Olhos antirreflexivos

Mais uma incidência onde Deus dá uma ajuda aos cientistas.

Original

Um dos grandes objetivos da indústria óptica é a criação de superfícies antirreflexo perfeitas. Isso possibilitaria fabricar telas, monitores e óculos que não refletem, independentemente da presença de luzes incidentes de qualquer ângulo. Sistemas antirreflexivos até já existem, mas nenhum deles se compara ao revestimento antirreflexo dos olhos multifacetados das mariposas, dos quais elas dependem para sobreviver.

Qual o segredo da tecnologia dos olhos desses pequenos insetos? Segundo informações do site Inovação Tecnológica, essa visão perfeita depende de minúsculas protuberâncias, menores do que o comprimento de onda da luz, que formam uma estrutura ordenada sobre a superfície dos olhos das mariposas. Essa nanoestrutura natural cria uma transição suave entre os índices de refração do ar e a córnea, resultando em um índice de reflexão da luz praticamente igual a zero.

Em óculos, telefones celulares, ou em painéis de carros, as superfícies transparentes somente são úteis se permitirem a visualização sem refletir a luz de volta. Inspirados no olho da mariposa, os pesquisadores estão desenvolvendo um revestimento nanoestruturado que será muito útil.

A funcionalidade perfeita observada na natureza continua servindo de modelo para as invenções humanas. Curiosamente, quando se observa o registro fóssil, pode-se notar que essa complexidade sempre esteve presente. Em que laboratório ela foi criada? Como depende de inteligência para ser projetada, quem fez isso? Os primeiros versos do livro bíblico de Gênesis têm a resposta mais coerente.

Michelson Borges


Quão grandes são, Senhor, as Tuas obras! mui profundos são os Teus Pensamentos.
Salmo 92:5

About Mats

"Posterity will serve Him; future generations will be told about the Lord" (Psalm 22:30)
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28 Responses to Olhos antirreflexivos

  1. Sinceramente, falta-me fé para ser Darwinista, falta-me fé para ser ateu !

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  2. Clayton Luciano says:

    “Em que laboratório ela foi criada?”

    Deve ser no mesmo labaratório que Deus foi criado

    “Como depende de inteligência para ser projetada, quem fez isso?”

    Como Deus de inteligência para ser projetado, quem fez ele?

    “Os primeiros versos do livro bíblico de Gênesis têm a resposta mais coerente.”

    Respostas sem provas, qualquer livro pode ter.

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  3. Clayton Luciano says:

    Corrigindo:

    Como Deus depende de inteligência para ser projetado, quem fez ele?

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  4. Mats says:

    Clayton,

    “Em que laboratório ela foi criada?”

    Deve ser no mesmo labaratório que Deus foi criado

    Deus sempre existiu.

    “Como depende de inteligência para ser projetada, quem fez isso?”

    Como Deus de inteligência para ser projetado, quem fez ele?

    Deus sempre existiu.

    “Os primeiros versos do livro bíblico de Gênesis têm a resposta mais coerente.”

    Respostas sem provas, qualquer livro pode ter.

    Este post é uma das evidências a favor de Génesis. “Evidência” e não “provas”.

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  5. Clayton Luciano says:

    Mats:

    “Deus sempre existiu.”

    Pelas seus argumentos abitrários.

    “Deus sempre existiu.”

    Provas a produzir?

    “Este post é uma das evidências a favor de Génesis. “Evidência” e não “provas”.

    Este post é uma das meras ALEGAÇÕES a favor de Génesis. “alegações” e não “provas”.

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  6. Mats says:

    Clayton,

    “Deus sempre existiu.”

    Provas a produzir?

    “Provas” ou evidências?

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  7. Clayton Luciano says:

    Mats:

    Quais evidências voce tem que, por exemplo, exclua Lúcifer ou uma fada como criadores?

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  8. Mats says:

    Quais evidências voce tem que, por exemplo, exclua Lúcifer ou uma fada como criadores?

    A Bíblia.

    Que evidências é que tu tens que excluam Deus como o Criador, e que demonstrem que a natureza por si só pode gerar o tipo de sistemas que vemos na natureza?

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  9. Clayton Luciano says:

    Mats:

    “A Bíblia.”

    “Que evidências é que tu tens que excluam Deus como o Criador, e que demonstrem que a natureza por si só pode gerar o tipo de sistemas que vemos na natureza?”

