e etc.

    Outra pode considerar algumas etnias como seres inferiores, mas outra achar que não. Dentro do ateísmo, ambas são válidas.

    Claro que há um mínimo de regras que se não forem preservadas a sociedade rapidamente se desmorona.

    Há quem diga que não. Há quem diga que se pode destruir as intituições sociais que a sociedade funciona à mesma.

    Imagina uma sociedade em que o homicídio não fosse penalizado ou até incentivado. Ou uma sociedade em que as crianças fossem todas mortas à nascença.

    Ou mortas antes de nascerem….(aborto).

    Valores universais (tirando estes casos limite) o único que conheço é o tabu do incesto (mãe filho) que parece ser mesmo universal e até ter alguma consistência noutros primatas. Freud defendia isto mas Jung e muitos outros contestam.

    Quem é que tem razão?

    É possível fazer uma lista de valores absolutos para a nossa sociedade numa certa época. Daqui a uns anos certamente serão revistos.

    Como por exemplo, a pedofilia. As sociedades ocidentais, graças a tradição judaico-cristã sempre viram o abuso de menores como errado. À medida que as sociedades vão ficando mais seculares, a sexualização de crianças é muito bem vista. Pena é que as crianças sofram com isso.

    Repara que tu não consegues fazer um conjunto de regras imutáveis que se possam aplicar à nossa sociedade, à sociedade do século XIX, ao século XV e à época de Moisés.

    Depende das regras. Os Dez Mandamentos podem ser aplicados por todas as pessoas, de todas as etnias, de todas as eras. Infelizmente a maioria acha que isso são coisas do passado. Depois da morte vão ter a realização que estavam errados, mas já vai ser tarde demais.

    Com as criticas que fazes à ortodoxia da Igreja Católica já estavas a arder numa fogueira da inquisição ou pelo menos preso…..

    Mas a qual ortodoxia católica? A de hoje, a de 500 anos atrás ou a de 1500 anos atrás?

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  15. Os dez mandamentos são regras gerais de comportamento da sociedade. Tirando a parte de não fazer imagens. Também não seria pior retirar a parte do castigo hereditário. A questão do sábado também parece desactualizada.
    O resto está bem.

    Claro que são regras demasiado abstractas.

    Quanto as sociedades ocidentais, graças a tradição judaico-cristã sempre viram o abuso de menores como errado.

    Isto é erradissimo!

    A protecção de menores é coisa muito recente. A Igreja celebrava casamentos de crianças com adultos sem o menor problema.

    Só nos últimos anos se aumentou a idade núbil e a idade do consentimento.

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  16. Hezio says:

    O conceito de certo e errado são atributos exclusivamente humanos e surgem naturalmente em qualquer sociedade. Se a sociedade fosse se basear no dente por dente e olho por olho acabaríamos todos cegos e desdentados. Não há necessidade de nenhuma religião ou divindade para nos dizer o que é certo ou o que é errado, e muito menos para nos dizer o que fazer da própria vida.

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    • Miguel says:

      Hezio,

      O conceito de certo e errado são atributos exclusivamente humanos e surgem naturalmente em qualquer sociedade.

      Mas são quase sempre diferentes. Por exemplo, em algumas culturas é perfeitamente aceitável ter sexo com menores, mas noutras não. Qual das duas está certa? E como é que deduzes que o que tu qailificas de “certo” é vinculativo para pessoas de outras culturas?

      Se a sociedade fosse se basear no dente por dente e olho por olho acabaríamos todos cegos e desdentados.

      Mas em cima disseste que “O conceito de certo e errado são atributos exclusivamente humanos e surgem naturalmente em qualquer sociedade”, o que parece implicar alguma legitimidade a QUALQUER moral “exclusivamente humana” que “surge naturalmente”. Mas agora tu usas a TUA moralidade para dizer que a moralidade do “olho por olho, dente por dente”, está errada. Em quê é que te baseias? Quem te disse a ti que a tua moralidade é melhor que a moralidade do “olho por olho, dente por dente”?

      Não há necessidade de nenhuma religião ou divindade para nos dizer o que é certo ou o que é errado, e muito menos para nos dizer o que fazer da própria vida.

      A questão não é o que “fazer com a própria vida”, mas sim o facto de, sem Deus, TODA a moral humana ter exactamente o mesmo valor. Se Deus não existe, matar ateus é moralmente aceitável, tal como defender a vida de ateus o é. Sem Deus, não há forma absoluta e objectiva de definir o que é o Bem e o Mal.

      Sem Deus, temos o relativismo moral, e dentro do relativismo, vale tudo.

      Mats

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