De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

1 Cor 5:17

Este é o tipo de coisas que os esquerdistas dizem que não acontece. “Ninguém abandona a vida homossexual!” dizem eles. “É impossível alguém deixar de ser lésbica” chilrem os esquerdistas.

Como geralmente acontece, eles estão errados. Pelo Poder do Criador, é possível deixar a vida de pecado (qualquer que seja o pecado), e caminhar numa nova vida sendo uma nova criatura (2 Cor 5:17).

É óbvio que os esquerdistas não sabem como é possível alguém deixar de ser homossexual, mas isso é o que seria de esperar de qualquer ideologia que desconhece a verdadeira natureza do homem.

Deus conhece a natureza do homem, e se Ele diz que é possível deixar a vida de pecado (1 Cor 6:10-11) então…..é possível deixar a vida de pecado. Ele é Quem manda no universo e não os esquerdistas ou os cristãos. Ele faz as coisas como quer, quando quer e a quem quiser. Não somos nós que dizemos a Ele como é que as coisas devem ser feitas.

Fica aqui mais um testemunho poderoso do Poder Transformador de Deus.

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história

Georges Buscemi
20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — “Fui ateia por mais tempo do que posso me lembrar”, recordou Brigitte Bedard, uma jornalista de 41 anos, mas com aparência jovem. Com seu cabelo castanho cortado e desarranjado e seus óculos de estilo de aro grosso, ela é hoje mãe de seis filhos e cuida somente da casa. Ela estava se dirigindo a uma multidão de 200 participantes na conferência pró-vida da Coalizão da Vida de Quebec em 15 de maio, na cidade de Quebec.
Embora Bedard seja muito menos conhecida do que o palestrante principal da conferência — o Cardeal Marc Ouellet — cujas declarações solidamente pró-vida feitas depois naquela tarde foram rapidamente pegas pela mídia anti-vida de Quebec, ela poderia ser a palestrante que mais tocou os corações naquela tarde de sábado.
A sra. Bedard cresceu numa época em que a sociedade de Quebec estava passando pelo que os historiadores chamam de “Revolução Silenciosa”, um período do começo da década de 1960 até meados 1970 quando a sociedade de Quebec largou sua herança cristã e adotou valores seculares. “Nasci em 1968 — puro azar”, brincou ela.
Bedard teve uma típica infância num lar não religioso, e foi para a notoriamente esquerdista Universidade de Quebec em Montreal, onde estudou literatura, eventualmente se formando com um mestrado. “Enchi a mente de toda a literatura feminista radical — sorvi tudo”, disse ela.
Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”. E de fato ela mergulhou no estilo de vida lésbico, e confessou que se divertiu muito por algum tempo. “Foi realmente um tempo muito bom, de um jeito, estando com um grande grupo de garotas, andando pela cidade inteira, fumando um cigarro atrás do outro como se não fosse haver amanhã. Eu era também sexualmente muito atraente”.
Apesar da diversão e excitação do estilo de vida, ela se sentia arrebentada, recorda. “Mentalmente, eu estava em frangalhos. Eu sentia simplesmente que eu estava perdendo o controle, que eu estava mantendo as aparências, mas dentro eu estava em estado de miséria”. As coisas chegaram a um ponto crucial quando, inexplicavelmente, ela começou a chorar uma noite às 3 da madrugada e começou a gritar em seu apartamento vazio num bairro badalado de Montreal, implorando a Deus que “a levasse”. “Aqui estava eu, uma feminista militante atéia lésbica deitada no chão do meu apartamento clamando e implorando a Deus. Eu não estava com a mente legal, mas eu estava desesperada em busca de ajuda”.
Ela começou a buscar ajuda, vagueando e entrando e saindo de inúmeros programas tipos de 12 passos, na esperança de encontrar algum tipo de solução para sua ansiedade e “vida emporcalhada”. Para piorar o problema, ela havia acabado de parar de fumar: “De repente, fui forçada a enfrentar a vida nua e crua, sem nenhuma proteção ou pára-choque”.
Sem saber mais o que fazer, ela contou como alguém que ela conhecia falou sobre visitar “os monges” do Monastério Saint-Benoît em Saint-Benoît-du-Lac, Quebec. A ideia, tão bizarra quanto lhe parecia, a intrigou, e ela foi, mas não sem reservas. “Fui para o monastério armada de todo o desprezo e ódio pela Igreja patriarcal que eu havia acumulado durante os anos dos estudos feministas radicais. Para as feministas radicais, a Igreja é basicamente o inimigo número 1”.
Ela entrou no convento e lhe designaram uma sala e um monge com quem ela poderia conversar duas vezes por dia. “Por três dias seguidos, duas horas por dia, fiquei brava, gritei, praticamente espumei de raiva na face deste monge, escavando basicamente todo insulto, estereótipo e coisa suja que eu pudesse pensar, ou inventar sobre o Cristianismo. Eu estava tão louca da vida, tão magoada e irada, e eu estava descontando tudo neste monge, que jamais disse uma só palavra o tempo todo, mas em vez disso olhava para mim, balançando a cabeça”.
Então, no fim daqueles três dias, algo aconteceu que mudou a vida dela para sempre. “Foi o terceiro dia, a sexta hora de gritos. Estávamos para concluir mais uma vez. Basicamente, eu já tinha parado de gritar. Houve uma pausa. E então o monge levantou os olhos e me disse “você não tem ideia, absolutamente nenhuma ideia de quanto Deus ama você; Ele fez você do nada, ele conhece você, você não tem ideia de quanto ele ama você, Sua filha. Por isso, não sinta vergonha. Deixe tudo isso. Entregue tudo, entregue sua vida a Ele… Ele ama você muito”.
Essas simples palavras naquele momento crucial “a deixaram completamente no chão”, recordou ela. Daquele momento em diante, a vida dela mudou completamente. “Sou filha dEle, não há dois caminhos nessa questão. Não posso explicar isso”. Ela admite que se esforça para explicar exatamente o que foi que causou sua conversão: “Eu simplesmente digo que Deus me jogou ao chão, me abalou; eu não me converti, ele me trouxe a Si”.
Ela agora trabalha como jornalista independente e está casada e feliz como dona de casa e mãe de seis filhos. Mas a vida para ela agora não é um total mar de rosas. “Quando necessito quietude, não há nada que eu possa fazer, a não ser uma coisa: levantar-me às 4 da manhã. Eu faço isso muitas vezes, só para obter alguma paz”. Comentando as diferenças entre sua vida agora e sua vida na época em que ela era lésbica, ela disse brincando: “Viver com um homem é sem dúvida um sofrimento, mas viver com uma mulher o tempo inteiro era viver um inferno em vida”.
Brigitte Bedard, que escreve para o jornal Nouvel Informateur Catholique, foi uma das quatro participantes (além do palestrante principal, o Cardeal Marc Ouellet) na conferência anual da Coalizão da Vida de Quebec na cidade de Quebec em 15 de maio. Os vídeos das palestras (em francês no original, ou dublado em inglês) estão disponíveis por meio da Coalizão da Vida de Quebec.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052001

