“Quando vamos proteger os americanos da AIDS?”

Da forma como algumas pessoas falam da epidemia da SIDA, até parece que é uma doença que atinge toda a população de igual modo e não uma coisa que está desproporcionalmente conectada a certos grupos sexuais.

O facto de sabermos que milhões são gastos nas pesquisas da SIDA e investidos em alguns grupos de pessoas que PROPOSITADAMENTE espalham o mesmo vírus chega a ser frustrante.

Eis uma sugestão que o post em baixo menciona: que tal fechar as saunas gays onde se sabe que a propagação de DST é feita?

Les Kinsolving

Para seu crédito, o presidente Obama disse à platéia do encontro de estratégia nacional de AIDS-HIV, no Salão Leste da Casa Branca, na terça, 13 de julho:
“Mais de 1 milhão de americanos (estão) vivendo com HIV-AIDS e (há) quase 600 mil americanos que perderam a vida por causa da doença.”
Ele também observou:
“Homens gays e bissexuais constituem uma pequena porcentagem da população, mas mais de 50 por cento das novas infecções.”
É digna de nota também sua declaração:
“Para prolongar vidas e estancar as transmissões, nós precisamos garantir que todo americano HIV-positivo receba a assistência de que precisa.”
PERGUNTA: Como é que o tratamento médico pode estancar a transmissão do HIV-AIDS, se os homens gays e bissexuais — que ele mencionou — continuam a espalhá-lo — a respeito do que a Casa Branca chegou a anunciar 56 mil novos casos por ano?
PERGUNTA: Alguma coisa naquele discurso para uma platéia em grande parte composta por homossexuais aplaudidores incluiu um apelo para que a comunidade homossexual tomasse a liderança no fechamento das saunas gays, que espalham AIDS e sífilis?
Não encontrei nada do tipo naquele discurso.
PERGUNTA: O presidente afirmou (ou chegou a sugerir) que aqueles homossexuais que sabem que têm AIDS ou sífilis e praticaram intercurso anal com outros homens são culpados de um crime que resultou em muitas daquelas 600 mil pessoas morrerem de AIDS?
Não encontrei nada do gênero naquele discurso.
O presidente também disse:
“Quando nós deixamos de oferecer a uma criança uma educação adequada, quando deixamos de dar a ela as informações médicas corretas e de dotá-la de um senso de responsabilidade, então, como podemos esperar que ela tome as precauções necessárias para proteger a si mesma e aos outros?”
A declaração arrancou aplausos — mas pense a respeito.
O presidente não especificou o que queria dizer ao falar das “precauções necessárias para proteger a si mesma e aos outros.”
PERGUNTA: Será que ele quis dizer que os homossexuais que praticam intercurso anal sempre deveriam usar preservativo?
Ou será que ele percebe que, já que não há preservativo perfeito, e o intercurso anal é tamanho transmissor de AIDS, que o intercurso anal deveria ser evitado como a peste — à qual ele condenou tantos daqueles 600 mil à morte?
Há algum registro de que o colega democrata do presidente Obama, o presidente Franklin D. Roosvelt, alguma vez tenha discordado, ou tomado alguma medida contra as autoridades de seu estado natal de Nova Iorque, pelos anos em que deixaram Mary Mallon de quarentena?
Em 1915, trabalhando sob um nome falso na Maternidade Sloane, de Nova Iorque (onde eu nasci, em 1927), ela espalhou febre tifoide para 25 médicos, enfermeiras e membros da equipe — dois dos quais morreram. Eles foram apenas alguns dos que ela infectou e matou.
Ela foi mandada para uma instituição penal, North Brother Island, fora do Bronx, onde foi mantida em quarentena até sua morte, em 1938.
Se “Mary tifo” Mallon foi tão isolada durante tanto tempo para proteger o público do tifo, quando Nova Iorque e os Estados Unidos começarão a proteger o público dos disseminadores da doença muito mais mortal que é a AIDS?
Les Kinsolving é apresentador de um programa diário de rádio na WCBM, em Baltimore. Suas apresentações são transmitidas nacionalmente. Ele é correspondente do site WorldNetDaily na Casa Branca. Seu programa pode ser ouvido pela internet das 9h às 11h da noite, semanalmente. Antes de entrar para o rádio, Kinsolving foi repórter e colunista de jornal — duas vezes indicado para o Prêmio Pulitzer por suas análises. O estilo jornalístico independente de Kinsolving é descrito em um novo livro escrito por sua filha, Kathleen Kinsolving, “Gadfly: The Life and Times of Les Kinsolving White House Watchdog.”
Tradução do blog Dextra
Divulgação: www.juliosevero.com
Leia também:

A relação mortal da pílula anticoncepcional com o HIV/AIDS

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4 Responses to “Quando vamos proteger os americanos da AIDS?”