    1 – Se voce respondeu “a Bíblia” (Diário criacionista da época com todas as viagens mentais que um criacionista pode passar), eu posso responder: “Meu diário”.

    2 – Onde eu disse que Deus não pode ser o criador? Pode ser qualquer um, Deus, Lúcifer, Fadas ou até mesmo o Pica Pau. (prove o contrário).

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  10. Mats says:

    Clayton,
    1. De que forma é que o teu “diário” demonstra que os sistemas biológicos podem-se criar a si mesmos?

    2. Como é que sabes que o Criador “pode ser qualquer um”?

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  11. Clayton Luciano says:

    Mats:

    “1. De que forma é que o teu “diário” demonstra que os sistemas biológicos podem-se criar a si mesmos?”

    1- Se tudo que existe deve haver uma criador para tal, se Deus existe, deve haver um criador para Deus. Mas se Deus existe sem um criador para ele, se assim pode ser com Deus, assim pode ser com o universo.

    “2. Como é que sabes que o Criador “pode ser qualquer um”?”

    Ou nenhum, se não há premissas materiais para concluir um criador, não prefiro arbitrariamente eleger um deles e ainda prever sanções para quem não aderir a minha escolha.

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  12. “Se tudo que existe deve haver uma criador para tal”

    O que afirmas é tão absurdo que não fazes ideia. Se tudo o que existe deve ter um criador, nada existe, porque terias de reduzir ao absurdo criador do criador, infinitamente, logo, um passado infinito nunca tornaria possível o presente.

    A formulação correcta é: Tudo o que COMEÇA por existir, tem uma causa externa. Deus não começou por existir, não teve início, sempre existe, e é existência logicamente necessária. Ninguém o criou.
    O Universo começou por existir, teve um início, logo, teve uma causa externa.
    Não me venhas com o conversa de que então o Universo existiu sempre, porque isso não faz sentido. Se o Universo existisse sempre, segundo a lei do movimento, não haveria movimento ( mudança) no Universo.

    Deus existe, ninguém o criou, é imutável. A sua existência é necessária, se há movimento no Universo e este teve um início, Deus, logicamente, TEM de existir. Não é questão de fé.

    Admira-me que aparecem sempre ateus com a conversa pueril sobre quem criou Deus. Não se dizem ateus? Então, devem saber que negam como real uma existência não contingente, mas necessária, e cujos argumentos que o demonstram como tal são públicos. Ou não os conhecem?

    Que miséria intelectual, esta de alguém se dizer ateu e perguntar quem teria criado Deus. É não perceber nada do conceito que negam.

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  13. Mats says:

    Clayton,

    “1. De que forma é que o teu “diário” demonstra que os sistemas biológicos podem-se criar a si mesmos?”

    1- Se tudo que existe deve haver uma criador para tal, se Deus existe, deve haver um criador para Deus.

    1. Tudo que tem um princípio tem uma causa
    2. O universo tem um princípio.
    3. O universo tem Uma Causa.

    É isto que eu digo.

    “2. Como é que sabes que o Criador “pode ser qualquer um”?”

    Ou nenhum, se não há premissas materiais para concluir um criador, não prefiro arbitrariamente eleger um deles e ainda prever sanções para quem não aderir a minha escolha.


    Mas há evidências para o Criador. Os olhos de borboletas são uma evidência.

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  14. “Onde eu disse que Deus não pode ser o criador?”

    “Pode ser qualquer um, Deus”

    Não pode ser qualquer um. Só pode ter sido Deus ( omnisciente, omnipotente, omnipresente e absolutamente bondoso). Nenhuma destas características é arbitrária, mas filosoficamente sustentada.

    “Lúcifer” Seria um ser contigente criado.

    “Fadas” A mesma coisa, para além de seres físicos. Um ser material não pode ser o criador do Universo, a matéria muda, o criador do Universo, logicamente, não pode mudar.

    “Pica Pau” a mesma coisa.

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  15. “contingente”

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  16. Clayton Luciano says:

    Jairo Entrecosto:

    “O que afirmas é tão absurdo que não fazes ideia. Se tudo o que existe deve ter um criador, nada existe, porque terias de reduzir ao absurdo criador do criador, infinitamente, logo, um passado infinito nunca tornaria possível o presente.”

    Se as dízimas periódicas existem, não posso excluí-las arbitrariamente.

