Activista Homossexual Revoltado Pela Recusa da TVI em Mostrar Cenas de Perversão

Mas eu pensava que tudo o que o lobby queria era acabar com a (não-existente ou infinitesimal) “homofobia” mas parece que o que eles querem é indoutrinar a juventude a favor das suas perversões.

Uns morangos nada inocentes

A direcção da TVI decidiu não emitir as cenas de troca de afectos, que incluíam beijos, entre “Fábio” e “Nuno”, as duas personagens homossexuais da série de Verão de “Morangos com Açúcar”, que pela primeira vez prometiam romper com os preconceitos na televisão.

Não é “preconceito” não querer mostrar dois homems a trocarem carícias homossexuais.

Paulo Corte-Real, da Ilga Portugal, que há um mês realçou a importância deste casal para que os jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros) pudessem ter modelos televisivos identitários, não esconde a estupefacção com o rumo dado às cenas: “é incompreensível que se tome uma decisão destas, discriminatória e de ocultação da realidade“.

Não é “ocultação da realidade” não mostrar dois homens a trocarem carícias homossexuais.

“Sendo uma série juvenil porque não segue o exemplo de outras com grandes audiências, e onde não faltam lésbicas e gays?”, questiona o activista.

Mas quem disse que a séries juvenis tem por obrigação mostrar cenas de perversão?

Fonte: JNComentário:

Este é um exemplo claríssimo de que para os activistas gays e para as políticas modernas não basta a luta contra a alegada discriminação. É a doutrinação de uma cultura gay e a sua implementação na sociedade, começando pelo mais novos, que se pretende.

Nem mais.

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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7 Responses to Activista Homossexual Revoltado Pela Recusa da TVI em Mostrar Cenas de Perversão

  1. Afinal de contas, os responsáveis pelas televisões sabem quem é o seu público e que se fossem por esse caminho, muitos pais iriam proibir os filhos de assistir à série e mesmo bastantes o fizessem de livre vontade. Só provam com esta opção que a maioria da população não é adepta da ideologia gayzista. Se o fosse, eles não teriam medo de emitir a série como tinham pensado.

    Já quanto à argumentação do militante gay Corte-Real, da “ocultação da realidade” e “necessidade de modelos televisivos identitários, é um tiro-no-pé. O gajo acha que a televisão tem de espelhar a realidade, se há gays, ai da televisão que emita séries juvenis e não meta lá personagens gays a conviverem “gaysamente” umas com as outras.
    O problema é que se houvesse o direito de exigir a uma televisão privada que desse uma imagem da realidade numa série fictícia ( o que já indica o grau de inteligência do palerma chamado Corte-Real), teríamos de começar por exigir que essas séries tivessem personagens religiosas e conservadoras, sem ser para as ridicularizar.
    Duvido muito que essa séria tenha tido alguma vez uma jovem ( ou adulta) personagem que fosse à Missa, a alguma Igreja, acreditasse na Existência de Deus, rezasse, lesse a Bíblia, participasse nos escuteiros, no coro dominical, fosse contra o aborto, sexo pré-marital, etc, etc, sem ser para a ridicularizar e “re-educar” ao longo da série. E a verdade, é que existem mais jovens portugueses que fazem e pensam isso do que jovens gays que andem por aí aos beijos e abraços entre si no meio das nossas ruas.

    Não contentes com a doutrinação que essas séries fazem diariamente da sua agenda, veja-se que nunca há uma única personagem que discorde da homossexualidade com diálogos e argumentos credíveis, antes são todos desenhados como homofóbicos brutamontes que querem até agredir os sempre vitimizados homossexuais, os militantes gays ainda queriam que as televisões passassem a perder dinheiro e audiências por abrirem demasiado o jogo.

    Ridículos e choramingas.

    Fazem lembrar os esquerdistas que dizem que a expressão “abrir caminho para uma sociedade socialista” deve constar na Constituição por “questões históricas”. Ora, se formos por aí, o princípio da “questão histórica” obrigaria a que constasse na constituição uma referência à herança e fundação cristã de Portugal, não do socialismo de Cunhal e Mário Soares. Sem Cristianismo não teria havido Portugal e sem projectos de tornar Portugal numa sociedade socialista não haveria agora o risco de deixar de existir Portugal.

    Em termos de “ocultação da realidade”, os esquerdistas, incluindo os gayzistas como se vê, não devem cuspir para o ar.