  1. Kleber says:

    A Aids é uma doença de caráter realmente comportamental, se medidas morais fossem aplicadas de modo correto em todas as famílias e escolas, poderíamos observar o número decaindo de modo fantástico, porém a indústria cultural do liberalismo, banalizou esse comportamento em detrimento de alguns artifícios industriais, como o uso da camisinha, o qual, muitas vezes não impossibilita a contaminação. A educação moral de fidelidade a parceiros sexuais, como de outrora, seria a melhor prevenção.

    Quem vê cara, vê tesão, quem tem tesão, muitas vezes perde a razão, quem perde a razão, ganha a responsabilidade de ter uma doença mortal.

    Ao meu ver, a existência desse vírus permite uma educação sexual de forma dinâmica, freiando os indivíduos educados dentro de um padrão familiar-Cristão, ao mesmo tempo, eliminando indivíduos liberados sexualmente, assim quem tem a educação Cristã, não sente o pesar da alienação sexual dos contaminados, pois esses vivem feliz do modo já educados, porém aos outros sentem aprisionados por não ter como viver satisfatoriamente como bestas sexuais.

    Aos homossexuais total liberdade de comportamento, mesmo sabendo da maior frequência de indivíduos contaminados, todos são responsáveis por sua vida. Cada indivíduo sabe das consequências. Arque com elas e sejam felizes.

    Porém aos das vidas sexuais abalizados pela moral Cristã, a mansidão de esperar por encontrar seu parceiro sexual, enlaçado no respeito do amor e da fidelidade. Esses não tem o que temer, visto que tem sua filosofia de vida. Ao iniciar sua vida sexual, é necessário realizar um teste de portabilidade de vetores sexuais.

    Cada um no seu quadrado, cada um com sua responsabilidade. E vivam em paz, sexo com Vida e Amor, e sexo com risco de morte.

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  2. Clayton Luciano says:

    Kleber:

    “Aos homossexuais total liberdade de comportamento, mesmo sabendo da maior frequência de indivíduos contaminados, todos são responsáveis por sua vida. Cada indivíduo sabe das consequências. Arque com elas e sejam felizes.”

    Justamente, eu estava pensando em parar de ser “mulherengo”, devido ao risco doenças, mas isto implicou também em parar de dirigir carros em razão de dininuir o risco acidente de trânsito. Mas pensei, daqui a pouco eu tentarei um suicídio, para diminuir o risco morte por fogo (que parece ser a pior)

    Então liberei o “dirigir carros” e não tive argumentos por isto em frear o “partido mulherengo” em suas exigências.

    Moral de estória: Benefícios trazem riscos, e o sexo com várias mulheres (grandioso benefício) trazem seus riscos também.

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  3. Kleber says:

    Isso mesmo, lei da liberdade e suas responsabilidades, cada um com seus prazeres, cada um com sua consciência, pois o que é mais lógico é a morte, então que se tenha o direito de morrer pelo melhor meio. Segundo Sêneca, viver bem é saber morrer bem. E quanto menor número de pessoas no mundo, maior é a liberdade para os remanescentes! Que morram aos milhares nas rodovias, tomando com muito prazer seu coquetel de AZT, com cirrose, e todos outros meios, por que tudo quanto é “bom” custa caro.

    Viva a liberdade total, e todas as consequências correlacionadas!!!

    Amém.

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  4. Sérgio Sodré says:

    Viver bem é saber morrer bem e saber morrer bem é saber morrer a tempo.
    Durar anos e anos em sofrimento ou com perda da consciência de si é que é o caminho correcto? Temos de deixar esta posição ateia militante de que o Ceu pode esperar… nem pensar, o que é preciso é abandonar este vale de lágrimas bem depressa para ascender à glória prometida. Porque querem vocês durar muito e fazer esperar o Senhor?

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