    “A formulação correcta é: Tudo o que COMEÇA por existir, tem uma causa externa. Deus não começou por existir, não teve início, sempre existe, e é existência logicamente necessária. Ninguém o criou.”

    Conceito arbitrário, porque esta exceção tem que ser com Deus e não com o criador de Deus? Por causa da sua arbitrariedade de dar a ele esta qualidade.

    “O Universo começou por existir, teve um início, logo, teve uma causa externa.”

    E antes os universo?

    “Não me venhas com o conversa de que então o Universo existiu sempre, porque isso não faz sentido. Se o Universo existisse sempre, segundo a lei do movimento, não haveria movimento ( mudança) no Universo.”

    Quando voce pode utilizar a ciência, ela é absoluta, quando ela é contra seu livro, ela é verdade relativa.

    “Deus existe, ninguém o criou, é imutável. A sua existência é necessária, se há movimento no Universo e este teve um início, Deus, logicamente, TEM de existir. Não é questão de fé.”

    Por que tem que ser UM Deus e não DOIS deuses? (percebeu a arbitrariedade?)

    “Admira-me que aparecem sempre ateus com a conversa pueril sobre quem criou Deus. Não se dizem ateus? Então, devem saber que negam como real uma existência não contingente, mas necessária, e cujos argumentos que o demonstram como tal são públicos. Ou não os conhecem?”

    Onde eu disse que era ateu?

    “Que miséria intelectual, esta de alguém se dizer ateu e perguntar quem teria criado Deus. É não perceber nada do conceito que negam.”

    Já ouviu falar em verdade meramente formal? (Sr. inteligentíssimo, pesquisa aí)

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  17. Clayton Luciano says:

    Jairo Entrecosto:

    “Não pode ser qualquer um. Só pode ter sido Deus ( omnisciente, omnipotente, omnipresente e absolutamente bondoso). Nenhuma destas características é arbitrária, mas filosoficamente sustentada.”

    Arbitrária, voce dá qualidades sem que respeite as regras sobre lógica MATERIAL.

    “Lúcifer” Seria um ser contigente criado.”

    Pelas mera ALEGAÇÕES crentes (Bíblia), no diário de um “Lucifista” pode esta o contrário,

    “Fadas” A mesma coisa, para além de seres físicos. Um ser material não pode ser o criador do Universo, a matéria muda, o criador do Universo, logicamente, não pode mudar.”

    Fadas agora é ser material?

    “Pica Pau” a mesma coisa.”

    Poderá ficar absolutamente provado que o Pica Pau não fez o mundo, por exemplo, se voce vasculhar todo o mundo natural e sobre natural e comprovar que ele não existe.

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  18. Clayton:

    JE-“O que afirmas é tão absurdo que não fazes ideia. Se tudo o que existe deve ter um criador, nada existe, porque terias de reduzir ao absurdo criador do criador, infinitamente, logo, um passado infinito nunca tornaria possível o presente.”

    C-“Se as dízimas periódicas existem, não posso excluí-las arbitrariamente.”

    Mas as dízimas periódicas podem ser decompostas e divididas, transformadas em fracção. Logo, não são infinitas, mas indefinidas. Se fossem infinitas, seriam indivisíveis. Se tudo que existe tem um criador, essa sequência de criador- criação teria de ser infinita, indivizível, logo, não existir mudança, antes e depois, movimento ou presente.

    JE-“A formulação correcta é: Tudo o que COMEÇA por existir, tem uma causa externa. Deus não começou por existir, não teve início, sempre existe, e é existência logicamente necessária. Ninguém o criou.”

    C-“Conceito arbitrário, porque esta exceção tem que ser com Deus e não com o criador de Deus?”

    Porque Deus é definido como a ÚLTIMA ( ou primeira dependendo da sua linha de raciocínio) causa, a existência absoluta, acto em si mesmo, que não muda. Essa existência é necessária, não é arbitrária. Não há excepção alguma, se quiser que Deus tenha um criador, que por sua vez tem um criador, que tem um criador, etc, etc; NECESSARIAMENTE terá de reconhecer que esses “deuses” dependeriam de uma causa absoluta existente por si mesmo; isso sim, se chama Deus. Não sabia?

    “Por causa da sua arbitrariedade de dar a ele esta qualidade.”

    Não há arbitrariedade alguma,mas puro raciocínio lógico, a que foges como o diabo da cruz.