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"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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6 Responses to De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos

  1. Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”

    A mulher nunca foi lésbica.

    Eu sou heterossexual e não cheguei a esta conclusão. Sempre o soube…

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  2. Mats says:

    A mulher nunca foi lésbica.

    Ela diz que foi lésbica mas que agora não é mais.

    É complicado quando as evidências refutam o lobby homossexual.

    É possível deixar a vida homossexual porque o mesmo é um COMPORTAMENTO e não uma característica genéticamente gerada.

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  3. Mats:

    A tendência hetero ou homo, de acordo com os relatos das pessoas, manifesta-se em fases precoces do desenvolvimento. Outra questão é a pessoa porque teve dificuldades de relacionamento optar voluntariamente por manter relações amorosas.

    O critério é perguntar à pessoa por quem a pessoa já se apaixonou. No caso dela parece que teve más experiências com homens e passou a ter relações com mulheres.

    Era preciso saber : ela por que se apaixonou ? pelos homens ou pelas mulheres ? por ambos?

    Repara que há muitos casos de homens “heteros” que casam, tem amantes mulheres e são extremamente machos exteriormente mas que apresentam uma forte tendência homossexual. O Rock Hudson, por exemplo.

    Aliás quando um homem é muito macho, tem muitas mulheres, é sempre visto com muitas mulheres bonitas….como diria o Jô Soares…tem pai que é cego….!

    E isso parece o caso que mostraste antes do coreógrafo que por medo da Sida passou a ser “hetero” …. mas só com japonesas ou coreanas…coitada da futura mulher ou namorada….vai tr de arrumar um amante para ela (e já que agora um para ele)

    Podes alterar um comportamento que é apenas escolhido não alteras a orientação da pessoa.

    Repara no caso de Ted Haggard que tinha todas as razões para reprimir as suas tendências homossexuais e não conseguiu. E compreendo que para ele deve ter sido extremamente difícil manter uma exterioridade de hetero.

    Aliás eu desconfio imenso, desculpa a franqueza, de movimentos homofóbicos.

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  4. Mats says:

    João,
    esta mulher diz que era lésbica mas que deixou de o ser. Certo?

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  5. Karina says:

    Se os defensores dos homossexuais dizem que uma mulher dormir e ter relacionamentos com outra mulher não é ser homossexual, que só seria homossexual quem “nasceu” assim, então eles que parem de colocar na cabeça dos jovens que, se ele olhar para alguém do mesmo sexo e o acharem bonito é lícito ter relações com ele.

    Enfim, muito bom o testemunho dessa senhora, e nos mostra que não há tempo tarde demais para se converter.

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  6. Fátima says:

    Acredito que, neste caso assim como em grande parte, a “opção homossexual” é mais um “comportamento de rebeldia”; Se expressar de forma a ser diferente; chamar a atenção de forma contestadora, indo contra os padrões tidos como “normais” da sociedade, na natureza, da igreja, enfim, contestar, causar polêmica e mostrar-se de forma “diferente…”
    Tratam-se de pessoas que de sofreram alguma forma de rejeição, preconceito ou decepção amorosa e não superaram, não estão bem resolvidas consigo mesmas…
    Buscam “ocultar-se” mascarando seus medos, sentimentos confusos e incertos, revestindo-se por uma “armadura gay” como forma de minimizar e sufocar suas frustações e angústias por medo de ser “insuficiente” como são: mulheres ou homens ao qual como nasceram…

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