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  2. É IMPRESSIONANTE COMO OS GAYS, QUEREM CONTROLAR TUDO.
    ATÉ COMERCIAIS DE CIGARROS, JÁ SÃO PROIBIDOS, OU VEM COM A MENSAGEM, FAZ MAL PARA A SAÚDE.
    ESTÁ MAIS DO QUE CONFIRMADO, UMA VIDA PERVERSA, E OS GAYS ÃO OS MAIORES RISCOS DE SE CONTRAIR AIDS.
    SERÁ QUE ISSO JÁ NÃO É O BASTANTE PARA UMA REFLEXÃO DOS GAYS.
    QUEREM SER QUE SEJAM, MAS A NECESSIDADE DEM FICAR DIVULGANDO A TODO CUSTO, ISSO É DEMAIS.
    DESDE QUE AS NOVELAS SURGIRAM, CARÍCIAS ENTRE HOMEM E MULHER SEMPRE EXISTIRAM, ENTÃO ISSO NÃO É MOTIVO PARA OS GAYS, TENTAREM SE IGUALAR, ATÉ PORQUE QUER QUEIRAM QUER NÃO, SEMPRE, OS QUE POSSUEM AVERSÃO AOS GAYS SERÃO MAIORIA, O NATURAL É O SER HETERO( HOMEM E MULHER)

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  3. ND says:

    Não é “preconceito” não querer mostrar dois homems a trocarem carícias homossexuais.
    Se há (muitos) homens que o fazem, se há quem queira impedir que tal se mostre na televisão, isto é perconceito.

    E por favor não venham com uma das tuas perguntas púdicas sobre pedofilia ou a treta do costume, como comparação.

    Não é “ocultação da realidade” não mostrar ver dois homens a trocarem carícias homossexuais.
    Nem quero imaginar com seriam os livros que propunhas sobre educação sexual para o tema homossexualidade.

    Mas quem disse que a séries juvenis tem por obrigação mostrar cenas de perversão?
    cenas de perversão e ainda tem a lata de dizer que não é preconceito!

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  4. Dias:

    Preconceito:
    -Conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério;
    -Superstição;
    -Prejuízo;
    -Erro.

    Perversão:
    perversidade malignidade maldade , corrupção do Bem

    Sexualidade: Instinto reprodutor intrínseco à realidade biológica de cada ser humano.

    Fundamentação cristã de uma sexualidade saudável e benigna: respeito pelo corpo( realidade biológica) e pela moral ( não tratar o outro como objecto de prazer mas como pessoa).

    Homossexualidade: Atracção e prática sexual entre dois indivíduos do mesmo sexo, potencial (quando “sentida”) ou necessária ( quanto “praticada) violência ou actos perigosos contra o corpo humano e deturpação moral da moral mais básica ( o outro não é um objecto instrumental mas uma pessoa, cuja realidade biológica tem de ser respeitada).

    Resposta cristã á homossexualidade: Perversão de um Bem ( instinto reprodutor) que leva a actos prejudiciais ao organismo e mente humana. Essa perversão pode ter causas naturais, da responsabilidade da pessoa ou ambas. Como em qualquer dos casos( atracção ou prática) estamos perante um comportamento, os cristãos ( e não só) defendem que estes podem ser evitados. Cristãos defendem ainda que ninguém tem o direito de prender, agredir ou matar pessoas que têm esses comportamentos; pois a fundamentação cristã de pecado leva a condenar este mas não os pecadores, já que, na mesma fundamentação cristã sobre o Homem, todos somos pecadores.

    Resultado: Não é preciso ser cristão para compreender estão visão e que ela, é FUNDAMENTADA e LEGÍTIMA de ser expressa publicamente.

    Dias, desculpa lá mas preconceito é chamar preconceituoso a quem fundamenta algo como perversão. Podes discordar que a homossexualidade seja perversão, não me parece é que essa tua discordância seja fundamentada. Seria interessante se fosse, para então podermos debater as duas visões.

    Os Cristãos fundamentam que a homossexualidade é errada, imoral e prejudicial à pessoa.
    Os que, não conseguindo criticar essa fundamentação, chamam preconceitos a quem legitimamente considera um COMPORTAMENTO perverso, são eles próprios os preconceituosos. Incapazes de compreender a visão do outro e criticá-la com seriedade.