    JE-“O Universo começou por existir, teve um início, logo, teve uma causa externa.”

    C-“E antes os universo?”

    La Palisse, antes do Universo começar a existir, o universo não existia.

    JE-“Não me venhas com o conversa de que então o Universo existiu sempre, porque isso não faz sentido. Se o Universo existisse sempre, segundo a lei do movimento, não haveria movimento ( mudança) no Universo.”

    C-“Quando voce pode utilizar a ciência, ela é absoluta, quando ela é contra seu livro, ela é verdade relativa.”

    Quem é que está a falar de ciência? A lei do movimento é questão filosófica.

    JE-“Deus existe, ninguém o criou, é imutável. A sua existência é necessária, se há movimento no Universo e este teve um início, Deus, logicamente, TEM de existir. Não é questão de fé.”

    C-“Por que tem que ser UM Deus e não DOIS deuses? (percebeu a arbitrariedade?)”

    Não há arbitrariedade alguma. A unicidade de Deus também está provada filosoficamente, só há UMA realidade, logo, só há um Deus. Conhece o princípio da não contradição? Eis uma prova da unicidade( omisciente) de Deus e de só haver uma realidade.

    JE-“Admira-me que aparecem sempre ateus com a conversa pueril sobre quem criou Deus. Não se dizem ateus? Então, devem saber que negam como real uma existência não contingente, mas necessária, e cujos argumentos que o demonstram como tal são públicos. Ou não os conhecem?”

    C-“Onde eu disse que era ateu?”

    Não é?

    JE-“Que miséria intelectual, esta de alguém se dizer ateu e perguntar quem teria criado Deus. É não perceber nada do conceito que negam.”

    C-“Já ouviu falar em verdade meramente formal? (Sr. inteligentíssimo, pesquisa aí)”

    Ou algo é verdade ou é mentira. Não venha com esses relativismos patéticos.
    Se algo é apenas formalmente lógico, é apenas e verdadeiramente, formalmente lógico. Se os axiomas não são verdadeiros mas formais, então não são verdadeiros mas formais; verdadeiramente.
    Não há verdade “meramente” formal, ou algo é falso, ou é mentira.

    Todos os homens são pretos.
    Eu sou homem
    Eu sou preto.

    A verdade aqui não é formal nem deixa de o ser: é verdade. O raciocínio é logicamente válido, isto é verdadeiro. A primeira premissa não pode ser falsa e verdadeira simultaneamente; isto é verdadeiro.
    Também sabemos, pela experiência, que a primeira premissa é FAlSA. Logo, sabemos que a conclusão, que verdadeiramente segue das premissas em termos lógicos, é verdadeiramente falsa.

    JE-“Não pode ser qualquer um. Só pode ter sido Deus ( omnisciente, omnipotente, omnipresente e absolutamente bondoso). Nenhuma destas características é arbitrária, mas filosoficamente sustentada.”

    C-“Arbitrária, voce dá qualidades sem que respeite as regras sobre lógica MATERIAL. ”

    Pelo contrário, dei um indício. Negas que as características do Logo Divino esteja filosoficamente sustentadas? Tens é o dever de impugnar essa fundamentação, ou pelo menos o dever de a conhecer.

    JE-““Lúcifer” Seria um ser contigente criado.””

    C-“Pelas mera ALEGAÇÕES crentes (Bíblia), no diário de um “Lucifista” pode esta o contrário, ”

    Hã? Lucífer não poderia criar o Universo, porque é definido como ser criado. A não ser que esteja a chamar Lucífer a Deus, mas aí entraríamos pela convenção arbitrária de palavras…

    JE-““Fadas” A mesma coisa, para além de seres físicos. Um ser material não pode ser o criador do Universo, a matéria muda, o criador do Universo, logicamente, não pode mudar.”

    C-“Fadas agora é ser material?”

    Nos meus livros de contos infantis eram. Mas mesmo que não seja, o conceito de fadas não é contingente? Ou estás só a brincar com as palavras e para ti fadas é sinónimo de Omnisciente, Omnipresente e Omnipotente?

    JE-“Pica Pau” a mesma coisa.”

    C-“Poderá ficar absolutamente provado que o Pica Pau não fez o mundo, por exemplo, se voce vasculhar todo o mundo natural e sobre natural e comprovar que ele não existe.”

