Vespa: 34 milhões de anos depois, continua na mesma

“Porque há-de acontecer que, naquele dia, assobiará o Senhor às moscas, que há no extremo dos rios do Egipto, e às abelhas que andam na terra da Assíria; E virão, e pousarão todas nos vales desertos e nas fendas das rochas, e em todos os espinhos e em todas as florestas.
Isaías 7:18-19

Foi encontrado na Ilha de Wight um fóssil de uma vespa.

Usando os seus maravilhosos sistemas de datação/adivinhação, os evolucionistas concluíram que este fóssil tem cerca de 34 milhões de anos.

Este fóssil de vespa é praticamente idêntico às vespas modernas, provando que este pequeno mas especializado insecto permaneceu virtualmente sem modificação durante 34 milhões de anos.

O Dr. Comton diz que “havia 3 espécimens muito bem preservados e nós fomos capazes de técnicas modernas para as observar em detalhe“. O mesmo cientista ficou surpreso com o grau de conservação (falta de evolução).

O que torna este fóssil fascinante é a sua semelhança com as espécies modernas.

Claro que o bom cientista sabe que essa estabilização não é evidência directa para a evolução, e como tal ele trata de criar aquilo que ele acredita ser uma explicação para a falta de sinal evolutivo. Não só é extraordinário que uma forma de vida se tenha mantida praticamente na mesma durante 34 milhões de anos, como também é extraordinário que a interdependência entre a figueira e a vespa também se tenha mantido praticamente na mesma.

Isto significa que as relações complexas que existem hoje em dia entre a figueira e a vespa desenvolveram-se a mais de 34 milhões de anos atrás, e mantiveram-se sem mudança desde então.

E porque é que isto tem que ser assim?

As vespas da figueira e a figueira são mutuamente dependentes, uma vez que cada uma das cerca de 800 espécies modernas de figueira ser polinizada por uma ou duas espécies de vespas que ignoram as outras figueiras. As vespas – quem medem cerca de 1,5mm – desenvolveram uma forma corporal particular de forma a permitir que elas se rastejem para dentro dos figos de modo a atingir o local onde as flores estão.

Recapitulando:
1. Foi encontrado um fóssil com “34 milhões de anos que é virtualmente idêntico” à forma de vida que existe hoje;
2. A figueira depende da vespa
3. A vespa depende da figueira.

Qual é a teoria que melhor explica este dado científico?

a) Criação especial, onde as formas de vida são geradas totalmente funcionais mas com a capacidade para adaptações limitadas;

b) Evolução aleatória, onde não só a composição física das formas de vida se gera como resultado de forças não direccionadas, como também primeiro aparece uma forma de vida e depois espera que a outra apareça?

Reparem que o texto diz que as vespas “desenvolveram uma forma corporal especial”. Sim, as vespas desenvolveram a sua própria forma corporal particular, uma vez que elas tem conhecimentos de aerodinâmica e Física no geral.

Conclusão:

Isto é um belo exemplo em como a fé em Darwin obscura o empreendimento científico. Se não fosse este mito ateu (teoria da evolução) as pessoas mais facilmente veriam que este sistema de organismos interdependente é o resultado de um processo criativo e não de forças não inteligentes.

A teoria da evolução faz com que as pessoas tenham que colocar a sua fé em coisas ridículas, mas Deus faz com que nós tenhamos uma plataforma lógica e conceptual para melhor estudar a natureza.

Para nós cristãos não é surpresa nenhuma que a vespa actual seja idêntica às vespas de supostamente 34 milhões de anos atrás. Como as formas foram criadas para se reproduzirem “de acordo com a sua espécie” (Génesis 1), então por mais mutações que a vespa sofra, ela vai ser sempre uma vespa e não uma mosca ou um colibri.

Esta evidência não só refuta a teoria da evolução (sistemas interdependentes são sempre o resultado de uma inteligência), como também fragiliza de forma fundamental a interpretação geológica dos evolucionistas. É preciso esticar a imaginação quase até aos limites para se acreditar que um animal como a vespa, bem como a figueira que ela poliniza, se tenha mantida idêntica durante mais de 30 milhões de anos.

É mais lógico que tanto a figueira como a vespa não tenham fossilizado há 34 milhões de anos atrás mas bem mais recentemente.

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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3 Responses to Vespa: 34 milhões de anos depois, continua na mesma

  1. Kleber says:

    Certamente; foi dois dias antes que Deus criou o Adão e Eva.
    Primeiro criou as Figueiras, no outro dia as Vespas, antes de acabar o dia, elas fizeram amizade, a vespa modificou sua forma e se encaixaram felizes para sempre. Amém.

    Ora por que nós humanos não podemos compreender um sistema dinâmico que possa explicar a origem da criação das formas naturais, guiadas por princípios espirituais, mas não de forma de mágica, ou seja, expontânea?

    Pode ser muito bem demonstradas pelas leis da genética, uma lei Natural, essa lei pode ser guiado inteligentemente por forças Divinas, a idéia da permanência eterna da forma criada não cabe mais hoje em dia, nada está parado, tudo está evoluindo.

    As Tartarugas de hoje, não são todas iguais às da época dos Grandes Répteis, nem por isso deixa de ter uma criação Divina e inteligente, aliás demonstra mais inteligência ainda quando pode aplicar mais uma Lei Sua, na melhoria e adaptação de suas criaturas.

    A negação total da ação Divina na constante melhoria de suas criaturas é tão irracional, quanto a criação perpétua determinista pelo Big-Bang da Gênese Bíblica de sete dias!

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  2. Mats says:

    A negação total da ação Divina na constante melhoria de suas criaturas é tão irracional, quanto a criação perpétua determinista pelo Big-Bang da Gênese Bíblica de sete dias!

    Tantos erros numa frase tão pequena:
    1. Não há “constante melhoria” das criaturas de Deus, mas sim recombinação de informação criada na Semana da Criação.
    2. Não há determinismo na Bíblia.
    3. Não há “Gênese Bíblica de sete dias” na Bíblia. Onde é que viste isso?!

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  3. ND says:

    “grau de conservação (falta de evolução).”
    uma coisa não tem nada a ver com a outra.

    “Qual é a teoria que melhor explica este dado científico?” – Simbiose
    No entanto, muitas bactérias são simbiontes do organismo humano e de outros animais como, por exemplo, as que vivem no intestino ajudando na digestão e evitando a proliferação de micróbios patogénicos.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bact%C3%A9ria

    b) Evolução aleatória…como também primeiro aparece uma forma de vida e depois espera que a outra apareça?
    Não. Pela simbiose, espécies que nada tinham a ver com o estado actual teram mutuamente encontrado vantagens e sobre várias pressões sofrerem mutações até ao estado actual.

    “como também primeiro aparece uma forma de vida e depois espera que a outra apareça?”
    Entenda-se esse Deus que desenvolve espécies de vespas diferentes para cada espécie de oliveira. Que desenvolve um sistema de digestão que obriga os humanos a depender de bactérias.

    “É mais lógico … 34 milhões de anos atrás mas bem mais recentemente.”
    O que não é lógico é haver uma falha de 34.000.000 anos para 6.000 anos

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