    Quanto à questão da televisão, não é que a TVI não possa mostrar as imagens por alguém as considerar perversão. O que está em discussão é a gritaria dos que querem obrigar a TVI a mostrar essas cenas quando, muito provavelmente, ela não as mostra porque sabe que a maioria das pessoas consideraria a promoção da homossexualidade uma promoção de algo que consideram perverso.

    Quanto isto, e para finalizar:

    “E por favor não venham com uma das tuas perguntas púdicas sobre pedofilia ou a treta do costume, como comparação”

    É impossível não fazer essas perguntas. Sabes Dias, tem tudo a ver com os fundamentos. Se usas o fundamento “deve-se mostrar porque muitas pessoas o fazem”, para justificar a promoção de actos homossexuais nas televisões; o fundamento pode e deve ser posto à prova aplicando-o, em abstracto e por hipótese, a todos os outros comportamentos que muitas pessoas façam. Isto é lógico, básico, e mostra que o teu fundamento é fraco e ausente de qualquer noção moral.

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  5. Mats says:

    Nuno,

    “cenas de perversão”
    e ainda tem a lata de dizer que não é preconceito!

    1. Se eu começar a comer macarrão pelo nariz, eu estou a perverter o propósito funcional do mesmo uma vez que o nariz não é um órgão que faça parte do sistema de alimentação . Perversão, no contexto que eu usei, é uma caracterização de um comportamento desviante uma vez que o propósito sexual do corpo do homem (e da mulher) é pervertido pela homossexualidade.

    2. “Preconceito” como podes ver se dividires a palavra (pre + conceito) é conhecimento (“conceito”) que é adquirido ANTES da análise do que se está a classificar. Quando eu classifico a homossexualidade de “perversão” não é um PREconceito, uma vez que essa caracterização é baseada na essência do que é o comportamento homossexual. Se é um conceito, então é um pós-conceito.

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  6. ND says:

    Preconceito sexual é discriminar alguém pela sua orientação sexual. Homossexuais e bissexuais são agredidos por não serem “iguais” às regras da sociedade. Nesse caso, muitas pessoas escondem sua orientação sexual, por medo de insultos e preconceitos de outra ordem. A sexualidade de uma pessoa não é uma “opção sexual”, a maneira como ela irá desenvolver o seu desejo sexual depende de vários fatores (ainda discutidos pela psicologia). A maioria das sociedades contemporâneas são heterossexistas e imaginam que a heterossexualidade é a única manifestação do desejo sexual, interpretando as demais manifestações como dignas de sanção moral.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito_sexual

    Perversão é um termo usado para designar o desvio, por parte de um indivíduo ou grupo, de qualquer dos comportamentos humanos considerados normais e/ou ortodoxos para um determinado grupo social. Os conceitos de normalidade e anormalidade, no entanto, variam no tempo e no espaço, em função de várias circunstâncias.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Pervers%C3%A3o

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  7. Mats says:

    Preconceito sexual é discriminar alguém pela sua orientação sexual.

    Não é “preconceito” dizer que o comportamento homossexual é uma perversão da normal sexualidade.

    Homossexuais e bissexuais são agredidos por não serem “iguais” às regras da sociedade.

    Mas ser-se contra o comportamento homossexual não é fomentar agressão aos homossexuais, da mesma forma que ser contra a pedofilia não é fomentar a agressão aos pedófilos.

    A sexualidade de uma pessoa não é uma “opção sexual”, a maneira como ela irá desenvolver o seu desejo sexual depende de vários fatores (ainda discutidos pela psicologia).

    eu não estou a falar de orientação mas de comportamento.

    A maioria das sociedades contemporâneas são heterossexistas e imaginam que a heterossexualidade é a única manifestação do desejo sexual

    A existência de outros “desejos sexuais” não implica que a existência desses desejos é evidência de que eles são normais. A normalidade de uma práctica não é comprovada pela sua existência,

    Perversão é um termo usado para designar o desvio

    Como o desvio da homossexualidade.

    Os conceitos de normalidade e anormalidade, no entanto, variam no tempo e no espaço, em função de várias circunstâncias.

    Da mesma forma, a crença de que os conceitos de normalidade variam no tempo e no espaço também ela própria varia no tempo e no espaço. Há grupos que pensam que a normalidade é variável e há outros que sabem que há coisas que por mais que passem mil anos, nunca vai ser normal.

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