    Mas o Pica Pau pode existir, ou não, tal como o diabo ou as fadas, que a realidade continua a mesma, são contingentes e não necessários ao Universo.
    Para quê vasculhar o mundo natural em busca de um ser omnisciente? Se é omnisciente, não é material, a própria existência da autoconsciência do Clayton é prova da omnisciência do Logos Divino no Universo.. Como se vasculharia o sobrenatural?
    O que vai ser a seguir, comparar Deus ao Pai Natal?

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  19. Clayton Luciano says:

    Jairo Entrecosto:

    “Mas as dízimas periódicas podem ser decompostas e divididas, transformadas em fracção. Logo, não são infinitas, mas indefinidas.”

    Transformar em fração não coloca fim em dízimas, e mesmo que colocasse seria por um método testável, comprovado e sem arbitrariedades

    “Se fossem infinitas, seriam indivisíveis.”

    2 X (Infinito) / 2, é igual a quantos?

    “Se tudo que existe tem um criador, essa sequência de criador- criação teria de ser infinita, indivizível, logo, não existir mudança, antes e depois, movimento ou presente.”

    De onde voce tirou isto? Além do mais são voce é que atribuem um criador para o mundo levando-se em conta de que se o mundo existe deve haver um criador para ele.

    “Porque Deus é definido como a ÚLTIMA ( ou primeira dependendo da sua linha de raciocínio) causa, a existência absoluta, acto em si mesmo, que não muda.”

    Pela sua arbitrariedade, pode esta sua ÚLTIMA causa ser, por exemplo, Lúcifer. Mas voce escolheu Deus arbitrariamente.

    “Não há arbitrariedade alguma,mas puro raciocínio lógico, a que foges como o diabo da cruz.”

    Até agora não vi nada de lógica nisto.

    “La Palisse, antes do Universo começar a existir, o universo não existia.”

    Então antes do universo, não poderia ter existido o universo (lógico né)

    “Quem é que está a falar de ciência? A lei do movimento é questão filosófica.”

    Assim como o Solipsismo?

    “Não há arbitrariedade alguma. A unicidade de Deus também está provada filosoficamente, só há UMA realidade, logo, só há um Deus. Conhece o princípio da não contradição? Eis uma prova da unicidade( omisciente) de Deus e de só haver uma realidade.”

    1 – Podem existir dois deuses que não sejam contrapostos.

    2 – Mesmo assim que provas voce tem que não há outra realidade?

    3 – Que prova que voce tem que a realidade fora da sua consciência realmente existe?

    4 – ….

    “Ou algo é verdade ou é mentira. Não venha com esses relativismos patéticos.”

    Começou o apelo a ignorância, observe:

    1 – Se para sangrar deve ser feito de sangue

    2 – se o Super-homem é feito só de aço

    3 – o Super-homem não deve sangrar

    É verdade ou é mentira?

    “Se algo é apenas formalmente lógico, é apenas e verdadeiramente, formalmente lógico. Se os axiomas não são verdadeiros mas formais, então não são verdadeiros mas formais; verdadeiramente.
    Não há verdade “meramente” formal, ou algo é falso, ou é mentira.”

    Voce explicou sem querer sobre a verdade MATERIAL que também é um elemento da verdade relativa.

    “Todos os homens são pretos.
    Eu sou homem
    Eu sou preto.

    A verdade aqui não é formal nem deixa de o ser: é verdade. O raciocínio é logicamente válido, isto é verdadeiro. A primeira premissa não pode ser falsa e verdadeira simultaneamente; isto é verdadeiro.
    Também sabemos, pela experiência, que a primeira premissa é FAlSA. Logo, sabemos que a conclusão, que verdadeiramente segue das premissas em termos lógicos, é verdadeiramente falsa.”

    Aqui sem querer voce explicou sobre a verdade FORMAL.

    “Pelo contrário, dei um indício. Negas que as características do Logo Divino esteja filosoficamente sustentadas? Tens é o dever de impugnar essa fundamentação, ou pelo menos o dever de a conhecer.”

    É uma possibilidade, assim como as Fadas, não é exclusividade.

    “Hã? Lucífer não poderia criar o Universo, porque é definido como ser criado. A não ser que esteja a chamar Lucífer a Deus, mas aí entraríamos pela convenção arbitrária de palavras…”

    Ele é definido pelo conjunto de mera alegações criacionistas formalizadas em um documento (Bíblia), e de logo, uma definição arbitrária.

    “Nos meus livros de contos infantis eram. Mas mesmo que não seja, o conceito de fadas não é contingente? Ou estás só a brincar com as palavras e para ti fadas é sinónimo de Omnisciente, Omnipresente e Omnipotente?”

    Nos seus contos infantis, que estava presente a versão social sobre as fadas, que por sua vez não é verdade absoluta.

    “Mas o Pica Pau pode existir, ou não, tal como o diabo ou as fadas, que a realidade continua a mesma, são contingentes e não necessários ao Universo.”

    Pela sua arbitrariedade.

    “Como se vasculharia o sobrenatural?”

    Logo voce admite que é praticamente impossível averiguarmos se o Pica Pau fez ou não o universo;

    “O que vai ser a seguir, comparar Deus ao Pai Natal?”

    Por que não?

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  20. paulojuniodeoliveira says:

    CL,

    que tipo de prova você espera para provar a existência do Papai Noel?

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  21. paulojuniodeoliveira says:

    “Assim como o Solipsismo?”

    E daí?

    A ciência também trabalha com uma idéia filosófica que não pode dispensar – a de que as leis do universo são imutáveis.

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  22. paulojuniodeoliveira says:

    “Voce explicou sem querer sobre a verdade MATERIAL que também é um elemento da verdade relativa.”

    Verdade relativa, ou valor de verdade contingente?

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  23. Clayton Luciano says:

    Paulo:

    “que tipo de prova você espera para provar a existência do Papai Noel?”

    mais ou mesnos as que provariam Deus

    “A ciência também trabalha com uma idéia filosófica que não pode dispensar – a de que as leis do universo são imutáveis.”

    Voce já admite que Deus é uma verdade relativa.

    “Verdade relativa, ou valor de verdade contingente?”

    Verdade relativa

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  24. paulojuniodeoliveira says:

    Que tipos de provas provariam Deus para você?

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  25. Clayton Luciano says:

    Paulo Júnior:

    “Que tipos de provas provariam Deus para você?”

    Mais ou menos as que provam a TE já seriam suficiente.

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  26. Adalberto Felipe says:

    Clayton Luciano,

    Acho que você tem que incluir também nas provas que você quer o seu famoso: “Por quê não fadas, papai noel, e tal?”, porquê logo depois você sempre vem com isso e seria legal se você buscasse realmente o porquê disso, tipo pedir o Mats para abrir um tópico, debater e tal, para esclarecer de uma vez por todas isso.

    Tomara que você queira isso, pois torcemos por você, certo?:)

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  27. Clayton:

    JE-“O que vai ser a seguir, comparar Deus ao Pai Natal?”

    C-“Por que não?”

    Bem, essa simples pergunta o atira para a categoria de não preparado para discutir o problema. Como pode pedir provas da existência de algo, se nem sabe as características do algo de que está a falar e a pedir provas?

    Compare por extenso Deus ao Pai Natal, exponha os atributos dos conceitos e explique-me porque são comparáveis.

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  28. Clayton Luciano says:

    Jairo Entrecosto:

    “Bem, essa simples pergunta o atira para a categoria de não preparado para discutir o problema. Como pode pedir provas da existência de algo, se nem sabe as características do algo de que está a falar e a pedir provas?”

    Não se pede provas justamento quando já se sabe o que é, se não sabe, aí sim deve-se avaliar as provas para saber, pois em termos só de falácias, qualquer “senhor dos anéis” pode ficar consistente.

    “Compare por extenso Deus ao Pai Natal, exponha os atributos dos conceitos e explique-me porque são comparáveis.”

    Observe as etapas de vida de um ateu:

    Antes dos dez anos ele acredita em Papai Noel, fadas, super-homem e Deus.

    O tempo vai passando e vão caindo sucessivamente todos os elementos que antes ele acreditava sem que tais crenças tivessem embasamento probatório, por último cai Deus, que comos outros, filosóficamente possível, mas nada provado.

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Todos os comentários contendo demagogia, insultos, blasfémias, alegações fora do contexto, "deus" em vez de Deus, "bíblia" em vez de "Bíblia", só links e pura idiotice, serão apagados. Se vais comentar, primeiro vê se o que vais dizer tem alguma coisa em comum com o que está a ser discutido. Se não tem (e se não justificares o comentário fora do contexto) então nem te dês ao trabalho.

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